Autor: Leandro Amorim

  • Elmo se mete com a torcida do Knicks e aprende na marra

    Elmo se mete com a torcida do Knicks e aprende na marra

    Cara, eu nunca pensei que ia escrever sobre o Elmo da Vila Sésamo aqui no Sexto Homem, mas olha só a confusão que o bonequinho vermelho arrumou com os fãs do Knicks nas Finais da NBA de 2026.

    A história é simples mas hilária: o Elmo postou uma mensagem inocente desejando sorte tanto para o New York Knicks quanto para o San Antonio Spurs nas Finais. Seis palavrinhas básicas, pensando que estava sendo legal com todo mundo.

    Só que ele esqueceu de um detalhe importante — o cara é de Nova York! A Vila Sésamo foi gravada em Manhattan até os anos 90, depois se mudou pro Queens. O Elmo “nasceu” em 1980, ou seja, estava lá durante toda a era Patrick Ewing, viu as Finais de 94 e 99… e agora vem com essa de “torço pros dois”?

    A torcida não perdoou

    Os fãs do Knicks foram implacáveis nas respostas. “Agora não é hora de ser esportivo, Elmo. Essas ruas não são sésamo”, escreveu um. Outro mandou um “ESCOLHE UM LADO, COVARDE” que me fez rir alto aqui.

    Mas o negócio virou um circo total quando até o governo da cidade entrou na briga. O Departamento de Transporte de NYC “ameaçou” tirar a placa de rua da Vila Sésamo da Broadway. A Alexandria Ocasio-Cortez chamou o tweet de “comportamento do Rocco” (referência ao inimigo do Elmo). Até o Empire State Building entrou na zoeira: “Você escolheu o Knicks, vamos ser realistas, Elmo.”

    E os amigos do bonequinho? Todo mundo sumiu! O Big Bird não cantou nada, o Monstro do Biscoito tava ocupado comendo cookies (tipo o Mikal Bridges acertando arremessos), e o Conde contando quantos jogos faltam pro Knicks ganhar a série.

    A tentativa de reparo

    No dia seguinte, o Elmo tentou consertar a cagada com um trocadilho infame: “KNICKS aquela última mensagem! O Elmo não quis dar SPUR (espora) em vocês!” — misturando Knicks com o nome dos Spurs.

    Tarde demais, meu amigo. Como dizem por aí: nova-iorquino pode até perdoar, mas nunca esquece.

    E olha, pelos primeiros dois jogos da série, só um time estava se divertindo mesmo — o Knicks ganhou os dois jogos em San Antonio e voltou pra casa com vantagem de 2-0. O Madison Square Garden vai estar pegando fogo no Jogo 3 da segunda-feira.

    O show vai continuar

    O “Arena Mais Famosa do Mundo” vai ter uma galera de peso na arquibancada: Ben Stiller, Timothée Chalamet, Fat Joe, Spike Lee… até o Trump foi convidado pelo James Dolan.

    Convite pro Elmo? Esse provavelmente tá no lixo junto com o Oscar, o Grouch. E sinceramente? Acho que ele mereceu. Na NBA, principalmente em Finais, não tem meio termo — ou você tá com o seu time ou você tá contra.

    E aí, vocês acham que o Elmo aprendeu a lição ou vai continuar em cima do muro? Uma coisa é certa: mexer com torcida de Nova York é pedir pra se queimar.

  • Trump vai no Jogo 3 e MSG vira aeroporto – Knicks pedem 2h de antecedência

    Trump vai no Jogo 3 e MSG vira aeroporto – Knicks pedem 2h de antecedência

    Gente, que loucura isso. O Madison Square Garden vai virar praticamente um aeroporto na segunda-feira por causa da presença do Trump no Jogo 3 das Finais da NBA entre Knicks e Spurs. Sinceramente? Já imagino o caos que vai ser.

    Os Knicks anunciaram no sábado que vão implementar “procedimentos de segurança estilo TSA” – ou seja, aquelas revistas chatas de aeroporto – por conta da visita presidencial. E olha, não é brincadeira não: política de ZERO bolsas e os caras estão pedindo pra galera chegar 2 HORAS antes do jogo que começa às 20h30.

    Knicks dominando e agora com drama presidencial

    O timing é meio surreal, né? O time tá voando – acabou de fazer 2-0 na série depois de ganhar os dois jogos em San Antonio, está com 13 vitórias seguidas nos playoffs e voltou pras Finais pela primeira vez desde 1999. Aí justo agora, no momento mais importante da franquia em décadas, rola essa parada toda de segurança presidencial.

    Na minha opinião, isso pode atrapalhar o ambiente do Garden. Imagina a galera chegando irritada depois de ficar 2 horas na fila? MSG já é conhecido pela energia insana da torcida – Spike Lee, Timothée Chalamet, Ben Stiller sempre lá fazendo a festa. Será que conseguem manter essa vibe com tanto esquema de segurança?

    Fãs vão ter paciência?

    Olha, eu entendo a necessidade da segurança máxima quando se trata de presidente, mas cara… é Jogo 3 das Finais da NBA. A galera já tá nervosa, ansiosa, e agora tem que lidar com isso tudo. Sem contar que Nova York no rush hour já é um inferno, imagina com todo esse aparato de segurança.

    O que vocês acham? Vale a pena todo esse estresse por uma visita presidencial? Eu fico pensando se não seria melhor o cara assistir de casa mesmo e deixar os fãs curtirem o jogo em paz. Mas né, política e esporte sempre deram pano pra manga…

    Uma coisa é certa: vai ser um Jogo 3 inesquecível, seja pelo que rolar em quadra ou pela confusão fora dela.

  • Wemby aprendendo na dor: adversidade vem antes da glória nas Finais

    Wemby aprendendo na dor: adversidade vem antes da glória nas Finais

    Cara, assistir o Victor Wembanyama nas Finais da NBA tem sido uma montanha-russa de emoções. O garoto tá vivendo exatamente o que o Kobe, o LeBron e outros monstros da liga passaram: aprender que grandeza se conquista através da dor.

    “Eu ainda estou muito confuso. Esse é o problema todo. Preciso ter mais controle, mais domínio do jogo”, disse Wemby depois do Jogo 2. E olha, essa frase resume tudo.

    A física do Karl-Anthony Towns

    Os Knicks descobriram a fórmula: porrada no francesão. O KAT e toda a defesa de Nova York tão martelando o Wemby em cada rolamento, empurrando, dificultando a vida dele de todas as formas possíveis. É basquete físico no seu melhor (ou pior, dependendo do seu ponto de vista).

    Durante seis quartos dessas Finais, o Victor tava perdido. Números até que razoáveis no papel, mas sem aquela pegada dominante que a gente viu contra o Thunder nas Finais da Conferência Oeste. Parecia outro jogador — e não no bom sentido.

    Aí no terceiro quarto do Jogo 3, o jogo virou. Towns foi pro banco com quatro faltas (algumas meio forçadas, né?) e o Wembanyama finalmente achou espaço pra respirar. Foram 12 pontos no período, quatro arremessos só no garrafão. O menino lembrou que é um alienígena mesmo.

    Os 12 segundos que doem até hoje

    Mas é nos momentos decisivos que a experiência fala mais alto. Com 57 segundos no relógio, Wemby fez um and-1 absurdo e colocou os Spurs na frente. Parecia que ia dar tudo certo.

    Brunson empatou (porque é isso que craque faz), e aí veio aqueles 12 segundos finais que vão dar pesadelo no francesão por um tempo. Wemby pegou o rebote defensivo, saiu correndo — porque com aquele tamanho dele, ele literalmente voa pela quadra — e tentou um passe de primeira pro Stephon Castle.

    Só que o Castle tava de costas. Não viu nada. A bola bateu nas costas dele, sobrou pro Brunson, e na pressa de tentar corrigir o erro, Wemby cometeu falta. “É, eu joguei fora. Foi erro meu”, assumiu depois.

    Brunson acertou só um dos dois lances livres (ainda bem), mas os Spurs não conseguiram aproveitar a chance final.

    Lições que só se aprendem na quadra

    Sinceramente? Isso me lembra demais as primeiras Finais do LeBron em 2007, quando os Spurs (ironicamente) deram uma aula nele. Ou o Kobe perdendo pros Celtics em 2008. São lições que não tem como aprender no treino ou conversando com guru espiritual.

    O Wembanyama nasceu com dons absurdos — altura, atletismo, toque de bola — e trabalhou pra caramba pra lapidá-los. Mas essa frieza nos momentos grandes? Essa se ganha na pancada mesmo.

    Vocês acham que ele vai conseguir se recuperar dessa? Porque eu tô aqui torcendo pra ver esse moleque evoluir em tempo real. As Finais ainda não acabaram, e conhecendo o Wemby, ele vai usar essa experiência como combustível.

    Uma coisa é certa: se ele conseguir superar essa, vai sair muito mais forte. É assim que nascem as lendas da NBA.

  • Agora é a hora do Knicks — janela de ouro não pode ser desperdiçada

    Agora é a hora do Knicks — janela de ouro não pode ser desperdiçada

    Cara, eu ainda não consigo entender como pintaram o Knicks como azarão nessas Finals. Sério, que loucura foi essa?

    O time de Nova York chegou nas finais com um diferencial de pontos ABSURDO de +271 — o maior da história dos playoffs antes das Finals. E depois de vencer o jogo 2 fora de casa contra San Antonio (105-104), esse número subiu pra +281 em 15 jogos. Isso dá uma média de +18.7 pontos por jogo, gente!

    Quem acompanhou eles destruindo todo mundo no Leste não tinha como comprar essa história de azarão. Foi manipulação das casas de apostas? Preconceito contra a Conferência Leste? Sei lá. O que eu sei é que agora as odds finalmente fazem sentido — o Knicks tá -490 pra levar a série no FanDuel.

    Spurs tem futuro, mas o presente é do Knicks

    Olha, não vou mentir pro pessoal de San Antonio — vocês têm motivo pra ficar otimistas. O Wemby tá ganhando uma experiência que não tem preço numa final dessas. Essa molecada (com Fox comandando os veteranos) já mostrou que pertence a esse palco.

    Stephon Castle e Devin Vassell são peças sólidas. E esse Dylan Harper? Rookie só no nome — o moleque tem 20 anos mas joga como veterano.

    Mas sinceramente? Esta é a janela de ouro do Knicks. E eles sabem disso.

    A hora é agora — depois pode ser tarde

    Os caras principais do time estão todos na casa dos 30. Prime da carreira. Mas sabemos como é — daqui um ou dois anos, as dores crônicas começam a aparecer (sem zicar, né?).

    E o Leste vai ficar mais difícil na próxima temporada. Cade Cunningham só precisa de um segundo pontuador confiável e uma evolução do Jalen Duren pra colocar os Pistons na briga de verdade. Tyrese Haliburton volta pros Pacers. Tem o papo do Giannis ir pra Miami. Charlotte deu dor de cabeça no final da temporada passada.

    E o Magic? Com os ajustes certos, pode ser perigoso. Cleveland e Philly… bom, essas eu não levo muito a sério mesmo.

    Alguns meses atrás, o James Dolan disse que esperava uma vaga nas Finals. Por mais que eu odeie admitir (o cara erra MUITO), dessa vez ele tava certo. Esta é a janela de Nova York.

    É bem possível que ano que vem tenhamos um nono campeão diferente seguido. Mas este ano… só faltam duas vitórias… e aí a gente vai ter o delírio que a torcida não sente há 53 anos.

    Vocês acham que o Knicks segura a pressão e fecha a série? Eu tô ansioso pro jogo de segunda!

  • Fã dos Knicks vira viral com nail art dos jogadores nas unhas

    Fã dos Knicks vira viral com nail art dos jogadores nas unhas

    Gente, vocês precisam ver isso. Uma fã dos Knicks que trabalha como nail designer simplesmente resolveu elevar o fanatismo a outro nível. A Tamami (é assim que ela se identifica no Instagram) pintou os rostos do Jalen Brunson, Jordan Clarkson e Karl-Anthony Towns nas unhas de uma mão — com direito a pelos do rosto e tudo mais.

    Mas espera que fica melhor. Na outra mão? Ela pintou os uniformes dos caras: branco, azul e preto alternativo. Quando ela junta as duas mãos, forma o corpo inteiro de cada jogador. Cara, é de um nível de criatividade absurdo.

    A repercussão foi instantânea

    Durante o Jogo 2 das Finais na sexta-feira, ela postou a arte no Instagram e explodiu. Os comentários? Uma chuva de elogios. “Você arrasou”, “ISSO É TUDO”, e olha só — até uma fã dos Celtics admitiu: “Ok, isso tá bom demais! Com carinho, uma torcedora dos Celtics!”

    Sinceramente? Eu já vi muito fanatismo na NBA, mas isso aqui tá em outro patamar. A dedicação pra fazer cada detalhe, a precisão nos rostos… E o mais legal é que ela conseguiu capturar a essência de cada jogador.

    Arte e paixão pelo basquete

    Como alguém que acompanha os Knicks há anos (e sofreu muito, viu), ver esse tipo de dedicação da torcida me emociona. A franquia pode não ter ganhado título há décadas, mas a paixão da torcida never dies.

    E vocês, o que acham? Fariam uma nail art do seu time favorito? Ou acham que a Tamami exagerou na dose de amor pelos Knicks? Eu tô impressionado com a qualidade da arte — parece que cada unha virou uma mini obra de arte.

    Uma coisa é certa: se os Knicks ganharem essas Finais, essa nail art vai entrar pra história como um dos símbolos mais criativos da torcida nova-iorquina.

  • Jeremy Lin quer conversa privada com Melo antes do podcast

    Jeremy Lin quer conversa privada com Melo antes do podcast

    Olha, depois de mais de uma década, parece que Jeremy Lin e Carmelo Anthony finalmente vão sentar pra conversar. E cara, era hora mesmo.

    Em entrevista exclusiva, Lin revelou que os times dele e do Melo estão negociando uma aparição no podcast do Anthony. Mas tem uma condição: ele quer bater um papo privado antes de gravar qualquer coisa.

    “Meu desejo continua o mesmo. Gostaria de ter uma conversa privada antes de ter uma conversa pública gravada”, disse Lin. “Essa é minha meta agora — conseguir ter essa conversa privada. Adoraria, claro, ir no podcast e falar sobre essas coisas publicamente depois.”

    E sinceramente? Faz todo sentido. Imagina resolver treta de mais de 10 anos num podcast ao vivo. Pode dar ruim.

    O que rolou entre eles?

    Lin admitiu que nem sabe direito quais são as questões com Anthony. “Posso adivinhar, mas não acho que seria justo com o Melo eu supor o que ele pode estar pensando”, falou.

    Do outro lado, Carmelo já tinha mandado o recado: quer o Lin no podcast pra “falar a verdade” e “limpar o ar de todas essas besteiras que estão por aí”.

    A história toda vem lá de 2012, quando Lin explodiu no Knicks durante a Linsanity enquanto Melo estava machucado. Foi mágico por algumas semanas, mas quando Anthony voltou, a química meio que sumiu. O Knicks caiu nas oitavas e Lin vazou pros Rockets com aquele contrato polêmico de 25 milhões — que na época Melo chamou de “ridículo”.

    Volta ao Garden depois de 14 anos

    Plot twist interessante: Lin vai voltar ao Madison Square Garden pela primeira vez em 14 anos, mas como espectador. Os próprios Knicks convidaram ele pra assistir os jogos 3 e 4 das Finais da NBA. A ESPN contratou ele recentemente como analista.

    “Acho que uma conversa privada seria muito importante pra conseguirmos trabalhar essas questões, falar sobre como as coisas terminaram”, disse Lin. “Seria super saudável, seria incrível.”

    E aí, vocês acham que eles vão conseguir resolver essa história? Pra mim, o Lin tá certo em querer conversar em particular primeiro. Algumas coisas são melhores resolvidas longe dos holofotes — pelo menos inicialmente.

    Depois de tanto tempo, seria massa ver esses dois caras fazendo as pazes de verdade. A Linsanity foi um dos momentos mais loucos da história da NBA, e seria injusto isso ficar manchado por briga besta.

  • Locutor de Chicago detona: ‘Fãs do Knicks são os mais chatos dos EUA’

    Locutor de Chicago detona: ‘Fãs do Knicks são os mais chatos dos EUA’

    Mano, tem coisa mais engraçada que um cara de Chicago chamando OUTROS fãs de chatos? Pois é, foi exatamente isso que aconteceu essa semana quando Laurence Holmes, apresentador de rádio esportiva da Cidade dos Ventos, mandou uma dessa no ar.

    “Eu acho que os fãs do Knicks são os mais chatos de todo o esporte americano”, declarou Holmes no programa da 104.3 The Score, na sexta-feira. O cara não teve papas na língua mesmo.

    A ironia vinda de Chicago

    Olha, eu não podia deixar passar a ironia dessa situação. Chicago criticando Nova York? A mesma Chicago cujo Bulls destruiu os sonhos dos nova-iorquinos nos anos 90 com Jordan? É como se o Pelé criticasse o futebol brasileiro, né não?

    O parceiro de programa do Holmes, Matt Spiegel, pelo menos teve o bom senso de discordar na hora. “Cara, eu não acredito que isso seja verdade”, rebateu Spiegel, que ainda sugeriu que os fãs do Cardinals de St. Louis no baseball mereciam mais esse título.

    Aí o Holmes mandou a real que doeu: “Pelo menos o Cardinals tem alguns anéis recentes que justificam a arrogância deles. Mas vocês do Knicks não ganharam nada desde a era Ford”. Ouch. Doeu até em mim aqui.

    Bulls falando de sofrimento?

    Sinceramente, acho meio tosco um fã do Bulls falando de sofrimento alheio. Desde que Jordan pendurou as chuteiras em 98, o que o Chicago fez de relevante na NBA? Praticamente nada. Estão na mesma vala comum dos times esquecidos.

    O mais hilário foi quando contaram pro Holmes que o Knicks tinha mais derrotas que qualquer outro time da NBA no século 21 até 2021, e o cara simplesmente respondeu “que bom” e ainda completou: “Espero mais quatro”. Que maldade, mano!

    E aí, vocês concordam com o cara de Chicago? Ou acham que ele tá sendo muito injusto com a torcida do Knicks? Porque olha, convenhamos – depois de décadas de sofrimento, se o time finalmente tá nas finais (segundo o artigo), deixa o pessoal de Nova York comemorar em paz, né?

  • Wemby fez 29 pontos mas Spurs perderam de novo: agora é 0-2!

    Wemby fez 29 pontos mas Spurs perderam de novo: agora é 0-2!

    Cara, que partida dolorosa. O San Antonio Spurs teve o jogo nas mãos e deixou escapar nos últimos segundos, perdendo para os Knicks por 105-104 no Jogo 2 das Finals. Agora é 0-2 na série, e vocês sabem como é difícil reverter isso.

    Wemby foi monstro, mas a experiência pesou

    Victor Wembanyama fez uma partida absurda: 29 pontos (11-21 nos arremessos), 9 rebotes, 4 tocos. O francês mostrou por que é considerado o futuro da NBA. Mas olha… nos momentos decisivos, a juventude apareceu de forma cruel.

    Com um minuto restante, Wemby fez uma bandeja com falta e colocou os Spurs na frente por dois. Parecia que a virada épica ia acontecer — eles tinham saído de 14 pontos atrás com uma corrida de 14-0! Mas aí o Jalen Brunson respondeu na lata com um arremesso difícil.

    E no lance final? Wemby pegou o rebote defensivo mas, na pressa, passou a bola nas costas do Stephon Castle. Brunson roubou, levou falta, acertou um lance livre e praticamente fechou o jogo.

    De’Aaron Fox finalmente apareceu

    Depois de um Jogo 1 esquecível, Fox voltou com tudo: 20 pontos em 66% dos arremessos, 5 assistências. Era isso que a torcida do Spurs queria ver! O cara simplesmente resolveu ser agressivo, atacar a cesta e fazer as coisas acontecerem.

    Sinceramente, se Fox jogar assim em Nova York, os Spurs ainda têm chances de brigar nessa série. Ele estava numa seca danada nos playoffs, mas ontem mostrou por que foi uma das principais aquisições da temporada.

    Dylan Harper também teve uma noite sólida com 15 pontos. Esse rookie joga com uma maturidade impressionante — não parece que está na primeira temporada.

    Agora é tudo ou nada

    Olha, vou ser sincero com vocês: 0-2 nas Finals é uma situação bem complicada. Historicamente, poucas equipes conseguem reverter isso. Mas esse time do Spurs tem talento suficiente pra incomodar, especialmente se o Wemby continuar jogando nesse nível.

    O que mais me preocupa é a experiência. Aquele erro do Wemby no final é exatamente o tipo de coisa que acontece com jogadores jovens em momentos de pressão. Ele vai aprender com isso, tenho certeza, mas será que vai ser a tempo de salvar essa série?

    Os próximos dois jogos são no Madison Square Garden. E aí, vocês acham que os Spurs conseguem pelo menos dividir em Nova York? Porque se voltarem pra San Antonio ainda vivos, aí a coisa fica interessante…

  • LeBron vai ser agente livre – onde ele pode parar em 2026?

    LeBron vai ser agente livre – onde ele pode parar em 2026?

    Gente, vocês perceberam que o LeBron James vai virar agente livre daqui a menos de um mês? Eu ainda não acredito que chegamos nesse ponto da carreira do Rei.

    Olha, os Lakers já disseram que querem ele de volta, mas sinceramente? Não tem garantia nenhuma de que ele vai ficar em LA. E se esse for realmente o último ano dele na NBA, talvez ele queira fazer sua despedida em outro lugar. Depende de quão sério ele tá sobre brigar por mais um anel.

    Os times com grana pra dar contrato máximo

    Apenas três times têm espaço salarial pra oferecer o máximo pro LeBron: Lakers, Bulls e Nets. Estamos falando de até 57,75 milhões de dólares por temporada – um absurdo de dinheiro.

    Mas convenhamos, Bulls e Nets tão em reconstrução total. Um LeBron de 41 anos não vai querer perder tempo com projeto de futuro, né? Se ele não topar uma redução drástica dos 52,6 milhões que ganhou essa temporada, ficar nos Lakers seria a jogada mais óbvia.

    E se ele aceitar menos grana?

    Aí a coisa fica interessante. Pistons e Hawks podem operar com espaço salarial, mas os dois provavelmente vão preferir manter seus caras atuais. Principalmente o Hawks, que teria que abrir mão do Kuminga pra fazer espaço.

    Agora, na faixa da exceção de meio de temporada (uns 15 milhões), as opções ficam mais tentadoras. Jazz e Wizards chamam atenção – o Jazz pegou o Jaren Jackson Jr. e teve a 2ª escolha no draft, enquanto os Wizards fizeram aquelas trocas malucas pelo Trae Young e Anthony Davis, além de pegarem a 1ª escolha geral.

    O cenário mais louco de todos

    Mas a possibilidade que mais me empolga? LeBron nos Spurs com o Wembanyama. Cara, imaginem essa dupla. Os Spurs ainda têm o Victor, Stephon Castle e Dylan Harper em contratos baratos, o que dá uma flexibilidade absurda pra um time que pode brigar pelo título.

    Claro, isso não seria igual ao Kevin Durant indo pro Warriors na época, mas seria uma jogada histórica mesmo assim. LeBron sempre falou em jogar com seu filho, mas e se ele decidisse jogar COM um fenômeno francês de 2,24m?

    E vocês, acham que o Rei vai mesmo sair de LA depois de tudo isso? Ou ele fica pra tentar mais uma com os Lakers? Sinceramente, acho que essa vai ser uma das free agencies mais imprevisíveis da história da NBA.

  • NBA cancela falta técnica polêmica do Robinson contra Wemby

    NBA cancela falta técnica polêmica do Robinson contra Wemby

    Olha só que situação bizarra rolou nas Finals! A NBA decidiu cancelar a falta técnica que o Mitchell Robinson dos Knicks tomou no Jogo 2 contra o Wembanyama. E cara, essa decisão veio bem a tempo — imagina só o pivô perdendo uma final por conta de uma falta duvidosa dessas?

    A jogada aconteceu no segundo quarto, quando os dois gigantes estavam brigando por posição no garrafão. Os árbitros marcaram técnica no Robinson por empurrar o Wemby, mas — e aqui tá o ponto — não viram que o francês tinha feito exatamente a mesma coisa um segundo antes. Duas medidas, dois pesos. Clássico da arbitragem da NBA, né?

    Knicks dominando as Finals mesmo com polêmica

    O mais louco é que mesmo com toda essa confusão, os Knicks ganharam aquele jogaço por 105-104. Que partida! E agora estão 2-0 na série, numa sequência absurda de 13 vitórias seguidas que começou ainda nos playoffs contra o Hawks.

    Sinceramente, acho que essa decisão da liga foi mais que justa. O Robinson tá jogando com o dedo mindinho da mão direita operado há uma semana — imagina a dor — e ainda assim entregou um jogo sólido: 7 pontos (100% nos arremessos), 3 rebotes, 1 toco e 1 roubo de bola.

    Do outro lado, o Wembanyama foi um monstro ofensivo com 29 pontos e 9 rebotes, mas — e isso é crucial — deu umas vaciladas no final que custaram caro pros Spurs. A dupla Robinson-KAT tá fazendo um trabalho excepcional contra o francês, que é sem dúvida o grande x da questão nessas Finals.

    MSG vai virar um caldeirão no Jogo 3

    Agora o negócio fica interessante mesmo. Jogo 3 na segunda-feira no Madison Square Garden, com os ingressos custando uma fortuna (literalmente astronômicos) e até o Trump confirmado pra assistir. Vocês acham que os Knicks conseguem fechar 3-0 em casa?

    Uma coisa é certa: cancelar essa técnica foi o mínimo que a NBA podia fazer. Robinson não merecia ser penalizado por algo que o adversário fez primeiro. E olha que eu não sou muito fã dessas revisões pós-jogo, mas nesse caso específico, foi mais que necessário.

    O que importa agora é que os Knicks estão a dois jogos do título, e o Robinson pode focar 100% em parar o Wembanyama sem se preocupar com suspensão automática. Vai ser épico!