Tag: Phoenix Suns

  • Suns devem dispensar Mark Williams se ele atrapalhar Maluach?

    Suns devem dispensar Mark Williams se ele atrapalhar Maluach?

    Olha, eu tô aqui pensando numa situação que pode definir o futuro dos Suns: vale a pena manter Mark Williams se isso pode prejudicar o crescimento do Khaman Maluach?

    A situação é a seguinte: no draft de 2025, Phoenix pegou Maluach na 10ª escolha e, literalmente no mesmo dia, trocou a 29ª pick mais uma primeira de 2029 pelo Williams do Charlotte. Na época fez todo sentido — pegar um jovem talento e colocar um veterano pra ajudar no desenvolvimento.

    O dilema do segundo ano

    Mas agora, entrando na segunda temporada do Maluach, a parada mudou. O garoto mostrou flashes do que pode ser, especialmente nos últimos 45 jogos da temporada passada quando o Williams se machucou. Foram oito jogos com pelo menos 2 tocos nesse período — números que impressionam pra quem ainda tá aprendendo a jogar basquete de alto nível.

    E é aqui que a coisa fica interessante. Williams jogou a melhor temporada da carreira dele, com 12 pontos e 8 rebotes em 64% de aproveitamento. Números sólidos, sem dúvida. Mas será que vale a pena manter ele se isso significa menos minutos pro Maluach?

    O potencial inexplorado

    Cara, vamos ser honestos: Maluach é visto como o jogador com maior potencial não aproveitado do elenco atual dos Suns. Com 2,16m de altura e envergadura de 2,31m, o cara tem físico de monstro. E ainda atira de três! É o tipo de pivô moderno que qualquer time sonha em ter.

    Na minha visão, se os Suns querem mesmo montar um time campeão ao redor do Devin Booker — como o Matt Ishbia vive repetindo —, eles não podem se dar ao luxo de bloquear o desenvolvimento de um talento desse calibre.

    Sinceramente, acho que chegou a hora de tomar uma decisão difícil. Williams é agente livre restrito, e mesmo que Phoenix tenha investido muito nele (duas primeiras escolhas!), às vezes você precisa engolir o orgulho e pensar no futuro.

    E aí, vocês acham que os Suns devem apostar todas as fichas no desenvolvimento do Maluach ou manter a segurança do Williams? É uma decisão que pode definir os próximos anos da franquia.

  • Suns vão mexer no Draft de novo? A pergunta de sempre voltou

    Suns vão mexer no Draft de novo? A pergunta de sempre voltou

    Olha, chegou junho e a gente já sabe o que isso significa: hora do Draft da NBA. E com ele, aquela pergunta que não quer calar quando se trata do Phoenix Suns — eles vão ficar quietos na 47ª escolha ou vão sair negociando por aí igual louco?

    Sinceramente, conhecendo o Brian Gregory e essa diretoria, apostar que vão ficar parados é quase ingenuidade. Desde que o cara chegou há duas temporadas (e virou GM na temporada passada), os Suns viraram especialistas em dar nó em pingo d’água no Draft.

    O histórico fala por si só

    Cara, só olha o que esses caras fizeram nos últimos anos. Duas temporadas atrás, eles dançaram na mesa do Draft pra conseguir o Ryan Dunn — e ainda conseguiram assets pra subir no segundo turno e pegar o Oso Ighodaro. Absurdo de eficiência.

    No ano passado? Mesma coisa, só que maior ainda. Trocaram nada menos que o Kevin Durant (sim, o KD!), pegaram a 10ª escolha que era deles mesmo originalmente, draftaram o Khaman Maluach, e ainda usaram outros assets da troca pra subir até a 31ª posição e pegar o Rasheer Fleming.

    Foi tipo assistir um mestre de xadrez jogando — só que com draft picks.

    O dilema financeiro é real

    Agora vem a parte complicada. Por mais que seja tentador ver eles fazendo mágica de novo, tem uma questão que não dá pra ignorar: grana. Os Suns tão numa situação financeira bem apertada, e qualquer movimento pra cima no Draft vai custar caro.

    Pensa assim: se eles quiserem a 17ª escolha do Oklahoma City Thunder, por exemplo, o rookie vai custar uns 4,6 milhões de dólares já na próxima temporada. E aí eu pergunto — onde esse cara vai jogar? Porque minutos pra rookies não crescem em árvore, principalmente num time que quer voltar aos playoffs.

    A situação fica ainda mais complicada quando você lembra que eles querem manter o Collin Gillespie, o Jordan Goodwin e possivelmente o Mark Williams. Cada dólar conta nessa matemática maluca que é o salary cap da NBA.

    E agora, José?

    É um dilema clássico dos Suns moderns: investir em juventude ou manter a continuidade? Por um lado, adicionar sangue novo sempre é tentador — ainda mais quando você tem um track record de acertar nas escolhas. Por outro, manter o grupo que deu certo na temporada passada também faz muito sentido.

    Na minha visão, eles vão acabar fazendo alguma coisa. Gregory não é do tipo que fica parado quando vê oportunidade. Mas a grande questão é se vale a pena sacrificar flexibilidade financeira futura por um jogador que pode nem ver a quadra direito na primeira temporada.

    E vocês, o que acham? Os Suns devem ir all-in na juventude de novo ou manter a calma e focar em manter o elenco atual? Eu tenho a impressão de que dia 23 de junho vai ser mais uma noite de surpresas no deserto do Arizona.

  • Cam Johnson pode voltar pro Suns? Nuggets querem se livrar do salário

    Cam Johnson pode voltar pro Suns? Nuggets querem se livrar do salário

    Olha só que situação interessante tá rolando na offseason: o Cameron Johnson, que foi peça importante naquele time do Suns que chegou nas Finais de 2021, pode estar disponível no mercado. E adivinha só? Os rumores dizem que Denver quer trocar ele pra diminuir a folha salarial.

    A situação é a seguinte — os Nuggets tão numa enrascada financeira absurda. Jokić e Jamal Murray sozinhos custam 109 milhões de dólares. Isso mesmo, 109 MILHÕES só pra dois caras. Soma mais 32 milhões do Aaron Gordon e você já entende por que eles tão desesperados pra cortar gastos.

    Os Nuggets tão quebrados (financeiramente falando)

    Denver tá 4,8 milhões acima do primeiro teto salarial e a apenas 2,6 milhões do segundo teto — que é onde a coisa fica feia mesmo. Pra um time que ganhou título em 2023 e quer aproveitar a janela do Jokić (que tá no auge ainda), isso é um problemão.

    E é aí que entra o Cam Johnson. O cara tá ganhando 23,1 milhões nesta temporada — 14% de todo o cap space do time. Quando você tá procurando espaço pra respirar, esses são exatamente os contratos que viram alvo, né não?

    Sinceramente, eu lembro bem da época que ele foi draftado em 11º lugar pelos Suns em 2019. Na época todo mundo ficou “cara, quem é esse maluco?”. Mas o cara sempre foi um monstro nos arremessos de 3 — 39,6% de aproveitamento na carreira. Nada mal.

    E se o Suns trouxer ele de volta?

    Aqui que a coisa fica interessante (e complicada). Johnson foi importante pra caramba naquela campanha das Finais de 2021. Na temporada seguinte, quando Phoenix ganhou 64 jogos — recorde da franquia —, ele quase levou o prêmio de Sexto Homem do Ano. Terceiro lugar na votação fazendo 12,5 pontos saindo do banco com 42,5% de aproveitamento de três.

    Mas olha só o dilema: se Phoenix quiser ele de volta, vai ter que AUMENTAR a folha salarial, não diminuir. Denver quer se livrar do salário dele, não trocar por outro jogador caro. Faz sentido isso? Johnson tá no último ano de contrato ganhando 23 milhões. Se os Nuggets querem respirar financeiramente, não adianta mandar outro salário parecido de volta.

    A temporada passada ele arremessou 43% de três pontos. Quarenta e três por cento! Isso é coisa de outro mundo. Mas será que vale a pena Phoenix mexer no orçamento pra trazer ele de volta?

    Vocês acham que essa reunião faz sentido? Eu tô dividido — por um lado, o cara conhece o sistema e sempre foi eficiente. Por outro, será que não é melhor apostar na base mesmo e não complicar as finanças?

  • Suns apostam pesado em Oso Ighodaro e garantem contrato

    Suns apostam pesado em Oso Ighodaro e garantem contrato

    Os Suns decidiram fazer uma aposta que eu, sinceramente, não esperava ver tão cedo. A franquia do Arizona garantiu totalmente o contrato de Oso Ighodaro para a temporada 2026-27 — e olha, isso não é pouca coisa não.

    Pra quem não acompanhou de perto, o contrato do pivô de 2,11m já tinha US$ 250 mil garantidos, que iriam subir pra US$ 500 mil na abertura da próxima temporada. Mas agora? Os Suns anteciparam o que só aconteceria em janeiro de 2027 e garantiram os US$ 2,3 milhões completos.

    O que Ighodaro mostrou na quadra

    E tem motivo pra isso. O cara jogou literalmente TODOS os 82 jogos da temporada regular — em uma era onde jogador estrela descansa mais que aposentado, isso já impressiona. Foram 24 jogos como titular, e quando chegaram os playoffs? Virou titular fixo nos quatro jogos contra o Thunder (mesmo perdendo na primeira rodada, mas isso é outro assunto).

    Os números não mentem: 6,5 pontos, 5,1 rebotes e 2,3 assistências em 22 minutos por jogo na temporada regular. Nos playoffs melhorou ainda mais — 7,5 pontos, 7,0 rebotes e 4,0 assistências. Pra um cara na segunda temporada, é um crescimento que chama atenção.

    Aposta no futuro ou necessidade?

    Na minha visão, os Suns viram algo especial nesse moleque. Garantir esse dinheiro todo antes do prazo significa que eles não querem correr o risco de perder Ighodaro no mercado — e convenhamos, com a escassez de pivôs decentes na liga, faz sentido.

    O mais interessante é que Oso não é só um brutamontes no garrafão. As assistências dele mostram uma visão de jogo que não é comum em pivôs da altura dele. E jogar 82 jogos na segunda temporada? Isso é durabilidade, pessoal.

    Vocês acham que os Suns acertaram nessa aposta ou foi precipitação? Porque olhando o elenco deles, ter um cara confiável no banco (ou até mesmo brigando por titularidade) pode fazer toda a diferença na próxima temporada.

  • Bridges e a lição dolorosa que pode salvar o título do Knicks

    Bridges e a lição dolorosa que pode salvar o título do Knicks

    Cara, tem coisa que só quem já passou sabe o peso que tem. E o Mikal Bridges carrega uma cicatriz que pode ser exatamente o que o Knicks precisa pra não entregar o ouro nas Finals.

    Imagina só a cena: Phoenix em 2021, favoritos contra o Milwaukee, ganhando os dois primeiros jogos fácil, fácil. O Bridges tava lá, confiante que nem moleque com bicicleta nova, pensando que o troféu já tava na bag. “A gente tá dominando, é do Oeste, o Leste é mais fraco”, ele mesmo admitiu depois.

    O pesadelo que virou lição

    Aí que tá o drama, mano. Os Bucks simplesmente viraram a chave e ganharam QUATRO SEGUIDAS. Quatro! O Bridges ficou moscando na quadra — de 27 pontos no jogo 2 pra praticamente sumir nos últimos jogos da série. Imagina a frustração.

    “Eu simplesmente não conseguia acreditar”, ele contou pro Brunson e pro Josh Hart no podcast deles. E olha, eu entendo a revolta. Phoenix tinha tudo pra ser campeão naquele ano.

    Agora em 2026, cinco anos depois, o cara tá vivendo uma realidade completamente diferente. Desde que foi pro banco no jogo 3 contra o Atlanta (zerado, viu?), o Bridges simplesmente acordou pra vida. Tá metendo 18.7 pontos por jogo nos playoffs, chutando mais de 62% dos arremessos, e ainda por cima marcando os melhores armadores da liga no outro lado da quadra.

    Knicks na rota do impossível

    E que temporada absurda do Knicks, né? Primeira vez nas Finals do Leste em 27 anos, correndo atrás do primeiro título em 53 anos. CINQUENTA E TRÊS! É mais tempo que a minha idade, cara.

    O mais louco? Nesse time histórico, só o OG Anunoby tem anel — mas nunca jogou uma final sequer. O Jordan Clarkson foi pras Finals de 2018, mas ficou mais no banco que eu no ensino médio. Só o Bridges mesmo viveu a pressão total de uma decisão.

    E que sequência monstruosa eles tão fazendo: 11 vitórias consecutivas nos playoffs (uma das maiores da história), com diferença média de +19.4 pontos por jogo. Esses números são de outro planeta.

    A humildade de quem já se deu mal

    Mas aqui que tá a sacada genial do Bridges. O cara não tá nem aí pras flores que tão jogando no Knicks. “Não importa o quanto falam que somos bons. Temos que nos preocupar em ser nós mesmos e ficar concentrados”.

    Essa mentalidade pode ser o diferencial, sabe? Porque uma coisa é chegar na final como azarão (tipo aquele Phoenix de 2021), outra é chegar sabendo que já perdeu uma que parecia ganha.

    Vocês acham que essa experiência dolorosa do Bridges vai ser o que falta pro Knicks não entregar o título? Porque sinceramente, eu acho que sim. Às vezes a gente precisa se queimar pra aprender a não brincar com fogo.

  • Spurs x Thunder deixou os fãs do Suns numa sinuca bizarra

    Spurs x Thunder deixou os fãs do Suns numa sinuca bizarra

    Cara, as últimas duas semanas foram estranhas pra caramba. E olha que eu achei que nunca ia falar isso na vida: eu estava torcendo pros San Antonio Spurs.

    Sim, vocês leram certo. EU, torcendo pros Spurs. Quem me conhece sabe que isso é praticamente heresia. Esses caras destruíram minha juventude como fã dos Suns mais vezes do que eu gosto de lembrar.

    Mas deixa eu explicar essa loucura toda.

    O ódio histórico que nunca vai passar

    Olha, minha relação com os Spurs é tipo aquela ex que você nunca esquece — só que pelos motivos errados. Eles estragaram os melhores anos dos Suns lá nos anos 2000, quando Phoenix estava revolucionando o basquete com aquele ataque maluco do Nash.

    E sempre com aquela sorte absurda deles, né? Tankearam em 96-97 quando o David Robinson se machucou, ganharam o Tim Duncan, e pronto — cinco títulos. Enquanto isso, a gente sofria vendo eles baterem no nosso time sem dó.

    Sinceramente? Ainda dói lembrar da suspensão do Amar’e e do Boris Diaw em 2007. Aquela regra idiota da NBA que suspendia quem saísse do banco durante briga… e claro que só os nossos caras se deram mal.

    Por que diabos eu torci pra eles contra o Thunder?

    Simples: porque o Oklahoma City virou tudo que eu odeio no basquete moderno. Esses caras transformaram a simulação numa arte — e não é arte boa não.

    Assistir o Thunder é exaustivo. Todo contato vira teatro, todo arremesso vira uma novela mexicana de tanta encenação. O Sam Presti montou um timaço, isso é verdade, mas ver eles jogando me dá vergonha alheia.

    E aí que você vê a diferença quando olha pro Wembanyama chorando depois da vitória no jogo 7. ISSO é paixão, gente. Isso é alguém que liga de verdade, que colocou o coração na quadra. Se o Thunder tivesse ganho, ia ter lágrima? Ia ter emoção real? Ou só mais uma entrevista manjada?

    Vocês acham que eu tô sendo muito dramático? Pode ser. Mas prefiro mil vezes ver basquete raiz, mesmo que seja dos meus rivais históricos, do que essa palhaçada que o Thunder anda fazendo.

    No final das contas, os Spurs me lembraram que ainda existe respeito pelo jogo. E isso, meus amigos, vale mais que qualquer rivalidade antiga.

  • Ex-Suns vão brigar pelo anel entre Spurs e Knicks

    Ex-Suns vão brigar pelo anel entre Spurs e Knicks

    Cara, que Finals maluca vai ter esse ano! Wembanyama comandando os Spurs contra Jalen Brunson e os Knicks — dois times que quebram todos os clichês da NBA moderna.

    De um lado, você tem San Antonio com um francês de 2m20 que simplesmente não faz sentido existir. Do outro, New York apostando que dá pra ganhar título com um armador baixinho que não é o Curry (nada contra o Brunson, mas vocês entenderam).

    A conexão Phoenix que ninguém esperava

    Mas aqui vai um dado curioso que eu achei sensacional: não importa quem ganhe, um ex-Phoenix Suns vai levantar o Larry O’Brien pela primeira vez desde que o Ish Smith fez isso com Denver em 2023.

    Se os Spurs levarem, Bismack Biyombo (que jogou no Suns de 2022-2023) e Mason Plumlee (temporada passada em Phoenix) vão conquistar o primeiro anel. Se for New York, aí Landry Shamet e — pasmem — Mikal Bridges vão finalmente ser campeões.

    Olha só a ironia: Bridges, que foi trocado justamente pra trazer o KD pros Suns, pode ganhar o título que Phoenix tanto sonha… só que com outra camisa.

    Quando Phoenix quase voou

    Sinceramente, isso me dá uma nostalgia absurda daquele time dos Suns de 2021-22. Bridges, Shamet e Biyombo faziam parte do melhor time da temporada regular na história da franquia — 64 vitórias, cara!

    Bridges era simplesmente monstro naquela época: 14 pontos por jogo, 53% nos arremessos, 37% de três e ainda por cima Primeiro Time All-Defensive. E detalhe: o cara NUNCA se machucava. Tem até hoje a maior sequência ativa de jogos consecutivos na liga.

    Já o Shamet… cara, quem não lembra daqueles cinco triplos que ele cravou no Jogo 4 contra o Denver nas Semifinais de 2023? 19 pontos saindo do banco pra empatar a série 2-2. Foi lindo de ver (mesmo perdendo a série depois).

    De Phoenix pra glória

    Biyombo e Plumlee tiveram passagens mais discretas pelo deserto. O Biyombo era terceiro pivô, entrando mais quando tinha lesão ou depois da bagunça da troca do Durant. Plumlee mal ficou uma temporada, mas quem acompanhou sabe que o cara não levava desaforo pra casa — até briga ele arrumava!

    Vocês acham que é coincidência tantos ex-Suns estarem nas Finals? Ou será que aquele grupo realmente tinha algo especial que Phoenix não soube aproveitar?

    As Finals começam na quarta, 3 de junho, às 18h30 (horário de Brasília). Vai ser guerra!

  • Toppin seria a solução no garrafão que o Suns tanto precisa?

    Toppin seria a solução no garrafão que o Suns tanto precisa?

    Olha só, enquanto os playoffs seguem rolando, o pessoal do Phoenix Suns já tá de olho na próxima temporada. E cara, eles têm um problemão no ala-pivô que não dá mais pra ignorar. Sabe aquela sensação quando você vê que falta uma peça no quebra-cabeça? Então, é exatamente isso.

    O nome da vez é Obi Toppin. O cara do Indiana que, na minha opinião, seria perfeito pra resolver os problemas de rebote e tamanho que Phoenix vem enfrentando. Toppin tem 2,06m, salta que nem um canguru e ainda sabe arremessar de longe quando precisa.

    Como seria essa troca?

    As opções não são muitas, mas são interessantes. O Suns poderia trocar o Dillon Brooks direto pelo Toppin — mas sinceramente, acho que seria um erro. O Brooks se adaptou demais à cultura do time e já tá praticamente casado com Phoenix (o cara vai até nos jogos do Mercury, meu!).

    A segunda opção seria mandar o Grayson Allen. Faz sentido financeiro e ainda economiza uma grana. Mas a que mais me chama atenção é trocar o Royce O’Neale pelo Toppin. Sim, os Suns pagariam uns 4 milhões a mais, mas olha que negócio…

    Toppin ganha 31 milhões pelos próximos dois anos. É dinheiro, mas não é absurdo considerando o que ele traria pra mesa. E convenhamos, se o time quer brigar por título, hora de investir, né?

    Por que Toppin seria perfeito?

    Vou ser direto: o cara é exatamente o que Phoenix precisa. Rebote? Tem de sobra. Atletismo? O monstro voa. Enterradas espetaculares pra animar a torcida? Rapaz, ele não decepciona.

    E tem mais — Toppin permitiria que garotos como Ryan Dunn e Rasheer Fleming se desenvolvessem sem pressão. Ele entraria como titular, daria conta do recado, e ainda ajudaria na evolução dos caras mais novos. É tipo ter um veterano que não trava o crescimento da molecada.

    O Indiana até que precisa de um cara como O’Neale. Eles terminaram em 18º em aproveitamento de três pontos (35,6%) e definitivamente precisam de alguém mais consistente no perímetro. O’Neale é especialista nisso.

    Vai rolar mesmo?

    Olha, eu venho falando do Toppin pro Suns desde 2024. O perfil dele encaixa que nem uma luva no que Kevin Durant e Devin Booker precisam ao lado deles. Um cara que reboteia, finaliza bem próximo da cesta e ainda consegue esticar a quadra quando necessário.

    A grande questão é: será que a diretoria tem coragem de fazer um movimento ousado? Porque vamos combinar, ficar patinando com essa composição atual não vai resolver. Toppin daria uma nova dinâmica pro time, especialmente nos playoffs onde rebote defensivo é questão de vida ou morte.

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que essa troca faria sentido? Ou preferem que o Suns continue apostando no mesmo esquema que não funcionou na última temporada?

  • Isaac no mercado? Suns precisa correr atrás desse monstro defensivo

    Isaac no mercado? Suns precisa correr atrás desse monstro defensivo

    Olha, eu sei que todo mundo fica empolgado quando aparece um nome disponível no mercado — e geralmente eu sou mais cauteloso com essas coisas. Mas se o Jonathan Isaac realmente virar free agent, cara, os Suns precisam pelo menos dar uma ligada pro empresário dele.

    O Orlando Magic tá pensando seriamente em dispensar o pivô de 28 anos, segundo algumas fontes. E sinceramente? Seria uma oportunidade absurda pro Phoenix não deixar passar.

    Por que Isaac faz sentido pros Suns?

    Vamos ser realistas: Isaac não é mais aquele prospecto que foi draftado em 6º lugar em 2017. Mas o cara ainda tem 2,08m de altura e aquela defesa que pode mudar jogos quando tá no ritmo. Lembram quando ele e o Jalen Suggs saíam do banco juntos em Orlando? O Magic ficava praticamente impenetrável na defesa.

    Na temporada passada ele jogou apenas 10 minutos por jogo em 52 partidas — números bem modestos, admito. Mas às vezes é isso mesmo que você precisa: um cara experiente que pode entrar nos momentos certos e fazer a diferença com sua presença no garrafão.

    A grande questão com Isaac sempre foi a consistência. Tanto fisicamente quanto no ataque — o cara arremessa 31,6% de três na carreira, então esqueça o spacing. Mas vocês acham que isso importa quando você precisa de alguém que pode defender jogadores grandes e ainda pegar uns rebotes?

    O preço seria justo

    Aqui tá o pulo do gato: Phoenix não precisaria quebrar o banco. Com a taxpayer mid-level exception, eles poderiam oferecer uns $6 milhões por até dois anos. Claro, isso provavelmente significa que teriam que se desfazer de outro contrato pra ficar abaixo da luxury tax, mas olha… vale a pena explorar.

    Isaac tem aquele perfil físico e defensivo que combinou perfeitamente com a identidade que os Suns construíram na temporada passada. Cara que joga com intensidade, não tem medo do contato e pode incomodar muito no lado defensivo.

    Eu não vejo ele como titular — seríamos loucos de pensar isso. Mas como uma opção de rotação pro ala-pivô? Alguém que pode entrar em momentos específicos e dar aquela segurada na defesa? Faz todo sentido.

    E aí, vocês concordam que seria uma boa pros Suns? Ou acham que seria mais um jogador inconsistente ocupando espaço no elenco?

  • Por que os Suns não podem descartar Jalen Green ainda

    Por que os Suns não podem descartar Jalen Green ainda

    Olha, vou ser honesto com vocês: quando vi que os Suns estão pensando em se desfazer do Jalen Green, quase cuspi o café. Cara, eu entendo as frustrações com a temporada dele, mas trocar esse monstro agora seria um erro gigantesco.

    Vamos aos fatos: Green chegou no Arizona em junho passado naquela troca histórica que mandou o Kevin Durant para Houston. A expectativa era alta — um cara com esse atletismo ao lado do Devin Booker? Era pra dar liga.

    A temporada complicada que todo mundo viu

    Não vou passar pano: a primeira temporada dele no Valley foi uma montanha-russa. Lesão no posterior da coxa que tirou ele de dezembro inteiro e quase todo janeiro. Arremesso de 3 despencou pra 31,3%. Aproveitamento geral de 42,2%. Números que fazem qualquer GM perder o sono.

    Em 32 jogos na temporada regular, ele fez média de 17.8 pontos, 3.6 rebotes e 2.8 assistências. Mas aqui que a coisa fica interessante: nas vitórias dos Suns, ele acertava 45% dos arremessos e 33,6% das bolas de 3. Nas derrotas? Despencava pra 39% e 28,3%. Quando o Green não tá com a mão quente, ele meio que sequestra o ataque e atrapalha a movimentação de bola.

    Mas aí que tá — e vocês lembram daquele jogo decisivo contra o Warriors no play-in? O cara simplesmente resolveu salvar a temporada dos Suns. Foi um show à parte.

    Por que trocar seria loucura agora

    Sinceramente, acho que descartar o Green agora seria pânico. O cara tem 22 anos e um potencial físico absurdo. Aquela primeira passada dele é coisa de outro mundo, e quando ele resolve descer pro garrafão, é problema na certa pro adversário.

    Mesmo numa temporada ruim de arremesso, os times ainda respeitavam ele na linha de 3. Por quê? Porque todo mundo sabe que se der um espacinho, ele explode. E quando o Booker tá comandando o ataque, ter o Green na ala muda completamente a geometria da quadra.

    Olha, eu vi muito brasileiro promissor ser trocado cedo demais na NBA. O Green ainda tá se adaptando ao sistema, se recuperando de lesão, encontrando o ritmo. Trocar ele agora seria que nem o Vasco vendendo o Coutinho jovem — você sabe que vai se arrepender depois.

    E aí, o que vocês acham? Os Suns deviam dar mais uma chance pro Green ou partir pra uma troca grande? Na minha opinião, paciência é a palavra-chave aqui. Esse cara ainda vai dar muito trabalho na liga.