Olha, a situação do Steve Kerr no Golden State tá mais enrolada que cabo de fone. O cara se reuniu por duas horas na segunda com o Joe Lacob (dono do time) e o Mike Dunleavy (GM), e… nada. Zero definição.
Sinceramente? Eu entendo a hesitação do Kerr. O homem ganhou quatro títulos com os Warriors, virou lenda, e agora tá vendo o time numa encruzilhada danada. Curry ainda joga pra caramba, Draymond continua sendo o coração defensivo, mas o resto do elenco… bom, vocês viram como foi essa temporada.
O dilema é real
Fontes próximas ao técnico dizem que ele tá genuinamente dividido. E não é pra menos — o cara ama treinar, mas também sabe quando uma era chega ao fim. “Esses empregos todos têm data de validade”, disse ele mesmo depois da eliminação.
A questão central é simples: os Warriors conseguem melhorar significativamente o elenco neste verão? Se sim, Kerr faz sentido comandando mais uma campanha pelos playoffs. Se não… talvez seja hora de sangue novo mesmo.
Kerr vai viajar pra jogar golfe (que vida, né?) e as conversas só voltam semana que vem. “É abril”, disse uma fonte. “Não precisamos nos apressar.” Concordo, mas a ansiedade dos fãs deve tá nas alturas.
E agora, Warriors?
O interessante é que a direção nem começou a procurar substituto. Isso mostra que ainda acreditam numa volta do Kerr — ou que estão confiantes de que ele fica.
O draft lottery em 10 de maio vai ser o primeiro marco importante da offseason. Os Warriors têm a 11ª pick, com apenas 9,4% de chance de subir pro top 4. Não é muito animador pra quem precisa de peças novas, vou ser sincero.
No fim das contas, a pergunta que não quer calar: vocês acham que o Kerr aguenta mais uma reconstrução? Porque uma coisa é treinar Curry, Klay e Draymond no auge. Outra bem diferente é moldar uma nova geração de Warriors.
Eu, particularmente, torço pra que ele fique. O cara entende o jogo como poucos e ainda tem muito a oferecer. Mas se decidir sair… entendo perfeitamente. Às vezes é melhor sair no topo do que ver a coisa desandar.

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