Tag: NBA offseason

  • O que cada jogador do Celtics precisa melhorar na offseason

    O que cada jogador do Celtics precisa melhorar na offseason

    Olha, perder na primeira rodada dos playoffs dói. Dói muito. Mas se tem uma coisa que o Celtics sabe fazer é tirar lição da derrota e voltar mais forte. E cara, tem muito o que trabalhar por aí.

    Com algumas semanas extras de offseason (que ninguém queria, convenhamos), o time de Boston pode focar no que sempre foi seu diferencial: desenvolvimento de jogadores. Vamos analisar o que cada um precisa melhorar pra 2027 ser diferente?

    Tatum precisa voltar aos 100%

    Sinceramente, ver o Tatum jogando machucado na temporada passada foi de partir o coração. O cara é um monstro — quando tá bem, óbvio. Aquele Game 7 que ele perdeu… cara, não dá nem pra imaginar o que teria acontecido se ele estivesse em quadra.

    A prioridade número um dele nessa offseason é simples: voltar ao 100%. Nada de pressa, nada de forçar. O Tatum que a gente conhece — fluido, forte, polido — esse cara aí pode levar o Celtics longe. Mas tem que estar inteiro, né?

    E vocês viram aquele post do Ballislife lembrando dos 51 pontos dele num Game 7? Absurdo. É disso que a gente tá falando quando ele tá no auge.

    Brown e as decisões questionáveis

    O Jaylen Brown evoluiu demais, não dá pra negar. Estatisticamente e no olhômetro, o cara mostrou que pode ser “o cara” do time. Mas… (sempre tem um mas, né?)

    Às vezes o Brown decide que vai arremessar e esquece que tem companheiro aberto no canto. Sabe aquela situação? 3.6 turnovers por jogo não é brincadeira — tá ali entre os top 5 da liga junto com Luka, Jokic e Cade Cunningham.

    Não tô falando que ele é ruim, longe disso. Mas quando você tem a bola tanto quanto ele tem, precisa tomar decisões melhores. É questão de maturidade mesmo.

    White precisa achar a mira de novo

    Cara, o Derrick White é um dos caras mais queridos que já passaram por Boston. Mesmo quando o arremesso não tá entrando, ele contribui de outras formas. Mas vamos ser realistas: o arremesso dele prejudicou o time na temporada passada.

    39.4% de quadra? 32.7% de três? Pro padrão do White, isso é ruim demais. O interessante é que em abril, com o Tatum de volta, os números dele melhoraram (47.8% e 42.4%). Coincidência? Acho que não.

    O segredo pra ele é não pensar demais. Quando o White fica na neurose, complica tudo.

    Pritchard e a defesa

    O Pritchard é daqueles caras que melhora todo ano, sério. E essa consistência é rara na NBA. Mas se tem uma coisa que ele precisa trabalhar é a versatilidade defensiva.

    Não é que ele seja ruim na defesa — ele se esforça pra caramba. Mas com 1,85m, às vezes vira alvo fácil no garrafão. A saída? Evitar as trocas, chegar primeiro na posição, roubar bola nos momentos certos.

    E aí, pessoal, acham que o Celtics consegue dar a volta por cima com essas melhorias? Ou vocês acham que precisa de mais mudanças no elenco?

  • JJ Redick foi direto: Lakers não tem elenco pra título

    JJ Redick foi direto: Lakers não tem elenco pra título

    Olha, eu sempre respeitei a sinceridade do JJ Redick como técnico, mas dessa vez ele foi cirúrgico na análise. Nas entrevistas pós-eliminação, o cara basicamente falou o que todo mundo já sabia mas ninguém queria admitir: os Lakers não têm profundidade de elenco pra brigar por título.

    E não é só papo furado não. Nos playoffs contra o Thunder, Redick teve que jogar praticamente com 7 caras apenas. Sete! Adou Thiero e Jarred Vanderbilt entraram só 3 minutinhos cada um no Jogo 4. Enquanto isso, Oklahoma City rodava o elenco tranquilamente, e San Antonio também tem uns 9 jogadores que conseguem atuar mais de 10 minutos por jogo.

    “Não vejo profundidade apenas como uma questão de rotação”, disse Redick. “Você pode jogar com 8, 9 ou até 11, 12 jogadores, mas precisa ter profundidade, e essa profundidade geralmente vem das posições 10-15 do elenco.”

    A realidade nua e crua

    O mais impressionante foi a franqueza do técnico sobre o atual momento da franquia. Sinceramente, não esperava que ele fosse tão direto assim: “Estamos tentando ganhar um campeonato e vocês têm que ser realistas sobre onde estamos. Não somos bons o suficiente agora.”

    Cara, isso é de doer. Mas é a verdade.

    Thunder e Spurs têm pelo menos 13 jogadores de alto nível na rotação, segundo Redick. É um luxo que poucos times têm na NBA, e é exatamente por isso que esses times ainda estão vivos nos playoffs enquanto LA já tá de férias.

    Mesmo com a ausência do Luka (que fez falta, óbvio), não daria pra reverter aquela varrida. O problema é estrutural mesmo.

    E agora, como resolver isso?

    A questão que fica é: como manter o que funcionou numa temporada de 50 vitórias e ainda assim fazer as mudanças necessárias pra dar o salto? É um equilíbrio delicado.

    Redick deixou claro que acredita em continuidade, mas com ressalvas. Provavelmente vão tentar manter o Austin Reaves (que é prioridade) e talvez o Marcus Smart, mas esse não é um elenco pra simplesmente repetir a fórmula.

    “Haverá provavelmente alguma continuidade. Provavelmente não haverá também”, foi a resposta meio enigmática do técnico. Traduzindo: mexidas vêm por aí.

    E vocês, o que acham? Os Lakers conseguem montar um elenco competitivo o suficiente pra incomodar esses jovens times do Oeste? Porque do jeito que tá, Thunder e Spurs vão dominar essa conferência por um bom tempo.

    Uma coisa é certa: Rob Pelinka tem trabalho pela frente nessa offseason. Se não trouxer peças que realmente agreguem à rotação, ano que vem pode ser mais do mesmo – ou pior.

  • Giannis pode ser negociado pelos Bucks ainda nesta temporada

    Giannis pode ser negociado pelos Bucks ainda nesta temporada

    Galera, a bomba finalmente pode estourar. Depois de anos especulando, executivos da NBA estão cada vez mais convencidos de que o Milwaukee Bucks vai mesmo trocar o Giannis Antetokounmpo nesta offseason. E olha, sinceramente? Eu não sei se fico chocado ou se já esperava isso.

    A situação ficou tensa no draft combine em Chicago, onde insiders da liga pintaram os Bucks como uma franquia que simplesmente quer dar um restart. “Parece que eles estão cansados de todo esse circo”, disse um executivo da Conferência Leste. Cara, imagina a pressão que deve ser lidar com toda essa especulação ano após ano.

    O prazo está correndo

    Jimmy Haslam, co-proprietário dos Bucks, botou uma deadline no calendário: o draft da NBA, nos dias 23 e 24 de junho. É basicamente um ultimato — ou vendem o Giannis e começam uma reconstrução, ou mantêm ele e tentam melhorar o elenco ao redor. Problema é que se ele ficar até 1º de outubro, quando se torna elegível para uma extensão de 4 anos por módicos 275 milhões de dólares, a expectativa é que ele assine. E aí já era.

    Na minha visão, os Bucks estão entre a cruz e a caldeirinha. Várias campanhas decepcionantes nos playoffs, lesões no momento errado, e agora essa incerteza toda sobre o futuro do Greek Freak. Deve ser desgastante pra todo mundo envolvido.

    O mercado pode ser absurdo

    Se rolar mesmo a troca, a referência são aqueles mega-deals que mudaram a cara da liga: Kawhi Leonard indo pros Raptors em 2018 e Anthony Davis desembarcando nos Lakers em 2019. Os dois viraram campeões imediatamente. Coincidência? Eu acho que não.

    “Se alguém conseguir o Giannis, pode ganhar a offseason”, disparou outro executivo do Leste. E é verdade mesmo — o cara continua sendo top 5 da liga, está no auge, e jogadores desse calibre não ficam disponíveis toda hora. É tipo aquela oportunidade que aparece uma vez na vida.

    Agora tem uma variável nova no jogo: a reforma na loteria da NBA. O sistema “3-2-1” que deve ser aprovado esse mês vai dar chances mais iguais pra até 18 times conseguirem a primeira escolha. Isso pode fazer os executivos pensarem duas vezes antes de trocar picks futuros por causa das chances mais equilibradas.

    E vocês, acham que os Bucks vão mesmo se desfazer do cara que trouxe o primeiro título em quase 50 anos? Ou é só mais um teatro da offseason?

  • Lakers querem atletas voadores e alas defensivos na free agency

    Lakers querem atletas voadores e alas defensivos na free agency

    Olha, depois de levar uma varredura do Thunder nos playoffs, os Lakers finalmente entenderam o óbvio: esse time precisa de MUITO mais atletismo e profundidade. E não adianta usar a lesão do Luka como desculpa — mesmo com ele, a diferença pro OKC era gritante.

    Rob Pelinka foi bem claro na entrevista pós-eliminação: eles vão reformular o elenco pensando 100% no que o Luka precisa. E segundo o The Athletic, as prioridades estão bem definidas.

    Pivôs que voem no garrafão

    O Deandre Ayton até foi decente como titular, mas convenhamos — 12.5 pontos e 8.0 rebotes não é exatamente o que você espera de um pivô que ganha uma fortuna. Pior: ele ficava no banco nos momentos decisivos porque o Jaxson Hayes jogava melhor. Isso diz tudo, né?

    Os Lakers querem um “verdadeiro alvo para passes alley-oop” — basicamente alguém no estilo Daniel Gafford ou Dereck Lively II, mas sem o histórico de lesões. Alguém que seja uma ameaça constante nas enterradas e que funcione perfeitamente no pick-and-roll com o Luka.

    Alas que defendem E arremessam

    A situação nas alas tá ainda pior que no pivô. O Jarred Vanderbilt é praticamente um cone no ataque, e o Jake LaRavia? Cara, foi tão mal nos playoffs que nem jogou os dois últimos jogos. Depois de 82 jogos na temporada regular, virou banco nos momentos que mais importavam.

    A franquia quer jogadores “de duas vias” — alas atléticos que marquem bem e ainda tenham um arremesso confiável. Quando o Luka sofre dupla marcação (e ele VAI sofrer), alguém precisa acertar os chutes livres.

    Sinceramente? Fazia tempo que não via uma necessidade tão óbvia de reformulação. O Lakers tem o melhor jogador do mundo no Luka, mas o elenco ao redor dele simplesmente não aguenta o tranco dos playoffs. Vocês acham que eles conseguem atrair as peças certas na free agency?

    Uma coisa é certa: se não resolverem isso agora, vão desperdiçar mais um ano do prime do Luka. E isso seria criminoso.

  • LeBron quer mais que dinheiro: Lakers precisam mostrar respeito

    LeBron quer mais que dinheiro: Lakers precisam mostrar respeito

    Olha, eu sabia que essa novela do LeBron com os Lakers ia ser complicada, mas não imaginava que chegaria nesse nível. O cara simplesmente não quer só uma proposta — ele quer que os Lakers mostrem que realmente querem ele por lá.

    E sinceramente? Faz todo sentido.

    A questão não é só grana

    Segundo fontes próximas ao Rei, não adianta os Lakers chegarem com uma planilha cheia de zeros. Eles precisam explicar o PORQUÊ daquele valor, qual o plano por trás da proposta. Como disse um agente que já trabalhou com jogadores de LA: “Não dá pra só jogar um número na mesa. Tem que ter uma lógica por trás”.

    E cara, depois de tudo que rolou essa temporada, eu entendo perfeitamente a posição do LeBron. O cara saiu de pelo menos um jogo ainda de uniforme, sem nem trocar de roupa no vestiário. Imagina o nível de irritação pra fazer isso aos 39 anos, sendo quem é.

    A situação ficou ainda mais tensa quando vazou que dirigentes dos Lakers fizeram um “exercício” bizarro: pediram pra alguém assistir o LeBron jogar e dar um valor de mercado como se fosse um jogador anônimo de 2,06m. Mano… É sério isso?

    Os Lakers pegaram pesado demais?

    Essa história de “avaliar como jogador anônimo” é de lascar. Estamos falando do LeBron James — quatro títulos, quatro MVPs, maior pontuador da história da NBA. E os caras querem fingir que ele é só mais um ala de 39 anos no mercado?

    Os números que circularam vão de 14 milhões (valor da exceção média) até 30 milhões. Mas sinceramente, a questão nem é essa. O problema é a falta de respeito mesmo.

    LeBron ainda está jogando em nível All-Star. Médias de quase 26 pontos, 8 rebotes e 7 assistências aos 39 anos. E os Lakers fazendo esses joguinhos de bastidor? Complicado.

    A porta ainda está aberta?

    Mesmo com toda essa confusão, as pessoas próximas ao LeBron dizem que ele ainda ama Los Angeles. “Acho que depende dos Lakers”, disse uma fonte que estava no Jogo 4 contra o Thunder.

    E o próprio Rei foi direto quando perguntaram sobre possíveis atritos: “Não há problema da minha parte”.

    Na minha opinião, os Lakers estão brincando com fogo. Você não trata um cara como o LeBron como se fosse um veterano qualquer querendo uma última chance. Ele AINDA É o cara que pode decidir jogos importantes.

    E aí, galera — vocês acham que os Lakers vão acordar pra vida e fazer uma proposta à altura? Ou vão deixar o maior jogador da história escorregar pelos dedos por pura arrogância?

  • NBA libera Bucks no caso Giannis – agora é hora da troca?

    NBA libera Bucks no caso Giannis – agora é hora da troca?

    Olha, finalmente a NBA bateu o martelo no caso Giannis vs Milwaukee Bucks. A liga investigou toda aquela confusão de março quando os Bucks decidiram ‘descansar’ o Greek Freak pelo resto da temporada, e agora chegaram à conclusão: não vai rolar punição nenhuma.

    Mas sinceramente? Isso é o menor dos problemas em Milwaukee agora.

    O circo pegou fogo de vez

    A situação do Giannis com os Bucks virou uma novela mexicana completa. O cara de 31 anos tá claramente de saco cheio — tanto que já pediu troca várias vezes durante essa temporada catastrófica de 32-50. Trinta e duas vitórias, gente. Um time que já foi campeão.

    E o pior de tudo? Os próprios donos já estão admitindo publicamente que o astro pode não estar mais no time na próxima temporada. Jimmy Haslam, um dos proprietários, basicamente confirmou que tão ouvindo propostas de troca. Imagina o Giannis vendo isso na TV…

    A treta toda começou quando Doc Rivers (que já até saiu do cargo) resolveu tirar o Giannis de quadra em março alegando ‘motivos de saúde’. O problema é que o próprio jogador saiu público dizendo que estava 100% saudável e queria jogar. A associação dos jogadores não engoliu essa e chamou a NBA pra investigar.

    Giannis não tá brincando em serviço

    Cara, 27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências por jogo mesmo numa temporada horrível do time. O monstro continua sendo monstro, mas tá claro que perdeu a paciência com a franquia que o fez campeão em 2021.

    Agora vem a pergunta que não quer calar: onde é que o Greek Freak vai parar? Miami sempre aparece nesses rumores, o Lakers com certeza vai tentar alguma coisa… E vocês, acham que Milwaukee consegue convencer ele a ficar ou já era mesmo?

    Uma coisa é certa: esse vai ser um dos offseasons mais movimentados dos últimos anos. E olha que a gente já viu muita coisa louca nessa liga.

  • Hawks podem tentar buscar Jaylen Brown de novo

    Hawks podem tentar buscar Jaylen Brown de novo

    Olha, essa história pode esquentar de vez agora. Os Atlanta Hawks já tentaram buscar o Jaylen Brown em fevereiro passado, e pelo visto a conversa pode voltar à tona nesta offseason. E faz todo sentido — o cara é de Atlanta, nasceu e se criou lá. Toda vez que o Celtics joga no State Farm Arena, a torcida dos Hawks praticamente adota o Brown como se fosse da casa.

    Por que não rolou antes?

    No deadline de fevereiro, Atlanta simplesmente não estava em condições de bancar o contrato máximo do Brown. E sinceramente, eles estavam certos — não fazia sentido apostar todas as fichas num time que ainda não estava pronto para brigar de verdade. Boston também não tinha a menor intenção de se desfazer do cara, então ficou nessa de conversa de corredor mesmo.

    Mas agora? As coisas mudaram um pouco. Brown ainda tem três temporadas e 183 milhões de dólares restantes no contrato — uma bagatela, né? E o mais louco: ele ainda pode assinar uma extensão de dois anos por mais 139,5 milhões nesta offseason. É dinheiro pra caramba.

    O clima esquentou depois dos playoffs

    Depois que o Celtics tomou aquela virada histórica e caiu na primeira rodada — perdendo uma série que estava 3-1 —, o Brown virou assunto. O cara disse que esta temporada foi a favorita dele, mesmo tendo sido campeão da NBA em 2024 e MVP das Finals. Depois teve que explicar que estava falando sobre como o time teve que ralar pra superar as adversidades.

    Aí começou a rolar uns boatos estranhos. Brown falou que os árbitros têm algo contra ele (coisa que todo jogador estrela fala uma hora ou outra), e depois pipocaram notícias de que ele teria problemas com a organização do Celtics. Tanto ele quanto o Brad Stevens negaram qualquer treta, mas né… onde há fumaça…

    Faz sentido para os Hawks?

    Na minha visão, seria uma jogada arriscada mas interessante. Atlanta tem um núcleo jovem interessante e Brown seria aquele cara experiente que faltava. O problema é que eles teriam que mexer muito no salary cap pra fazer acontecer.

    E vocês, acham que Brown realmente quer sair de Boston? Ou isso é só especulação de offseason mesmo? Porque uma coisa é certa: se ele realmente estiver disponível, vai ter fila de pretendentes.

  • Warriors já miram extensão do Curry pro verão — e eu tô aqui pra isso

    Warriors já miram extensão do Curry pro verão — e eu tô aqui pra isso

    Olha, eu já sabia que isso ia rolar. Com o Steve Kerr renovado por mais dois anos, agora é hora dos Warriors correrem atrás do que realmente importa: manter o Stephen Curry vestindo dourado até ele se aposentar.

    O cara tem mais um ano de contrato pela bagatela de 62,6 milhões de dólares pra temporada 2026-27. Sessenta e dois milhões! E a partir de 29 de agosto, Golden State já pode sentar com o Chef pra bater o martelo numa extensão.

    Curry nunca vai sair de lá (e nem deveria)

    Sinceramente, alguém aí tem dúvida de que o Curry vai assinar? O cara É o Warriors. Nunca jogou em outro time na NBA, construiu um império em San Francisco, ganhou quatro títulos… Seria loucura ele ir embora agora.

    E olha que contexto interessante: os Warriors estão desesperados pra melhorar o elenco nesse verão. Ficaram fora dos playoffs este ano — segunda vez nas últimas três temporadas. Isso deve doer no ego de todo mundo lá, principalmente do Curry que tá acostumado a brigar pelo topo.

    A pressão tá gigante

    Vamos combinar uma coisa — os caras não podem mais desperdiçar os anos finais do melhor arremessador da história. O Curry fez 36 anos, ainda joga em alto nível (média de 26.4 pontos na temporada passada, absurdo), mas o relógio tá correndo.

    A diretoria sabe disso. Por isso a correria pra renovar logo com ele e focar em trazer peças que façam sentido. Porque convenhamos, ver o Warriors brigando pra entrar no play-in é meio deprimente pra quem se acostumou com aqueles times monstros de 2015-2019.

    Vocês acham que conseguem montar mais um time competitivo ao redor do Curry? Ou já era a dinastia mesmo?

  • Nuggets vão mexer no elenco, mas Jokic é intocável

    Nuggets vão mexer no elenco, mas Jokic é intocável

    Olha, depois daquela eliminação vexatória na primeira rodada dos playoffs, o Denver Nuggets finalmente admitiu o óbvio: precisa mexer no time. Josh Kroenke, presidente da franquia, foi bem direto na coletiva de sexta-feira: “tudo está na mesa”, exceto uma coisa — trocar o Nikola Jokic.

    “Não quero disfarçar minha frustração com o fim da temporada”, disse Kroenke em uma coletiva de 45 minutos. E sinceramente, era sobre tempo alguém assumir que aquele vexame contra o Minnesota foi inaceitável para um time que tinha o melhor jogador do mundo.

    O núcleo intocável (quase)

    Segundo Kroenke, o núcleo do time são Jokic, Jamal Murray e Aaron Gordon. Interessante que Michael Porter Jr., que antes estava nesse grupo seleto, já virou moeda de troca e foi trocado pelo Cam Johnson no verão passado. Isso me faz pensar: será que o Murray também não está tão seguro assim?

    Fontes da liga já estão falando que pelo menos um titular vai ser negociado nesta offseason. E olha, faz todo sentido — o time precisa de uma reformulada depois daquela performance patética nos playoffs.

    A matemática cruel do salary cap

    Aqui que a coisa complica. Os Nuggets estão numa sinuca de bico com o teto salarial. Se renovarem com Peyton Watson (que é agente livre restrito), Aaron Gordon e Christian Braun, o time vai direto para o segundo nível da luxury tax. E isso traz restrições absurdas para montar o elenco.

    O time conseguiu evitar a luxury tax esta temporada trocando Hunter Tyson pro Brooklyn antes do deadline de fevereiro. Mas agora, com as renovações batendo na porta, vai ser difícil fugir dessa conta salgada.

    Se Murray e Gordon ficarem, pelo menos um entre Braun, Cam Johnson ou Watson vai ter que dar tchau. É matemática pura — alguém tem que sair para aliviar a folha salarial.

    Jokic blindado com supercontrato

    Enquanto isso, o sérvio monstro deve assinar uma extensão de quatro anos por US$ 278 milhões nesta offseason. E olha, é o mínimo que ele merece depois de carregar esse time nas costas por tanto tempo.

    A real é que Denver precisa urgentemente encontrar peças que complementem o Jokic de verdade. Porque ter o melhor centro do mundo e sair na primeira rodada dos playoffs é simplesmente inadmissível.

    Vocês acham que o Murray ainda tem espaço nesse time, ou chegou a hora dele também virar moeda de troca? Porque depois daquela série contra o Timberwolves, tenho minhas dúvidas se ele ainda é a resposta como armador titular ao lado do Jokic…

  • Rockets podem ir atrás de Donovan Mitchell dos Cavaliers

    Rockets podem ir atrás de Donovan Mitchell dos Cavaliers

    Olha só que bomba pode estar vindo por aí: os Houston Rockets estão de olho em Donovan Mitchell, dos Cleveland Cavaliers. E cara, faz todo sentido quando você para pra pensar.

    Os Rockets ficaram de fora da segunda rodada dos playoffs de novo, e isso deve mexer com a diretoria. Eles têm assets pra caramba — picks dos Suns de 2027 e 2029, pick dos Mavs de 2029, swap com o Brooklyn em 2027… é muita munição pra fazer uma troca grande mesmo.

    Por que Mitchell faria sentido em Houston?

    Sinceramente? O cara tem exatamente o que os Rockets precisam: experiência em playoffs. Desde 2018, o Mitchell jogou 72 jogos de pós-temporada. Setenta e dois! Isso é muito basquete de pressão nas costas.

    E não é só quantidade — é qualidade também. Nos últimos três anos com os Cavs, ele sempre passou da primeira rodada. Compare isso com o que Houston tem hoje: muito talento jovem, mas ainda falta aquela vivência de quem já brigou por títulos de verdade.

    O Fred VanVleet e o Kevin Durant (quando estava lá) trouxeram isso pro time, mas imagina ter um cara como Mitchell — que já foi All-Star várias vezes e sabe o que é carregar um time nas costas quando a coisa aperta.

    E os Cavaliers, vão querer trocar?

    Essa é a questão. O contrato do Mitchell vai até 2028, então se Cleveland não conseguir ir longe nos playoffs de novo e ele não quiser renovar… aí a coisa muda de figura. Ninguém quer perder um jogador dessa categoria de graça.

    Na minha visão, os Cavs vão tentar mais uma temporada com o grupo atual. Mas se não rolar, Houston tem o que ofertar. Esses picks todos podem virar uma proposta bem atrativa, ainda mais pensando no rebuild que Cleveland pode precisar fazer.

    E aí, vocês acham que Mitchell encaixaria bem no esquema dos Rockets? Seria o missing piece que eles precisam pra finalmente dar o salto? Eu tô curioso pra ver se essa negociação vai mesmo rolar…