Autor: Leandro Amorim

  • Tony Parker se emociona ao ver Wemby usando sua camisa de criança

    Tony Parker se emociona ao ver Wemby usando sua camisa de criança

    Cara, essa história me pegou desprevenido. Tony Parker acabou de revelar um momento que mostra como o basquete conecta gerações de forma absurda.

    Acontece que quando o Wembanyama tinha apenas 10 anos, ele já usava a camisa #9 do Tony Parker dos Spurs. Mas o mais louco? O Victor nunca contou isso pro TP quando os dois estavam juntos no ASVEL — o time francês do próprio Parker.

    O momento que emocionou o Hall da Fama

    “Quando os Spurs draftaram ele em primeiro lugar, ele postou uma foto nas redes sociais com minha camisa de quando tinha dez anos. Ele tinha guardado essa foto e eu nunca soube quando ele estava comigo no ASVEL”, contou Parker.

    O francês esperou o momento perfeito — ser draftado pelos mesmos Spurs onde Tony fez história — pra revelar essa homenagem ao mundo. Imagina a emoção do TP vendo aquilo?

    “Da mesma forma que Michael Jordan me inspirou, me senti muito orgulhoso de inspirar alguém assim”, disse Parker, visivelmente emocionado.

    De discípulo a protagonista das finais

    E olha que timing absurdo: agora o Wemby está nas Finais da NBA vestindo exatamente a mesma camisa dos Spurs que o inspirou desde criança. Os dois até ganharam um campeonato juntos no ASVEL antes do Victor vir pra NBA.

    Sinceramente, essa conexão entre o Tony — que revolucionou o basquete francês na NBA — e o Wemby — que tá prestes a dominar a liga pelos próximos 15 anos — é de arrepiar.

    Na real, faz total sentido. Parker foi pioneiro, abriu caminho, mostrou que um francês podia não apenas jogar na NBA, mas dominar ela. Quatro títulos, MVP das Finais em 2007… o cara é lenda.

    Agora o Wemby tá tentando escrever sua própria história contra os Knicks no Madison Square Garden. Com 0-2 no placar, os Spurs precisam de uma virada histórica. Vocês acham que o garoto consegue fazer a mágica acontecer igual seu ídolo fez tantas vezes?

  • Jameer Nelson sobe na hierarquia dos 76ers e vira VP executivo

    Jameer Nelson sobe na hierarquia dos 76ers e vira VP executivo

    Olha só que movimento interessante dos Sixers: junto com a contratação do Mike Gansey como novo presidente de operações de basquete, eles promoveram o Jameer Nelson para vice-presidente executivo de operações de basquete. Basicamente, o cara que era scout há poucos anos agora é o número 2 da franquia na Filadélfia.

    E eu tenho que admitir — essa ascensão do Nelson me impressiona. O cara começou como scout e assistente de GM do Delaware Blue Coats em 2020, depois virou GM do time afiliado e no ano passado já tinha subido para assistente de GM dos Sixers. Agora é VP executivo. Isso é o que eu chamo de fazer o dever de casa direito.

    A reformulação completa do front office

    Mas não para por aí. O Prosper Karangwa, que era VP de pessoal de jogadores, renovou por vários anos (e ainda bem, porque Lakers e Mavs estavam de olho nele). Já o Elton Brand… bom, ele não vai mais ser GM. Segundo as informações, o cara “optou por não se candidatar” para o cargo de presidente quando o Daryl Morey saiu.

    Sinceramente? Acho que essa mexida toda era necessária. Os Sixers precisavam de sangue novo, e promover alguém de dentro como o Nelson mostra que eles confiam no trabalho que vem sendo feito nos bastidores.

    De Saint Joe’s para a NBA

    A trajetória do Nelson é bem legal de acompanhar. O cara jogou na Saint Joseph’s aqui na região, teve uma carreira sólida na NBA como armador, e quando decidiu parar não sabia bem o que fazer. “Inicialmente, eu não sabia o que queria fazer, se era front office, técnico, mídia, sei lá”, ele disse numa entrevista em 2024.

    Foi o próprio Elton Brand que deu a oportunidade inicial em 2020. E olha onde chegou — de scout para vice-presidente executivo em menos de seis anos. É o tipo de história que mostra como networking e trabalho duro fazem diferença nesse negócio.

    Os Sixers vão apresentar o Gansey oficialmente amanhã às 10h. E aí, vocês acham que essa nova estrutura vai conseguir finalmente montar um time campeão na Filadélfia? Porque convenhamos, já passou da hora dos Sixers voltarem ao topo.

  • NBA volta atrás e cancela falta técnica polêmica do Robinson

    NBA volta atrás e cancela falta técnica polêmica do Robinson

    Olha, a NBA fez algo que raramente acontece: admitiu que errou. A liga voltou atrás e cancelou a falta técnica que Mitchell Robinson, do Knicks, tinha levado no Jogo 2 das Finais contra o Spurs.

    A situação foi assim: Robinson e Wembanyama estavam brigando por posição no garrafão quando o francesão deu um empurrão no pivô do Knicks. Robinson empurrou de volta — nada demais, só aquela briguinha normal de pivô que a gente vê todo jogo. Mas os árbitros marcaram técnica só pro Robinson.

    Decisão que não fez sentido

    Sinceramente, quando eu vi a jogada ao vivo, pensei: “Que técnica é essa?”. O contato foi mínimo, coisa normal de disputa no garrafão. Wembanyama empurrou primeiro, Robinson respondeu, e só o americano levou a punição? Não batia.

    O timing foi péssimo também. Faltavam 4:56 pro fim do primeiro tempo, e o técnico dos Knicks teve que tirar Robinson de quadra, colocando Karl-Anthony Towns no lugar. Wemby ainda converteu o lance livre da técnica.

    Mas aqui está a ironia: foi justamente o Robinson quem defendeu o arremesso final do Wembanyama que poderia ter empatado o jogo. Que jogada absurda foi aquela defesa, monstro!

    Robinson jogando machucado

    O que torna tudo mais impressionante é que o cara tá jogando com a mão direita enfaixada. Ele quebrou o quinto metacarpo (aquele ossinho da mão) antes das Finais e teve que operar. Imagina defender o Wembanyama com uma mão só funcionando direito?

    “Eu sabia que a gente precisava de paradas defensivas e eu já tinha umas três faltas nele no início”, disse Robinson após o jogo. “Na minha cabeça era só: defender sem cometer falta.”

    O pivô terminou com 7 pontos, 3 rebotes, 1 toco e 1 roubo de bola em 14 minutos. Os Spurs tentaram a estratégia de mandá-lo pra linha de lance livre algumas vezes, mas Robinson se virou bem.

    Com essa decisão da NBA, os Knicks lideram a série por 2-0 e voltam pra casa no Madison Square Garden. Vocês acham que essa polêmica pode influenciar a arbitragem do Jogo 3? Eu espero que não, mas arbitragem em Finais sempre é um negócio delicado.

  • KAT virando pesadelo do Wemby nas Finals — será que achou o antídoto?

    KAT virando pesadelo do Wemby nas Finals — será que achou o antídoto?

    Cara, eu não esperava isso. Sinceramente. Quando começaram as Finals de 2026 entre Knicks e Spurs, todo mundo — eu incluído — estava preparado para ver o show do Victor Wembanyama. O francês monstro que virou o melhor jogador da liga em apenas sua terceira temporada. Só que tem um pequeno detalhe: o Karl-Anthony Towns tá fazendo o garoto de 2,24m parecer um novato perdido na quadra.

    E olha que não é exagero não. Com os Knicks abrindo 2-0 na série, tudo gira em torno de um duelo específico: Wemby versus KAT. E até agora, quem tá levando a melhor é o veterano de Minnesota que finalmente achou seu lugar em Nova York.

    Os momentos que definem tudo

    Dois lances, dois erros catastróficos. No Jogo 1, faltando um minuto e os Spurs perdendo por quatro, Wembanyama tentou passar por Towns no drible — cara, o que ele tava pensando? — e bateu a bola no próprio joelho. Turnover. Derrota.

    No Jogo 2 foi ainda pior. Empate no placar, 12 segundos no cronômetro, Wemby pega o rebote defensivo após uma finalização do Brunson. Stephon Castle vê que o francês tem vantagem sobre Towns e vai abrir caminho. Mas aí o garoto trava. Simplesmente trava. Em vez de acelerar, ele joga a bola nas costas do próprio companheiro.

    Turnover de novo. Derrota de novo.

    Na boa, será que o Towns tá na cabeça do Wembanyama? Porque pelos números, KAT deveria estar disparado na corrida pro Finals MVP. O cara tem +25 de plus-minus — isso significa que os Knicks fizeram 25 pontos a mais que os Spurs quando ele tá em quadra. Vinte e cinco pontos, gente!

    Os números que mostram a verdade

    Ok, vamos aos fatos porque eles são impressionantes dos dois lados. Wemby tá fazendo 27.5 pontos, 10.5 rebotes e 3.5 tocos de média. Números absurdos pra um garoto de 22 anos estreando nas Finals. Só o Shaquille O’Neal em 2001 e o Hakeem Olajuwon em 1994 conseguiram números parecidos numa sequência de dois jogos das Finals.

    Mas aqui vem o plot twist: quando KAT tá defendendo diretamente o Wemby, a coisa muda completamente. Sete turnovers forçados só nestes dois jogos das Finals. Somando a temporada regular, Towns já forçou nove erros do francês em apenas quatro confrontos diretos.

    E sabe o que é mais louco? Nenhum defensor forçou mais turnovers do Wembanyama esta temporada. Nem os caras do Oklahoma City, que enfrentaram o francês mais de 10 vezes!

    Towns defendeu Wemby em 124 posses esta temporada e arrancou nove bolas. Pra vocês terem uma ideia do absurdo: se somar o trabalho do Isaiah Hartenstein com outros pivôs que enfrentaram o garoto várias vezes, não chega nem perto disso.

    O veterano ensinando o prodígio

    Olha, eu sempre torci pro KAT encontrar seu lugar na NBA. Depois de anos sendo criticado em Minnesota, ver ele brilhando assim nos maiores jogos da temporada é emocionante. O cara tá fazendo 19.5 pontos, 12.5 rebotes e 4 assistências com uma eficiência absurda.

    E o mais impressionante? Towns tá mostrando que experiência importa sim. Wembanyama pode ser um alien do basquete, mas ainda é um garoto de 22 anos jogando sua primeira Finals. KAT, com 11 anos de NBA, sabe exatamente quando pressionar, quando dar espaço, quando fazer o francês pensar demais.

    Sinceramente, acho que estamos vendo o nascimento de uma rivalidade clássica. Wemby vai aprender com isso — ele é inteligente demais pra não aprender. Mas por enquanto, quem manda no garrafão é o Karl-Anthony Towns.

    Vocês acham que Wembanyama consegue se ajustar pros próximos jogos? Ou KAT realmente achou o antídoto pro fenômeno francês?

  • Portland tá disposto a apostar tudo no Giannis, mesmo sem garantias

    Portland tá disposto a apostar tudo no Giannis, mesmo sem garantias

    Olha, eu sempre achei que Portland era meio doido, mas dessa vez eles passaram dos limites. Os Trail Blazers estão dispostos a ir com tudo atrás do Giannis Antetokounmpo, mesmo sem nenhuma garantia de que o cara vai ficar por lá a longo prazo.

    A situação é a seguinte: o Greek Freak tem só mais um ano de contrato garantido (mais de 58 milhões de dólares, só pra vocês terem noção), e todo mundo espera que ele decline a opção de jogador de 2027-28 — que vale mais de 62 milhões — pra assinar um novo contrato máximo. Provavelmente o último da carreira dele.

    A loucura de Portland

    Segundo o Shams Charania da ESPN, Portland tá disposto a fazer essa trade “não importa o risco”. Cara, isso é quase um suicídio no mundo NBA. Imagina trocar suas jovens promessas e picks de draft por um cara que pode vazar depois de uma temporada?

    Mas eu entendo a lógica deles. Eles têm uma base interessante agora: o Scoot Henderson (que foi a segunda escolha geral em 2023, logo depois do Wembanyama), o Shaedon Sharpe que é um monstro atlético, o Toumani Camara, e o Donovan Clingan no garrafão. Sem falar que o Damian Lillard voltou pra casa depois daquela passagem frustrante pelo Milwaukee.

    O fator Jrue Holiday

    E tem um detalhe interessante: o Jrue Holiday tá no elenco de Portland. Esse cara ganhou o anel de 2021 junto com o Giannis no Bucks. Coincidência? Eu acho que não. Holiday já provou que tem química com o grego, e isso pode ser um fator decisivo numa possível negociação.

    O maluco do Holiday tem uma trajetória bizarra — saiu do Milwaukee pra Portland em 2023 na trade do Lillard, foi parar no Boston, ganhou o título de 2024 com os Celtics, e agora tá de volta em Portland. É muita viagem pra um cara só.

    Na real, eu fico pensando: será que Portland não tá sendo ingênuo demais? O Giannis, mesmo aos 31 anos, ainda é um dos melhores do mundo. Foram 27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências por jogo na última temporada, mesmo jogando só 36 partidas por causa de lesão.

    A concorrência tá pesada

    Mas Portland não tá sozinho nessa corrida. Miami continua sendo o favorito (e vocês sabem como o Pat Riley é convincente), Orlando Magic tá na briga, e até mesmo o Boston pode entrar na dança. Ou seja, a concorrência é de dar medo.

    Sinceramente? Eu admiro a coragem dos Blazers. Em um mundo NBA onde todo mundo joga pelo seguro, eles tão dispostos a apostar alto. Pode dar muito certo ou muito errado — não tem meio termo.

    E aí, vocês acham que Portland tem estrutura pra convencer o Giannis a ficar? Ou essa pode ser a trade mais arriscada da década?

  • Brunson já tá entre os maiores armadores da história dos Knicks

    Brunson já tá entre os maiores armadores da história dos Knicks

    Cara, eu tô aqui vendo o Jalen Brunson liderar os Knicks para as Finals da NBA e não consigo parar de pensar: onde exatamente esse cara se encaixa entre os maiores armadores da história de Nova York?

    Lembram quando a Becky Hammon disse que jogador baixo não ganha título? Que o Brunson era “pequeno demais”? Pois é. Agora ele tá aí com o troféu de MVP das Finais da Conferência Leste na mão, levando os Knicks para a decisão da NBA pela primeira vez em mais de 20 anos.

    Olha, eu não vou ficar recontando toda a história do JB — desde Dallas, passando pelo Mark Cuban, até chegar em Nova York. Vocês já conhecem. O que importa é onde estamos agora.

    Os números não mentem

    Nos quatro anos com Brunson na armação, os Knicks ganharam 61,2% dos jogos da temporada regular. Duas semifinais de conferência, duas finais de conferência e agora — finalmente — as Finals da NBA.

    Pra vocês terem uma ideia do tamanho dessa conquista: apenas os Knicks de 94-98 e os de 71-74 tiveram sequências melhores que essa atual. E só um desses times ganhou o anel.

    Antes do Brunson chegar, que deserto era aquilo? Sete playoffs em 23 anos. 19 vitórias nos playoffs contra 33 derrotas. Uma bagunça completa. E aí chega esse baixinho de 1,85m e muda tudo.

    Onde ele se encaixa na história?

    Obviamente, Patrick Ewing e Walt “Clyde” Frazier ainda estão acima dele — pelo menos por enquanto. São lendas intocáveis. Mas sinceramente? Se os Knicks ganharem esse título, a conversa muda completamente.

    O que mais me impressiona é como ele assumiu essa responsabilidade. Nova York estava desesperada por um líder, por alguém que não fugisse da pressão do Madison Square Garden. E o JB simplesmente abraçou tudo isso.

    Imaginem só: um cara que saiu de Dallas meio que “desprezado”, chega nos Knicks e em quatro temporadas os coloca na Final da NBA. Isso é coisa de filme, pessoal.

    As casas de apostas ainda consideram ele favorito para o MVP das Finals (odds de +115), mesmo com o Karl-Anthony Towns jogando absurdamente bem. E olha, eu não duvido nada. O cara tem esse DNA de jogos decisivos.

    Vocês acham que ele consegue fechar essa Final e entrar de vez no panteão dos maiores de Nova York? Porque na minha visão, falta muito pouco para isso acontecer. E quando acontecer, vai ser impossível negar: Jalen Brunson salvou a franquia dos Knicks.

  • Lakers testam Skyy Clark e Trey Kaufman-Ren no Draft 2026

    Lakers testam Skyy Clark e Trey Kaufman-Ren no Draft 2026

    Olha, eu sempre fico curioso quando os Lakers fazem esses testes pré-Draft, principalmente quando eles têm uma pick lá no final. Mas dessa vez parece que eles estão levando a sério mesmo — e acabaram de testar uns caras interessantes, incluindo Skyy Clark (UCLA) e Trey Kaufman-Ren (Purdue).

    A estratégia dos undrafted players

    Cara, essa estratégia do Lakers de pescar jogador não draftado é genial. Lembram do Austin Reaves? Pois é, ele passou batido no Draft de 2021 e olha onde tá hoje. Agora eles trouxeram até o Tony Bennett (ex-técnico de Virginia) como consultor do Draft — isso mostra que tão levando a parada a sério mesmo.

    O Clark é um armador que passou duas temporadas na UCLA e na última temporada mandou bem: 11.5 pontos por jogo e acertou 42.7% das bolas de três. Sinceramente, esse percentual de três pontos me impressiona. Para um time que às vezes sofre pra criar arremessos limpos, ter um cara assim no banco seria uma mão na roda.

    Kaufman-Ren: o garoto da jogada decisiva

    Agora o Trey Kaufman-Ren é outro papo. Esse moleque de Purdue fez uma temporada monstro: 14.2 pontos e 8.3 rebotes. Mas o que me marcou mesmo foi aquela cesta no último segundo contra Oklahoma — 19 pontos e 18 rebotes (sete ofensivos!). Absurdo.

    E aquela enterrada no March Madness que classificou Purdue pra Elite Eight? Cara, foi de arrepiar. Esse tipo de momento mostra que o garoto tem sangue frio quando a coisa aperta. O Lakers precisa exatamente disso: um cara que não treme na hora H.

    Apostando nas margens

    Na minha opinião, os Lakers tão fazendo certinho. Com pick tarde no Draft, você tem que ser criativo mesmo. Além do Clark e Kaufman-Ren, eles testaram também Tamin Lipsey (Iowa State) e Peter Suder (Miami OH). É muita gente sendo avaliada.

    O Kaufman-Ren especialmente me chama atenção porque o Lakers sempre sofreu com profundidade nas alas e rebote. Um cara de 2,06m que sabe jogar nas duas pontas da quadra? Olha, se ele cair como undrafted, seria uma pechincha.

    E aí, vocês acham que algum desses caras tem potencial pra virar a próxima descoberta dos Lakers? Eu tô de olho especialmente no Clark — esse percentual de três pontos não mente.

  • Cam Johnson pode voltar pro Suns? Nuggets querem se livrar do salário

    Cam Johnson pode voltar pro Suns? Nuggets querem se livrar do salário

    Olha só que situação interessante tá rolando na offseason: o Cameron Johnson, que foi peça importante naquele time do Suns que chegou nas Finais de 2021, pode estar disponível no mercado. E adivinha só? Os rumores dizem que Denver quer trocar ele pra diminuir a folha salarial.

    A situação é a seguinte — os Nuggets tão numa enrascada financeira absurda. Jokić e Jamal Murray sozinhos custam 109 milhões de dólares. Isso mesmo, 109 MILHÕES só pra dois caras. Soma mais 32 milhões do Aaron Gordon e você já entende por que eles tão desesperados pra cortar gastos.

    Os Nuggets tão quebrados (financeiramente falando)

    Denver tá 4,8 milhões acima do primeiro teto salarial e a apenas 2,6 milhões do segundo teto — que é onde a coisa fica feia mesmo. Pra um time que ganhou título em 2023 e quer aproveitar a janela do Jokić (que tá no auge ainda), isso é um problemão.

    E é aí que entra o Cam Johnson. O cara tá ganhando 23,1 milhões nesta temporada — 14% de todo o cap space do time. Quando você tá procurando espaço pra respirar, esses são exatamente os contratos que viram alvo, né não?

    Sinceramente, eu lembro bem da época que ele foi draftado em 11º lugar pelos Suns em 2019. Na época todo mundo ficou “cara, quem é esse maluco?”. Mas o cara sempre foi um monstro nos arremessos de 3 — 39,6% de aproveitamento na carreira. Nada mal.

    E se o Suns trouxer ele de volta?

    Aqui que a coisa fica interessante (e complicada). Johnson foi importante pra caramba naquela campanha das Finais de 2021. Na temporada seguinte, quando Phoenix ganhou 64 jogos — recorde da franquia —, ele quase levou o prêmio de Sexto Homem do Ano. Terceiro lugar na votação fazendo 12,5 pontos saindo do banco com 42,5% de aproveitamento de três.

    Mas olha só o dilema: se Phoenix quiser ele de volta, vai ter que AUMENTAR a folha salarial, não diminuir. Denver quer se livrar do salário dele, não trocar por outro jogador caro. Faz sentido isso? Johnson tá no último ano de contrato ganhando 23 milhões. Se os Nuggets querem respirar financeiramente, não adianta mandar outro salário parecido de volta.

    A temporada passada ele arremessou 43% de três pontos. Quarenta e três por cento! Isso é coisa de outro mundo. Mas será que vale a pena Phoenix mexer no orçamento pra trazer ele de volta?

    Vocês acham que essa reunião faz sentido? Eu tô dividido — por um lado, o cara conhece o sistema e sempre foi eficiente. Por outro, será que não é melhor apostar na base mesmo e não complicar as finanças?

  • Josh Hart desabafa sobre preços absurdos dos ingressos na Final da NBA

    Josh Hart desabafa sobre preços absurdos dos ingressos na Final da NBA

    Cara, o Josh Hart falou uma coisa que todo mundo tava pensando mas ninguém tinha coragem de falar: os preços dos ingressos pros jogos 3 e 4 da Final da NBA no Madison Square Garden estão completamente fora da realidade.

    “Eu meio que queria que os preços dos ingressos não fossem tão malucos quanto estão”, disse Hart pros repórteres no domingo. E olha, quando um jogador da NBA reclama de preço de ingresso, a coisa tá séria mesmo.

    O cara foi direto ao ponto: “Sinto que muita gente que tava esperando esse momento há muito tempo infelizmente não consegue entrar no ginásio. O ingresso mais barato custa 7, 8 mil dólares. Isso é ridículo.”

    Preços que fazem você chorar

    Pra você ter uma ideia da loucura: no sábado à tarde, o ingresso mais barato pro jogo 3 tava custando mais de 9 mil dólares. NOVE MIL. Isso é mais que muito brasileiro ganha num ano inteiro, mano.

    A única “boa” notícia é que os preços baixaram um pouco porque o Trump vai assistir ao jogo 3. Não é piada — aparentemente o pessoal tá com medo da segurança maluca que vai rolar e das filas gigantescas pra entrar. Os Knicks já avisaram que o torcedor tem que chegar 2 horas antes por causa das revistas extras.

    Por causa disso, segundo o Gametime, o ingresso mais barato pro jogo 3 “baixou” pra 6 mil dólares no domingo. O mais caro? Quase 96 mil. Noventa e seis mil dólares, galera. Dá pra comprar uma casa em algumas cidades.

    E o jogo 4 tá ainda pior

    Se você acha que é loucura, espera ver os preços pro jogo 4. Como existe a chance dos Knicks serem campeões em casa (coisa que não acontece há 27 anos), o ingresso mais barato tá mais de 10 mil dólares. O mais caro? 109 mil.

    Sinceramente, isso me deixa meio triste. Quantos fãs de verdade dos Knicks conseguem pagar isso? Estamos falando de gente que acompanha o time há décadas, que sofreu junto, que nunca perdeu a esperança… e agora não pode ver o momento mais importante por causa do preço.

    Até o Adam Silver, comissário da NBA, admitiu que é “frustrante” que mais pessoas não conseguem ir aos jogos. Mas ele deu aquela resposta de executivo: “mercado é mercado”. Fácil falar isso quando você não é quem tá tentando juntar as moedas pra ver seu time jogar, né?

    E aí, o que vocês acham? Será que a NBA deveria fazer alguma coisa pra controlar esses preços, ou isso é só o “mercado funcionando”? Uma coisa é certa: essa Final tá sendo histórica também pelos preços mais absurdos que a gente já viu.

  • Wemby não teme a pressão: ‘Nasci pra isso’

    Wemby não teme a pressão: ‘Nasci pra isso’

    Olha, eu vou falar uma coisa: ver o Victor Wembanyama falando que “nasceu pra isso” depois de errar a última jogada do Jogo 2 das Finais é de arrepiar. O cara tem 22 anos, tá nas primeiras Finais da carreira, perdeu duas em casa — situação que historicamente é praticamente uma sentença de morte — e ainda assim mantém essa confiança absurda.

    “Não tem motivo pra ficar pensando demais nisso. É pra isso que eu nasci”, disse o francês depois do treino de domingo. Cara, que mentalidade é essa?

    O monstro não é o problema

    Sinceramente, quem tá culpando o Wemby pelos Spurs estarem 2-0 atrás não tá assistindo os jogos. O cara cravou 26 pontos no Jogo 1 e 29 no Jogo 2 — foi o cestinha do time nas duas partidas. O arremesso final não entrou? Entrou. Acontece.

    O Keldon Johnson resumiu tudo: “Ele é nosso cara. Desde o primeiro dia, ele é nosso cara. É o motor ofensivo e defensivo. Você não pode acertar todo arremesso decisivo, mas não pode acertar um arremesso que não faz. E a gente vive com essa jogada dele”.

    É essa confiança que separa times grandes de times medianos. Quantas vezes vimos craques se esconderem em momentos assim? O Wemby pelo menos teve a coragem de assumir a responsabilidade.

    Finais no Madison Square Garden

    Agora os Spurs vão pra Nova York enfrentar os Knicks no lendário Madison Square Garden. E olha, se tem uma coisa que pode ajudar esse time jovem de San Antonio é jogar fora de casa — eles tão 6-3 como visitantes nos playoffs, incluindo aquela vitória épica no Jogo 7 contra o Thunder em Oklahoma.

    “A gente acredita que pode ganhar independente de onde estivermos jogando — aqui, em Marte, fora, em casa”, falou o Keldon. Gostei da referência a Marte, cara. Humor é importante nessas horas.

    O Luke Kornet, que já jogou pelos Knicks, até falou que curte esse ambiente hostil: “Toda essa adversidade e barulho honestamente te ajuda a ficar mais focado no basquete”. Mentalidade interessante — transformar a pressão em combustível.

    Estatística cruel da história

    Agora vem a parte que dói: NENHUM time na história da NBA perdeu os dois primeiros jogos das Finais em casa e conseguiu levar o título. Zero. Nenhum. É uma estatística brutal que tá pesando nas costas dos Spurs.

    Mas sabe o que eu acho? Se tem um cara pra quebrar esse tabu, é exatamente o Wembanyama. O francês já quebrou tantos recordes na carreira que mais um não vai fazer diferença. A questão é se o resto do time vai conseguir acompanhar a mentalidade dele.

    O veterano Harrison Barnes mandou a real: “A única coisa que importa é o que tá na nossa frente agora. Não podemos pegar o último jogo e trazer pra esse jogo”.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem a virada histórica? Eu tô curioso pra ver se o Wemby realmente nasceu pra esses momentos ou se a pressão das Finais vai falar mais alto. Uma coisa é certa: não vai ser por falta de confiança do cara.