Cara, eu preciso desabafar sobre o Mark Williams. O pivô dos Suns foi exatamente o que todo mundo esperava quando estava saudável — um monstro no garrafão, enterradas espetaculares, rebotes pra todo lado. Mas aí vem o problema: o cara simplesmente não consegue ficar longe da enfermaria.
Olha só os números quando ele jogou: 11.7 pontos, 8 rebotes por jogo, aproveitamento absurdo de 64.4% nos arremessos de quadra. É o tipo de pivô que qualquer time sonha em ter. Aquela envergadura gigantesca, motor incansável, e quando subia pra enterrar… nossa, que espetáculo.
O sonho que virou pesadelo
A ideia era linda no papel. Phoenix queria um âncora defensivo pra ensinar o rookie Khaman Maluach, resolver os problemas no rebote e dar aquela verticalidade que o time não tinha. Williams parecia a solução perfeita — um pivô jovem, atleticismo de sobra, defesa sólida.
Mas aí chegou a realidade batendo na porta. As mesmas lesões no pé e nas costas que atrapalharam o início da carreira dele voltaram com tudo na reta final da temporada. Sessenta jogos até foi recorde pessoal pra ele (imagina só), mas quando o bicho pegou mesmo, nos playoffs? Zero minutos. Ficou só de terno assistindo o time apanhar no garrafão.
A conta não fecha
Agora vem a parte que dói no bolso. Williams vai ser agente livre restrito com uma oferta de qualificação de US$ 9,6 milhões. Se algum time aparecer oferecendo entre 16 e 20 milhões por ano, Phoenix vai ter que decidir: vale a pena amarrar essa grana toda num pivô que vive se machucando?
Sinceramente? Eu acho que não. Por mais que o cara seja talentoso, você não pode construir um time em cima de alguém que pode sumir a qualquer momento. E olha que o Suns tem o Maluach crescendo ali — 20 anos, cru ainda, mas com potencial defensivo gigante. Talvez seja hora de apostar na juventude mesmo.
O Oso Ighodaro jogou os 82 jogos da temporada regular. Oitenta e dois! Sabe o que isso significa? Confiabilidade. E no esporte profissional, às vezes isso vale mais que talento puro.
É frustrante porque quando o Williams está 100%, ele muda o jogo completamente. Mas quantas vezes por temporada ele está realmente 100%? Essa é a pergunta que não quer calar.
E aí, pessoal, vocês acham que Phoenix deveria apostar alto no Williams ou é melhor seguir em frente? Porque sinceramente, ficar torcendo pra um jogador não se machucar é receita pra passar raiva o ano todo.

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