Tag: playoffs NBA

  • Knicks na Finals depois de 27 anos! Thunder ou Spurs aguardam no Oeste

    Knicks na Finals depois de 27 anos! Thunder ou Spurs aguardam no Oeste

    Mano, vocês acreditam nisso? Os New York Knicks estão na NBA Finals pela primeira vez desde 1999! Eu ainda tô tentando processar essa informação. 27 anos, cara. Vinte e sete anos de sofrimento dos torcedores do Madison Square Garden.

    E o mais louco? Eles tão a apenas quatro vitórias do primeiro título desde 1973. Cinquenta e três anos sem erguer o Larry O’Brien. A seca nunca esteve tão próxima do fim quanto agora.

    A grande decisão no Oeste

    Enquanto isso, lá no Oeste tá rolando uma guerra entre Oklahoma City Thunder e San Antonio Spurs – que muita gente considera a verdadeira final. Olha, não dá pra discordar muito não. Foram os dois melhores times da temporada regular e têm dois monstros: Shai Gilgeous-Alexander e Victor Wembanyama.

    A série tá empatada 2-2 e vai pra Oklahoma no jogo 5. Os Spurs têm a vantagem de casa, mas tão bem machucados – Jalen Williams e Ajay Mitchell perderam o jogo 4 por lesão. Sem esses caras, o Thunder tá sofrendo pra fazer pontos.

    Sinceramente? Qualquer um dos dois que sair dessa guerra vai ser favorito contra os Knicks nas Finals. Mas hey, playoffs é playoffs – qualquer coisa pode acontecer.

    Cronograma das Finals já definido

    Mesmo sem saber quem vai enfrentar, a NBA já divulgou o cronograma da decisão. Os Knicks vão ter mais uma pausa longa (como aconteceu na rodada anterior) enquanto esperam o adversário se decidir:

    3 de junho: Jogo 1 no Oeste (20h30)
    5 de junho: Jogo 2 no Oeste (20h30)
    8 de junho: Jogo 3 em Nova York (20h30)
    10 de junho: Jogo 4 em Nova York (20h30)

    Se rolar para os jogos 5, 6 e 7, eles acontecem nos dias 13, 16 e 19 de junho, sempre às 20h30.

    Vocês conseguem imaginar? O último jogo das Finals no MSG foi em junho de 1999. Quando os Knicks receberem o adversário para o jogo 3, vão ser 9.845 dias sem uma final em casa. Absurdo!

    As odds e o que esperar

    Nas casas de aposta, o Thunder aparece como favorito (+100), seguido pelos Knicks (+220) e Spurs (+270). Faz sentido – o OKC tem um time mais completo e experiente.

    Mas olha só uma curiosidade: se os Spurs passarem, vamos ter uma revanche das Finals de 1999, quando San Antonio ganhou em cinco jogos. Victor Wembanyama versus os Knicks seria um jogaço histórico.

    Uma coisa é certa: os Knicks chegam voando. São 11 vitórias consecutivas nos playoffs, de forma dominante. A última derrota foi no jogo 3 da primeira rodada contra os Hawks, lá em 23 de abril.

    E aí, quem vocês acham que leva? Eu tô torcendo pelo caos total – Knicks quebrando a seca de 50+ anos seria épico demais!

  • Freiras dão bênção e Spurs vencem: Luke Kornet quer levar as irmãs pra OKC

    Freiras dão bênção e Spurs vencem: Luke Kornet quer levar as irmãs pra OKC

    Cara, só a NBA mesmo pra gente ver uma história dessas. Os San Antonio Spurs estavam com a corda no pescoço, perdendo por 2-1 nas finais da Conferência Oeste contra o Thunder. E aí que apareceram quatro freiras da congregação Salesian Sisters na courtside, de camisa dos Spurs, pra abençoar o Luke Kornet antes do jogo.

    E funcionou, meu amigo. Vitória de 103-82, série empatada em 2-2.

    A bênção que mudou tudo

    Olha, eu já vi muita superstição no basquete, mas essa foi nova pra mim. As irmãs apareceram no telão dando uma bênção pro Kornet antes da partida começar. O pivô, que é católico praticante, recebeu a benção de bom grado – e olha que resultado.

    Kornet saiu do banco e fez 6 pontos, 7 rebotes e 2 tocos. Números modestos, mas a energia foi completamente diferente. Depois do jogo, o cara já tava planejando: “1-0, resultado bem positivo. Não é sobre isso, mas vamos aceitar. Temos que colocar elas no avião pra Oklahoma City.”

    Sinceramente? Se eu fosse o Kornet, também estaria correndo atrás de levar as freiras pro jogo 5. Quando a coisa tá funcionando, não mexe, né?

    Tradição que vem dos anos 90

    Mas essa não é a primeira vez que as Salesian Sisters aparecem na vida dos Spurs. Elas começaram a acompanhar o time no final dos anos 90, querendo entender melhor o que interessava os jovens da escola St. John Bosco que elas administravam.

    A irmã Bernadette Mota explicou numa entrevista: “Nosso ministério é com jovens, e precisamos conseguir conversar com eles. Eu consigo falar de basquete com as crianças, e isso é algo que realmente gosto de assistir.”

    E os Spurs sempre reconheceram esse apoio. Em 2007, depois do título da NBA, o Gregg Popovich e alguns jogadores visitaram as freiras. Tradição bonita, que agora pode estar virando amuleto da sorte nos playoffs.

    O que vocês acham? As Salesian Sisters vão conseguir chegar em Oklahoma City pra terça-feira? Porque se não for, pelo menos sabemos que elas vão estar lá no possível jogo 6 em San Antonio na quinta. E olha, depois dessa vitória de domingo, eu apostaria que vão estar com os ingressos garantidos na primeira fila.

  • Técnico dos Cavs apela pra estatística após 0-3: ‘Ganhamos 2 jogos’

    Técnico dos Cavs apela pra estatística após 0-3: ‘Ganhamos 2 jogos’

    Olha só que situação bizarra: Kenny Atkinson, técnico dos Cleveland Cavaliers, saiu defendendo o time depois de tomar 3-0 dos Knicks nas finais da Conferência Leste. E qual foi o argumento? Que analiticamente eles “ganharam” dois dos três jogos pelo “placar esperado”.

    Cara, eu entendo a frustração do homem, mas… será que é hora pra isso?

    O que diabos é “placar esperado”?

    “Analiticamente… ganhamos 2 de 3”, disse Atkinson. “Somos dois dos três no placar esperado. Se você acredita em processo e tudo mais, cara, guarda isso pra depois. Eu não jogo isso em cima deles. Eu vejo pra mim mesmo, e se eu tenho esse sentimento, posso ir na nossa mesa analítica e falar: cara, o placar esperado era tipo um ponto ou dois – a gente arremessando muito abaixo do esperado, eles muito acima.”

    Traduzindo: baseado nas chances de arremesso que cada time criou, Cleveland “deveria” ter ganhado dois jogos. O problema é que basquete não se joga no papel. E os Cavs estão tomando uma surra de 40 pontos combinados nos três jogos.

    Sinceramente? Acho que o técnico tá tentando manter a moral do elenco, mas essa conversa soa meio desesperada. Ninguém quer ouvir sobre estatística quando tá perdendo de 3-0.

    Os números não mentem (mas doem)

    A realidade crua é que Cleveland tá arremessando horrivelmente: 29,4% do perímetro e 42,9% no geral. Enquanto isso, New York tá voando com 51,6% nos arremessos gerais e um true shooting de 61,1% contra 53,2% dos Cavs. É uma diferença absurda.

    O mais doloroso? Cleveland tentou 30 arremessos de 3 a mais que os Knicks (126-96) e mesmo assim converteu muito menos. É como ter mais chances no garrafão e perder mesmo assim – frustrante demais.

    “Eu sei que ninguém quer ouvir isso”, admitiu Atkinson. “Todo mundo pensa em resultado. Eu entendo isso também.” Pelo menos ele tem consciência da situação.

    Hora da realidade

    Vamos combinar uma coisa: nunca na história dos playoffs da NBA um time se recuperou de um 0-3. NUNCA. E os Knicks estão a uma vitória de chegarem às Finais pela primeira vez desde 1999. É muita pressão pra cima de Cleveland.

    Na minha opinião, Atkinson tá certo em tentar manter o psicológico, mas essa conversa de “ganhamos analiticamente” pode soar como desculpa pro vestiário. Às vezes é melhor ser direto: erramos os arremessos, eles acertaram, perdemos. Simples assim.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem pelo menos evitar a vassoura? Ou vai ser 4-0 mesmo?

  • Barnes revela o segredo dos Spurs: ‘São os detalhes que importam’

    Barnes revela o segredo dos Spurs: ‘São os detalhes que importam’

    Gente, eu não esperava que os Spurs fossem dar uma surra dessas no Thunder. 103 a 82 no Jogo 4 das Finais do Oeste? Simplesmente absurdo. E quando o Harrison Barnes falou sobre o que realmente faz esse time funcionar, cara… bateu uma ficha aqui.

    “A coisa mais importante para nós são, honestamente, os detalhes”, disse o veterano depois da vitória. “Conseguimos fazer as coisas certas? Conseguimos começar travados defensivamente e nos comunicando — todas essas coisas que nos colocam em posição de correr e estar no nosso melhor.”

    Olha, eu sei que todo mundo fica babando no Wembanyama — e com razão, o garoto é um monstro. Mas o que o Barnes falou faz muito sentido. Os detalhes.

    Defesa que mata no peito

    E esses detalhes apareceram na quadra de forma brutal. O Thunder conseguiu converter apenas 33% dos arremessos. Trinta e três por cento! É quase uma sacanagem fazer isso com um time que chegou nas Finais do Oeste.

    Os 82 pontos do OKC foram o menor total deles nos playoffs. San Antonio simplesmente dominou as posses de bola importantes a noite toda. Mesmo com os Spurs acertando só 27% das bolas de 3, a fisicalidade, a execução no meio da quadra e as oportunidades de transição inclinaram o jogo totalmente para o lado deles.

    Veterano que sabe seu papel

    O Barnes fez 5 pontos e pegou 3 rebotes em 16 minutos. No papel não parece muito, mas quem entende de basquete sabe — a influência dele vai muito além da estatística. Nos playoffs de 2026 inteiros, ele tem sido essa referência veterana que todo time precisa.

    Média de 2,5 pontos e 1,4 rebotes, mas com disciplina defensiva e aquela postura de quem já viveu muita coisa. É o cara que não aparece no highlight, mas que faz a diferença nos momentos que realmente importam.

    Agora a série volta para Oklahoma City empatada em 2-2. E a mensagem do Barnes é cristalina: o teto de campeão dos Spurs depende menos das jogadas espetaculares e mais do domínio desses pequenos detalhes que constroem basquete vencedor.

    Sinceramente? Eu tô começando a acreditar nesse time. E vocês, acham que os Spurs conseguem manter essa pegada defensiva jogando fora de casa?

  • Wemby fez um show absurdo e os Spurs amassaram o Thunder

    Wemby fez um show absurdo e os Spurs amassaram o Thunder

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Victor Wembanyama simplesmente decidiu que não ia perder mais um jogo pros Thunder e fez uma das performances mais dominantes que eu já vi nos playoffs. 33 pontos, 8 rebotes, 5 assistências e 3 tocos — o francês foi um monstro absoluto na vitória de 103-82 que empatou a final do Oeste em 2-2.

    A resposta do gigante

    Depois de levar uma surra de 123-108 no jogo 3, Wemby saiu falando que precisava ser melhor pros companheiros. E cara, ele levou isso MUITO a sério. O cara de 2,24m estava simplesmente unstoppable ontem — arremessando de qualquer lugar, bloqueando tudo que aparecia pela frente e ainda distribuindo assist como se fosse Magic Johnson.

    O que mais me impressionou foi a intensidade defensiva dos Spurs. Limitaram o Thunder a míseros 33% de aproveitamento nos arremessos de quadra. E olha só esse dado: 6 de 33 nas bolas de três. Isso é menos de 20% de aproveitamento! Shai Gilgeous-Alexander, que vinha voando na série, fez apenas 19 pontos em 6 de 15 tentativas.

    Show de bola coletivo

    Mas não foi só o Wembanyama não. De’Aaron Fox contribuiu com um double-double discreto mas eficiente (12 pontos e 10 rebotes), enquanto Stephon Castle e Devin Vassell ajudaram com 13 pontos cada. O que mais me chamou atenção foi como os Spurs começaram o jogo — 10 assistências em 10 cestas de quadra no primeiro quarto. Basquete coletivo puro.

    E depois de levar uma lavada no banco no jogo anterior (76-23 em pontos dos reservas), San Antonio equilibrou as coisas: 30 pontos do banco contra apenas 34 do Thunder. Isso mostra como o time todo comprou a briga.

    Vocês viram aquela jogada do Wemby bloqueando o Jared McCain e na sequência recebendo um alley-oop do Vassell? Pura poesia em movimento. Foi parte de uma sequência de 16-0 que praticamente definiu o jogo logo no início.

    Agora a série volta pra Oklahoma City toda empatada. Jogo 5 na terça, jogo 6 na quinta em San Antonio se for necessário. Sinceramente, depois de ver esse Wemby dominante, eu tô começando a acreditar que os Spurs podem mesmo ir pra final. O que vocês acham — será que o francês consegue manter esse nível absurdo?

  • Torcida do Knicks revoltada: KAT roubado no All-NBA?

    Torcida do Knicks revoltada: KAT roubado no All-NBA?

    Cara, eu não acredito no que aconteceu. Os fãs dos Knicks estão subindo pelas paredes — e com razão — depois de descobrir que Karl-Anthony Towns ficou de fora dos times All-NBA desta temporada. Sério, como assim?

    O cara teve uma temporada monstruosa: 20.1 pontos, 50.1% de aproveitamento nos arremessos, 11.8 rebotes e ainda 3.0 roubadas de bola por jogo. Liderou a liga inteira em double-doubles! Foi All-Star pela sexta vez na carreira. E mesmo assim não conseguiu uma vaguinha nem no terceiro time?

    Os números não mentem

    Olha só os dados que saíram: KAT recebeu apenas UM voto para o segundo time e 11 votos para o terceiro time. Isso é de dar raiva mesmo. Os Knicks estão a uma vitória de chegar às Finais da NBA pela primeira vez desde 1999, e o cara que foi fundamental pra isso fica de fora?

    Na minha opinião, tem algo muito errado aí. Towns foi peça-chave pro Knicks conseguir a terceira colocação no Leste. Enquanto todo mundo fala do Jalen Brunson — que realmente é um monstro — o KAT chegou em Nova York e se encaixou perfeitamente.

    Torcida pistola nas redes sociais

    E a galera não tá perdoando não. No Twitter, os fãs estão soltando o verbo: “Botaram Jalen Johnson e Jalen Duren na frente dele. Tá, faz sentido. KAT foi roubado”, escreveu um torcedor revoltado.

    Outro desabafou: “Ele é muito melhor que o Chet Holmgren. Isso é uma loucura!” E olha, sinceramente, eu concordo. Nada contra o garoto do Thunder, mas o Towns teve uma temporada muito mais consistente.

    O que mais me chamou atenção foi este comentário: “Cara, esses eleitores têm que não estar assistindo os jogos e votando só por narrativa. Como diabos o Jalen Duren acabou num time na frente do KAT?” É exatamente isso que eu penso.

    Motivação extra pros playoffs?

    Talvez seja até melhor assim, sabe? Towns já foi All-NBA Third Team em 2018, 2022 e 2025. Agora, aos 30 anos, com essa “desfeita”, pode usar como combustível extra pra buscar o que realmente importa: o anel.

    Um fã mandou a real: “KAT, leva isso pro coração. Ganha um título!” E é isso mesmo. No final das contas, título vale mais que qualquer seleção individual.

    E vocês, acham que o Towns foi mesmo roubado? Ou os eleitores acertaram em deixar ele de fora? Pelo que eu vi desta temporada, o cara merecia estar pelo menos no terceiro time. Mas agora é torcer pra ele calar a boca de todo mundo nas Finais!

  • Kenny Atkinson se rende: Knicks estão jogando um basquete absurdo

    Kenny Atkinson se rende: Knicks estão jogando um basquete absurdo

    Olha, quando o técnico adversário para tudo que tá fazendo pra elogiar seu time, é porque a coisa tá séria mesmo. Kenny Atkinson, treinador do Cleveland Cavaliers, não conseguiu esconder a admiração pelos Knicks depois do treino de domingo.

    E convenhamos — ele tem razão pra estar impressionado.

    Dez vitórias seguidas nos playoffs é coisa de monstro

    Os Knicks estão numa sequência histórica: 10 vitórias consecutivas nos playoffs, recorde da franquia. Dez, cara! E não é qualquer vitória não — eles tão ganhando por uma média de 22,5 pontos. É basicamente um show de horrores pros adversários.

    “Equipes que dão o próximo passo, é o equilíbrio que mais me impressiona”, disse Atkinson. “Eles têm tantos contribuidores agora, e acho que isso é o que é diferente da temporada regular. A sustentabilidade disso… você fica esperando uma queda, mas ainda não vimos uma queda deles.”

    E é verdade. Durante a temporada regular, esse mesmo time de Nova York tinha altos e baixos que deixavam a gente maluco. Agora? Parece que descobriram a fórmula mágica.

    Números que deixam qualquer um de queixo caído

    Quer saber como tá o nível? Nos playoffs, os Knicks estão com +18,5 pontos por 100 posses de bola. É o melhor da liga, disparado. Segundo colocado no ataque, primeiro na defesa. Quando você junta essas duas coisas… bem, dá no que tá dando.

    O mais absurdo é que o quinteto titular inteiro — Karl-Anthony Towns, Mikal Bridges, Jalen Brunson, OG Anunoby e Josh Hart — tá fazendo double-double. Todo mundo contribuindo. Anunoby, Towns e Bridges acertando mais de 55% dos arremessos de quadra.

    “Bridges tá 27 de 38 nessa série”, desabafou Atkinson. “Shamet, 7 de 8 do perímetro. Eles estão tendo performances estelares em todos os aspectos.”

    E olha que os Cavaliers não são time qualquer, viu? Mas quando Atkinson fala do “OG com aquelas duas bolas de 3 na ala” no Jogo 3, você sente a frustração do cara. “Aquele arremesso depois da finta… tá brincando comigo?”, ele disse.

    A grande final da Conferência Leste pode acabar segunda

    Agora a pergunta que não quer calar: será que os Cavaliers conseguem algum milagre pra forçar um Jogo 5? Sinceramente, vendo como os Knicks estão jogando, fica difícil apostar contra eles.

    “O objetivo era diminuir o momentum deles, aquele mojo que eles têm, e não conseguimos fazer isso”, admitiu Atkinson. “Essa é a parte frustrante pra mim. Parte disso é eles jogando de forma fantástica.”

    Das 10 vitórias na sequência, só duas foram realmente disputadas: aquela vitória por seis contra os 76ers na semifinal e o Jogo 1 desta série, quando eles viraram um deficit de 22 pontos no último quarto. O resto? Só pancadaria mesmo.

    E vocês, acham que alguém consegue parar essa máquina dos Knicks? Porque pelo jeito que as coisas andam, eles podem muito bem chegar às Finais da NBA jogando esse basquete de outro mundo.

  • Knicks a uma vitória das Finais — e de fazer história!

    Knicks a uma vitória das Finais — e de fazer história!

    Cara, eu mal consigo acreditar no que tô vendo. Os Knicks estão literalmente a UMA vitória de chegar nas Finais da NBA. Uma. Depois de 27 anos sem ver isso acontecer, finalmente parece que chegou a hora.

    Quando perguntaram pro Jalen Brunson há quanto tempo ele pensa em levar os Knicks às Finais, a resposta dele foi certeira: “Desde que eu assinei”. E olha, pelo jeito que o cara tá jogando, não era só conversa não.

    A pressão que virou obsessão

    Esse ano foi diferente. Não era mais “seria legal chegar lá” — era OBRIGATÓRIO. Depois de demitirem o Thibodeau mesmo com o time chegando nas finais de conferência, a mensagem ficou clara: ou Finals ou fracasso.

    O James Dolan até falou abertamente em janeiro: “Chegar nas Finais, nós absolutamente temos que fazer”. E quando os caras se recusaram a pendurar uma bandeira pela conquista da NBA Cup, preferindo esperar por algo mais significativo… aí você vê que o negócio é sério.

    Mas sinceramente? Eu acho que essa pressão tá funcionando perfeitamente. O time parece que transformou essa cobrança em combustível puro.

    Uma sequência absolutamente monstruosa

    Os números são de outro planeta. Se ganharem amanhã (Game 4 contra Cleveland), vão completar duas varridas consecutivas nos playoffs. DUAS VARRIDAS. E isso estenderia a sequência vitoriosa pra 11 jogos.

    O técnico Mike Brown tá tentando manter todo mundo com os pés no chão: “A gente não quer se adiantar, porque é aí que sempre acontece o desastre”. Mas cara, do jeito que eles tão jogando, é difícil não sonhar alto.

    E vocês acham que conseguem parar esse time nas Finais? Porque pelo que eu tô vendo, quem vier do Oeste vai ter trabalho.

    Foco total no presente

    O que mais me impressiona é a mentalidade desses caras. O Brunson falou uma coisa que me marcou: “Eu não quero considerar que estamos no nosso pico agora. Ainda temos muito trabalho a fazer”.

    Essa fome de sempre melhorar, mesmo dominando todo mundo, é coisa de campeão. E quando perguntaram sobre os 27 anos de seca, o OG Anunoby mandou a real: “Não importa se foram 6, 2 ou 20 anos. Nosso objetivo é ganhar cada jogo”.

    Olha, eu tô tentando não me empolgar demais aqui, mas… Nova York tá a 48 minutos de explodir de alegria. E depois de tudo que esse time e essa torcida passaram, seria mais que justo.

    Amanhã é só mais um Game 4 pra eles. Pra gente que acompanha? É história pura sendo escrita.

  • Edwards defende cumprimento aos Spurs: ‘Por isso sou quem sou’

    Edwards defende cumprimento aos Spurs: ‘Por isso sou quem sou’

    Cara, vocês viram a polêmica que o Anthony Edwards criou nos playoffs? O cara foi lá no huddle dos Spurs cumprimentar o pessoal deles quando ainda faltavam 8 minutos pro jogo acabar. Oito minutos! Com os Wolves perdendo de lavada e praticamente eliminados.

    Olha, eu entendo os dois lados aqui. Por um lado, fair play sempre é bonito de ver no esporte. Por outro… mano, ainda tinha jogo rolando! Normalmente esse tipo de cumprimento acontece depois do apito final, não é?

    A reação foi imediata

    Os analistas da Amazon Prime ficaram de queixo caído. Dirk Nowitzki, Blake Griffin e Udonis Haslem falaram que nunca tinham visto isso antes nessas circunstâncias. O UD foi direto: “Como líder, eu não teria descido lá pra cumprimentar eles”.

    E sinceramente? Eu meio que concordo com o Haslem nessa. Liderança às vezes é sobre mostrar que você não desiste até o último segundo, mesmo quando tá tudo perdido. É sobre mandar uma mensagem pro seu time e pros seus fãs.

    Mas o Edwards não tá nem aí pra crítica.

    “Por isso sou eu e vocês são quem vocês são”

    No canal dele no YouTube, o Ant mandou a real: “Sinto que todo mundo tem sua opinião. Faltavam 8 minutos, mas a gente não ia voltar pro jogo. Quando você ganha uma série de playoffs, todo mundo tá comemorando no final, então eles iam tá sorrindo enquanto eu tava pistola por ter perdido”.

    A explicação dele faz sentido até certo ponto. O cara não queria ficar lá vendo os Spurs comemorarem na casa dos Wolves depois. Preferia resolver logo a situação do cumprimento.

    “Eu não queria cumprimentar eles de jeito nenhum, mas aí o que iam falar de mim? Seria uma conversa totalmente diferente”, explicou Edwards. “Dei o respeito que eles merecem. Podia ter esperado até o final do jogo, essa é a perspectiva de algumas pessoas, mas fiz o que fiz. Por isso sou eu e vocês são quem vocês são.”

    Essa última frase é muito cara de Edwards, não é? O moleque tem uma personalidade forte e não muda por pressão externa. Admiro isso nele.

    Performance mesmo machucado

    Uma coisa que não dá pra questionar: o Edwards deu tudo de si nessa série. Mesmo com uma contusão no joelho esquerdo que pegou contra o Denver, jogou os seis jogos contra San Antonio. Média de 23.7 pontos, com jogos de 32 e 36 pontos. O cara é um monstro.

    E claro, não podia deixar de mandar o recado final: “Tiro o chapéu pra eles. Vieram e jogaram pra caramba. Mas a gente volta. Vocês ganharam, vocês nos venceram, mas essa merda não vai durar pra sempre”.

    E aí, o que vocês acham? O Edwards fez certo em mostrar fair play ou faltou um pouco daquela mentalidade de nunca desistir? Eu ainda tô dividido nessa…

  • Técnico dos Cavs diz que ‘analiticamente’ está vencendo por 2-1

    Técnico dos Cavs diz que ‘analiticamente’ está vencendo por 2-1

    Olha, eu já vi muito técnico falando besteira quando o time tá perdendo, mas o Kenny Atkinson dos Cavaliers conseguiu superar tudo isso. Com o Cleveland tomando uma surra de 3-0 dos Knicks nas finais da Conferência Leste, o cara vem com essa: “analiticamente, ganhamos dois dos três jogos”.

    Sério mesmo, Kenny?

    A matemática do desespero

    Segundo Atkinson, os Cavs deveriam ter vencido pelo “placar esperado” em pelo menos dois dos três primeiros jogos. Na cabeça dele, Cleveland perdeu porque os arremessos não entraram como deveriam estatisticamente entrar, enquanto os Knicks acertaram muito mais do que era “normal”.

    “Estávamos arremessando muito abaixo do esperado e eles muito acima”, disse o técnico. “Eu sei que ninguém quer ouvir isso… Todo mundo se baseia no resultado.”

    E ele tá certo numa coisa: ninguém mesmo quer ouvir isso. Porque resultado é o que importa no final das contas, não é mesmo?

    A realidade nua e crua dos números

    Vamos aos fatos que realmente importam: os Knicks estão fazendo 115 pontos de média contra apenas 101,7 dos Cavaliers. Nova York acertou 129 de 250 arremessos de quadra (51,6%) contra 109 de 254 de Cleveland (42,9%). Do perímetro, ambos os times estão numa faixa parecida – Knicks com 34/96 (35,4%) e Cavs com 37/126 (29,4%).

    Mas sabe o que é mais impressionante? No Jogo 1, os Cavaliers tinham 22 pontos de vantagem e conseguiram entregar tudo. Os Knicks fizeram uma corrida de 44-11 nos últimos 7 minutos e meio do quarto período até a prorrogação. Isso não é azar estatístico – é desmoronamento mental mesmo.

    Missão impossível pela frente

    A situação dos Cavs é desesperadora: nenhum time na história da NBA conseguiu virar uma série depois de perder os três primeiros jogos. Apenas três equipes conseguiram pelo menos levar para o Jogo 7 nessa situação.

    O Jogo 4 acontece nesta segunda-feira, às 21h (horário de Brasília), em Cleveland. Se os Knicks ganharem, voltam às finais da NBA pela primeira vez desde 1999. E olha, do jeito que as coisas estão andando, essa “vantagem analítica” dos Cavaliers não vai significar muita coisa.

    Vocês acham que o Atkinson tá certo em confiar nas estatísticas ou é só desespero mesmo? Porque pra mim, parece mais uma tentativa de manter o vestiário confiante numa situação praticamente impossível.