Tag: Mock Draft 2026

  • Wilson revela quais astros da NBA ele mais estuda no filme

    Wilson revela quais astros da NBA ele mais estuda no filme

    Caleb Wilson não tá brincando em serviço, pessoal. Enquanto todo mundo fala dos três grandes nomes do Draft 2026 (A.J. Dybantsa, Darryn Peterson e Cam Boozer), esse cara de 19 anos tá ali quietinho construindo o próprio caminho rumo à NBA. E olha, depois de ver os números dele na UNC, eu tô começando a acreditar que ele pode surpreender muita gente.

    Em uma entrevista no SiriusXM NBA Radio, Wilson abriu o jogo sobre quais jogadores ele estuda religiosamente. E cara, a lista dele é interessante pra caramba.

    Kobe e os Bad Boys: as referências do garoto

    “Provavelmente muito Kobe. Um monte de Kobe. Ele era o jogador favorito do meu pai, e meu também. Rasheed Wallace, Ben Wallace também, os Bad Boy Pistons. E então, eu assisto muito [Michael Jordan] também”, disse Wilson.

    Mas a parte que mais me chamou atenção foi quando ele falou sobre sua referência mais atual: “Ultimamente eu tenho assistido muito [Giannis Antetokounmpo], porque sinto que quanto mais perto eu chego da NBA, meu atletismo e meu tamanho meio que se traduzem no conjunto de habilidades dele.”

    Olha, não vou mentir — essa comparação com o Giannis me fez levantar a sobrancelha. Mas quando você para pra analisar, faz um certo sentido. Wilson tem 2,03m, é explosivo pra caramba e tem uma velocidade absurda pro tamanho dele.

    Os números não mentem

    Na temporada de calouro em North Carolina, antes da lesão no polegar que acabou com sua temporada em março, Wilson cravou médias de 19,8 pontos, 9,4 rebotes e 2,7 assistências. Monstro, né?

    O único ponto fraco mesmo é o arremesso de três — 25,9% não é lá essas coisas. Mas sinceramente? Eu prefiro um cara que pelo menos tenta do que alguém que não tem coragem de chutar de lá. E convenhamos, Giannis também não era nenhum sniper quando chegou na liga.

    Wilson tem um jogo acima do aro sensacional e é esperto pra caramba nos cortes sem bola. O post-game dele ainda precisa de uns ajustes, mas o potencial tá todo ali. E a velocidade no contra-ataque? Cara, é coisa de maluco mesmo.

    Futuro promissor

    O que mais me impressiona no garoto é a maturidade para escolher suas referências. Kobe pela mentalidade, os Wallace pela intensidade defensiva, MJ pela excelência, e Giannis pelo estilo de jogo moderno. Essa mistura pode dar muito certo.

    Vocês acham que ele consegue mesmo chegar no nível do Giannis? Ou tô viajando demais na maionese? Uma coisa é certa: Wilson tem tudo pra ser uma das surpresas positivas do Draft 2026. E olha que ainda nem chegamos lá!

  • Clippers apostam PESADO no gigante espanhol no Mock Draft 2026

    Clippers apostam PESADO no gigante espanhol no Mock Draft 2026

    Galera, o Mock Draft de 2026 saiu e tem umas escolhas bem interessantes rolando. Principalmente essa dos Clippers na quinta posição — eles resolveram apostar ALTO no pivô de 2,20m Aday Mara, do Michigan. E olha, não foi uma escolha óbvia não.

    Os primeiros picks são mais previsíveis

    Vamos ser sinceros: as quatro primeiras escolhas tão bem óbvias. Washington pega AJ Dybantsa (BYU), Utah fica com Darryn Peterson (Kansas), Memphis leva Cameron Boozer (Duke) e Chicago fecha o top 4 com Caleb Wilson (North Carolina). Até aí, nenhuma surpresa.

    Mas aí que a coisa fica interessante. Os Clippers, que conseguiram essa quinta escolha trocando Ivica Zubac pro Indiana na trade deadline passada, resolveram meter essa aposta no gigante espanhol.

    Mara é aposta arriscada mas genial?

    Cara, 2,20m de altura não é brincadeira. Aday Mara tem 21 anos, já tem experiência de faculdade (é júnior no Michigan) e vem de uma temporada sólida. O moleque tem coordenação motora absurda pra um cara desse tamanho.

    Na minha visão, essa escolha faz total sentido pro time de LA. Eles precisam desesperadamente de presença no garrafão, especialmente depois de trocar o Zubac. E convenhamos — encontrar um pivô de verdade no Draft tá cada vez mais difícil.

    Mas será que foi cedo demais? Darius Acuff, que muita gente esperava ir antes, acabou caindo pro Sacramento na sétima posição. Isso mostra como esse Draft tá imprevisível.

    Eu sinceramente acho que os Clippers acertaram em apostar no futuro. Com Kawhi e PG13 já veteranos, eles precisam de peças jovens que possam crescer junto com o time. E um pivô de 2,20m que sabe jogar? Isso não cresce em árvore não.

    Vocês acham que foi uma boa aposta ou os Clippers erraram a mão? Eu tô curioso pra ver como esse moleque vai se desenvolver na NBA.

  • Boozer despenca no Mock Draft 2026 – Grizzlies apostam no potencial

    Boozer despenca no Mock Draft 2026 – Grizzlies apostam no potencial

    Olha só que reviravolta no primeiro Mock Draft 2026! Depois da loteria do domingo, tá todo mundo falando sobre como o Cameron Boozer – sim, filho do Carlos Boozer – despencou para a quarta posição do Bulls, enquanto o Memphis resolveu fazer uma aposta arriscada na terceira escolha.

    E o favoritão pra primeira pick? AJ Dybantsa, o fenômeno de 2,06m da BYU que simplesmente DOMINOU o basquete universitário. O cara é -450 nas casas de apostas pra ser o primeiro escolhido – isso é praticamente certeza, galera. Washington deve estar comemorando depois daquela temporada horrorosa de 17-65.

    Peterson vs Dybantsa: a comparação dos próximos 10 anos

    Sinceramente, eu achava que o Darryn Peterson do Kansas ia dar mais trabalho pro Dybantsa na corrida pelo topo. O garoto tem 1,98m, joga de armador mas também atua na ala – um combo guard moderno que deveria ter sido sensação. Só que a temporada dele foi meio… estranha?

    Peterson entrou e saiu do time várias vezes, às vezes por escolha própria. Isso levantou umas red flags nos front offices da NBA. Imagina só – você tem o talento do mundo, mas não consegue se manter consistente no college? É complicado.

    Por outro lado, Dybantsa foi uma máquina: 25,5 pontos, 6,8 rebotes e 3,7 assistências por jogo. O moleque liderou o país inteiro em pontuação. Quando você vê números assim, fica difícil não apostar no cara, né?

    A aposta arriscada do Memphis

    Agora, o que me chamou atenção mesmo foi o Memphis passando o Boozer pra pegar o Caleb Wilson da Carolina do Norte na terceira pick. Wilson é um pra frente de 2,08m que fez uma temporada sólida (19,8 pontos e 9,4 rebotes), mas escolher ele na frente do Boozer? É uma decisão corajosa.

    O Grizzlies tá em rebuild total depois de trocar o Desmond Bane e o Jaren Jackson Jr., e com o Ja Morant também cotado pra sair… cara, eles precisam MUITO acertar nessa escolha. Wilson tem potencial? Tem. Mas será que vale mais que a segurança do Boozer?

    E vocês, o que acham? Boozer cair pra quarta posição é loucura ou faz sentido? Na minha opinião, o Chicago vai fazer um negócio da china se isso realmente rolar. Às vezes as melhores escolhas vêm quando todo mundo subestima um cara.

    Uma coisa é certa: essa classe de 2026 tá sendo chamada de a melhor da história do basquete universitário. Se for mesmo, a gente vai ter uns anos INSANOS de NBA pela frente.

  • Mock Draft pós-lottery: AJ Dybantsa vai pra onde?

    Mock Draft pós-lottery: AJ Dybantsa vai pra onde?

    Galera, o Draft Lottery já passou e — vamos ser honestos — eu queria que tivesse sido diferente pra alguns times. Mas fazer o quê, né? Agora é hora de especular quem vai onde nesse Draft que promete ser insano.

    Vou compartilhar aqui minha visão de como os primeiros picks vão rolar, porque sinceramente? Esse Draft tem cara de ser histórico.

    Washington pega o queridinho geral

    Com a primeira escolha, Washington vai de AJ Dybantsa. Olha, pode ter argumento pra outros caras irem em primeiro, mas o Dybantsa é o que tem menos pontos de interrogação. O moleque de BYU é simplesmente completo.

    E faz todo sentido pros Wizards. O Bilal Coulibaly não evoluiu no ataque como esperavam, então o Dybantsa pode pegar a vaga de titular na ala desde o primeiro dia. Com Trae Young e Anthony Davis chegando também, Washington tá montando algo interessante ali.

    Imagina quando o Tre Johnson e o Alex Sarr também estiverem prontos? Os Wizards podem finalmente ganhar 50 jogos depois de mais de 50 anos. Isso se não for zikar falando, né?

    Utah pega o artilheiro

    No segundo pick, Utah vai de Darryn Peterson. Cara, esse moleque é pura habilidade ofensiva — um bucket ambulante mesmo. O único problema foi as cãimbras que ele teve em Kansas, mas descobriram que era por causa de creatina em excesso. Bizarro, mas pelo menos já resolveram.

    Peterson com Keyonte George no backcourt? Meu Deus, vai ser um show de pontuação. Só espero que o físico aguente agora.

    Memphis aposta no poste moderno

    Memphis tá numa situação complicada — trocaram o Jaren Jackson Jr., vão trocar o Ja Morant… precisam urgente de uma estrela. Por isso vão de Cam Boozer na terceira posição.

    O garoto foi Player of the Year na faculdade com 22/10/4 de média. Absurdo. E olhando o que o Jokic fez com a liga, é difícil não ver o Boozer tendo sucesso também. Não tô dizendo que vai ser MVP três vezes, mas All-Star? Com certeza.

    E vocês, o que acham?

    Chicago provavelmente vai de Caleb Wilson — um cara com upside defensivo monstro, meio Kevin Garnett style. Já os Clippers podem pegar Mikel Brown Jr. pra ajudar na defesa, já que Kawhi Leonard tá com um pé na porta.

    Esse Draft tá com uma cara diferente, galera. Que jogador vocês acham que vai surpreender mais? E quem vai ser o maior steal da primeira rodada?

  • Wizards ganha a loteria e ESPN/Athletic fazem mock draft IDÊNTICO

    Wizards ganha a loteria e ESPN/Athletic fazem mock draft IDÊNTICO

    Cara, que coincidência maluca é essa? ESPN e The Athletic fizeram mock drafts pós-loteria com o TOP-10 EXATAMENTE IGUAL. Tipo, idêntico mesmo. Zero diferença. Isso aí mostra que tem um consenso bem claro sobre quem são os melhores prospects de 2026.

    E olha só o presente que o Washington Wizards ganhou: a primeira escolha geral do Draft 2026! Foi a primeira vez desde 2010 que eles conquistaram o topo da loteria. Sinceramente? Mereceram. O time fez uma engenharia social absurda — trocaram por veteranos como Trae Young e Anthony Davis no deadline e depois perderam 26 dos últimos 27 jogos. É o tanking científico, meu amigo.

    AJ Dybantsa é consenso absoluto

    O cara que todo mundo tá de olho é AJ Dybantsa, freshman do BYU. Esse moleque é projetado como primeira escolha absoluta pelos dois veículos. E faz todo sentido — o cara tem 2,08m, joga de ala, e tem um potencial que dá água na boca de qualquer GM.

    Atrás dele vem Darryn Peterson (Kansas) pro Utah Jazz na segunda posição. Os Jazz conseguiram sua melhor colocação desde 2011, que sorte! Memphis pega Cameron Boozer (Duke) em terceiro — e olha que eles tinham só 9,4% de chance de ficar no top-3. Cameron é filho do Carlos Boozer, lembram? DNA de campeão aí.

    Bulls na zona de conforto

    O Chicago Bulls conseguiu entrar no top-4 com apenas 20,27% de probabilidade e deve escolher Caleb Wilson, de North Carolina. Quatro escolhas no topo significa quatro franquias que vão pegar caras com potencial de mudarem tudo.

    Uma coisa que me chamou atenção: os Clippers ficaram com a quinta escolha — uma pick que ORIGINALMENTE era dos Pacers, mas como Indiana perdeu a proteção top-4, Los Angeles herdou. Keaton Wagler de Illinois é o nome cotado. Considerando que os Clippers só vão controlar totalmente suas próprias escolhas a partir de 2030, essa foi uma tacada e tanto.

    Brooklyn aparece em sexto com Darius Acuff Jr. de Arkansas, e por aí vai. O que acham desse mock draft? Faz sentido pra vocês ou tem algum nome que deveria estar mais alto?

    O combine começa segunda-feira em Chicago e vai até o final da semana. Vai ser interessante ver se algum desses caras consegue mudar a percepção dos scouts nos workouts.

  • AJ Dybantsa é o favorito na 1ª posição do Draft 2026

    AJ Dybantsa é o favorito na 1ª posição do Draft 2026

    O Draft de 2026 da NBA já tem cara de definido no topo, pessoal. Washington Wizards conquistou a primeira escolha geral pela primeira vez desde 2010, e AJ Dybantsa, o fenômeno de BYU, é praticamente unanimidade para ser o número 1 segundo a ESPN.

    E olha que a estratégia dos Wizards foi… digamos, questionável. Eles trouxeram Trae Young e Anthony Davis no deadline (duas estrelas veteranas) e depois perderam 26 dos últimos 27 jogos para garantir uma boa posição no lottery. Tank descarado? Com certeza. Mas funcionou.

    O Top 4 tá interessante demais

    Utah Jazz ficou com a segunda pick — a mais alta desde 2011 — e deve escolher Darryn Peterson, armador do Kansas. Cara, esse Peterson tem tudo pra ser especial, um combo guard que sabe distribuir e finalizar.

    Memphis conseguiu a terceira posição (tinham só 9,4% de chance de ficar no top 3), e vão de Cameron Boozer, pivô do Duke. Filho do Carlos Boozer, né? Genética boa não mente.

    Chicago completou o top 4 com apenas 20% de probabilidade e deve pegar Caleb Wilson, de North Carolina. Ala-pivô sólido que pode ajudar muito os Bulls.

    Uma curiosidade: Indiana perdeu sua pick protegida para o Los Angeles Clippers, que ficaram com a quinta posição. Pra franquia que não tem controle total das próprias escolhas até 2030, foi um presente dos céus.

    Dybantsa é diferenciado mesmo?

    Sinceramente, acho que sim. O garoto de BYU tem 2,06m, joga de ala-armador, e tem um feeling absurdo para o jogo. Lembra um pouco o estilo de jogo do Kevin Durant — não que vá ser o KD, mas a versatilidade tá lá.

    Washington não termina uma temporada com aproveitamento positivo desde 2017-18. Será que Dybantsa consegue mudar isso? Eu tenho minhas dúvidas a curto prazo, mas o potencial é inegável.

    E vocês, acham que esses calouros vão conseguir impactar logo de cara ou vão precisar de tempo? O draft combine começa hoje em Chicago, então logo mais vamos ter mais informações sobre o condicionamento físico da galera.

    Uma coisa é certa: a classe de 2026 promete bastante. Vários nomes interessantes espalhados pela primeira rodada, incluindo alguns internacionais que podem surpreender.

  • Malachi Moreno pode ser primeira rodada no Draft da NBA

    Malachi Moreno pode ser primeira rodada no Draft da NBA

    Cara, vocês viram isso? O Malachi Moreno, pivô de 2,13m do Kentucky, tá sendo cotado na posição 31 no novo mock draft do Bleacher Report. Praticamente primeira rodada, galera!

    Olha, eu não esperava isso não. O garoto de 19 anos estava meio que “garantido” de volta pra temporada 2026-27 dos Wildcats, mas agora as coisas mudaram de figura. Jonathan Wasserman, que manja muito de draft, botou ele indo pro New York Knicks na 31ª posição — uma escolha da segunda rodada que tá quase virando primeira.

    O que tá chamando atenção dos scouts

    A comparação que fizeram foi com Nick Richards, outro ex-Kentucky que deu certo na NBA. E faz sentido: ambos são pivôs altos, bons de bloqueio e com fundamentos sólidos. Moreno tem 2,13m, bloqueia bem, passa a bola e tem um toque interessante pro garrafão.

    “Tem interesse suficiente em torno de um pivô de 19 anos, 2,13m, com boas métricas de bloqueio e passe, além de alguns indicadores de toque”, disse Wasserman. Ele ainda completou que certos times preferem apostar num calouro com as ferramentas do Moreno do que num veterano de 23 anos nesse draft que tá meio fraquinho mesmo.

    Combine vai ser decisivo

    O moleque foi chamado pro NBA Draft Combine em Chicago na próxima semana. Mano, essa é A oportunidade dele. Os scrimmages vão passar na TV e todo mundo do Kentucky (incluindo o técnico Mark Pope) vai estar grudado na telinha.

    Sinceramente? Acho que se ele mandar bem no Combine, pode sim ser primeira rodada. Com alguns caras desistindo do draft por causa do NIL, tem espaço se abrindo. E convenhamos: um pivô de 2,13m que joga basquete de verdade não cresce em árvore não.

    Vocês acham que ele fica no draft ou volta pro college? Eu tô meio dividido, mas se aparecer uma garantia de primeira rodada…

  • Caleb Wilson pode ser o ‘dark horse’ do Draft 2025

    Caleb Wilson pode ser o ‘dark horse’ do Draft 2025

    Olha só que história interessante. Enquanto todo mundo fica falando dos mesmos nomes pro Draft 2025 — AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer — tem um cara que tá subindo nas avaliações dos scouts e pode dar uma surpresa gigante: Caleb Wilson, de North Carolina.

    O moleque tá sendo cotado como quarta escolha geral no último mock draft do Sam Vecenie (The Athletic), e sinceramente? Não me surpreenderia se ele subisse ainda mais. Antes de se machucar — quebrou o polegar direito E a mão esquerda, que azar — Wilson tava fazendo números absurdos: 19.8 pontos, 9.4 rebotes, 2.7 assistências, 1.5 roubos de bola e 1.4 tocos por jogo.

    O físico que impressiona os olheiros

    A parada é que Wilson tem um perfil físico meio raro de ver. É um cara forte pra caramba, que salta bem e tem uma técnica de penetração com centro de gravidade baixo que torna ele praticamente imparável perto da cesta. Os scouts tão comparando ele com Pascal Siakam — e olha que Siakam já foi All-NBA duas vezes, né?

    Essa combinação de força bruta com explosão é o que tá fazendo os avaliadores colocarem Wilson no mesmo patamar dos três ‘intocáveis’ do Draft. E cara, quando você consegue performar bem nos confrontos diretos contra essa galera top, é porque tem algo especial mesmo.

    Os pontos que ainda preocupam

    Mas nem tudo são flores. Wilson tentou apenas 27 arremessos de três pontos na temporada toda e acertou só sete. Isso é meio assustador pro basquete moderno, não vou mentir. Por outro lado, a mecânica dele nos chutes de média distância recebeu elogios, então talvez seja só questão de ganhar confiança e volume.

    Na defesa, apesar dos números bonitos em tocos e roubos, tem scouts questionando a velocidade lateral dele — especialmente pra um atleta do tamanho que tem. E parece que ele ainda peca nas rotações defensivas e no tempo de reação.

    Mesmo assim, o que mais impressiona nos relatos é a intensidade do cara. Motor incansável e uma agressividade física que poucos prospects demonstram de forma consistente. Essas características não aparecem na estatística, mas fazem toda diferença na NBA.

    E aí, vocês acham que Wilson pode mesmo furar a bolha do top 3? Com lesões e tudo, o cara ainda consegue estar nessa conversa — imaginem se tivesse jogado a temporada inteira!

  • NBA vai acabar com o tanking? Proposta radical muda tudo no Draft

    NBA vai acabar com o tanking? Proposta radical muda tudo no Draft

    Galera, parece que o Adam Silver finalmente decidiu partir pra cima dos times que fazem tanking descaradamente. A NBA tá finalizando uma proposta que pode mudar completamente a cara do Draft — e olha, se passar, vai ser um baque nos times que gostam de “construir pelo futuro” perdendo de propósito.

    A ideia é simples: fazer com que perder doa de verdade.

    Como funciona essa nova loteria 3-2-1?

    A proposta aumenta o número de times na loteria de 14 para 16. Mas aqui vem a pegadinha que vai fazer os GMs suarem frio.

    Os times que ficarem de fora dos playoffs e do play-in, mas que não estiverem na “zona de rebaixamento” (posições 4 a 10 piores), ganham 3 bolinhas cada um na loteria. Até aí, tranquilo.

    Agora vem a parte cruel: os três piores times da temporada vão pra essa tal zona de rebaixamento. Esses caras só ganham 2 bolinhas, mas têm garantida pelo menos a 12ª escolha. Os outros podem despencar até a 16ª posição!

    E tem mais — na minha opinião, essa é a mudança mais inteligente. Nenhum time pode ganhar a loteria dois anos seguidos ou pegar três top-5 consecutivos. Acabou a festa, Philadelphia 76ers do passado.

    Silver não tá brincando em serviço

    O comissário foi direto ao ponto numa conferência recente: “Devemos ter um sistema onde você odeie perder. Não deveria ser motivo de orgulho. Perder deveria ser desconfortável.”

    Cara, eu concordo 100% com ele. Quantas vezes a gente não viu time claramente jogando pra perder nas últimas rodadas? É constrangedor pra liga, pros fãs e pro esporte em si.

    O sistema atual já tinha mudado em 2019 justamente pra tentar frear o tanking, mas aparentemente não foi suficiente. Hoje os três piores times têm 14% de chance cada um de pegar a primeira escolha — bem diferente de quando o pior automaticamente ficava com ela.

    Vai rolar mesmo?

    A proposta precisa ser aprovada pelos donos dos times no dia 28 de maio. Sinceramente? Acho que passa. A pressão pública contra o tanking tá muito forte, e Silver já deixou claro que vai “fazer algo mais extremo” que as mudanças anteriores.

    O que vocês acham? Essa mudança vai realmente acabar com o tanking ou os times vão encontrar outras formas de “reconstruir”? Uma coisa é certa: se passar, vai ser bem mais arriscado apostar todas as fichas em ser ruim de propósito.

    Eu, particularmente, tô ansioso pra ver. Basquete é pra ser competitivo até o último segundo da última partida da temporada.

  • Draft da NBA 2026 tem menor número de calouros desde 2003

    Draft da NBA 2026 tem menor número de calouros desde 2003

    Olha só que situação interessante está rolando na NCAA. O Draft da NBA de 2026 registrou apenas 71 jogadores universitários se declarando elegíveis – o menor número desde 2003. Cara, isso é MUITO baixo considerando que no ano passado foram 106 e em 2021 chegou ao pico absurdo de 363 caras.

    E o motivo? Dinheiro, meu amigo. Puro e simples dinheiro.

    NIL mudou o jogo completamente

    Com o NIL (Name, Image, Likeness) liberado, os universitários agora podem faturar uma grana considerável sem precisar correr pro draft. Alguns programas estão gastando mais de 20 milhões de dólares só na montagem do elenco. É coisa de maluco!

    Na minha visão, isso tá criando uma nova dinâmica no basquete universitário. Os calouros que antes saíam correndo pra NBA agora pensam duas vezes. Por que se arriscar sendo escolhido lá na segunda rodada quando você pode ficar mais um ano, se desenvolver E ainda por cima ganhar uma grana no college?

    Os grandes nomes que quase não se declararam

    Vários prospects de primeira linha esperaram até os últimos dias pra se declarar, incluindo Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e AJ Dybantsa (BYU). Todos cotados como possíveis primeiras escolhas gerais, mas mesmo assim hesitaram.

    O mais interessante é o caso do Alijah Arenas, filho do Gilbert Arenas (lembram dele?). O garoto se declarou, mas logo depois voltou atrás e vai ficar mais um ano em USC. Ele tava se recuperando de uma lesão no joelho depois de um acidente de carro – situação complicada pra qualquer jovem.

    Sinceramente, acho que essa mudança é boa pro desenvolvimento dos jogadores. Quantos caras a gente não viu se queimar saindo muito cedo? Agora eles podem amadurecer mais no college sem perder dinheiro. É uma situação win-win.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu tô curioso pra ver como isso vai afetar o nível da NBA nos próximos anos.