Tag: Phoenix Suns

  • Giannis no Suns? A bomba que pode explodir antes do Draft

    Giannis no Suns? A bomba que pode explodir antes do Draft

    Gente, o negócio tá ficando sério. Giannis Antetokounmpo pode MESMO sair de Milwaukee, e Phoenix aparece como um dos destinos mais cotados pro Greek Freak. Eu confesso que sempre achei essa história meio forçada, mas agora… cara, os rumores tão ganhando força de um jeito que não dá pra ignorar.

    O Shams Charania acabou de soltar a bomba: os Bucks estão oficialmente ouvindo ofertas pelo duas vezes MVP. E olha, quando o Shams fala, a coisa é séria mesmo.

    Por que Milwaukee quer se livrar do Greek Freak?

    A situação em Milwaukee virou um caos total. Eles tentaram de tudo pra convencer o Giannis a ficar — mudaram técnico, trouxeram jogadores, fizeram promessas. Nada funcionou. E agora? Querem resolver isso antes mesmo do Draft, que acontece em junho.

    Sinceramente, eu entendo a frustração do cara. Depois de ganhar um título em 2021, o time meio que estagnou. E quando você é do nível do Giannis, 31 anos, você não tem tempo a perder, né?

    Como diabos o Suns conseguiria essa troca?

    Aqui é onde a coisa complica. Giannis tem um salário GIGANTE — mais de 120 milhões pelos próximos dois anos. Pra fazer os números fecharem, Phoenix teria que mandar embora meio time.

    A conversa gira em torno do Jalen Green (que Milwaukee já demonstrou interesse antes), mais um entre Grayson Allen, Royce O’Neale ou Dillon Brooks. Aí você adiciona uns jovens como Ryan Dunn, Khaman Malauch… e TALVEZ role.

    O problema? Os Suns não têm quase picks de draft pra oferecer. Basicamente só sobrou a primeira rodada de 2027 e algumas migalhas. Numa disputa com outros 28 times da liga, isso pode não ser suficiente.

    Vale a pena essa loucura?

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: Giannis ainda é um MONSTRO. Mesmo aos 31, o cara ainda produz números absurdos — mais de 30 pontos, 11 rebotes por jogo. É um dos poucos caras que consegue carregar um time nas costas até o título.

    Mas imaginem o Big Three que isso criaria: Kevin Durant, Devin Booker e Giannis Antetokounmpo. Cara, isso é NBA 2K na vida real! Três caras que podem decidir qualquer jogo, qualquer playoff.

    O grande “mas” é óbvio: eles teriam que praticamente desmantelar todo o resto do elenco. E aí fica a pergunta — três estrelas e mais dez zebras conseguem ganhar um anel?

    E aí, pessoal, vocês acham que o Suns deveria apostar tudo numa troca dessas? Ou é melhor manter a profundidade do elenco e tentar construir algo mais sólido a longo prazo? Eu tô dividido, confesso.

    Uma coisa é certa: se essa troca rolar mesmo, vai mexer com toda a liga. E knowing Mat Ishbia, o dono dos Suns que não tem medo de gastar, eu não duvido NADA que ele tente fazer essa loucura acontecer.

  • Dillon Brooks foi assistir Lakers x Thunder e incomodou todo mundo

    Dillon Brooks foi assistir Lakers x Thunder e incomodou todo mundo

    Olha só que cena absurda aconteceu ontem à noite no jogo 4 entre Lakers e Thunder. O Dillon Brooks — sim, aquele mesmo que vive cutucando o LeBron — estava lá na primeira fila do Crypto.com Arena assistindo o jogo como se fosse um fã qualquer. Só que não era qualquer um, né?

    O cara foi lá apoiar os compatriotas canadenses Shai Gilgeous-Alexander e Luguentz Dort, que estão tentando eliminar os Lakers e chegar na final do Oeste pela segunda vez consecutiva. Até aí, tudo normal — amigos apoiando amigos. Mas quando a câmera da Amazon Prime focou no Brooks sentado ali na baseline, todo enfeitado de corrente, bem na hora que o LeBron tava na linha do lance livre… cara, foi épico demais.

    A rivalidade que não acaba nunca

    Vocês lembram das tretas entre Brooks e LeBron quando ele estava no Memphis Grizzlies, né? Pois é, a coisa continuou forte mesmo com o Brooks agora no Phoenix Suns. O maluco simplesmente não consegue ficar na dele quando se trata do King. E imaginem vocês as provocaçõezinhas que devem ter rolado durante o jogo…

    Sinceramente, acho que o Brooks foi lá mais pra “hate watch” (assistir torcendo contra) do que pra apoiar os canadenses. Que delícia de rivalidade, gente! É isso que faz a NBA ser especial — essas picuinhas que se estendem além da quadra.

    E o futuro do mala no Suns?

    Falando sério agora, o Brooks pode assinar uma extensão de contrato com o Phoenix nesta offseason. A pergunta que não quer calar é: os Suns vão renovar com ele agora ou vão esperar até o ano que vem, quando ele vira agente livre?

    O cara foi fundamental na mudança de mentalidade e cultura que o time teve nesta temporada. Aquela pegada mais durona, mais “bad boy”. Na minha visão, isso vale muito — mas a questão é quanto o Phoenix está disposto a pagar por essa identidade.

    Enquanto isso não se resolve, pelo menos o Brooks tá curtindo as férias do jeito certo: continuando a tradição sagrada de qualquer jogador do Suns de torcer contra os Lakers. E aí, vocês acham que ele vai ficar no Arizona mesmo?

  • Mark Williams vale uma nova proposta? O dilema dos Suns

    Mark Williams vale uma nova proposta? O dilema dos Suns

    Olha, vou ser sincero: quando os Suns fizeram aquela troca por Mark Williams logo depois de draftar o Khaman Maluach, eu fiquei completamente perdido. Tipo, qual é a lógica? Você pega um pivô no draft e segundos depois vai atrás de outro pivô?

    Mas agora, depois de uma temporada inteira vendo o Williams em ação, as coisas começam a fazer mais sentido. O cara mostrou que tem qualidade pra ser titular na NBA — quando consegue ficar saudável, né.

    Os números não mentem

    Williams teve uma temporada sólida: 11,7 pontos com 64,4% de aproveitamento, 8,5 rebotes e 1 toco por jogo em 60 partidas. Sessenta jogos! Pra quem acompanha a carreira dele, isso é praticamente um milagre. O recorde anterior dele era 45 jogos numa temporada.

    E quando ele estava em quadra, o cara produzia. Aquelas enterradas, as mãos firmes no garrafão, a envergadura gigantesca incomodando todo mundo que tentava atacar a cesta… Sinceramente acho que os Suns subutilizaram ele no ataque. Toda vez que envolviam o Williams nas jogadas, dava resultado.

    O problema? A segunda metade da temporada. As lesões voltaram a aparecer, ele perdeu ritmo, e quando chegaram os playoffs — cadê o Williams? Sumiu. E isso importa muito quando você tá pensando em quanto vale a pena pagar por um jogador.

    A questão dos 60 milhões

    Aqui é onde fica interessante. Williams é agente livre restrito, então os Suns têm uma carta na manga. Ele pode sair por aí testando o mercado, mas Phoenix pode igualar qualquer proposta que aparecer.

    Imagina que o Brooklyn oferece 3 anos e 60 milhões pro Williams (20 milhões por temporada). Na minha visão, isso tá acima do que ele vale no momento — principalmente considerando o histórico de lesões. Aí os Suns ficam numa sinuca: deixam ele ir ou forçam uma sign-and-trade?

    Eu apostaria na segunda opção. Phoenix pode usar a ameaça de igualar a proposta pra forçar o Brooklyn a negociar alguma coisa em troca. É tipo um jogo de poker de alto risco.

    O futuro do garrafão

    Olha, eu entendo a lógica de manter o Williams. O Maluach tem só 20 anos e ainda precisa de tempo pra se desenvolver. Ter um veterano como o Williams ali pode ser fundamental — uma espécie de ponte entre o presente e o futuro da posição.

    Mas a pergunta que não quer calar: vocês acham que vale a pena apostar 20 milhões por ano num cara que pode passar metade da temporada no departamento médico? Eu tenho minhas dúvidas, não vou mentir.

    A situação dos Suns é complexa. Eles precisam de profundidade no garrafão, mas também não podem se amarrar financeiramente com um jogador que é uma incógnita quando o assunto é disponibilidade. E aí, qual seria a jogada de vocês?

  • Suns de olho em Barnes e Wade: será que vale a pena?

    Suns de olho em Barnes e Wade: será que vale a pena?

    Olha só, mal acabou a temporada e os Suns já estão mexendo os pauzinhos para 2026-27. E as primeiras especulações? Harrison Barnes do San Antonio e Dean Wade do Cleveland. Dois caras que, sinceramente, me deixam com sentimentos bem divididos.

    Segundo o Brett Siegel da Clutch Points, Phoenix já tá de olho nesses dois ala-pivôs que sabem esticar a quadra. E faz sentido, né? Os Suns precisam de peças que consigam arremessar de 3 e não sejam um buraco negro ofensivo.

    Barnes aos 34: experiência ou peso morto?

    O Harrison Barnes vai fazer 34 anos na próxima temporada. Treze anos de NBA nas costas, ganhou $19 milhões ano passado. Cara experiente, sabe jogar, mas… poxa, 34 anos é 34 anos.

    San Antonio tem os Bird rights dele, mas convenhamos — com toda essa molecada que eles têm (Wembanyama e cia), gastar pesado no Barnes não faz muito sentido pra eles. Então ele deve estar disponível mesmo.

    A questão é: quanto vale um cara de 34 anos que arremessou 38.8% de 3 nessa temporada? Se for pelo mínimo veterano, beleza. Mais que isso? Aí já fico com o pé atrás.

    Wade: a opção mais interessante

    Agora o Dean Wade… esse me chama mais atenção. 29 anos, seis temporadas todas no Cleveland, terminando um contrato de três anos por $18.5 milhões. Os Cavs estão acima do segundo apron (aquela zona perigosa da folha salarial), então podem ter que fazer escolhas difíceis.

    Wade converteu 36.2% das tentativas de 3 pontos nessa temporada. Não é um monstro, mas é sólido. E o mais importante: tem 29 anos, não 34. Ainda tem lenha pra queimar.

    Se os Suns se livrarem do Grayson Allen ou do Royce O’Neale (ou dos dois), aí sim Wade vira uma opção bem atrativa. Você ganha tamanho e mantém a capacidade de arremesso.

    A real da situação

    Vamos ser honestos aqui: Phoenix não vai fazer splash nenhum nessa offseason. Não tem como. Eles vão trabalhar nas bordas, mexendo peça por peça, tentando melhorar o que dá.

    E é aí que esses dois caras se encaixam. São complementos. Jogadores que podem ajudar saindo do banco, fazendo alguns jogos como titular quando precisar. A questão é: eles topam esse papel?

    Porque se eles quiserem garantias de titularidade — tipo o que o Tyus Jones queria quando veio pra cá — aí os Suns têm que passar longe. Rasheer Fleming tá ali esperando a oportunidade dele na posição 4. Não faz sentido bloquear o moleque com veterano da era Bush.

    E aí, o que vocês acham? Wade vale a aposta ou é melhor apostar na molecada mesmo? E o Barnes, se vier barato, pode agregar ou já era?

  • Jordan Ott impressiona na NBA: técnico novato já tá no top 5

    Jordan Ott impressiona na NBA: técnico novato já tá no top 5

    Mano, quem diria que um técnico estreante conseguiria tanto respeito assim tão rápido? Jordan Ott, que assumiu o Phoenix Suns pela primeira vez na carreira como técnico principal, já apareceu em 5º lugar numa pesquisa da The Athletic sobre os técnicos mais impressionantes da NBA. E olha que a concorrência não é brincadeira: Joe Mazzulla em primeiro, seguido por Mark Daigneault, J.B. Bickerstaff e Erik Spoelstra.

    Cara, quando você tá numa lista dessas — com técnicos que já ganharam campeonato ou levaram times pra 60 vitórias na temporada — é sinal de que realmente tá fazendo algo especial.

    De patinho feio a surpresa da temporada

    Vamos combinar: ninguém esperava nada dos Suns essa temporada. O time chegou ao ponto de trocar Kevin Durant (sim, o KD) e dispensar Bradley Beal no verão. Todo mundo já tinha enterrado Phoenix como um dos piores times da liga.

    Mas Ott pegou essa galera e transformou numa equipe competitiva. 45 vitórias e 37 derrotas — resultado que garantiu o 7º lugar no Oeste e uma vaga no play-in. Ok, foram varridos pelo Thunder na primeira rodada dos playoffs, mas considerando o que era esperado… cara, foi quase um milagre.

    O ponto alto veio em janeiro, quando o time fez 11-5 no mês. Ott ganhou seu primeiro prêmio de Técnico do Mês da carreira depois de bater times como Thunder (que era o primeiro colocado) e Detroit Pistons. Impressionante pra quem tava estreando como técnico principal, não acham?

    Reconhecimento dos colegas de profissão

    O que mais me chama atenção é o respeito que Ott já conquistou entre os outros técnicos. Steve Kerr, do Warriors — que manja muito de basquete, óbvio — já elogiou publicamente o trabalho dele com os Suns.

    E não é pouco currículo que o cara tem, né? Passou como assistente técnico no Nets, Lakers e Cavaliers antes de assumir Phoenix. Aprendeu com grandes nomes e agora tá mostrando que sabe aplicar todo esse conhecimento.

    Uma curiosidade: Ott é o primeiro técnico a ser mantido na organização dos Suns desde Monty Williams em 2023. Isso já diz muito sobre como a diretoria vê o trabalho dele.

    Sinceramente, acho que esse é só o começo pra Jordan Ott. Com mais tempo pra trabalhar e talvez algumas contratações certeiras na próxima temporada, os Suns podem surpreender ainda mais. Vocês acham que ele consegue levar Phoenix de volta aos playoffs de forma mais consistente?

  • Aaron Gordon no Suns? Calma aí, galera

    Aaron Gordon no Suns? Calma aí, galera

    Olha, eu sei que o mercado da NBA é sempre uma loucura e todo mundo fica doido imaginando jogadores nos seus times preferidos. Mas essa história do Aaron Gordon no Phoenix Suns? Vou ser sincero com vocês: tá mais pra sonho de fã do que realidade.

    O Gordon é um baita jogador, não vou negar. Ex-Arizona, joga de ala-pivô, tem físico, defende bem… É exatamente o que o Suns precisa, né? O time sofre há tempos na posição 4, sempre parece pequeno demais, e isso aparece principalmente no garrafão. Os caras terminam sempre entre os piores da liga tanto pra finalizar quanto pra defender perto da cesta.

    Por que não vai rolar?

    A matemática é simples, galera. O que o Suns tem pra oferecer pro Denver que realmente faça diferença? Fora mandar alguns jovens promessores, não tem muito. E convenhamos, trocar os poucos prospectos que você tem por um veterano não é exatamente o movimento mais inteligente agora.

    Mas o que me chama atenção mesmo é essa classificação do Suns como time “win now”. Gente, com todo respeito, mas os Suns NÃO estão em modo “ganhar agora”. Modo “win now” é o que o próprio Nuggets vive – você tem um MVP (o Jokić), tem chances reais de título, cada movimento é pensado pra maximizar essa janela.

    O Phoenix não está nesse patamar. Dói falar isso? Dói. Mas é a realidade.

    O que os Suns deveriam fazer então?

    Na minha opinião? Continuidade, meu amigo. Esse time levou uma pancada das lesões na temporada passada e nunca conseguiu ter dados suficientes pra entender quem realmente é. Eu apostaria em manter o núcleo e ver o que rola com saúde.

    Pessoalmente, eu traria o Collin Gillespie de volta pro banco, colocaria o Rasheer Fleming no cinco titular e moveria o Dillon Brooks pra ala – onde ele pode ser o demônio defensivo que a gente sabe que ele é. Mas esses são movimentos de reconstrução, não de “win now”.

    Assistindo aquele documentário dos Jail Blazers na Netflix (recomendo, por sinal), fica claro como química é algo frágil. Aquele time de Portland quase eliminou os Lakers em 2000, mas bastou mexer nas peças certas pra tudo desabar.

    E aí, vocês acham que o Suns deveria mesmo ir atrás do Gordon ou focar em desenvolver o que já tem?

  • Ishbia quer manter Allen e O’Neale – aposta na continuidade

    Ishbia quer manter Allen e O’Neale – aposta na continuidade

    Olha, o Mat Ishbia não tá de brincadeira quando fala em continuidade nos Suns. O dono do time foi claro numa entrevista essa semana: quer manter tanto o Grayson Allen quanto o Royce O’Neale na próxima temporada. “Eu tenho eles em alta conta e espero que os dois estejam no nosso time no ano que vem”, disparou.

    Sinceramente? Eu entendo a estratégia dele, mas fico meio dividido aqui.

    A tática do dono esperto

    Vamos ser realistas — nenhum dono vai sair por aí falando que quer trocar seus jogadores, né? Isso só diminui o valor deles no mercado. É tipo quando você quer vender seu carro: não vai falar que ele tá dando problema. O Ishbia pode estar jogando essa carta justamente pra valorizar os caras caso apareça uma proposta boa.

    Por outro lado, talvez ele realmente acredite que o problema dos Suns na temporada passada foram as lesões, não o elenco em si. E convenhamos, faz sentido. Quando todo mundo tava saudável, o time jogava bem pra caramba.

    Continuidade ou mesmice?

    A aposta na continuidade tem seus méritos. Allen é um cara que resolve no arremesso de 3 (40,8% na temporada passada, monstro!) e o O’Neale é aquele jogador que faz tudo um pouquinho — defende, acerta de longe, não reclama do banco. São peças úteis, principalmente com contratos de dois anos ainda pela frente.

    Mas aí que tá: será que manter o status quo é suficiente pra competir no Oeste? Porque enquanto os Suns ficam na deles, outros times não param de se mexer. Denver sempre dando seus pulos, Lakers fazendo suas loucuras… O Oeste não perdoa quem fica parado.

    Na minha visão, o Ishbia tá apostando que desenvolvimento interno + saúde = sucesso. Pode dar certo? Pode. Mas também pode ser que daqui uns meses a gente esteja falando dos mesmos problemas de sempre.

    E vocês, acham que os Suns devem apostar na continuidade ou mexer no time? Porque convenhamos, depois de tantas temporadas sem conseguir passar do primeiro round dos playoffs, talvez seja hora de arriscar um pouco mais, não acham?

  • Ishbia derruba rumores: ‘Booker não vai ser trocado nunca’

    Ishbia derruba rumores: ‘Booker não vai ser trocado nunca’

    Cara, o Mat Ishbia foi direto ao ponto ontem. Na coletiva de imprensa do Phoenix Suns, o dono simplesmente metralhou qualquer especulação sobre uma possível troca do Devin Booker. E quando digo metralhou, é porque ele repetiu o nome do cara umas cinco vezes numa resposta só — parecia até estratégia de SEO, não vou mentir.

    “Devin Booker é nosso jogador franquia. Eu amo o Devin Booker. Devin Booker ama estar aqui”, disse Ishbia, praticamente gritando pros jornalistas que parem de inventar moda. E olha, depois da temporada que eles tiveram — sendo eliminados mas superando todas as expectativas — fez sentido ele querer deixar as coisas bem claras.

    O Suns surpreendeu todo mundo (inclusive eu)

    Vamos ser honestos aqui: quem apostava alguma coisa no Phoenix depois que eles trocaram um dos maiores cestinhas da história? Eu certamente não. As expectativas estavam lá embaixo, e o Ishbia sabe disso. Por isso ele tava todo orgulhoso na coletiva, e com razão.

    “Isso é só o começo”, foi a frase que mais ouvi do cara. E sinceramente? Começando a acreditar. Mesmo com a eliminação meio amarga (levaram uma varredinha), o time mostrou evolução clara ao longo dos playoffs contra o Thunder. Perderam o primeiro jogo feio, mas foram melhorando a cada partida.

    Gregory tá confiante no trio Booker-Brooks-Green

    O GM Brian Gregory também subiu no palco pra defender o trabalho da temporada. Primeira temporada dele no cargo e o cara tá falando que “superaram todas as situações” que enfrentaram. Meio ousado, mas considerando de onde vieram, até que faz sentido.

    A pergunta que não quer calar é se o trio Booker, Dillon Brooks e Jalen Green realmente funciona junto. Gregory disse que tem “100% de certeza” que conseguem equilibrar melhor as coisas na próxima temporada. Eu tenho minhas dúvidas, especialmente com o Green — o encaixe dele no sistema ainda tá meio forçado, na minha opinião.

    Mas vai saber, né? Se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é que química de time às vezes demora pra aparecer. E com mais uma offseason pra trabalhar, quem sabe eles não conseguem fazer essa combinação dar certo?

    O que vocês acham? O Suns tá no caminho certo ou ainda tem peça que não encaixa nesse quebra-cabeça?

  • Thunder destruiu os Suns e salvou os Warriors de um vexame épico

    Thunder destruiu os Suns e salvou os Warriors de um vexame épico

    Cara, o Thunder acabou de varrer os Suns dos playoffs como quem varre migalha da mesa, e em algum lugar na Califórnia, os torcedores dos Warriors suspiraram aliviados pela primeira vez desde abril.

    Pensa só no que quase rolou. Os Warriors se arrastaram por uma temporada de 37-45 vitórias cheia de lesões, conseguiram chegar no play-in e perderam pra esses mesmos Suns por 15 pontos. O Jalen Green meteu 36 pontos sem nem suar enquanto o Steph passou a noite toda correndo atrás do arremesso e nunca encontrou. Phoenix foi o carrasco. E o carrasco acabou de ser executado.

    Pelo melhor time da liga.

    SGA mostrou quem manda

    O Thunder não só ganhou dos Suns na primeira rodada — eles humilharam, varreram limpo, e fizeram isso com uma tranquilidade que deixa qualquer outro elenco se sentindo constrangido olhando pro próprio espelho. Oklahoma City ganhou 20 dos últimos 27 jogos de playoff por uma diferença combinada de +261 pontos. Esse é o nível dos Warriors de 2017-2018, dos Lakers do Magic e dos Cavs do LeBron. É nessa conversa que o Shai Gilgeous-Alexander tá agora.

    Na minha visão, essa máquina do Thunder é exatamente onde os Warriors teriam se estatelado de cara.

    E olha, eu sei que milagres acontecem. O “We Believe” foi real, Baron Davis sobre o Dallas foi documentado e ainda vive na memória de qualquer fã da NBA. Oitavas cabeças podem ganhar série da primeira rodada. A arquitetura de uma série de sete jogos sempre deixa espaço pro caos.

    Mas esses Warriors não são aqueles de 2007

    Esse elenco de Golden State em 2026 não é a turma de 2007. Baron Davis tinha juventude, raiva e um adversário que não viu eles chegando. Esta versão dos Warriors tinha um Steph machucado, sem Moses Moody, sem Jimmy Butler, e um monte de jogador ainda tentando descobrir quem é quando a pressão aperta.

    Sinceramente? Enfrentar o OKC na primeira rodada não seria um milagre esperando pra acontecer. Seria caixão fechado.

    A filosofia dessa franquia sempre foi sobre saber quando você tá construído pra competir e quando tá só pra sobreviver. Esta foi uma temporada de sobrevivência. Todas aquelas lesões garantiram que os Warriors sempre estiveram jogando pela offseason, pelas decisões de elenco que viriam, pelo que vem depois.

    Ser eliminado no play-in dói. Mas ser varrido pelo Thunder na primeira rodada, na frente de uma audiência nacional dos playoffs? Isso doeria diferente — o tipo de dor que deixa marca na percepção entrando numa offseason decisiva.

    E aí, vocês acham que os Warriors aguentariam a pressão contra esse Thunder monstro? Dub Nation não precisou descobrir. Os Suns levaram essa pela equipe. Quietinhos. Piedosamente. Em quatro jogos.

    Obrigado, Phoenix — vocês se sacrificaram pelo bem maior!

  • Booker admite: Thunder tem ‘todas as respostas’ após varrer os Suns

    Booker admite: Thunder tem ‘todas as respostas’ após varrer os Suns

    Cara, o que o Thunder fez com o Phoenix foi simplesmente brutal. Varreu 4-0 na primeira rodada dos playoffs e agora já é o grande favorito ao título de 2026. Sinceramente? Eu não esperava que fosse tão dominante assim.

    O Devin Booker, que é conhecido por não entregar os pontos fácil, foi bem honesto após a eliminação: “Ele é o MVP da liga e está jogando o melhor basquete da liga nos últimos dois anos”, falou sobre o Shai Gilgeous-Alexander. “Isso misturado com caras que conhecem seus papéis, alguns veteranos experientes, e eles são implacáveis. Com essa química, a comunicação está no 100%. E quando o banco entra, às vezes eles ficam ainda melhores. É como reforço, não substitutos. Eles têm todas as respostas para o teste.”

    O domínio assustador do Thunder

    Olha só esse dado absurdo: Oklahoma City ganhou 12 jogos consecutivos de primeira rodada dos playoffs. DOZE! Varreram a primeira fase nas últimas três pós-temporadas. O SGA foi monstro na série toda, com média de 33.8 pontos e 8.0 assistências. No jogo 4, que fechou a série em 131-122, ele fez 31 pontos e 8 assistências.

    E não foi só o Shai carregando o piano não. O Chet Holmgren contribuiu com 24 pontos e o Ajay Mitchell adicionou 22. Seis jogadores do Thunder terminaram com dois dígitos no placar. Isso é profundidade, galera.

    Phoenix surpreendeu, mas não foi suficiente

    Vamos dar o devido crédito ao Suns. Com o técnico novato Jordan Ott, eles fizeram 45-37 na temporada regular – nove vitórias a mais que na temporada passada. Todo mundo achava que iam pro lottery de novo, especialmente depois de trocar o Kevin Durant e dispensar o Bradley Beal na reconstrução.

    O Dillon Brooks resumiu bem o sentimento: “Nós deveríamos ser motivo de piada, um time perdedor, segundo toda a mídia e qualquer um que disse isso. Provamos que muita gente estava errada, e isso foi só porque tivemos coração. Nos unimos, jogamos uns pelos outros e acreditamos uns nos outros.”

    Vocês acham que o Thunder consegue manter esse nível até o final? Com 53.5% de probabilidade de ganhar tudo, segundo as casas de apostas (-115 favoritos), eles estão sendo tratados como os verdadeiros donos da NBA agora. E olhando esse elenco jovem e essa química toda… eu tô começando a acreditar também.