Tag: Yaxel Lendeborg

  • Bulls de olho em Yaxel Lendeborg: o perfil que Graham quer no draft

    Bulls de olho em Yaxel Lendeborg: o perfil que Graham quer no draft

    Cara, o Chicago Bulls tem uma filosofia bem clara pra essa temporada de draft que tá chegando. O novo VP de operações de basquete, Bryson Graham, trouxe uma mentalidade que eu acho que faz muito sentido pro basquete moderno: buscar jogadores que se encaixam no “SLAP” – Size (tamanho), Length (envergadura), Athleticism (atletismo) e Physicality (físico).

    E adivinha quem tá na mira? Yaxel Lendeborg, o pivô do Michigan que simplesmente destruiu na NCAA e levou o título universitário. Monstro de 2,06m com envergadura de 2,24m — números absurdos que fazem qualquer GM babar.

    O que torna Lendeborg especial

    Olha, eu vi esse cara jogar na NCAA e o negócio é sério. Ele não é só tamanho, sabe? Tem uma mobilidade impressionante pra defender na linha de três pontos e ainda consegue dominar o garrafão. Fechou a temporada com médias de 15,1 pontos e 6,8 rebotes, mas os números não contam a história toda.

    O que mais me impressiona no Lendeborg é a versatilidade defensiva. Consegue trocar nas telas, defender guards rápidos e ainda proteger o aro. É exatamente o tipo de jogador que prospera na NBA de hoje — não é à toa que Oklahoma City Thunder e Charlotte Hornets também tão de olho nele.

    As chances dos Bulls no draft

    Segundo as projeções da loteria, os Bulls devem ficar com a 9ª escolha. Sinceramente? Pode ser perfeito pra pegar o Lendeborg. Eles têm apenas 4,5% de chance de conseguir a primeira escolha geral, mas uma probabilidade de 20,3% de entrar no top-4.

    O legal é que Chicago vai ter duas escolhas no top-15 da primeira rodada. Isso dá uma flexibilidade interessante — podem pegar o Lendeborg numa escolha e ainda apostar em outro prospecto na outra. Estratégia inteligente, principalmente considerando que o elenco atual precisa de sangue novo.

    E aí, vocês acham que o Lendeborg consegue se adaptar rápido ao ritmo da NBA? Na minha opinião, jogadores que dominam tanto dos dois lados da quadra têm tudo pra dar certo na liga.

  • Lendeborg monstro! Michigan atropela Tennessee e volta à Final Four

    Lendeborg monstro! Michigan atropela Tennessee e volta à Final Four

    Cara, eu não estava preparado pro show que o Yaxel Lendeborg deu ontem. O cara simplesmente DESTRUIU o Tennessee por 95 a 62 e levou Michigan de volta à Final Four pela primeira vez desde 2018. Que paulada!

    Lendeborg foi eleito o jogador mais valioso da região Midwest e não é pra menos: 27 pontos, 7 rebotes, 4 assistências e ZERO turnovers. Zero, gente. O maluco não perdeu uma bola sequer. E olha só esse dado que me deixou maluco — ele se tornou o primeiro jogador de Michigan a marcar 20+ pontos em três jogos consecutivos do March Madness desde Juwan Howard em 1994. Juwan Howard, o mesmo que hoje é técnico na NBA!

    A corrida que mudou tudo

    Os primeiros nove minutos foram meio tenebrosos, não vou mentir. Mas aí o bicho pegou. Michigan fez uma corrida de 21 a 0 que praticamente acabou com o jogo ali mesmo. Tennessee ficou perdido, não conseguia nem encostar na bola.

    E tem que falar do Elliot Cadeau também — 10 assistências! O cara virou primeiro jogador da Big Ten a dar 7+ assistências em quatro jogos seguidos do torneio desde Trey Burke em 2013. Essa equipe de Michigan tá jogando um basquete coletivo absurdo.

    Tennessee desabou completamente

    Olha, eu até sinto pena do Tennessee. Apenas 15 pontos no primeiro tempo — quinze! E 5 de 26 do perímetro, o que dá uns 19% de aproveitamento. Isso não ganha nem jogo de rua, imagine numa Elite Eight.

    O Ja’Kobi Gillespie até tentou com seus 21 pontos, mas sozinho não dá. E o Rick Barnes? Coitado, agora são 0-3 em Elite Eights como técnico do Tennessee. A última Final Four dele foi com o Texas em 2003 — há mais de 20 anos!

    Sinceramente, acho que o peso da história pesou. Tennessee nunca consegue dar esse último passo, e ontem ficou claro que Michigan queria muito mais.

    Dusty May fazendo história

    E tem que dar os parabéns pro técnico Dusty May. O cara pegou um programa que ganhou apenas 8 jogos na temporada anterior e em dois anos já tá na Final Four. Essa é a segunda dele em quatro temporadas (levou Florida Atlantic em 2023).

    “Temos um cartaz no vestiário que diz ‘Hábitos de Abril’”, disse May. Cara, isso é mentalidade vencedora. Desde o dia um eles se prepararam pra chegar longe no torneio, e tá dando certo.

    Agora é Arizona na semifinal, dia 4 de abril em Indianapolis. Michigan entra como favorito por 1.5 ponto — e olha, depois do que eu vi ontem, acho pouco. Vocês acham que eles conseguem chegar na final?

  • Lendeborg monstro! Michigan atropela Alabama e vai pra Elite Eight

    Lendeborg monstro! Michigan atropela Alabama e vai pra Elite Eight

    Gente, que show do Yaxel Lendeborg ontem! O cara simplesmente decidiu que ia carregar Michigan nas costas contra Alabama e foi isso aí — 23 pontos, 12 rebotes e 7 assistências numa vitória de 90 a 77 que levou os Wolverines pro Elite Eight do March Madness.

    Olha, eu não esperava essa performance toda do pivô de 2,06m, mas o maluco foi um verdadeiro canivete suíço em quadra. Até passe de 65 pés (!) pro Nimari Burnett fazer uma enterrada ele deu. Sessenta e cinco pés, cara. Isso é quase metade da quadra.

    Virada épica no segundo tempo

    A parada começou meio feia pro Michigan — chegaram a estar perdendo por 9 pontos no primeiro tempo e foram pro intervalo atrás por 2. Mas aí que tá a beleza do basquete universitário: nos primeiros 11 minutos da volta, os Wolverines simplesmente viraram o jogo e abriram 15 pontos de vantagem.

    E como fizeram isso? Chuva de três pontos. 13 cestas de 27 tentativas do perímetro (48% de aproveitamento) e 50% nos arremessos gerais. Lendeborg sozinho acertou 4 bombas de três. Pra um cara da altura dele, isso é absurdo mesmo.

    O Alabama até tentou responder — acertaram 14 cestas de três também — mas não conseguiram sustentar o ritmo do primeiro tempo. Como o próprio Burnett (que curiosamente é ex-Alabama) falou: um jogador adversário gritou que o ritmo de chutes de Michigan era insustentável. “E nós mantivemos”, respondeu ele depois. Que tapa de luva, né?

    Big Ten fazendo história

    Essa vitória de Michigan tem um peso histórico que talvez vocês não saibam: agora a Big Ten tem QUATRO times no Elite Eight pela primeira vez na história da conferência. Michigan junta-se a Purdue, Illinois e Iowa nessa fase.

    Sinceramente, isso mostra como o nível do basquete universitário na região dos Grandes Lagos está insano. E olha que Michigan não chegava numa Final Four desde 2018, quando perdeu a final nacional pra Villanova.

    Agora é Tennessee no domingo, com Michigan sendo favorito por 7,5 pontos. O técnico Dusty May já tá sonhando: “A melhor forma de quebrar essa seca é mandar quatro times da Big Ten pra Indianapolis”, disse ele, se referindo ao local da Final Four.

    Vocês acham que Michigan consegue chegar lá? Com Lendeborg nesse nível, eu não duvido de nada. O cara mesmo falou: “Estamos um passo mais perto do nosso objetivo. Temos a chance de cortar mais uma rede no domingo e depois outra em Indianapolis”.

    Que confiança, hein? E olha que não é à toa — quando você faz 23/12/7 num jogo eliminatório do March Madness, pode falar o que quiser.

  • Yaxel Lendeborg pode ser top 7 no Draft: será que aguenta a NBA?

    Yaxel Lendeborg pode ser top 7 no Draft: será que aguenta a NBA?

    Gente, vocês conhecem o Yaxel Lendeborg? Se não conhecem, é melhor começar a prestar atenção nesse cara. O pivô de Michigan está literalmente destruindo na March Madness e já tem projeção pra ser escolhido no 7º pick do Draft 2026 pelo Memphis Grizzlies.

    Olha, eu confesso que no começo estava meio cético com esse garoto. Transferir de UAB (uma universidade menor) pra Michigan é sempre uma interrogação — será que vai conseguir jogar no mesmo nível contra times maiores? A resposta veio na quadra: 17,7 pontos e 7 rebotes por jogo, com aproveitamento absurdo de 50,9% nos arremessos de quadra.

    Por que Memphis faz sentido

    Os Grizzlies estão numa reconstrução pesada depois de trocar o Jaren Jackson Jr., e sinceramente acho que Lendeborg pode encaixar perfeitamente no esquema deles. O cara joga dos dois lados da quadra — não é só um especialista ofensivo não.

    E o mais impressionante? 35,3% nas bolas de três. Cara, um pivô que consegue esticar a quadra desse jeito é ouro puro na NBA moderna. Vocês viram como ele está jogando nesse Sweet 16? É o tipo de jogador que não some nos momentos decisivos.

    Melhor jogador “NBA-ready” do Draft?

    Segundo a análise do USA TODAY, Lendeborg pode ser o cara mais preparado pra NBA de toda essa classe de 2026. Isso é coisa séria, pessoal. Quando falam que um universitário está “NBA-ready”, significa que ele não vai precisar de 2-3 anos pra se adaptar — pode contribuir desde o primeiro ano.

    O que me chama atenção é que Memphis tem histórico de draftar caras com trajetória parecida. Pegaram Jaylen Wells e Cedric Coward seguindo essa mesma linha de raciocínio.

    E aí, vocês acham que ele realmente tem potencial pra ser um starter na NBA? Ou é mais um caso de hype da March Madness que não se sustenta no próximo nível? Na minha opinião, 3,2 assistências por jogo pra um cara da posição dele mostra uma visão de jogo que pode fazer a diferença lá em cima.

    O Draft tá previsto pro final de junho, mas com essa performance no torneio universitário, não duvido nada que ele suba ainda mais nas projeções. Tem jogador que nasce pra esses momentos de pressão — e pelo que tô vendo, Lendeborg pode ser um desses.