Autor: Leandro Amorim

  • Fat Joe cutuca técnico dos Knicks e Ben Stiller vira fã declarado

    Fat Joe cutuca técnico dos Knicks e Ben Stiller vira fã declarado

    Cara, só os Knicks mesmo para transformar um treino numa sessão de comédia stand-up. O Fat Joe simplesmente roubou a cena na coletiva do técnico Mike Brown, zoando o cara por causa do tênis que ele usa e ainda pedindo um par autografado se eles ganharem o título. Isso sim é confiança!

    A situação ficou ainda mais surreal quando o Ben Stiller apareceu filmando tudo do lado da quadra. Brown estava claramente nas nuvens: “Dia incrível pra mim hoje. Pela primeira vez consegui conhecer o Ben Stiller. Dei um aperto de mão e um abraço nele. E tenho meu cara Fat Joe sentado ali atrás. Que dia incrível!”

    A febre dos famosos tomou conta do MSG

    Olha, eu sempre soube que Nova York era uma cidade louca, mas essa paixão pelos Knicks nas Finais está em outro nível. Além do Fat Joe e Ben Stiller, tem uma lista de famosos que virou quase um catálogo da Hollywood: Spike Lee (esse aí é veterano), Tracy Morgan, Timothée Chalamet… Todo mundo grudado no time.

    E o mais legal? Brown contou que a esposa dele ficou tímida demais para pedir uma foto com o Stiller quando os Knicks garantiram a vaga nas Finais em Cleveland. Imagina a cena: mulher do técnico campeão ficando nervosa para falar com ator. Muito humano isso, não acham?

    “União que não se via desde o 11 de setembro”

    Mas a fala do Fat Joe que me arrepiou foi sobre como os Knicks estão unindo a cidade. O rapper disse que viu “judeus hassídicos fazendo breakdance com garotos negros do lado de fora do estádio”. E comparou com o sentimento pós-11 de setembro: “Se vocês querem saber como nos sentimos após a tragédia do 11 de setembro, é o que estão vendo em Nova York agora — todo mundo junto.”

    Cara, isso é poderoso demais. Ele contou que tem um amigo que colocou um telão no quintal e a vizinhança inteira — gente que nunca se falou na vida — está indo lá assistir os jogos, abrindo a geladeira como se fosse de casa. É isso que o basquete faz, né? Une as pessoas de um jeito inexplicável.

    Sinceramente? Primeira vez desde 1999 que os Knicks chegam às Finais. Era óbvio que a cidade ia pirar. Mas ver essa galera toda abraçando o time, desde o Fat Joe zoando o técnico até o Ben Stiller virando cinegrafista amador… isso mostra que quando Nova York abraça alguma coisa, abraça de verdade.

    E aí, vocês acham que essa energia toda dos famosos vai dar sorte pros Knicks? Ou é só mais pressão?

  • Dylan Harper vai brilhar no Jogo 3? Análise Spurs x Knicks

    Dylan Harper vai brilhar no Jogo 3? Análise Spurs x Knicks

    Gente, que Finals maluca estamos vendo! Os Spurs estão perdendo por 2-0 para os Knicks, mas eu tô vendo algo especial acontecendo com Dylan Harper. O garoto não tá jogando como rookie — tá jogando como veterano.

    E olha só a mentalidade do cara: “Não é o primeiro a ganhar dois jogos. Não podemos baixar a cabeça por isso.” Cara, 19 anos e falando assim? Isso é confiança pura.

    Harper pode explodir no Garden

    Olha, eu tenho uma teoria sobre esse jogo 3. Harper é de Nova Jersey, praticamente cresceu ali do lado do Madison Square Garden. Sinceramente acho que ele vai usar isso a favor dele.

    No jogo 2, o moleque foi um monstro no último quarto — nove dos 15 pontos dele foram nos minutos finais, atacando o garrafão e provocando faltas. A velocidade combinada com a força física dele tá dando trabalho até pros melhores defensores dos Knicks.

    O Mitch Johnson já tá confiando nele nos momentos decisivos. Na minha visão, se ele continuar com essa minutagem, facilmente passa dos 12.5 pontos que as casas estão oferecendo.

    Os Knicks têm fórmula em casa

    Agora vou ser sincero: os Knicks em casa são outra coisa. Madison Square Garden é um caldeirão, e esse time tem 28-15 contra o spread como favorito em casa na temporada. Absurdo.

    O Mikal Bridges foi fundamental no jogo 2 — 8/13 nos arremessos, destruindo pelo perímetro quando os Spurs faziam blitz no Brunson. E o mais impressionante? Ele fez isso saindo do banco quando Brunson e KAT descansaram.

    Vocês acham que os Spurs conseguem segurar essa pressão toda? Porque pelo que eu vi nos dois primeiros jogos, eles meio que desabam no clutch time. Bolas perdidas bobas, rebote ofensivo ruim… é como se as luzes da Broadway cegassem os garotos de San Antonio.

    Minha aposta para o jogo

    Olha, eu gosto muito do Harper over 12.5 pontos. O cara tá pegando confiança, o técnico tá dando minutagem, e ele volta pra região onde cresceu. Tem tudo pra ser uma noite especial.

    Sobre o resultado do jogo? Os Knicks são favoritos por apenas 2 pontos, mas em casa eles são praticamente imbatíveis. Brunson não precisa carregar o time sozinho — quando ele acerta aquelas cestas decisivas, é game over.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem reagir ou vai ser 3-0 para os Knicks? Harper tem potencial pra ser o X da questão nessa série, mas precisa de ajuda do Wemby e do resto do elenco.

  • Shamet virou herói dos Knicks e ninguém esperava isso

    Shamet virou herói dos Knicks e ninguém esperava isso

    Cara, quando você pensa nos Knicks chegando nas Finals pela primeira vez em décadas, automaticamente vem na cabeça o Jalen Brunson e o Karl-Anthony Towns, né? Mas eu preciso falar de um cara que tá sendo absolutamente crucial nessa campanha histórica: Landry Shamet.

    E olha que história maluca a desse cara. Há dois anos seguidos ganhando salário mínimo veterano, lidando com lesão no ombro que o deixou fora por um terço da temporada regular… Sinceramente, ninguém apostava muito nele quando a temporada começou.

    De esquecido a herói em questão de jogos

    O negócio mudou completamente nas Semifinais de Conferência contra o Sixers. Shamet simplesmente explodiu nos jogos 3 e 4 na Filadélfia — 15 e 12 pontos respectivamente. Mais importante ainda: acertou 6 de 9 tentativas do perímetro nos dois jogos. Foi ele quem praticamente selou a série.

    Mas a loucura mesmo aconteceu no jogo 1 das Finals de Conferência. Os Knicks perdendo por 22 pontos, faltando só 7 minutos, e o Josh Hart jogando mal pra caramba. O técnico Mike Brown teve a coragem de colocar o Shamet junto com os titulares pra dar espaçamento.

    Resultado? Uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA.

    As cestas que mudaram tudo

    Shamet fez só 9 pontos naquele jogo, mas foram os 9 pontos mais importantes da temporada dos Knicks. Primeiro um arremesso de 3 que cortou a vantagem pra 17. Depois outro que quicou na tabela e entrou faltando menos de um minuto — empatou o jogo. E por fim, a cesta da vitória na prorrogação.

    Vocês acham que foi sorte? Nos jogos seguintes da série, o cara meteu 14 e 16 pontos. Resultado final das Finals de Conferência: 11 acertos em 12 tentativas de 3 pontos. Absurdo.

    E nas Finals mesmo, com o Brunson meio travado e o ataque dos Knicks não funcionando 100%, quem apareceu? Shamet de novo. Dois jogos seguidos com 13 pontos cada, ajudando Nova York a abrir 2-0 jogando fora de casa.

    O cara que ninguém via vindo

    O mais louco é pensar que sem o Shamet, os Knicks provavelmente nem estariam nas Finals. O Miles McBride tá com média de menos de 7 pontos nos playoffs, o Jordan Clarkson praticamente sumiu da rotação… E aí você tem esse cara saindo do banco e salvando o time nos momentos decisivos.

    Na minha visão, essa é uma daquelas histórias que só o basquete consegue criar. Um veterano ganhando salário mínimo, que passou boa parte da temporada machucado, vira peça-chave na busca pelo primeiro título dos Knicks em mais de 50 anos.

    Ainda faltam duas vitórias pra conquistar tudo, mas uma coisa eu garanto: se os Knicks levantarem o troféu, o número 44 do Shamet vai estar pendurado no teto do Madison Square Garden. E vai ser mais do que merecido.

    E aí, quem aqui apostou no Shamet como herói dos playoffs? Eu confesso que não, mas tô aqui aplaudindo de pé!

  • Finals no MSG: Trump na arquibancada e 27 anos de espera

    Finals no MSG: Trump na arquibancada e 27 anos de espera

    Cara, vocês conseguem imaginar? As Finals da NBA voltando pro Madison Square Garden depois de 27 anos. VINTE E SETE ANOS! A última vez foi em 1999, quando o Jordan Clarkson tinha 7 anos de idade. Eu nem tinha nascido direito ainda.

    E se não bastasse toda essa emoção histórica, agora o presidente Trump vai estar lá na segunda-feira pro Jogo 3. Primeira vez na história que um presidente americano em exercício assiste um jogo das Finals da NBA. O negócio vai ser absolutamente insano.

    O Garden vai explodir de emoção

    Josh Hart, que já jogou 30 playoffs em casa pelo Knicks, sabe exatamente o que esperar: “O Garden vai estar pegando fogo”, disse ele. E olha, eu acredito. Se já é difícil conseguir ingresso pra um jogo normal dos Knicks no MSG, imagina pras Finals depois de quase três décadas?

    O Jalen Brunson tá tentando manter os pés no chão, falando que “ainda tem trabalho a fazer”. Mas, sinceramente? Deve ser impossível não sentir essa pressão toda. Do outro lado, o rookie Dylan Harper dos Spurs já tá admitindo que vai ser “tudo que eu sonhei vezes 10”.

    E vocês acham que os caras conseguem mesmo fingir que é só mais um jogo? Eu duvido muito.

    Segurança reforçada muda tudo

    Com o Trump na área, o MSG vai virar praticamente um aeroporto. Proibição de bolsas, revista estilo TSA, chegada duas horas antes do jogo… O Adam Silver falou que isso “adiciona à grandeza do evento”, mas imagina o stress pros torcedores?

    O mais bizarro é que cancelaram até a festa de rua que iam fazer do lado de fora do Garden. A galera que não conseguiu ingresso vai ter que se virar pra assistir em casa mesmo.

    Na minha opinião, isso tudo vai criar uma atmosfera completamente diferente. Não sei se boa ou ruim, mas definitivamente única. Os Knicks lideram a série por 2-0, então qualquer deslize dos Spurs pode ser fatal.

    O que vocês acham? Toda essa pressão extra vai favorecer os donos da casa ou pode fazer eles ficarem nervosos demais? Segunda-feira às 21h30 a gente descobre. Vai ser histórico de qualquer jeito.

  • Confusão total: Watch party do Knicks cancelada por causa do Trump

    Confusão total: Watch party do Knicks cancelada por causa do Trump

    Gente, que bagunça é essa? Os Knicks estão a um passo de fazer história nas finais da NBA — lideram por 2-0 contra o Spurs — e aí cancelam a watch party do Jogo 3 por causa da visita do presidente Trump ao Madison Square Garden.

    Olha, eu entendo que segurança é importante, mas os fãs que se lasquem né? Os ingressos para o jogo estão custando uma fortuna (como sempre), então a galera estava contando com essa watch party na frente da arena pra pelo menos sentir a vibe do Garden sem quebrar o cofrinho.

    NYPD vs MSG: quem tá mentindo?

    E aqui que a coisa fica interessante. A polícia de Nova York jogou a culpa no Serviço Secreto, basicamente dizendo que foi por causa da presença do Trump. Já o Madison Square Garden veio com outra versão completamente diferente.

    O MSG falou que a prefeitura que negou a permissão — e que NÃO tem nada a ver com o presidente. Cara, alguém tá mentindo aqui. Ou os dois estão cobrindo alguma coisa maior.

    “A permissão foi negada pelo escritório de licenças da cidade em consulta com a NYPD. No entanto, a Casa Branca confirmará que isso não é sobre o Presidente”, disse o porta-voz do MSG.

    Trump fazendo história (querendo ou não)

    Se o Trump realmente aparecer no jogo, vai ser a primeira vez na história que um presidente em exercício assiste uma final da NBA. Sinceramente? Eu preferia que essa marca histórica ficasse pra outro momento, mas fazer o quê.

    O Josh Hart, do próprio Knicks, já tinha reclamado dos preços “ridículos” dos ingressos. Agora imagina: além de pagar uma nota preta, os fãs ainda têm que chegar duas horas mais cedo por causa do esquema de segurança presidencial.

    Os Knicks voltam pro Garden pela primeira vez em 27 anos nas finais. Vinte e sete anos, mano! E aí rola toda essa confusão. Será que conseguem fingir que é só mais um jogo?

    Uma coisa é certa: se ganharem na segunda, podem fechar a série em casa na quarta-feira. Seria o primeiro título desde 1973. Mas primeiro precisam lidar com toda essa ciranda política e de segurança.

    E vocês, o que acham? Vale a pena todo esse stress por causa de uma visita presidencial? Os fãs mereciam coisa melhor, na minha opinião.

  • Spurs precisam de milagre pra parar os Knicks no Garden

    Spurs precisam de milagre pra parar os Knicks no Garden

    Olha, vou ser bem direto com vocês: depois de dois jogos, os Knicks estão simplesmente destruindo os Spurs nessa final da NBA. E agora, com a série se mudando pra Nova York, a coisa pode ficar ainda mais complicada pro San Antonio.

    Karl-Anthony Towns tá jogando como se fosse 2K no modo fácil, Jalen Brunson virando clutch master quando a coisa aperta, e a defesa dos Knicks tá fazendo os Spurs sofrerem pra pontuar. Treze vitórias seguidas nos playoffs — isso não é brincadeira, pessoal.

    Madison Square Garden vai virar um inferno

    Josh Hart já avisou que “o Garden vai tremer”. E cara, quem conhece aquela arena sabe que quando os nova-iorquinos ficam empolgados, vira uma loucura mesmo. Faz 53 anos que eles não ganham um título — dá pra imaginar a pressão? Até o Trump confirmou presença, segundo as notícias.

    Na minha visão, esse é exatamente o tipo de ambiente que pode quebrar um time jovem como os Spurs. Wembanyama já passou por muita coisa, mas uma final da NBA em Nova York é outro nível.

    Fox precisa assumir o protagonismo

    Uma coisa que me chamou atenção é como o técnico Mitch Johnson precisa urgentemente dar mais minutos pro De’Aaron Fox. Os números não mentem: Spurs +2 com Fox em quadra, -15 com Stephon Castle. O garoto Castle tem potencial, mas tá claramente nervoso — errando bandejas e cometendo cada turnover que dá dó.

    Fox também não tá incendiando (44% nos arremessos gerais), mas pelo menos consegue organizar melhor o ataque. A dupla Fox-Dylan Harper no backcourt pode ser a chave pra San Antonio conseguir respirar um pouco no ataque.

    O problema real está no fim das jogadas

    Sinceramente, a defesa dos Spurs tá fazendo um trabalho decente. Os Knicks estão com rating ofensivo de apenas 106.6 — isso seria o pior ataque da liga na temporada regular! O problema é que San Antonio conseguiu ser ainda pior, com míseros 101 pontos por 100 posses.

    Wembanyama colocou o dedo na ferida: “Precisamos capitalizar, usar todos os esforços que fizemos”. É isso aí, monstro. O time até consegue criar algumas oportunidades, mas na hora de finalizar… aí que tá o problema.

    E tem outro detalhe que me preocupa: Brunson pode até estar arremessando mal (33.9%), mas quando o jogo aperta mesmo, quando é make or break, o cara simplesmente resolve. Essa experiência clutch dos Knicks contra a juventude dos Spurs pode ser decisiva.

    Vocês acham que os Spurs conseguem reagir jogando fora de casa, ou os Knicks vão fechar a série no Garden mesmo? Porque do jeito que as coisas estão andando, pode ser que nem precise voltar pra San Antonio…

  • KAT nas Finais pode acabar com sonho do Giannis nos Knicks

    KAT nas Finais pode acabar com sonho do Giannis nos Knicks

    Olha, eu nunca imaginei que ia escrever isso, mas Karl-Anthony Towns pode estar matando de vez as chances do Giannis Antetokounmpo vestir a camisa dos Knicks. É isso mesmo que vocês leram.

    Enquanto os Knicks estão a duas vitórias do título (cara, ainda não acredito que isso tá acontecendo), o KAT simplesmente virou outro jogador. E isso tá mudando completamente os planos de todo mundo na NBA.

    KAT ressuscitou na hora certa

    Lembram do começo da temporada? Towns tava sofrendo pra se adaptar ao Mike Brown, e todo mundo — eu incluso — achava que ele seria negociado. Os rumores de troca por Giannis eram tão fortes que pareciam questão de tempo.

    Mas aí o homem foi e fez o que ninguém esperava: jogou o melhor basquete da carreira dele justamente nas Finais da NBA. Através dos dois primeiros jogos, KAT tá com médias de 19.5 pontos e 12.5 rebotes, acertando 42.9% das bolas de três. E o mais absurdo? Tá defendendo o Wembanyama como se fosse coisa fácil.

    Sinceramente, se alguém me falasse no início da temporada que Towns ia estar brigando pelo MVP das Finais, eu ia rir. Mas aqui estamos.

    Giannis ficou sem parceiro de dança

    A questão é simples: como é que os Knicks vão desmantelar um time que tá voando rumo ao título? Não faz o menor sentido. Se eles ganharem essas Finais — e tudo indica que vão — seria loucura trocar o KAT logo depois.

    E olha que os Knicks sempre foram cotados como destino certo pro Greek Freak. Até rolaram conversas entre os times em agosto passado, mas pararam por aí. Agora, com Towns jogando desse jeito, essas conversas devem ter morrido de vez.

    Do lado de Milwaukee, a pressão só aumenta. O Giannis pode virar agente livre em 2027 e não tá dando garantias de que fica. Os Bucks querem resolver isso antes do Draft, que rola esse mês. O co-proprietário Jimmy Haslam já falou que vão fazer “o melhor para o Giannis e para a organização”.

    Mas e aí, pessoal — vocês acham que Giannis ainda tem chance de parar em New York? Ou KAT matou de vez essa possibilidade com essas performances monstras?

  • 76ers mexem na diretoria: Jameer Nelson promovido e mudanças chegando

    76ers mexem na diretoria: Jameer Nelson promovido e mudanças chegando

    Os Philadelphia 76ers estão mexendo no organograma da franquia, e olha, as mudanças são bem interessantes. Jameer Nelson, aquele armador que a gente conheceu bem nos tempos de quadra, foi promovido para vice-presidente executivo de operações de basquete da equipe.

    Nelson vai trabalhar diretamente com Mike Gansey, que foi contratado recentemente como presidente de operações de basquete dos Sixers. É uma dupla que promete, considerando que ambos tiveram experiência sólida no basquete em diferentes níveis.

    Prosper Karangwa fica na Filadélfia

    Além da promoção do Nelson, a franquia também renovou o contrato de Prosper Karangwa, que atua como gerente-geral assistente. Isso é bem significativo porque, pelo que soubemos, várias equipes rivais estavam de olho no Karangwa para cargos importantes em seus front offices nesta offseason.

    Sinceramente, faz todo sentido os Sixers segurarem o cara. Quando você tem alguém que outras franquias estão querendo contratar, é porque o trabalho dele tá sendo reconhecido pela liga toda.

    E o Elton Brand?

    Agora, a situação do Elton Brand é interessante. O atual gerente-geral vai deixar essa função, mas a Harris Blitzer Sports & Entertainment (empresa controladora dos 76ers) está trabalhando em uma nova posição para ele dentro da organização.

    Olha, isso não me surpreende muito. Brand teve altos e baixos como GM, mas o cara tem conhecimento e experiência. Manter ele na estrutura, mesmo que em outro cargo, pode ser uma jogada inteligente — especialmente se conseguirem usar melhor suas qualidades.

    Vocês acham que essas mudanças vão ajudar os Sixers a finalmente montarem um time competitivo de verdade? Porque, convenhamos, eles precisam urgentemente acertar as peças do quebra-cabeça para não desperdiçarem mais uma temporada do Joel Embiid.

    O que tá claro é que a organização quer uma cara nova no comando das operações de basquete. Depois de anos de altos e baixos, talvez seja exatamente isso que eles precisavam.

  • KAT pode não ganhar extensão máxima mesmo arrebentando nas Finals

    KAT pode não ganhar extensão máxima mesmo arrebentando nas Finals

    Cara, o Karl-Anthony Towns tá simplesmente destruindo nas Finals. O cara está sendo fundamental na vantagem de 2-0 dos Knicks contra os Spurs, e olha que defesa absurda ele tá fazendo no Wembanyama! Mas aqui vem o plot twist: mesmo com essa performance monstro, ele pode não ganhar aquela extensão máxima que todo mundo esperava.

    Vou ser sincero com vocês — essa situação é bem mais complicada do que parece na superfície.

    O dilema financeiro que ninguém quer falar

    O KAT ainda tem dois anos de contrato pela frente: $57 milhões em 2026-27 e uma opção de jogador de $61 milhões para 2027-28. Se ele quiser, pode recusar essa opção e assinar uma extensão de quatro anos que chegaria nos $272 milhões. Duzentos e setenta e dois milhões! É dinheiro pra caramba.

    Mas aí que mora o problema dos Knicks. O time já tá com dor de cabeça por causa do salary cap (aquele limite salarial que todo mundo odeia), e ainda tem que decidir o que fazer com Mitchell Robinson e Landry Shamet, que viram agentes livres neste verão.

    A pressão por um desconto

    Olha só que situação interessante: tanto o Jalen Brunson quanto o Mikal Bridges toparam ganhar menos nas suas renovações para manter o time competitivo. Agora os Knicks querem que o Towns faça a mesma coisa. É quase como se fosse uma tradição da casa — “quer ficar? Então aceita ganhar um pouquinho menos”.

    Sinceramente, eu acho que faz sentido do ponto de vista da franquia. Se eles dão o máximo pro KAT, como vão manter outros jogadores importantes? E vocês acham que o Towns vai topar essa? Depois de uma performance dessas nas Finals, o cara tem todo direito de pedir a grana toda.

    Imaginem só a conversa no vestiário: “E aí, KAT, você que tá carregando a gente nas costas, que tal ganhar $50 milhões a menos pra ajudar o time?” Complicado, né?

    No final das contas, essa decisão vai definir muito sobre o futuro dos Knicks. Eles conseguem convencer mais um cara a aceitar menos dinheiro pelo bem do projeto? Ou vão ter que escolher entre manter o KAT feliz e manter o resto do elenco? Essa offseason promete ser um jogaço nos bastidores.

  • Anthony Edwards tá cobrando: quer reforços nos Wolves

    Anthony Edwards tá cobrando: quer reforços nos Wolves

    Olha, eu não sei vocês, mas quando o Anthony Edwards fala, eu paro pra escutar. E pelo visto ele tá bem incomodado com o que viu acontecer com o Karl-Anthony Towns.

    Segundo o Brian Windhorst da ESPN, o Ant Man tá querendo que os Timberwolves melhorem o elenco — e não é pra menos. O cara viu o ex-companheiro KAT chegando nas Finals pelo Knicks enquanto ele ficou vendo de casa. Isso deve doer, né?

    A cobrança do franchise player

    “Daqui pra frente, depois desta série, o futuro dos Timberwolves tá meio em questão por causa do que o Ant sente sobre o elenco”, disse Windhorst. E completou: “Eu me pergunto se o KAT ainda estivesse lá, se ele faria isso”.

    Cara, imagina você sendo o cara do time, tendo que carregar tudo nas costas, e ver seu ex-parceiro disputando o título com outro uniforme? Eu entendo a frustração do Edwards. O moleque é um monstro, mas basquete é esporte coletivo.

    Contrato milionário e pressão por títulos

    O Anthony Edwards tá amarrado com Minnesota até a temporada 2028-29, com quase US$ 157 milhões ainda por receber. Absurdo de grana, né? Ele pode assinar uma extensão já neste offseason, mas provavelmente vai esperar pelo menos um ano pra maximizar o acordo.

    E sabe o que eu acho? Edwards tá certo em usar esse tempo pra ver se os Wolves conseguem montar um time de verdade. O cara quer ganhar anel — e quem não quer? Mas pra isso precisa de ajuda.

    Sinceramente, acho que Minnesota tá numa encruzilhada. Eles têm um jogador franchise incrível, mas precisam mostrar pra ele que têm ambição de título. Senão, daqui uns anos, pode rolar aquela história conhecida: estrela pedindo trade.

    E aí, vocês acham que os Wolves conseguem montar um elenco competitivo ao redor do Edwards? Ou será que vamos ver mais uma franquia desperdiçando o auge de um craque?