Autor: Leandro Amorim

  • Fox machucado pode desfalcar os Spurs no jogo 5 decisivo

    Fox machucado pode desfalcar os Spurs no jogo 5 decisivo

    Olha, quando você acha que os Spurs finalmente conseguiram resolver os problemas — com o Wembanyama liberado pra jogar — aparece uma nova dor de cabeça. De’Aaron Fox está listado como “questionável” para o jogo 5 contra os Timberwolves por causa de uma dor no tornozelo esquerdo.

    E não é qualquer jogo, pessoal. É o jogo 5 de uma série empatada em 2-2. Frost Bank Center lotado, série nas semifinais do Oeste, tudo ou nada. Exatamente o tipo de jogo que você PRECISA do seu armador principal em quadra.

    Fox vinha sendo fundamental na série

    O cara não perdeu um jogo desde 25 de março — isso aí, mais de um mês direto jogando. No jogo 4 de domingo, mesmo com o tornozelo incomodando (aparentemente), ele ficou 37 minutos em quadra. Fez 24 pontos, mas o arremesso não tava calibrado: 8/23 do campo e apenas 1/7 do perímetro.

    Sinceramente? O Fox tem sido crucial pros Spurs nestes playoffs. Quando o Wemby atrai dois, três marcadores, é o Fox que penetra e cria as jogadas. Na série contra o Portland, o cara meteu 28 pontos num jogo 4 decisivo. Monstro.

    Na atual série contra Minnesota, ele tá com médias de 16.8 pontos e 4.0 assistências. Números que podem não impressionar à primeira vista, mas quem assiste sabe: ele é o cara que faz a ofensiva funcionar quando o Wembanyama não consegue respirar.

    E agora, quem vai criar as jogadas?

    Se o Fox não jogar — e olha, “questionável” em jogo de playoff geralmente significa 50/50 — a pressão toda vai cair no Wembanyama. Dylan Harper provavelmente vai ganhar mais minutos (fez 24 pontos com 72% de aproveitamento no jogo 4, o garoto tá voando). Keldon Johnson também deve aparecer mais, apesar de ter feito só 4 pontos em 17 minutos no último jogo.

    Vocês acham que os Spurs conseguem vencer sem o Fox? Eu tenho minhas dúvidas. O time ainda é muito dependente da criação dele, especialmente em jogos tensos como esse vai ser.

    A boa notícia é que San Antonio joga em casa e entra como favorito. A má é que, sem o Fox, todo o peso ofensivo cai nos ombros do Wemby — e por mais fenômeno que ele seja, basketball é esporte coletivo.

    O jogo rola às 21h (horário de Brasília) desta segunda. Quem vencer, avança para as finais do Oeste para enfrentar o vencedor de Thunder x Lakers. Ou seja: não tem espaço pra erro.

  • Mark Williams vale uma nova proposta? O dilema dos Suns

    Mark Williams vale uma nova proposta? O dilema dos Suns

    Olha, vou ser sincero: quando os Suns fizeram aquela troca por Mark Williams logo depois de draftar o Khaman Maluach, eu fiquei completamente perdido. Tipo, qual é a lógica? Você pega um pivô no draft e segundos depois vai atrás de outro pivô?

    Mas agora, depois de uma temporada inteira vendo o Williams em ação, as coisas começam a fazer mais sentido. O cara mostrou que tem qualidade pra ser titular na NBA — quando consegue ficar saudável, né.

    Os números não mentem

    Williams teve uma temporada sólida: 11,7 pontos com 64,4% de aproveitamento, 8,5 rebotes e 1 toco por jogo em 60 partidas. Sessenta jogos! Pra quem acompanha a carreira dele, isso é praticamente um milagre. O recorde anterior dele era 45 jogos numa temporada.

    E quando ele estava em quadra, o cara produzia. Aquelas enterradas, as mãos firmes no garrafão, a envergadura gigantesca incomodando todo mundo que tentava atacar a cesta… Sinceramente acho que os Suns subutilizaram ele no ataque. Toda vez que envolviam o Williams nas jogadas, dava resultado.

    O problema? A segunda metade da temporada. As lesões voltaram a aparecer, ele perdeu ritmo, e quando chegaram os playoffs — cadê o Williams? Sumiu. E isso importa muito quando você tá pensando em quanto vale a pena pagar por um jogador.

    A questão dos 60 milhões

    Aqui é onde fica interessante. Williams é agente livre restrito, então os Suns têm uma carta na manga. Ele pode sair por aí testando o mercado, mas Phoenix pode igualar qualquer proposta que aparecer.

    Imagina que o Brooklyn oferece 3 anos e 60 milhões pro Williams (20 milhões por temporada). Na minha visão, isso tá acima do que ele vale no momento — principalmente considerando o histórico de lesões. Aí os Suns ficam numa sinuca: deixam ele ir ou forçam uma sign-and-trade?

    Eu apostaria na segunda opção. Phoenix pode usar a ameaça de igualar a proposta pra forçar o Brooklyn a negociar alguma coisa em troca. É tipo um jogo de poker de alto risco.

    O futuro do garrafão

    Olha, eu entendo a lógica de manter o Williams. O Maluach tem só 20 anos e ainda precisa de tempo pra se desenvolver. Ter um veterano como o Williams ali pode ser fundamental — uma espécie de ponte entre o presente e o futuro da posição.

    Mas a pergunta que não quer calar: vocês acham que vale a pena apostar 20 milhões por ano num cara que pode passar metade da temporada no departamento médico? Eu tenho minhas dúvidas, não vou mentir.

    A situação dos Suns é complexa. Eles precisam de profundidade no garrafão, mas também não podem se amarrar financeiramente com um jogador que é uma incógnita quando o assunto é disponibilidade. E aí, qual seria a jogada de vocês?

  • Boozer despenca no Mock Draft 2026 – Grizzlies apostam no potencial

    Boozer despenca no Mock Draft 2026 – Grizzlies apostam no potencial

    Olha só que reviravolta no primeiro Mock Draft 2026! Depois da loteria do domingo, tá todo mundo falando sobre como o Cameron Boozer – sim, filho do Carlos Boozer – despencou para a quarta posição do Bulls, enquanto o Memphis resolveu fazer uma aposta arriscada na terceira escolha.

    E o favoritão pra primeira pick? AJ Dybantsa, o fenômeno de 2,06m da BYU que simplesmente DOMINOU o basquete universitário. O cara é -450 nas casas de apostas pra ser o primeiro escolhido – isso é praticamente certeza, galera. Washington deve estar comemorando depois daquela temporada horrorosa de 17-65.

    Peterson vs Dybantsa: a comparação dos próximos 10 anos

    Sinceramente, eu achava que o Darryn Peterson do Kansas ia dar mais trabalho pro Dybantsa na corrida pelo topo. O garoto tem 1,98m, joga de armador mas também atua na ala – um combo guard moderno que deveria ter sido sensação. Só que a temporada dele foi meio… estranha?

    Peterson entrou e saiu do time várias vezes, às vezes por escolha própria. Isso levantou umas red flags nos front offices da NBA. Imagina só – você tem o talento do mundo, mas não consegue se manter consistente no college? É complicado.

    Por outro lado, Dybantsa foi uma máquina: 25,5 pontos, 6,8 rebotes e 3,7 assistências por jogo. O moleque liderou o país inteiro em pontuação. Quando você vê números assim, fica difícil não apostar no cara, né?

    A aposta arriscada do Memphis

    Agora, o que me chamou atenção mesmo foi o Memphis passando o Boozer pra pegar o Caleb Wilson da Carolina do Norte na terceira pick. Wilson é um pra frente de 2,08m que fez uma temporada sólida (19,8 pontos e 9,4 rebotes), mas escolher ele na frente do Boozer? É uma decisão corajosa.

    O Grizzlies tá em rebuild total depois de trocar o Desmond Bane e o Jaren Jackson Jr., e com o Ja Morant também cotado pra sair… cara, eles precisam MUITO acertar nessa escolha. Wilson tem potencial? Tem. Mas será que vale mais que a segurança do Boozer?

    E vocês, o que acham? Boozer cair pra quarta posição é loucura ou faz sentido? Na minha opinião, o Chicago vai fazer um negócio da china se isso realmente rolar. Às vezes as melhores escolhas vêm quando todo mundo subestima um cara.

    Uma coisa é certa: essa classe de 2026 tá sendo chamada de a melhor da história do basquete universitário. Se for mesmo, a gente vai ter uns anos INSANOS de NBA pela frente.

  • Giannis no mercado? Bucks ‘abertos a negócios’ após Lottery

    Giannis no mercado? Bucks ‘abertos a negócios’ após Lottery

    Galera, parece que chegou a hora. Depois de um ano inteiro de vai-não-vai, os Bucks finalmente sinalizaram que estão “abertos a negócios” quando o assunto é Giannis Antetokounmpo. E olha, eu não tô surpreso — depois da temporada decepcionante que eles fizeram, era questão de tempo mesmo.

    O Draft Lottery de domingo não ajudou em nada a situação de Milwaukee. Sabe como é, eles ficaram com a 10ª pick e não tiveram aquela sorte maluca de subir na loteria. Pior ainda: nenhum dos times que pegaram as primeiras escolhas (Washington, Utah, Memphis) tem o menor interesse em trocar por Giannis. É complicado.

    A situação tá feia pros Bucks

    Vamos ser honestos aqui — Milwaukee tá numa sinuca de bico. Eles precisam reconstruir o time, mas Giannis ainda é um monstro quando tá saudável. O problema? Como diabos você troca um cara desse calibre e consegue algo que valha a pena de volta?

    Washington ganhou a primeira pick e tá doido pra pegar um jovem talento. Utah e Memphis também tão no meio de rebuilds e querem montar em cima de rookies, não de veteranos caros. Sobrou Chicago com a 4ª pick como melhor opção, mas aí você me pergunta: Giannis quer mesmo ir pra lá? Duvido muito.

    Na minha visão, os únicos times da loteria que fariam sentido pro Greek Freak seriam Golden State (11ª pick) ou Miami (13ª). Warriors e Heat já tão rondando essa negociação há tempos. Mas cara, será que rola mesmo? Giannis supostamente quer ficar no Leste, o que tiraria Golden State da jogada.

    E agora, pra onde vai a novela?

    Olha, eu acompanho NBA há anos e já vi muita negociação de superstar. A realidade é crua: Milwaukee nunca vai conseguir um retorno justo pelo Giannis. Quando você tem um cara desse nível no último ano de contrato, você meio que fica refém das preferências dele.

    O mais provável é os Bucks terem que se contentar com um monte de picks e torcer pra acertar nas escolhas futuras. Tipo o que eles fizeram há 10 anos quando draftaram o próprio Giannis na 15ª posição. Às vezes a magia acontece, né?

    E vocês, acham que Giannis realmente sai de Milwaukee esse ano? Sinceramente, depois de tudo que rolou — a saída do Jrue Holiday, as eliminações precoces nos playoffs — eu não vejo como essa relação pode continuar. É triste ver o fim de uma era, mas faz parte do negócio.

    Uma coisa é certa: seja qual for o destino do Giannis, vai movimentar todo o mercado da NBA. Prepare o coração, pessoal, porque o verão promete ser quente!

  • Os Wizards finalmente ganharam alguma coisa — a loteria do Draft!

    Os Wizards finalmente ganharam alguma coisa — a loteria do Draft!

    Cara, eu não acreditei quando vi. Os Washington Wizards — sim, aquele time que parecia ter sido abandonado por Deus nos últimos anos — ganharam a loteria do Draft da NBA no domingo. Depois de quase uma década sendo irrelevantes, finalmente algo de bom aconteceu com essa franquia.

    Olha, eu lembro como se fosse ontem do último momento em que os Wizards realmente importaram. Maio de 2017. John Wall com aquela cesta de 3 absurda contra o Boston, subindo na mesa dos narradores como um maluco. Era Game 7, segundo round dos playoffs. Eu achei que finalmente os caras iam chegar numa final de conferência.

    O sonho que virou pesadelo

    Naquela época, o time era uma máquina. Wall voando pela quadra, Bradley Beal começando a mostrar que seria estrela, Otto Porter Jr. e Kelly Oubre Jr. como promessas nas alas. O ataque era o sétimo melhor da liga, mano! Wall tinha 26 anos, Beal e Porter 23, Oubre só 21. O futuro parecia brilhante.

    Aí veio aquele Game 7 maldito. Isaiah Thomas e Kelly Olynyk destruíram os sonhos de Washington. E desde então? Só ladeira abaixo.

    Wall se machucou, fez cirurgia no joelho, voltou diferente. Em 2018 veio a lesão no calcanhar, depois uma infecção, e pra fechar com chave de ouro: rompeu o tendão de Aquiles em casa. Nunca mais jogou pelos Wizards. Sinceramente, foi de partir o coração.

    A queda livre mais dolorosa da NBA

    Os últimos três anos foram de dar pena mesmo. 50 vitórias em 196 jogos. Cinquenta! O segundo pior time do período, o Jazz, ganhou 70. É muita incompetência junta.

    E o pior de tudo? A torcida simplesmente parou de ligar. Quando você mora perto da arena e mal percebe que tem jogo em casa, é sinal de que a coisa tá feia. Capital One Arena virou um cemitério — bem diferente daquela explosão de alegria depois da cesta do Wall.

    Eu mesmo parei de assistir. Pagar mais de 100 dólares só pra ver o time apanhar todo jogo? Nem ferrando. E olha que eu era daqueles que não perdia nem aquecimento antes.

    A esperança voltou (será?)

    Mas ó, ganhar a loteria do Draft pode ser o começo de uma nova era. Finalmente os Wizards têm a primeira escolha geral pela primeira vez desde… nossa, desde quando mesmo? Faz tanto tempo que nem lembro.

    Claro, uma pick não resolve tudo. Mas pelo menos agora existe esperança de algo acontecer. E convenhamos: depois de quase dez anos de sofrimento, qualquer coisa positiva já é lucro.

    Vocês acham que os Wizards conseguem aproveitar essa oportunidade? Ou vão conseguir estragar até isso? Porque conhecendo a franquia… (risos nervosos)

    Uma coisa é certa: depois de tanto tempo sendo piada da liga, finalmente existe um motivo pra prestar atenção no que acontece em Washington. E isso, meus amigos, já é um baita progresso.

  • Chet Holmgren pode ser a surpresa no MVP das Finais de 2026?

    Chet Holmgren pode ser a surpresa no MVP das Finais de 2026?

    Cara, vocês viram as odds do Finals MVP de 2026? Tá todo mundo apostando no óbvio — Shai Gilgeous-Alexander como favorito absoluto a -170. Faz sentido, né? O cara já levou o troféu no ano passado e provavelmente vai levar seu segundo MVP consecutivo da temporada regular. Mas eu tô de olho numa jogada mais arriscada que pode dar muito dinheiro.

    O Thunder tá dominando os playoffs de uma forma absurda. Varreu o Suns na primeira rodada e agora tá 3-0 contra os Lakers — praticamente carimbaram vaga na final do Oeste. Do outro lado, os Knicks também varreu os Sixers e tá com -165 pra ganhar a conferência. Cheiro de Thunder x Knicks nas finais, e sinceramente? Seria um jogaço.

    O gigante esquecido

    Mas aqui que fica interessante. Chet Holmgren tá voando baixo no radar das apostas, e isso pode ser um erro. O pivô de 2,13m começou as finais de conferência cotado a +5500 pro Finals MVP, e já baixou pra +3500 — alguém já sacou a jogada.

    Olha os números do cara nos playoffs: 19.1 pontos, 9.1 rebotes e 59.3% nos arremessos de quadra. São máximas da carreira dele em playoffs! E contra os Knicks especificamente? 17.8 pontos e 6.8 rebotes em quatro jogos, com 52.9% de aproveitamento.

    Lembram do Jaylen Brown?

    Aqui que a coisa fica louca. Em 2024, todo mundo apostava no Jayson Tatum pra ser o MVP das finais — ele tava cotado a -110 durante quase todos os playoffs. Resultado? Jaylen Brown levou o troféu nas costas, com odds de +700. O segundo violino roubou a cena.

    E é exatamente isso que pode rolar com Holmgren. O Thunder vai enfrentar uma defesa dos Knicks que segurou os Sixers em 46% nos arremessos e só 31.2% nas bolas de três. Nessa situação, ter um pivô que consegue criar seu próprio arremesso e ainda dominar o garrafão pode ser decisivo.

    Não vou mentir — é uma aposta arriscada. Shai continua sendo o motor desse time e tem tudo pra repetir o feito do ano passado. Mas pra quem gosta de uma emoção diferente e acredita que Holmgren pode explodir nas finais… bem, +3500 não é um odd que a gente vê todo dia.

    E aí, vocês comprariam essa briga? Ou acham que é loucura apostar contra o favorito?

  • 5 caras sobem da G League pro Combine da NBA – quem são eles?

    5 caras sobem da G League pro Combine da NBA – quem são eles?

    Olha que interessante: cinco jogadores acabaram de receber o convite dos sonhos. Saíram do G League Elite Camp direto pro NBA Draft Combine. Pra quem não sabe, isso é tipo ser chamado da série B pro time principal — uma oportunidade de ouro que pode mudar a vida desses caras.

    Os escolhidos foram Rafael Castro, Jacob Cofie, Bryce Hopkins, Trey Kaufman-Renn e Aaron Nkrumah. Nomes que talvez vocês não conheçam ainda, mas que podem estar fazendo história daqui uns anos.

    Os gigantes do garrafão

    Castro é um pivô de 2,11m que jogou em George Washington. O cara é monstro: 15.3 pontos por jogo com 62.7% de aproveitamento nos arremessos. Cara, 62%! E ainda pegava 9.1 rebotes, 1.8 roubadas e 1.7 tocos. Sinceramente, números assim chamam atenção de qualquer scout.

    Cofie também é do garrafão, mas um pouco mais baixo (2,08m) e veio da USC. Os números dele são mais modestos — 9.9 pontos e 6.8 rebotes — mas 1.8 bloqueios por jogo não é brincadeira. Esse tipo de defensivo sempre tem espaço na NBA.

    A versatilidade que a liga ama

    Hopkins terminou a carreira universitária em St. John’s como um ala de 2,01m que sabia fazer de tudo: 13.6 pontos, 6.2 rebotes. Jogador completo, desses que os técnicos adoram porque encaixam em qualquer sistema.

    Kaufman-Renn (que nome é esse, cara?) foi titular por três anos em Purdue. Com 2,06m, o ala fazia 14.2 pontos com impressionantes 57.8% de aproveitamento, 8.3 rebotes e ainda distribuía 2.5 assistências. Versatilidade pura.

    E tem o Nkrumah, de Tennessee State, que com 1,98m era o cestinha do time: 17.7 pontos, além de roubar 2.8 bolas por jogo. Esse cara sabe jogar basquete, não tem jeito.

    Na minha visão, essa chamada pro Combine é gigantesca pra esses cinco. Agora é mostrar que não foi sorte — que realmente merecem uma chance na melhor liga do mundo. Vocês acham que algum deles consegue ser draftado?

  • Bomba no Sixers: jogadores questionaram comando técnico em reunião tensa

    Bomba no Sixers: jogadores questionaram comando técnico em reunião tensa

    Gente, que confusão foi essa no Philadelphia 76ers? Uma bomba acabou de estourar sobre o que rolou nos bastidores da franquia durante a temporada. Aparentemente, um grupo de jogadores se reuniu com a comissão técnica numa sessão que quase virou briga feia.

    A história é a seguinte: no dia 1º de abril (e não, não é pegadinha), antes de um treino em Washington, vários jogadores do Sixers bateram de frente com Nick Nurse e sua equipe. O clima esquentou tanto que quase cancelaram a atividade. Imaginem a cena…

    O que os jogadores reclamaram

    Os caras foram diretos: questionaram o envolvimento de alguns companheiros nas atividades do time (traduzindo: alguém tava meio por fora) e, pasmem, disseram que a comissão técnica não tinha controle suficiente do vestiário.

    Olha, quando jogador vai falar isso pro técnico na cara dura, é porque a situação já tá bem complicada mesmo. Não é qualquer descontentamento não — é coisa séria.

    E não é coincidência que isso tenha rolado no mesmo dia que Joel Embiid postou aquele desabafo no Twitter: “Acho que eles não vão me deixar jogar basquete!!”. O cara queria entrar em quadra contra o Washington Wizards mas foi vetado por doença. Vocês viram como ele ficou frustrado?

    Embiid detonou a direção

    Dias depois, o MVP não segurou a língua e mandou a real. “Eu queria jogar basquete. Não me deixaram jogar basquete”, disse Embiid. “Acho que essa é mais uma pergunta para o Daryl Morey e quem toma as decisões.”

    Mano, quando o cara principal do seu time fala isso publicamente sobre o GM, é porque a relação já era mesmo.

    Agora o buraco ficou mais embaixo. Com essa eliminação vexatória pros Knicks na segunda rodada (um 4 a 0 que doeu na alma), tanto Nick Nurse quanto Daryl Morey podem estar com os dias contados. A diretoria ainda não bateu o martelo, mas todo mundo sabe que vai rolar avaliação pesada.

    E aí, vocês acham que o Sixers vai dar uma mexida geral mesmo? Porque sinceramente, depois dessa temporada frustrante e com essas tretas internas vindo à tona, parece que alguma coisa tem que mudar por lá.

  • Bucks mantêm Giannis no limbo: trocar ou renovar o projeto?

    Bucks mantêm Giannis no limbo: trocar ou renovar o projeto?

    Olha, a situação do Giannis em Milwaukee tá ficando cada vez mais tensa. O GM Jon Horst confirmou no domingo que os Bucks estão literalmente tocando dois pianos ao mesmo tempo: ou trocam o Greek Freak ou montam um time campeão ao redor dele. E a decisão tem que sair antes do Draft, que rola nos dias 23 e 24 de junho.

    “Os dois caminhos estão muito vivos para nós”, disse Horst. Cara, imagina a pressão que deve ser gerir uma franquia nessa encruzilhada. De um lado você tem um cara que já foi MVP duas vezes e levou Milwaukee ao título em 2021. Do outro, você tem a realidade crua: o time não tá conseguindo competir de verdade pelos playoffs.

    O mercado tá esquentando

    Segundo o Shams Charania da ESPN, os Bucks já estão de ouvido aberto para propostas pelo Giannis — assim como fizeram antes da trade deadline. E olha, eu não culpo eles. Depois da temporada frustrante que tiveram, qualquer GM responsável faria isso.

    No lottery de domingo, Milwaukee ficou na 10ª posição mesmo. Horst foi esperto ao dizer que essa pick pode servir pros dois cenários: ou desenvolver um jovem junto com o Giannis ou usar como moeda de troca para buscar veteranos. Sinceramente, acho que eles vão pelo segundo caminho se decidirem ficar com o cara.

    E não é que eles não têm munição, não. Os Bucks ainda têm picks de primeira rodada disponíveis para 2031 e 2033. Lembrando que essa franquia já usou picks de primeira agressivamente no passado — foi assim que trouxeram Jrue Holiday e Damian Lillard.

    Pressão dos donos

    O co-proprietário Jimmy Haslam meio que forçou a barra essa semana, dizendo que quer uma resolução antes do Draft. Horst tentou amenizar a coisa, mas a real é que o prazo tá aí. “Para nós, é sobre ter uma ótima offseason mantendo os dois caminhos abertos”, disse o GM.

    E o lottery não ajudou muito a definir as coisas. Golden State e Miami — dois times que sempre são linkados ao Giannis — não subiram nas posições. Brooklyn, que tem picks suficientes para montar um pacote monstro, caiu para a 6ª posição mesmo tendo boas chances de pegar o topo.

    Vocês acham que os Bucks deveriam mesmo trocar o Giannis? Ou ainda dá pra montar algo competitivo ao redor dele? Porque olhando de fora, parece que o tempo tá passando e Milwaukee precisa tomar uma decisão logo. A combine em Chicago essa semana vai ser crucial — cada conversa vai ter o futuro do Greek Freak no centro das discussões.

  • Adam Silver defende apostas mesmo com os escândalos na NBA

    Adam Silver defende apostas mesmo com os escândalos na NBA

    Olha só que situação complicada: Adam Silver, comissário da NBA, teve que sair em defesa das apostas esportivas mesmo com todos os escândalos que rolaram nesta temporada. E cara, não foi pouca coisa não — tivemos jogador e técnico sendo presos por esquemas de apostas.

    Silver foi bem direto numa entrevista: ‘O maior valor pra gente é o engajamento dos fãs’. Traduzindo: se você pode apostar no jogo, você fica grudado na TV. Simples assim.

    O pioneiro que se meteu numa enrascada

    Tem que dar o braço a torcer pro Silver — o cara foi visionário. Foi o primeiro comissário de liga profissional americana a bater o pé e falar: ‘gente, vamos legalizar as apostas de uma vez’. Isso foi anos antes de todo mundo embarcar nessa onda.

    Só que agora… bom, deu no que deu. Jogador da ativa preso. Técnico na cadeia. E uma pesquisa da Universidade Quinnipiac mostrou que apenas 19% dos fãs da NBA acreditam que esquemas ilegais de apostas são raros na liga. Ou seja: 81% do pessoal acha que rola muita coisa suspeita por aí.

    Sinceramente, eu entendo o dilema do Silver. Por um lado, as apostas trouxeram cerca de US$ 170 milhões anuais pros cofres da liga — dinheiro que não é pouco, né? Por outro, criou uma dor de cabeça danada.

    Não dá pra fingir que tá tudo bem

    ‘Não estou no ponto de dizer que me arrependo de ter apoiado isso’, falou Silver. Mas completou: ‘acho que devemos aprender todo dia com o comportamento que estamos vendo’.

    E olha que ele foi honesto: ‘Não quero ser ingênuo. Não quero ficar falando como se fosse maravilhoso todo mundo apostando nos nossos jogos’.

    Monstro, essa frase aí mostra que o cara tá ligado na realidade. Porque vamos combinar: por mais que as apostas tenham aumentado a audiência (e aumentaram mesmo), os problemas que vieram junto são bem sérios.

    E vocês, o que acham? Vale a pena manter essa parceria com as casas de apostas mesmo com todos esses escândalos? Ou a NBA deveria dar uma segurada nessa história?

    Eu fico pensando: será que o engajamento dos fãs realmente compensa toda essa dor de cabeça? Porque uma coisa é certa — a credibilidade da liga tá em jogo tanto quanto os US$ 170 milhões anuais.