Tag: alemão NBA

  • Adam Silver manda indireta pro Steve Kerr sobre calendário da NBA

    Adam Silver manda indireta pro Steve Kerr sobre calendário da NBA

    Cara, o Adam Silver acabou de dar uma cutucada no Steve Kerr que vai fazer o técnico dos Warriors engasgar com o café da manhã. O comissário da NBA basicamente mandou um “vocês que lutem” na discussão sobre o calendário de 82 jogos da temporada.

    Olha só o que o Silver falou: segundo ele, os únicos picos de lesões acontecem depois do All-Star Game, não no final da temporada quando os caras já jogaram mais. E aí vem a parte que vai fazer o Kerr surtir — Silver disse que pode ser justamente porque os jogadores NÃO estão se esforçando o suficiente nos dias que descansam.

    Steve Kerr não vai gostar nem um pouco disso

    Pra quem não lembra, o Kerr passou a temporada passada reclamando do calendário maluco que os Warriors enfrentaram. O time teve uma sequência pesada de jogos, viagens sem fim e praticamente zero descanso no começo da temporada.

    Na cabeça do técnico dos Warriors, o problema é simples: o basquete de hoje é muito mais corrido do que antigamente. Os jogadores cobrem muito mais quadra por causa do “pace and space” — movimento que, ironicamente, foi o próprio Kerr quem ajudou a criar quando os Warriors dominavam tudo nos anos 2010.

    Sinceramente? Eu entendo os dois lados. Kerr vê seus jogadores morrendo em quadra com essa correria toda, enquanto Silver precisa pensar no negócio como um todo.

    Load management virou caso de polícia

    A questão do load management tá virando uma briga feia entre técnicos, jogadores e a liga. De um lado, você tem caras como Kawhi Leonard que praticamente inventaram a arte de descansar jogos “importantes”. Do outro, Silver que quer proteger o produto NBA.

    Mas essa declaração do comissário foi meio estranha, não acham? Falar que os jogadores podem não estar se esforçando o suficiente nos treinos é praticamente chamar os caras de vagabundos.

    E vocês, o que acham? O calendário da NBA tá pesado demais ou os jogadores de hoje são mais “frescos” que os de antigamente? Uma coisa é certa: essa treta entre Silver e Kerr tá longe de acabar.

  • 76ers demitem Elton Brand e promovem Jameer Nelson a GM

    76ers demitem Elton Brand e promovem Jameer Nelson a GM

    Olha, os 76ers resolveram mexer no vespeiro de vez. Elton Brand foi mandado embora do cargo de gerente geral e quem assume agora é Jameer Nelson — sim, aquele mesmo que foi All-Star pelo Magic.

    Sinceramente? Era questão de tempo. Mais uma eliminação constrangedora nos playoffs — dessa vez uma varrida do Knicks na segunda rodada — e a paciência da diretoria acabou. A Filadélfia não chega na final da Conferência Leste há 25 anos, cara. Vinte e cinco!

    A nova era começa com um conhecido

    Jameer Nelson não é nome novo na organização. O cara está lá desde 2020, trabalhando nos bastidores, e desde maio de 2025 era gerente geral assistente. Agora vai trabalhar diretamente com Mike Gansey, o novo presidente de operações de basquete.

    E olha que ironia bonita: Nelson é nascido na Filadélfia e jogou na Saint Joseph’s University. Conhece a cidade como ninguém. Depois de uma carreira sólida na NBA — principalmente no Magic, onde foi All-Star em 2009 naquela campanha épica que chegou nas Finais contra o Kobe —, o cara voltou pra casa pra tentar consertar o time que ama.

    Na minha visão, é uma aposta interessante. Nelson sempre foi um cara inteligente em quadra, daqueles que entendem o jogo de verdade. Será que consegue traduzir isso pro front office?

    O problema bilionário que Nelson herdou

    Agora vem a parte complicada. Nelson vai assumir um time com problemas enormes de salary cap e algumas decisões bem espinhosas pela frente.

    Joel Embiid, aos 32 anos, vai ganhar 120 milhões pelos próximos dois anos. Paul George, com 36, ainda tem mais dois anos garantidos ganhando uma fortuna. E o Tyrese Maxey, que é o mais novo da trinca, vai faturar mais de 40 milhões na próxima temporada.

    Ou seja: muito dinheiro comprometido com jogadores que não conseguem passar da segunda rodada. E ainda tem as decisões sobre Quentin Grimes, Andre Drummond e Kelly Oubre na free agency.

    A pergunta que não quer calar: será que Nelson vai ter coragem de fazer as mudanças difíceis que esse time precisa? Porque ficar com o mesmo núcleo esperando resultado diferente já sabemos como termina.

    Uma chance de ouro

    Look, eu sempre gostei do Jameer como jogador. O cara tinha uma visão de jogo absurda e nunca fugiu de responsabilidade. Aquele time do Magic de 2009 era monstro — perdeu pro Lakers nas Finais, mas jogou demais.

    Agora como executivo, vai ser interessante ver se ele consegue montar um roster que finalmente leve os Sixers além da segunda rodada. Com a 22ª escolha no draft e algumas peças interessantes pra trocar, tem material pra trabalhar.

    Vocês acham que o Nelson consegue fazer o que outros não fizeram? Ou os 76ers vão continuar presos nesse ciclo eterno de frustrações nos playoffs?

  • NBA volta atrás e cancela falta técnica polêmica do Robinson

    NBA volta atrás e cancela falta técnica polêmica do Robinson

    Olha, a NBA fez algo que raramente acontece: admitiu que errou. A liga voltou atrás e cancelou a falta técnica que Mitchell Robinson, do Knicks, tinha levado no Jogo 2 das Finais contra o Spurs.

    A situação foi assim: Robinson e Wembanyama estavam brigando por posição no garrafão quando o francesão deu um empurrão no pivô do Knicks. Robinson empurrou de volta — nada demais, só aquela briguinha normal de pivô que a gente vê todo jogo. Mas os árbitros marcaram técnica só pro Robinson.

    Decisão que não fez sentido

    Sinceramente, quando eu vi a jogada ao vivo, pensei: “Que técnica é essa?”. O contato foi mínimo, coisa normal de disputa no garrafão. Wembanyama empurrou primeiro, Robinson respondeu, e só o americano levou a punição? Não batia.

    O timing foi péssimo também. Faltavam 4:56 pro fim do primeiro tempo, e o técnico dos Knicks teve que tirar Robinson de quadra, colocando Karl-Anthony Towns no lugar. Wemby ainda converteu o lance livre da técnica.

    Mas aqui está a ironia: foi justamente o Robinson quem defendeu o arremesso final do Wembanyama que poderia ter empatado o jogo. Que jogada absurda foi aquela defesa, monstro!

    Robinson jogando machucado

    O que torna tudo mais impressionante é que o cara tá jogando com a mão direita enfaixada. Ele quebrou o quinto metacarpo (aquele ossinho da mão) antes das Finais e teve que operar. Imagina defender o Wembanyama com uma mão só funcionando direito?

    “Eu sabia que a gente precisava de paradas defensivas e eu já tinha umas três faltas nele no início”, disse Robinson após o jogo. “Na minha cabeça era só: defender sem cometer falta.”

    O pivô terminou com 7 pontos, 3 rebotes, 1 toco e 1 roubo de bola em 14 minutos. Os Spurs tentaram a estratégia de mandá-lo pra linha de lance livre algumas vezes, mas Robinson se virou bem.

    Com essa decisão da NBA, os Knicks lideram a série por 2-0 e voltam pra casa no Madison Square Garden. Vocês acham que essa polêmica pode influenciar a arbitragem do Jogo 3? Eu espero que não, mas arbitragem em Finais sempre é um negócio delicado.

  • Cam Johnson pode voltar pro Suns? Nuggets querem se livrar do salário

    Cam Johnson pode voltar pro Suns? Nuggets querem se livrar do salário

    Olha só que situação interessante tá rolando na offseason: o Cameron Johnson, que foi peça importante naquele time do Suns que chegou nas Finais de 2021, pode estar disponível no mercado. E adivinha só? Os rumores dizem que Denver quer trocar ele pra diminuir a folha salarial.

    A situação é a seguinte — os Nuggets tão numa enrascada financeira absurda. Jokić e Jamal Murray sozinhos custam 109 milhões de dólares. Isso mesmo, 109 MILHÕES só pra dois caras. Soma mais 32 milhões do Aaron Gordon e você já entende por que eles tão desesperados pra cortar gastos.

    Os Nuggets tão quebrados (financeiramente falando)

    Denver tá 4,8 milhões acima do primeiro teto salarial e a apenas 2,6 milhões do segundo teto — que é onde a coisa fica feia mesmo. Pra um time que ganhou título em 2023 e quer aproveitar a janela do Jokić (que tá no auge ainda), isso é um problemão.

    E é aí que entra o Cam Johnson. O cara tá ganhando 23,1 milhões nesta temporada — 14% de todo o cap space do time. Quando você tá procurando espaço pra respirar, esses são exatamente os contratos que viram alvo, né não?

    Sinceramente, eu lembro bem da época que ele foi draftado em 11º lugar pelos Suns em 2019. Na época todo mundo ficou “cara, quem é esse maluco?”. Mas o cara sempre foi um monstro nos arremessos de 3 — 39,6% de aproveitamento na carreira. Nada mal.

    E se o Suns trouxer ele de volta?

    Aqui que a coisa fica interessante (e complicada). Johnson foi importante pra caramba naquela campanha das Finais de 2021. Na temporada seguinte, quando Phoenix ganhou 64 jogos — recorde da franquia —, ele quase levou o prêmio de Sexto Homem do Ano. Terceiro lugar na votação fazendo 12,5 pontos saindo do banco com 42,5% de aproveitamento de três.

    Mas olha só o dilema: se Phoenix quiser ele de volta, vai ter que AUMENTAR a folha salarial, não diminuir. Denver quer se livrar do salário dele, não trocar por outro jogador caro. Faz sentido isso? Johnson tá no último ano de contrato ganhando 23 milhões. Se os Nuggets querem respirar financeiramente, não adianta mandar outro salário parecido de volta.

    A temporada passada ele arremessou 43% de três pontos. Quarenta e três por cento! Isso é coisa de outro mundo. Mas será que vale a pena Phoenix mexer no orçamento pra trazer ele de volta?

    Vocês acham que essa reunião faz sentido? Eu tô dividido — por um lado, o cara conhece o sistema e sempre foi eficiente. Por outro, será que não é melhor apostar na base mesmo e não complicar as finanças?

  • Anthony Edwards tá cobrando: quer reforços nos Wolves

    Anthony Edwards tá cobrando: quer reforços nos Wolves

    Olha, eu não sei vocês, mas quando o Anthony Edwards fala, eu paro pra escutar. E pelo visto ele tá bem incomodado com o que viu acontecer com o Karl-Anthony Towns.

    Segundo o Brian Windhorst da ESPN, o Ant Man tá querendo que os Timberwolves melhorem o elenco — e não é pra menos. O cara viu o ex-companheiro KAT chegando nas Finals pelo Knicks enquanto ele ficou vendo de casa. Isso deve doer, né?

    A cobrança do franchise player

    “Daqui pra frente, depois desta série, o futuro dos Timberwolves tá meio em questão por causa do que o Ant sente sobre o elenco”, disse Windhorst. E completou: “Eu me pergunto se o KAT ainda estivesse lá, se ele faria isso”.

    Cara, imagina você sendo o cara do time, tendo que carregar tudo nas costas, e ver seu ex-parceiro disputando o título com outro uniforme? Eu entendo a frustração do Edwards. O moleque é um monstro, mas basquete é esporte coletivo.

    Contrato milionário e pressão por títulos

    O Anthony Edwards tá amarrado com Minnesota até a temporada 2028-29, com quase US$ 157 milhões ainda por receber. Absurdo de grana, né? Ele pode assinar uma extensão já neste offseason, mas provavelmente vai esperar pelo menos um ano pra maximizar o acordo.

    E sabe o que eu acho? Edwards tá certo em usar esse tempo pra ver se os Wolves conseguem montar um time de verdade. O cara quer ganhar anel — e quem não quer? Mas pra isso precisa de ajuda.

    Sinceramente, acho que Minnesota tá numa encruzilhada. Eles têm um jogador franchise incrível, mas precisam mostrar pra ele que têm ambição de título. Senão, daqui uns anos, pode rolar aquela história conhecida: estrela pedindo trade.

    E aí, vocês acham que os Wolves conseguem montar um elenco competitivo ao redor do Edwards? Ou será que vamos ver mais uma franquia desperdiçando o auge de um craque?

  • Curry manda vídeo emocionante pra garoto com síndrome de Down que viralizou

    Curry manda vídeo emocionante pra garoto com síndrome de Down que viralizou

    Cara, o Stephen Curry fez de novo. E quando eu falo que fez de novo, é porque esse cara simplesmente não para de ser uma pessoa incrível fora de quadra.

    A história é a seguinte: tem um garoto de 12 anos chamado Wyatt Neus, de Minneapolis, que tem síndrome de Down. O moleque tava jogando num daqueles jogos de professores contra alunos na escola quando resolveu mandar uma bomba de três pontos. Mas não é qualquer três, não — foi lá do Curry range mesmo, sabe? Daqueles que a gente vê o Chef fazer e pensa “como assim?”

    A comemoração que conquistou o mundo

    Só que o melhor ainda tava por vir. Depois de acertar a bomba, o Wyatt saiu correndo pela quadra fazendo a famosa comemoração “Night night” do Curry — aquela de fingir que tá dormindo. Mano, se eu tava emocionado só de ler sobre isso, imagina quem tava lá vendo ao vivo.

    O vídeo viralizou, óbvio. E quando chegou até o próprio Curry… bom, aí que a mágica aconteceu de verdade.

    “Unbelievable shot, unbelievable celebration”

    O Baby Face mandou um vídeo pessoal pro Wyatt que, sinceramente, me deixou com o coração quentinho. “Oi Wyatt, só queria dizer que foi realmente muito especial e inspirador o que você fez, arrasando na frente da escola toda”, disse o Curry. “Arremesso inacreditável, comemoração inacreditável, e a camisa ainda melhor. Parabéns, Wyatt. Te vejo em breve.”

    Te vejo em breve. Isso mesmo que vocês leram. O Warriors vai convidar o garoto pra assistir um jogo quando for enfrentar o Minnesota Timberwolves na próxima temporada.

    A mãe do Wyatt, Brooke, falou uma coisa que me pegou: “É chocante. Nunca pensei que isso se tornaria algo assim. Que o Steph tirasse um tempo do dia dele pra olhar isso é… eu nunca imaginei.”

    Olha, eu não sei vocês, mas essas histórias me lembram por que o basquete é mais que um esporte. É sobre conexão humana, sobre inspirar os outros, sobre usar sua plataforma pra fazer o bem.

    E o Curry? Cara, esse monstro já provou há muito tempo que é gigante dentro e fora de quadra. Mais uma pra coleção de gestos que mostram o tipo de pessoa que ele é.

    Vocês acham que tem algum outro jogador na liga que faz essas coisas com a mesma naturalidade que o Curry? Porque, na minha visão, poucos chegam perto desse nível de classe.

  • Kawhi e Uncle Dennis são interrogados pela NBA: tá pegando fogo!

    Kawhi e Uncle Dennis são interrogados pela NBA: tá pegando fogo!

    Olha, eu não esperava que essa história dos Clippers fosse longe assim, mas parece que a coisa tá feia mesmo. A NBA chamou o próprio Kawhi Leonard e o famoso Uncle Dennis (tio Dennis Robertson) pra dar explicações sobre toda essa confusão com a empresa Aspiration. E não foram só eles — Steve Ballmer, o bilionário dono do time, e outros executivos também tiveram que sentar na cadeira quente.

    A investigação que não acaba

    Desde setembro que os Clippers estão sendo investigados por suposta burla do salary cap usando uma empresa de banco verde chamada Aspiration. A ESPN trouxe que o escritório de advocacia Wachtell, Lipton, Rosen & Katz — que tá conduzindo tudo isso — já fez as entrevistas principais. Sinceramente? Quando você vê o tio do Kawhi sendo chamado pra explicar negócios da NBA, você sabe que a coisa passou do ponto.

    Adam Silver falou que a investigação tá “bem avançada” mas que ainda não tem prazo pra acabar. O cara foi bem direto: “não posso ficar investigando para sempre”, mas ao mesmo tempo quer “fazer as coisas direito”. Traduzindo: eles querem ter certeza antes de meter o martelo.

    Clippers na defensiva

    O time de Los Angeles jura de pé junto que não fez nada errado e que tá colaborando com tudo. Mas — e sempre tem um mas — fontes da ESPN dizem que internamente o pessoal tá ficando frustrado tentando provar inocência de algo que eles dizem que nem fizeram.

    E olha que situação: mesmo tendo certeza da própria inocência, os caras já não têm tanta certeza assim do resultado final. Quando você tem o dono mais rico da liga no meio de uma investigação dessas, qualquer coisa pode acontecer.

    Plot twist: fundador da Aspiration na cadeia

    Aqui que a história fica ainda mais pesada. Joseph Sanberg, um dos fundadores da tal Aspiration, foi condenado a 14 anos de prisão por enganar investidores em 248 milhões de dólares. O juiz foi cirúrgico: disse que o cara “machucou muita gente”, “ficou ganancioso” e se “enrolou numa teia de mentiras”.

    Cara, quando o cara que criou a empresa que supostamente ajudou seu time tá indo pra cadeia por fraude… não é exatamente o que você quer ver, né?

    Vocês acham que o Silver vai esperar as Finais acabarem pra soltar o resultado? Porque convenhamos — com Spurs e Knicks fazendo uma das Finais mais assistidas da história, ninguém quer estragar a festa com punições polêmicas. Mas a pressão tá grande pra resolver isso logo, porque os outros 29 times também precisam saber que tipo de precedente vai ser criado aqui.

    Uma coisa é certa: se comprovarem que realmente houve burla do salary cap, pode esperar que a punição não vai ser brincadeira. A NBA não perdoa esse tipo de coisa.

  • Wemby tá pronto pra ser o melhor da NBA? Especialista acredita que sim

    Wemby tá pronto pra ser o melhor da NBA? Especialista acredita que sim

    Olha, eu vou falar uma coisa: depois dessa série incrível contra o OKC Thunder e chegando nas Finals, o Victor Wembanyama não tá só jogando basquete — ele tá construindo um legado. E parece que não sou só eu que penso assim.

    Tim Legler, da ESPN, soltou uma bomba no podcast do Draymond Green: ele acredita que o Wemby tá se posicionando pra ser considerado o melhor jogador da liga já na próxima temporada. Cara, isso é PESADO.

    O que faz dele especial?

    “Acho que o Wemby tá preparando o terreno pra assumir esse consenso”, disse Legler. E sinceramente? Eu tô vendo isso acontecer. O francesão tá com médias absurdas nestes playoffs: 24.4 pontos, 11.2 rebotes e 3.64 tocos por jogo. Esses números são de monstro mesmo.

    O que mais me impressiona é como ele cresceu fisicamente sem necessariamente ficar “maior”. Legler notou isso também — o garoto joga muito mais forte do que quando chegou na liga. Lembram daquele Wemby meio “palitinho” do primeiro ano? Esquece. Agora é outro nível.

    Mas não é só força física não. O cara tá dominando dos dois lados da quadra de uma forma que eu nunca vi. Já é bicampeão de bloqueios, DPOY desta temporada, e pode sair das Finals com o troféu de MVP. Aos 22 anos. É surreal.

    Ainda tem espaço pra crescer

    Agora, vou ser honesto: ainda tem algumas coisas que ele pode melhorar. Legler apontou uma que eu também percebo — quando ele faz aqueles giros no garrafão, ainda rola umas perdas de bola bobas. “Se eu fosse técnico adversário, toda vez que ele girasse, ia ter alguém grudado nele”, falou o Tim.

    E faz sentido. O passe ainda não é o ponto forte dele, mas cara… imagina quando ele dominar isso também? Vai ser injusto pro resto da liga.

    O timing perfeito

    Vocês acham que é coincidência ele estar brilhando justamente agora? Eu não. Com o LeBron na reta final da carreira, o Curry também chegando nos 36, e até mesmo o Giannis meio que estabilizado, tá na hora de uma nova geração assumir. E o Wemby tá ali, pronto pra pegar essa coroa.

    Claro que ainda tem o Shai Gilgeous-Alexander (que foi bicampeão de MVP), o Jayson Tatum, o Luka… mas nenhum deles tem esse impacto defensivo que o francês tem. É como ter um Shaq que bloqueia e arremessa de três. Simplesmente não é justo.

    Se ele levar esse título e o MVP das Finals, minha opinião é que a discussão de “melhor jogador da NBA” já começa na próxima temporada com ele como favorito. E olha que eu sou suspeito pra falar — sempre fui fã de centro dominante, e esse garoto tá redefinindo o que significa jogar no garrafão.

    E aí, vocês acham que é cedo demais pra falar que ele pode ser o próximo face da liga? Ou já dá pra cravar?

  • Jeremy Lin quer conversa privada com Melo antes do podcast

    Jeremy Lin quer conversa privada com Melo antes do podcast

    Olha, depois de mais de uma década, parece que Jeremy Lin e Carmelo Anthony finalmente vão sentar pra conversar. E cara, era hora mesmo.

    Em entrevista exclusiva, Lin revelou que os times dele e do Melo estão negociando uma aparição no podcast do Anthony. Mas tem uma condição: ele quer bater um papo privado antes de gravar qualquer coisa.

    “Meu desejo continua o mesmo. Gostaria de ter uma conversa privada antes de ter uma conversa pública gravada”, disse Lin. “Essa é minha meta agora — conseguir ter essa conversa privada. Adoraria, claro, ir no podcast e falar sobre essas coisas publicamente depois.”

    E sinceramente? Faz todo sentido. Imagina resolver treta de mais de 10 anos num podcast ao vivo. Pode dar ruim.

    O que rolou entre eles?

    Lin admitiu que nem sabe direito quais são as questões com Anthony. “Posso adivinhar, mas não acho que seria justo com o Melo eu supor o que ele pode estar pensando”, falou.

    Do outro lado, Carmelo já tinha mandado o recado: quer o Lin no podcast pra “falar a verdade” e “limpar o ar de todas essas besteiras que estão por aí”.

    A história toda vem lá de 2012, quando Lin explodiu no Knicks durante a Linsanity enquanto Melo estava machucado. Foi mágico por algumas semanas, mas quando Anthony voltou, a química meio que sumiu. O Knicks caiu nas oitavas e Lin vazou pros Rockets com aquele contrato polêmico de 25 milhões — que na época Melo chamou de “ridículo”.

    Volta ao Garden depois de 14 anos

    Plot twist interessante: Lin vai voltar ao Madison Square Garden pela primeira vez em 14 anos, mas como espectador. Os próprios Knicks convidaram ele pra assistir os jogos 3 e 4 das Finais da NBA. A ESPN contratou ele recentemente como analista.

    “Acho que uma conversa privada seria muito importante pra conseguirmos trabalhar essas questões, falar sobre como as coisas terminaram”, disse Lin. “Seria super saudável, seria incrível.”

    E aí, vocês acham que eles vão conseguir resolver essa história? Pra mim, o Lin tá certo em querer conversar em particular primeiro. Algumas coisas são melhores resolvidas longe dos holofotes — pelo menos inicialmente.

    Depois de tanto tempo, seria massa ver esses dois caras fazendo as pazes de verdade. A Linsanity foi um dos momentos mais loucos da história da NBA, e seria injusto isso ficar manchado por briga besta.

  • EJ Liddell desiste da NBA e assina com time grego por 2 anos

    EJ Liddell desiste da NBA e assina com time grego por 2 anos

    Olha, não sei se vocês lembram do EJ Liddell, mas o cara acabou de tomar uma decisão que me pegou de surpresa. Depois de quatro temporadas tentando se firmar na NBA (sendo que uma nem jogou por causa de lesão), o ala de 1,98m decidiu que chega — assinou um contrato de dois anos com o Aris BC, da Grécia.

    Sinceramente? Eu entendo a decisão dele.

    Uma jornada cheia de altos e baixos

    Vamos relembrar a história: Liddell foi escolhido pelo New Orleans na segunda rodada do Draft de 2022, mas antes mesmo de estrear como profissional, rompeu o ligamento cruzado na Summer League. Aí já começou mal, né? Perdeu a temporada inteira de rookie.

    Quando finalmente conseguiu voltar, assinou um contrato two-way com os Pelicans e até chegou a ganhar um contrato multi-ano em 2023. Mas aí que as coisas ficaram loucas — no verão de 2024, foi trocado DUAS vezes. Primeiro foi pro Atlanta Hawks, depois pro Phoenix Suns, que nem deu tempo de esquentar o banco e já dispensaram o cara.

    O pobre do Liddell ainda tentou a sorte com os Bulls (outro two-way) e terminou a temporada passada no Brooklyn Nets. Cara, imaginem a pressão psicológica de ficar mudando de time desse jeito?

    Os números não mentem

    Na G League, o garoto até que se destacou — 16.5 pontos, 7.5 rebotes e 1.9 tocos por jogo em três temporadas. Nada mal! Mas na NBA mesmo, em 46 jogos ao longo desses anos, nunca conseguiu cravar uma posição no rotation principal.

    E olha, isso acontece com muito jogador talentoso. Às vezes não é questão de habilidade, mas de timing, encaixe no sistema, ou simplesmente azar mesmo. O basquete europeu tá aí pra isso — dar uma segunda chance pra quem quer continuar jogando em alto nível.

    Vocês acham que ele fez a escolha certa? Eu acho que sim. Melhor ser protagonista na Grécia do que ficar sofrendo banco na NBA. E quem sabe não volta daqui uns anos mais maduro e forte?