Tag: Mock Draft 2026

  • Boozer despenca no Mock Draft 2026 – Grizzlies apostam no potencial

    Boozer despenca no Mock Draft 2026 – Grizzlies apostam no potencial

    Olha só que reviravolta no primeiro Mock Draft 2026! Depois da loteria do domingo, tá todo mundo falando sobre como o Cameron Boozer – sim, filho do Carlos Boozer – despencou para a quarta posição do Bulls, enquanto o Memphis resolveu fazer uma aposta arriscada na terceira escolha.

    E o favoritão pra primeira pick? AJ Dybantsa, o fenômeno de 2,06m da BYU que simplesmente DOMINOU o basquete universitário. O cara é -450 nas casas de apostas pra ser o primeiro escolhido – isso é praticamente certeza, galera. Washington deve estar comemorando depois daquela temporada horrorosa de 17-65.

    Peterson vs Dybantsa: a comparação dos próximos 10 anos

    Sinceramente, eu achava que o Darryn Peterson do Kansas ia dar mais trabalho pro Dybantsa na corrida pelo topo. O garoto tem 1,98m, joga de armador mas também atua na ala – um combo guard moderno que deveria ter sido sensação. Só que a temporada dele foi meio… estranha?

    Peterson entrou e saiu do time várias vezes, às vezes por escolha própria. Isso levantou umas red flags nos front offices da NBA. Imagina só – você tem o talento do mundo, mas não consegue se manter consistente no college? É complicado.

    Por outro lado, Dybantsa foi uma máquina: 25,5 pontos, 6,8 rebotes e 3,7 assistências por jogo. O moleque liderou o país inteiro em pontuação. Quando você vê números assim, fica difícil não apostar no cara, né?

    A aposta arriscada do Memphis

    Agora, o que me chamou atenção mesmo foi o Memphis passando o Boozer pra pegar o Caleb Wilson da Carolina do Norte na terceira pick. Wilson é um pra frente de 2,08m que fez uma temporada sólida (19,8 pontos e 9,4 rebotes), mas escolher ele na frente do Boozer? É uma decisão corajosa.

    O Grizzlies tá em rebuild total depois de trocar o Desmond Bane e o Jaren Jackson Jr., e com o Ja Morant também cotado pra sair… cara, eles precisam MUITO acertar nessa escolha. Wilson tem potencial? Tem. Mas será que vale mais que a segurança do Boozer?

    E vocês, o que acham? Boozer cair pra quarta posição é loucura ou faz sentido? Na minha opinião, o Chicago vai fazer um negócio da china se isso realmente rolar. Às vezes as melhores escolhas vêm quando todo mundo subestima um cara.

    Uma coisa é certa: essa classe de 2026 tá sendo chamada de a melhor da história do basquete universitário. Se for mesmo, a gente vai ter uns anos INSANOS de NBA pela frente.

  • Mock Draft pós-lottery: AJ Dybantsa vai pra onde?

    Mock Draft pós-lottery: AJ Dybantsa vai pra onde?

    Galera, o Draft Lottery já passou e — vamos ser honestos — eu queria que tivesse sido diferente pra alguns times. Mas fazer o quê, né? Agora é hora de especular quem vai onde nesse Draft que promete ser insano.

    Vou compartilhar aqui minha visão de como os primeiros picks vão rolar, porque sinceramente? Esse Draft tem cara de ser histórico.

    Washington pega o queridinho geral

    Com a primeira escolha, Washington vai de AJ Dybantsa. Olha, pode ter argumento pra outros caras irem em primeiro, mas o Dybantsa é o que tem menos pontos de interrogação. O moleque de BYU é simplesmente completo.

    E faz todo sentido pros Wizards. O Bilal Coulibaly não evoluiu no ataque como esperavam, então o Dybantsa pode pegar a vaga de titular na ala desde o primeiro dia. Com Trae Young e Anthony Davis chegando também, Washington tá montando algo interessante ali.

    Imagina quando o Tre Johnson e o Alex Sarr também estiverem prontos? Os Wizards podem finalmente ganhar 50 jogos depois de mais de 50 anos. Isso se não for zikar falando, né?

    Utah pega o artilheiro

    No segundo pick, Utah vai de Darryn Peterson. Cara, esse moleque é pura habilidade ofensiva — um bucket ambulante mesmo. O único problema foi as cãimbras que ele teve em Kansas, mas descobriram que era por causa de creatina em excesso. Bizarro, mas pelo menos já resolveram.

    Peterson com Keyonte George no backcourt? Meu Deus, vai ser um show de pontuação. Só espero que o físico aguente agora.

    Memphis aposta no poste moderno

    Memphis tá numa situação complicada — trocaram o Jaren Jackson Jr., vão trocar o Ja Morant… precisam urgente de uma estrela. Por isso vão de Cam Boozer na terceira posição.

    O garoto foi Player of the Year na faculdade com 22/10/4 de média. Absurdo. E olhando o que o Jokic fez com a liga, é difícil não ver o Boozer tendo sucesso também. Não tô dizendo que vai ser MVP três vezes, mas All-Star? Com certeza.

    E vocês, o que acham?

    Chicago provavelmente vai de Caleb Wilson — um cara com upside defensivo monstro, meio Kevin Garnett style. Já os Clippers podem pegar Mikel Brown Jr. pra ajudar na defesa, já que Kawhi Leonard tá com um pé na porta.

    Esse Draft tá com uma cara diferente, galera. Que jogador vocês acham que vai surpreender mais? E quem vai ser o maior steal da primeira rodada?

  • Wizards ganha a loteria e ESPN/Athletic fazem mock draft IDÊNTICO

    Wizards ganha a loteria e ESPN/Athletic fazem mock draft IDÊNTICO

    Cara, que coincidência maluca é essa? ESPN e The Athletic fizeram mock drafts pós-loteria com o TOP-10 EXATAMENTE IGUAL. Tipo, idêntico mesmo. Zero diferença. Isso aí mostra que tem um consenso bem claro sobre quem são os melhores prospects de 2026.

    E olha só o presente que o Washington Wizards ganhou: a primeira escolha geral do Draft 2026! Foi a primeira vez desde 2010 que eles conquistaram o topo da loteria. Sinceramente? Mereceram. O time fez uma engenharia social absurda — trocaram por veteranos como Trae Young e Anthony Davis no deadline e depois perderam 26 dos últimos 27 jogos. É o tanking científico, meu amigo.

    AJ Dybantsa é consenso absoluto

    O cara que todo mundo tá de olho é AJ Dybantsa, freshman do BYU. Esse moleque é projetado como primeira escolha absoluta pelos dois veículos. E faz todo sentido — o cara tem 2,08m, joga de ala, e tem um potencial que dá água na boca de qualquer GM.

    Atrás dele vem Darryn Peterson (Kansas) pro Utah Jazz na segunda posição. Os Jazz conseguiram sua melhor colocação desde 2011, que sorte! Memphis pega Cameron Boozer (Duke) em terceiro — e olha que eles tinham só 9,4% de chance de ficar no top-3. Cameron é filho do Carlos Boozer, lembram? DNA de campeão aí.

    Bulls na zona de conforto

    O Chicago Bulls conseguiu entrar no top-4 com apenas 20,27% de probabilidade e deve escolher Caleb Wilson, de North Carolina. Quatro escolhas no topo significa quatro franquias que vão pegar caras com potencial de mudarem tudo.

    Uma coisa que me chamou atenção: os Clippers ficaram com a quinta escolha — uma pick que ORIGINALMENTE era dos Pacers, mas como Indiana perdeu a proteção top-4, Los Angeles herdou. Keaton Wagler de Illinois é o nome cotado. Considerando que os Clippers só vão controlar totalmente suas próprias escolhas a partir de 2030, essa foi uma tacada e tanto.

    Brooklyn aparece em sexto com Darius Acuff Jr. de Arkansas, e por aí vai. O que acham desse mock draft? Faz sentido pra vocês ou tem algum nome que deveria estar mais alto?

    O combine começa segunda-feira em Chicago e vai até o final da semana. Vai ser interessante ver se algum desses caras consegue mudar a percepção dos scouts nos workouts.

  • AJ Dybantsa é o favorito na 1ª posição do Draft 2026

    AJ Dybantsa é o favorito na 1ª posição do Draft 2026

    O Draft de 2026 da NBA já tem cara de definido no topo, pessoal. Washington Wizards conquistou a primeira escolha geral pela primeira vez desde 2010, e AJ Dybantsa, o fenômeno de BYU, é praticamente unanimidade para ser o número 1 segundo a ESPN.

    E olha que a estratégia dos Wizards foi… digamos, questionável. Eles trouxeram Trae Young e Anthony Davis no deadline (duas estrelas veteranas) e depois perderam 26 dos últimos 27 jogos para garantir uma boa posição no lottery. Tank descarado? Com certeza. Mas funcionou.

    O Top 4 tá interessante demais

    Utah Jazz ficou com a segunda pick — a mais alta desde 2011 — e deve escolher Darryn Peterson, armador do Kansas. Cara, esse Peterson tem tudo pra ser especial, um combo guard que sabe distribuir e finalizar.

    Memphis conseguiu a terceira posição (tinham só 9,4% de chance de ficar no top 3), e vão de Cameron Boozer, pivô do Duke. Filho do Carlos Boozer, né? Genética boa não mente.

    Chicago completou o top 4 com apenas 20% de probabilidade e deve pegar Caleb Wilson, de North Carolina. Ala-pivô sólido que pode ajudar muito os Bulls.

    Uma curiosidade: Indiana perdeu sua pick protegida para o Los Angeles Clippers, que ficaram com a quinta posição. Pra franquia que não tem controle total das próprias escolhas até 2030, foi um presente dos céus.

    Dybantsa é diferenciado mesmo?

    Sinceramente, acho que sim. O garoto de BYU tem 2,06m, joga de ala-armador, e tem um feeling absurdo para o jogo. Lembra um pouco o estilo de jogo do Kevin Durant — não que vá ser o KD, mas a versatilidade tá lá.

    Washington não termina uma temporada com aproveitamento positivo desde 2017-18. Será que Dybantsa consegue mudar isso? Eu tenho minhas dúvidas a curto prazo, mas o potencial é inegável.

    E vocês, acham que esses calouros vão conseguir impactar logo de cara ou vão precisar de tempo? O draft combine começa hoje em Chicago, então logo mais vamos ter mais informações sobre o condicionamento físico da galera.

    Uma coisa é certa: a classe de 2026 promete bastante. Vários nomes interessantes espalhados pela primeira rodada, incluindo alguns internacionais que podem surpreender.

  • Malachi Moreno pode ser primeira rodada no Draft da NBA

    Malachi Moreno pode ser primeira rodada no Draft da NBA

    Cara, vocês viram isso? O Malachi Moreno, pivô de 2,13m do Kentucky, tá sendo cotado na posição 31 no novo mock draft do Bleacher Report. Praticamente primeira rodada, galera!

    Olha, eu não esperava isso não. O garoto de 19 anos estava meio que “garantido” de volta pra temporada 2026-27 dos Wildcats, mas agora as coisas mudaram de figura. Jonathan Wasserman, que manja muito de draft, botou ele indo pro New York Knicks na 31ª posição — uma escolha da segunda rodada que tá quase virando primeira.

    O que tá chamando atenção dos scouts

    A comparação que fizeram foi com Nick Richards, outro ex-Kentucky que deu certo na NBA. E faz sentido: ambos são pivôs altos, bons de bloqueio e com fundamentos sólidos. Moreno tem 2,13m, bloqueia bem, passa a bola e tem um toque interessante pro garrafão.

    “Tem interesse suficiente em torno de um pivô de 19 anos, 2,13m, com boas métricas de bloqueio e passe, além de alguns indicadores de toque”, disse Wasserman. Ele ainda completou que certos times preferem apostar num calouro com as ferramentas do Moreno do que num veterano de 23 anos nesse draft que tá meio fraquinho mesmo.

    Combine vai ser decisivo

    O moleque foi chamado pro NBA Draft Combine em Chicago na próxima semana. Mano, essa é A oportunidade dele. Os scrimmages vão passar na TV e todo mundo do Kentucky (incluindo o técnico Mark Pope) vai estar grudado na telinha.

    Sinceramente? Acho que se ele mandar bem no Combine, pode sim ser primeira rodada. Com alguns caras desistindo do draft por causa do NIL, tem espaço se abrindo. E convenhamos: um pivô de 2,13m que joga basquete de verdade não cresce em árvore não.

    Vocês acham que ele fica no draft ou volta pro college? Eu tô meio dividido, mas se aparecer uma garantia de primeira rodada…

  • Caleb Wilson pode ser o ‘dark horse’ do Draft 2025

    Caleb Wilson pode ser o ‘dark horse’ do Draft 2025

    Olha só que história interessante. Enquanto todo mundo fica falando dos mesmos nomes pro Draft 2025 — AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer — tem um cara que tá subindo nas avaliações dos scouts e pode dar uma surpresa gigante: Caleb Wilson, de North Carolina.

    O moleque tá sendo cotado como quarta escolha geral no último mock draft do Sam Vecenie (The Athletic), e sinceramente? Não me surpreenderia se ele subisse ainda mais. Antes de se machucar — quebrou o polegar direito E a mão esquerda, que azar — Wilson tava fazendo números absurdos: 19.8 pontos, 9.4 rebotes, 2.7 assistências, 1.5 roubos de bola e 1.4 tocos por jogo.

    O físico que impressiona os olheiros

    A parada é que Wilson tem um perfil físico meio raro de ver. É um cara forte pra caramba, que salta bem e tem uma técnica de penetração com centro de gravidade baixo que torna ele praticamente imparável perto da cesta. Os scouts tão comparando ele com Pascal Siakam — e olha que Siakam já foi All-NBA duas vezes, né?

    Essa combinação de força bruta com explosão é o que tá fazendo os avaliadores colocarem Wilson no mesmo patamar dos três ‘intocáveis’ do Draft. E cara, quando você consegue performar bem nos confrontos diretos contra essa galera top, é porque tem algo especial mesmo.

    Os pontos que ainda preocupam

    Mas nem tudo são flores. Wilson tentou apenas 27 arremessos de três pontos na temporada toda e acertou só sete. Isso é meio assustador pro basquete moderno, não vou mentir. Por outro lado, a mecânica dele nos chutes de média distância recebeu elogios, então talvez seja só questão de ganhar confiança e volume.

    Na defesa, apesar dos números bonitos em tocos e roubos, tem scouts questionando a velocidade lateral dele — especialmente pra um atleta do tamanho que tem. E parece que ele ainda peca nas rotações defensivas e no tempo de reação.

    Mesmo assim, o que mais impressiona nos relatos é a intensidade do cara. Motor incansável e uma agressividade física que poucos prospects demonstram de forma consistente. Essas características não aparecem na estatística, mas fazem toda diferença na NBA.

    E aí, vocês acham que Wilson pode mesmo furar a bolha do top 3? Com lesões e tudo, o cara ainda consegue estar nessa conversa — imaginem se tivesse jogado a temporada inteira!

  • NBA vai acabar com o tanking? Proposta radical muda tudo no Draft

    NBA vai acabar com o tanking? Proposta radical muda tudo no Draft

    Galera, parece que o Adam Silver finalmente decidiu partir pra cima dos times que fazem tanking descaradamente. A NBA tá finalizando uma proposta que pode mudar completamente a cara do Draft — e olha, se passar, vai ser um baque nos times que gostam de “construir pelo futuro” perdendo de propósito.

    A ideia é simples: fazer com que perder doa de verdade.

    Como funciona essa nova loteria 3-2-1?

    A proposta aumenta o número de times na loteria de 14 para 16. Mas aqui vem a pegadinha que vai fazer os GMs suarem frio.

    Os times que ficarem de fora dos playoffs e do play-in, mas que não estiverem na “zona de rebaixamento” (posições 4 a 10 piores), ganham 3 bolinhas cada um na loteria. Até aí, tranquilo.

    Agora vem a parte cruel: os três piores times da temporada vão pra essa tal zona de rebaixamento. Esses caras só ganham 2 bolinhas, mas têm garantida pelo menos a 12ª escolha. Os outros podem despencar até a 16ª posição!

    E tem mais — na minha opinião, essa é a mudança mais inteligente. Nenhum time pode ganhar a loteria dois anos seguidos ou pegar três top-5 consecutivos. Acabou a festa, Philadelphia 76ers do passado.

    Silver não tá brincando em serviço

    O comissário foi direto ao ponto numa conferência recente: “Devemos ter um sistema onde você odeie perder. Não deveria ser motivo de orgulho. Perder deveria ser desconfortável.”

    Cara, eu concordo 100% com ele. Quantas vezes a gente não viu time claramente jogando pra perder nas últimas rodadas? É constrangedor pra liga, pros fãs e pro esporte em si.

    O sistema atual já tinha mudado em 2019 justamente pra tentar frear o tanking, mas aparentemente não foi suficiente. Hoje os três piores times têm 14% de chance cada um de pegar a primeira escolha — bem diferente de quando o pior automaticamente ficava com ela.

    Vai rolar mesmo?

    A proposta precisa ser aprovada pelos donos dos times no dia 28 de maio. Sinceramente? Acho que passa. A pressão pública contra o tanking tá muito forte, e Silver já deixou claro que vai “fazer algo mais extremo” que as mudanças anteriores.

    O que vocês acham? Essa mudança vai realmente acabar com o tanking ou os times vão encontrar outras formas de “reconstruir”? Uma coisa é certa: se passar, vai ser bem mais arriscado apostar todas as fichas em ser ruim de propósito.

    Eu, particularmente, tô ansioso pra ver. Basquete é pra ser competitivo até o último segundo da última partida da temporada.

  • Draft da NBA 2026 tem menor número de calouros desde 2003

    Draft da NBA 2026 tem menor número de calouros desde 2003

    Olha só que situação interessante está rolando na NCAA. O Draft da NBA de 2026 registrou apenas 71 jogadores universitários se declarando elegíveis – o menor número desde 2003. Cara, isso é MUITO baixo considerando que no ano passado foram 106 e em 2021 chegou ao pico absurdo de 363 caras.

    E o motivo? Dinheiro, meu amigo. Puro e simples dinheiro.

    NIL mudou o jogo completamente

    Com o NIL (Name, Image, Likeness) liberado, os universitários agora podem faturar uma grana considerável sem precisar correr pro draft. Alguns programas estão gastando mais de 20 milhões de dólares só na montagem do elenco. É coisa de maluco!

    Na minha visão, isso tá criando uma nova dinâmica no basquete universitário. Os calouros que antes saíam correndo pra NBA agora pensam duas vezes. Por que se arriscar sendo escolhido lá na segunda rodada quando você pode ficar mais um ano, se desenvolver E ainda por cima ganhar uma grana no college?

    Os grandes nomes que quase não se declararam

    Vários prospects de primeira linha esperaram até os últimos dias pra se declarar, incluindo Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e AJ Dybantsa (BYU). Todos cotados como possíveis primeiras escolhas gerais, mas mesmo assim hesitaram.

    O mais interessante é o caso do Alijah Arenas, filho do Gilbert Arenas (lembram dele?). O garoto se declarou, mas logo depois voltou atrás e vai ficar mais um ano em USC. Ele tava se recuperando de uma lesão no joelho depois de um acidente de carro – situação complicada pra qualquer jovem.

    Sinceramente, acho que essa mudança é boa pro desenvolvimento dos jogadores. Quantos caras a gente não viu se queimar saindo muito cedo? Agora eles podem amadurecer mais no college sem perder dinheiro. É uma situação win-win.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu tô curioso pra ver como isso vai afetar o nível da NBA nos próximos anos.

  • Acuff declara pro Draft: AI disse que lembra ele mesmo

    Acuff declara pro Draft: AI disse que lembra ele mesmo

    Cara, quando Allen Iverson fala que um garoto lembra ele mesmo, você para tudo e presta atenção. E foi exatamente isso que aconteceu com Darius Acuff Jr., o calouro de Arkansas que acabou de declarar pro Draft 2026.

    O menino anunciou ontem no NBA Today da ESPN que vai pro Draft. E sinceramente? Era questão de tempo. Acuff tá sendo projetado como top-10, a maioria dos mocks tem ele entre o 5º e 6º pick — ou seja, grana PESADA esperando por ele.

    Os números que impressionam

    Olha só esses números da temporada dele: liderou toda a SEC com 23,5 pontos por jogo, acertando 44% das bolas de três. QUARENTA E QUATRO PORCENTO! E ainda por cima distribuiu 6,4 assistências por partida.

    O que mais me chama atenção nele é a versatilidade. Pode jogar com a bola na mão como armador clássico ou jogar sem bola criando para si mesmo. É desses jogadores com QI alto que você vê e pensa: “esse cara nasceu pra isso”.

    A comparação com AI não é à toa. Acuff tem aquela pegada de conseguir resolver o jogo quando precisa — seja criando pro time, seja buscando a cesta quando tudo tá difícil.

    Mas nem tudo são flores

    Agora vem a parte que preocupa os scouts (e me preocupa também, não vou mentir). O garoto tá listado com 1,90m, mas a galera espera que ele meça menos no Draft Combine. Já mediram ele descalço em 2023 e deu 1,85m. Na NBA de hoje, isso é pouco pra um armador.

    E tem outro problema: defesa. Pelos relatos, ele seria o pior defensor entre todos os possíveis escolhidos na loteria. E a gente sabe como é… na NBA atual, se você não consegue se virar na defesa sendo baixinho, a coisa complica.

    Lembram do que aconteceu com alguns armadores pequenos que não defendem? A liga não perdoa muito não.

    Decisão acertada mesmo assim

    Mesmo com essas ressalvas, acho que ele fez a escolha certa. Financeiramente falando, é um no-brainer — top-10 pick significa contrato rookie milionário garantido. E o talento ofensivo dele é real, cara tem potencial All-Star.

    Vocês acham que ele consegue superar as limitações físicas? Eu tenho um pé atrás com armadores pequenos que não defendem, mas quando AI diz que o moleque lembra ele… bom, talvez seja diferente mesmo.

    Uma coisa é certa: vai ser interessante acompanhar onde ele vai parar no Draft de junho. Se algum time apostar pesado nele, pode dar muito certo — ou muito errado.

  • Draft 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira escolha

    Draft 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira escolha

    Cara, o Draft de 2026 tá prometendo ser ABSURDO. E olha só que situação interessante: três times dividindo as melhores chances (14% cada) de fisgarem a primeira escolha – Washington Wizards, Indiana Pacers e Brooklyn Nets. É quase como se fosse um jogo de cara ou coroa triplo, só que com milhões de dólares em jogo.

    Sinceramente? Não lembro de ver uma loteria tão equilibrada assim no topo. Normalmente tem sempre aquele azarão que disparou na frente por ser muito ruim mesmo, mas dessa vez a coisa tá bem distribuída.

    A profundidade histórica da classe 2026

    Os scouts estão falando que essa turma de 2026 é uma das mais profundas da história recente. Sabe aqueles anos em que você pega um cara na 25ª escolha e ele vira All-Star? Pois é, pode ser um desses anos. E isso deixa a galera ainda mais nervosa porque qualquer posição no top 14 pode render um jogadoraço.

    O Utah Jazz e Sacramento Kings vêm logo atrás com 11,5% de chance cada um. Imagina o Kings finalmente acertando uma escolha alta depois de tanto sofrimento? Os fãs de Sacramento merecem, viu.

    Mas aqui que fica interessante: lembram do que aconteceu com o Dallas no ano passado? Eles tinham apenas 1,8% de chance e pescaram a primeira escolha. Então qualquer time entre os 14 pode sonhar alto, inclusive o Charlotte Hornets que fecha a lista com míseros 0,5%.

    As trocas que mudaram tudo

    Uma coisa que me chama atenção é a quantidade de picks trocados. O Atlanta Hawks tem a 7ª escolha (que era do New Orleans), o Oklahoma City Thunder aparece com a 12ª (via Clippers), e por aí vai. É impressionante como alguns GMs pensam anos à frente enquanto outros vivem só o presente.

    O Thunder, aliás, continua colecionando escolhas como se fosse cartinha do álbum da Copa. Eles têm picks na primeira E segunda rodada vindos de outras franquias. Sam Presti é um monstro mesmo.

    E vocês viram que o Chicago Bulls aparece duas vezes na primeira rodada? Têm a 9ª própria e a 15ª que veio do Portland. Pode ser a chance de ouro pra eles reconstruírem depois de anos meio perdidos.

    O que vem por aí

    A loteria acontece no dia 10 de maio, e eu já tô ansioso pra ver a cara dos dirigentes quando as bolinhas saírem. Sempre tem aquela cara de poker tentando disfarçar o desespero, né?

    Uma coisa é certa: com essa profundidade toda da classe 2026, até quem pegar lá na 20ª posição pode sair ganhando. Mas óbvio que todo mundo quer estar entre os primeiros. Afinal, quanto mais cedo você escolhe, maior a chance de pegar aquela peça que vai mudar sua franquia pros próximos 10 anos.

    E aí, quem vocês acham que vai dar sorte na loteria? Eu tenho um palpite de que um azarão vai surpreender, igual aconteceu com Dallas. Esses negócios de porcentagem às vezes não significam nada quando as bolas começam a rolar.