Tag: Mock Draft 2026

  • Dybantsa na primeira escolha? Mock Draft 2026 esquenta discussões

    Dybantsa na primeira escolha? Mock Draft 2026 esquenta discussões

    Cara, o Draft da NBA de 2026 tá chegando (menos de três semanas!) e as especulações estão a todo vapor. E olha, tem uns debates bem interessantes rolando por aí.

    AJ Dybantsa, do BYU, continua sendo o favorito absoluto para ser a primeira escolha geral pelo Washington Wizards. Sinceramente? Faz todo sentido. O cara é um monstro de 2,06m que consegue criar arremesso do nada, pressiona o garrafão quando quer e tem um fadeaway impossível de bloquear. É esse tipo de ala versátil que Washington tá desesperadamente precisando.

    Jazz pescando um armador especial

    Na segunda escolha, o Utah Jazz deve ir atrás de Darryn Peterson, do Kansas. Esse menino de 1,96m é diferenciado — tem tudo que um armador da NBA moderna precisa: tamanho, arremesso (38,2% de três!), e o mais importante: aguenta pancada nos playoffs. Quantos calouros conseguem jogar naquela intensidade toda? Peterson consegue.

    Mas aí vem a pergunta: vocês acham que ele vai conseguir juntar aquela criatividade maluca que mostrava no high school com a consistência que exibiu em Kansas? Se conseguir, Utah vai ter um problemão bom nas mãos.

    A grande discussão da terceira escolha

    E é na terceira posição que a coisa fica interessante. Cameron Boozer, do Duke, aparece como favorito para o Memphis. O filho do Carlos Boozer (lembram dele?) é um QI basketball absurdo — processa o jogo de um jeito avançado que me lembra um pouco do Kevin Love nos tempos de Minnesota.

    Os números não mentem: 39,1% de aproveitamento de três pontos e 10,2 rebotes por jogo. É consistência pura. Pode não ser o cara que vai carregar um time nas costas, mas é daqueles jogadores que impactam vitórias por uma década inteira.

    Logo atrás, Caleb Wilson (North Carolina) pro Chicago Bulls na quarta posição. Outro ala-pivô interessante, mas com perfil mais atlético que técnico por enquanto.

    Uma coisa que me chamou atenção: o final da primeira rodada tá bem fraco mesmo. Vários calouros que poderiam ser escolhidos no primeiro round decidiram ficar no college por causa desses contratos de NIL gordos. É a nova realidade da NBA — não dá mais pra contar só com calouros desesperados pra sair da faculdade.

    Ah, e tem uma incógnita gigante: Luigi Suigo, um pivô italiano de 2,21m (!). Se ele mantiver o nome no Draft até 13 de junho, pode facilmente ser primeira rodada. Se sair, vai direto pro Villanova. Imaginem esse gigante jogando college basketball…

    E aí, quem vocês acham que realmente vai com a primeira escolha? Dybantsa tá fichado mesmo ou algum GM vai resolver apostar numa surpresa?

  • Mock Draft 3.0: Wizards podem surpreender com 1ª escolha?

    Mock Draft 3.0: Wizards podem surpreender com 1ª escolha?

    Galera, o Draft da NBA 2026 tá chegando (só mais 3 semanas!) e finalmente saiu o primeiro mock draft completo depois da loteria definir a ordem. E cara, tem umas escolhas aí que vão fazer muito barulho.

    A bomba mesmo tá logo na primeira pick. Os Wizards com Darryn Peterson ao invés do AJ Dybantsa? Olha, eu sei que o Dybantsa é visto como o “cara” dessa classe, mas o Peterson jogando ao lado do Trae Young faz muito sentido. O moleque tem um jogo dinâmico que pode acelerar a volta dos Wizards aos playoffs.

    Jazz pega a joia que queria

    Aí que vem o plot twist perfeito: AJ Dybantsa caindo pros Jazz na segunda posição. Sinceramente, acho que essa seria a dupla ideal. O Utah já vinha flertando com a ideia de subir no draft pra pegar o garoto, mas se ele vier de graça assim… monstro demais.

    Cameron Boozer pros Grizzlies na terceira é o mais óbvio possível. O cara é uma máquina analítica, e Memphis é exatamente o tipo de time que valoriza isso. Zero surpresas aí.

    Bulls finalmente acertam uma?

    Caleb Wilson na quarta pick pros Bulls me chamou atenção. Olha, Chicago tá meio perdida faz tempo, mas o Wilson pode ser aquele cara que coloca ordem na casa. E na 15ª posição eles ainda pegam Hannes Steinbach – dupla de garrafão interessante.

    Uma coisa que me pegou foi o Keaton Wagler pros Clippers. Formar dupla com Darius Garland pode funcionar, mas será que o Wagler aguenta a pressão de LA logo de cara?

    Mavs caem mas se dão bem

    Os Mavericks caíram pra nona posição (que dor, né pessoal), mas Kingston Flemings nessa pick seria um presente dos céus. O garoto tem velocidade e visão de jogo que o Dallas precisa desesperadamente. E jogar ao lado do Cooper Flagg? Essa dupla pode ser absurda daqui uns anos.

    A trade dos Spurs subindo 9 posições pra pegar Yaxel Lendeborg também fez sentido. San Antonio sempre foi esperto no draft, e o Michigan forward pode contribuir desde o primeiro ano.

    E aí, galera? Vocês acham que o Wizards tem coragem mesmo de passar do Dybantsa? Porque se isso acontecer, vai ser uma das maiores surpresas da história recente do draft. O que vocês fariam no lugar deles?

  • Mock Draft 2026: Jazz surpreendem e preferem Wilson ao invés de Peterson

    Mock Draft 2026: Jazz surpreendem e preferem Wilson ao invés de Peterson

    Olha, eu não esperava essa! O Jazz com a segunda escolha geral do Draft 2026 e todo mundo achando que eles iam de Darryn Peterson… mas aí que tá o plot twist. Pelo jeito, Utah pode surpreender geral e ir de Caleb Wilson.

    Por que Wilson faz sentido pro Jazz?

    Sinceramente, quando você para pra pensar, faz todo sentido. O Jazz já tem Lauri Markkanen, Jaren Jackson Jr., Walker Kessler e Kyle Filipowski — ou seja, altura não é problema. Mas sabe o que tá faltando? Explosão atlética no garrafão.

    Wilson traz exatamente isso. O cara é um monstro de 2,06m que voa pela quadra, defende qualquer posição e ainda por cima tem potencial All-Star. E diferente do Peterson, que ia querer suas 15 tentativas por jogo desde o primeiro dia, Wilson pode crescer no próprio ritmo.

    Cara, imagina só: enquanto todo mundo espera que Utah pegue mais um armador (sendo que eles já têm Keyonte George, Cody Williams, Brice Sensabaugh…), eles vão e escolhem um ala-pivô que pode resolver o problema de atletismo deles de uma vez.

    Peterson escorrega até os Grizzlies

    Agora, ver o Peterson — que todo mundo considerava pick garantido no top 2 — caindo até a terceira posição com o Memphis… isso sim é interessante. Os Grizzlies tão precisando do armador do futuro mesmo, especialmente com as incertezas em torno do Ja Morant.

    Peterson tem 1,96m, arremessa melhor que o Ja (38% de 3 na faculdade) e ainda projeta defender melhor. Mas teve umas red flags na temporada dele em Kansas que podem ter assustado Utah.

    O Memphis, por outro lado, tá numa situação que não dá pra ser exigente. Time machucado, precisando de uma renovação… Peterson na terceira pick seria quase um presente dos céus.

    E aí, vocês acham que o Jazz realmente vai ter coragem de passar do Peterson? Eu tô aqui imaginando a cara dos torcedores se isso acontecer mesmo. Às vezes as franquias surpreendem — e não necessariamente pro mal.

    AJ Dybantsa continua sendo consenso pro Washington na primeira pick, isso ninguém discute. Mas essa segunda escolha pode ser bem mais interessante do que a gente imagina.

  • Draft 2026: Dybantsa em 1º, mas tem brasileiro na briga?

    Draft 2026: Dybantsa em 1º, mas tem brasileiro na briga?

    Galera, chegou a hora da especulação mais gostosa do ano: o mock draft da NBA 2026! Com o prazo de inscrição encerrado, já sabemos quem tá na briga pra virar profissional e quem resolveu ficar mais um ano na faculdade.

    E olha, que classe promissora. AJ Dybantsa do BYU tá sendo cotado como primeira escolha pro Washington Wizards, e cara… faz todo sentido. O moleque foi simplesmente um monstro na NCAA, liderou o país em pontuação e ganhou o prêmio Julius Erving. 35 pontos e 10 rebotes no March Madness? Absurdo.

    O fenômeno Dybantsa pode salvar Washington

    Washington teve o pior ataque da liga essa temporada — segundo pior da NBA, imaginem a situação. Dybantsa seria exatamente o que eles precisam: um cara de 6’9″ que pode criar jogada sozinho e meter pontos de qualquer lugar da quadra. 680 pontos sem assistência na temporada, segundo o CBB Analytics. Isso é coisa de outro planeta.

    O que me impressiona mesmo é como ele fechou a temporada: 28.8 pontos por jogo nas últimas 17 partidas. E aquele jogo de 40 pontos contra o Kansas State? Pura magia. Jogando ao lado do Trae Young e Anthony Davis, o cara pode aprender muito e já chegar chegando.

    Cameron Boozer quer estragar a festa

    Mas ó, não tá fácil pra ninguém não. Cameron Boozer, filho do Carlos Boozer (lembram dele?), tá fazendo barulho em Duke. O moleque foi eleito jogador do ano da ACC e levou o time pro Sweet 16. E tem um detalhe curioso: o pai dele trabalha como scout pro Utah Jazz, que tem a segunda escolha. Coincidência? Eu acho que não.

    Boozer não é aquele cara espetacular que vira meme no Instagram, mas é consistente pra caramba. E convenhamos, consistência na NBA vale ouro. O Jazz tá montando um time interessante depois de trocar pelo Jaren Jackson Jr. e draftar o Ace Bailey.

    Caleb Wilson do North Carolina também tá na briga pelo top 3. Tem GM falando que “todo time” vai colocar ele acima de qualquer outro prospect. O Memphis Grizzlies, que ama uma escolha fora da curva, pode muito bem ir nele.

    E os brasileiros, cadê?

    Uma coisa que me deixa curioso é ver se algum brasileiro vai aparecer nessa primeira rodada. Sempre fico de olho pra ver se surge mais um compatriota pra gente torcer na NBA. Por enquanto, o foco tá todo nos americanos mesmo, mas quem sabe rola uma surpresa?

    Vocês acham que Dybantsa realmente vai em primeiro? Ou Cameron Boozer pode dar a volta por cima? Sinceramente, acho que Washington não tem muito o que pensar — eles precisam de pontos urgente, e Dybantsa é exatamente isso.

    Uma coisa é certa: essa classe de 2026 promete muito. E depois de ver o que alguns calouros fizeram na temporada passada, tô ansioso pra ver como esses moleques vão se adaptar ao basquete profissional. A NBA só fica mais emocionante com sangue novo entrando.

  • Koa Peat despenca no draft após combine desastroso

    Koa Peat despenca no draft após combine desastroso

    Cara, que reviravolta louca na situação do Koa Peat. O cara que era praticamente garantido na primeira rodada do Draft da NBA agora tá vendo seu sonho desmoronar depois de uma performance absolutamente catastrófica no combine da semana passada.

    Olha só esses números: 6 de 25 nos arremessos de três pontos. Seis de vinte e cinco! Isso é 24% de aproveitamento, mano. Pra um cara que quer jogar na NBA, é simplesmente inadmissível. No drill de spot-up shooting foi a mesma coisa — mais 6 de 25. Pelo menos nos arremessos saindo do drible ele foi um pouco melhor: 15 de 30. Mas mesmo assim, longe do que você espera de um possível primeira rodada.

    O problema não são só os números

    E o pior de tudo? Segundo os analistas que estavam lá, não foi só a porcentagem que assustou — foi a forma como ele arremessou. Isaac Trotter, da 247Sports, foi direto: “Não são os resultados, é como pareceu. Foi um movimento que simplesmente parecia estranho, desconfortável, esquisito.”

    Aparentemente o Peat tentou mexer na mecânica do arremesso pra ter mais arco na bola. Cara, que timing horrível pra fazer isso! Você não muda seu arremesso na véspera do combine mais importante da sua vida. É como mudar o pênalti no meio da Copa do Mundo.

    A queda livre nos mock drafts

    E agora a conta chegou. Os mock drafts pós-combine tão sendo cruéis com o garoto:

    A NBC Sports tirou ele completamente da primeira rodada. O Yahoo Sports fez a mesma coisa. Já a ESPN ainda tem uma pontinha de esperança — colocou ele na 27ª posição pro Boston Celtics.

    Jeremy Woo, da ESPN, foi bem realista na análise: “Peat foi um tópico quente no combine, já que os times expressaram preocupação com o que parecia ser uma mecânica de arremesso completamente refeita enquanto ele lutava nos drills de tiro.”

    Na minha visão, o Celtics até faria sentido pra ele. Eles têm um histórico muito bom de desenvolver jogadores internamente, e com 2,01m de altura, o Peat poderia ser uma boa opção como pivô pequeno no futuro.

    E agora? Volta pra faculdade ou arrisca?

    A pergunta que não quer calar: o que vocês fariam no lugar dele? Ficar no draft e torcer pra alguém apostar no potencial, ou voltar pro Arizona pra mais um ano de faculdade?

    O prazo tá apertado — dia 27 de maio às 23h59 é o deadline pra desistir do draft e manter a elegibilidade universitária. Sinceramente, se eu fosse ele, voltava. Um ano a mais pra arrumar esse arremesso pode valer a diferença entre ser escolhido na primeira rodada ou nem ser draftado.

    Porque olha, no basquete moderno você precisa saber arremessar. Não tem jeito. Por mais que ele tenha um físico interessante e agilidade boa (testou bem nos drills de agilidade), se não conseguir acertar chutes abertos, vai ser muito difícil se estabelecer na liga.

    O Arizona deve tá torcendo pra ele voltar, né? Um jogador com esse potencial por mais um ano seria ótimo pro programa. E pra ele, seria a chance de chegar no próximo draft bem mais preparado e confiante.

  • Mock Draft 6.0: 18 jogadores podem voltar pra faculdade e virar o jogo

    Mock Draft 6.0: 18 jogadores podem voltar pra faculdade e virar o jogo

    Cara, que bagunça que tá esse Draft 2026. Acabei de ver os números do Combine e sinceramente? Nunca vi nada igual. Dezoito jogadores do meu top 60 estão pensando seriamente em voltar pra faculdade. Dezoito!

    A culpa é toda desse NIL (Name, Image, Likeness) que mudou completamente as regras do jogo. Agora os caras sabem exatamente quantos milhões estão esperando eles de volta no campus — e pra muitos, essa grana supera tranquilamente o que rola nas picks do final da primeira rodada ou segunda rodada.

    Os nomes que podem dar o pé na jaca

    E olha, não são jogadores qualquer não. Estamos falando de gente como Morez Johnson (Michigan), Koa Peat (Arizona) e Meleek Thomas (Arkansas). Tem também Flory Bidunga (Louisville), Milan Momcilovic (Iowa State) e Matt Able (North Carolina).

    O prazo pra decidir é 27 de maio. Podem ser dois voltando, podem ser quinze. Ninguém sabe — e isso tá deixando os GMs malucos.

    Mas vamos ao que interessa: meu Mock Draft 6.0 baseado no que rolou em Chicago.

    Top 2: Washington e Utah definem o tom

    1. Washington Wizards – AJ Dybantsa (BYU, 2,06m, ala)
    Monstro. Simplesmente isso. O cara tem 2,06m e joga como um armador — entra no garrafão quando quer, cozinha no meio da quadra, arranca falta fácil. O presidente Michael Winger até falou em trocar a pick, mas olha… nos últimos 46 anos só três vezes alguém trocou a primeira escolha pra ficar na loteria. É muito raro mesmo.

    Em Washington ele vai ter menos pressão jogando com veteranos como Trae Young e Anthony Davis. E o futuro? Sarr já mostra que pode ser um pivô dos dois lados da quadra. Tem Kyshawn George, Tre Johnson, Will Riley, Bilal Coulibaly… mas nenhum deles tem teto de superestrela como o Dybantsa.

    2. Utah Jazz – Darryn Peterson (Kansas, 1,96m, armador)
    Desde que o Jazz conseguiu a segunda pick, todo mundo fala se eles vão tentar trocar com Washington pelo Dybantsa — que jogou no Utah Prep e depois BYU, universidade que tem ligação histórica com a franquia. Mas talvez prefiram ficar com Peterson mesmo.

    E cara, Peterson é pura elegância. Controle corporal absurdo, tamanho ideal pra posição, consegue penetrar e criar pra todo mundo. No ensino médio era um show de criatividade.

    Vocês acham que esses caras todos vão mesmo voltar pra faculdade? Porque se voltarem, vai ser uma reviravolta histórica nesse Draft. E olha que a loteria ainda tá recheada de talento até a pick 18, 19… Depois disso que vai sentir o baque.

    Enfim, ainda tem mais de uma semana pra galera decidir. Mas uma coisa é certa: esse Draft 2026 vai entrar pra história, seja pelo talento ou pela quantidade de gente que deu meia volta.

  • Jazz não deveria trocar a 2ª pick — já tem tudo na mão

    Jazz não deveria trocar a 2ª pick — já tem tudo na mão

    Olha só que situação absurda o Utah Jazz se meteu. Depois de anos apanhando e reconstruindo, os caras saltaram para a segunda posição do draft 2026. E agora tem gente falando se eles deveriam trocar por a primeira pick? Sinceramente? Acho uma burrada.

    Vamos contextualizar essa história toda. O Jazz fez uma reconstrução que parecia impossível — mantiveram Lauri Markkanen (que muita gente achava que iam trocar), pescaram Keyonte George na 16ª posição e transformaram o moleque numa estrela em ascensão. Sem contar que conseguiram Jaren Jackson Jr. numa troca esperta e ainda draftaram Ace Bailey na quinta posição no ano passado.

    Peterson vale a primeira pick mesmo?

    Darryn Peterson era consenso entre os especialistas como a primeira escolha antes da temporada começar. Mesmo depois de altos e baixos em Kansas, o Jonathan Givony ainda coloca ele no topo. Mas aí que tá — se Washington pegar AJ Dybantsa com a primeira, Peterson cai direto no colo do Jazz.

    Por que diabos eles iriam trocar Ace Bailey MAIS a segunda pick só para subir uma posição? Não faz o menor sentido. Se você tem a chance de pescar um cara com talento de primeira pick sem abrir mão de nada, você vai e pega.

    Washington quer trocar? Red flag na certa

    Aqui entre nós — se Washington tá disposto a trocar a primeira pick por a segunda do Jazz, isso já diz tudo, né? Ninguém sonharia em trocar a primeira posição se não achasse que a segunda é praticamente igual em valor.

    O Jazz construiu algo especial. Eles têm Markkanen estabelecido, George explodindo, Jackson Jr. chegando forte, Kessler crescendo no garrafão e Bailey mostrando potencial absurdo. Agora vão adicionar mais um talento de elite? Cara, esse pode ser o núcleo de um time campeão.

    Na minha visão, Utah já fez o trabalho pesado. Não precisa de firula nem de tentar ser esperto demais. Pega quem sobrar na segunda posição e segue construindo uma das melhores bases jovens da liga.

    E aí, vocês acham que o Jazz deveria mexer no que tá dando certo? Porque eu tô achando que eles já ganharam essa parada antes mesmo do draft começar.

  • Draft 2026 já tem cara nova: AJ Dybantsa segue firme no topo

    Draft 2026 já tem cara nova: AJ Dybantsa segue firme no topo

    Olha, o Combine da NBA sempre mexe com a cabeça dos scouts — e 2026 não foi diferente. Depois de uma semana intensa em Chicago, alguns nomes subiram na minha lista pessoal e outros… bom, vamos dizer que deram uma escorregada.

    AJ Dybantsa continua sendo o consenso absoluto para a primeira escolha. O moleque de 19 anos, com 2,06m, simplesmente não dá brecha pra discussão. Jogando em BYU, ele mostrou que tem tudo pra ser aquela estrela que muda franquia — coisa rara de ver.

    O top 4 tá definido (mas a ordem não)

    Por mais que todo mundo concorde nos quatro primeiros nomes, a ordem ainda é uma bagunça gostosa. Darryn Peterson (Kansas) pode muito bem roubar a segunda posição do Utah Jazz. O cara é um armador de 1,96m que joga como veterano — me lembra muito o Jason Tatum quando era calouro, sabe?

    Cameron Boozer em terceiro no Memphis faz todo sentido. Filho do Carlos Boozer, o garoto tem basquete no DNA e mostrou em Duke que sabe jogar o jogo moderno. Mas confesso que Caleb Wilson (North Carolina) no quarto lugar me surpreendeu um pouco. Um pivô de 2,08m que sabe se movimentar assim… é raro mesmo.

    E vocês viram como o Combine mudou algumas posições? Keaton Wagler subiu pra quinta posição no Clippers, e eu to achando que pode subir ainda mais. O moleque de Illinois tem aquele perfil ala moderno que todo técnico quer hoje em dia.

    A revolução dos armadores

    Uma coisa que me chamou atenção foi a quantidade de guards nas primeiras 15 escolhas. Darius Acuff Jr. (Arkansas), Mikel Brown Jr. (Louisville), Kingston Flemings (Houston)… cara, essa geração de armadores é diferenciada.

    Mikel Brown Jr. especialmente me impressiona — 20 anos, 1,96m, e aquela maturidade que você só vê em caras que passaram tempo suficiente no college. Às vezes vale mais a pena pegar o veterano do que apostar no talento bruto, não acham?

    O mais louco é que alguns desses caras podem até voltar pra faculdade por causa do NIL (aqueles contratos de patrocínio no college). Imagina você sendo projetado pro final da primeira rodada e tendo a chance de fazer uma grana boa ficando mais um ano na universidade…

    As surpresas que ninguém esperava

    Aday Mara no Warriors me pegou de surpresa total. Um espanhol de 2,21m no Golden State? Steve Kerr deve estar planejando algo muito diferente. Lembram quando pegaram o Wiseman? Será que aprenderam a lição?

    E o Oklahoma City com duas escolhas no top 15? Sam Presti continua colecionando picks como se fosse Pokémon. Yaxel Lendeborg e Chric Cenac Jr. podem muito bem virar peças importantes naquele time que já tá armado pra dominar por anos.

    Uma coisa é certa: esse draft de 2026 tem cara de ser especial. A profundidade é absurda e tem talento pra todo lado. Agora é esperar pra ver quem vai acertar nas escolhas e quem vai se arrepender depois…

    O que vocês acham? AJ Dybantsa realmente merece ser consenso no topo ou tem alguém que pode roubar a primeira posição até junho?

  • Wilson revela quais astros da NBA ele mais estuda no filme

    Wilson revela quais astros da NBA ele mais estuda no filme

    Caleb Wilson não tá brincando em serviço, pessoal. Enquanto todo mundo fala dos três grandes nomes do Draft 2026 (A.J. Dybantsa, Darryn Peterson e Cam Boozer), esse cara de 19 anos tá ali quietinho construindo o próprio caminho rumo à NBA. E olha, depois de ver os números dele na UNC, eu tô começando a acreditar que ele pode surpreender muita gente.

    Em uma entrevista no SiriusXM NBA Radio, Wilson abriu o jogo sobre quais jogadores ele estuda religiosamente. E cara, a lista dele é interessante pra caramba.

    Kobe e os Bad Boys: as referências do garoto

    “Provavelmente muito Kobe. Um monte de Kobe. Ele era o jogador favorito do meu pai, e meu também. Rasheed Wallace, Ben Wallace também, os Bad Boy Pistons. E então, eu assisto muito [Michael Jordan] também”, disse Wilson.

    Mas a parte que mais me chamou atenção foi quando ele falou sobre sua referência mais atual: “Ultimamente eu tenho assistido muito [Giannis Antetokounmpo], porque sinto que quanto mais perto eu chego da NBA, meu atletismo e meu tamanho meio que se traduzem no conjunto de habilidades dele.”

    Olha, não vou mentir — essa comparação com o Giannis me fez levantar a sobrancelha. Mas quando você para pra analisar, faz um certo sentido. Wilson tem 2,03m, é explosivo pra caramba e tem uma velocidade absurda pro tamanho dele.

    Os números não mentem

    Na temporada de calouro em North Carolina, antes da lesão no polegar que acabou com sua temporada em março, Wilson cravou médias de 19,8 pontos, 9,4 rebotes e 2,7 assistências. Monstro, né?

    O único ponto fraco mesmo é o arremesso de três — 25,9% não é lá essas coisas. Mas sinceramente? Eu prefiro um cara que pelo menos tenta do que alguém que não tem coragem de chutar de lá. E convenhamos, Giannis também não era nenhum sniper quando chegou na liga.

    Wilson tem um jogo acima do aro sensacional e é esperto pra caramba nos cortes sem bola. O post-game dele ainda precisa de uns ajustes, mas o potencial tá todo ali. E a velocidade no contra-ataque? Cara, é coisa de maluco mesmo.

    Futuro promissor

    O que mais me impressiona no garoto é a maturidade para escolher suas referências. Kobe pela mentalidade, os Wallace pela intensidade defensiva, MJ pela excelência, e Giannis pelo estilo de jogo moderno. Essa mistura pode dar muito certo.

    Vocês acham que ele consegue mesmo chegar no nível do Giannis? Ou tô viajando demais na maionese? Uma coisa é certa: Wilson tem tudo pra ser uma das surpresas positivas do Draft 2026. E olha que ainda nem chegamos lá!

  • Clippers apostam PESADO no gigante espanhol no Mock Draft 2026

    Clippers apostam PESADO no gigante espanhol no Mock Draft 2026

    Galera, o Mock Draft de 2026 saiu e tem umas escolhas bem interessantes rolando. Principalmente essa dos Clippers na quinta posição — eles resolveram apostar ALTO no pivô de 2,20m Aday Mara, do Michigan. E olha, não foi uma escolha óbvia não.

    Os primeiros picks são mais previsíveis

    Vamos ser sinceros: as quatro primeiras escolhas tão bem óbvias. Washington pega AJ Dybantsa (BYU), Utah fica com Darryn Peterson (Kansas), Memphis leva Cameron Boozer (Duke) e Chicago fecha o top 4 com Caleb Wilson (North Carolina). Até aí, nenhuma surpresa.

    Mas aí que a coisa fica interessante. Os Clippers, que conseguiram essa quinta escolha trocando Ivica Zubac pro Indiana na trade deadline passada, resolveram meter essa aposta no gigante espanhol.

    Mara é aposta arriscada mas genial?

    Cara, 2,20m de altura não é brincadeira. Aday Mara tem 21 anos, já tem experiência de faculdade (é júnior no Michigan) e vem de uma temporada sólida. O moleque tem coordenação motora absurda pra um cara desse tamanho.

    Na minha visão, essa escolha faz total sentido pro time de LA. Eles precisam desesperadamente de presença no garrafão, especialmente depois de trocar o Zubac. E convenhamos — encontrar um pivô de verdade no Draft tá cada vez mais difícil.

    Mas será que foi cedo demais? Darius Acuff, que muita gente esperava ir antes, acabou caindo pro Sacramento na sétima posição. Isso mostra como esse Draft tá imprevisível.

    Eu sinceramente acho que os Clippers acertaram em apostar no futuro. Com Kawhi e PG13 já veteranos, eles precisam de peças jovens que possam crescer junto com o time. E um pivô de 2,20m que sabe jogar? Isso não cresce em árvore não.

    Vocês acham que foi uma boa aposta ou os Clippers erraram a mão? Eu tô curioso pra ver como esse moleque vai se desenvolver na NBA.