Tag: playoffs NBA

  • Mike Brown zoou a própria cara: ‘Tô fazendo trabalho porco’

    Mike Brown zoou a própria cara: ‘Tô fazendo trabalho porco’

    Gente, vocês precisam ver essa! O Mike Brown dos Knicks simplesmente roubou a cena ontem depois da vitória por 109-94 sobre os Sixers. O cara interrompeu uma entrevista do Karl-Anthony Towns pra literalmente zoar o próprio trabalho como técnico. Eu tô rindo até agora.

    A situação foi assim: o KAT tava respondendo uma pergunta sobre os ajustes ofensivos do time quando o Brown simplesmente invadiu a entrevista e soltou: “Ele vai falar a verdade, o Mike fez um trabalho porco, mas o Mike tá tentando e o KAT e o resto dos jogadores tão carregando minha bunda grande nas costas.”

    Cara, que humildade (e senso de humor) é essa? 😂

    Knicks a um passo da final do Leste

    Mas olha, por mais que o Brown tenha zoado a própria cara, o trabalho dele tá funcionando. Os Knicks estão 3-0 na série contra os Sixers e a uma vitória da segunda final consecutiva do Leste. São seis vitórias seguidas nos playoffs — um momentum absurdo.

    E isso jogando o Jogo 3 sem o OG Anunoby, que é peça importante na defesa. Mostra como esse elenco tá entrosado e confiante.

    O Jalen Brunson mais uma vez comandou a parada com 33 pontos e 9 assistências. Começou mal (2/8 nos primeiros arremessos), mas se encontrou no jogo e fechou quando precisava. Esse cara virou craque mesmo, não tem jeito.

    Sixers em desespero total

    Do outro lado, que desastre pros Sixers depois do primeiro quarto. O Paul George simplesmente sumiu de campo — errou TODOS os nove arremessos depois do primeiro período. Zero pontos nos três quartos finais. Como assim?

    O Embiid voltou e fez 18 pontos em 35 minutos, mas não foi suficiente. O time que começou com 12 pontos de vantagem no primeiro quarto virou pó nas outras três parciais.

    Agora a matemática é cruel: nenhum time na história da NBA conseguiu se recuperar de um 0-3 em playoff de melhor de sete jogos. Os Sixers precisam de um milagre.

    E aí, vocês acham que os Knicks fecham em casa no próximo jogo ou dão bobeira? Porque sinceramente, depois de ver o Brown zoando a própria cara desse jeito, eu tô achando que esse time tá muito relaxado pra deixar escapar agora.

  • Cavs vencem jogo 3 com show de Mitchell e Harden clutch

    Cavs vencem jogo 3 com show de Mitchell e Harden clutch

    Que jogaço foi esse domingo em Cleveland! Os Cavaliers venceram os Pistons por 116-109 no jogo 3, e cara, foi daqueles jogos que a gente não esquece. Donovan Mitchell simplesmente resolveu destruir tudo com 35 pontos, enquanto James Harden apareceu na hora que mais precisava.

    Olha só esse dado absurdo: os Cavs agora têm 15 vitórias em 16 jogos quando Mitchell marca 35 ou mais pontos nesta temporada. Quinze de dezesseis! É o cara carregando o time nas costas mesmo.

    Mitchell no garrafão foi um monstro

    O que mais me impressionou foi como o Mitchell atacou a cesta. Ele converteu 6 de 8 arremessos na área restritiva — basicamente uma bandeja atrás da outra. Nos dois primeiros jogos da série, ele tinha tentado apenas UM arremesso ali dentro. Um!

    Mas tem um porém: de três ele continua sofrendo, acertando só 2 de 8. Tá com apenas 32,2% do perímetro nos playoffs. Sinceramente, se ele conseguir encontrar o arremesso de três, esse time dos Cavs vai longe.

    E vocês sabiam que Mitchell pegou 10 rebotes? O cara não fazia um double-double desde 31 de dezembro. Tá jogando em todas as áreas da quadra.

    Detroit quase virou de novo

    Os Pistons começaram mal demais — erraram 13 arremessos de três seguidos do primeiro ao terceiro quarto. Treze! Mas aí que entra a magia dos playoffs: eles fecharam o jogo acertando 7 de 10 da linha dos três pontos. Quase roubaram o jogo.

    Cade Cunningham fez um triple-double de 27 pontos, mas perdeu a bola 8 vezes. É aquela coisa de jovem ainda — faz plays absurdos mas às vezes força demais a jogada.

    O que mais me preocupou foi o rebote ofensivo: Detroit pegou 16 segundas chances contra apenas 6 dos Cavs. Kenny Atkinson, técnico de Cleveland, falou que isso é “insustentável” pra ganhar jogos. E ele tá certo.

    A série tá pegando fogo

    Os Cavs acertaram 84% dos arremessos na área restritiva — um percentil 92 nos playoffs. Quando eles atacam a cesta assim, fica difícil parar. 40% de todos os arremessos foram no garrafão.

    E aí, o que vocês acham? Os Cavaliers conseguem manter esse nível ofensivo ou Detroit vai ajustar a defesa? Uma coisa é certa: com Mitchell jogando assim e Harden aparecendo nos momentos decisivos, essa série promete muito mais emoção.

    Sam Merrill voltou da lesão no tendão e jogou só 14 minutos, mas os Cavs tiveram rating ofensivo de 130.4 com ele em quadra. Peça importante voltando na hora certa!

  • Thunder a uma vitória das finais do Oeste após massacre nos Lakers

    Thunder a uma vitória das finais do Oeste após massacre nos Lakers

    Cara, o Thunder simplesmente destruiu os Lakers ontem à noite em Los Angeles. 131 a 108. Uma surra dessas que até dói de ver se você torce pelo time de casa.

    Com essa vitória, o Oklahoma City chegou a 3-0 na série e está a apenas uma vitória das finais da Conferência Oeste. E olha só que estatística absurda: nenhum time na história da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 3-0 nos playoffs. Nenhum. É praticamente uma sentença de morte.

    SGA comandou, mas Mitchell foi a surpresa

    Shai Gilgeous-Alexander fez o que já é rotina: comandou o ataque com 23 pontos e 9 assistências. O cara começou frio, errando tudo (2/11 nos primeiros arremessos), mas é desses jogadores que não se abala. Terminou com números sólidos e mais uma vez mostrou porque está na conversa de MVP.

    Mas a grande surpresa foi Ajay Mitchell. Monstro! 24 pontos e 10 assistências para o primeiro double-double dele nos playoffs. O belga não errou praticamente nada (10/17 do campo) e não perdeu uma bola sequer. Sinceramente, eu não esperava esse nível dele tão cedo na carreira.

    Profundidade que assusta

    Sete jogadores do Thunder terminaram com dois dígitos. Sete! Isso é profundidade de dar inveja em qualquer técnico da liga. Chet Holmgren contribuiu com 18 pontos e 9 rebotes, Cason Wallace acertou três bolas de três só no primeiro quarto…

    O jogo virou completamente no terceiro quarto. Os Lakers até estavam na frente no intervalo (59-57), mas aí veio o tsunami: 21-6 pro Thunder logo no começo da segunda etapa. Foi um show de basquete coletivo que deixou qualquer um babando.

    Os números finais do Thunder foram absurdos: 56,4% nos arremessos de quadra, 44,7% do perímetro e apenas 9 turnovers. Controlaram o garrafão também, fazendo 54 pontos na área contra 32 dos Lakers.

    LeBron não conseguiu salvar

    Do lado dos Lakers, LeBron fez 19 pontos, Austin Reaves 17, mas não foi suficiente nem de longe. Rui Hachimura até tentou com 21 pontos, mas quando o time adversário está jogando desse jeito, não tem muito o que fazer.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem pelo menos ganhar uma em casa? Porque pelo jeito que o Thunder está jogando (7-0 nos playoffs!), parece que essa série já acabou. O jogo 4 é segunda-feira, ainda em Los Angeles, e pode ser o último da temporada dos Lakers.

    Na minha opinião, esse Thunder está com cara de time campeão. Jovem, profundo, e jogando um basquete que é uma beleza de se ver. Se continuar assim, vai dar trabalho pra qualquer um que vier pela frente nas finais do Oeste.

  • 76ers encostados na parede: só um milagre salva a temporada

    76ers encostados na parede: só um milagre salva a temporada

    Cara, eu tô vendo essa série dos Sixers contra os Knicks e, sinceramente, tá difícil de engolir. Game 3 era AQUELE jogo — Joel Embiid voltando, OG Anunoby machucado do lado dos Knicks. Parecia que finalmente ia dar certo pro Philadelphia. Mas não deu. 108-94 pros Knicks, e agora é 3-0 na série.

    Olha, eu entendo que voltar de 3-0 é praticamente impossível (só aconteceu quatro vezes na história da NBA), mas cara… os Sixers tão jogando como se já tivessem entregado os pontos.

    O primeiro quarto iludiu todo mundo

    O primeiro período foi absurdo. Paul George metendo 15 pontos, aquele step-back de três que foi pura arte, VJ Edgecombe voando com enterradas em sequência. Os Sixers abriram dupla vantagem e eu já tava sonhando com a virada épica.

    Aí veio a realidade. Do segundo quarto pra frente, virou aquela coisa: Jalen Brunson fazendo o que quer na quadra, os Knicks pegando rebote ofensivo à vontade, e o Philadelphia simplesmente sumindo de quadra.

    Brunson tá virando pesadelo recorrente

    Esse menino do Brunson tá impossível de parar. 33 pontos no Game 3, acertando de todo lugar, indo pra linha de lance livre quando quer. Os Sixers tentaram de tudo: colocaram Quentin Grimes, Kelly Oubre Jr., até o próprio Edgecombe pra marcar ele. Mudaram a cobertura no pick-and-roll, fizeram Embiid vir mais alto, testaram lineups menores…

    Nada funcionou. E olha que não é por falta de tentar, viu? O problema é que o Embiid não tá 100% fisicamente, então quando o Brunson força a troca ou ataca o garrafão, sobra espaço pra ele ou pros companheiros.

    É frustrante porque você vê que o talento tá ali, mas a execução…

    Os detalhes que fazem a diferença

    Uma coisa que me incomoda muito é o rebote. No segundo quarto do Game 3, os Knicks pegaram CINCO rebotes ofensivos. Cinco! Isso resultou em 20 pontos de segunda chance no jogo todo. Cara, contra um time que já tá jogando melhor que você, dar essas oportunidades extras é pedir pra perder.

    Eu sei que a temporada foi longa, que os caras chegaram cansados depois daquela virada histórica contra o Celtics (3-1 pra baixo, nunca esqueço). Mas isso não pode ser desculpa pra não brigar por cada rebote.

    O Kelly Oubre Jr. foi praticamente o único que apareceu no Game 3. 22 pontos, 8 rebotes, cortando bem, acertando de três. Mostra que quando os caras se dedicam, o talento aparece.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem pelo menos evitar a vassourada no Game 4? Porque sinceramente, do jeito que tá, vai ser difícil…

  • JJ Redick admite: Lakers não conseguem parar banco do Thunder

    JJ Redick admite: Lakers não conseguem parar banco do Thunder

    Cara, a situação dos Lakers tá feia. 0-2 na série contra o Thunder e o JJ Redick foi bem direto na coletiva: o problema não é só o Shai Gilgeous-Alexander. Na verdade, é justamente quando o cara sai de quadra que a coisa desanda.

    Olha que absurdo: os Lakers têm focado tanto em parar o Shai que esqueceram do resto do time. E aí? Ajay Mitchell e Jared McCain estão destruindo nos minutos sem o astro em quadra. Mitchell fazendo média de 19 pontos com 51% de aproveitamento, McCain com 15 pontos e 60% de acertos. Monstro demais.

    Chet Holmgren virou pesadelo no garrafão

    Mas o que mais tá doendo é o Chet Holmgren. O pivô tá dominando o rebote ofensivo e criando segundas chances que tão matando os Lakers. São 3.0 rebotes ofensivos por jogo contra LA, mais que o dobro do que fez contra Portland (1.3).

    “Mitchell e McCain têm nos machucado nesses minutos sem Shai, e o Chet nos machucou o jogo inteiro”, disse Redick. E completou: “Você tem que estar disposto a aceitar algumas coisas. O Shai jogando um contra um até agora na série, nós não estávamos dispostos a aceitar.”

    Sinceramente? Eu entendo a estratégia de duplar o Shai, mas quando você deixa caras como Mitchell e McCain livres, dá nisso. E o pior: eles tão jogando acima da média da temporada regular.

    A solução existe, mas falta consistência

    O técnico dos Lakers não jogou a toalha. Ele acredita que a fórmula pra parar esses caras existe – só precisa ser mais consistente. “Falamos sobre isso o tempo todo, aquele primeiro toque físico. Fizemos isso às vezes, só precisamos ser mais consistentes”, explicou.

    Austin Reaves já mostrou como se faz, dando aquele primeiro contato no Mitchell e impedindo ele de chegar na área. Rui Hachimura também fez uma boa marcação no Holmgren, forçando um arremesso de longe que errou feio.

    Mas aí que tá: fazer uma vez ou outra não adianta. No playoff, ou você é físico do primeiro ao último minuto, ou os caras vão te castigar.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem se recuperar jogando em casa? Porque do jeito que tá, parece que quanto mais eles focam no Shai, mais o resto do Thunder aproveita. Vai ser interessante ver se o Redick consegue encontrar esse equilíbrio no jogo 3.

  • Rookie do Thunder vira ‘gamer’ após destruir Lakers nos playoffs

    Rookie do Thunder vira ‘gamer’ após destruir Lakers nos playoffs

    Cara, eu não sei se vocês viram o que aconteceu na sexta à noite, mas o Ajay Mitchell simplesmente resolveu destruir os Lakers no próprio território deles. 24 pontos. Vinte e quatro. Um rookie fazendo isso nos playoffs contra LeBron e companhia no Crypto.com Arena.

    O Thunder tá fazendo os playoffs parecerem um treino de escolinha, sinceramente. 7 vitórias em 7 jogos até agora, e agora com essa goleada de 131-108, eles já têm 3-0 na série. Eu sabia que Oklahoma City tava forte, mas esse domínio tá sendo absurdo.

    O elogio que todo rookie sonha em ouvir

    O mais maneiro? O Shai Gilgeous-Alexander falou que o Mitchell é um “gamer” depois do jogo. E olha, vindo do SGA, isso é tipo um certificado de qualidade, né?

    “Ele é um gamer mesmo, trabalha muito, nunca se abala com o momento”, disse o astro do Thunder. “Pode ser um choque pro mundo, mas pra gente não é. A gente sabia quem era o Ajay Mitchell desde o dia que ele pisou no nosso ginásio.”

    Isso aí é confiança no garoto. E Mitchell mostrou por quê merece essa confiança – foi o cestinha da partida, superando até mesmo os veteranos de ambos os lados.

    Lakers sem resposta pro furacão do Thunder

    Enquanto Mitchell brilhava, o restante do time também fez sua parte. SGA teve seus 22 pontos e 8 assistências (sempre consistente, esse cara), Jalen Williams adicionou 18 pontos. Era um ataque funcionando como relógio suíço.

    Do lado dos Lakers? Cara, foi de dar dó. Rui Hachimura foi o melhor com 21 pontos, LeBron fez 19 pontos e 8 assistências, mas parecia que estavam jogando em câmera lenta comparado com o ritmo frenético do Thunder.

    A defesa de Los Angeles simplesmente não conseguiu parar a movimentação de bola do OKC. E agora? 3-0 na série. Vocês sabem o que isso significa, né? Nenhum time na história da NBA conseguiu reverter uma desvantagem dessas.

    Na minha visão, o Thunder não só vai fechar a série no jogo 4, como tá mandando um recado claro pro resto da liga: esses caras vieram pra valer. Com rookies como Mitchell surgindo nos momentos decisivos, imagina o que esse time pode fazer daqui pra frente?

    E aí, vocês acham que Los Angeles ainda tem alguma chance ou já era mesmo?

  • Torcida dos Lakers detona Doris Burke após polêmica na ESPN

    Torcida dos Lakers detona Doris Burke após polêmica na ESPN

    Mano, já não bastava os Lakers estarem tomando uma surra dos Thunder, agora a torcida tá pistola com a Doris Burke também. E olha, eu entendo a revolta.

    A situação foi no Jogo 3, Lakers perdendo feio em casa mesmo, quando o Austin Reaves tentou uma jogada individual pra ver se acordava o ataque morto do time. O cara cruzou o Hartenstein lindo, foi pra cesta e — na minha opinião — tomou uma falta clara do alemão-americano. Só que os árbitros engoliu o apito.

    A polêmica da transmissão

    Aí que vem o problema. Enquanto a torcida dos Lakers tava esperando um replay pra confirmar a raiva, a Doris Burke da ESPN simplesmente elogiou a não-marcação. “Eu acho que foi uma boa não-marcação. Esses árbitros fizeram um trabalho muito bom”, disse ela.

    Cara, a Laker Nation explodiu. E não é pra menos — você tá vendo seu time sendo eliminado, numa jogada duvidosa, e a comentarista sai defendendo a arbitragem? Os fãs saíram chamando ela de “insuportável” e até falaram que ela foi plantada pela NBA pra defender os árbitros.

    Sinceramente? Acho que a Burke pisou na bola dessa vez. Pelo menos podia ter falado que era lance duvidoso, né?

    Lakers no buraco

    O pior é que essa arbitragem “boa” não ajudou em nada os Lakers no placar. Perderam de 131-105 em casa e agora estão 0-3 na série. Praticamente eliminados.

    O Reaves até que lutou — 17 pontos e nove assistências — mas as cinco bolas perdidas mostraram que o time tá perdido mesmo. LeBron com 19 pontos e oito assistências, Rui Hachimura foi o cestinha com 21 pontos acertando cinco bolas de três, mas não deu.

    Do outro lado, o Shai Gilgeous-Alexander comandou com 23 pontos e oito assistências, enquanto o Ajay Mitchell destruiu os Lakers com 24 pontos. O Thunder tá jogando um basquete absurdo.

    Agora é Jogo 4 decisivo. Os Lakers precisam de muito mais que arbitragem melhor — precisam de milagre. Vocês acham que eles conseguem a maior virada da história dos playoffs?

  • Bickerstaff desabafa após derrota: ‘Pistons desperdiçaram chance’

    Bickerstaff desabafa após derrota: ‘Pistons desperdiçaram chance’

    Cara, que dor de barriga deve ter sido essa para o JB Bickerstaff. O técnico dos Pistons não conseguiu esconder a frustração depois da derrota por 2-1 na série contra os Cavaliers no sábado à noite. Detroit tinha TUDO na mão — estava 2-0 na série, vinha de cinco vitórias seguidas — e simplesmente entregou o jogo 3 de bandeja.

    Na minha opinião, o que mais doeu foi ver um time que estava voando alto cometer erros bobos na hora que mais importava. Bickerstaff foi direto ao ponto na coletiva: defesa mal posicionada e muitos turnovers.

    O que deu errado na defesa

    “A gente precisa diminuir mais o espaço em quadra. Estamos muito grudados no nosso marcador por causa da habilidade deles de arremessar”, explicou Bickerstaff. E olha, ele tem razão. Cleveland aproveitou cada espacinho que Detroit deu e converteu 58% dos arremessos. Cinquenta e oito por cento! É um absurdo de aproveitamento.

    Enquanto isso, os Pistons converteram apenas 45% — uma diferença que pesou demais no resultado final. Quando você está numa semifinal de conferência, esses detalhes fazem toda a diferença entre avançar e ver a série ficar mais complicada.

    Turnovers que custaram caro

    Mas o que mais irritou o técnico foram os 16 turnovers. “Dezesseis é demais. Demos 27 pontos de presente por causa desses erros”, desabafou. E sinceramente, é difícil discordar. Nossa defesa é boa quando conseguimos forçar o jogo de meio-campo, mas se você fica entregando a bola pro adversário…

    O pior é que Detroit chegou a reagir no terceiro quarto. Saíram perdendo por 64-48 no intervalo (um buraco considerável), mas conseguiram diminuir com uma parcial de 33-19. Por um momento, parecia que iam virar o jogo — mas Cleveland mostrou por que joga em casa e fechou melhor.

    Cade brilhou, mas não foi suficiente

    Pelo menos o Cade Cunningham fez a sua parte: 27 pontos, 10 rebotes e 10 assistências. Triple-double em jogo de playoff — isso é coisa de craque. Tobias Harris também ajudou com 21 pontos, e Duncan Robinson foi importante com 15 pontos e 5 roubos de bola.

    Mas vocês acham que individual resolve tudo? Claro que não. Basquete é esporte coletivo, e os Pistons sentiram isso na pele quando mais precisavam da consistência do grupo.

    Agora é corrigir os erros e voltar com tudo no jogo 4. A série ainda está 2-1 para Detroit, mas todo mundo sabe que momentum em playoffs é uma coisa real. Será que conseguem fechar em 4-1 ou vão deixar Cleveland crescer ainda mais? A resposta vem no próximo domingo.

  • Austin Reaves teve volta traumática pra casa em Oklahoma

    Austin Reaves teve volta traumática pra casa em Oklahoma

    Cara, imagina só a situação do Austin Reaves. O cara volta pra Oklahoma — praticamente em casa, já que jogou na faculdade ali do lado — e simplesmente despenca nos dois primeiros jogos dos playoffs. É de dar dó.

    O Reaves nasceu no Arkansas, jogou na Universidade de Oklahoma, e galera de lá costumava chamar ele de “Hillbilly Kobe”. Tipo, o Kobe caipira mesmo. E todo mundo foi lá assistir o garoto que saiu do interior jogar nos playoffs da NBA.

    O pesadelo do Jogo 1

    Só que aí veio a realidade. No primeiro jogo, o Austin simplesmente travou. 8 pontos em 3 de 16 arremessos. ZERO de cinco tentativas do perímetro. Mano, 18,8% de aproveitamento nos arremessos — o PIOR da história dos Lakers nos playoffs por um jogador que tentou pelo menos 15 cestas.

    “Eu tinha muita gente aqui”, disse ele depois. “Quando você não joga bem, é uma merda.” E olha, sinceramente, dá pra entender a pressão. Imagina você jogando mal na frente da família inteira, dos amigos da faculdade… Eu morro de vergonha só de pensar.

    A reação no Jogo 2

    Mas o Austin tem uma coisa que ele chama de “confiança delirante”. E no segundo jogo, ele usou exatamente isso. Saiu metendo bala e fez 31 pontos — recorde pessoal dele nos playoffs. Só que mesmo assim os Lakers perderam de 18 de novo.

    O pior? O cara ainda se envolveu numa treta com a arbitragem que viralizou. “Ele virou e gritou na minha cara… achei desrespeitoso”, reclamou o Austin. “Somos homens adultos. Se eu fizesse isso primeiro, teria levado técnica.”

    E não é que ele tá errado? A arbitragem foi um lixo mesmo. 10 faltas só pros Lakers numa sequência onde o Thunder fez 14 lances livres. Os caras perderam várias chamadas óbvias. Foi revoltante de assistir.

    Oklahoma não é mais casa

    O mais interessante é que quando perguntaram se Oklahoma ainda significava “casa” pra ele, o Reaves foi direto: “Na verdade, não”. O cara tá em Los Angeles há cinco anos já. Quando tem folga, volta pro Arkansas mesmo, não pra Oklahoma.

    É engraçado como as coisas mudam, né? Aquele lugar que era tudo na vida dele agora é só mais uma parada no calendário da NBA. Mais uma memória.

    Agora a série volta pra Los Angeles, e os Lakers precisam MUITO que o Austin apareça. Porque tomar 2-0 em casa dos caras é complicado, mas ainda dá pra virar. Vocês acham que ele consegue se recuperar dessa volta traumática pra “casa”?

  • Rui Hachimura tá voando nos playoffs dos Lakers

    Rui Hachimura tá voando nos playoffs dos Lakers

    Cara, tem jogador que simplesmente nasce pra playoffs. E o Rui Hachimura tá provando isso de novo — o japonês virou um verdadeiro monstro quando a coisa aperta nos Lakers.

    Olha, vou ser sincero: quando vi os Lakers enfrentando o OKC sem o Luka Dončić, pensei “ó o papai”. Thunder é o time mais profundo da liga, tem o Chet Holmgren que quase levou o DPOY, e os Lakers tão em desvantagem clara. Mas aí o Rui resolve aparecer e lembrar todo mundo porque playoff é outra parada.

    O cara tá automatico de 3

    Não é exagero: Hachimura tá acertando 57.1% das bolas de 3 nesses playoffs. Cinquenta e sete por cento, pessoal! E não são nem tentativas fáceis — são mais de cinco por jogo. Ano passado contra o Minnesota ele já tinha mostrado serviço com 48%, mas agora tá simplesmente absurdo.

    O mais louco é que na temporada regular ele liderou a liga nos arremessos de média distância com 55.6%. Aquela jogada que todo mundo fala que “morreu” no basquete moderno? O Rui tá provando que nos playoffs ela volta com tudo. Principalmente quando os times focam em tirar as bandejas e as bolas de 3 normais.

    No jogo 2 contra o Thunder, com os Lakers perdendo por 11-4 logo no começo, foi o japonês que quebrou o gelo. Pegou um passe do LeBron no canto, Holmgren grudado nele, e meteu a bola limpa. Desses lance que você fala “nossa, que frieza”.

    Histórico dos Lakers e agência livre

    Quer um dado que me impressionou? O cara já é o nono maior arremessador de 3 da HISTÓRIA dos Lakers. Isso mesmo, na frente de uma galera que a gente nem imagina. E detalhe: ele tem o recorde de maior aproveitamento de 3 pontos em playoffs da NBA, com 51%.

    Mas aqui vem o drama: Hachimura tá no último ano de contrato e vai virar agente livre. Os Lakers têm os Bird Rights dele, então podem renovar por qualquer valor, mas a situação financeira do time é complicada. É aquele dilema clássico — você segura um cara que tá voando ou aposta em algo diferente?

    Na minha visão, seria loucura deixar o Rui sair de graça. O cara não é perfeito — a defesa ainda patina, não tem o atletismo ideal pro garrafão — mas olha o que ele tá entregando quando mais precisa. Vocês acham que vale apostar todas as fichas nele?

    Uma coisa é certa: nos playoffs, onde cada posse conta e os times estudam cada movimento seu, ter um cara que simplesmente não erra de 3 é ouro puro. E o Hachimura tá provando que playoff é mesmo o dele.