Autor: Leandro Amorim

  • Cara gastou mais de R$ 500 mil num ingresso dos Knicks. Que mundo é esse?

    Cara gastou mais de R$ 500 mil num ingresso dos Knicks. Que mundo é esse?

    Gente, eu preciso contar uma coisa que tá me deixando de queixo caído. Um cara — um ser humano de verdade — pagou mais de 100 mil dólares (isso mesmo, mais de R$ 500 mil na nossa moeda) por um ingresso para ver os Knicks numa possível final da NBA.

    Cem mil dólares. Por UM ingresso.

    Olha, eu sei que os Knicks não chegam numa final desde 1999 — ou seja, tem uma geração inteira de fãs que nunca viu isso acontecer. A fome é gigantesca, eu entendo. Mas mano, meio milhão de reais por três horas de basquete?

    Madison Square Garden virou Las Vegas

    O negócio tá tão absurdo que até os lugares mais ruins do Madison Square Garden — aqueles lá em cima onde você precisa de binóculo pra ver a bola — estão saindo por mais de 4 mil dólares. Quatro mil! Isso é mais que muito brasileiro ganha em três meses.

    E o pior: o pessoal tá pagando mesmo. Não é só especulação não, os ingressos estão sendo vendidos nesses valores insanos. Um assento quase na quadra saiu por 77 mil dólares, e esse de 102 mil foi vendido no fim de semana passado.

    Sinceramente, eu não sei se fico mais impressionado com quem tá pagando ou com quem consegue vender por esse preço com cara limpa.

    Os cambistas digitais dominaram tudo

    A real é que isso virou um esquema gigantesco. Esses sites que eram pra ser uma mão na roda pro torcedor comum hoje são dominados por robôs e fazendas de computador que compram tudo em segundos e revendem pelo triplo do preço.

    O ingresso original já sai por uns 7 mil dólares (que já é uma pancada), mas aí os caras pegam e revendem por 100 mil porque sabem que sempre tem alguém com FOMO disposto a pagar. É revoltante, mas funciona.

    E vocês acham que isso é normal? Porque pra mim, numa época que a galera tá lutando pra pagar aluguel, comprar comida e cuidar dos filhos, ter gente gastando meio milhão num ingresso de basquete é de um outro planeta.

    Não me entendam mal — eu AMO basquete, vivo e respiro NBA. Mas isso aqui já passou dos limites do bom senso. O que vocês acham? Pagariam esse valor se tivessem a grana, ou acham que é loucura pura?

  • Wemby vai jogar em Paris! Spurs confirmados para 2 jogos na Europa

    Wemby vai jogar em Paris! Spurs confirmados para 2 jogos na Europa

    Gente, que notícia absurda! O Victor Wembanyama vai voltar pra casa — literalmente. Os Spurs estão confirmados para jogar dois jogos na Europa na próxima temporada, e um deles vai ser em Paris mesmo!

    Olha, não é à toa que a NBA tá fazendo isso. O Wemby virou o maior astro internacional da liga, talvez até o maior fora dos EUA. O cara é um fenômeno global, e a liga sabe disso.

    Paris e Manchester no roteiro

    Segundo o Marc Stein, que sempre sabe das coisas antes de todo mundo, os Spurs vão encarar os Pelicans do Zion Williamson em janeiro. Um jogo em Paris e outro em Manchester, na Inglaterra. Imagina a emoção do Wemby jogando na frente da torcida francesa?

    Manchester, aliás, não foi escolha aleatória não. A cidade deve fazer parte da NBA Europe quando ela for lançada em 2027. A liga tá planejando uma expansão séria pro mercado europeu.

    Retorno triunfal

    Os Spurs já tinham jogado em Paris em janeiro deste ano, quando dividiram os jogos com os Pacers. Mas agora com o Wemby mais maduro, mais estabelecido na liga… vai ser outro nível de espetáculo.

    Sinceramente, acho que essa é a jogada perfeita da NBA. O Wembanyama não é só um jogador diferenciado tecnicamente — ele é uma ponte cultural. Ver ele jogando em solo francês, com toda aquela atmosfera europeia… vai ser mágico.

    E vocês, acham que o Wemby vai se emocionar jogando em casa? Aposto que vai ter lágrimas nos olhos na hora do hino francês!

    Ah, e só pra complementar: não vão ser só esses dois jogos internacionais na temporada. A NBA deve voltar ao México também, como sempre faz. E no pré-temporada, Mavs e Rockets vão jogar na China. A liga tá mesmo investindo pesado no mercado global.

  • Mitchell coloca Allen acima de Klay Thompson: ‘Game 7 JA é superior’

    Mitchell coloca Allen acima de Klay Thompson: ‘Game 7 JA é superior’

    Cara, o Donovan Mitchell simplesmente soltou uma bomba que tá dividindo a galera da NBA. Quando perguntaram se o Jarrett Allen no jogo 7 era melhor que o famoso “Game 6 Klay”, o cara nem piscou: “Game 7 JA, né mano. Ele tá 2 por 2!”

    E olha, não vou mentir — o argumento faz sentido.

    O fenômeno “Game 6 Klay” vs “Game 7 JA”

    Todo mundo conhece a lenda do Klay Thompson no jogo 6 contra o Thunder em 2016. O maluco meteu 41 pontos e cravou 11 bolas de três (recorde na época) pra salvar os Warriors da eliminação. Foi épico, absurdo, um daqueles momentos que a gente nunca esquece.

    Mas o Allen? O cara tá construindo sua própria lenda nos jogos 7. Contra o Detroit agora: 23 pontos, 7 rebotes. Contra o Toronto na primeira rodada: 22 pontos, 19 rebotes. Sabe quantos caras conseguiram fazer 22 pontos e 19 rebotes num jogo 7 desde 1996? Seis. SEIS! Allen tá dividindo essa lista com monstros como Jokić, Giannis, Kevin Garnett, Dirk e Mutombo.

    Por que Mitchell tem razão

    Sinceramente? Eu tô com o Mitchell nessa. O Klay foi sensacional naquele jogo 6, mas fazer isso DUAS VEZES em jogos 7 — os mais tensos que existem — é de outro mundo. Game 7 não perdoa, mano. É tudo ou nada, e o Allen simplesmente aparece quando mais precisa.

    E o Cleveland tá voando! Depois de passar pelo Detroit de lavada (125-94), o time tá nas finais do Leste. Será que o “Game 7 JA” vai precisar aparecer de novo? Porque pelo jeito que as coisas andam, eu não duvidaria nada.

    Vocês acham que o Mitchell exagerou na comparação ou o Allen realmente merece esse hype todo? Uma coisa é certa: se rolar outro jogo 7 e ele entregar mais uma performance dessas, aí não vai ter discussão mesmo.

  • Joe Ingles volta pra casa: veterano assina com Melbourne United

    Joe Ingles volta pra casa: veterano assina com Melbourne United

    Olha, não sei vocês, mas eu sempre tenho um carinho especial pelos caras que fazem essa volta pra casa depois de uma carreira longa. E é exatamente isso que o Joe Ingles tá fazendo agora — o australiano de 37 anos acabou de assinar um contrato de duas temporadas com o Melbourne United, da liga australiana NBL.

    A volta às origens depois de quase 20 anos

    Cara, que história bonita. O Ingles começou a carreira profissional justamente em Melbourne, em 2006, jogando pelo South Dragons (que nem existe mais). E adivinhem? Já ganhou título por lá. Depois disso, foi literalmente dar uma volta no mundo — Espanha (Granada e Barcelona), Israel (Maccabi Tel Aviv) e finalmente chegou na NBA em 2014.

    Na minha opinião, poucos caras tiveram uma trajetória internacional tão rica quanto a dele. E agora, quase duas décadas depois, volta pra onde tudo começou. Isso é lindo, gente.

    A passagem pela NBA que ficou na memória

    Quem acompanha NBA sabe que o Ingles foi peça fundamental naqueles times do Utah Jazz que incomodaram todo mundo no Oeste. O cara era o típico veterano inteligente — não era o mais atlético, mas sabia ler o jogo como poucos. Arremesso de três certeiro, passes cirúrgicos e uma defesa sempre no lugar certo.

    Sinceramente, aquela lesão no joelho em 2022 foi uma pena. Depois disso, passou por Milwaukee, Orlando e Minnesota, mas nunca mais foi o mesmo jogador. Aos 37 anos, com tanta rodagem, faz todo sentido escolher voltar pra casa em vez de ficar se arrastando na NBA.

    “Melbourne sempre foi minha casa”

    O que mais me chamou atenção na declaração dele foi a parte emocional. “Voltar pra onde minha carreira profissional começou há quase 20 anos é algo que não considero garantido”, disse o Ingles. “Muito coisa aconteceu desde então, mas Melbourne sempre pareceu casa.”

    E aí, vocês acham que ele ainda tem lenha pra queimar? NBL é uma liga competitiva, mas obviamente não tem o nível físico da NBA. Pro Ingles, que sempre foi mais cerebral que atlético, pode ser o ambiente perfeito pra estender a carreira e ainda contribuir bastante.

    Uma coisa é certa: Melbourne United tá ganhando um cara com experiência de sobra e que conhece a casa como ninguém. Vai ser interessante acompanhar se ele consegue repetir aquele título de 2006, agora como veterano experiente. A temporada da NBL começa em setembro, então logo logo vamos ver o “Jingles” de volta às quadras australianas.

  • Volta o Draft Board comunitário — e dessa vez é pick 10!

    Volta o Draft Board comunitário — e dessa vez é pick 10!

    Galera, vocês lembram do nosso Draft Board comunitário? Pois é, desde 2022 que não fazíamos isso aqui no site, mas agora que o Milwaukee vai ter a pick mais alta da década — número 10 no geral — chegou a hora de ressuscitar essa tradição que eu sempre curti demais.

    Da última vez que fizemos isso, os Bucks estavam lá na 24ª posição e escolheram o MarJon Beauchamp. Olha, sinceramente espero que dessa vez a gente acerte melhor a mão, né? Pick 10 é uma oportunidade que não aparece todo ano para Milwaukee.

    Como funciona a brincadeira

    Para quem é novo aqui ou não lembra direito, o esquema é parecido com a nossa série anual “Ranking The Roster”. Todo dia vamos postar uma enquete perguntando quem vocês escolheriam se estivessem draftando naquela posição específica. Vamos eliminando nome por nome até chegar na vez dos Bucks.

    No dia seguinte, analisamos o vencedor da enquete — tanto como jogador quanto o encaixe dele no time. Mas como Milwaukee está na 10ª posição e tem uma galera que pode subir nesse range dependendo do combine, vamos estender um pouquinho mais a série.

    Claro que existe a chance de tudo isso ser em vão porque os Bucks podem trocar essa pick — tecnicamente eles teriam que esperar até depois da escolha ser feita. Podem também negociar para subir ou descer no draft, talvez até conseguir mais de uma pick de primeira rodada se desceram.

    E se o Giannis…

    E olha, com toda essa incerteza rolando com o Giannis, quem sabe eles não acabam com uma pick ainda mais alta? (Deus me livre, mas vai que né…)

    Por enquanto, vamos trabalhar com o cenário atual: roster como está e a 10ª escolha geral.

    Então aí está nossa primeira enquete: se vocês estivessem draftando em primeiro lugar, quem escolheriam? Amanhã de manhã a gente divulga o vencedor e pergunta quem vocês pegariam na segunda posição. Geralmente deixamos as enquetes abertas por 24 horas.

    E vocês, o que acham? Quem seria a pick número 1 de vocês nesse draft? Comenta aí embaixo!

  • Dolan vai dividir Knicks e Rangers — e isso muda tudo

    Dolan vai dividir Knicks e Rangers — e isso muda tudo

    Cara, o James Dolan finalmente fez o que todo mundo estava esperando há anos: vai separar os Knicks e Rangers em duas empresas diferentes. E olha, isso pode ser o começo de uma revolução no mercado de franquias da NBA.

    A MSG Sports protocolou os papéis na SEC na segunda-feira pra dividir o império esportivo do Dolan. De um lado ficam os Knicks (com o time da G-League), do outro os Rangers (com o time da AHL). Sinceramente? Era hora.

    A matemática que não fechava

    Vou explicar o pepino: a Forbes avaliou os Knicks em quase 10 bilhões de dólares — dez bilhões! Os Rangers valem uns 4 bilhões. Mas a MSG Sports inteira tá cotada em apenas 8,5 bilhões na bolsa. Não faz sentido, né?

    “Sempre existiu uma diferença entre o valor das ações da MSG Sports e o valor real de mercado”, disse Derek Reisfield, ex-executivo da CBS. E ele tá certo — os investidores não conseguiam enxergar o verdadeiro valor dos times por causa da estrutura complicada do Dolan.

    Na minha visão, isso acontece porque o Dolan criou um emaranhado de empresas que ninguém entendia direito. MSG Sports, MSG Entertainment, Sphere Entertainment… era muita sigla pra pouca clareza.

    E agora, Dolan vai vender?

    Essa é a pergunta de um milhão de dólares (ou bilhões, no caso). O cara sempre disse que os times não estavam à venda, mas separar as empresas facilita muito uma eventual venda. Será que ele tá se preparando pra se desfazer de uma das franquias?

    Olha, com o mercado de franquias explodindo — bilionários e fundos de investimento brigando por times —, não seria surpresa nenhuma. E convenhamos: se eu fosse o Dolan e pudesse sacar alguns bilhões vendendo só um dos times, mantendo o outro… pensaria duas vezes.

    Tem um porém: o contrato do Madison Square Garden expira em 2028. E arena é fundamental pro valor de qualquer franquia — é onde rola a mágica (e o dinheiro). Quem comprar vai ter que lidar com essa bomba-relógio também.

    As ações da MSG Sports subiram quase 1% com a notícia. Pouco? Talvez. Mas é só o começo. Quando essa separação sair do papel — se sair —, a coisa pode esquentar de verdade no mercado.

    E aí, vocês acham que o Dolan vai resistir à tentação de vender? Com esses valores astronômicos, eu não apostaria muito na fidelidade dele não…

  • Por que o Suns deveria manter Royce O’Neale na próxima temporada

    Por que o Suns deveria manter Royce O’Neale na próxima temporada

    Olha, vou falar uma coisa que talvez não seja popular entre os fãs do Phoenix Suns: manter o Royce O’Neale pode ser a jogada mais inteligente que eles vão fazer nessa offseason.

    Eu sei, eu sei. Todo mundo quer ver os Suns ficando mais jovens, mais atléticos, e o O’Neale não é exatamente o futuro da franquia. Mas cara, às vezes a gente precisa olhar além do óbvio e ver o que realmente funciona.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: O’Neale acertou 40.8% das bolas de 3 na última temporada. Quarenta vírgula oito por cento! Isso colocou ele entre os 25 melhores arremessadores da liga inteira. E não foi sorte não — ele já havia mandado mais de 40% na temporada anterior também.

    E o cara não é só estatística. Aqueles arremessos difíceis que ele converte, aquela soltura rápida depois da finta… isso é ouro puro pra qualquer ataque da NBA. Sinceramente acho que a galera subestima o quanto isso é valioso.

    Na minha visão, ter alguém que você pode contar pra acertar os arremessos importantes saindo do banco é fundamental. Principalmente considerando que os Suns querem manter o núcleo Booker-Green-Brooks junto.

    Veterano que não incomoda

    Aqui que a coisa fica interessante. Todo mundo fala que o Phoenix precisa apostar nos jovens — e eu concordo. Mas vocês acham que jogadores como Rasheer Fleming e Ryan Dunn não vão ter altos e baixos? Claro que vão.

    O O’Neale oferece exatamente o que você precisa nesses momentos: consistência e experiência. O cara jogou 78 partidas na temporada passada (terceiro do time) e nunca jogou menos de 70 jogos numa temporada. Isso é confiabilidade pura.

    E defensivamente? Ok, ele não é mais aquela muralha de antigamente, mas ainda oferece uma presença mais calma que os pivetes. Lembram quantas vezes o Dillon Brooks teve que sair no quarto período por causa de faltas bobas? Pois é.

    O dilema da offseason

    Claro que existem argumentos pra trocar ele. O contrato é barato (sempre bom pra negociar), outros times certamente têm interesse, e o Suns quer mesmo ficar mais jovem. Grayson Allen também está na mesma situação.

    Mas olha só: dos jogadores com valor real de troca no elenco, O’Neale pode ser justamente aquele que faz mais sentido manter. Ele aceitou sair do banco quando necessário, lidou bem com as mudanças de função, e mostrou que consegue contribuir de várias formas.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que vale a pena trocar essa estabilidade por uma promessa incerta? Ou será que manter o O’Neale e deixar os jovens se desenvolverem naturalmente não seria o caminho mais inteligente?

    Pelo menos por mais uma temporada, eu apostaria na experiência e consistência do veterano. Às vezes o melhor movimento é não fazer movimento nenhum.

  • Mock Draft 6.0: 18 jogadores podem voltar pra faculdade e virar o jogo

    Mock Draft 6.0: 18 jogadores podem voltar pra faculdade e virar o jogo

    Cara, que bagunça que tá esse Draft 2026. Acabei de ver os números do Combine e sinceramente? Nunca vi nada igual. Dezoito jogadores do meu top 60 estão pensando seriamente em voltar pra faculdade. Dezoito!

    A culpa é toda desse NIL (Name, Image, Likeness) que mudou completamente as regras do jogo. Agora os caras sabem exatamente quantos milhões estão esperando eles de volta no campus — e pra muitos, essa grana supera tranquilamente o que rola nas picks do final da primeira rodada ou segunda rodada.

    Os nomes que podem dar o pé na jaca

    E olha, não são jogadores qualquer não. Estamos falando de gente como Morez Johnson (Michigan), Koa Peat (Arizona) e Meleek Thomas (Arkansas). Tem também Flory Bidunga (Louisville), Milan Momcilovic (Iowa State) e Matt Able (North Carolina).

    O prazo pra decidir é 27 de maio. Podem ser dois voltando, podem ser quinze. Ninguém sabe — e isso tá deixando os GMs malucos.

    Mas vamos ao que interessa: meu Mock Draft 6.0 baseado no que rolou em Chicago.

    Top 2: Washington e Utah definem o tom

    1. Washington Wizards – AJ Dybantsa (BYU, 2,06m, ala)
    Monstro. Simplesmente isso. O cara tem 2,06m e joga como um armador — entra no garrafão quando quer, cozinha no meio da quadra, arranca falta fácil. O presidente Michael Winger até falou em trocar a pick, mas olha… nos últimos 46 anos só três vezes alguém trocou a primeira escolha pra ficar na loteria. É muito raro mesmo.

    Em Washington ele vai ter menos pressão jogando com veteranos como Trae Young e Anthony Davis. E o futuro? Sarr já mostra que pode ser um pivô dos dois lados da quadra. Tem Kyshawn George, Tre Johnson, Will Riley, Bilal Coulibaly… mas nenhum deles tem teto de superestrela como o Dybantsa.

    2. Utah Jazz – Darryn Peterson (Kansas, 1,96m, armador)
    Desde que o Jazz conseguiu a segunda pick, todo mundo fala se eles vão tentar trocar com Washington pelo Dybantsa — que jogou no Utah Prep e depois BYU, universidade que tem ligação histórica com a franquia. Mas talvez prefiram ficar com Peterson mesmo.

    E cara, Peterson é pura elegância. Controle corporal absurdo, tamanho ideal pra posição, consegue penetrar e criar pra todo mundo. No ensino médio era um show de criatividade.

    Vocês acham que esses caras todos vão mesmo voltar pra faculdade? Porque se voltarem, vai ser uma reviravolta histórica nesse Draft. E olha que a loteria ainda tá recheada de talento até a pick 18, 19… Depois disso que vai sentir o baque.

    Enfim, ainda tem mais de uma semana pra galera decidir. Mas uma coisa é certa: esse Draft 2026 vai entrar pra história, seja pelo talento ou pela quantidade de gente que deu meia volta.

  • Ex-pick dos Celtics de 25 anos vai jogar na NCAA por US$ 5 milhões

    Ex-pick dos Celtics de 25 anos vai jogar na NCAA por US$ 5 milhões

    Galera, preparem-se para uma notícia que tá mexendo com o basquete universitário americano. Yam Madar, armador israelense de 25 anos que foi escolhido pelos Celtics no draft de 2020, decidiu largar a Europa e partir para a LSU. E olha, não foi por pouco dinheiro não — estamos falando de um contrato de US$ 5 milhões!

    Sinceramente? Eu não esperava essa. O cara tava jogando EuroLeague, foi Rising Star em 2023 pelo Partizan Belgrade, tem currículo pesado na Europa… e resolve ir pra NCAA aos 25 anos. Isso é praticamente inédito, cara.

    A trajetória européia que impressiona

    Madar não é qualquer um. O moleque rodou a Europa inteira: Hapoel Tel Aviv (Israel), Fenerbahçe (Turquia), Bayern de Munique (Alemanha) e Partizan Belgrade (Sérvia). Uma verdadeira excursão pelos principais campeonatos europeus.

    Mas pelo visto, as coisas não andavam bem no Hapoel recentemente. Segundo a imprensa europeia, ele tava insatisfeito com os poucos minutos que vinha recebendo — imaginem só, 10 minutos totais contra o Real Madrid nas quartas de final! Para um cara do nível dele, isso é praticamente uma humilhação.

    Como diabos ele pode jogar na NCAA aos 25?

    Essa é a pergunta que todo mundo tá fazendo, né? Normalmente, jogadores profissionais não podem ir pra universidade americana. Mas Madar conseguiu através de uma brecha nas regras — exemptions por serviço militar obrigatório e participação em seleção nacional. Basicamente, o tempo que ele passou servindo Israel e jogando pela seleção “congela” sua elegibilidade universitária.

    É meio maluco quando você pensa que ele vai enfrentar garotos de 18-19 anos tendo já uma carreira profissional inteira nas costas. Vantagem desleal? Talvez. Mas as regras permitem, então…

    LSU apostando pesado no retorno de Will Wade

    Will Wade voltou pra LSU depois de uma passagem conturbada (e controversa) e tá montando um time interessante. Além do Madar, já trouxe Mouhamed Dioubate (Kentucky), Divine Ugochukwu (Michigan State) e Abdi Bashir Jr. (Kansas State).

    Cinco milhões de dólares por um ano de basquete universitário é absolutamente absurdo. Mostra como o NIL (Name, Image, Likeness) mudou completamente o jogo. Antigamente, os caras iam pra NBA ganhar essa grana — agora dá pra fazer isso na faculdade.

    E aí, vocês acham que vai dar certo? Um cara de 25 anos, acostumado com o profissionalismo europeu, se adaptando ao ambiente universitário americano? Vai ser interessante de acompanhar, isso é certeza.

  • Knicks voltam após 9 dias parados: será que a ferrugem atrapalha?

    Knicks voltam após 9 dias parados: será que a ferrugem atrapalha?

    Cara, 9 dias sem jogar. NOVE! Os Knicks ficaram essa eternidade esperando os Cavaliers despacharem os Pistons para finalmente começar a Final do Leste, e agora a pergunta que não quer calar: será que essa parada toda vai atrapalhar ou ajudar?

    “É hora de ir”, disse Jalen Brunson na segunda-feira, mas dá pra sentir aquela tensão no ar. Mike Brown, técnico dos Knicks, foi bem direto quando perguntaram se ele tava preocupado com a equipe perdendo o ritmo: “Você se preocupa com todas essas coisas”.

    Mas olha, tem um lado positivo nisso tudo. Enquanto os Knicks descansavam, Cleveland jogou 14 partidas em 30 dias. É muita porrada, né? A questão é se o descanso vai compensar a possível ferrugem.

    OG Anunoby de volta — que alívio!

    A notícia boa é que OG Anunoby tá 100% recuperado da lesão no posterior da coxa e já treinou normalmente segunda-feira. O cara perdeu os dois últimos jogos da varredura contra o Philadelphia 76ers, então ter ele de volta é fundamental. Sinceramente, sem o OG a defesa dos Knicks fica bem mais vulnerável.

    Josh Hart comentou que obviamente eles preferiam uma parada de 3-4 dias, não 9. “Você tá num bom ritmo, aí tem que sentar e esperar”, reclamou. E eu entendo a frustração — momentum é tudo nos playoffs.

    O problema dos quatro All-Stars de Cleveland

    Agora vem a parte complicada. Brown foi cirúrgico na análise: “Eles têm quatro All-Stars no elenco”. Donovan Mitchell, Evan Mobley, Jarrett Allen, e o James Harden que chegou em fevereiro numa troca que mudou tudo.

    Mano, ter o Harden como QUARTO All-Star é sacanagem, né não? O cara ainda arma jogo e marca pontos mesmo aos 37 anos. E Mitchell jogando em casa no Madison Square Garden… isso pode ser inspirador ou pressão extra, vai saber.

    A estratégia dos Knicks é clara: fazer esses caras trabalharem em todas as fases do jogo. “Queremos que todos eles, especialmente os armadores, trabalhem o máximo possível”, explicou Brown. Mas ele foi esperto em dizer que o foco principal não é parar ninguém específico, e sim conseguir os melhores arremessos possíveis.

    O Garden vai pegar fogo

    Com vantagem de casa conquistada após Detroit ser eliminado, os Knicks vão poder contar com aquela energia única do MSG. Brunson foi emotivo falando sobre isso: “Significa tudo pra mim. Este lugar fez maravilhas por mim e minha família”.

    Josh Hart mandou a real sobre a torcida: “Os fãs dos Knicks sempre aparecem e mostram amor. Definitivamente é a melhor atmosfera da liga”. E olha, quem já viu um jogo decisivo no Garden sabe que não é exagero.

    Vocês acham que esses 9 dias de descanso vão ser mais prejudiciais que benéficos? Eu tô dividido, mas apostando que a energia da torcida vai compensar qualquer ferrugem inicial. Esse Cleveland tá monstro, mas os Knicks em casa são outro nível.