Autor: Leandro Amorim

  • Caleb Wilson oficializa entrada no Draft – mais um one-and-done

    Caleb Wilson oficializa entrada no Draft – mais um one-and-done

    Galera, era só questão de tempo mesmo. Caleb Wilson tornou oficial ontem o que todo mundo já sabia: ele tá indo pro Draft da NBA. O cara postou aquele vídeo emocional agradecendo North Carolina e foi isso aí – mais um one-and-done pra conta.

    Olha, eu entendo perfeitamente a decisão dele. Wilson teve uma temporada absolutamente monstruosa pelos Tar Heels – 19.8 pontos e 9.4 rebotes por jogo. Cara de 2,08m fazendo essas médias como calouro? É óbvio que ia virar profissional.

    As lesões que atrapalharam o show

    O que mais me deixa puto é como as lesões atrapalharam o que poderia ter sido uma temporada histórica. Primeiro quebrou a mão esquerda logo depois de destruir Duke (que alegria ver os Tar Heels ganhando desses caras). Quando tava quase voltando, vai lá e quebra o polegar direito num treino sem contato. Que azar absurdo.

    Mesmo assim, o moleque conseguiu ser All-American do segundo time da AP. Isso significa que a camisa dele vai ficar pendurada no Smith Center junto com os grandes da história de Carolina. Não é pouca coisa não.

    Quarto no mock draft? Merecido

    A ESPN tá projetando ele como quarta escolha geral no Draft de 2026. Sinceramente? Acho até conservador. Se não fosse pelas lesões, ele poderia estar brigando pelo top 3 fácil. O cara tem tudo: tamanho, atletismo, arremesso e aquela mentalidade vencedora que North Carolina ensina.

    E vocês, acham que ele fez certo em sair agora ou deveria ter ficado mais um ano pra se desenvolver? Eu sempre fico dividido com esses cases, mas com o talento que ele tem e os riscos de lesão… melhor garantir a grana enquanto pode.

    O Draft de 2026 tá ficando cada vez mais recheado. Vai ser interessante ver onde Wilson vai parar e se algum time brasileiro vai tentar pescá-lo pro futuro. Uma coisa eu garanto: esse moleque vai fazer barulho na NBA.

  • Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Cara, o Zion Williamson tá puto. E com razão.

    Sete temporadas na NBA. SETE. E nenhum jogo de playoff. Para um cara que foi primeira escolha geral do Draft, isso é de cortar o coração. Na coletiva pós-temporada dos Pelicans, o monstro de 25 anos foi direto ao ponto: “Vai ser um verão diferente”.

    A frustração é real

    Olha, eu entendo a revolta do cara. 21 pontos de média, jogou 62 partidas (que para os padrões do Zion é quase um milagre), mas o time ganhou apenas 22 desses jogos. New Orleans terminou com 26-56 — longe até do play-in do Oeste.

    “Meu jogo em quadra foi… OK”, disse Zion. OK? Mano, quando você fala que foi “OK” é porque no fundo sabe que podia ter sido muito melhor. E ele admitiu: “Individualmente, tenho muito para trabalhar. Quero conseguir atacar de várias áreas da quadra, ser imprevisível no ataque.”

    Sinceramente? Acho que essa autocrítica é o primeiro passo para a evolução dele.

    O fantasma das lesões ainda assombra

    Vamos ser justos: Zion conseguiu jogar 35 jogos consecutivos nesta temporada — recorde pessoal para ele. Das 556 partidas possíveis na carreira, perdeu 280 por lesões. É quase metade da carreira no departamento médico.

    O Dejounte Murray, veterano do time, elogiou os cuidados que Zion tem tomado: “Acho que ele tá entendendo. Precisa continuar cuidando do corpo, da mente, e seu desenvolvimento é crucial.”

    E olha, essa disponibilidade maior pode até torná-lo mais atrativo para outros times em possíveis trocas. Mas Zion foi categórico: não quer sair de New Orleans.

    “New Orleans é minha casa”

    “Não digo isso porque estou na frente das câmeras”, disparou Zion. “Quando acaba a temporada, muitos caras deixam a cidade. Eu moro aqui. Estou aqui desde os 19 anos.”

    O cara tem contrato de quase US$ 200 milhões por cinco anos, com duas temporadas restantes. E confia 100% na visão do Joe Dumars, o novo VP de operações de basquete — que, convenhamos, tem currículo de sobra com os títulos pelos Pistons.

    A meta para a próxima temporada? Jogar entre 75 e 82 partidas e — finalmente — disputar os playoffs. Para isso, ele promete conversas com Dumars, outros “Hall of Famers” e “jogadores campeões”.

    “Tô procurando uma abordagem diferente porque é frustrante chegar aqui todo ano sem estar nos playoffs”, desabafou. “E assumo minha responsabilidade nisso.”

    Vocês acham que dessa vez vai? Porque, cara… a torcida de New Orleans merece ver esse monstro brilhando nos playoffs pelo menos uma vez.

  • AD nos Wizards: ‘Eu amo meu dinheiro’ e quer competir em 2026

    AD nos Wizards: ‘Eu amo meu dinheiro’ e quer competir em 2026

    Olha só que situação curiosa: Anthony Davis falando sobre o futuro dele em Washington com aquela sinceridade que a gente não vê muito na NBA. Quando perguntaram se ele vai continuar nos Wizards na próxima temporada, o cara simplesmente soltou: “Claro, eu tenho contrato. Eu amo meu dinheiro”. E deu risada.

    Sinceramente? Adorei essa honestidade do AD. Nada de papo furado sobre “avaliar opções” ou “focar no presente”. O homem falou a real: tem contrato, vai cumprir, e ainda por cima quer fazer esse time competir.

    A aposta nos jovens de Washington

    Mas não é só questão de grana não. Davis, aos 33 anos, tá genuinamente empolgado com o núcleo jovem dos Wizards. E cara, depois de uma temporada 17-65 — a pior da liga —, qualquer otimismo já é bem-vindo, né?

    “Quando a trade aconteceu e eu cheguei aqui, eu disse que esse lugar não é o que as pessoas fazem parecer”, falou o Davis. E olha, considerando que Washington teve três temporadas seguidas perdendo 64+ jogos, essa confiança dele me impressiona.

    A chegada do Trae Young em janeiro (vindo do Hawks) e do próprio AD em fevereiro (numa trade maluca de 8 jogadores vindo de Dallas) mudou completamente a cara do time. Pelo menos no papel, porque os resultados ainda não vieram.

    Realismo de quem já viveu de tudo

    Aqui que o Davis mostrou por que ele é veterano. “Eu já estive nessa liga por muito tempo. Já estive em times perdedores, e é muito difícil sair de um time perdedor para um candidato ao título”, disse ele.

    E ele tá certo, pô. A gente viu isso com os próprios Lakers dele — levaram tempo pra engatar depois que ele chegou. Mas também vimos que quando deu certo, deu MUITO certo (oi, bolha de 2020).

    O que me chama atenção é que ele vai se reunir com a diretoria dos Wizards em breve pra discutir os planos de construir um candidato. “Eles sabem que eu quero ganhar. Tenho certeza que eles também querem. Ninguém quer perder”.

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que Davis consegue transformar essa bagunça de Washington em algo competitivo? Com Young e essa promessa de investir nos jovens, pode ser que role uma surpresa na próxima temporada. Ou pode ser mais uma temporada de sofrimento no Leste.

  • Haliburton revela batalha sofrida contra herpes-zóster: ‘Isso foi terrível’

    Haliburton revela batalha sofrida contra herpes-zóster: ‘Isso foi terrível’

    Cara, quando a gente acha que já viu de tudo no basquete, aparece uma história dessas pra nos lembrar que os jogadores são humanos como qualquer um de nós. Tyrese Haliburton, o armador estrela do Indiana Pacers, abriu o jogo sobre uma luta que ele vem travando há dois meses — e não é contra nenhum adversário na quadra.

    O monstro do Haliburton tá lidando com herpes-zóster (conhecida como cobreiro aqui no Brasil), uma doença que literalmente fechou um dos olhos dele por semanas. “Eu nem conseguia aparecer na frente das câmeras se quisesse, porque meu olho tava praticamente fechado”, contou ele aos repórteres. Imagina a situação: um dos caras mais carismáticos da liga, que sempre tá dando entrevista e interagindo com a galera, isolado por causa disso.

    A doença que mudou tudo

    Olha, eu já conhecia essa condição por causa de parentes mais velhos, mas ver um atleta de 26 anos passando por isso é de partir o coração. Haliburton disse que começou com uma erupção nas primeiras duas semanas de fevereiro, depois veio a coceira infernal. O rosto dele ficou todo inchado, perdeu parte da sobrancelha de tanto coçar, e ainda teve que tomar injeção de botox pra tentar controlar os sintomas.

    “Perdi parte da minha sobrancelha; meu olho fica sempre inchado de tanto coçar. Tenho dias bons e ruins, mas na maior parte são dias ruins. Então, não tem sido nada divertido”, desabafou. E pra piorar, os remédios fizeram ele ganhar peso — dá pra ver que o rosto tá bem inchado nas fotos recentes.

    Double drama: Achilles + herpes-zóster

    Sinceramente, acho que poucos jogadores passaram por um ano tão complicado quanto o Haliburton. O cara já tava fora a temporada toda por causa da ruptura do tendão de Aquiles que ele sofreu no Jogo 7 das Finais do ano passado (que dor, né?). Aí quando finalmente tava progredindo na recuperação, vem essa bomba do herpes-zóster pra complicar ainda mais.

    A boa notícia é que ele voltou a jogar 5×5 nos treinos na semana passada — algo que tava programado pra acontecer depois do All-Star break, mas teve que ser adiado por causa da doença. “Nem penso mais na lesão da perna”, disse ele, o que é um alívio gigante pros fãs dos Pacers.

    Mas olha que loucura: o pai dele, John, também teve herpes-zóster no ano passado, só que no estômago. Parece que é uma daquelas coisas que às vezes vem de família mesmo. E Haliburton foi direto ao ponto com o conselho: “Eu diria pra qualquer pessoa acima dos 50 anos tomar a vacina contra herpes-zóster. Isso aqui foi terrível.”

    Vocês acham que ele consegue voltar 100% na próxima temporada? Porque convenhamos, entre a lesão no Aquiles e essa batalha com a doença, o cara vai precisar de um verão inteiro pra se recuperar completamente.

  • Dallas demite mais um diretor médico – quarto ano seguido!

    Dallas demite mais um diretor médico – quarto ano seguido!

    Cara, que situação bizarra essa dos Mavericks. Acabaram de mandar embora o Johann Bilsborough, diretor de saúde e performance, logo no dia seguinte ao fim da temporada desastrosa deles. E olha só que absurdo: é o QUARTO ano consecutivo que eles fazem uma mudança grande no departamento médico.

    Sinceramente? Tá na cara que o problema não são só os profissionais. Quando você demite gente todo ano na mesma área, alguma coisa tá muito errada na estrutura, né?

    O australiano que não vingou

    O Bilsborough é um cara qualificado pra caramba – doutor em ciência do esporte, trabalhou com os Patriots da NFL e até com o Boston Celtics. Mas duas temporadas turbulentas em Dallas e tchau. O time nem pros playoffs conseguiu ir nesses dois anos, depois daquela final incrível de 2024 contra o Boston.

    Na minha visão, contratar o cara certo não adianta nada se o ambiente de trabalho tá uma zona. E pelo jeito que as coisas andam por lá, deve tá mesmo.

    Dança das cadeiras sem fim

    A situação fica ainda mais louca quando você vê o histórico: Casey Smith ficou VINTE ANOS no Mavericks, foi demitido de forma nada elegante em 2023, e agora tá brilhando no New York Knicks. Tanto que o staff médico dos Knicks ganhou o prêmio de melhor da liga na temporada passada – primeira temporada do Smith lá.

    Detalhe engraçado: quando o Smith comandava Dallas, eles ganharam esse mesmo prêmio em 2020-21 e 2021-22. Coincidência? Acho que não.

    Jeremy Holsopple, outro veterano, também foi mandado embora depois da final de 2024 e foi parar nos Lakers. Keith Belton durou só um ano. É uma rotatividade absurda, mano!

    E agora? Vão esperar contratar o novo executivo de basquete (que deve rolar até maio) pra ele escolher o substituto. Ou seja, mais incerteza, mais mudança, mais bagunça.

    Vocês acham que o problema tá mesmo nos profissionais ou na forma como o front office dos Mavs gerencia essas contratações? Porque pra mim, quando você demite todo mundo e os caras vão brilhar em outros times, a conta não fecha não.

  • 60 pontos na despedida: a noite que o Mamba voltou dos mortos

    60 pontos na despedida: a noite que o Mamba voltou dos mortos

    Cara, se tem uma noite que todo mundo que gosta de basquete deveria ter visto ao vivo, foi 13 de abril de 2016. Kobe Bryant na sua despedida, no Staples Center, contra o Utah Jazz. E olha, eu vou ser sincero: ninguém — NINGUÉM — esperava aquilo.

    Os primeiros cinco arremessos? Todos errados. Um de três da lateral, um de média distância, dois no garrafão, mais um de média. O pessoal em LA já tava ficando nervoso, sabe? Você via nas expressões da galera que tava rolando uma tensão. Imagina só: última partida do cara, 20 anos de carreira, e começando errando tudo.

    Quando o switch virou

    Mas aí veio aquela cesta de 10 metros com 5:12 no primeiro quarto. Mano, a arena inteira explodiu. Jordan Clarkson, que tava jogando com ele na época, falou uma coisa que resume tudo: “Quando ele acertou aquela bola, a gente sabia que ia começar a chover cestas”.

    E foi exatamente isso. Cinco seguidas na sequência. A galera que tava vaiando virou coro de “Kobe! Kobe!” em questão de segundos. Julius Randle, que hoje joga no Minnesota mas tava lá naquele time, disse uma parada que me arrepia até hoje: “Ele virou o Black Mamba muito rápido. Dava pra ver nos olhos dele que queria ganhar aquele jogo como se fosse um título”.

    E vocês sabem como terminou, né? 60 pontos. Sessenta! Em 50 arremessos, acertou 22. Lakers venceram 101 a 96, e por uma noite todo mundo esqueceu que aquele time tinha feito apenas 17 vitórias na temporada regular.

    Os bastidores da lenda

    O fotógrafo Andrew Bernstein, que trabalhava na NBA há décadas, acompanhou o Kobe desde 4h da manhã. Imagina a cena: o cara acordou de madrugada, foi pro escritório do Kobe em Newport Beach, e depois voaram de helicóptero pro Staples. E sabe o que o Kobe fez no helicóptero? Dormiu. Cinco minutos depois de decolar, o maluco tava roncando.

    “O cara tinha um batimento cardíaco como se fosse um dia qualquer”, disse o Bernstein. Monstro demais, né? No dia mais importante, o mais tranquilo de todos.

    Stu Lantz, comentarista dos Lakers há quase 30 anos, encontrou o Kobe no vestiário antes do jogo. E o que ele disse? “Vou me divertir essa noite”. Quando o Kobe falava isso, segundo o Stu, você já sabia que ia rolar algo especial.

    Sinceramente, eu ainda fico emocionado pensando nessa noite. Foi tipo um filme, sabe? O cara com 37 anos, corpo já todo quebrado, temporada horrível dos Lakers, e aí resolve fazer isso na despedida. Jay-Z e Shaquille O’Neal na primeira fila assistindo a magia acontecer.

    E aí, vocês lembram onde estavam quando viram isso? Porque essa foi daquelas noites que a gente nunca vai esquecer. O Mamba mostrou por que era O Mamba.

  • Lakers vão de 4º colocados no Oeste enfrentar os Rockets

    Lakers vão de 4º colocados no Oeste enfrentar os Rockets

    E assim termina mais uma temporada regular da NBA! Os Lakers conseguiram a 4ª posição no Oeste mesmo com um monte de problema – Luka Dončić e Austin Reaves estão machucados e devem perder boa parte (ou tudo) dos playoffs. Mas cara, o LeBron ainda é um monstro absoluto aos 41 anos.

    Na minha visão, essa classificação já é uma vitória considerando as circunstâncias. O time do JJ Redick conseguiu duas temporadas consecutivas com 50+ vitórias, o que não é brincadeira no Oeste competitivo que a gente conhece.

    Como ficaram as conferências

    No Leste, Detroit surpreendeu geral terminando em primeiro – quem diria que os Pistons iam liderar a conferência? Boston ficou em segundo, seguido pelos Knicks. Já no Oeste, OKC manteve a liderança, San Antonio em segundo e Denver completando o top 3.

    Os Lakers pegaram Houston na primeira rodada. Sinceramente, sem o Luka e o Reaves, vai ser osso. Mas olha, nunca duvide de um LeBron em playoffs – o cara já nos surpreendeu tantas vezes que perdi as contas.

    Play-in e draft já na mira

    O formato do play-in continua o mesmo: 2º colocado pega o vencedor do jogo 7×8, enquanto o 1º colocado espera pelo vencedor da repescagem entre perdedor do 7×8 e vencedor do 9×10. Meio confuso? É, mas funciona.

    E já que falamos de futuro – os Lakers vão ter uma escolha de primeira rodada no draft, entre a 24ª e 25ª posição (vai ser decidido no cara ou coroa com os Knicks). Nada demais, mas em um draft que promete ser profundo, qualquer escolha pode render.

    Washington lidera as odds da loteria com 14% de chance da primeira escolha. Brooklyn e Indiana também têm 14%. Várias franquias claramente ‘tankaram’ essa temporada pensando no draft de 2026.

    Vocês acham que os Lakers conseguem passar dos Rockets mesmo desfalcados? Eu tenho minhas dúvidas, mas playoff é playoff – e LeBron em playoff é sempre imprevisível. Vamos ver se o Rei consegue mais uma mágica!

  • Mavericks atropela Bulls por 149-128 em show de Ryan Nembhard

    Mavericks atropela Bulls por 149-128 em show de Ryan Nembhard

    Cara, que pancada foi essa dos Mavericks nos Bulls ontem! 149-128 e não foi nem perto. Dallas simplesmente resolveu acabar a temporada do jeito certo, com uma das performances ofensivas mais completas que eu já vi esse ano.

    O grande nome da noite? Ryan Nembhard. O cara distribuiu 23 assistências — vinte e três! — e ainda fez 15 pontos. É recorde de assistências para um rookie na franquia dos Mavs. Eu tava assistindo e parecia que ele tinha GPS na cabeça, achava passe que nem existia. Sinceramente, foi um dos jogos mais prazerosos de se ver pela organização ofensiva.

    Show de bola movimento e arremessos

    Dallas acertou 52% dos arremessos de quadra e um absurdo de 22 das 49 tentativas de três pontos (44.9%). John Poulakidas meteu 28 pontos acertando 8 das 16 tentativas do perímetro. Moussa Cisse dominou o garrafão com 20 rebotes. Foi uma clínica completa.

    O que mais me impressionou foi como tudo fluiu naturalmente. Não parecia forçado, sabe? A bola rodava, os caras se movimentavam sem a bola, e Chicago simplesmente não conseguia acompanhar o ritmo. No primeiro tempo, os Mavs já tinham construído uma vantagem de 80-56. Oitenta pontos em um tempo! Isso é coisa de videogame.

    Bulls nunca entraram no jogo

    Olha, tenho que ser justo: Chicago até tentou algumas reações com Rob Dillingham e Collin Sexton, mas toda vez que encostavam no placar, Dallas respondia com outra chuva de três pontos. Cooper Flagg descendo forte para a cesta, Klay Thompson (que ainda tá lá, o monstro) chovendo de longe, e Nembhard orquestrando tudo.

    Na segunda metade virou passeio. A vantagem oscilou entre 20 e 30 pontos praticamente o tempo todo, e no último período já era garbage time total. Ambos os times só cumprindo tabela.

    Vocês acham que essa performance do Nembhard foi só casualidade ou o garoto realmente evoluiu tanto assim? Porque 23 assistências não é brincadeira não — tem muito armador veterano que nunca chegou perto disso na NBA.

    Dallas encerra a temporada com o pé direito, mostrando que quando a química funciona, esse time pode ser muito perigoso. Agora é aguardar a próxima temporada e ver se conseguem manter essa consistência ofensiva. Por enquanto, fica a lição: quando os Mavs movimentam a bola desse jeito, é difícil alguém parar.

  • Warriors precisam de milagre: enfrentam Clippers fora na quarta

    Warriors precisam de milagre: enfrentam Clippers fora na quarta

    Olha, se você torce pro Golden State Warriors, já pode ir preparando o coração. A situação ficou complicada — e quando eu digo complicada, é MUITO complicada mesmo.

    O Warriors terminou a temporada regular como 10º colocado no Oeste, o que significa que eles precisam ganhar dois jogos consecutivos FORA DE CASA só pra conseguir uma vaguinha nos playoffs. É isso mesmo que vocês leram: dois jogos seguidos longe de casa. Já viram algo mais difícil?

    O confronto que todo mundo esperava

    Na quarta-feira, às 22h (horário de Brasília), vai rolar Warriors x Clippers em Los Angeles. E adivinha? Esse é exatamente o mesmo confronto que fechou a temporada regular no domingo — jogo que o Golden State perdeu por 115-110.

    Sinceramente, parece até roteiro de filme. Os caras se enfrentam no último jogo da temporada, Warriors perde, e agora têm que voltar lá e ganhar do mesmo time no mesmo ginásio. Se não conseguirem, tchau temporada.

    O mais doído é que isso podia ter sido evitado. Se o Warriors tivesse conseguido algumas vitórias a mais durante a temporada… mas enfim, agora é lidar com a realidade.

    Como funciona essa loucura do play-in

    Deixa eu explicar essa bagunça organizada que é o play-in do Oeste. Portland (8º) pega Phoenix (7º) na terça-feira. Quem ganhar vai direto pros playoffs enfrentar o Wembanyama e o San Antonio Spurs.

    Quem perder esse jogo vai receber o vencedor de Warriors x Clippers na sexta-feira. E aí sim, quem ganhar essa segunda chance vira o 8º colocado e ganha o ‘prêmio’ de enfrentar o atual campeão Oklahoma City Thunder com o Shai Gilgeous-Alexander.

    Monstro de calendário, né? Os Warriors podem jogar na quarta E na sexta. Sem descanso, sem folga, só pressão pura.

    A pressão tá pesada

    Vou ser sincero com vocês: não sei se esse time do Warriors aguenta essa pressão toda. Eles não são mais aquele time dominante de alguns anos atrás. Curry ainda joga muito, óbvio, mas o elenco como um todo não tá no mesmo nível.

    E os Clippers? Cara, eles podem não ser o time mais consistente da liga, mas em casa, no clima de playoff, podem complicar qualquer um. Kawhi Leonard quando tá saudável é um problema sério.

    A real é que o Warriors precisa de um milagre. Ou melhor: precisa que o Curry resolva fazer uma daquelas performances mágicas dele. Vocês acham que ele ainda tem isso no tanque? Eu espero que sim, porque senão a temporada acaba na quarta mesmo.

    Os jogos vão passar no Prime Video, então pelo menos vamos poder acompanhar essa loucura toda. Preparem a pipoca — e o coração.

  • Sixers querem vingança contra Magic e esquecer vexame de 41 pontos

    Sixers querem vingança contra Magic e esquecer vexame de 41 pontos

    Olha, tem coisas que a gente simplesmente não consegue esquecer — e os Sixers sabem bem disso. A última vez que o Orlando Magic pisou na Filadélfia foi um verdadeiro massacre: 41 pontos de diferença. Quarenta e um! É o tipo de derrota que fica na garganta e não desce, sabe?

    “Eles nos destruíram feio da última vez que jogaram aqui”, admitiu Paul George depois da vitória sobre o Milwaukee na última rodada da temporada regular. “Isso já é motivação suficiente pra gente proteger nossa casa e garantir nossa posição.”

    E o destino deu uma força pros Sixers. Com a derrota do Magic pro Boston, agora eles vão receber Orlando em casa no play-in, ao invés de ter que viajar. Sinceramente? Melhor cenário impossível.

    A conta que ficou em aberto desde novembro

    Tyrese Maxey também lembra daquela noite de 25 de novembro como se fosse ontem. “Foi há muito tempo, mas a gente deve uma pra eles em casa”, disparou o armador. “Temos que vingar aquela derrota. Foi realmente muito ruim pra gente.”

    Tá, os Sixers estavam desfalcados naquele jogo e até venceram os outros dois confrontos da temporada. Mas vexame de 41 pontos é vexame de 41 pontos — não tem desculpa que cole.

    “É um time muito bom. Um teste real pra gente”, continuou Maxey. E ele tá certo. O Magic não é mais aquele timezinho perdido. Com Paolo Banchero, Franz Wagner e Desmond Bane fazendo mais de 20 pontos por jogo, eles viraram uma pedreira.

    Magic vem com tudo e por tudo

    O técnico Nick Nurse não tá subestimando ninguém. “Time muito físico. Parece que agora tão com todo mundo de volta também”, analisou. E é verdade — o Magic sofreu com lesões o ano todo, mas chegou no momento decisivo praticamente completo.

    Jalen Suggs e Bane na armação, Banchero e Wagner nas alas… É um quinteto que incomoda qualquer um. Anthony Black também teve uma temporada sensacional quando conseguiu ficar saudável.

    A matemática é simples: ganhou, pega o Boston na primeira rodada como 7º colocado. Perdeu, vai pro jogo vida ou morte contra quem sobrar entre Charlotte e Miami. E aí, se passar, encara o Detroit (que virou 1º colocado — quem diria, né?).

    Pro pessoal mais novo como VJ Edgecombe, vai ser o primeiro gostinho de playoffs. “Esteja preparado pra qualquer coisa”, aconselhou Maxey. “Coisas estranhas acontecem nos playoffs. Mas confie no seu trabalho.”

    Andre Drummond, que já viu de tudo nessa liga, resumiu na lata: “Cada posse conta, cada posse importa. Uma posse ruim pode virar cinco pontos pro adversário.”

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem essa vingança ou o Magic vai dar o troco em dose dupla? Quarta-feira a gente descobre.