Autor: Leandro Amorim

  • Chet vs Wemby: duelo épico força prorrogação nas Finais do Oeste

    Chet vs Wemby: duelo épico força prorrogação nas Finais do Oeste

    Gente, eu ainda tô tentando processar o que rolou no Game 1 das Finais da Conferência Oeste entre Thunder e Spurs. Que jogaço absurdo!

    A situação: 3.1 segundos no relógio, jogo empatado, e os Spurs com a posse para decidir tudo. Sabe o que acontece? Victor Wembanyama recebe a bola, sobe pro arremesso da vitória e… TOCO! Chet Holmgren apareceu do nada pra mandar a bola de volta e forçar a prorrogação.

    O duelo dos gigantes

    Cara, ver esses dois monstros de 2,20m se enfrentando é simplesmente surreal. Wembanyama vinha dominando o jogo inteiro, mas na hora que mais importava, Holmgren disse ‘não é hoje, meu amigo’.

    O mais louco é que o Thunder tava perdendo por 10 pontos no último período. Dez! Eu já tava pensando que os Spurs iam roubar o primeiro jogo em casa do Thunder, mas aí o Shai Gilgeous-Alexander (atual MVP, lembrando) resolveu fazer das suas. O cara meteu uma bandeja com 3.1 segundos restando pra empatar.

    Alex Caruso, o herói não anunciado

    Olha, todo mundo tá falando do toco do Chet – e com razão -, mas quem assistiu o lance sabe que o Alex Caruso foi fundamental. O cara deu uma roubadinha sutil que atrasou o Wemby por uma fração de segundo. Foi o suficiente pro Holmgren se recuperar e fazer a defesa.

    Sinceramente? Essa é a beleza do basquete. Um segundo a mais, um segundo a menos, e o resultado muda completamente. Caruso tem sido o sexto homem perfeito pro Thunder nessa série.

    E vocês, acham que esse toco vai mexer com o psicológico do Wembanyama pro resto da série? Porque olha, quando você leva um toco desses na cara no último segundo do jogo… marca, né?

    A prorrogação promete ser insana. Dois times jovens, duas futuras estrelas da liga se enfrentando nas Finais do Oeste. É disso que a NBA precisa!

  • Draymond detona vazamento do MVP: ‘Patético e constrangedor’

    Draymond detona vazamento do MVP: ‘Patético e constrangedor’

    Cara, o Draymond Green não poupou palavras quando o assunto foi o vazamento do MVP da NBA. E olha, eu concordo 100% com ele.

    A confusão toda começou quando o Shams Charania, da ESPN, soltou no Twitter às 6h da manhã que o Shai Gilgeous-Alexander tinha ganhado seu segundo MVP consecutivo. Só que tinha um probleminha: a NBA tinha programado o anúncio oficial para acontecer no “NBA on Prime Video” no domingo à noite. Ou seja, 12 horas depois.

    “É constrangedor pra liga”

    No último episódio do “The Draymond Green Show”, o cara não segurou a língua: “A NBA tem que fazer alguma coisa sobre isso. Vocês controlam a mídia. O Shams é um repórter da ESPN, que é parceira da NBA. Tuitar às seis da manhã quem é o MVP é realmente constrangedor”.

    E aí ele foi ainda mais fundo: “Faz nossa liga parecer que não tem organização nenhuma, como se fosse coisa de criança”. Mano, quando o Draymond fala assim, você sabe que tá pistola mesmo.

    Na minha visão, ele tem razão. Imagina você ser a NBA, ter toda uma produção montada para o anúncio oficial, e aí um cara simplesmente estraga a surpresa de manhã cedo? É sacanagem.

    Shams se defende, mas…

    O Shams foi no “Pat McAfee Show” tentar se explicar: “Essa é uma notícia massiva. Quando eu tenho a informação, eu verifico e meu trabalho é reportar. Quando tenho uma grande notícia, vou reportar”.

    Olha, eu entendo o lado dele como jornalista – furo de reportagem é furo de reportagem. Mas poxa, será que não dá pra ter um mínimo de coordenação com a liga? O pessoal da Amazon Prime deve ter ficado uma fera, né não?

    O Draymond foi cirúrgico: “Não tem como isso acontecer. Se tem que ter um anúncio no Amazon Prime, o anúncio tem que acontecer no Amazon Prime. Isso é algo que o comissário Adam Silver tem que resolver”.

    E o SGA nisso tudo?

    No meio dessa treta toda, quase que a gente esquece do protagonista: Shai Gilgeous-Alexander. Dois MVPs consecutivos aos 28 anos – o cara tá voando mesmo. E olha que ele ainda tá nas finais de conferência enfrentando o Wemby e o Spurs.

    Sinceramente? Acho que tanto a NBA quanto os repórteres precisam sentar e conversar. A liga quer seus momentos especiais de anúncio (e tem todo direito), mas os jornalistas também querem dar o furo. Tem que achar um meio termo aí.

    E vocês, o que acham? O Shams fez certo em reportar na hora que soube, ou deveria ter respeitado o timing da liga?

  • Suns querem trocar jogador por pick da 1ª rodada – será que vale?

    Suns querem trocar jogador por pick da 1ª rodada – será que vale?

    Olha só que situação curiosa: o Phoenix Suns não tem pick de primeira rodada no draft deste ano, mas segundo o Kevin O’Connor do Yahoo Sports, eles vão “explorar” todas as possibilidades pra conseguir um. E sinceramente? Eu entendo a estratégia, mas o preço pode ser salgado.

    Nos últimos dois drafts, Phoenix pegou Ryan Dunn e Khaman Maluach na primeira rodada — dois caras que têm tudo pra ser peças importantes no futuro. Agora eles só têm a 47ª escolha (17ª da segunda rodada) depois de terem negociado o Jusuf Nurkic pro Charlotte na trade deadline do ano passado.

    O preço das estrelas

    Cara, a realidade tá batendo na porta dos Suns. Eles sacrificaram MUITO draft capital pra conseguir Bradley Beal e Kevin Durant, e até agora… cadê o anel? Enquanto isso, times como Oklahoma City Thunder e San Antonio Spurs — que todo mundo achava que iam demorar pra brigar — já tão voando na liga.

    O time até fez uma campanha de playoffs inesperada essa temporada, mas o Brian Gregory (presidente do time) tá numa sinuca: precisa construir um elenco ao redor do Devin Booker usando free agency e desenvolvimento de jogadores, quando o ideal seria usar o draft.

    Quem pode sair de Phoenix?

    Se os Suns realmente quiserem um pick de primeira, alguém vai ter que ir embora. Grayson Allen e Royce O’Neale aparecem como candidatos — ambos tiveram as melhores temporadas das carreiras e ainda têm dois anos de contrato. O problema é que esses caras foram importantes na temporada surpreendente do time.

    Olhando o plantel jovem, eles basicamente só têm Ryan Dunn, Khaman Maluach, Oso Ighodaro e Rasheer Fleming como apostas pro futuro. Não é exatamente uma base sólida pra reconstrução, né?

    O único pick não protegido que eles podem negociar é o de 2033 — e só podem fazer isso no dia do draft. Imagina a pressão de ter que decidir na hora!

    Na minha opinião, os Suns tão numa encruzilhada clássica: apostar no agora ou pensar no futuro. Com Booker ainda no auge, faz sentido tentar mais uma vez. Mas será que vale sacrificar mais peças por um draft pick, mesmo sendo uma classe considerada forte? Vocês fariam essa troca?

  • Spurs fazem história na final do Oeste com o quinteto mais jovem de todos os tempos

    Spurs fazem história na final do Oeste com o quinteto mais jovem de todos os tempos

    Cara, que início de playoffs é esse? Antes mesmo de marcar um ponto sequer contra o Thunder, o San Antonio Spurs já tinha entrado para a história da NBA. O quinteto titular que Victor Wembanyama e companhia colocaram em quadra na final da Conferência Oeste tem uma média de idade de apenas 22 anos e 346 dias — o mais jovem de TODOS OS TEMPOS em uma final de conferência.

    Pensa só na loucura: Dylan Harper com 20 anos, Stephon Castle com 21, Wemby com 22, Julian Champagnie com 24 e Devin Vassell com 25. É praticamente um time de faculdade enfrentando os caras do Thunder (que também são novos, mas não tanto assim).

    Quebrou um recorde histórico do Portland

    O que mais me impressiona é que eles quebraram o recorde do Portland Trail Blazers de 1977 por 279 dias. Imagina só — um recorde que durou quase 50 anos! Na minha opinião, isso mostra como a NBA está ficando cada vez mais jovem, mas também como os Spurs sempre tiveram essa pegada de apostar na molecada.

    A grande surpresa foi Dylan Harper entrando no lugar do De’Aaron Fox, que tá machucado no tornozelo. Harper foi simplesmente monstro na série contra o Minnesota: 14,7 pontos, 6,2 rebotes e 2,5 assistências saindo do banco. Agora vai ter que provar que consegue aguentar a pressão de um jogo decisivo.

    E o Wembanyama? Já começou fazendo história

    Falando sério, ver o Wemby em uma final de conferência no segundo ano de carreira é surreal. O francesão já estava com um double-double (10 pontos e 10 rebotes) no início do jogo, mostrando que não tá sentindo pressão nenhuma. Castle também tava voando com 11 pontos.

    O Thunder pode até ter dominado a temporada regular, mas perdeu quatro vezes pros Spurs — e isso não é coincidência. Quando você tem um time jovem e sem medo como San Antonio, qualquer coisa pode acontecer. Vocês acham que essa garotada consegue chegar nas Finais? Eu tô começando a acreditar…

  • Harden vai ficar? Windhorst revela a diferença dessa vez

    Harden vai ficar? Windhorst revela a diferença dessa vez

    Olha, desde que o James Harden chegou em Cleveland eu fico pensando: será que dessa vez vai dar certo? O cara já passou por Houston, Brooklyn, Filadélfia, Los Angeles… e agora tá nos Cavs tentando mais uma vez provar que ainda é aquele monstro que conhecemos.

    O Brian Windhorst, que conhece os bastidores da NBA como poucos, deu uma entrevista no rádio de Cleveland que me chamou atenção. Segundo ele, o Harden não só vai ficar — como já tem praticamente tudo acertado para renovar.

    A diferença crucial que mudou tudo

    “Eles fizeram esse negócio pensando na próxima temporada e meia, até duas temporadas. Mas os playoffs de 2026 foram uma grande parte do motivo pelo qual fizeram esse acordo”, explicou Windhorst. E aqui vem o ponto mais interessante: “Eu sei que o Harden tem seus altos e baixos, mas eles não dependem dele para ser o melhor jogador deles, e essa é a diferença entre agora e outras épocas da carreira dele.”

    Cara, isso faz TOTAL sentido. Em Houston, ele era literalmente o cara. Em Brooklyn, todo mundo esperava que ele fosse o salvador ao lado do KD e Kyrie. Agora? Ele pode ser o Harden sem a pressão absurda de carregar o time nas costas. O Donovan Mitchell que assuma essa responsabilidade.

    Renovação praticamente garantida

    Segundo Windhorst, não tem nem muito suspense. O analista afirma que “não tem como o Harden ter aprovado a trade sem ter garantias contratuais”. Faz sentido né? O cara não ia aceitar sair dos Clippers pra ficar no limbo em Cleveland.

    A situação financeira também é interessante: Harden tem uma player option de mais de 42 milhões para a próxima temporada. Sinceramente? Acho que ele aceita tranquilo, principalmente depois de chegar às finais do Leste pela primeira vez desde 2018 com os Cavs.

    E vocês, acham que o Harden finalmente encontrou seu lugar ideal? Ou será que é mais uma parada temporária na carreira dele? Game 1 contra os Knicks vai ser um bom teste para ver se essa parceria com Mitchell realmente funciona nos momentos decisivos.

  • Nets entre os times que jogadores mais rejeitam em troca

    Nets entre os times que jogadores mais rejeitam em troca

    Olha só que coisa mais estranha: os Brooklyn Nets apareceram na quinta posição entre os times que os jogadores da NBA mais colocariam em uma “lista de não-troca”. Ou seja, se pudessem vetar uma transferência, Brooklyn seria um dos primeiros nomes riscados do mapa.

    Segundo a pesquisa anônima do The Athletic, 5% dos jogadores consultados botaram os Nets como um destino que eles definitivamente não quereriam. Pra vocês terem uma ideia do nível da coisa: só perderam para Memphis Grizzlies (35,8%), Washington Wizards (11,7%), Sacramento Kings (10,8%) e New Orleans Pelicans (6,7%).

    O que tá rolando no Brooklyn?

    Sinceramente, não é difícil entender o porquê. O time passou anos sendo uma montanha-russa de expectativas e decepções. Lembram do Big Three com Durant, Kyrie e Harden? Prometia ser uma dinastia e virou uma das maiores frustrações da história recente da liga.

    Agora, com Jordi Fernández no comando técnico e um elenco em reconstrução, o Brooklyn tá naquela fase chata de qualquer franquia: nem é ruim o suficiente pra tankar direito, nem bom o suficiente pra brigar pelos playoffs. É aquele limbo que todo jogador quer evitar.

    O mais interessante é que praticamente todos os times da lista são aqueles que terminaram no fundo da tabela na temporada passada. A mensagem é clara: os caras querem ganhar títulos, não passar perrengue em times perdedores.

    E o Giannis nisso tudo?

    A pesquisa também perguntou sobre o futuro do Giannis Antetokounmpo, e aqui as coisas ficaram mais interessantes. A maioria (45,7%) acredita que o Greek Freak vai ficar em Milwaukee mesmo, mas Miami apareceu em segundo lugar com 23,2% dos votos.

    Nova York como um todo (incluindo os Nets) recebeu 16,6% das menções. É pouco, mas considerando que Brooklyn mal aparece no radar das super estrelas ultimamente, qualquer menção já é alguma coisa, né?

    Na real, eu fico pensando: será que os Nets conseguem reverter essa imagem? Com Michael Porter Jr. no elenco e uma nova filosofia de trabalho, talvez 2025 seja o ano da virada. Ou talvez seja só mais uma temporada de mediocridade no Barclays Center.

    Vocês acham que Brooklyn consegue sair dessa lista de rejeitados? Ou o problema é mais profundo e vai além de resultados em quadra?

  • Caruso jogando como um MONSTRO contra os Spurs nos playoffs

    Caruso jogando como um MONSTRO contra os Spurs nos playoffs

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: não esperava que Alex Caruso ia virar o protagonista absoluto no primeiro jogo da série entre Thunder e Spurs. Mas é exatamente isso que aconteceu ontem à noite, e os fãs tão completamente malucos com a performance dele.

    O Thunder começou meio devagar — coisa rara pra eles — e os Spurs abriram 9 pontos de vantagem logo de cara. Aí que entra o Caruso no jogo e, cara, simplesmente resolveu pegar fogo.

    A defesa no Wembanyama que ninguém esperava

    O mais impressionante não foram nem os 22 pontos que ele fez (que já é absurdo), mas sim como marcou o Victor Wembanyama. Gente, o garoto francês tem 2,24m de altura e Caruso tem 1,96m. Na matemática não deveria funcionar, mas funcionou.

    A marcação física dele no Wemby foi de outro mundo. Claro, os números na estatística não mostram isso, mas quem assistiu sabe que ele incomodou MUITO o fenômeno dos Spurs. E ainda por cima acertou 6 bolas de três em 10 tentativas. Seis! Em dez! Isso é quase 60% de aproveitamento do perímetro.

    Fãs comparando com Michael Jordan

    Os comentários nas redes sociais tão hilários demais. Teve torcedor dos Spurs falando: “Nós tamo fazendo o Caruso parecer o Jordan, que diabos”. E olha que eles não tão mentindo não. O cara tava absolutamente inconsciente na primeira parte do jogo.

    Um fã chegou a falar que ele é o “Robert Horry 2.0”, e sinceramente? Faz sentido. Caruso tem essa pegada mesmo de aparecer nos momentos decisivos. Não é à toa que ele já tem dois anéis na carreira — um com os Lakers e agora buscando outro com o Thunder.

    Na minha opinião, eles deveriam deixar o Caruso marcando o Wembanyama a série inteira. Vocês acham que ele consegue sustentar esse nível de jogo nos próximos jogos? Porque se conseguir, essa série pode ser bem mais equilibrada do que todo mundo imaginava.

    O ruim é que mesmo com essa performance monstruosa do Caruso, o Thunder ainda tava perdendo por cinco pontos no último quarto. Mas com um jogador nesse estado de graça, qualquer coisa pode acontecer.

  • Knicks favoritos como nunca: odds históricos para chegar à final da NBA

    Knicks favoritos como nunca: odds históricos para chegar à final da NBA

    Cara, eu tô tremendo de expectativa aqui. Os Knicks estão nas finais da Conferência Leste pela segunda vez consecutiva e as casas de apostas estão praticamente entregando a vaga para eles. Favoritos com -270 de odds — isso significa 73% de probabilidade implícita de classificação.

    Pra vocês terem uma ideia do quanto isso é absurdo: desde 1988 que o time de Nova York não era favorito assim numa final de conferência. 1988, gente! Eu nem tinha nascido quando isso aconteceu pela última vez.

    Vantagem de descanso que é de outro planeta

    E olha, não é só o elenco monstro que eles têm. Os Cavaliers vêm de um jogo 7 durissimo contra o Detroit no domingo, e agora vão ter que entrar em quadra em menos de 48 horas. Enquanto isso, os Knicks tão descansadinhos desde 10 de maio — quando meteram 144 pontos no Philadelphia e fecharam a série em 4 jogos.

    Sério, que vantagem injusta é essa? Cleveland mal teve tempo de respirar e já tem que enfrentar o Madison Square Garden pegando fogo na terça.

    Sequência histórica dos Knicks

    A situação fica ainda mais impressionante quando você para pra analisar a fase do time. Sete vitórias consecutivas nos playoffs, com uma margem média de 26 pontos por jogo. Vinte e seis pontos! Isso depois de estar perdendo por 2-1 para o Atlanta na primeira rodada.

    Na minha visão, esse time encontrou algo especial depois daquele susto inicial. E agora tá jogando um basquete que eu, sinceramente, não lembro de ver há anos em Nova York. A confiança tá lá em cima, o ataque tá fluindo e a defesa… meu Deus, a defesa tá sufocante.

    Para o primeiro jogo, os Knicks são favoritos por 7.5 pontos em casa. Vocês acham que Cleveland consegue pelo menos manter o jogo competitivo? Porque eu tô achando que vai ser mais uma goleada histórica no Garden.

    Olha, eu não quero zicar, mas se os Knicks chegarem mesmo na final da NBA (a primeira desde 1999), vai ser uma das histórias mais incríveis desta década. Nova York merece, a torcida merece, e esse time parece que tá destinado a fazer história.

  • Ninguém quer ser trocado pros Wizards — e isso diz muito

    Ninguém quer ser trocado pros Wizards — e isso diz muito

    Cara, que situação mais constrangedora. Saiu uma pesquisa com 120 jogadores da NBA sobre qual time eles MENOS gostariam de ser trocados — e o Washington Wizards ficou em segundo lugar. Segundo! Perdeu só pro Memphis Grizzlies, que disparou na frente com 35.8% dos votos. Os Wizards levaram 11.7%.

    E olha que eles acabaram de pegar o Trae Young e o Anthony Davis, além de terem a primeira escolha do Draft 2026. Têm o Alex Sarr, o Bilal Coulibaly… No papel, parece um time que tá montando algo interessante. Mas os jogadores da liga claramente não tão comprando essa.

    Por que ninguém quer jogar em Washington?

    Sinceramente, não é tão difícil de entender. O Wizards não ganha 50 jogos numa temporada desde 1978-79. Quarenta e oito anos! É uma vida inteira de mediocridade. Acabaram de fazer 17-65 na temporada passada numa tankeada épica.

    Mas o pior não é nem o histórico ruim — é a sensação de que, se você for trocado pra lá, é só questão de tempo até ser trocado de novo. O Michael Winger e o Will Dawkins têm seguido uma filosofia bem clara: pegar veteranos, usar por algumas semanas ou meses, e trocar por picks. O Jonas Valančiūnas passou por lá. O CJ McCollum também. Cara vira moeda de troca.

    Imagina você sendo um jogador estabelecido na liga e descobrir que foi trocado pros Wizards. Primeira coisa que vem na cabeça: “quanto tempo até me trocarem de novo?”. Ninguém quer se sentir como peça descartável.

    A mudança de cultura vai dar certo?

    O Anthony Davis, que foi trocado pra lá em fevereiro, já saiu defendendo a organização. Disse que a percepção lá fora tá errada, que por dentro é muito diferente do que as pessoas pensam. Investiram pesado na estrutura, reformaram o ginásio, contrataram um monte de gente pro basketball operations.

    Eu quero acreditar que vai dar certo. Com Young, Davis e uma primeira escolha do draft, eles têm talento suficiente pra pelo menos brigar pelos playoffs. Mas vamos ser realistas — cultura se constrói ganhando jogos, e isso leva tempo.

    E aí, vocês acham que os Wizards conseguem reverter essa imagem? Porque uma coisa é certa: enquanto os jogadores da liga continuarem vendo Washington como um purgatório, vai ser bem mais difícil montar um time competitivo. Ninguém quer ser o cara que “foi mandado pro banco” da NBA.

    Por enquanto, a estratégia é apostar na juventude e torcer pra que as vitórias venham naturalmente. Porque se não vier… bem, vamos ter mais alguns anos dessa pesquisa constrangedora aí.

  • Amen Thompson não vai ganhar contrato máximo nos Rockets?

    Amen Thompson não vai ganhar contrato máximo nos Rockets?

    Olha, essa conversa sobre a renovação do Amen Thompson tá esquentando e eu sinceramente não sei o que pensar. O garoto de 23 anos pode assinar uma extensão de cinco anos por até US$ 251 milhões com os Rockets — isso é dinheiro pra comprar meio estado do Texas, gente.

    Mas parece que Houston não tá disposto a soltar essa grana toda de uma vez. Segundo o pessoal do Houston Chronicle, os Rockets devem oferecer algo entre 20-23% do salary cap, não o máximo que seria uns 25%. E olha, eu entendo o lado da franquia…

    Por que os Rockets estão hesitando?

    A questão principal é o arremesso do Thompson. Por mais que o cara seja um monstro na defesa e tenha feito uma temporada absurda (18.3 pontos por jogo de média), ainda existem dúvidas sobre como ele vai evoluir no ataque. É aquela velha história: você paga o máximo pra um cara que ainda não provou 100% que consegue ser a estrela principal de um time candidato ao título.

    E convenhamos — os Rockets têm outras prioridades financeiras também. Eles precisam pensar no futuro da franquia como um todo, não só no Thompson.

    Mas cara, ele merece ou não?

    Agora vem a parte que me deixa dividido. Nos playoffs contra os Lakers, o Thompson mostrou que tem personalidade: 15 pontos em todos os seis jogos da série, incluindo uns 26 pontos no Jogo 3. Isso aí é clutch, é mentalidade de craque.

    Além disso, defensivamente o cara é simplesmente um problema pra qualquer ataque da liga. Com apenas 23 anos, tem potencial pra ser um dos melhores two-way players da NBA pelos próximos 10 anos.

    Na minha opinião? Eu pagaria próximo do máximo sim. Às vezes você tem que apostar no potencial, principalmente quando o jogador já mostrou que aguenta a pressão dos playoffs. E vocês, acham que Thompson merece os 251 milhões ou os Rockets estão certos em segurar a carteira?

    Uma coisa é certa: essa negociação vai ser interessante de acompanhar. Se eu fosse o Thompson, estaria empolgado — mesmo não sendo o máximo, qualquer coisa na casa dos 200 milhões é uma baita conquista pra um garoto que ainda tem muito a provar.