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  • Hawks fazem história: dois MIP seguidos é coisa nunca vista na NBA

    Hawks fazem história: dois MIP seguidos é coisa nunca vista na NBA

    Cara, o que os Hawks fizeram é absolutamente surreal. Nickeil Alexander-Walker acabou de ganhar o prêmio de Jogador Que Mais Evoluiu da NBA, e com isso Atlanta se tornou o PRIMEIRO time na história a ter dois jogadores diferentes ganhando esse troféu em anos consecutivos. Nunca tinha acontecido isso desde que o prêmio foi criado lá em 1985-86.

    Ano passado foi o Dyson Daniels, agora é o Alexander-Walker. Dois caras que chegaram nos Hawks e simplesmente explodiram. Coincidência? Eu acho que não.

    De coadjuvante em Minnesota para protagonista em Atlanta

    A transformação do Alexander-Walker foi de outro mundo, pessoal. O cara saiu do banco dos Timberwolves — onde era só mais um jogador de rotação — e virou titular absoluto em Atlanta. Os números não mentem: saltou de uma média mixuruca para incríveis 20.8 pontos por jogo. Isso representa um aumento de 121% na pontuação!

    E olha só que absurdo: ele praticamente dobrou o número de arremessos por partida comparado à temporada passada, mas AUMENTOU a porcentagem de acertos. Como assim? 45.9% nos arremessos de quadra e 39.9% nas bolas de três — carreira melhor nos três pontos tentando mais de 8 por jogo.

    Vocês conseguem dimensionar isso? É como se um cara que jogava 15 minutos no Palmeiras fosse pro Flamengo e virasse artilheiro do Brasileirão.

    O timing perfeito que salvou a temporada

    Tem um detalhe que eu acho fundamental nessa história toda. No All-Star break, os Hawks estavam com 26-30, meio perdidos na tabela do Leste. Aí o Alexander-Walker resolveu pegar fogo na segunda metade da temporada — sinceramente, o cara não fez menos de 14 pontos em NENHUM jogo depois do break.

    Resultado? Atlanta fechou com 20-6 nos últimos 26 jogos, terminou 46-36 e garantiu o 6º seed nos playoffs. Agora estão liderando os Knicks por 2-1 na primeira rodada. Coincidência? Claro que não.

    Família que joga unida, permanece unida

    Aqui tem uma curiosidade que eu adoro: o Shai Gilgeous-Alexander, atual MVP da liga, é primo do Nickeil. E cara, que orgulho deve ser ver o primo explodindo assim na NBA. O Shai até declarou publicamente que o Alexander-Walker merecia o prêmio semanas antes do anúncio oficial.

    “Ele é melhor que ganhe”, disse o astro do Thunder. “O mais impressionante é como ele persistiu… estamos sempre conversando sobre estar pronto quando a oportunidade chegar, e estou orgulhoso de como ele aproveitou esse momento.”

    Que história inspiradora, não acham? Dois primos que cresceram juntos, ambos chegaram na NBA por caminhos diferentes, e agora o mais novo está brilhando no momento certo.

    Os outros finalistas foram Deni Avdija (Blazers) e Jalen Duren (Pistons) — ambos All-Stars pela primeira vez. Mas Alexander-Walker conseguiu mais votos mesmo sem ir pro All-Star Game. Às vezes o reconhecimento vem de outras formas, né?

  • Steve Kerr vai ficar ou vai sair? O dilema que tá mexendo com o Warriors

    Steve Kerr vai ficar ou vai sair? O dilema que tá mexendo com o Warriors

    Olha, eu não imaginava que ia rolar esse suspense todo com o Steve Kerr. O cara simplesmente falou que vai levar “uma ou duas semanas” pra decidir se continua no Golden State Warriors ou se vai curtir a aposentadoria. E sinceramente? Tá todo mundo na expectativa.

    Depois da eliminação pros Suns na sexta passada, Kerr deixou no ar se volta ou não pra próxima temporada. E cara, isso tá criando uma situação bem interessante lá no Warriors.

    O emprego tá garantido (mas com condições)

    Vamos aos fatos: o Warriors NÃO quer se livrar do Kerr. É o contrário — eles tão esperando pra ver se ele quer continuar. E isso faz todo sentido quando você pensa que o Curry ainda tem mais um ano de contrato e já falou que quer jogar “múltiplas” temporadas ainda.

    Na real, enquanto o Curry quiser o Kerr por perto (e ele já deixou isso claro), a vaga tá garantida. O problema é que não é um cheque em branco.

    A diretoria quer algumas mudanças no esquema tático. Os Warriors foram o 4º time que mais perdeu bola na liga essa temporada — e olha que times bons até perdem bola, mas os melhores normalmente não. Boston, Oklahoma City, Denver e San Antonio ficaram no top 5 dos que MENOS perderam posse.

    Além disso, tem a dependência excessiva do arremesso de 3 pontos. Primeiro lugar em tentativas de três na NBA, mesmo com o Curry perdendo 39 jogos e o time ficando só em 19º em aproveitamento. Meio paradoxal, né?

    A questão do compromisso a longo prazo

    Aqui que a coisa fica interessante. O Warriors quer estabilidade. Esse stress de “vai ficar ou não vai” já cansou todo mundo por lá. Se o Kerr topou voltar, provavelmente vai ser pra um contrato de múltiplos anos — talvez três anos pra ele e uma extensão de dois pro Curry.

    E vocês sabem como é: quando você tem o Curry ainda jogando em alto nível, não dá pra ficar de frescura com treinador. O cara ainda é monstro, mesmo aos 38 anos que vai fazer.

    Será que ele ainda tá se divertindo?

    Olha, se fosse alguns meses atrás, eu apostaria que o Kerr ia vazar porque o trabalho não tava mais sendo prazeroso pra ele. Ser técnico na NBA é uma pressão absurda, e até os caras mais tranquilos se desgastam.

    Mas uma coisa me chamou atenção: mesmo com todas as frustrações da temporada, o Kerr ainda parece estar curtindo o processo. Ainda ri nas coletivas, ainda tem aquela energia. Isso pode ser decisivo.

    Sinceramente acho que ele fica. O Warriors é praticamente a casa dele há mais de uma década, tem uma relação muito forte com o Curry, e ainda tem chance de brigar por mais um título. Por que largar isso agora?

    E aí, vocês acham que ele aguenta mais alguns anos de pressão ou vai preferir uma vida mais tranquila longe das quadras?

  • Cavs ganham presente dos céus: Quickley fora dos playoffs

    Cavs ganham presente dos céus: Quickley fora dos playoffs

    Olha, eu não vou mentir — quando soube que o Immanuel Quickley ia ficar fora do resto da série contra o Cavs, pensei: que sorte danada pros caras de Cleveland. Os Raptors anunciaram na sexta que o armador não volta mais nestes playoffs por causa de uma lesão no posterior da coxa que se complicou durante a reabilitação.

    E por que isso é um alívio gigantesco pros Cavaliers? Simples: Quickley é praticamente o cara que faz o ataque de Toronto funcionar. O moleque teve sua melhor temporada em anos, jogando 70 partidas (a primeira vez desde que estava no Knicks), e é o principal especialista de 3 pontos do time — 37% de aproveitamento e o maior volume de tentativas da equipe.

    O que o Cavs ganha com isso

    Cara, vamos ser realistas aqui. Toronto já tá perdendo a série por 2×1, e agora perde seu principal criador de jogadas? É praticamente um presente. O Quickley estava fazendo 16.4 pontos e 5.9 assistências por jogo, números que fazem TODA a diferença numa série acirrada como essa.

    No lugar dele, os Raptors tão tendo que improvisar com Jamal Shead e Ja’Kobe Walter — caras que, com todo respeito, não chegam nem perto do que o Quickley oferece. O rookie Collin Murray-Boyles até fez um jogo monstro no Game 3 (22 pontos saindo do banco), mas substituir a criatividade e o arremesso de longa distância do Quickley? Complicado.

    Cleveland não pode vacilar

    Mas olha, mesmo com essa vantagem extra, os Cavs não podem relaxar. O ataque deles foi horroroso no Jogo 3, e só não perderam porque conseguiram se manter vivos na primeira metade e chegaram no quarto período com chances. Toronto acertou absurdos 61% das bolas de 3 naquele jogo — muito acima da média da temporada.

    O que me preocupa é justamente isso: Cleveland tem um dos melhores ataques da NBA desde o All-Star break, mas nos primeiros dois jogos da série já mostrou do que é capaz. Toronto, por outro lado, vem sofrendo ofensivamente nesse mesmo período.

    Vocês acham que os Cavaliers vão conseguir aproveitar essa oportunidade de ouro? Porque sinceramente, com Quickley fora, ficou bem mais fácil fechar essa série. O Jogo 4 é domingo à tarde, e tudo indica que Cleveland vai ter uma trilha bem mais tranquila rumo ao segundo round.

    Na minha opinião, essa lesão do Quickley pode ter definido a série. Toronto já tinha uma margem de erro minúscula perdendo por 2×1, e agora sem seu principal armador? Vai ser muito difícil segurar os Cavs.

  • Hannes Steinbach pode ser o reboteiro monstro que a NBA precisa?

    Hannes Steinbach pode ser o reboteiro monstro que a NBA precisa?

    Olha, quando eu vi as estatísticas do Hannes Steinbach pela primeira vez, pensei: ‘mais um europeu alto que vai apanhar na NBA’. Mas cara, depois de assistir alguns jogos do alemão de 2,11m em Washington, mudei completamente de ideia. O moleque pode ser um dos melhores reboteiros que chegam na liga nos últimos anos — e isso não é pouca coisa.

    O monstro dos rebotes que veio da Alemanha

    11,8 rebotes por jogo liderando o Big Ten? Absurdo. Mas o que mais me impressiona no Steinbach não são só os números — é COMO ele pega esses rebotes. O alemão tem umas mãos de manteiga que grudam em qualquer bola que passa perto dele. Uma vez que ele encosta o dedo na bola, pode ter certeza que vai ser dele.

    Com apenas 20 anos e pesando ‘só’ 100kg (aposto que ele está mais pesado agora), Hannes se movimenta pela quadra de um jeito fluido que não é comum para caras da altura dele. Não é um atleta explosivo tipo Giannis, mas tem essa pegada de gazela que funciona muito bem em transição. E sinceramente? Acho que é exatamente isso que muitos times da NBA estão procurando.

    A comparação que fizeram com um tight end do futebol americano faz todo sentido. Se o cara tivesse nascido nos EUA e crescido jogando football, provavelmente seria uma lenda. Mas sorte nossa que ele escolheu o basquete, né?

    Mais que só rebotes: tem jogo ofensivo também

    18,5 pontos por jogo como calouro em uma universidade forte não é brincadeira. Claro que a maioria dos pontos vem de jogadas oportunistas — rebotes ofensivos, transições, essas coisas. Mas cara, ele é TÃO bom nessas situações que nem parece defeito.

    O arremesso ainda está em desenvolvimento (34% de três é prometedor), mas a forma é limpa e o percentual de lance livre de 76% me deixa esperançoso. Quando você junta isso com os 70% que ele acerta dentro do garrafão, dá pra ver que o moleque tem toque. Só precisa de tempo para desenvolver o arremesso de longa distância.

    Na defesa, muita gente vai subestimar ele por não ser um gigante de 2,20m. Mas olha, o cara é inteligente, tem mobilidade boa e consegue acompanhar até os armadores em algumas trocas. Não vai ser o Dennis Rodman da vida, mas também não vai ser um buraco defensivo.

    Vale a pena apostar?

    Vocês acham que um especialista em rebotes ainda tem valor na NBA moderna? Eu acho que sim. Times como Denver e Boston mostraram que ter caras que fazem o trabalho sujo ainda é fundamental. E o Steinbach não é só rebote — ele traz outras coisas também.

    Claro, não espero que ele seja uma estrela. Mas um sexto homem sólido que resolve o problema dos rebotes do seu time e ainda contribui ofensivamente? Isso vale uma escolha na loteria, na minha opinião.

    O alemão ainda tem muito a evoluir, especialmente no arremesso. Mas com essa base sólida e essa idade, eu apostaria nele. Às vezes é melhor ter um cara que faz UMA coisa excepcionalmente bem do que um que faz várias coisas de forma mediana.