Tag: Phoenix Suns

  • NBA mudou TUDO no Draft Lottery – e o Suns vai sentir o baque

    NBA mudou TUDO no Draft Lottery – e o Suns vai sentir o baque

    Gente, aconteceu. A NBA aprovou uma reforma completa no sistema do Draft Lottery que vai mudar TUDO como conhecemos. E olha, foi quase unânime: 29 times votaram a favor das novas regras anti-tanking, só Memphis que ficou contra (vai entender, né?).

    As mudanças são absurdas mesmo. A liga expandiu o lottery de 14 para 16 times, criou uma “zona de rebaixamento” onde os 3 piores times do ano são PUNIDOS com chances menores para a primeira pick, e achataram as odds de um jeito que nunca vi.

    O que muda na prática?

    Primeiro: agora não são só os 14 times que ficaram fora dos playoffs que participam. Os 8º colocados de cada conferência também entram na brincadeira. Sim, mesmo indo pros playoffs, você ainda pode ganhar uma pick boa no draft.

    Segundo (e aqui é onde fica doido): as odds foram completamente reformuladas. Antes, os 3 piores times tinham as melhores chances. Agora? Eles têm apenas 5,4% cada um para a primeira pick, enquanto os times que ficaram entre o 4º e 10º piores têm 8,1% cada. É meio maluco, mas faz sentido – por que você ia querer terminar em último se isso te dá PIORES chances?

    Na minha opinião, isso pode funcionar. Imaginem vocês os times ruins brigando para NÃO terminar entre os 3 piores no final da temporada? Seria hilário ver franquias lutando para ganhar jogos em março e abril.

    E o Suns nisso tudo?

    Olha, para Phoenix especificamente, não muda muito no curtíssimo prazo. Eles não têm controle sobre suas próprias picks até 2032 (obrigado, Kevin Durant), mas isso ainda pode afetar as picks que eles já negociaram por aí.

    O mais interessante é que agora existe um limite: um time não pode pegar a primeira pick em anos consecutivos, nem ficar entre os top 5 por três anos seguidos. E essa regra vale retroativamente – então se o Washington ganhou o lottery em 2026, eles tão automaticamente fora da primeira pick em 2027, mesmo que negociem a pick.

    Vai acabar com o tanking?

    Sinceramente? Acho que diminui, mas não acaba completamente. Ainda faz sentido ser ruim se você quer jovens talentos, mas agora não compensa mais ser O PIOR time da liga.

    E vocês, acham que essas mudanças vão funcionar? Eu tô curioso para ver como os GMs vão se adaptar a esse sistema novo. Uma coisa é certa: o draft lottery de 2027 vai ser muito mais imprevisível do que estávamos acostumados.

    Memphis sendo o único time contra me deixou pensando… será que eles tavam planejando um tanking épico? (risos)

  • Booker cai menos do que você imagina (e os dados provam)

    Booker cai menos do que você imagina (e os dados provam)

    Olha, eu tô cansado dessa conversa sobre simulação na NBA. Todo mundo fica falando que o Devin Booker é um dos caras que mais apela pra arbitragem, que vive no chão tentando arrancar falta. Mas será que isso é verdade mesmo?

    Um cara lá do Yahoo Sports resolveu fazer o trabalho sujo e analisou quanto os astros da liga realmente caem durante os arremessos nos playoffs. E adivinha? O resultado sobre o Booker vai te surpreender.

    Os números não mentem

    Depois de assistir TODOS os 70 arremessos do Booker na primeira rodada contra o Thunder (sim, alguém teve essa paciência), os dados mostraram que ele caiu em apenas 10% das tentativas. Na primeira olhada, parece muito — você pensaria “cara, um a cada dez arremessos ele tá no chão”.

    Mas espera aí. A história fica interessante quando você separa os números. Nas jogadas onde ele realmente sofreu falta, a taxa sobe pra 30%. Faz sentido, né? Se você leva pancada, é natural ir pro chão. Agora, nas jogadas SEM falta? Apenas 6,7%.

    Pra você ter uma ideia, o Shai Gilgeous-Alexander (aquele monstro do Thunder) lidera a lista com 17,4%. O James Harden aparece com 11,9%. Ou seja, o Booker tá longe de ser o pior da turma.

    A verdade sobre o estilo do cara

    Sinceramente? Depois de ver todos esses arremessos, uma coisa me chamou atenção: o Booker tem um dos jumpers mais lindos da liga. Sério mesmo. É suave, equilibrado, uma beleza de se ver — mesmo quando não entra (e olha que ele tava meio frio nesses playoffs com 46/25/79).

    Mas o que mais me impressionou foi como ele se mantém em pé mesmo levando porrada. Claro que ele busca o contato — todo craque faz isso. Mas ele não fica se jogando no chão feito um saco de batata a cada respirada do defensor.

    As três quedas em jogadas com falta foram legítimas. Sem chutar as pernas, sem drama desnecessário. Levou pancada, foi pro chão. Ponto.

    E aí, mudou sua opinião?

    Olha, eu sempre achei essa história de que o Booker é um simulador meio exagerada. O cara joga duro, busca o contato (como qualquer pontuador de elite), mas não transforma cada arremesso numa peça de teatro.

    Vocês acham que esses números mudam alguma coisa na percepção sobre ele? Ou o preconceito já tá tão enraizado que nem dados concretos conseguem mudar a narrativa?

    Uma coisa é certa: da próxima vez que alguém vier falar que o Booker vive no chão, você já tem os números pra rebater. 6,7% em jogadas sem falta. Esse é o fato.

  • Suns viram alvo de trades malucas que não fazem sentido nenhum

    Suns viram alvo de trades malucas que não fazem sentido nenhum

    Olha, chegou aquela época do ano de novo. A offseason da NBA, quando todo mundo vira especialista em trocas e começa a criar cenários completamente insanos no Trade Machine. E adivinha quem tá sendo arrastado pra essas fantasias absurdas? Nossos Suns.

    Cara, eu tô aqui lendo umas propostas de trade que me deixaram genuinamente confuso. E não é papo de podcast alternativo não — são outlets grandes, tipo ESPN, propondo umas coisas que parecem brincadeira.

    ESPN quer trocar meio time pelo Ja Morant

    A ESPN publicou uma matéria com seis possíveis destinos pro Ja Morant, e obviamente Phoenix apareceu na lista. A proposta? Suns mandam Grayson Allen, Royce O’Neale, Haywood Highsmith, Jamaree Bouyea e duas picks de segunda rodada pros Grizzlies em troca do Ja.

    Mano, isso é loucura pura. Os Suns dariam quatro jogadores e picks por um cara que vive machucado e que vai contra tudo que o time tentou construir na última temporada. Sem falar que essa trade deixaria Phoenix hard-capped no primeiro apron — ou seja, sem flexibilidade nenhuma pra montar banco.

    O mais absurdo? Com Booker, Jalen Green e Morant, seriam três armadores no time. Três! E eles ocupariam 76% do salary cap. Como que monta profundidade assim?

    Sinceramente, parece trade do NBA 2K quando você fica forçando até dar certo no papel, mas ignora completamente a realidade.

    Vecenie também entrou na brincadeira

    Sam Vecenie, do The Athletic, sugeriu outra coisa meio estranha: mandar Grayson Allen e Khaman Maluach pros Hornets por Miles Bridges e Ryan Kalkbrenner (ou a 18ª pick do draft).

    Essa é menos ofensiva que a anterior, mas ainda assim não faz muito sentido. Por que os Suns trocariam um jovem prospecto como Maluach — que mal teve chance de mostrar serviço — por um jogador mais velho com histórico complicado?

    Bridges até joga bola, não vou negar. Mas dar Maluach de bandeja assim? Meio precipitado, né?

    A realidade da offseason

    Eu entendo que todo mundo precisa de conteúdo nessa época do ano. Podcasts precisam de pauta, sites precisam de cliques, e nós fãs queremos algo pra discutir. Mas essas propostas parecem mais exercício de criatividade do que análise séria.

    Phoenix teve uma temporada sólida, superou expectativas e mostrou que tem um núcleo interessante. Por que explodir tudo isso por trades que não fazem sentido estratégico?

    E aí, vocês acham que os Suns deveriam mesmo mexer tanto no elenco ou é melhor dar continuidade ao que funcionou? Porque sinceramente, depois de ler essas propostas, tô achando que menos é mais.

  • Jordan Goodwin foi roubado no All-Defensive? Zero votos é sacanagem

    Jordan Goodwin foi roubado no All-Defensive? Zero votos é sacanagem

    Olha, eu não costumo reclamar de votação de prêmios da NBA porque sei como é essa história — os caras da mídia votam nos nomes que todo mundo conhece. Mas quando vi que o Jordan Goodwin não recebeu nem um voto sequer pro All-Defensive Team, fiquei meio revoltado.

    O Phoenix Suns teve uma temporada surpreendente, mas por causa da regra idiota dos 65 jogos mínimos, poucos jogadores do time puderam concorrer aos prêmios. Só o Oso Ighodaro, Collin Gillespie, Royce O’Neale, Jordan Goodwin e Ryan Dunn jogaram 70+ partidas.

    Os números não mentem

    Cara, vamos aos fatos: Goodwin foi o sexto entre os armadores em rebotes ofensivos por jogo. Sétimo em roubos de bola. Defensive rating de 110.1. No quesito rebote, sinceramente acho que nenhum armador na NBA impactou tanto quanto ele.

    E esse cara não recebe nem um voto? Enquanto isso, tem gente no segundo time que eu nem lembro de ter assistido jogar defesa esse ano (não vou citar nomes, mas vocês sabem).

    O problema é sempre o mesmo: quem não aparece na ESPN toda semana acaba esquecido. Goodwin passou a temporada fazendo o trabalho sujo — aquelas jogadas que não aparecem no highlight mas que ganham partidas. Rebote ofensivo, pressão na bola, jogadas de esforço que viram posse extra.

    Até o companheiro reclamou

    E não sou só eu falando isso não. O próprio Collin Gillespie postou no Twitter: “Goodie não recebeu um voto sequer pro All-Defense?”. Quando o próprio companheiro de time reclama publicamente, é porque a situação tá mesmo feia.

    Aliás, que massa ver essa união no elenco dos Suns. Isso me dá ainda mais confiança de que o time vai fazer de tudo pra manter esses dois na próxima temporada.

    Uma coisa que me incomoda: por que diabos só existem dois times do All-Defensive? Tem três times do All-NBA, por que não três defensivos também? Seria uma oportunidade perfeita pra reconhecer jogadores como o Goodwin, que fazem o lado “feio” do basquete mas são fundamentais.

    O lado “bom” de ser ignorado

    Olha, tem um lado meio twisted nisso tudo: se Goodwin tivesse recebido votos e reconhecimento, provavelmente ia custar mais caro pra renovar. E considerando que os Suns tão flertando com o luxury tax, cada dólar conta.

    É meio triste pensar assim, mas é a realidade. Às vezes ser subestimado pode ser vantajoso na hora de negociar contratos. Mesmo assim, o cara merecia pelo menos alguns votos pelo trabalho que fez.

    Vocês acham que a mídia realmente assiste os jogos ou só vota nos nomes famosos mesmo? Porque casos como esse me fazem questionar se os votantes realmente prestam atenção no que acontece em quadra.

  • Suns finalmente viraram time de verdade em 2025-26

    Suns finalmente viraram time de verdade em 2025-26

    Cara, eu não consigo parar de pensar numa coisa: quando foi a última vez que você assistiu um jogo do Phoenix Suns e saiu satisfeito? Não estou falando de ganhar título nem nada do tipo — só de assistir um basquete gostoso, que faz sentido.

    Pois é, parece que em 2025-26 isso finalmente aconteceu.

    O boletim que os pais queriam ver

    Saiu agora o relatório completo da temporada dos Suns, e mano… que diferença. Olhando as notas individuais dos jogadores, a pior nota foi C- pro Ryan Dunn. Sem reprovação. Sem D. Sem F.

    Compare isso com a temporada passada, quando o time estava uma bagunça total. Bradley Beal levou F+, Bol Bol e companhia tiraram D… Era de dar dó mesmo.

    Devin Booker e Dillon Brooks tiraram A-, Jordan Goodwin foi o cara com A+ (e mereceu cada ponto dessa nota, na minha opinião). Até jogadores como Oso Ighodaro e Mark Williams mostraram evolução consistente. É o tipo de relatório que você mostraria orgulhoso pros seus pais — se ainda fizessem isso hoje em dia.

    Sensação de time, finalmente

    Sabe qual foi a grande mudança? Os Suns voltaram a parecer um TIME DE BASQUETE. Não aquela colagem maluca de ego e expectativa que a gente viu nos últimos anos, rezando pra que o talento individual resolvesse tudo.

    Eu mesmo comecei a sentir animação antes dos jogos, cara. Ao invés daquela preparação emocional pro desastre que virou rotina. Isso já é um baita progresso.

    A identidade estava se formando. Os caras mais novos evoluindo visivelmente. Dava pra sentir que a organização tinha uma direção, mesmo sabendo que ainda tá longe — bem longe — de brigar por título.

    Mas e aí, foi só sorte?

    A grande pergunta é: isso foi só um lampejo ou o começo de algo maior? Daqui uns anos, quando olharmos pra trás, essa temporada vai representar o que exatamente?

    Sinceramente, acho que foi o primeiro passo real rumo a algo sustentável. Depois de tanto caos e frustração, só restaurar o prazer de assistir já foi uma vitória. Ninguém vai pendurar faixa de “progresso encorajador” no teto, óbvio. Mas às vezes você precisa aprender a caminhar antes de correr, né?

    E vocês, sentiram essa diferença também? Ou acham que ainda é cedo pra ter esperança nos Suns?

  • Suns intensificam treinos pré-draft: hora de garimpar talentos

    Suns intensificam treinos pré-draft: hora de garimpar talentos

    Olha, o Phoenix Suns tá correndo atrás do prejuízo. Com apenas um mês pro Draft 2026, eles finalmente começaram a acelerar os treinos com os prospetos que podem rolar na pick 47 — que, convenhamos, é praticamente a única que sobrou pra eles.

    Segundo o insider John Gambadoro, os Suns já testaram Robert McCray V, da Florida State, e devem receber Ryan Conwell (Louisville) e Bryce Hopkins (St. John’s) na próxima semana. Todos veteranos de college — pelo menos quatro anos cada um. McCray foi All-ACC Third Team, Conwell pegou Second Team All-ACC, e Hopkins Second-Team All-Big East.

    O preço das superestrelas

    Cara, isso é o que acontece quando você vai all-in. As trocas por Kevin Durant e Bradley Beal em 2023 deixaram Phoenix praticamente sem assets de draft. Aliás, eles nem primeira rodada têm mais — mandaram embora no deadline de 2025 pra se livrar do Jusuf Nurkić pros Hornets.

    É meio irônico, né? Ano passado eles conseguiram entrar na primeira rodada e pegaram Khaman Maluach na 10ª posição (depois de trocar o próprio KD pro Houston). Agora estão de volta à realidade: garimpando na segunda rodada.

    Apostando na experiência

    Uma coisa que chama atenção é o perfil dos caras que eles estão testando. McCray, Conwell e Hopkins — todos com bagagem de college, jogadores mais maduros. Faz sentido pra um time que precisa de contribuição imediata, não projeto de longo prazo.

    Sinceramente? Acho que os Suns tão certos em focar em veteranos de college. Com a pressão que esse time tem pra ganhar agora, não dá pra ficar desenvolvendo rookie de 19 anos. Eles precisam de gente que chegue e já entenda o jogo.

    Tem rumores de que Phoenix pode tentar subir pra primeira rodada de novo, mas vamos ser realistas — com o que? Não sobrou muita coisa pra negociar. A pick 47 pode ser a única chance mesmo de adicionar sangue novo ao elenco.

    O Draft rola nos dias 23 e 24 de junho. Vamos ver se os Suns conseguem achar alguma pérola perdida. E vocês, acham que vale a pena apostar em veteranos de college na segunda rodada?

  • Dillon Brooks criou um jogo de tabuleiro pra zoar o SGA

    Dillon Brooks criou um jogo de tabuleiro pra zoar o SGA

    Cara, o Dillon Brooks simplesmente não consegue superar o Shai Gilgeous-Alexander. Enquanto o SGA tá aí tentando levar o Thunder pro bicampeonato da NBA, o canadense do Phoenix Suns resolveu criar um jogo de tabuleiro chamado “Unethical Hoops” só pra zoar com o cara.

    E olha, é bizarro mesmo. O jogo é baseado no famoso “Operação” (aquele que você usa a pinça pra tirar pecinhas sem fazer barulho), só que adaptado pro basquete. A ideia é que você tem que roubar bolinhas de basquete sem “apitar” — uma clara referência aos famosos pedidos de falta do SGA.

    A treta entre os canadenses

    O site do jogo não economiza nas provocações: “Shai transformou o basquete em caça às faltas, e agora você tá preso marcando ele no nosso novo jogo. Não caia na dele. Roube a bola sem ser apitado.”

    Mano, que nível de petulância é essa? Brooks criou um jogo inteiro só pra falar que o SGA é “cata-falta”. O tabuleiro tem até exemplos de simulação como “lean-in”, “push-off” e “rip-through” — que são movimentos que o SGA realmente usa muito bem pra conseguir faltas.

    A rixa entre esses dois canadenses vem de longa data, mas esquentou mesmo nos playoffs recentes. No jogo 2 da primeira rodada, o SGA acertou um arremesso e ficou apontando e rindo pro Brooks. Imagina a raiva que o cara ficou pra criar um jogo de tabuleiro de vingança!

    Como conseguir o jogo (se você quiser)

    Por enquanto, o “Unethical Hoops” não tá à venda. A Underdog, que tá por trás da brincadeira junto com o Brooks, tá fazendo um sorteio de 100 cópias. Se vocês quiserem participar (sinceramente não sei por que alguém quereria isso), é só entrar no site e escanear o QR code.

    Olha, eu entendo que esporte é sobre rivalidade e provocação, mas criar um jogo de tabuleiro pra atacar um jogador específico? É meio demais, não acham? Principalmente quando o cara que você tá atacando acabou de ganhar o segundo MVP seguido e tá nas finais do Oeste.

    No fim das contas, enquanto o Brooks tá gastando tempo criando jogos pra zoar, o SGA tá tentando conquistar mais um anel. Vocês acham que essa provocação vai na cabeça do Thunder ou só vai dar mais motivação pro time?

  • The Athletic rankeou jogadores da NBA: e o Phoenix Suns?

    The Athletic rankeou jogadores da NBA: e o Phoenix Suns?

    Olha, eu sempre fui viciado em rankings. Sabe aqueles tier lists que fazem pros jogadores da NBA? Pois então, o pessoal do The Athletic soltou uma análise completa dividindo todos os caras da liga em categorias, e claro que fui correndo ver onde os nossos Suns se encaixaram.

    E cara, que exercício interessante eles fizeram.

    Como funciona essa classificação?

    O Law Murray, que é o jornalista responsável por essa loucura, dividiu os jogadores em cinco tiers principais. No topo (Tier 1) estão os 10 melhores da liga — aqueles caras que disputam o First Team All-NBA. No Tier 2, os outros 20 que completam os 30 melhores, jogadores All-Star que podem liderar um time decente.

    Daí pra baixo vai descendo: Tier 3 são os considerados “stars” mas que idealmente não deveriam ser a primeira opção do time. Tier 4 são bons titulares, e Tier 5 são jogadores de rotação de qualidade.

    Basicamente, é o que qualquer um que joga fantasy já sabe — organizar por categorias facilita muito a vida na hora de avaliar.

    E onde ficaram nossos Suns?

    Bom, prepare-se porque a lista não é das mais animadoras:

    Devin Booker apareceu no Tier 2D. Ou seja, ainda está entre os 30 melhores da liga, mas numa subcategoria mais baixa dentro do grupo All-Star. Sinceramente? Não discordo muito não. O Book é craque, mas ainda precisa provar que consegue ser O cara de um time campeão.

    Dillon Brooks ficou no Tier 4C — um bom titular, não exatamente um astro. E olha, considerando como ele jogou desde que chegou em Phoenix, até que faz sentido.

    Jalen Green também no Tier 4, só que no 4E. Cara, eu ainda tenho fé no Green, mas ele realmente precisa dar o salto que todo mundo esperava quando saiu de Houston.

    Completando a lista: Collin Gillespie no Tier 5A e Grayson Allen no 5B. Ambos como peças de rotação, o que é justo.

    Minha opinião sobre tudo isso

    Não vou mentir, ver só cinco jogadores dos Suns nessa lista me deixou meio dividido. Por um lado, mostra que o time realmente não tem aquela profundidade que os grandes contenders têm. Por outro, talvez seja um sinal de que alguns caras estão sendo subestimados.

    O que vocês acham? Booker merecia estar mais alto? Green tem potencial pra subir alguns degraus essa temporada? E mais importante: dá pra brigar por playoff com esse elenco aí?

    Uma coisa é certa — se os Suns quiserem voltar a ser relevantes, vão precisar que pelo menos dois ou três desses jogadores elevem o nível. Não dá pra depender só do Book pra sempre.

  • Por que os Suns têm que manter o Grayson Allen

    Por que os Suns têm que manter o Grayson Allen

    Olha só, eu sei que o Grayson Allen não é o cara mais carismático da NBA. Mas sinceramente? Os Suns cometeriam um erro gigantesco se deixassem ele escapar nessa offseason.

    Cara chegou no Arizona em 2023 naquela negociação maluca que envolveu o Deandre Ayton, e desde então tem sido um soldado. Três temporadas sendo exatamente o que o time precisava — saindo do banco ou como titular, tanto faz. O moleque se adaptou que nem luva.

    Não foi tão ruim quanto parece

    Tá, vamos ser honestos: a temporada 2025-26 do Allen deixou todo mundo meio preocupado. Perdeu 32 jogos por lesão e os 34.9% de três pontos não foram nada bonitos de se ver (especialmente pra um cara que a gente conta pra acertar essas bolas). Mas calma aí antes de entrar em pânico.

    O cara fez CARREIRA nos pontos (16.5 por jogo) e assistências (3.8). E olha esse dado absurdo: 8.9 tentativas de três por jogo! É claro que a eficiência ia cair um pouco com esse volume todo. Sem falar que ele meteu 42 pontos contra o Pelicans em novembro — 10 triplas numa partida só, recorde da franquia!

    Vocês acham mesmo que um cara desses vira problemático do dia pra noite?

    Por que os Suns não podem abrir mão dele

    Primeiro: o cara é muito mais que um arremessador. Sério mesmo. Allen tem atleticismo pra atacar o garrafão, sabe fazer a jogada certa e ainda por cima defend e múltiplas posições. Na minha opinião, é um dos contratos com melhor custo-benefício do time.

    Segundo: a gravidade dele em quadra é coisa de louco. Mesmo numa temporada “ruim”, ainda acertou 3.1 triplas por jogo. Quando o Devin Booker tá fazendo suas coisas, ter o Allen aberto na lateral muda completamente a geometria da quadra. Os caras não podem dormir na dele.

    Terceiro: todo time brigando pelo título MATA por um jogador como ele. Ala que acerta bolas abertas, faz passes extras e não precisa ter a bola na mão o tempo todo? É ouro no mercado atual da liga.

    Eu entendo que com tantos armadores no elenco, fica tentador trocar o Allen pra equilibrar as posições. Mas essa é exatamente a cilada que transforma times bons em medianos. Você não troca qualidade comprovada por planilha bonita.

    O Grayson Allen pode não ser o cara mais empolgante do mundo, mas é exatamente o tipo de jogador que faz a diferença quando a coisa aperta. E olha que eu tô falando isso mesmo depois de uma temporada irregular dele!

  • Booker fez o que precisava, mesmo sem brilhar nas estatísticas

    Booker fez o que precisava, mesmo sem brilhar nas estatísticas

    Cara, vou ser sincero: quando a temporada começou, todo mundo já sabia que o Devin Booker ia ter que carregar os Suns nas costas. O time estava numa transição danada, galera jovem chegando, e o Book ali como o veterano que tinha que segurar a bronca.

    E olha, ele fez exatamente isso. Só que não do jeito que a gente esperava.

    Os números contam uma história estranha

    Booker teve 26.1 pontos por jogo, 6.0 assistências e 3.9 rebotes. Números sólidos, mas se você olhar mais de perto, vai ver que a eficiência dele caiu um pouco. O arremesso de 3 foi pra 33%, o aproveitamento de quadra pra 45.6% – nada absurdo, mas não é aquele Booker cirúrgico que a gente conhece.

    Só que aí que tá a pegada: ele sacrificou a própria eficiência pelo bem do time. Sabe quando você joga bola e deixa de fazer a jogada mais fácil pra dar uma chance pro parceiro crescer? Foi isso que o Book fez o ano todo.

    A prova tá nos números do time. Com ele em quadra, os Suns tinham rating ofensivo de 115.9 e fizeram 37-27. Sem ele? 110.0 de rating e só 8-10. Uma diferença monstruosa.

    O líder que Phoenix precisava

    Eu sempre falo que existem dois tipos de estrela: aquela que brilha sozinha e aquela que faz todo mundo brilhar junto. Booker virou do segundo tipo essa temporada. Ele liderou a liga toda em assistências secundárias com 1.2 por jogo – ou seja, ele fazia a jogada que gerava a jogada que virava ponto.

    E tem outro detalhe que poucos repararam: ele jogou só 33.5 minutos por jogo. Nas duas temporadas anteriores, eram mais de 36. Isso não é coincidência não – é gestão inteligente de um cara que entendeu que não precisava mais se matar em quadra toda noite.

    Os garotos como Khaman Maluach, Koby Brea e Rasheer Fleming cresceram na sombra dele. É impressionante como um veterano bem posicionado consegue acelerar o desenvolvimento de um time jovem.

    Booker, o estabilizador

    Sinceramente? Acho que essa foi uma das temporadas mais importantes da carreira do Booker, mesmo não sendo a mais vistosa. Ele provou que consegue ser algo além de um cestinha – virou um verdadeiro floor general.

    Claro que todo mundo queria ver ele quebrando recordes e fazendo 30+ por noite. Mas olhando o contexto todo, ele fez a escolha certa. Phoenix não precisava de um Booker heroico, precisava de um Booker líder.

    E aí, vocês acham que ele vai manter esse estilo mais facilitador ou volta a ser o protagonista total na próxima temporada? Porque com 29 anos e ainda no auge, as possibilidades são infinitas pra esse monstro.