Tag: NBA offseason

  • LaRavia admite que precisa melhorar o arremesso de 3 na offseason

    LaRavia admite que precisa melhorar o arremesso de 3 na offseason

    Cara, que montanha-russa foi a temporada do Jake LaRavia nos Lakers, né? O cara começou o ano destruindo tudo — principalmente contra os Wolves — a ponto do Anthony Edwards perguntar quem era esse maluco acertando tudo de três. Agora, depois de ser tirado da rotação nos playoffs, ele tá sendo bem honesto sobre o que precisa melhorar.

    E olha, sinceramente? Respeito demais essa autocrítica dele.

    A queda livre no arremesso

    A situação ficou feia mesmo. De janeiro a março, o percentual de três do LaRavia despencou mês a mês. E quando chegaram os playoffs — que é onde a coisa fica séria — o bicho pegou de vez. O cara tentou só 7 arremessos em toda a pós-temporada. Sete! Dá pra ver que o psicológico tava abalado.

    O JJ Redick não teve escolha: tirou ele da rotação nos dois últimos jogos. Imagina a frustração? Primeira vez dele nos playoffs, time brigando pelo título, e ele vendo de camarote.

    “Sei que sou muito melhor que isso”

    Na entrevista de saída, o LaRavia não fugiu da real: “Obviamente, não arremessei nem perto do que eu queria esse ano. Ter meses arremessando abaixo dos 30% simplesmente não vai dar certo, e eu sei que sou um arremessador muito melhor que isso.”

    E é verdade mesmo. Na temporada passada, o cara convertia 42% dos seus triplos. Isso não é brincadeira não — é percentual de especialista. Então a capacidade tá lá, só precisa encontrar a consistência de novo.

    O que me impressiona é a mentalidade dele. Em vez de ficar se lamentando, tá vendo isso como motivação pra offseason. “Não estou olhando negativamente, mas estou animado pra trabalhar nas coisas que preciso”, disse ele.

    Momento decisivo nos Lakers

    Agora vem a parte mais tensa: os Lakers têm um monte de espaço salarial e tão querendo reformular o elenco. O LaRavia pode tanto fazer parte dessa reformulação quanto virar moeda de troca para trazer peças novas.

    É cruel, mas é a NBA. Teve aquele jogaço de 26 pontos contra o Memphis (ironia jogar bem justamente contra o ex-time), mas também teve essa derrocada nos playoffs. A questão é: qual dos dois LaRavias vai aparecer na próxima temporada?

    Vocês acham que ele consegue se recuperar mentalmente e voltar a ser aquele arremessador que assombrava os adversários? Ou essa experiência dos playoffs vai deixar sequelas? Uma coisa é certa: essa offseason vai definir muito do futuro dele na liga.

  • Tim Connelly admite: Wolves precisam dar o próximo passo

    Tim Connelly admite: Wolves precisam dar o próximo passo

    Olha só, mais uma temporada dos Timberwolves que termina com aquele gosto amargo na boca. E o Tim Connelly não está tentando passar pano pra ninguém — o homem foi direto ao ponto: “Nós temos que dar o próximo passo”.

    Cara, é a terceira temporada consecutiva que Minnesota toma uma surra no último jogo da temporada. Terceira! Em 2024 foi o Dallas que passou por cima, ano passado foi o Thunder que literalmente destruiu os Wolves a caminho do título, e agora? Os Spurs mandaram todo mundo pra casa mais cedo ainda.

    A realidade doeu, mas Connelly não fugiu dela

    “Nosso objetivo no início da temporada era ser um time com vantagem de quadra nos playoffs. Não fomos”, disse Connelly numa coletiva que deve ter sido bem desconfortável. “Nosso objetivo era ir mais longe que no ano passado. Não fomos. Essas coisas meio que exigem ação.”

    E vocês sabem o que mais me incomoda? Os Wolves terminaram em sexto no Oeste DE NOVO. Mesma posição, mesmo resultado decepcionante. Connelly foi bem claro: “Temos muito mais coisa boa do que ruim, mas sabemos que não somos bons o suficiente agora.”

    Na minha opinião, essa honestidade é refrescante. Quantas vezes a gente vê dirigente tentando pintar situação ruim como se fosse sucesso?

    Thunder e Spurs viraram o pesadelo dos Wolves

    Aqui que a coisa fica interessante — e meio deprimente pros fãs de Minnesota. Os dois últimos times que eliminaram os Wolves (Spurs e Thunder) estão agora se enfrentando na final do Oeste. É como se fosse um lembrete constante: “Olha só quem tá brigando pelo título enquanto vocês estão em casa.”

    “Levamos surra do Oklahoma City ano passado, levamos surra do San Antonio agora”, Connelly não poupou palavras. “Sabemos que nossa competição não vai ficar parada, e nós também não vamos.”

    Mas o cara foi esperto numa coisa: disse que não dá pra focar só em como bater os Spurs ou Thunder especificamente. Faz sentido, né? Se você monta o time pensando só num adversário, pode se dar mal contra todo mundo.

    A filosofia é simples: empilhar talento

    “Se você tem jogadores bons o suficiente, e nós temos um grande em Anthony [Edwards], você vai ser um bom time”, explicou Connelly. E olha, eu concordo completamente com essa visão.

    O negócio é que ter Anthony Edwards como sua estrela principal é uma base sólida pra construir qualquer coisa. O garoto é um monstro, mas precisa de ajuda — e ajuda de verdade, não esses coadjuvantes que aparecem um jogo e somem no próximo.

    Connelly fechou com uma frase que eu achei massa: “Prefiro ser demitido por tentar do que ficar aqui só pensando em sobrevivência no emprego.” Cara com essa mentalidade que você quer dirigindo seu time, sinceramente.

    E aí, vocês acham que Minnesota consegue dar esse salto na próxima temporada? Porque do jeito que Thunder e Spurs estão voando, não dá pra ficar no “quase” pra sempre…

  • Bucks querem mais picks no Draft 2026 — será que vem aí a troca do Giannis?

    Bucks querem mais picks no Draft 2026 — será que vem aí a troca do Giannis?

    Olha, a situação em Milwaukee tá ficando cada vez mais interessante — e complicada. Segundo informações da ESPN, os Bucks estão esperando conseguir várias escolhas no Draft de 2026, e cara, isso meio que confirma o que todo mundo já estava desconfiando.

    O que isso realmente significa?

    Na minha visão, essa movimentação dos Bucks tem tudo a ver com uma possível troca do Giannis Antetokounmpo. Pensa comigo: eles já têm a pick número 10 deste ano (ESPN projeta que vão draftar o Nate Ament), mas querem mais escolhas especificamente para 2026. Por que essa pressa em juntar picks futuros?

    A resposta é meio óbvia quando você olha o cenário todo. O Greek Freak continua sinalizando que prefere uma troca nesta offseason — e sinceramente, não dá pra culpar o cara. Milwaukee está numa situação complicada financeiramente e não consegue montar um elenco competitivo ao redor dele.

    A situação dos picks é um pesadelo

    Aqui que a coisa fica absurda: os Bucks não controlam sua própria primeira escolha até 2031! Isso mesmo, 2031. Tudo por causa das trocas que fizeram pelo Jrue Holiday e Damian Lillard. Eles hipotecaram o futuro tentando criar uma super equipe que, convenhamos, não deu muito certo.

    É uma situação que lembra muito aquela famosa frase: “hipotecou o futuro e não ganhou nem o presente”. Os caras trocaram tudo para ganhar agora e não conseguiram nem chegar numa Final de Conferência.

    E agora, José?

    Com três picks de primeira rodada que podem ser trocados, Milwaukee parece estar se preparando para reconstruir. E olha, se conseguirem um pacote interessante pelo Giannis — que pode incluir várias escolhas de primeira rodada —, talvez consigam acelerar essa reconstrução.

    A pergunta que não quer calar: será que o Giannis realmente vai sair? E se sair, pra onde? Eu tenho minhas apostas (Miami sempre no radar), mas o mercado tá bem aberto ainda.

    Vocês acham que Milwaukee deveria mesmo trocar o Greek Freak ou tentar mais uma temporada? Porque uma coisa é certa: com essa situação dos picks, eles precisam tomar uma decisão logo — ou apostar tudo no Giannis novamente ou partir para a reconstrução de vez.

  • Por que o Suns deveria manter Royce O’Neale na próxima temporada

    Por que o Suns deveria manter Royce O’Neale na próxima temporada

    Olha, vou falar uma coisa que talvez não seja popular entre os fãs do Phoenix Suns: manter o Royce O’Neale pode ser a jogada mais inteligente que eles vão fazer nessa offseason.

    Eu sei, eu sei. Todo mundo quer ver os Suns ficando mais jovens, mais atléticos, e o O’Neale não é exatamente o futuro da franquia. Mas cara, às vezes a gente precisa olhar além do óbvio e ver o que realmente funciona.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: O’Neale acertou 40.8% das bolas de 3 na última temporada. Quarenta vírgula oito por cento! Isso colocou ele entre os 25 melhores arremessadores da liga inteira. E não foi sorte não — ele já havia mandado mais de 40% na temporada anterior também.

    E o cara não é só estatística. Aqueles arremessos difíceis que ele converte, aquela soltura rápida depois da finta… isso é ouro puro pra qualquer ataque da NBA. Sinceramente acho que a galera subestima o quanto isso é valioso.

    Na minha visão, ter alguém que você pode contar pra acertar os arremessos importantes saindo do banco é fundamental. Principalmente considerando que os Suns querem manter o núcleo Booker-Green-Brooks junto.

    Veterano que não incomoda

    Aqui que a coisa fica interessante. Todo mundo fala que o Phoenix precisa apostar nos jovens — e eu concordo. Mas vocês acham que jogadores como Rasheer Fleming e Ryan Dunn não vão ter altos e baixos? Claro que vão.

    O O’Neale oferece exatamente o que você precisa nesses momentos: consistência e experiência. O cara jogou 78 partidas na temporada passada (terceiro do time) e nunca jogou menos de 70 jogos numa temporada. Isso é confiabilidade pura.

    E defensivamente? Ok, ele não é mais aquela muralha de antigamente, mas ainda oferece uma presença mais calma que os pivetes. Lembram quantas vezes o Dillon Brooks teve que sair no quarto período por causa de faltas bobas? Pois é.

    O dilema da offseason

    Claro que existem argumentos pra trocar ele. O contrato é barato (sempre bom pra negociar), outros times certamente têm interesse, e o Suns quer mesmo ficar mais jovem. Grayson Allen também está na mesma situação.

    Mas olha só: dos jogadores com valor real de troca no elenco, O’Neale pode ser justamente aquele que faz mais sentido manter. Ele aceitou sair do banco quando necessário, lidou bem com as mudanças de função, e mostrou que consegue contribuir de várias formas.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que vale a pena trocar essa estabilidade por uma promessa incerta? Ou será que manter o O’Neale e deixar os jovens se desenvolverem naturalmente não seria o caminho mais inteligente?

    Pelo menos por mais uma temporada, eu apostaria na experiência e consistência do veterano. Às vezes o melhor movimento é não fazer movimento nenhum.

  • O que cada jogador do Celtics precisa melhorar na offseason

    O que cada jogador do Celtics precisa melhorar na offseason

    Olha, perder na primeira rodada dos playoffs dói. Dói muito. Mas se tem uma coisa que o Celtics sabe fazer é tirar lição da derrota e voltar mais forte. E cara, tem muito o que trabalhar por aí.

    Com algumas semanas extras de offseason (que ninguém queria, convenhamos), o time de Boston pode focar no que sempre foi seu diferencial: desenvolvimento de jogadores. Vamos analisar o que cada um precisa melhorar pra 2027 ser diferente?

    Tatum precisa voltar aos 100%

    Sinceramente, ver o Tatum jogando machucado na temporada passada foi de partir o coração. O cara é um monstro — quando tá bem, óbvio. Aquele Game 7 que ele perdeu… cara, não dá nem pra imaginar o que teria acontecido se ele estivesse em quadra.

    A prioridade número um dele nessa offseason é simples: voltar ao 100%. Nada de pressa, nada de forçar. O Tatum que a gente conhece — fluido, forte, polido — esse cara aí pode levar o Celtics longe. Mas tem que estar inteiro, né?

    E vocês viram aquele post do Ballislife lembrando dos 51 pontos dele num Game 7? Absurdo. É disso que a gente tá falando quando ele tá no auge.

    Brown e as decisões questionáveis

    O Jaylen Brown evoluiu demais, não dá pra negar. Estatisticamente e no olhômetro, o cara mostrou que pode ser “o cara” do time. Mas… (sempre tem um mas, né?)

    Às vezes o Brown decide que vai arremessar e esquece que tem companheiro aberto no canto. Sabe aquela situação? 3.6 turnovers por jogo não é brincadeira — tá ali entre os top 5 da liga junto com Luka, Jokic e Cade Cunningham.

    Não tô falando que ele é ruim, longe disso. Mas quando você tem a bola tanto quanto ele tem, precisa tomar decisões melhores. É questão de maturidade mesmo.

    White precisa achar a mira de novo

    Cara, o Derrick White é um dos caras mais queridos que já passaram por Boston. Mesmo quando o arremesso não tá entrando, ele contribui de outras formas. Mas vamos ser realistas: o arremesso dele prejudicou o time na temporada passada.

    39.4% de quadra? 32.7% de três? Pro padrão do White, isso é ruim demais. O interessante é que em abril, com o Tatum de volta, os números dele melhoraram (47.8% e 42.4%). Coincidência? Acho que não.

    O segredo pra ele é não pensar demais. Quando o White fica na neurose, complica tudo.

    Pritchard e a defesa

    O Pritchard é daqueles caras que melhora todo ano, sério. E essa consistência é rara na NBA. Mas se tem uma coisa que ele precisa trabalhar é a versatilidade defensiva.

    Não é que ele seja ruim na defesa — ele se esforça pra caramba. Mas com 1,85m, às vezes vira alvo fácil no garrafão. A saída? Evitar as trocas, chegar primeiro na posição, roubar bola nos momentos certos.

    E aí, pessoal, acham que o Celtics consegue dar a volta por cima com essas melhorias? Ou vocês acham que precisa de mais mudanças no elenco?

  • JJ Redick foi direto: Lakers não tem elenco pra título

    JJ Redick foi direto: Lakers não tem elenco pra título

    Olha, eu sempre respeitei a sinceridade do JJ Redick como técnico, mas dessa vez ele foi cirúrgico na análise. Nas entrevistas pós-eliminação, o cara basicamente falou o que todo mundo já sabia mas ninguém queria admitir: os Lakers não têm profundidade de elenco pra brigar por título.

    E não é só papo furado não. Nos playoffs contra o Thunder, Redick teve que jogar praticamente com 7 caras apenas. Sete! Adou Thiero e Jarred Vanderbilt entraram só 3 minutinhos cada um no Jogo 4. Enquanto isso, Oklahoma City rodava o elenco tranquilamente, e San Antonio também tem uns 9 jogadores que conseguem atuar mais de 10 minutos por jogo.

    “Não vejo profundidade apenas como uma questão de rotação”, disse Redick. “Você pode jogar com 8, 9 ou até 11, 12 jogadores, mas precisa ter profundidade, e essa profundidade geralmente vem das posições 10-15 do elenco.”

    A realidade nua e crua

    O mais impressionante foi a franqueza do técnico sobre o atual momento da franquia. Sinceramente, não esperava que ele fosse tão direto assim: “Estamos tentando ganhar um campeonato e vocês têm que ser realistas sobre onde estamos. Não somos bons o suficiente agora.”

    Cara, isso é de doer. Mas é a verdade.

    Thunder e Spurs têm pelo menos 13 jogadores de alto nível na rotação, segundo Redick. É um luxo que poucos times têm na NBA, e é exatamente por isso que esses times ainda estão vivos nos playoffs enquanto LA já tá de férias.

    Mesmo com a ausência do Luka (que fez falta, óbvio), não daria pra reverter aquela varrida. O problema é estrutural mesmo.

    E agora, como resolver isso?

    A questão que fica é: como manter o que funcionou numa temporada de 50 vitórias e ainda assim fazer as mudanças necessárias pra dar o salto? É um equilíbrio delicado.

    Redick deixou claro que acredita em continuidade, mas com ressalvas. Provavelmente vão tentar manter o Austin Reaves (que é prioridade) e talvez o Marcus Smart, mas esse não é um elenco pra simplesmente repetir a fórmula.

    “Haverá provavelmente alguma continuidade. Provavelmente não haverá também”, foi a resposta meio enigmática do técnico. Traduzindo: mexidas vêm por aí.

    E vocês, o que acham? Os Lakers conseguem montar um elenco competitivo o suficiente pra incomodar esses jovens times do Oeste? Porque do jeito que tá, Thunder e Spurs vão dominar essa conferência por um bom tempo.

    Uma coisa é certa: Rob Pelinka tem trabalho pela frente nessa offseason. Se não trouxer peças que realmente agreguem à rotação, ano que vem pode ser mais do mesmo – ou pior.

  • Giannis pode ser negociado pelos Bucks ainda nesta temporada

    Giannis pode ser negociado pelos Bucks ainda nesta temporada

    Galera, a bomba finalmente pode estourar. Depois de anos especulando, executivos da NBA estão cada vez mais convencidos de que o Milwaukee Bucks vai mesmo trocar o Giannis Antetokounmpo nesta offseason. E olha, sinceramente? Eu não sei se fico chocado ou se já esperava isso.

    A situação ficou tensa no draft combine em Chicago, onde insiders da liga pintaram os Bucks como uma franquia que simplesmente quer dar um restart. “Parece que eles estão cansados de todo esse circo”, disse um executivo da Conferência Leste. Cara, imagina a pressão que deve ser lidar com toda essa especulação ano após ano.

    O prazo está correndo

    Jimmy Haslam, co-proprietário dos Bucks, botou uma deadline no calendário: o draft da NBA, nos dias 23 e 24 de junho. É basicamente um ultimato — ou vendem o Giannis e começam uma reconstrução, ou mantêm ele e tentam melhorar o elenco ao redor. Problema é que se ele ficar até 1º de outubro, quando se torna elegível para uma extensão de 4 anos por módicos 275 milhões de dólares, a expectativa é que ele assine. E aí já era.

    Na minha visão, os Bucks estão entre a cruz e a caldeirinha. Várias campanhas decepcionantes nos playoffs, lesões no momento errado, e agora essa incerteza toda sobre o futuro do Greek Freak. Deve ser desgastante pra todo mundo envolvido.

    O mercado pode ser absurdo

    Se rolar mesmo a troca, a referência são aqueles mega-deals que mudaram a cara da liga: Kawhi Leonard indo pros Raptors em 2018 e Anthony Davis desembarcando nos Lakers em 2019. Os dois viraram campeões imediatamente. Coincidência? Eu acho que não.

    “Se alguém conseguir o Giannis, pode ganhar a offseason”, disparou outro executivo do Leste. E é verdade mesmo — o cara continua sendo top 5 da liga, está no auge, e jogadores desse calibre não ficam disponíveis toda hora. É tipo aquela oportunidade que aparece uma vez na vida.

    Agora tem uma variável nova no jogo: a reforma na loteria da NBA. O sistema “3-2-1” que deve ser aprovado esse mês vai dar chances mais iguais pra até 18 times conseguirem a primeira escolha. Isso pode fazer os executivos pensarem duas vezes antes de trocar picks futuros por causa das chances mais equilibradas.

    E vocês, acham que os Bucks vão mesmo se desfazer do cara que trouxe o primeiro título em quase 50 anos? Ou é só mais um teatro da offseason?

  • Lakers querem atletas voadores e alas defensivos na free agency

    Lakers querem atletas voadores e alas defensivos na free agency

    Olha, depois de levar uma varredura do Thunder nos playoffs, os Lakers finalmente entenderam o óbvio: esse time precisa de MUITO mais atletismo e profundidade. E não adianta usar a lesão do Luka como desculpa — mesmo com ele, a diferença pro OKC era gritante.

    Rob Pelinka foi bem claro na entrevista pós-eliminação: eles vão reformular o elenco pensando 100% no que o Luka precisa. E segundo o The Athletic, as prioridades estão bem definidas.

    Pivôs que voem no garrafão

    O Deandre Ayton até foi decente como titular, mas convenhamos — 12.5 pontos e 8.0 rebotes não é exatamente o que você espera de um pivô que ganha uma fortuna. Pior: ele ficava no banco nos momentos decisivos porque o Jaxson Hayes jogava melhor. Isso diz tudo, né?

    Os Lakers querem um “verdadeiro alvo para passes alley-oop” — basicamente alguém no estilo Daniel Gafford ou Dereck Lively II, mas sem o histórico de lesões. Alguém que seja uma ameaça constante nas enterradas e que funcione perfeitamente no pick-and-roll com o Luka.

    Alas que defendem E arremessam

    A situação nas alas tá ainda pior que no pivô. O Jarred Vanderbilt é praticamente um cone no ataque, e o Jake LaRavia? Cara, foi tão mal nos playoffs que nem jogou os dois últimos jogos. Depois de 82 jogos na temporada regular, virou banco nos momentos que mais importavam.

    A franquia quer jogadores “de duas vias” — alas atléticos que marquem bem e ainda tenham um arremesso confiável. Quando o Luka sofre dupla marcação (e ele VAI sofrer), alguém precisa acertar os chutes livres.

    Sinceramente? Fazia tempo que não via uma necessidade tão óbvia de reformulação. O Lakers tem o melhor jogador do mundo no Luka, mas o elenco ao redor dele simplesmente não aguenta o tranco dos playoffs. Vocês acham que eles conseguem atrair as peças certas na free agency?

    Uma coisa é certa: se não resolverem isso agora, vão desperdiçar mais um ano do prime do Luka. E isso seria criminoso.

  • LeBron quer mais que dinheiro: Lakers precisam mostrar respeito

    LeBron quer mais que dinheiro: Lakers precisam mostrar respeito

    Olha, eu sabia que essa novela do LeBron com os Lakers ia ser complicada, mas não imaginava que chegaria nesse nível. O cara simplesmente não quer só uma proposta — ele quer que os Lakers mostrem que realmente querem ele por lá.

    E sinceramente? Faz todo sentido.

    A questão não é só grana

    Segundo fontes próximas ao Rei, não adianta os Lakers chegarem com uma planilha cheia de zeros. Eles precisam explicar o PORQUÊ daquele valor, qual o plano por trás da proposta. Como disse um agente que já trabalhou com jogadores de LA: “Não dá pra só jogar um número na mesa. Tem que ter uma lógica por trás”.

    E cara, depois de tudo que rolou essa temporada, eu entendo perfeitamente a posição do LeBron. O cara saiu de pelo menos um jogo ainda de uniforme, sem nem trocar de roupa no vestiário. Imagina o nível de irritação pra fazer isso aos 39 anos, sendo quem é.

    A situação ficou ainda mais tensa quando vazou que dirigentes dos Lakers fizeram um “exercício” bizarro: pediram pra alguém assistir o LeBron jogar e dar um valor de mercado como se fosse um jogador anônimo de 2,06m. Mano… É sério isso?

    Os Lakers pegaram pesado demais?

    Essa história de “avaliar como jogador anônimo” é de lascar. Estamos falando do LeBron James — quatro títulos, quatro MVPs, maior pontuador da história da NBA. E os caras querem fingir que ele é só mais um ala de 39 anos no mercado?

    Os números que circularam vão de 14 milhões (valor da exceção média) até 30 milhões. Mas sinceramente, a questão nem é essa. O problema é a falta de respeito mesmo.

    LeBron ainda está jogando em nível All-Star. Médias de quase 26 pontos, 8 rebotes e 7 assistências aos 39 anos. E os Lakers fazendo esses joguinhos de bastidor? Complicado.

    A porta ainda está aberta?

    Mesmo com toda essa confusão, as pessoas próximas ao LeBron dizem que ele ainda ama Los Angeles. “Acho que depende dos Lakers”, disse uma fonte que estava no Jogo 4 contra o Thunder.

    E o próprio Rei foi direto quando perguntaram sobre possíveis atritos: “Não há problema da minha parte”.

    Na minha opinião, os Lakers estão brincando com fogo. Você não trata um cara como o LeBron como se fosse um veterano qualquer querendo uma última chance. Ele AINDA É o cara que pode decidir jogos importantes.

    E aí, galera — vocês acham que os Lakers vão acordar pra vida e fazer uma proposta à altura? Ou vão deixar o maior jogador da história escorregar pelos dedos por pura arrogância?

  • NBA libera Bucks no caso Giannis – agora é hora da troca?

    NBA libera Bucks no caso Giannis – agora é hora da troca?

    Olha, finalmente a NBA bateu o martelo no caso Giannis vs Milwaukee Bucks. A liga investigou toda aquela confusão de março quando os Bucks decidiram ‘descansar’ o Greek Freak pelo resto da temporada, e agora chegaram à conclusão: não vai rolar punição nenhuma.

    Mas sinceramente? Isso é o menor dos problemas em Milwaukee agora.

    O circo pegou fogo de vez

    A situação do Giannis com os Bucks virou uma novela mexicana completa. O cara de 31 anos tá claramente de saco cheio — tanto que já pediu troca várias vezes durante essa temporada catastrófica de 32-50. Trinta e duas vitórias, gente. Um time que já foi campeão.

    E o pior de tudo? Os próprios donos já estão admitindo publicamente que o astro pode não estar mais no time na próxima temporada. Jimmy Haslam, um dos proprietários, basicamente confirmou que tão ouvindo propostas de troca. Imagina o Giannis vendo isso na TV…

    A treta toda começou quando Doc Rivers (que já até saiu do cargo) resolveu tirar o Giannis de quadra em março alegando ‘motivos de saúde’. O problema é que o próprio jogador saiu público dizendo que estava 100% saudável e queria jogar. A associação dos jogadores não engoliu essa e chamou a NBA pra investigar.

    Giannis não tá brincando em serviço

    Cara, 27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências por jogo mesmo numa temporada horrível do time. O monstro continua sendo monstro, mas tá claro que perdeu a paciência com a franquia que o fez campeão em 2021.

    Agora vem a pergunta que não quer calar: onde é que o Greek Freak vai parar? Miami sempre aparece nesses rumores, o Lakers com certeza vai tentar alguma coisa… E vocês, acham que Milwaukee consegue convencer ele a ficar ou já era mesmo?

    Uma coisa é certa: esse vai ser um dos offseasons mais movimentados dos últimos anos. E olha que a gente já viu muita coisa louca nessa liga.