Olha, eu não esperava que ia estar falando sobre Aaron Holiday como peça fundamental dos Rockets nos playoffs, mas aqui estamos. E depois do que vi na quinta-feira contra o Philadelphia 76ers, sinceramente acho que esse cara pode fazer a diferença quando a coisa apertar.
Os Rockets venceram por 114-104, mas cara… que susto. Estavam ganhando de 96-73 no começo do último quarto — eu já estava relaxando, pensando que era jogo feito. Aí veio aquele clássico colapso que todo mundo que acompanha NBA já conhece.
O quarto período do terror (que virou alívio)
Os Sixers marcaram 29 pontos no último quarto, enquanto os Rockets acertaram apenas 5 de 20 arremessos. Era pra ter dado ruim, muito ruim. Quando a diferença caiu para 101-94 faltando quatro minutos, o Ime Udoka teve que parar o jogo urgente.
E foi aí que o Aaron Holiday apareceu. Nos dois lances decisivos, ele se envolveu diretamente: primeiro fez a jogada pra Kevin Durant acertar uma bomba de três da esquina, depois acertou sua própria bomba também da esquina com assistência do KD. Perfeito.
Em 14 minutos, fez 7 pontos fundamentais (3 de 5 nos arremessos). Não é sobre os números — é sobre QUANDO ele fez esses pontos.
A sequência que me convenceu
Não foi só contra o Philly não. Holiday vem tendo mais oportunidades nos últimos jogos: 6 pontos contra Utah, 6 contra Golden State, e 12 contra o Phoenix. Cara simplesmente abraçou a mentalidade de “próximo homem na fila”.
Vocês acham que um reserva assim pode fazer diferença nos playoffs? Eu tô começando a acreditar que sim. Os Rockets vão precisar de toda produção possível quando enfrentarem times mais duros na pós-temporada, e ter um cara experiente saindo do banco pode ser crucial.
Não é à toa que chamam ele de Holiday — sempre aparece nas horas certas (desculpa a piada infame, mas não resisti). O ponto é: Houston tem uma arma secreta que muita gente não tá prestando atenção.
Os Rockets fecham a temporada regular domingo contra o Memphis Grizzlies, em casa. Vai ser interessante ver se Holiday mantém esse ritmo entrando nos playoffs. Na minha visão, ele pode ser um daqueles “fatores X” que decidem série — aquele cara que ninguém espera mas que aparece na hora H.

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