Autor: Leandro Amorim

  • Spurs atropela Wolves e vai enfrentar o Thunder na final do Oeste

    Spurs atropela Wolves e vai enfrentar o Thunder na final do Oeste

    Cara, que paulada os Spurs deram nos Timberwolves ontem! 139-109 em Minneapolis pra fechar a série em 6 jogos e garantir vaga na final da Conferência Oeste. E olha, não foi nem perto de ser disputado — os caras simplesmente dominaram do começo ao fim.

    O Stephon Castle foi um monstro absoluto: 32 pontos e 11 rebotes. Onze pra dezesseis do campo, incluindo CINCO bolas de três nas cinco primeiras tentativas. Esse mlk tá jogando um basquete que dá gosto de ver. Junto com o De’Aaron Fox (21 pontos, 9 assistências), a dupla de armação de San Antonio foi simplesmente imparável.

    Wembanyama fazendo o básico (que já é absurdo)

    Victor Wembanyama teve uma noite “quieta” com 19 pontos em apenas 27 minutos. Quieta entre aspas, né? Porque o francês continuou sendo aquela muralha defensiva no garrafão que a gente já conhece. Depois daquela expulsão polêmica no jogo 4, ele voltou com tudo no jogo 5 (27 pontos, 17 rebotes) e agora tá focado na recuperação para enfrentar o Thunder.

    “Claro que estamos confiantes, mas precisamos manter o nível certo de confiança”, disse Wemby. Maturidade de veterano num cara de 22 anos, impressionante.

    E os caras quebraram o recorde de franquia em playoffs: 18 bolas de três convertidas em 38 tentativas. Julian Champagnie contribuiu com 4 arremessos de longa distância entre seus 18 pontos. Quando a bola tá entrando desse jeito, fica difícil pra qualquer time parar.

    Minnesota sem respostas

    Do lado dos Wolves, Anthony Edwards fez 24 pontos, mas precisou de 26 arremessos pra isso. A defesa dos Spurs simplesmente não deu espaço pro Ant-Man respirar. Julius Randle praticamente sumiu de quadra: 3 pontos em 1/8 nos arremessos. Triste demais.

    “Simplesmente ficamos sem munição conforme a série foi passando”, disse o técnico Chris Finch. E realmente, deu pra ver que Minnesota não teve respostas para o conjunto ofensivo de San Antonio.

    Terrence Shannon (21 pontos) e Naz Reid (18) até tentaram dar uma animada saindo do banco, mas não foi suficiente. Os Spurs venceram a série por uma diferença ABSURDA de 97 pontos somando todos os jogos. Noventa e sete pontos, gente!

    Agora é Oklahoma City na segunda-feira. O Thunder varreu suas duas primeiras séries e chega como atual campeão. Vai ser um confronto de estilos interessante: a experiência e o anel do OKC contra a fome e o talento jovem dos Spurs.

    E aí, vocês acham que esse time de San Antonio consegue surpreender mais uma vez? Porque olhando esse basquete que eles tão jogando, eu não duvido de nada.

  • Spurs destroem os Wolves e vão às finais do Oeste!

    Spurs destroem os Wolves e vão às finais do Oeste!

    Cara, que pancada foi essa! Os Spurs simplesmente massacraram os Wolves por 139-109 e carimbaram a vaga nas finais da Conferência Oeste. Eu tô ainda tentando processar o que aconteceu na noite de sexta.

    Olha, Minnesota tentou ser esperto no começo. Tiraram o Gobert do Wemby e colocaram ele no Castle, apostando que o francesinho não ia conseguir machucar de fora. Pois é… Castle respondeu com três bombaços de três pontos e fez 14 pontos só no primeiro quarto. O garoto tá jogando numa pegada que nem eu esperava!

    A gravidade do monstro francês

    E tem como falar do Wemby sem ficar emocionado? O cara simplesmente atrai dois, três jogadores pra cima dele e libera a quadra inteira pros companheiros. Foi exatamente isso que rolou – San Antonio começou fazendo 5 de 11 do perímetro porque todo mundo ficava livre.

    Fox e Harper também aproveitaram pra se dar bem, foram combinados 6-7 de quadra só atacando a cesta. Sinceramente, quando Minnesota tirou o Gobert cedo e colocou o Naz Reid (que até acertou duas de três), eu já sabia que ia dar ruim pros lobos.

    Aí que veio o absurdo: 20-0 dos Spurs no começo do segundo quarto! De 36-27 foi pra 56-27. Eu fiquei maluco vendo isso.

    Os Wolves tentaram reagir, mas…

    Claro que Minnesota não ia desistir fácil. O Ant acordou pra vida e liderou uma corrida de 34-18 que deixou o jogo em 13 pontos no intervalo. O cara foi pra cima do Wemby sem medo nenhum e conseguiu finalizar algumas jogadas impossíveis.

    Mas no terceiro quarto? Game over. Os Wolves voltaram a colocar Gobert no Wemby, e San Antonio simplesmente reconstruiu a vantagem em poucos minutos. Foi tanto que os bancos esvaziaram ainda no começo do último período!

    O detalhe mais louco? Ant cumprimentou o pessoal dos Spurs antes mesmo do jogo acabar. Isso mostra o respeito que ele tem pelo que San Antonio tá fazendo.

    Castle tá virando fenômeno

    Gente, vocês viram os números do Castle nos playoffs? 44% de três pontos! Quem diabos esperava isso de um calouro? O garoto tá jogando numa confiança absurda, e com tantas bolas abertas que o Wemby cria, ele pode ser o X da questão nas finais do Oeste.

    Harper também merece papo separado – a defesa dele no Ant foi de outro nível. Junto com o Fox (que por pouco não se machucou no final do primeiro tempo), esse trio de armadores dos Spurs pode jogar em nível All-NBA qualquer noite. É isso que time campeão precisa ter.

    Agora é Spurs x Thunder nas finais do Oeste. Primeira de muitas batalhas épicas entre esses dois times jovens, na minha opinião. E vocês, acham que San Antonio consegue parar o Shai e companhia?

  • Spurs eliminam os Wolves e vão pras finais do Oeste!

    Spurs eliminam os Wolves e vão pras finais do Oeste!

    Cara, que noite dos Spurs! San Antonio simplesmente DESTRUIU o Minnesota por 139-109 e garantiu vaga nas finais da Conferência Oeste. E o protagonista da festa? Stephon Castle, que meteu 32 pontos e mostrou que tá preparado pro momento grande.

    Olha, eu já vinha acompanhando essa série, mas não esperava uma goleada dessas no jogo 6. Castle tá jogando num nível absurdo — 32 pontos, liderança total, e ainda por cima com aquela confiança de veterano. Wembanyama contribuiu com 19 pontos, mas foi o Castle que carregou o piano mesmo.

    Agora é Thunder pela frente — e vai ser guerra

    A matemática tá feita: Spurs 4×2 nos Wolves e agora enfrentam o Oklahoma City Thunder nas finais do Oeste. E pasmem — os caras já bateram o Thunder 4 vezes em 5 jogos na temporada regular. Coincidência? Eu acho que não.

    Mas vamos ser realistas aqui. O Thunder tá vindo de 8 vitórias consecutivas e são os atuais campeões da NBA. Não vai ser moleza, não. Castle mesmo admitiu: “Vai ser difícil derrubar eles, mas estamos bem confiantes que conseguimos”.

    Na minha visão, essa confiança do Castle faz toda a diferença. O garoto tá maduro, jogando como se já tivesse disputado 10 playoffs. E vocês acham que os Spurs conseguem repetir o domínio da temporada regular numa série de 7 jogos?

    Pistons forçam jogo 7 no Leste

    Do outro lado, Detroit fez o dever de casa e venceu Cleveland por 115-94, forçando um jogo 7 decisivo. Cade Cunningham comandou com 21 pontos, Paul Reed meteu 17 e Jalen Duren contribuiu com 15.

    O mais louco é que os Pistons já tinham feito isso na rodada anterior — saíram de 3×1 contra o Orlando Magic e viraram a série. Agora repetiram a dose contra Cleveland. Cara, que time resiliente!

    Domingo tem jogo 7 em Detroit pra decidir quem encara o New York Knicks nas finais do Leste. Sinceramente? Depois dessa recuperação toda, eu não duvido nada dos Pistons.

  • Mitchell tá virando problema no Cleveland e eu não consigo mais ignorar

    Mitchell tá virando problema no Cleveland e eu não consigo mais ignorar

    Cara, depois de assistir o Cavs perder por 21 pontos em casa pro Pistons no jogo 6, eu não consigo mais fingir que tá tudo bem com o Donovan Mitchell. Sinceramente.

    O Cleveland tava com tudo na mão pra carimbar a vaga na final da Conferência Leste, jogando em casa, e simplesmente entregou. Agora vai ter que encarar um jogo 7 fora de casa em Detroit. E olha, eu tô começando a achar que o problema não é só azar não.

    O time é o reflexo do Mitchell

    Vocês já repararam como os times acabam virando uma cópia do seu melhor jogador? Pois é. E o Cavs virou basicamente o Mitchell versão time: quando tá inspirado, parece que vai dominar o mundo. Quando não tá… vira essa bagunça que a gente viu no jogo 6.

    No jogo 4, o cara foi um monstro na segunda metade – igualou o recorde de mais pontos numa metade de jogo dos playoffs. Foi absurdo. Mas aí vem uma noite ruim e o castelo de cartas desaba completamente.

    O problema é que tanto os Raptors quanto os Pistons descobriram a kryptonita do Mitchell. Eles têm defensores altos e rápidos que conseguem acompanhar ele de igual pra igual, coisa que ele não enfrentou nos oito anos anteriores de playoffs. E quando ele não consegue chegar na cesta como quer, sobra só o arremesso – que às vezes cai, às vezes não.

    37 minutos de pesadelo

    Os números do jogo 6 são brutais. O Cavs foi superado por 25 pontos nos 37 minutos que o Mitchell ficou em quadra. Vinte e cinco! E eu que tava assistindo posso garantir que pareceu ainda pior na arena.

    O cara tentou carregar o time nas costas, arremessou 20 vezes (mais que qualquer outro), mas só acertou 3 das 11 tentativas no garrafão. Aquela facilidade dele pra finalizar simplesmente sumiu.

    “Não posso ficar remoendo os arremessos que perdi”, disse o Mitchell depois. “É o impacto geral no jogo que importa.”

    E é exatamente esse o problema, mano. O impacto geral dele tem sido questionável há quatro anos.

    Cadê o jogo coletivo?

    Olha, eu não sou desses que fica cobrando assistência de todo mundo, mas 1,15 de razão assistência-turnover em 13 jogos de playoffs? Pra um cara que fica com a bola na mão o tempo todo? Isso aí não dá.

    O Mitchell simplesmente não tem plano B quando o arremesso não tá caindo. Ele não é um distribuidor habilidoso, não se move bem sem a bola, e na defesa… bom, melhor nem falar sobre defesa.

    Na minha visão, tá na hora do Cavs repensar algumas coisas. Você não pode construir um time inteiro em volta de um jogador que só funciona numa situação específica. E aí, vocês acham que ele consegue se reinventar a essa altura da carreira, ou é isso aí mesmo?

    Jogo 7 em Detroit. Vai ser agora ou nunca pra provar que eu tô errado.

  • O Dr. J da ABA era simplesmente outro nível de basquete

    O Dr. J da ABA era simplesmente outro nível de basquete

    Cara, eu tava vendo uns vídeos antigos do Julius Erving na ABA e sinceramente? O cara estava jogando um basquete que nem parecia ser da mesma época que todo mundo.

    Pensa só na situação: quando o Dr. J estava na faculdade (UMass), ele NÃO PODIA ENTERRAR. Isso mesmo, o cara que ia revolucionar o jogo com suas enterradas malucas estava preso pelas regras ultrapassadas do basquete universitário. Deve ter sido uma tortura pra ele.

    Quase mudou a história da NBA

    E olha que loucura — ele quase foi parar no Milwaukee quando o Kareem Abdul-Jabbar e Oscar Robertson ainda jogavam lá. Imagina essa trinca? Seria absolutamente monstruoso. Também quase fechou com o Atlanta Hawks pra jogar junto com Pete Maravich. Meu Deus, que desperdício não ter rolado…

    Por questões contratuais (que são meio complicadas de explicar), ele acabou na ABA mesmo. Primeiro no Virginia Squires, depois no New York Nets. E foi aí que a mágica aconteceu.

    Sem TV, mas todo mundo sabia

    A ABA não tinha contrato de TV nacional — imaginem isso hoje em dia. Mas o que o Dr. J fazia em quadra era tão absurdo que a notícia se espalhava só no boca a boca. Todo mundo SABIA que tinha um monstro jogando por aí.

    Algumas enterradas dele apareciam nos noticiários esportivos de vez em quando, mas não tinha essa cobertura 24/7 que temos hoje. Era pura lenda urbana virando realidade. E cara, quando você jogava em Nova York como ele, a repercussão era inevitável.

    O cara que mudou tudo

    Na minha opinião, o Julius Erving é meio subestimado hoje em dia quando a galera faz essas listas de maiores de todos os tempos. O homem foi um visionário do basquete. Ele pegou o que o Connie Hawkins tinha começado e levou pra outro patamar.

    Toda enterrada espetacular que a gente vê hoje — seja do LeBron, do Zion, do Ja Morant — tem um pouquinho do DNA do Dr. J ali. O cara literalmente ensinou o basquete a voar.

    E vocês, já viram esses vídeos antigos dele na ABA? É de arrepiar mesmo. Era basquete arte pura.

  • Defesa dos Knicks vai ser testada nas Finais da Conferência

    Defesa dos Knicks vai ser testada nas Finais da Conferência

    Cara, chegou a hora da verdade pros Knicks. A defesa no perímetro deles, que foi uma montanha-russa durante a temporada, vai encarar o teste mais difícil até agora — com uma vaga nas finais em jogo.

    E olha só o tamanho do problema: tanto os Cavaliers quanto os Pistons (que decidem tudo no jogo 7 domingo em Detroit) têm guardas que são pesadelo puro pra qualquer defesa.

    Se for os Pistons, Cade é o bicho

    Sinceramente? Cade Cunningham é daqueles caras que você não consegue parar, só diminuir o estrago. O tamanho e a força dele são absurdos pra um armador — não é à toa que virou uma estrela. Tudo que os Pistons fazem no ataque passa por ele.

    Por outro lado, se os Cavs passarem, aí complica de outro jeito. Donovan Mitchell E James Harden? Dois monstros no perímetro. É tipo enfrentar duas cobras venenosas ao mesmo tempo.

    “É gigante”, falou Miles McBride. “Obviamente, cada fase fica mais difícil. Oponentes diferentes, desafios diferentes, então ter uma defesa sólida no perímetro é super importante.”

    A reviravolta defensiva que mudou tudo

    Aqui ó, uma coisa que muita gente não prestou atenção: os Knicks mudaram completamente o esquema defensivo no meio da temporada. Na primeira metade do ano, eles forçavam os armadores pro meio da quadra — e tava dando errado.

    Os caras estavam sendo quebrados toda hora, resultando em arremessos livres pro adversário. Aí mudaram pra um esquema mais tradicional: força o cara pra lateral e linha de fundo, não deixa entrar no garrafão.

    E funcionou pra caramba!

    Nas primeiras rodadas, Josh Hart virou o pesadelo do CJ McCollum depois que botaram ele na marcação. Mikal Bridges — junto com McBride às vezes — anulou Tyrese Maxey contra os 76ers. Foi um show à parte.

    “Temos que garantir que no ponto de ataque haja pressão na bola com um pouco de fisicalidade, mas sem cometer falta”, explicou o técnico Mike Brown. E cara, essa é a chave — ser duro sem mandar o cara pra linha de lance livre.

    Na minha opinião, se for enfrentar os Cavaliers, fica mais fácil de planejar. Bridges e Hart podem pegar Mitchell e Harden. Mas Cunningham e os Pistons? Aí complica. O tamanho do Cade incomoda o Bridges, que se vira melhor contra guardas menores e mais rápidos.

    Ano passado, quem marcava o Cunningham era o OG Anunoby. Será que vão repetir a fórmula?

    Uma coisa é certa: essa defesa dos Knicks tá numa sequência de sete vitórias consecutivas, com goleadas históricas. E aí, vocês acham que eles conseguem manter esse nível contra esses monstros aí?

  • Mark Williams: o gigante que não consegue ficar em pé

    Mark Williams: o gigante que não consegue ficar em pé

    Cara, eu preciso desabafar sobre o Mark Williams. O pivô dos Suns foi exatamente o que todo mundo esperava quando estava saudável — um monstro no garrafão, enterradas espetaculares, rebotes pra todo lado. Mas aí vem o problema: o cara simplesmente não consegue ficar longe da enfermaria.

    Olha só os números quando ele jogou: 11.7 pontos, 8 rebotes por jogo, aproveitamento absurdo de 64.4% nos arremessos de quadra. É o tipo de pivô que qualquer time sonha em ter. Aquela envergadura gigantesca, motor incansável, e quando subia pra enterrar… nossa, que espetáculo.

    O sonho que virou pesadelo

    A ideia era linda no papel. Phoenix queria um âncora defensivo pra ensinar o rookie Khaman Maluach, resolver os problemas no rebote e dar aquela verticalidade que o time não tinha. Williams parecia a solução perfeita — um pivô jovem, atleticismo de sobra, defesa sólida.

    Mas aí chegou a realidade batendo na porta. As mesmas lesões no pé e nas costas que atrapalharam o início da carreira dele voltaram com tudo na reta final da temporada. Sessenta jogos até foi recorde pessoal pra ele (imagina só), mas quando o bicho pegou mesmo, nos playoffs? Zero minutos. Ficou só de terno assistindo o time apanhar no garrafão.

    A conta não fecha

    Agora vem a parte que dói no bolso. Williams vai ser agente livre restrito com uma oferta de qualificação de US$ 9,6 milhões. Se algum time aparecer oferecendo entre 16 e 20 milhões por ano, Phoenix vai ter que decidir: vale a pena amarrar essa grana toda num pivô que vive se machucando?

    Sinceramente? Eu acho que não. Por mais que o cara seja talentoso, você não pode construir um time em cima de alguém que pode sumir a qualquer momento. E olha que o Suns tem o Maluach crescendo ali — 20 anos, cru ainda, mas com potencial defensivo gigante. Talvez seja hora de apostar na juventude mesmo.

    O Oso Ighodaro jogou os 82 jogos da temporada regular. Oitenta e dois! Sabe o que isso significa? Confiabilidade. E no esporte profissional, às vezes isso vale mais que talento puro.

    É frustrante porque quando o Williams está 100%, ele muda o jogo completamente. Mas quantas vezes por temporada ele está realmente 100%? Essa é a pergunta que não quer calar.

    E aí, pessoal, vocês acham que Phoenix deveria apostar alto no Williams ou é melhor seguir em frente? Porque sinceramente, ficar torcendo pra um jogador não se machucar é receita pra passar raiva o ano todo.

  • Edwards cumprimentou o Spurs com 8 min no relógio e virou polêmica

    Edwards cumprimentou o Spurs com 8 min no relógio e virou polêmica

    Cara, o que o Anthony Edwards fez ontem deixou meio mundo da NBA de queixo caído. E não foi por causa de uma enterrada ou arremesso impossível, não. Foi porque ele resolveu atravessar a quadra pra cumprimentar o Spurs quando ainda faltavam 8 minutos pro jogo acabar!

    Pra quem não viu: Timberwolves levando uma surra histórica em casa, 128-95 no placar, e o Ant simplesmente levantou do banco, pegou a toalha e foi lá dar parabéns pros caras do San Antonio. Cumprimentou técnico, jogador, todo mundo. Inclusive o Wembanyama, que tava com 19 pontos e sendo um monstro como sempre.

    A bronca veio pesada

    O Udonis Haslem não perdoou nada no programa da Amazon Prime. O cara que ganhou três títulos pelo Heat falou umas verdades que doeram:

    “Como líder, eu jamais teria ido lá cumprimentar eles com oito minutos restando. Isso é fraqueza. O jogo não acabou, cara! Ainda tenho oito minutos. Tenho que ficar aqui apoiando meus companheiros que ficaram no banco torcendo por mim o tempo todo.”

    E completou com uma que pegou: “Tenho certeza que o Wembanyama nunca faria isso.”

    Olha, eu entendo os dois lados aqui. Por um lado, o Edwards mostrou classe e respeito — coisa que a gente vê pouco no esporte hoje em dia. Por outro, realmente é meio estranho abandonar o time antes da sirene final, né?

    Nunca vi isso na minha vida

    O Dirk Nowitzki, que não é de criticar ninguém, admitiu que ficou chocado: “Assisto NBA há décadas e nunca vi um cara indo cumprimentar o time adversário com oito minutos no relógio. Foi estranho demais pra mim.”

    E vocês, o que acham? Eu sinceramente fiquei dividido. Por um lado, admiro a atitude do Edwards de reconhecer que o jogo tava perdido e dar os parabéns pelos caras terem jogado melhor. Mas por outro, tem aquela questão de liderança mesmo. Será que não passou uma imagem errada pros companheiros?

    O próprio Edwards explicou depois: “Naquele momento você sabe que não vai voltar pro jogo, então só queria dar o respeito que eles merecem.”

    Cara, é complicado. Os Wolves tavam tomando uma surra mesmo (139-106 no final), a temporada tinha acabado, e o garoto de 24 anos quis ser elegante. Mas talvez elegância tem hora e lugar, né?

    O que eu sei é que isso vai ficar na cabeça do Edwards no futuro. Aposta que da próxima vez ele espera os oito minutos passarem!

  • Ewing revela: ‘Me sinto parte desta campanha dos Knicks’

    Ewing revela: ‘Me sinto parte desta campanha dos Knicks’

    Patrick Ewing falou com o coração aberto sobre ver os Knicks chegando nas finais da Conferência Leste. E cara, dá pra sentir a emoção do cara quando ele fala sobre essa oportunidade única que o time tem nas mãos.

    “É uma oportunidade única na vida. Ninguém sabe se vai aparecer de novo”, disse o lendário pivô. E olha, ele sabe do que tá falando, né? Quem passou pela dor daquela final de 94 contra o Houston sabe o peso dessas palavras.

    O conselho de quem viveu na pele

    Quando perguntaram o que ele diria pro elenco atual, Ewing foi direto: continuar fazendo o que vinham fazendo. “Lembrem que é sobre time, isso não é tênis com uma pessoa contra outra”, disparou. E sinceramente, é isso mesmo – essa temporada dos Knicks tá sendo sobre basquete coletivo do jeito mais bonito.

    A comparação que ele fez do Josh Hart com John Starks me pegou de jeito. “Josh demonstra as emoções na manga da camisa, assim como o John fazia”, observou Ewing. Cara, imagina esses dois jogando juntos? Seria pura intensidade em quadra.

    Brunson impressiona até a lenda

    Mas foi quando falou sobre Jalen Brunson que Ewing realmente se empolgou. “Ele é um dos jogadores mais talentosos que já vi jogar”, disse sem pestanejar. E completou: “Não tive a sorte de jogar com um talento assim”.

    Pesado isso, não acham? O homem que carregou os Knicks nos anos 90 admitindo que nunca teve um armador desse nível ao lado. Faz a gente valorizar ainda mais o que o Brunson tá fazendo nessa campanha.

    Sobre o Karl-Anthony Towns, Ewing destacou como os dois estão aprendendo a jogar juntos. “KAT tem sido um facilitador e busca pontuar quando tem a oportunidade”, analisou. E é verdade – a química entre eles tá crescendo a cada jogo.

    OG Anunoby roubando a cena

    Agora, a declaração mais surpreendente foi sobre o OG Anunoby: “Nas últimas duas séries, ele foi nosso melhor jogador”. Monstro demais ver o reconhecimento que esse cara tá tendo. Defesa elite e ainda contribuindo ofensivamente quando precisa.

    E quando falou sobre como seria Nova York se os Knicks levassem tudo… cara, só de imaginar já dá arrepio. “A cidade inteira, o estado inteiro ficaria feliz demais”, previu Ewing. Vocês conseguem imaginar a festa que seria?

    Patrick Ewing viveu a dor de chegar perto e não conseguir. Agora ele tá vendo uma nova geração dos Knicks com uma chance real de quebrar esse jejum de títulos. E pelo jeito que ele fala, dá pra perceber que ele realmente se sente parte dessa jornada.

    Será que é a vez dos Knicks finalmente voltarem ao topo?

  • Kerr diz que vitória dos Warriors no play-in foi top 10 da carreira

    Kerr diz que vitória dos Warriors no play-in foi top 10 da carreira

    Olha, eu sei que a temporada dos Warriors foi um saco. Lesões pra todo lado, Curry fora por quase 30 jogos seguidos, time parecendo morto na água… Mas às vezes o basquete te surpreende de um jeito que só quem acompanha sabe explicar.

    Steve Kerr acaba de soltar uma bomba no podcast “The TK Show”: a vitória no play-in contra os Clippers foi um dos 10 jogos mais especiais da carreira dele como técnico dos Warriors. E mano, estamos falando de um cara que comandou três títulos da NBA!

    “Você não consegue isso em lugar nenhum da vida”

    “Foi um dos meus jogos favoritos de todos os tempos”, disse Kerr. “Tivemos tantos jogos incríveis que é difícil escolher, mas esse definitivamente entra no meu top 10 dos 12 anos que estou aqui. E olha que isso é muita coisa.”

    E cara, eu entendo perfeitamente o Kerr. Imagina a situação: time quase eliminado, temporada toda indo pro buraco, e aí do nada você vê aquela magia acontecer no momento que mais precisava.

    Os Warriors estavam perdendo por 13 pontos no último quarto. Treze! No Intuit Dome, casa dos Clippers. Parecia que ia dar zebra mesmo. Mas aí o Curry resolveu virar o Stephen Curry que conhecemos — 35 pontos no total, com 27 só no segundo tempo. Absurdo.

    Al Horford salvando a pátria

    E o mais louco? Al Horford — sim, o veterano Al Horford — meteu QUATRO bolas de três no último quarto. Quatro! Imagina a cara dos torcedores dos Clippers vendo aquilo. O cara simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada dos Warriors morrer ali.

    Sem falar no Draymond fazendo escola no Kawhi Leonard na defesa. Foi uma aula completa de basquete quando mais importava.

    “É uma boa metáfora pra mostrar que você não consegue isso em lugar nenhum da vida”, falou o Kerr. “Tem uma razão pela qual os técnicos viciam nesse trabalho — é emocionante demais.”

    O jogo que mudou tudo

    Sinceramente? Esse jogo foi tão especial que até influenciou o Kerr a ficar mais duas temporadas no comando dos Warriors. Cara, isso é o poder de um jogo bem jogado no momento certo.

    Óbvio que a magia durou pouco — dois dias depois tomaram uma surra do Suns e tchau playoffs. Mas vocês acham que isso importa? Momentos como esses são o que fazem valer a pena acompanhar esse esporte maluco.

    É por isso que eu amo a NBA, pessoal. Mesmo numa temporada ruim, sempre pode rolar aquele jogo que você nunca vai esquecer. E pelo jeito, os Warriors entregaram um desses.