Cara, os Seahawks ganharam o Super Bowl ano passado e agora vem o desafio de se manter no topo. O time foi conservador na agência livre — gastaram a grana toda pra manter os próprios jogadores, incluindo o Rashid Shaheed. Faz sentido né? Mas isso significa que o draft de 2026 vai ser CRUCIAL.
E olha só a bronca: Seattle só tem quatro escolhas no draft total. Quatro! Cada pick precisa dar certo, senão o time pode começar a declinar rapidinho.
Denzel Boston na primeira rodada? Perfeito demais
A escolha da primeira rodada (32ª no geral) seria o WR Denzel Boston, de Washington. E cara, essa escolha faz tanto sentido que até dói.
Primeiro: o moleque é de casa. Cresceu a 35 milhas de Seattle e jogou na University of Washington. Imagina a torcida recebendo ele? Segundo: o time precisa mesmo de sangue novo no ataque. O Jaxon Smith-Njigba acabou de assinar uma extensão bilionária, então faz sentido buscar talento mais barato.
Boston tem 1,93m e 96kg — tamanho ideal. O cara é durão pra caramba e se vira muito bem nas disputas de bola. Não é o DK Metcalf em termos de domínio físico, mas pode fazer um papel parecido. Na minha visão, é pick certeiro.
Apostando pesado no pass rush
Nas rodadas seguintes, Seattle dobraria a aposta no pass rush. Derrick Moore (Michigan) na segunda rodada e Keyron Crawford (Auburn) na terceira.
Faz sentido total. O Boye Mafe saiu na agência livre e o elenco tá meio velho na posição. O Uchenna Nwosu tá no último ano de contrato e o DeMarcus Lawrence só tem até 2027 — e os dois já passaram dos 30.
Moore é interessante: tem tamanho ideal e é especialista no bull rush. Pode não ser um monstro contra a corrida ainda, mas como pass rusher promete muito.
Já o Crawford é mais projeto. O cara só começou a jogar futebol americano no último ano do ensino médio — antes era do basquete. Ainda precisa desenvolver a técnica, mas é um atleta explosivo que se encaixa perfeitamente no esquema 3-4 de Seattle.
Sinceramente? Com apenas quatro picks, os Seahawks não podem se dar ao luxo de errar. Essas escolhas fazem sentido no papel, mas será que Seattle consegue desenvolver esses talentos? E aí, vocês acham que essa estratégia funciona pra manter o nível campeão?

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