Autor: Leandro Amorim

  • Wemby perdeu a linha nos Spurs? O que rolou contra Minnesota

    Wemby perdeu a linha nos Spurs? O que rolou contra Minnesota

    Cara, eu vi o jogo ontem e fiquei meio dividido. De um lado, o Victor Wembanyama deu uma cotovelada no Naz Reid que foi… bem, foi proposital mesmo. Do outro lado, sinceramente? Eu entendo.

    Olha, quem acompanha a série sabe que Minnesota tá jogando um basquete bem físico — pra não dizer violento — contra o francês. Os caras tão literalmente agarrando, empurrando, fazendo de tudo pra tirar o Wemby do ritmo. E a arbitragem? Permitindo essa putaria toda.

    A cotovelada que mudou tudo

    Não vou passar pano não: o que o Victor fez foi errado e custou o jogo pros Spurs. Mas mano, quantas vezes você vai apanhar calado? O moleque tem 2,24m e pesa uns 95kg molhados — todo mundo acha que pode bater nele sem consequência.

    A real é que essa cotovelada não veio do nada. Foi o resultado de três jogos sendo maltratado pelos Timberwolves, com os árbitros fingindo que não veem. É como aquele ditado: “se você não pode com eles, junte-se a eles”. Só que nesse caso é “se eles vão jogar sujo, eu também vou”.

    Contexto que ninguém fala

    Vocês acham que foi só impulso? Eu não acho. Wemby é inteligente demais pra isso. Na minha visão, ele mandou um recado: “ó, podem parar com essa palhaçada porque eu também sei jogar esse jogo”.

    Claro que no Twitter tá todo mundo revoltado, fazendo comparação com as piores cotoveladas da história da NBA. Mas rapaz, vamos com calma. Uma coisa é o que o Draymond Green faz toda semana, outra coisa é um moleque de 20 anos que nunca tinha feito isso perdendo a paciência depois de apanhar por três jogos seguidos.

    E outra: onde tavam os companheiros de equipe defendendo o cara? Alguém tinha que ter partido pra cima antes, mostrado que mexer com o Wemby tem consequência. Mas não, deixaram o garoto se virar sozinho até ele explodir.

    Lição aprendida?

    O problema é que agora os Spurs estão 3-1 na série e praticamente eliminados. Foi uma lição cara pra aprender. Wemby vai sair dessa mais esperto, mais preparado pra lidar com a pressão física da NBA.

    Porque vamos combinar: no próximo jogo que ele enfrentar Minnesota, ninguém vai querer testar os limites dele de novo. Missão cumprida, mesmo que tenha custado a eliminação.

    E aí, vocês acham que o Wemby fez certo em mandar o recado? Ou era melhor continuar apanhando calado?

  • 76ers vão mexer em tudo depois da varrida dos Knicks

    76ers vão mexer em tudo depois da varrida dos Knicks

    Cara, que diferença oito dias fazem na NBA. Os 76ers estavam voando depois de eliminar os Celtics em sete jogos — Tyrese Maxey e VJ Edgecombe jogando um absurdo, Paul George finalmente saudável, e o Embiid dominando o garrafão. Parecia que Philadelphia ia longe mesmo.

    Aí veio a realidade: os Knicks simplesmente destruíram os Sixers. Varrida. Quatro jogos, perdendo por uma média de 22.5 pontos. No último jogo levaram 30 pontos de diferença e a coisa acabou já no primeiro quarto.

    A casa vai cair em Philly

    Agora tá todo mundo na berlinda por lá. Daryl Morey (presidente) e Nick Nurse (técnico) vão ter seus empregos reavaliados, segundo fontes da liga. A diretoria ainda não bateu o martelo, mas imagino que não deve estar nada fácil pra ninguém.

    O que mais me chamou atenção foi saber das tensões internas durante toda a temporada. Teve treta entre Embiid e a diretoria, discussões entre jogadores e comissão técnica que quase derreteram um treino… Mano, que ambiente!

    E olha só a ironia: a única jogada do trade deadline foi mandar o Jared McCain embora pra ficar sob o salary cap. O moleque tá voando em Oklahoma City, até 18 pontos saindo do banco nos playoffs contra os Lakers. Dói, né?

    O problema Embiid

    Sinceramente, acho que o maior dilema dos Sixers é o próprio Embiid. O cara é um monstro quando joga — isso ninguém discute. Mas como você monta um time competitivo em cima de alguém que jogou só 38 partidas na temporada regular?

    Desde dezembro de 2023, Embiid não consegue fazer seis jogos consecutivos. Nos playoffs contra os Knicks, perdeu mais um jogo por lesão. É frustrante demais pra uma franquia que quer brigar pelo título.

    O próprio Embiid admitiu: “Temos que melhorar de cima a baixo. Diretoria, jogadores, técnicos, todo mundo precisa evoluir.” Pelo menos ele tem noção do buraco que estão.

    E agora, como sair dessa?

    O problema é que não tem saída fácil. Embiid tem garantidos US$ 188 milhões pelos próximos três anos. Paul George, US$ 54 milhões na próxima temporada. Com os históricos de lesão dos dois, qualquer troca vai exigir que Philadelphia mande picks de primeira rodada junto — e não seria só um pick, não.

    Na minha visão, a solução passa por construir ao redor do Maxey, que virou claramente o melhor jogador do time. O moleque tem só 24 anos e já mostrou que aguenta a pressão. Junto com o Edgecombe, podem formar uma dupla de armadores devastadora.

    Mas aí fica a pergunta: vocês acham que Embiid vai aceitar um papel menor? E a torcida de Philly, que já sofreu tanto, vai ter paciência pra mais uma reconstrução?

    Uma coisa é certa: depois dessa varrida humilhante, alguma coisa vai ter que mudar nos Sixers. A questão é se vão ter coragem de fazer as mudanças certas ou se vão só trocar o técnico e torcer pro melhor.

  • Bucks querem trocar Giannis? A bomba que pode explodir a NBA

    Bucks querem trocar Giannis? A bomba que pode explodir a NBA

    Gente, eu ainda tô processando essa notícia. O Milwaukee Bucks está ABERTO para negociar o Giannis Antetokounmpo. Sim, vocês leram certo. O Greek Freak, duas vezes MVP, campeão da NBA em 2021, pode estar de saída de Wisconsin.

    Olha, não é a primeira vez que isso rola. Lá em fevereiro já tinha papo de troca, mas no final das contas o Giannis ficou. Agora, com o Draft chegando, a diretoria dos Bucks voltou a aceitar ofertas pelo cara que é praticamente a cara da franquia há mais de uma década.

    O que os Bucks querem em troca?

    Segundo o Shams Charania da ESPN, Milwaukee tá procurando “jovem talento de primeira linha” ou um pacote gordo de picks do Draft. Faz sentido, né? Se você vai trocar um dos melhores jogadores do mundo, tem que ser por algo que realmente compense.

    E vamos combinar — Giannis com 31 anos ainda tem muito basquete pela frente. O cara é um monstro físico que pode jogar em alto nível por mais alguns anos tranquilamente.

    A relação azedou mesmo

    A situação em Milwaukee virou uma novela mexicana mesmo. Depois daquela temporada desastrosa (32-50, imaginem!), até o Doc Rivers foi mandado embora. O Giannis, que já tinha demonstrado interesse em jogar pelos Knicks ano passado, deve estar de saco cheio dessa bagunça toda.

    Sinceramente? Eu entendo o cara. Você ganha um anel, carrega o time nas costas por anos, e aí a diretoria não consegue montar um elenco competitivo ao redor. Frustrante demais.

    Times como Timberwolves, Cavaliers, Celtics e Lakers já ligaram perguntando sobre o Giannis no deadline passado. Agora imaginem a fila que deve estar se formando…

    E agora, José?

    O timing é interessante porque os Bucks pescaram a 10ª pick no Draft que acontece dia 23 de junho. Será que eles usam essa pick numa troca pelo Giannis? Ou tentam usar pra melhorar o time e convencer ele a ficar?

    Uma coisa é certa: o Giannis tem só mais um ano garantido de contrato, com uma opção de jogador na temporada seguinte. Ou seja, se os Bucks não trocarem ele agora, correm o risco de perder de graça.

    Vocês acham que o Greek Freak realmente sai de Milwaukee? E qual time faria mais sentido pra ele? Eu, particularmente, acho que seria massa ver ele nos Knicks ou até mesmo voltando pra “casa” no Thunder, que tem uma base jovem incrível.

    Uma coisa eu garanto: essa off-season promete ser uma das mais loucas dos últimos anos!

  • Thiero tem chance de ouro nos playoffs pra garantir futuro nos Lakers

    Thiero tem chance de ouro nos playoffs pra garantir futuro nos Lakers

    Cara, tem uma história bem legal rolando nos playoffs dos Lakers que talvez vocês não estejam prestando atenção. O Adou Thiero, rookie que mal jogou na temporada regular, tá aproveitando uma oportunidade de ouro pra mostrar serviço quando mais importa.

    A situação é a seguinte: com o Jarred Vanderbilt machucado (luxação no mindinho, que dor) e o Luka Doncic ainda fora por conta da lesão na coxa, o garoto finalmente ganhou minutos nos playoffs contra o Thunder. E olha, não tá fazendo feio não.

    O conselho do craque

    Antes de entrar em quadra no Jogo 2, o próprio Luka foi lá dar uma força pro novato. “Ele só me disse pra jogar com raça, fazer o que eu sei e não complicar”, contou Thiero. Imagina a pressão de estrear nos playoffs da NBA? Eu ficaria tremendo só de pensar.

    Mas o moleque mostrou personalidade. Em 6 minutos no segundo quarto, pegou 3 rebotes e trouxe exatamente o que o JJ Redick queria: energia e fisicalidade. Duas coisas que os Lakers tão precisando desesperadamente contra esse Thunder cascudo.

    Crescendo quando mais precisa

    A boa impressão rendeu mais minutos no Jogo 3. Thiero foi o cara que mais rebotou no time (8 em 13 minutos!), sendo 5 defensivos e 3 ofensivos. Pra um novato de 1,90m que mal tinha jogado antes, isso aí é coisa de veterano.

    “Orei por momentos assim e trabalhei por momentos assim”, disse o garoto. Sinceramente, dá até arrepio ouvir isso. É disso que a NBA é feita — dessas histórias de superação.

    Claro que ainda tá aprendendo. Tomou uma falta boba de tela móvel no terceiro quarto, deixou de arremessar em algumas jogadas… Normal, né? O cara só tinha 149 minutos na temporada regular antes dos playoffs começarem.

    O futuro dos Lakers pode estar nas mãos dele

    Aqui que fica interessante a parada. Se os Lakers querem brigar de igual pra igual com Thunder e Spurs no futuro, precisam desenvolver caras como o Thiero. Jogadores jovens, baratos, que você pode contar quando a casa cai.

    O Austin Reaves já era essa peça, mas agora tá com 27 anos, veterano de 5 temporadas e vai receber uma grana preta na offseason. O Max Christie tava virando isso também, mas foi embora na troca pelo Luka.

    Os picks de 2023 (Jalen Hood-Schifino e Maxwell Lewis) nem na NBA estão mais. É cruel esse negócio. Já o Dalton Knecht e o Bronny James só jogaram lixo time contra o Thunder.

    Por isso que essa série tá sendo um teste de fogo pro Thiero. Com 1,90m, 100kg, atletismo absurdo e essa capacidade de salto que impressiona, ele pode ser exatamente o tipo de jogador que os Lakers precisam desenvolver.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar na rotação? Porque olhando esses primeiros playoffs, eu tô começando a acreditar que o garoto pode ser uma grata surpresa.

  • Pitino defende expansão do March Madness: ‘Quem se importa?’

    Pitino defende expansão do March Madness: ‘Quem se importa?’

    Olha, o Rick Pitino não tá nem aí pra galera que reclama da expansão do March Madness. E sinceramente? Eu concordo com o velho.

    O técnico do St. John’s soltou o verbo no X (antigo Twitter) questionando por que tem gente pistola com o torneio universitário passando de 68 pra 76 times a partir da próxima temporada. “Quando ouço pessoas chateadas porque a NCAA expandiu para 76 times, penso ‘por que e quem se importa?’”, escreveu o cara.

    A lógica do Pitino faz sentido

    E olha, a argumentação dele não tá errada não. “Os melhores times avançam e mais times conseguem experimentar o maior torneio do planeta”, completou Pitino. Cara tem razão – no final das contas, quem é bom vai passar mesmo.

    A mudança não vai mexer com a primeira rodada nem com as que vêm depois. O que muda é que vai ter mais jogos eliminatórios antes do torneio principal começar. Em vez de 8 times disputando 4 vagas em Dayton, agora serão 24 times brigando por 12 vagas em dois locais diferentes.

    Veterano que entende do riscado

    Pitino não é qualquer um falando besteira, né? Aos 73 anos, o cara já levou seis programas diferentes pro March Madness – Kentucky, Louisville, Providence, Iona, Boston University e agora St. John’s. Dois anos seguidos classificado com os Red Storm, depois de ficar de fora em 2024.

    E essa não é a primeira vez que ele defende a expansão. Já tinha falado pro CBS Sports que mais times “só pode ajudar”. Na visão dele, mais jogos significa mais emoção, mais cobertura na TV, mais atletas participando.

    “Que diferença faz?”, questionou em outubro. “Não acho que pode prejudicar, só pode ajudar. Sempre que você tem mais times, mais emoção, mais cobertura televisiva, mais coisas pra falar, mais atletas participando, só pode ser algo bom.”

    Vocês concordam com o Pitino ou acham que o March Madness já era perfeito do jeito que estava? Eu tô no time dele – quanto mais basquete, melhor. E convenhamos, se você não consegue passar por uma rodada extra, não merecia estar lá mesmo.

  • Gallo conta tudo: dos pesadelos no Garden aos melhores defensores

    Gallo conta tudo: dos pesadelos no Garden aos melhores defensores

    Cara, que nostalgia. Acabei de bater um papo com Danilo Gallinari e, sinceramente, foi uma das conversas mais legais que já tive sobre basquete. O italiano — que começou a carreira justamente no Knicks — tava super de boa pra falar sobre tudo.

    Primeiro, parabéns pra ele que acabou de ganhar um título na liga de Porto Rico! Quando comentei sobre isso, o cara ficou até surpreso que alguém sabia. Deu aquele sorrisão genuíno, sabe? Isso que é humildade.

    O Pesadelo de Fevereiro de 2009

    Agora, preparem-se para a história mais brutal de estreia na NBA que vocês já ouviram. O Gallo chegou no Knicks em 2008 e, cara… que recepção diabólica!

    Imaginem a cena: primeira semana de fevereiro de 2009. Kobe Bryant chega no Garden e mete 61 pontos — na época, o maior placar de um visitante na arena. Dois dias depois, LeBron James aparece e faz 52 pontos com 11 assistências. Na sexta, o Boston Celtics campeão vem e atropela os Knicks por 110-100.

    “Quando a maioria das pessoas pensa numa recepção, é algo bom”, brincou o Gallinari. “A minha foi… diferente.”

    E olha que ele lembra de cada detalhe até hoje! Isso que é trauma (risos). Mas também imaginem a loucura de um garoto de 20 anos dividir a quadra com essas lendas todas noites. Deve ter sido assustador e incrível ao mesmo tempo.

    Os Defensores Mais Cascudos da Liga

    Perguntei pro Gallo qual foi o defensor mais difícil que ele enfrentou. Ele pausou uns segundos e soltou: “Metta World Peace.” Depois veio a lista dos pesadelos: Tony Allen, Kawhi Leonard, Draymond Green.

    Faz todo sentido, né? O cara era um ala de 2,08m super versátil — sabia driblar, arremessar de três, jogar de costas pros menores. Óbvio que ia pegar os melhores defensores da liga sempre.

    Na minha opinião, o Gallinari foi um dos forwards mais subestimados da década de 2010. Durante dez temporadas, o monstro fez média de 16.7 pontos por jogo! E isso enfrentando esses caras aí toda noite.

    Cooper Flagg é o Novo Gallinari?

    A parte mais engraçada foi quando perguntei se algum jogador atual lembra ele. “Cooper Flagg”, respondeu na lata, antes de rir. “Só que ele fez mais posterizadas que eu quando rookie.”

    Interessante essa comparação, não acham? Flagg também tem essa versatilidade toda — pode jogar em várias posições, dribla bem, arremessa. E vocês, concordam com essa análise?

    O Gallo também comentou que se jogasse na NBA de hoje, com esse ritmo alucinado e espaçamento, teria se dado ainda melhor. Mas deu os créditos pro Mike D’Antoni, que já implementava um estilo parecido nos Knicks.

    Cara, bateu uma saudade do prime do Gallinari. Era um jogador completamente diferenciado na época dele.

  • Fox machucado pode desfalcar os Spurs no jogo 5 decisivo

    Fox machucado pode desfalcar os Spurs no jogo 5 decisivo

    Olha, quando você acha que os Spurs finalmente conseguiram resolver os problemas — com o Wembanyama liberado pra jogar — aparece uma nova dor de cabeça. De’Aaron Fox está listado como “questionável” para o jogo 5 contra os Timberwolves por causa de uma dor no tornozelo esquerdo.

    E não é qualquer jogo, pessoal. É o jogo 5 de uma série empatada em 2-2. Frost Bank Center lotado, série nas semifinais do Oeste, tudo ou nada. Exatamente o tipo de jogo que você PRECISA do seu armador principal em quadra.

    Fox vinha sendo fundamental na série

    O cara não perdeu um jogo desde 25 de março — isso aí, mais de um mês direto jogando. No jogo 4 de domingo, mesmo com o tornozelo incomodando (aparentemente), ele ficou 37 minutos em quadra. Fez 24 pontos, mas o arremesso não tava calibrado: 8/23 do campo e apenas 1/7 do perímetro.

    Sinceramente? O Fox tem sido crucial pros Spurs nestes playoffs. Quando o Wemby atrai dois, três marcadores, é o Fox que penetra e cria as jogadas. Na série contra o Portland, o cara meteu 28 pontos num jogo 4 decisivo. Monstro.

    Na atual série contra Minnesota, ele tá com médias de 16.8 pontos e 4.0 assistências. Números que podem não impressionar à primeira vista, mas quem assiste sabe: ele é o cara que faz a ofensiva funcionar quando o Wembanyama não consegue respirar.

    E agora, quem vai criar as jogadas?

    Se o Fox não jogar — e olha, “questionável” em jogo de playoff geralmente significa 50/50 — a pressão toda vai cair no Wembanyama. Dylan Harper provavelmente vai ganhar mais minutos (fez 24 pontos com 72% de aproveitamento no jogo 4, o garoto tá voando). Keldon Johnson também deve aparecer mais, apesar de ter feito só 4 pontos em 17 minutos no último jogo.

    Vocês acham que os Spurs conseguem vencer sem o Fox? Eu tenho minhas dúvidas. O time ainda é muito dependente da criação dele, especialmente em jogos tensos como esse vai ser.

    A boa notícia é que San Antonio joga em casa e entra como favorito. A má é que, sem o Fox, todo o peso ofensivo cai nos ombros do Wemby — e por mais fenômeno que ele seja, basketball é esporte coletivo.

    O jogo rola às 21h (horário de Brasília) desta segunda. Quem vencer, avança para as finais do Oeste para enfrentar o vencedor de Thunder x Lakers. Ou seja: não tem espaço pra erro.

  • Mark Williams vale uma nova proposta? O dilema dos Suns

    Mark Williams vale uma nova proposta? O dilema dos Suns

    Olha, vou ser sincero: quando os Suns fizeram aquela troca por Mark Williams logo depois de draftar o Khaman Maluach, eu fiquei completamente perdido. Tipo, qual é a lógica? Você pega um pivô no draft e segundos depois vai atrás de outro pivô?

    Mas agora, depois de uma temporada inteira vendo o Williams em ação, as coisas começam a fazer mais sentido. O cara mostrou que tem qualidade pra ser titular na NBA — quando consegue ficar saudável, né.

    Os números não mentem

    Williams teve uma temporada sólida: 11,7 pontos com 64,4% de aproveitamento, 8,5 rebotes e 1 toco por jogo em 60 partidas. Sessenta jogos! Pra quem acompanha a carreira dele, isso é praticamente um milagre. O recorde anterior dele era 45 jogos numa temporada.

    E quando ele estava em quadra, o cara produzia. Aquelas enterradas, as mãos firmes no garrafão, a envergadura gigantesca incomodando todo mundo que tentava atacar a cesta… Sinceramente acho que os Suns subutilizaram ele no ataque. Toda vez que envolviam o Williams nas jogadas, dava resultado.

    O problema? A segunda metade da temporada. As lesões voltaram a aparecer, ele perdeu ritmo, e quando chegaram os playoffs — cadê o Williams? Sumiu. E isso importa muito quando você tá pensando em quanto vale a pena pagar por um jogador.

    A questão dos 60 milhões

    Aqui é onde fica interessante. Williams é agente livre restrito, então os Suns têm uma carta na manga. Ele pode sair por aí testando o mercado, mas Phoenix pode igualar qualquer proposta que aparecer.

    Imagina que o Brooklyn oferece 3 anos e 60 milhões pro Williams (20 milhões por temporada). Na minha visão, isso tá acima do que ele vale no momento — principalmente considerando o histórico de lesões. Aí os Suns ficam numa sinuca: deixam ele ir ou forçam uma sign-and-trade?

    Eu apostaria na segunda opção. Phoenix pode usar a ameaça de igualar a proposta pra forçar o Brooklyn a negociar alguma coisa em troca. É tipo um jogo de poker de alto risco.

    O futuro do garrafão

    Olha, eu entendo a lógica de manter o Williams. O Maluach tem só 20 anos e ainda precisa de tempo pra se desenvolver. Ter um veterano como o Williams ali pode ser fundamental — uma espécie de ponte entre o presente e o futuro da posição.

    Mas a pergunta que não quer calar: vocês acham que vale a pena apostar 20 milhões por ano num cara que pode passar metade da temporada no departamento médico? Eu tenho minhas dúvidas, não vou mentir.

    A situação dos Suns é complexa. Eles precisam de profundidade no garrafão, mas também não podem se amarrar financeiramente com um jogador que é uma incógnita quando o assunto é disponibilidade. E aí, qual seria a jogada de vocês?

  • Boozer despenca no Mock Draft 2026 – Grizzlies apostam no potencial

    Boozer despenca no Mock Draft 2026 – Grizzlies apostam no potencial

    Olha só que reviravolta no primeiro Mock Draft 2026! Depois da loteria do domingo, tá todo mundo falando sobre como o Cameron Boozer – sim, filho do Carlos Boozer – despencou para a quarta posição do Bulls, enquanto o Memphis resolveu fazer uma aposta arriscada na terceira escolha.

    E o favoritão pra primeira pick? AJ Dybantsa, o fenômeno de 2,06m da BYU que simplesmente DOMINOU o basquete universitário. O cara é -450 nas casas de apostas pra ser o primeiro escolhido – isso é praticamente certeza, galera. Washington deve estar comemorando depois daquela temporada horrorosa de 17-65.

    Peterson vs Dybantsa: a comparação dos próximos 10 anos

    Sinceramente, eu achava que o Darryn Peterson do Kansas ia dar mais trabalho pro Dybantsa na corrida pelo topo. O garoto tem 1,98m, joga de armador mas também atua na ala – um combo guard moderno que deveria ter sido sensação. Só que a temporada dele foi meio… estranha?

    Peterson entrou e saiu do time várias vezes, às vezes por escolha própria. Isso levantou umas red flags nos front offices da NBA. Imagina só – você tem o talento do mundo, mas não consegue se manter consistente no college? É complicado.

    Por outro lado, Dybantsa foi uma máquina: 25,5 pontos, 6,8 rebotes e 3,7 assistências por jogo. O moleque liderou o país inteiro em pontuação. Quando você vê números assim, fica difícil não apostar no cara, né?

    A aposta arriscada do Memphis

    Agora, o que me chamou atenção mesmo foi o Memphis passando o Boozer pra pegar o Caleb Wilson da Carolina do Norte na terceira pick. Wilson é um pra frente de 2,08m que fez uma temporada sólida (19,8 pontos e 9,4 rebotes), mas escolher ele na frente do Boozer? É uma decisão corajosa.

    O Grizzlies tá em rebuild total depois de trocar o Desmond Bane e o Jaren Jackson Jr., e com o Ja Morant também cotado pra sair… cara, eles precisam MUITO acertar nessa escolha. Wilson tem potencial? Tem. Mas será que vale mais que a segurança do Boozer?

    E vocês, o que acham? Boozer cair pra quarta posição é loucura ou faz sentido? Na minha opinião, o Chicago vai fazer um negócio da china se isso realmente rolar. Às vezes as melhores escolhas vêm quando todo mundo subestima um cara.

    Uma coisa é certa: essa classe de 2026 tá sendo chamada de a melhor da história do basquete universitário. Se for mesmo, a gente vai ter uns anos INSANOS de NBA pela frente.

  • Giannis no mercado? Bucks ‘abertos a negócios’ após Lottery

    Giannis no mercado? Bucks ‘abertos a negócios’ após Lottery

    Galera, parece que chegou a hora. Depois de um ano inteiro de vai-não-vai, os Bucks finalmente sinalizaram que estão “abertos a negócios” quando o assunto é Giannis Antetokounmpo. E olha, eu não tô surpreso — depois da temporada decepcionante que eles fizeram, era questão de tempo mesmo.

    O Draft Lottery de domingo não ajudou em nada a situação de Milwaukee. Sabe como é, eles ficaram com a 10ª pick e não tiveram aquela sorte maluca de subir na loteria. Pior ainda: nenhum dos times que pegaram as primeiras escolhas (Washington, Utah, Memphis) tem o menor interesse em trocar por Giannis. É complicado.

    A situação tá feia pros Bucks

    Vamos ser honestos aqui — Milwaukee tá numa sinuca de bico. Eles precisam reconstruir o time, mas Giannis ainda é um monstro quando tá saudável. O problema? Como diabos você troca um cara desse calibre e consegue algo que valha a pena de volta?

    Washington ganhou a primeira pick e tá doido pra pegar um jovem talento. Utah e Memphis também tão no meio de rebuilds e querem montar em cima de rookies, não de veteranos caros. Sobrou Chicago com a 4ª pick como melhor opção, mas aí você me pergunta: Giannis quer mesmo ir pra lá? Duvido muito.

    Na minha visão, os únicos times da loteria que fariam sentido pro Greek Freak seriam Golden State (11ª pick) ou Miami (13ª). Warriors e Heat já tão rondando essa negociação há tempos. Mas cara, será que rola mesmo? Giannis supostamente quer ficar no Leste, o que tiraria Golden State da jogada.

    E agora, pra onde vai a novela?

    Olha, eu acompanho NBA há anos e já vi muita negociação de superstar. A realidade é crua: Milwaukee nunca vai conseguir um retorno justo pelo Giannis. Quando você tem um cara desse nível no último ano de contrato, você meio que fica refém das preferências dele.

    O mais provável é os Bucks terem que se contentar com um monte de picks e torcer pra acertar nas escolhas futuras. Tipo o que eles fizeram há 10 anos quando draftaram o próprio Giannis na 15ª posição. Às vezes a magia acontece, né?

    E vocês, acham que Giannis realmente sai de Milwaukee esse ano? Sinceramente, depois de tudo que rolou — a saída do Jrue Holiday, as eliminações precoces nos playoffs — eu não vejo como essa relação pode continuar. É triste ver o fim de uma era, mas faz parte do negócio.

    Uma coisa é certa: seja qual for o destino do Giannis, vai movimentar todo o mercado da NBA. Prepare o coração, pessoal, porque o verão promete ser quente!