Tag: playoffs NBA

  • Jalen Duren desapareceu nos playoffs – Pistons em apuros

    Jalen Duren desapareceu nos playoffs – Pistons em apuros

    Cara, o que tá acontecendo com o Jalen Duren? O pivot dos Pistons que foi All-Star pela primeira vez na carreira simplesmente sumiu nos playoffs. Na derrota de ontem pros Cavaliers por 112-103, o moleque fez apenas 8 pontos e pegou 2 rebotes. Dois rebotes! Um cara de 2,11m pegando dois rebotes numa semifinal de playoff.

    A situação tá ficando preocupante mesmo. Durante a temporada regular, Duren foi um monstro – média de 19.5 pontos acertando 65% dos arremessos e 10.5 rebotes por jogo. Números de MVP candidato, sem brincadeira. Mas aí chegaram os playoffs e o bicho desandou.

    A matemática não mente

    Os números são brutais: em 70 jogos na temporada regular, ele fez menos de 10 pontos apenas 6 vezes. Nos playoffs? Já são 5 jogos com pontuação simples contra os Cavs. Na série, ele tá fazendo só 9.5 pontos e 7 rebotes de média. Uma queda absurda.

    E o pior é que dá pra ver que não é só uma questão técnica. O garoto parece perdido em quadra, sem a confiança que tinha durante o ano. A intensidade dos playoffs claramente pegou ele de surpresa – coisa que acontece com muito rookie, mas Duren já tá na sua terceira temporada.

    Cleveland descobriu a receita

    Sinceramente, acho que os Cavs acharam o ponto fraco dos Pistons. Com Jarrett Allen, Evan Mobley e Dean Wade no garrafão, eles criaram uma muralha que tá incomodando demais o Duren. O cara não consegue respirar perto da cesta.

    Defensivamente então, nem se fala. Onde tá aquele pivot intimidador que protegia o aro durante a temporada? Mobley tá passeando no garrafão como se fosse treino.

    Caris LeVert salvou saindo do banco com 24 pontos, e o Cade Cunningham fez o dele com 19 pontos e 6 assistências (mas 5 turnovers que doeram). Só que numa série equilibrada dessas, você precisa que TODOS apareçam.

    Com a série empatada em 2-2 e o jogo 5 voltando pra Detroit na quarta, o Duren precisa acordar urgente. Porque se continuar assim, essa campanha histórica dos Pistons vai pelo ralo. E aí, vocês acham que ele aguenta a pressão ou vai continuar sumido nos momentos decisivos?

  • Mitchell fez 39 no segundo tempo e virou os playoffs pro Cleveland

    Mitchell fez 39 no segundo tempo e virou os playoffs pro Cleveland

    Cara, eu ainda tô processando o que eu vi ontem à noite. Donovan Mitchell simplesmente decidiu que ia destruir todo mundo no segundo tempo e empatar a série pros Cavaliers. 39 pontos em dois quartos. Trinta e nove!

    O mais absurdo? O cara tinha feito apenas 4 pontos no primeiro tempo. Quatro. Eu já tava pensando que ia ser uma noite perdida pro Mitchell, mas aí ele voltou do intervalo como se fosse outro jogador.

    A virada que mudou tudo

    O jogo virou numa sequência de 6 minutos no começo do terceiro quarto — os Cavs fizeram uma corrida de 24-0 que simplesmente acabou com o jogo. Mitchell meteu 21 pontos só no terceiro quarto, acertando 8 de 9 arremessos. Isso é coisa de videogame, pessoal.

    Cleveland saiu de 4 pontos atrás no intervalo pra 18 na frente, e o Detroit nunca mais conseguiu voltar pro jogo. Final: 112-103 para os Cavaliers, série empatada em 2-2.

    Sinceramente? Eu não esperava essa do Mitchell depois daquele primeiro tempo horroroso (1/8 nos arremessos). Mas é isso que separa os grandes dos bons — a capacidade de simplesmente apagar tudo e começar do zero.

    Harden segurou as pontas

    E vamos dar o crédito pro James Harden também. Enquanto o Mitchell tava travado no primeiro tempo, foi o Barba que manteve Cleveland vivo no jogo. 15 pontos e 6 assistências só na primeira metade, praticamente carregando o time nas costas.

    No final, Harden terminou com 24 pontos e 11 assistências. Evan Mobley ajudou com 17 pontos. Mas a noite foi mesmo do Mitchell — 43 pontos no total, sendo que 39 vieram no segundo tempo (empatando um recorde da era moderna dos playoffs).

    Do lado do Detroit, foi aquela coisa: Cade Cunningham até que se esforçou (19 pontos), mas precisou de 16 arremessos. Jalen Duren sumiu (só 8 pontos), e Tobias Harris foi ineficiente demais — 16 pontos em 17 tentativas.

    O banco do Detroit até salvou com Caris LeVert (24 pontos) e Paul Reed (15), mas não foi suficiente quando o Mitchell decidiu virar o Superman.

    Agora é jogo 5 em Detroit na quarta-feira, e aqui tá uma estatística que me preocupa: Cleveland é 6-0 em casa nesses playoffs, mas 0-5 fora. E aí, acham que eles conseguem quebrar essa maldição jogando no Auburn Hills?

    Série empatada, melhor de três agora. Do jeito que o Mitchell tá jogando, qualquer coisa pode acontecer.

  • Lakers na corda bamba: podem ser os primeiros a virar de 0-3?

    Lakers na corda bamba: podem ser os primeiros a virar de 0-3?

    Cara, que situação bizarra pros Lakers. Lembra quando eles meteram 3-0 nos Rockets na primeira rodada? Pois é, agora estão do outro lado da moeda — perderam os três primeiros jogos pro Thunder e podem tomar uma varrida histórica.

    E não é que estão perdendo apertado não. Oklahoma City está destruindo: média de vitória por 19.6 pontos e um net rating de +20. É um absurdo. Pra piorar, os Lakers perderam TODOS os quatro jogos da temporada regular contra o Thunder. E agora vão pro Jogo 4 sem o Luka Dončić? A casa de apostas já cravaou: Thunder favorito com odds de -560.

    “A gente não desiste”

    Mas olha só o que o Austin Reaves falou depois do Jogo 3:

    “Você só chega e compete. É um monte de caras neste vestiário que são competidores. Basicamente, a mensagem depois do jogo foi que vamos chegar aqui na segunda-feira e vamos ganhar. Obviamente, a situação é uma merda, mas isso não nos dá licença para desistir.”

    Sinceramente? Eu admiro essa mentalidade. Porque olhando de fora, tá difícil achar onde os Lakers podem incomodar.

    JJ Redick tentando de tudo

    O técnico JJ Redick não tá de braços cruzados. Mudou a defesa, conseguiu segurar um pouco o Shai Gilgeous-Alexander (que é um monstro), botou até jogadores que nem estavam na rotação como o Maxi Kleber e o Adou Thiero em quadra.

    Mas aí que tá o problema — o Thunder tem MUITA gente boa. Como o próprio Redick disse: “Eles precisam de arremessadores? Beleza. Precisam de vários alas defensivos? Beleza. Precisam de dois pivôs? Beleza.”

    É um time completíssimo mesmo. Campeão defensor que ainda não perdeu um jogo nestes playoffs. E os Lakers vão tentar fazer história sendo o primeiro time a virar de 0-3 numa série melhor de sete?

    Nunca aconteceu antes na NBA. Alguém vai ser o primeiro eventualmente. Será que pode ser agora?

    LeBron aos 41 anos jogando mais de 30 minutos por jogo, Marcus Smart grudando no SGA… o esforço tá lá. Mas como disse o próprio King: “Obviamente, tudo. Tudo e mais um pouco para vencer um time como este.”

    Vocês acham que os Lakers conseguem pelo menos evitar a varrida na segunda-feira? Porque olhando essa série, tá parecendo que o Thunder tá jogando num nível muito acima mesmo.

  • Mitchell quebra tudo: 39 pontos no 2º tempo empata série histórica

    Mitchell quebra tudo: 39 pontos no 2º tempo empata série histórica

    Gente, o que o Donovan Mitchell fez ontem à noite foi simplesmente ABSURDO. O cara saiu do intervalo como se fosse o próprio demônio e meteu 39 pontos no segundo tempo — igualando o recorde histórico dos playoffs da NBA. Resultado? Cavs virou o jogo e empatou a série em 2-2 contra os Pistons.

    A virada mais insana que você vai ver

    Olha só a loucura: Cleveland estava perdendo por 56-52 no intervalo. Mitchell tinha feito apenas 4 pontos no primeiro tempo (sim, QUATRO). Aí o maluco simplesmente resolveu que ia jogar videogame na vida real.

    21 pontos só no terceiro período. E não para por aí — os Cavs abriram o segundo tempo com uma sequência de 25-0. Vinte e cinco a zero, meus amigos! Virou 75-56 e game over para Detroit.

    “Pedi desculpas pro grupo”, disse Mitchell sobre sua conversa no vestiário. “Falei pros caras que a culpa era minha. Tentei fazer uma declaração no segundo tempo.” E que declaração, hein?

    Números que fazem você questionar a realidade

    Mitchell fechou a noite com 43 pontos, 5 rebounds e 2 assistências. Seus 39 pontos no segundo tempo empataram com Sleepy Floyd pelo recorde histórico de pontos em um tempo só nos playoffs. Isso é de outro mundo, cara.

    E tem mais: foi o quinto quarto de 20+ pontos dele nos playoffs, empatando com Stephen Curry e Jamal Murray. O cara tá virando lenda mesmo.

    James Harden também fez a sua parte com 24 pontos e 11 assistências. Depois de ser meio fantasma nos dois primeiros jogos, o barbudo tá finalmente mostrando por que Cleveland foi atrás dele no trade deadline.

    Agora a coisa ficou séria

    Evan Mobley quase conseguiu um 5×5 (17 pontos, 8 rebounds, 5 assistências, 5 tocos e 3 roubos), mostrando por que é candidato a Defensor do Ano. Esse time dos Cavs quando engata é perigoso demais.

    Sinceramente? Eu não esperava essa reação depois deles saírem perdendo por 2-0. Mas agora com a série empatada, qualquer coisa pode acontecer. E vocês, acham que Cleveland consegue manter esse ritmo ou foi só uma noite mágica do Mitchell?

    Uma coisa é certa: vamos ter mais um jogaço pela frente. E se o Mitchell mantiver esse nível… Detroit que se prepare.

  • Austin Reaves é um monstro: voltou antes do esperado da lesão

    Austin Reaves é um monstro: voltou antes do esperado da lesão

    Gente, vou falar uma coisa pra vocês: Austin Reaves é diferenciado. O cara simplesmente não aceita ficar de fora. E agora descobrimos que ele voltou da lesão no oblíquo muito antes do que os próprios Lakers esperavam.

    Pra quem não lembra, o Reaves sofreu uma lesão grau 2 no oblíquo e a previsão inicial era de 4 a 6 semanas fora. Os Lakers achavam que só iam ver ele de volta nas finais de conferência — se chegassem lá. Mas o maluco provou mais uma vez que é pura raça.

    Dedicação de outro nível

    O que o Reaves fez pra voltar rápido é de impressionar. O cara saía de casa todo dia às 7h30 da manhã pra fazer tratamento e só voltava às 8 da noite. Doze horas por dia focado na recuperação, mano. Doze horas!

    “Eu estava ficando louco tentando voltar”, contou o próprio Austin. E olha, dá pra entender perfeitamente — ver o time nos playoffs e não poder ajudar deve ser uma tortura pra qualquer competidor de verdade.

    A câmara hiperbárica virou praticamente a segunda casa dele. Enquanto a galera estava relaxando, o Reaves estava lá, fazendo de tudo pra acelerar a cicatrização. Sinceramente, não sei se eu teria essa disciplina toda.

    Voltou e fez a diferença

    E o resultado? O cara não só voltou como foi titular no jogo 5 contra os Rockets e ajudou os Lakers a passar de fase. Isso mesmo, uma série que muita gente achava que LA ia perder.

    Contra o Thunder na segunda rodada, ele continuou jogando muitos minutos e no jogo 2 fez 31 pontos — recorde pessoal dele nos playoffs. Trinta e um pontos! É ou não é jogador franquia?

    Olha, eu sempre soube que o Reaves era especial, mas essa história da recuperação mostra o nível de profissional que ele é. O cara literalmente fez o impossível pra estar em quadra quando o time mais precisava dele.

    Vocês acham que essa dedicação dele vai inspirar o resto do elenco dos Lakers? Porque pra mim, quando você vê um companheiro fazendo esse tipo de sacrifício, não tem como não se motivar também.

  • Wemby perdeu a linha nos Spurs? O que rolou contra Minnesota

    Wemby perdeu a linha nos Spurs? O que rolou contra Minnesota

    Cara, eu vi o jogo ontem e fiquei meio dividido. De um lado, o Victor Wembanyama deu uma cotovelada no Naz Reid que foi… bem, foi proposital mesmo. Do outro lado, sinceramente? Eu entendo.

    Olha, quem acompanha a série sabe que Minnesota tá jogando um basquete bem físico — pra não dizer violento — contra o francês. Os caras tão literalmente agarrando, empurrando, fazendo de tudo pra tirar o Wemby do ritmo. E a arbitragem? Permitindo essa putaria toda.

    A cotovelada que mudou tudo

    Não vou passar pano não: o que o Victor fez foi errado e custou o jogo pros Spurs. Mas mano, quantas vezes você vai apanhar calado? O moleque tem 2,24m e pesa uns 95kg molhados — todo mundo acha que pode bater nele sem consequência.

    A real é que essa cotovelada não veio do nada. Foi o resultado de três jogos sendo maltratado pelos Timberwolves, com os árbitros fingindo que não veem. É como aquele ditado: “se você não pode com eles, junte-se a eles”. Só que nesse caso é “se eles vão jogar sujo, eu também vou”.

    Contexto que ninguém fala

    Vocês acham que foi só impulso? Eu não acho. Wemby é inteligente demais pra isso. Na minha visão, ele mandou um recado: “ó, podem parar com essa palhaçada porque eu também sei jogar esse jogo”.

    Claro que no Twitter tá todo mundo revoltado, fazendo comparação com as piores cotoveladas da história da NBA. Mas rapaz, vamos com calma. Uma coisa é o que o Draymond Green faz toda semana, outra coisa é um moleque de 20 anos que nunca tinha feito isso perdendo a paciência depois de apanhar por três jogos seguidos.

    E outra: onde tavam os companheiros de equipe defendendo o cara? Alguém tinha que ter partido pra cima antes, mostrado que mexer com o Wemby tem consequência. Mas não, deixaram o garoto se virar sozinho até ele explodir.

    Lição aprendida?

    O problema é que agora os Spurs estão 3-1 na série e praticamente eliminados. Foi uma lição cara pra aprender. Wemby vai sair dessa mais esperto, mais preparado pra lidar com a pressão física da NBA.

    Porque vamos combinar: no próximo jogo que ele enfrentar Minnesota, ninguém vai querer testar os limites dele de novo. Missão cumprida, mesmo que tenha custado a eliminação.

    E aí, vocês acham que o Wemby fez certo em mandar o recado? Ou era melhor continuar apanhando calado?

  • 76ers vão mexer em tudo depois da varrida dos Knicks

    76ers vão mexer em tudo depois da varrida dos Knicks

    Cara, que diferença oito dias fazem na NBA. Os 76ers estavam voando depois de eliminar os Celtics em sete jogos — Tyrese Maxey e VJ Edgecombe jogando um absurdo, Paul George finalmente saudável, e o Embiid dominando o garrafão. Parecia que Philadelphia ia longe mesmo.

    Aí veio a realidade: os Knicks simplesmente destruíram os Sixers. Varrida. Quatro jogos, perdendo por uma média de 22.5 pontos. No último jogo levaram 30 pontos de diferença e a coisa acabou já no primeiro quarto.

    A casa vai cair em Philly

    Agora tá todo mundo na berlinda por lá. Daryl Morey (presidente) e Nick Nurse (técnico) vão ter seus empregos reavaliados, segundo fontes da liga. A diretoria ainda não bateu o martelo, mas imagino que não deve estar nada fácil pra ninguém.

    O que mais me chamou atenção foi saber das tensões internas durante toda a temporada. Teve treta entre Embiid e a diretoria, discussões entre jogadores e comissão técnica que quase derreteram um treino… Mano, que ambiente!

    E olha só a ironia: a única jogada do trade deadline foi mandar o Jared McCain embora pra ficar sob o salary cap. O moleque tá voando em Oklahoma City, até 18 pontos saindo do banco nos playoffs contra os Lakers. Dói, né?

    O problema Embiid

    Sinceramente, acho que o maior dilema dos Sixers é o próprio Embiid. O cara é um monstro quando joga — isso ninguém discute. Mas como você monta um time competitivo em cima de alguém que jogou só 38 partidas na temporada regular?

    Desde dezembro de 2023, Embiid não consegue fazer seis jogos consecutivos. Nos playoffs contra os Knicks, perdeu mais um jogo por lesão. É frustrante demais pra uma franquia que quer brigar pelo título.

    O próprio Embiid admitiu: “Temos que melhorar de cima a baixo. Diretoria, jogadores, técnicos, todo mundo precisa evoluir.” Pelo menos ele tem noção do buraco que estão.

    E agora, como sair dessa?

    O problema é que não tem saída fácil. Embiid tem garantidos US$ 188 milhões pelos próximos três anos. Paul George, US$ 54 milhões na próxima temporada. Com os históricos de lesão dos dois, qualquer troca vai exigir que Philadelphia mande picks de primeira rodada junto — e não seria só um pick, não.

    Na minha visão, a solução passa por construir ao redor do Maxey, que virou claramente o melhor jogador do time. O moleque tem só 24 anos e já mostrou que aguenta a pressão. Junto com o Edgecombe, podem formar uma dupla de armadores devastadora.

    Mas aí fica a pergunta: vocês acham que Embiid vai aceitar um papel menor? E a torcida de Philly, que já sofreu tanto, vai ter paciência pra mais uma reconstrução?

    Uma coisa é certa: depois dessa varrida humilhante, alguma coisa vai ter que mudar nos Sixers. A questão é se vão ter coragem de fazer as mudanças certas ou se vão só trocar o técnico e torcer pro melhor.

  • Thiero tem chance de ouro nos playoffs pra garantir futuro nos Lakers

    Thiero tem chance de ouro nos playoffs pra garantir futuro nos Lakers

    Cara, tem uma história bem legal rolando nos playoffs dos Lakers que talvez vocês não estejam prestando atenção. O Adou Thiero, rookie que mal jogou na temporada regular, tá aproveitando uma oportunidade de ouro pra mostrar serviço quando mais importa.

    A situação é a seguinte: com o Jarred Vanderbilt machucado (luxação no mindinho, que dor) e o Luka Doncic ainda fora por conta da lesão na coxa, o garoto finalmente ganhou minutos nos playoffs contra o Thunder. E olha, não tá fazendo feio não.

    O conselho do craque

    Antes de entrar em quadra no Jogo 2, o próprio Luka foi lá dar uma força pro novato. “Ele só me disse pra jogar com raça, fazer o que eu sei e não complicar”, contou Thiero. Imagina a pressão de estrear nos playoffs da NBA? Eu ficaria tremendo só de pensar.

    Mas o moleque mostrou personalidade. Em 6 minutos no segundo quarto, pegou 3 rebotes e trouxe exatamente o que o JJ Redick queria: energia e fisicalidade. Duas coisas que os Lakers tão precisando desesperadamente contra esse Thunder cascudo.

    Crescendo quando mais precisa

    A boa impressão rendeu mais minutos no Jogo 3. Thiero foi o cara que mais rebotou no time (8 em 13 minutos!), sendo 5 defensivos e 3 ofensivos. Pra um novato de 1,90m que mal tinha jogado antes, isso aí é coisa de veterano.

    “Orei por momentos assim e trabalhei por momentos assim”, disse o garoto. Sinceramente, dá até arrepio ouvir isso. É disso que a NBA é feita — dessas histórias de superação.

    Claro que ainda tá aprendendo. Tomou uma falta boba de tela móvel no terceiro quarto, deixou de arremessar em algumas jogadas… Normal, né? O cara só tinha 149 minutos na temporada regular antes dos playoffs começarem.

    O futuro dos Lakers pode estar nas mãos dele

    Aqui que fica interessante a parada. Se os Lakers querem brigar de igual pra igual com Thunder e Spurs no futuro, precisam desenvolver caras como o Thiero. Jogadores jovens, baratos, que você pode contar quando a casa cai.

    O Austin Reaves já era essa peça, mas agora tá com 27 anos, veterano de 5 temporadas e vai receber uma grana preta na offseason. O Max Christie tava virando isso também, mas foi embora na troca pelo Luka.

    Os picks de 2023 (Jalen Hood-Schifino e Maxwell Lewis) nem na NBA estão mais. É cruel esse negócio. Já o Dalton Knecht e o Bronny James só jogaram lixo time contra o Thunder.

    Por isso que essa série tá sendo um teste de fogo pro Thiero. Com 1,90m, 100kg, atletismo absurdo e essa capacidade de salto que impressiona, ele pode ser exatamente o tipo de jogador que os Lakers precisam desenvolver.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar na rotação? Porque olhando esses primeiros playoffs, eu tô começando a acreditar que o garoto pode ser uma grata surpresa.

  • McBride vira estrela e Knicks fazem chuva de 3 na varredura dos 76ers

    McBride vira estrela e Knicks fazem chuva de 3 na varredura dos 76ers

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite na Filadélfia. Os Knicks simplesmente DESTRUÍRAM os 76ers por 144-114 no jogo 4 e fecharam a série com uma varredura histórica. E quem foi o protagonista? Miles McBride. Isso mesmo, o Miles McBride que praticamente ninguém conhecia há duas semanas.

    O garoto entrou no lugar do OG Anunoby machucado e decidiu que ia virar o Michael Jordan da noite para o dia. 25 pontos acertando 7 de 9 tentativas do perímetro. SETE DE NOVE DE TRÊS! Eu tô maluco ou isso aí é coisa de videogame?

    A chuva que destruiu a Filadélfia

    Mas não foi só o McBride não. Os Knicks como um todo resolveram que ia ser uma aula de arremesso de longa distância. 24 cestas de três em 43 tentativas. No primeiro quarto foram 11 acertos em 13 tentativas – vocês conseguem imaginar isso? Eu assisti e ainda não acredito.

    No intervalo já era 78-53, com 17 bolas de três convertidas. Os 76ers nem sabiam onde enfiar a cara, sinceramente. Jalen Brunson colaborou com 22 pontos, Karl-Anthony Towns fez um double-double (17 pontos e 10 assistências) e Josh Hart quase chegou lá também com 17 e 9 rebotes.

    De cirurgia à glória em questão de semanas

    A história do McBride é surreal, gente. O cara voltou de uma cirurgia de hérnia em março, mal apareceu em oito jogos, e de repente vira titular porque o Anunoby se machucou no jogo 2. É desses roteiros que a NBA entrega de vez em quando que deixam a gente de queixo caído.

    Anunoby estava voando nos playoffs (21.4 pontos e 7.5 rebotes por jogo), se machucou numa penetração boba, e abriu espaço para essa pérola que estava guardada no banco. Às vezes o basquete é poético demais, não é?

    E olha que varredura não é brincadeira na NBA, viu? A última dos Knicks foi em 1999 – eu tinha 8 anos! Agora eles estão nas finais do Leste pelo segundo ano seguido. Vocês acham que conseguem chegar nas Finais mesmo? Porque depois de uma performance dessas, eu tô começando a sonhar alto…

    Os 76ers simplesmente não tiveram resposta. Quando o time adversário acerta 24 de três e você não tem nenhum plano B, é isso que acontece. Uma surra histórica em casa, na frente da torcida. Deve estar doendo até agora.

  • Knicks destroíram os 76ers com chuva de 3 pontos histórica na varrida

    Knicks destroíram os 76ers com chuva de 3 pontos histórica na varrida

    Cara, eu ainda tô processando o que rolou ontem à noite no Xfinity Mobile Arena. Os Knicks simplesmente destruíram os 76ers por 144 a 114 e fecharam a série em 4-0. Cento e quarenta e quatro pontos. Em um jogo de playoff. É o maior placar da franquia na pós-temporada!

    O que mais me impressionou? A chuva de três pontos foi absolutamente surreal. Os caras acertaram 25 de 44 tentativas do perímetro (56,8%), igualando o recorde da NBA em jogos de playoff. No primeiro quarto foram 11 de 13 – sim, você leu certo. Onze de treze no primeiro quarto!

    Miles McBride virou o protagonista

    Com OG Anunoby fora por lesão, McBride ganhou mais uma chance de titular e, meu amigo, ele não desperdiçou. Terminou a noite com 25 pontos, acertando 7 de 9 do perímetro. No primeiro tempo já tinha 20 pontos e estava 6/7 de três.

    Sinceramente? Eu não esperava que ele conseguisse manter esse nível depois daquela explosão inicial, mas o garoto provou que tá preparado para esses momentos grandes. E olha que não foi só ele – Brunson (6/10 de três), Hart (4/6) e até Shamet saindo do banco com 4/6. Todo mundo pegou fogo.

    Show de horror dos Sixers

    Do outro lado, que tristeza ver o Embiid tentando carregar esse time nas costas. O cara fez 24 pontos acertando TODOS os oito arremessos de quadra, mas não tinha como segurar essa avalanche sozinho.

    Os 76ers erraram tudo que podiam errar: apenas 8 de 35 do perímetro (23%) e tomaram uma surra no rebote (47-30). Quando você vê a casa dos Sixers com gritos de “Let’s go, Knicks!” nos minutos finais, você sabe que foi uma humilhação completa.

    Knicks em outro nível

    Essa foi a sétima vitória consecutiva dos Knicks, com uma média de diferença absurda: 26,4 pontos por jogo. Quatro dessas vitórias foram por 29 pontos ou mais. As duas vitórias que fecharam as séries contra Hawks e Sixers somadas? 81 pontos de diferença.

    Agora eles vão para a final da Conferência Leste contra Pistons ou Cavaliers, e eu tô começando a sonhar alto aqui. Vocês acham que esse time tem cara de quem pode chegar nas Finais pela primeira vez desde 1999?

    O descanso até o próximo jogo vai ser fundamental, especialmente para a volta do Anunoby. Com ele de volta e essa química ofensiva funcionando, os Knicks podem ser o time mais perigoso dos playoffs. E aí, será que conseguem manter essa pegada monstruosa?