Tag: playoffs NBA

  • Brunson é o Derek Jeter do basquete, diz lenda do rádio americano

    Brunson é o Derek Jeter do basquete, diz lenda do rádio americano

    Gente, vocês já pararam pra pensar na comparação mais absurda e ao mesmo tempo perfeita que eu ouvi essa semana? Mike Francesa, aquela lenda do rádio esportivo americano, falou que o Jalen Brunson é praticamente o Derek Jeter do basquete. E olha, depois de ver o que o cara tá fazendo nos playoffs, eu tô começando a concordar.

    “O que o Brunson é, é o que o Jeter era”, disse o Francesa no programa do Adam Schien. “Jeter nunca ganhou um MVP. Nunca foi o cara mais dominante. Mas era um jogador que sempre dava o seu melhor nos momentos decisivos.”

    E cara, os números não mentem. Brunson tá metendo 26.6 pontos por jogo nos playoffs, com 6.3 assistências e quase 3 rebotes. Mas o negócio não é nem os números — é QUANDO ele faz isso acontecer.

    Clutch time é com ele mesmo

    Lembram daquela virada histórica de 22 pontos contra os Cavaliers no Jogo 1 da final do Leste? Brunson meteu 15 pontos seguidos no meio daquela loucura. Na final contra os Spurs, mesma história: 13 pontos só no último quarto do Jogo 1.

    “A habilidade do Brunson de pontuar no quarto período é sobrenatural”, falou o Francesa. E ainda completou dizendo que o armador tem o melhor jogo de pés que ele já viu na NBA, perdendo só pro Hakeem Olajuwon. Monstro!

    Sinceramente? Eu não esperava que o Brunson chegasse nesse nível quando ele saiu de Dallas. Mas o cara simplesmente vira uma máquina quando a pressão aperta. É aquele tipo de jogador que você quer do seu lado na hora do aperto.

    Liderança que vem de exemplo

    Mas o que mais me impressiona no Brunson é a mentalidade. O cara literalmente deixou 113 MILHÕES de dólares na mesa quando assinou aquela extensão de 4 anos por $156.5 milhões em julho de 2024. Podia ter esperado e embolsado um contrato máximo de 5 anos e $269 milhões.

    Por que ele fez isso? Pra dar espaço pro time contratar o Karl-Anthony Towns, o Mikal Bridges e manter o OG Anunoby. É o tipo de sacrifício que poucos jogadores fazem hoje em dia.

    E tem mais: mesmo sendo claramente o cara dos Knicks, ele falou pros repórteres que “não é uma estrela” quando perguntaram sobre ele ter tocado menos a bola na série contra os 76ers. Humildade pura.

    “Ele é o líder. Ele dá o tom certo”, disse Francesa. “Não põe a carroça na frente dos bois. Vai jogo a jogo e dá o tom perfeito.”

    Vocês acham que essa comparação com o Jeter faz sentido? Eu confesso que tô vendo cada vez mais semelhanças. Os dois nunca foram os mais talentosos do time, mas sempre apareciam quando mais precisavam.

  • Presti mantém fé em Holmgren após vexame contra Wemby

    Presti mantém fé em Holmgren após vexame contra Wemby

    Cara, eu não sei vocês, mas quando vi o Chet Holmgren praticamente desaparecer contra o Victor Wembanyama nas finais da Conferência Oeste, pensei: “Será que é isso mesmo pro menino?” Quatro pontos no Jogo 7 em casa. Quatro! Mas o Sam Presti, GM do Thunder, tá firme e forte defendendo o pivô.

    “Chet é um dos nossos”, disse Presti numa entrevista bem direta na segunda-feira. E olha, eu entendo a posição dele. O cara não é de fazer loucura, e sinceramente, seria meio burrice desistir do Holmgren depois de uma série ruim.

    A realidade nua e crua dos números

    Vamos aos fatos que doem: Holmgren foi de monstro nos primeiros rounds pra fantasma contra os Spurs. Nas primeiras rodadas, o cara tava voando — 17.3 pontos contra o Suns, 20 pontos contra os Lakers. Aí chega o Wemby e… 10.7 por jogo. É de doer no coração de qualquer torcedor do Thunder.

    O mais absurdo? Durante a temporada regular, o menino teve sua melhor temporada: 17.1 pontos, 8.9 rebotes, quase 2 tocos por jogo. All-Star pela primeira vez, All-NBA Third Team, vice no prêmio de Defensive Player of the Year. Resumindo: foi um monstro o ano todo.

    Mas é isso aí — o playoffs é outro animal, né? E quando você enfrenta alguém como Wembanyama, que claramente tem uma rixa pessoal com você, a coisa complica. Ainda mais com Jalen Williams e Ajay Mitchell machucados na série.

    Por que Presti tá certo em apostar no Chet

    Olha, eu concordo com o Presti nessa. O cara sempre foi questionado — desde o colegial, galera duvidava se ele aguentava a pancadaria da NBA por causa do físico. E olha onde ele chegou: campeão no ano passado, onde foi decisivo nas finais.

    “Ele não precisa de ninguém cutucando ele pra melhorar”, falou Presti. E faz sentido. Depois de ganhar o título ano passado, o cara veio ainda melhor na temporada seguinte. Isso mostra caráter, né?

    A questão é: será que o Thunder tem que se preocupar em enfrentar os Spurs e o Wemby pelos próximos anos? Com certeza. Mas trocar o Holmgren agora seria meio desesperado. O núcleo com Shai Gilgeous-Alexander, Jalen Williams e ele ainda tem muito pano pra manga.

    Eu acho que o Presti tá jogando o jogo longo aqui. Uma série ruim não apaga tudo que o Chet fez. E convenhamos — quando o cara tá no dia dele, é muito difícil parar. O Thunder só precisa encontrar uma forma de neutralizar o efeito Wemby, porque pelo jeito, esses dois vão se encontrar muito nos playoffs.

    E aí, vocês acham que o Thunder tá certo em manter a fé no Holmgren ou deveria pensar em mudanças mais drásticas?

  • Mikal Bridges calou a boca dos críticos nas Finais da NBA

    Mikal Bridges calou a boca dos críticos nas Finais da NBA

    Cara, que reviravolta! Mikal Bridges estava apanhando feio na temporada regular — todo mundo questionando se os Knicks não tinham pago caro demais por ele no trade com o Brooklyn. Eu mesmo tava com um pé atrás, não vou mentir.

    Mas olha só o que aconteceu: o cara simplesmente explodiu nos playoffs e agora tá ajudando os Knicks nas Finais da NBA. É isso que eu chamo de resposta na quadra!

    O Jadakiss perguntou, ele respondeu

    Em uma entrevista entre os jogos das Finais, o próprio Jadakiss (sim, o rapper!) perguntou pro Bridges como o apoio do técnico Mike Brown e do time todo ajudou ele a sair dessa fase ruim. A resposta foi simples e direta:

    ‘Muito importante. Me ajudou a manter a mentalidade certa. Eles me ajudaram muito, e ficando unidos como grupo, o maior objetivo é ganhar… ser a melhor versão de mim mesmo para a gente ter uma chance.’

    Sinceramente? Adoro quando um jogador reconhece a importância do apoio do time. Isso mostra maturidade.

    Os números não mentem

    E os números dos playoffs são absurdos mesmo. Bridges tá fazendo média de 14,6 pontos, com 58,5% nos arremessos de quadra e 38% nas bolas de três. Monstro!

    No Jogo 2, quando os Knicks abriram 2-0 na série, ele fez 20 pontos acertando 8 de 13 arremessos e 4 de 6 de três pontos. Ainda pegou 6 rebotes e deu 6 assistências. Jogaço!

    O mais impressionante? 95,7% de aproveitamento nos lances livres durante os playoffs. Isso é frieza na veia, pessoal.

    Agora os Knicks tão a um jogo de fazer 3-0 na série. Vocês acham que o Bridges consegue manter esse nível? Eu tô achando que sim — quando um cara encontra o ritmo nos playoffs, geralmente não para mais.

  • Wemby admite: ‘Só vai sobrar força de vontade’ na final da NBA

    Wemby admite: ‘Só vai sobrar força de vontade’ na final da NBA

    Cara, imagina só: estar perdendo de 2-0 nas Finais da NBA jogando em casa. É exatamente isso que está acontecendo com Victor Wembanyama e os Spurs contra os Knicks. E o francês não tá fugindo da real — ele sabe que agora é questão de caráter mesmo.

    “O desafio tem sido principalmente sobre força de vontade, a vontade de fazer acontecer”, disse Wemby após o segundo jogo. “Eu vou dar uma respirada só no final da temporada.” Traduzindo: o monstro não vai desistir enquanto não acabar tudo.

    Olha, eu entendo a frustração dele. Os Knicks estão jogando um basquete físico, grudento, daqueles que te deixa louco. Karl-Anthony Towns está colado nele o tempo todo, e Mitchell Robinson não dá sossego no garrafão. É aquele basquete raiz dos playoffs que a gente ama, mas que deve ser um inferno pra quem tá jogando.

    A pressão tá pesando no gigante francês

    O que mais me impressiona é como o Wemby tá tendo que fazer de tudo nessa série. Não é só atacar e defender — ele tá sendo usado como protetor de aro, ajudando em todas as jogadas defensivas. É muita responsabilidade pra um cara de 20 e poucos anos, mesmo sendo um alienígena do basquete.

    E os números dele estão até bons, mas vocês sabem como é: nas Finais não adianta só números bonitos. Tem que ganhar jogo. Os Knicks vieram pra San Antonio e roubaram dois jogos — coisa que praticamente ninguém consegue fazer.

    Agora é questão de orgulho mesmo

    Sinceramente? Eu admiro a postura do Wemby. Podia estar chorando, arrumando desculpa, mas não. O cara assume que é questão de “will” — força de vontade mesmo. É isso que separa os grandes dos muito bons na NBA.

    A estatística é cruel: nenhum time na história das Finais da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 2-0 jogando em casa. Mas se alguém pode quebrar essa maldição, é esse Spurs com Wembanyama. O francês já mostrou que não é humano várias vezes na carreira — quem sabe não faz mais uma das suas?

    Vocês acham que os Spurs conseguem dar a volta por cima? Porque eu tô começando a acreditar que essa série pode ter reviravolta…

  • Knicks fazem história e estão a 2 vitórias do título de 73!

    Knicks fazem história e estão a 2 vitórias do título de 73!

    Cara, eu não acredito no que tô vendo. Os New York Knicks estão literalmente reescrevendo a história da NBA neste momento — e olha que eu pensava que nunca mais ia ver esse time brigar por título de verdade.

    Depois de vencer os Spurs por 105-104 no Jogo 2 das Finais na sexta, o Brian Windhorst da ESPN soltou uma frase que resume tudo: “Os Knicks são uma máquina de vitórias”. E sinceramente? Ele tá certo.

    Sequência histórica que ninguém esperava

    Treze vitórias consecutivas nos playoffs. Treze. Isso coloca os Knicks como a segunda maior sequência da história da NBA nos playoffs, perdendo só pros Warriors de 2016-17 que ganharam 15 seguidas (aquele time absurdo com KD, Curry, Klay e Draymond).

    O mais impressionante? Eles tão ganhando de todo jeito possível. Jogos de placar alto, jogos truncados, nos detalhes… É como se o time tivesse encontrado uma fórmula mágica que funciona contra qualquer adversário.

    Windhorst disse uma coisa que me arrepiou: “Você não conseguiria escrever esse roteiro porque ninguém poderia ter previsto isso”. E é exatamente assim que me sinto assistindo esse time.

    Karl Towns destruindo o hype do Wemby

    Vamos falar sério: quem aqui apostaria que o Karl-Anthony Towns ia dominar o Victor Wembanyama numa Final da NBA? Porque eu certamente não.

    O cara fez 21 pontos, 13 rebotes e ainda acertou 3 de 5 da linha dos três. Enquanto isso, o Wemby — que é um monstro defensivo e fez seus 29 pontos — simplesmente não conseguiu parar o Towns no primeiro tempo. Foi um show à parte.

    E olha que o francês teve até chance de virar o jogo no final. Perdeu uma bola crucial faltando 12 segundos, fez falta no Brunson (que converteu o lance livre do desempate) e ainda errou o arremesso da vitória no último segundo.

    Madison Square Garden pode explodir segunda

    Agora vem a parte mais emocionante: os Knicks voltam pra casa com 2-0 na série. O Jogo 3 é segunda à noite no Madison Square Garden, e cara… imagina a energia daquela arena com o time a duas vitórias de quebrar um jejum de 53 anos?

    Eles já eliminaram Hawks, Sixers e Cavaliers nessa trajetória histórica. E aí, vocês acham que os Spurs conseguem reagir jogando em Nova York? Porque pelo que tô vendo, esse time dos Knicks parece que não sabe mais como perder.

    Uma coisa eu garanto: não importa o que aconteça, essa já é uma das campanhas de playoffs mais impressionantes que eu já vi na minha vida como fã de basquete.

  • Knicks dominando 2-0 nas Finals e NY já tá virando festa

    Knicks dominando 2-0 nas Finals e NY já tá virando festa

    Cara, eu preciso dividir isso com vocês: os Knicks estão simplesmente DESTRUINDO tudo nas Finals. 2-0 contra o Spurs, ambos jogos fora de casa. E Nova York? Mano, a cidade já tá em estado de delírio total.

    Olha, 53 anos sem título é tempo DEMAIS pra qualquer torcida aguentar. Eu lembro do meu pai falando dos Knicks dos anos 70, e agora finalmente parece que chegou a hora. Literalmente não dá pra andar duas quadras em Manhattan sem ver alguém de azul e laranja.

    A cidade virou um caldeirão

    O negócio tá tão louco que até o metrô entrou na vibe. A estação da Penn Station — que fica literalmente embaixo do Madison Square Garden — foi pintada toda de azul e laranja. Os caras da MTA deixaram o verde tradicional de lado e abraçaram a causa.

    E não para por aí não. Tem bandeira dos Knicks pendurada em prédio de quinta andar, bar fazendo promoção especial, e você escuta “Knicks in four” em cada esquina. Sinceramente, eu nunca vi nada igual na minha vida acompanhando NBA.

    Karl-Anthony Towns falou uma parada que me arrepiou: “A maior moeda que você pode ganhar em Nova York não é dinheiro, é respeito. E ter o respeito dos fãs e da cidade nos deixa ricos além da imaginação.” Cara, isso é NYC resumido em uma frase.

    Sequência histórica em curso

    Agora vem o dado que tá deixando todo mundo maluco: os Knicks já ganharam 13 jogos seguidos nos playoffs. Treze! É a segunda maior sequência da história da NBA. Se fecharem em quatro jogos (o que tá bem provável), vão empatar com os Warriors de 2016-17 com 15 vitórias consecutivas.

    O prefeito já até falou que como nova-iorquino tá louco pra festa, mas como prefeito tá com medo do “caos absoluto” que vai virar a cidade. E vocês acham que ele tá exagerando?

    Fat Joe — que literalmente não perde um jogo — até virou condutor especial do trem linha 1. As watch parties do lado de fora do Garden já estão tomando a 7th Avenue inteira.

    Olha, eu tô tentando manter os pés no chão aqui, mas não tem como não se empolgar. Os caras estão jogando um basquete ABSURDO, dominaram dois jogos em San Antonio, e agora voltam pra casa podendo fechar a série. Nova York não vê uma coisa dessas desde 1973, galera. É história pura sendo escrita.

  • Thunder vai manter Chet Holmgren apesar da decepção nos playoffs

    Thunder vai manter Chet Holmgren apesar da decepção nos playoffs

    Olha, eu sei que todo mundo ficou meio decepcionado com o Thunder perdendo nas finais da Conferência Oeste pro Spurs. E o Chet Holmgren? Cara, ele mesmo admitiu que não jogou no nível que esperava. Mas calma aí — antes que alguém saia falando que vão trocar o pivô, a situação é bem diferente.

    O Oklahoma City não tem absolutamente nenhuma intenção de se desfazer do Holmgren. E faz todo sentido, né? O cara ainda é jovem, tem potencial absurdo e, convenhamos, uma temporada ruim nos playoffs não apaga tudo que ele mostrou durante a temporada regular.

    Sam Presti vai mexer no elenco, mas com cuidado

    Agora, isso não quer dizer que o Thunder vai ficar parado. Sam Presti tá com aquele problema bom de ter: muito talento, mas precisa lidar com os limites salariais da liga. A expectativa é que ele seja bem ativo, sim, mas mexendo em outras peças.

    As primeiras escolhas do draft de 2026? Essas podem virar moeda de troca. E veteranos como Aaron Wiggins e Isaiah Joe também estão na mira — nada contra eles, mas às vezes você precisa abrir espaço financeiro pra manter os principais.

    Decisões importantes pela frente

    E tem mais coisa rolando por lá. O Thunder precisa decidir sobre as opções de renovação de Lu Dort, Isaiah Hartenstein e Kenrich Williams. Dort, especialmente, é uma peça que eu acho fundamental — defesa de elite e já provou que aguenta a pressão dos playoffs.

    Sinceramente? Acho que o Thunder tá certo em apostar no Holmgren. O cara tem apenas 22 anos e já mostrou que pode ser um dos melhores pivôs da liga. Uma temporada de playoffs ruim não define carreira, e quem acompanha sabe disso.

    E vocês, acham que o Thunder deveria mesmo mexer no elenco ou dar mais uma chance pro grupo atual? Eu tô curioso pra ver como o Presti vai equilibrar essas contas…

  • Wemby admite: ‘Fui mal’. Mas tá tranquilo pro Jogo 2 das Finais

    Wemby admite: ‘Fui mal’. Mas tá tranquilo pro Jogo 2 das Finais

    Cara, vou falar uma coisa: nunca vi um cara de 22 anos tão maduro depois de uma noite ruim nas Finais da NBA. Victor Wembanyama praticamente carregou o San Antonio Spurs até as Finais — algo que eu sinceramente achei impossível nesta temporada — mas no Jogo 1 contra o New York Knicks… bom, acontece.

    Os números até enganam: 26 pontos, 12 rebotes, 3 tocos. Só três caras na história fizeram isso na estreia nas Finais: Shaq, Hakeem e Elvin Hayes. Todos no Hall da Fama. Mas quem assistiu ao jogo sabe que foi miragem pura.

    A realidade foi bem diferente

    O francesão tava nervoso, gente. E olha que é raro ver o Wemby assim. Ele forçou demais nos momentos decisivos, tentando ser o herói como foi contra o Oklahoma City na rodada passada. Resultado? 6 de 21 nos arremessos de quadra. Seis viradas de bola tentando driblar todo mundo. E o pior: deixou o Knicks fazer 50 pontos no garrafão — justamente onde ele manda.

    A estratégia do New York foi genial, não vou mentir. Eles puxavam o Wemby pra fora do garrafão com arremessos contestados, e aí o Karl-Anthony Towns e o Josh Hart aproveitavam pra pegar rebote ofensivo e fazer a cesta fácil. Funcionou perfeitamente.

    “Eu fui mal hoje à noite. Não é mais complicado que isso”, disse o próprio Wemby após a derrota. Gostei da honestidade. Zero de desculpa.

    Mas o cara tá zen pro Jogo 2

    Aqui que fica interessante. Menos de 24 horas depois, o Wembanyama apareceu na coletiva tranquilão, como se fosse um veterano de 15 temporadas. Essa maturidade dele é absurda, sério.

    “A razão de termos perdido não é nem técnica, nem tática”, explicou ele. “Precisamos abordar o jogo com um estado mental melhor. Só precisamos jogar nosso jogo. Só precisamos ser normais.”

    E o que significa ser “normal” pros Spurs? Na visão do Wemby: confiar uns nos outros, confiar no plano de jogo, executar, e não depender só do talento individual pra resolver. Cara, isso aí é papo de veterano mesmo.

    O Towns, que teve uma noite monstro no Jogo 1, até deu uma aula sobre encontrar o equilíbrio entre fazer demais e fazer de menos nos playoffs. “Vem com a experiência”, disse ele. E tá certo.

    Sinceramente? Acho que os Spurs vão se ajustar pro Jogo 2. Eles passaram a temporada toda jogando de um jeito, movimentando bem a bola, confiando no sistema. Uma noite ruim não apaga isso tudo.

    E vocês, acham que o Wemby vai conseguir se redimir no Jogo 2? Ou o nervosismo das primeiras Finais vai pesar mais?

  • Knicks destruíram tudo nos playoffs e já superaram até LeBron

    Knicks destruíram tudo nos playoffs e já superaram até LeBron

    Gente, vocês viram o que aconteceu? Os New York Knicks simplesmente passaram o rodo na Conferência Leste e estão nas Finais da NBA pela primeira vez desde 1999. E não foi só chegar — foi chegar destroçando todo mundo pelo caminho.

    Sinceramente, eu não esperava isso. Varreu os 76ers na segunda rodada, varreu os Cavaliers na final da conferência. 11 vitórias consecutivas nos playoffs, com uma média de vantagem de quase 24 pontos por jogo. Isso é dominação pura, mano.

    O ataque dos Knicks está histórico

    Agora vem o dado mais absurdo: o ataque do New York teve um rating ofensivo de 123.3 pontos nesses playoffs da conferência. Para vocês terem uma ideia do quão monstro isso é, foi a maior eficiência ofensiva de um campeão do Leste desde 2003 — quando começou o formato atual dos playoffs.

    E olha só quem eles superaram: os Cavaliers do LeBron James de 2017. Aquele time que foi para as Finais pela terceira vez consecutiva. Mesmo perdendo para os Warriors na época, aquele Cavs tinha um ataque brutal. E os Knicks de agora conseguiram ser ainda mais eficientes.

    Cara, quem diria? Os Knicks, que passaram décadas sendo motivo de piada, agora estão fazendo história ofensiva.

    Brunson, KAT e a fome de 50 anos

    O trio Jalen Brunson, Karl-Anthony Towns e OG Anunoby está carregando esse time de uma forma que eu não via há muito tempo em Nova York. Brunson virou o líder que o time precisava, KAT finalmente encontrou seu lugar perfeito, e Anunoby… meu, aquele cara é um monstro dos dois lados da quadra.

    Contra os Cavaliers, foram 118.7 pontos de média. Contra os 76ers, absurdos 124.2 pontos por jogo. É basquete de alta qualidade sendo jogado quando mais importa.

    Agora vão enfrentar os San Antonio Spurs nas Finais — curiosamente, o mesmo time que os eliminou em 1999. A história quer se repetir ou os Knicks vão quebrar essa maldição de 51 anos sem título?

    Olha, eu tô começando a acreditar. Esse time tá com uma fome que dá pra sentir daqui do Brasil. E vocês, acham que os Knicks conseguem quebrar o jejum histórico?

  • Holmgren assume responsabilidade após eliminação: ‘Não dá pra fugir’

    Holmgren assume responsabilidade após eliminação: ‘Não dá pra fugir’

    Cara, que frase do Chet Holmgren, hein? “Não dá pra fugir da melhoria”. Depois de uma série complicada contra os Spurs nas Finais da Conferência Oeste, o pivô do Thunder mostrou que tem cabeça de veterano mesmo sendo novato ainda.

    Olha só a realidade: 4 pontos e 4 rebotes no Jogo 7. Apenas 71 pontos na série toda de sete jogos. Numbers que doem, né? Mas a postura do garoto me impressionou. Nada de desculpa, nada de jogar a culpa nos outros.

    A mentalidade que impressiona

    “Sempre vejo assim: não importa se foi bom, ruim, vitória, derrota, seja lá o que for – você tem que continuar melhorando. Essa é a mentalidade”, disse Holmgren após a derrota no sábado.

    Sinceramente? Adorei essa fala. Lembra muito o que os craques brasileiros sempre falam quando as coisas não saem como esperado. É assumir o B.O. e partir pra próxima.

    Mark Daigneault, técnico do Thunder, saiu em defesa do seu pivô. Segundo ele, o que o Chet fez em quadra no Jogo 7 foi muito além do que aparece na estatística. “A corrida no final do segundo quarto que nos colocou de volta no jogo… ele foi peça fundamental de formas que não aparecem visivelmente na súmula.”

    Apoio do vestiário

    E não foi só o técnico não. Shai Gilgeous-Alexander também defendeu o companheiro, deixando claro que o time precisa do Chet pra seguir em frente. Esse apoio é fundamental, principalmente quando você assina um contrato de cinco anos e US$ 239 milhões que começa na próxima temporada.

    Imagina a pressão? Mas pelo que vi da postura do Holmgren, ele tá preparado. O moleque tem 22 anos e já mostra uma maturidade que muito veterano não tem.

    Vocês acham que essa eliminação vai fazer o Chet voltar ainda mais forte na próxima temporada? Na minha opinião, esse tipo de experiência só fortalece um jogador com a mentalidade dele. Thunder tem futuro com esse cara.