Autor: Leandro Amorim

  • Shaq largou a TV e foi sentar com a torcida dos Spurs – que jogada!

    Shaq largou a TV e foi sentar com a torcida dos Spurs – que jogada!

    Cara, o que o Shaq fez no Jogo 2 das Finais da NBA foi simplesmente sensacional. O cara estava lá na transmissão da ESPN, fazendo seu trabalho de comentarista, quando do nada… tchau, cabine! Desceu e foi sentar com os famosos ‘Baseline Bums’ dos San Antonio Spurs.

    Olha, eu já vi muito comentarista fazendo papel de bobo durante transmissão, mas isso aqui foi diferente. O Big Aristotle literalmente saiu da zona de conforto da TV e foi parar no meio da torcida mais raiz dos Spurs. E não foi só pra fazer graça não — o homem ficou lá curtindo o jogo como um fã comum.

    Os Baseline Bums e a tradição texana

    Se você não conhece essa galera, tá perdendo uma das histórias mais legais da NBA. Os Baseline Bums existem desde os anos 70, mano. Sério mesmo. Essa turma é parte da identidade dos Spurs há décadas, e não são só uns caras gritando não — eles fazem trabalho social na comunidade e tudo mais.

    Ver o Shaq ali no meio deles foi tipo… poético? O cara que dominou a liga por anos sentado com a galera que torce desde quando os Spurs ainda eram meio pipoca. Massa demais.

    San Antonio tem lugar especial no coração do Shaq

    Aqui que a história fica ainda mais dahora. Muita gente não sabe, mas o Shaq tem raízes profundas em San Antonio. O cara estudou na Cole High School e foi MONSTRO lá — levou o time pra um 36-0 na temporada e conquistou o título estadual do Texas em 1989.

    Então não foi só um momento aleatório de marketing, entende? O Diesel voltando pras origens, mostrando respeito pela cidade que ajudou a moldá-lo. E sinceramente? Achei muito mais autêntico que qualquer coisa que a gente vê por aí hoje em dia.

    Imagina você sendo um desses torcedores e do nada o Shaq — QUINZE VEZES All-Star, três vezes campeão das Finais — senta do seu lado pra assistir o jogo? Eu ficaria maluco. O pessoal da ESPN deve ter ficado se perguntando onde o comentarista foi parar, mas que se dane — o momento valeu muito mais a pena.

    E aí, vocês acham que outros ex-jogadores deveriam fazer isso mais vezes? Porque na moral, ver essa conexão real entre lenda e torcida foi refrescante demais num mundo onde tudo parece calculado até demais.

  • Fãs defendem Wemby após drama no Finals: ‘Ele só tem 22 anos’

    Fãs defendem Wemby após drama no Finals: ‘Ele só tem 22 anos’

    Olha, eu sei que todo mundo tá pilhado com os erros do Wembanyama nos últimos segundos do Jogo 2, mas vamos respirar fundo aqui. O cara tem 22 anos e tá disputando suas primeiras finais da NBA. PRIMEIRAS. E mesmo assim levou os Spurs até lá.

    Sinceramente? Eu não esperava ver San Antonio nas finais tão cedo. No começo da temporada, a galera achava que eles iam brigar por uma vaguinha nos playoffs, no máximo. E o Wemby simplesmente decidiu que ia carregar esse time nas costas e levar todo mundo pro Finals contra os Knicks.

    A pressão do momento

    É claro que dói ver aquela virada de bola nos segundos finais, seguida da falta besta e o arremesso da virada que não entrou. Mas cara, quantos superstars já passaram por isso? O próprio Jayson Tatum levou uma surra nas finais antes de conseguir levantar o troféu em 2024.

    Os fãs dos Spurs estão certos em defender o francesão. Como disse um torcedor no Twitter: “Ele tá no terceiro ano, não é um produto acabado. A série expôs algumas falhas, mas ele ainda é o cara que todo time escolheria pra construir uma franquia”.

    E é verdade, mano. Wembanyama fez 29 pontos com 9 rebotes, 4 bloqueios e 2 roubos de bola no Jogo 2. O problema foram aquelas 4 viradas de bola, principalmente aquela no final que praticamente entregou o jogo.

    Madison Square Garden vai pegar fogo

    Agora os Spurs voltam pra Nova York perdendo por 2-0 na série, e o Garden vai estar absolutamente insano na segunda-feira. Wemby nunca jogou numa atmosfera igual a essa – imagina o barulho quando ele for cobrar lance livre?

    Mas sabe o que eu acho? Esses momentos constroem caráter. O monstro francês já mostrou que não foge da responsabilidade. Quando todo mundo duvidava, ele aceitou ser a cara da franquia aos 20 anos. Agora aos 22, tá nas finais da NBA defendendo o título de Jogador Defensivo do Ano.

    Vocês acham que ele consegue se recuperar dessa? Ou a pressão do MSG vai ser demais pra um cara que nunca passou por isso antes? Uma coisa eu garanto: vai ser épico de assistir.

  • Giannis nos Celtics? Mas vale mesmo trocar o Jaylen Brown?

    Giannis nos Celtics? Mas vale mesmo trocar o Jaylen Brown?

    Olha só que situação maluca: depois do Celtics perder no primeiro round pros 76ers, o Jaylen Brown falou numa live que 2025-26 seria seu “ano favorito”. No mesmo período, o Giannis elogiou o técnico Joe Mazzulla. Coincidência? Eu acho que não.

    E agora surgem rumores de que os Celtics podem ir atrás do Giannis. A pergunta que não quer calar é: vale a pena trocar o Brown pra conseguir o Greek Freak?

    Brad Stevens não tem medo de apertar o gatilho

    Vamos ser sinceros – o Brad Stevens já mostrou que não tem coração mole quando se trata de fazer trocas difíceis. O cara trocou o Marcus Smart (que era praticamente o coração do time) pelo Kristaps Porzingis em 2023. Na época doeu, mas olha só: resultado foi título em 2024.

    Agora ele tá numa situação parecida. Com o Knicks dominando o Leste e chegando perto do primeiro título em 53 anos, será que os Celtics precisam de uma revolução total? Sinceramente, acho que é mais complicado que isso.

    A dupla Tatum-Brown já provou que funciona – eles conquistaram um anel juntos. Mas desde 2024, o time desmoronou. Porzingis foi pros Warriors, Jrue Holiday pros Blazers, Al Horford saiu… O elenco que ganhou o título simplesmente se desfez.

    Giannis seria a solução ou mais um problema?

    Não vou mentir – a ideia do Giannis de verde é tentadora demais. O cara é um monstro de dois metros e onze que pode jogar em qualquer posição, já ganhou dois MVPs e tá correndo atrás do segundo anel.

    Mas aí que tá a questão: vale mesmo sacrificar o Brown, que claramente curtiu ser a opção número 1 quando o Tatum se machucou? O cara falou que foi o período mais divertido da carreira dele. Isso não é à toa.

    E olha, vocês acham que o Giannis realmente resolveria o problema de tamanho e atletismo que os Celtics têm? Ou seria melhor focar em melhorar o elenco de apoio pro Tatum e Brown?

    Eu tô dividido, cara. Por um lado, Giannis é Giannis – um dos cinco melhores jogadores do mundo. Por outro, mexer numa dupla que já deu certo pode ser perigoso. Principalmente quando você vê como o Knicks tá voando com uma química absurda.

    O que vocês acham? Stevens deveria apostar todas as fichas no Giannis ou focar em dar mais peças pro duo que já conquistou Boston?

  • Parsons detona: LeBron no Warriors não faria diferença nenhuma

    Parsons detona: LeBron no Warriors não faria diferença nenhuma

    Olha, eu sei que vocês devem estar pensando: “LeBron James no Golden State Warriors? Isso seria épico demais!”. Mas calma aí que o Chandler Parsons chegou pra jogar um balde de água fria nessa ideia toda.

    A bomba veio do ClutchPoints ontem: fontes da liga dizem que os Warriors vão partir pra cima do LeBron na free agency deste verão. E mais — o próprio Stephen Curry deve se encontrar com o King nas próximas semanas pra tentar convencê-lo. Imagina só essa conversa?

    A realidade cruel do Oeste

    Mas aí que entra o Parsons pra quebrar o sonho de todo mundo. No programa “Run It Back” da FanDuel, o ex-jogador foi direto ao ponto: mesmo com LeBron, os Warriors não seriam candidatos reais ao título. E a justificativa dele faz sentido, não vou mentir.

    “Estamos falando da Conferência Oeste com Spurs, OKC, Denver, Houston, Lakers, Minnesota. Eles não vão ser melhores que a maioria desses times de elite”, disse Parsons. E cara, quando você para pra pensar… ele tem razão.

    O Thunder tá voando com Shai e companhia, o Denver tem o Jokic (que é simplesmente um monstro), Houston tá crescendo, Minnesota mostrou que pode incomodar qualquer um. Onde os Warriors se encaixariam nessa briga toda?

    Seria épico, mas…

    Parsons admite que seria “incrível” ver Curry, Draymond e LeBron juntos no Chase Center. Imagina só as jogadas que esses caras fariam! Steve Kerr também deve tá babando com a possibilidade.

    Mas a real é que basquete não é só sobre nomes bonitos no papel. Os Warriors não são mais aquela máquina de 2016-2019. O time envelheceu, e mesmo com LeBron (que aos 39 anos ainda joga pra caramba, vamos dar o braço a torcer), seria suficiente pra competir com esses times mais jovens e famintos?

    Na minha opinião? Parsons tá certo. Seria um show de marketing absurdo, venderia milhões de camisetas, mas campeonato mesmo… aí já é outra história. E vocês, acham que LeBron + Curry seria o suficiente pra mais um anel? Ou é só nostalgia mesmo?

    O que eu sei é que se rolar mesmo, vai ser um dos maiores eventos da história da NBA. Mas título? Aí já complica.

  • NBA cancela falta técnica absurda contra Mitchell Robinson

    NBA cancela falta técnica absurda contra Mitchell Robinson

    Olha só que situação bizarra rolou nos playoffs: a NBA decidiu cancelar a falta técnica que Mitchell Robinson levou no Jogo 2 contra o Spurs. E graças a Deus, porque aquela decisão da arbitragem foi de doer os olhos mesmo.

    O lance que revoltou todo mundo

    A parada aconteceu no final do segundo quarto, e cara… foi de ficar indignado. O Wembanyama empurrou o Robinson, claramente provocando a confusão toda, mas adivinha quem levou a técnica? Isso mesmo, o pivô dos Knicks que nem reagiu!

    Sinceramente, eu assisti o replay umas cinco vezes e não consegui entender o que passou pela cabeça do árbitro. Robinson literalmente não fez NADA. Foi empurrado e ainda tomou a falta técnica de brinde. Parecia até coisa de FIFA isso aí (quem joga videogame sabe do que tô falando).

    Robinson voltando no timing perfeito

    O mais impressionante é que o cara nem tinha certeza se ia conseguir jogar esses playoffs. Ele machucou o dedo depois da série contra o Cavaliers e ficou aquela dúvida no ar. Mas viajou com o time pra San Antonio e foi liberado na hora H.

    E olha, que diferença ele fez! Em apenas 14 minutos no Jogo 2, o monstro fez 7 pontos, 3 rebotes e ainda bloqueou uma bola. Não são números absurdos, mas é aquela presença que faz toda diferença no garrafão.

    Peça fundamental no banco

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar essa série sem o Robinson? Porque olhando os números dele nestes playoffs, o cara tá convertendo 73,8% dos arremessos. Setenta e três vírgula oito por cento! É praticamente só bandeja e enterrada.

    Com 5,2 pontos e 5,3 rebotes de média saindo do banco, Robinson virou aquele sexto homem que você não vê muito no stat sheet, mas que muda completamente a dinâmica do jogo. Principalmente na defesa e na luta pelo rebote.

    A boa notícia é que agora ele tá limpo dessa técnica injusta e pode focar no que realmente importa: ajudar os Knicks a manterem essa vantagem de 2-0 quando a série voltar pro Madison Square Garden. E cara, que ambiente vai ser aquele!

  • Knicks dominando 2-0 nas Finals e NY já tá virando festa

    Knicks dominando 2-0 nas Finals e NY já tá virando festa

    Cara, eu preciso dividir isso com vocês: os Knicks estão simplesmente DESTRUINDO tudo nas Finals. 2-0 contra o Spurs, ambos jogos fora de casa. E Nova York? Mano, a cidade já tá em estado de delírio total.

    Olha, 53 anos sem título é tempo DEMAIS pra qualquer torcida aguentar. Eu lembro do meu pai falando dos Knicks dos anos 70, e agora finalmente parece que chegou a hora. Literalmente não dá pra andar duas quadras em Manhattan sem ver alguém de azul e laranja.

    A cidade virou um caldeirão

    O negócio tá tão louco que até o metrô entrou na vibe. A estação da Penn Station — que fica literalmente embaixo do Madison Square Garden — foi pintada toda de azul e laranja. Os caras da MTA deixaram o verde tradicional de lado e abraçaram a causa.

    E não para por aí não. Tem bandeira dos Knicks pendurada em prédio de quinta andar, bar fazendo promoção especial, e você escuta “Knicks in four” em cada esquina. Sinceramente, eu nunca vi nada igual na minha vida acompanhando NBA.

    Karl-Anthony Towns falou uma parada que me arrepiou: “A maior moeda que você pode ganhar em Nova York não é dinheiro, é respeito. E ter o respeito dos fãs e da cidade nos deixa ricos além da imaginação.” Cara, isso é NYC resumido em uma frase.

    Sequência histórica em curso

    Agora vem o dado que tá deixando todo mundo maluco: os Knicks já ganharam 13 jogos seguidos nos playoffs. Treze! É a segunda maior sequência da história da NBA. Se fecharem em quatro jogos (o que tá bem provável), vão empatar com os Warriors de 2016-17 com 15 vitórias consecutivas.

    O prefeito já até falou que como nova-iorquino tá louco pra festa, mas como prefeito tá com medo do “caos absoluto” que vai virar a cidade. E vocês acham que ele tá exagerando?

    Fat Joe — que literalmente não perde um jogo — até virou condutor especial do trem linha 1. As watch parties do lado de fora do Garden já estão tomando a 7th Avenue inteira.

    Olha, eu tô tentando manter os pés no chão aqui, mas não tem como não se empolgar. Os caras estão jogando um basquete ABSURDO, dominaram dois jogos em San Antonio, e agora voltam pra casa podendo fechar a série. Nova York não vê uma coisa dessas desde 1973, galera. É história pura sendo escrita.

  • Maluco do Knicks vira lenda ao prever final da NBA em 2020

    Maluco do Knicks vira lenda ao prever final da NBA em 2020

    Gente, vocês viram essa história absurda? Um cara de Long Island simplesmente previu que o Knicks ia chegar na final da NBA de 2026… lá em 2020. No anuário do colégio. E não é que o maluco acertou?

    Evan Pfeufer, hoje com 23 anos, escreveu no anuário da escola: “Knicks in 6. 2026 NBA Finals”. Na época todo mundo achou que ele tinha pirado. Os pais ficaram “Evan, por que você fez isso?”. Agora ele tá viralizando com mais de 5 milhões de visualizações em um dia.

    A lógica do profeta do Knicks

    E sabe qual foi a “estratégia” dele? Simplesmente porque rimava bem em inglês. “Knicks in six 2026 rhymes so incredibly well”, ele disse. Cara, imagina se toda previsão esportiva funcionasse assim? Eu ia estar rico apostando no Palmeiras desde 2010.

    O mais louco é que o garoto deliberadamente NÃO colocou nenhuma conquista dele no anuário (ele era até membro de sociedade de honra), só pra essa frase ficar em destaque. “E se isso realmente acontecer? Todo mundo vai ter essas frases gigantes com suas conquistas, e eu vou ter acertado na mosca.”

    De brincadeira de colégio a fenômeno viral

    Quando começou a ficar claro que o Knicks realmente tinha chances de chegar na final, Evan mandou uma foto da página do anuário pro amigo de infância. Postou no Snapchat privado, a galera empolgou, e ele decidiu mandar pro Instagram do Overtime (10,4 milhões de seguidores). Resultado? Viral instantâneo.

    Agora o cara, que trabalha como vendedor depois de se formar na Adelphi University, tá sonhando que o Knicks chame ele pra um jogo. “Não espero nada, sou só um cara com uma previsão, mas seria bem legal.”

    Sinceramente? Eu acho que o Knicks tem que dar pelo menos uns ingressos pro profeta. O cara literalmente chamou a jogada 6 anos antes. E vocês, acham que ele tinha algum dom mesmo ou foi só sorte de quem ama o time?

  • RJ entrega: Cavaliers tinham ordem pra ‘bater’ no Curry nas Finais

    RJ entrega: Cavaliers tinham ordem pra ‘bater’ no Curry nas Finais

    Cara, o Richard Jefferson simplesmente entregou o ouro na transmissão da ESPN ontem à noite. O veterano, que enfrentou o Warriors nas Finais de 2016 e 2017 pelo Cavaliers, admitiu abertamente qual era a estratégia de Cleveland contra o Steph Curry: “Nossa missão era bater nele.”

    Peraí, antes que alguém ache que era sacanagem, o próprio RJ fez questão de esclarecer que não era nada sujo. Mas a orientação era clara — se vai fazer falta no Curry, que seja uma falta física mesmo. Nada de tocadinha.

    A estratégia que todo mundo sabia mas ninguém falava

    Sinceramente, isso não é novidade pra quem acompanha NBA há mais tempo. O Curry sempre foi o jogador que mais apanha na liga e menos apita consegue (desculpa, árbitros, mas é real). Enquanto outros astros vão pra linha dos lances livres por qualquer coisinha, o cara precisa ser literalmente massacrado pra conseguir uma falta.

    Olha só essa comparação absurda: em 17 anos de carreira, Curry tem média de apenas 4.3 tentativas de lance livre por jogo. O LeBron? 7.4 em 23 temporadas. É tipo comparar o tratamento que o Neymar recebe com o que um zagueiro cascudo leva — não faz sentido nenhum.

    Jefferson comentou isso quando rolou uma falta dura no Jalen Brunson durante o Jogo 2 das Finais de 2026 (sim, galera, estamos falando do futuro aqui, mas a estratégia continua a mesma). A lembrança veio na hora e ele soltou essa pérola que confirma o que a gente sempre suspeitou.

    Funcionou? Bem… mais ou menos

    Olha, a estratégia do “beat him up” até deu certo em 2016 — os Cavs conseguiram aquela virada histórica de 3-1 e levaram o título. Mas convenhamos, o Warriors deu o troco depois. Dos quatro confrontos consecutivos nas Finais, Golden State ganhou três.

    E mesmo apanhando, o Curry continuou sendo o Curry. Triple de todos os ângulos impossíveis, enterradas no contra-ataque (sim, ele enterra também), e aqueles arremessos do meio da quadra que fazem a gente questionar as leis da física.

    Vocês acham que essa estratégia ainda funciona hoje? Porque pelo que vejo, independente de quantas pancadas o cara leva, ele continua acertando uns arremessos que nem no videogame são possíveis. O monstro é simplesmente imparável — com falta ou sem falta.

    No final das contas, o Jefferson só confirmou o que todo fã de NBA já sabia: defender o Curry é um inferno, então a saída é tentar intimidar fisicamente. Funcionou uma vez… mas só uma.

  • Fã viral agradece mãe do Brunson nas Finals: ‘Obrigado por ter esse menino’

    Fã viral agradece mãe do Brunson nas Finals: ‘Obrigado por ter esse menino’

    Cara, tem momentos que você vê e pensa: “isso é o basquete que eu amo”. Um torcedor dos Knicks virou sensação nas redes depois de fazer algo que todo fã de NBA deveria fazer — agradecer a mãe do Jalen Brunson por ter criado esse monstro de jogador.

    Joe Clements tava sentado perto da Sandra Brunson nas arquibancadas em San Antonio, depois do Jogo 1 das Finals da NBA (sim, os Knicks chegaram nas Finals, galera!). E o cara não perdeu a oportunidade.

    “Ei, Sra. Brunson, muito obrigado por ter tido esse menino. Ele mudou nossa franquia. A gente ama ele”, disse o Joe no vídeo que já passou de 1,7 milhão de visualizações. A Sandra só sorriu, mas deu pra ver que ficou emocionada.

    A história por trás do craque

    Olha, eu sempre soube que o Brunson era diferenciado, mas quando você para pra pensar na base familiar dele… faz sentido total. A Sandra não é qualquer mãe de jogador da NBA não. A mulher jogou vôlei na Temple University — foi lá que conheceu o Rick Brunson, que hoje é assistente técnico dos Knicks e pai do Jalen.

    Em uma entrevista de 2020, o próprio Brunson chamou a mãe de “melhor amiga, 100%”. E cara, quando você vê o jeito que ele joga, essa garra, essa determinação absurda… agora tudo se encaixa.

    “Ela era a general. Me cobrava por tudo que eu fazia. Se eu colocava minha mente em algo, não podia desistir até terminar. Ela basicamente me deu essa mentalidade de nunca desistir”, contou o Jalen sobre a mãe.

    Virou realeza em NY

    Os comentários do post explodiram, mano. Torcedor chamando ela de “Rainha de Nova York”, dizendo que ela nunca mais deveria pagar uma refeição na cidade, que merece passe livre pra qualquer lugar. Sinceramente? Eu concordo 100%.

    A Sandra hoje é co-fundadora e diretora financeira da Second Round Foundation, uma ONG em New Jersey que trabalha com educação e esporte para jovens. Ou seja, além de criar um craque, ainda tá ajudando outras crianças. Que mulher!

    E vocês, acham que os pais dos jogadores recebem o reconhecimento que merecem? Porque vendo esse vídeo, eu fiquei pensando em quantas histórias incríveis existem por trás dos nossos ídolos da NBA. O Joe Clements fez algo simples, mas que tocou milhões de pessoas — incluindo eu aqui digitando emocionado.

  • Knicks dominam Spurs 2-0 nas Finals e mostram força coletiva absurda

    Knicks dominam Spurs 2-0 nas Finals e mostram força coletiva absurda

    Cara, eu tô assistindo esses Knicks nas Finals de 2026 e não consigo acreditar no que tô vendo. Sabe aquela sensação quando um time transcende as limitações individuais? É exatamente isso que tá rolando em San Antonio.

    O jogo 2 foi um negócio maluco. Nova York fechou 105-104, mas o final foi dramático demais. Wembanyama teve a chance de empatar o jogo nos segundos finais e… errou um arremesso de média distância. O moleque de 22 anos simplesmente não conseguiu converter quando mais precisava.

    O erro que pode definir a série

    Mas olha só que sequência bizarra aconteceu antes disso. Na posse anterior, Wemby fez falta no Jalen Brunson — e convenhamos, Brunson tem 84% nos lances livres, não é qualquer um. Ele converteu apenas um dos dois, mas foi o suficiente pro Knicks sair na frente.

    E na posse ofensiva anterior dos Spurs? Wembanyama (ROY de 2024) acertou a bola nas costas do Stephon Castle (ROY de 2025), que são companheiros de time! Brunson pegou a bola perdida e o resto é história. Sinceramente, eu nunca vi um final de jogo tão estranho assim.

    Vocês acham que o Castle vai conseguir esquecer isso até segunda-feira?

    Quando o coletivo supera o individual

    Existe uma palavra em alemão, “gestalt”, que aprendi lá nos anos 90 quando a NBA celebrava os 50 anos da liga. É sobre como um conjunto pode ser maior que a soma das partes. E cara, esses Knicks de 2026 são a definição perfeita disso.

    Olha, eu não sei se eles vão levar o título — ainda faltam duas vitórias. Mas uma coisa eu tenho certeza: esse grupo cresce a cada jogo, contra adversários cada vez mais difíceis. São 13 vitórias consecutivas nos playoffs sob o comando do Mike Brown na primeira temporada dele em Nova York.

    O que me impressiona mesmo é como nada abala esses caras. Perdendo por 2-1 pro C.J. McCollum (que já trocou de time umas três vezes em 12 meses), enfrentando o Embiid que parecia estar bem por alguns dias, e depois aquela série contra Cleveland que foi literalmente um passeio.

    San Antonio chegou como favorito de muita gente, mas agora? Tá 0-2 e vai pra Nova York precisar ganhar três dos próximos cinco jogos, sendo três em casa dos Knicks. Não dá pra dizer que tá fácil.

    A defesa elástica que tá funcionando

    Ninguém duvidava do talento individual desse time dos Knicks, mas o que tá sendo absurdo é como eles funcionam juntos. A defesa é elástica, o ataque é calculado, e o mais importante: não tem ego. É pura dedicação e entrega.

    No jogo 2, os Knicks chegaram a abrir 14 pontos de vantagem faltando seis minutos. Os Spurs reagiram com De’Aaron Fox, Wembanyama e Dylan Harper brigando por cada cesta, empataram o jogo faltando dez segundos e… bem, vocês já sabem o que aconteceu.

    O mais louco? Os Knicks fizeram 19 pontos em contra-ataques, a pior marca defensiva dos Spurs em todo esse playoff. Pra um time que se orgulha da defesa de transição, isso dói.

    Na minha visão, essa série tá longe de acabar, mas os Knicks mostraram algo especial. Não é só basquete — é química, é timing, é aquela coisa que acontece uma vez a cada alguns anos na NBA. E cara, é lindo de se ver.