Autor: Leandro Amorim

  • Cooper Flagg machuca o tornozelo e perde fim de temporada histórica

    Cooper Flagg machuca o tornozelo e perde fim de temporada histórica

    Cara, que azar do Cooper Flagg. O garoto que tava tendo uma temporada de rookie absolutamente monstruosa acabou de machucar o tornozelo no último jogo da temporada regular dos Mavs, contra o Chicago. Saiu mancando no segundo quarto e não voltou mais.

    Olha, eu tava acompanhando essa temporada do Flagg desde o começo, e sinceramente? O moleque é um fenômeno. Com apenas 19 anos, ele tava fazendo coisas que a gente só vê uma vez a cada década na liga.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: 21.0 pontos, 5.4 rebotes e 4.5 assistências de média em 70 jogos. Pra um rookie, isso é absurdo. Mas o que mais me impressiona não são só os números — é a maturidade do garoto em quadra.

    Lembra daqueles dois jogos no penúltimo fim de semana da temporada? O maluco fez 96 pontos em duas partidas. NOVENTA E SEIS! E ainda teve o jogo de 51 pontos contra o Orlando, se tornando o primeiro adolescente na história da NBA a fazer 50+ numa partida. Monstro demais.

    Na minha visão, isso que ele fez contra os Lakers foi histórico também. 45 pontos contra o LeBron e ainda passou o King no número de jogos de 40+ pontos para um adolescente. Imagina a pressão de jogar contra seu ídolo e ainda assim dominar daquele jeito?

    Temporada dos Mavs foi uma decepção

    Agora, vamos ser honestos — a temporada dos Mavs como um todo foi bem frustrante. Começaram com expectativas altíssimas, mas as lesões destruíram tudo. O Anthony Davis passou mais tempo no departamento médico que em quadra, e acabou sendo trocado pro Washington. O Kyrie Irving? Nem jogou, depois daquela lesão feia no joelho em março do ano passado.

    Mas sabe o que mais me impressiona? Mesmo com o time desandando, o Flagg nunca abaixou a cabeça. Continuou jogando no mais alto nível, fazendo história toda semana.

    A briga pelo ROY tá pegando fogo

    E aí, vocês acham que ele leva o Rookie of the Year? A disputa com o Kon Knueppel (que foi seu companheiro em Duke, inclusive) tá bem acirrada. Eu ainda acho que o Flagg leva — os números falam por si só, e aqueles jogos históricos que ele fez devem pesar bastante na votação.

    O cara já tinha mostrado que era diferenciado em Duke, levando o time até a Final Four e sendo apenas o quarto calouro da história a ganhar o prêmio de melhor jogador universitário do país. Na NBA, só confirmou que veio pra ficar.

    Espero que essa lesão no tornozelo não seja nada sério e que ele volte 100% pra próxima temporada. Porque sinceramente? Com esse nível de jogo, os Mavs podem estar construindo algo especial ali em Dallas.

  • Cooper Flagg machuca o tornozelo e encerra temporada rookie

    Cooper Flagg machuca o tornozelo e encerra temporada rookie

    Cara, que fim de temporada complicado pro Cooper Flagg. O garoto que chegou com toda a expectativa em Dallas acabou machucando o tornozelo esquerdo no último jogo da temporada contra o Bulls, domingo passado.

    Foi uma dessas jogadas chatas que a gente odeia ver. O Flagg foi disputar um rebote, aterrisou torto e pronto — saiu mancando direto pro vestiário. Nem voltou mais pra quadra. Sinceramente, deu até uma dor no coração ver o mlk saindo assim depois de uma temporada que, convenhamos, já não tava fácil pros Mavs.

    Números que impressionam mesmo assim

    Olha, mesmo com essa temporada difícil do Dallas (25-56, longe pra caramba dos playoffs), o Flagg mostrou por que era tão esperado. Média de 21.2 pontos e 6.7 rebotes em 69 jogos? Monstro demais pra um rookie.

    E tem mais: o cara se tornou o mais novo jogador da história da NBA a fazer 50 pontos em um jogo. Foram 51 contra o Magic no começo do mês. Absurdo total. Na minha opinião, isso já garante ele na briga pelo Rookie of the Year — mesmo com a concorrência do Kon Knueppel, que inclusive era companheiro dele em Duke.

    O que vem por aí?

    Por enquanto, ninguém sabe a gravidade da torção. Pode ser só um susto ou algo mais sério. De qualquer forma, a temporada já tinha acabado mesmo pra Dallas — estavam mais de 10 jogos atrás das vagas do play-in no Oeste.

    O que me deixa empolgado é pensar no potencial desse garoto. 1.473 pontos na temporada rookie? Isso é coisa de craque. E vocês acham que ele consegue levar o prêmio de calouro do ano mesmo com essa lesão no final?

    Uma coisa é certa: Dallas tem uma joia nas mãos. Agora é torcer pra esse tornozelo sarar logo e pro Flagg voltar ainda mais forte na próxima temporada. O futuro dos Mavs pode estar nas mãos desse mlk de 19 anos.

  • Knicks chegam nos playoffs de 2026 com histórico da franquia

    Knicks chegam nos playoffs de 2026 com histórico da franquia

    Olha, quando vi esses números dos Knicks para os playoffs de 2026, quase não acreditei. Mike Brown pode estar desapontado por não ter conseguido a primeira seed no Leste, mas cara — os caras fizeram uma temporada histórica pra franquia.

    O SRS (Simple Rating System) de 6.23 dos Knicks nesta temporada é o TERCEIRO MELHOR da história da franquia. Ficaram atrás apenas dos times de 1969-70 e 1993-94. E adivinha? Dois desses times foram campeões da NBA, e o terceiro chegou nas Finals. Não é má companhia, né?

    A dupla Brunson-Towns finalmente encaixou

    Sinceramente, eu vinha duvidando se o Karl-Anthony Towns ia dar certo no esquema dos Knicks. Mas nas últimas semanas da temporada regular, especialmente nas vitórias sobre Hawks e Celtics, a parceria dele com Jalen Brunson foi simplesmente monstruosa.

    Os Knicks terminaram com o quarto melhor ataque da liga e uma defesa sólida (7º lugar). Net rating no top 5. São números que mostram que esse time pode brigar de igual pra igual com qualquer um no Leste.

    Brown mesmo admitiu que demorou pra encontrar o encaixe perfeito: “Eu gostaria de ter descoberto algumas coisas um pouco mais cedo”, disse o técnico. Mas no final das contas, eles chegaram lá quando importava.

    McBride pode ser o X da questão

    Uma coisa que me chamou atenção foi o Miles “Deuce” McBride voltando em grande estilo. 21 pontos em 15 arremessos no último jogo da temporada, depois de ficar semanas fora por cirurgia de hérnia esportiva.

    O cara pode ser aquele sexto homem que faz a diferença nos momentos decisivos. Brown elogiou a agressividade dele: “Foi bom vê-lo jogar livre, arremessar qualquer bola que quisesse”.

    Vocês acham que os Knicks têm condições reais de chegar nas Finals do Leste de novo? Porque olhando esses números, eu tô começando a acreditar. A dupla Brunson-Towns funcionando, uma defesa consistente e agora o McBride voltando… pode dar zebra nesse playoff.

    A primeira rodada contra os Hawks vai ser o primeiro teste de fogo. Mas depois de 82 jogos provando que são um dos melhores times da liga, os Knicks chegam confiantes. E olha, confiança é meio caminho andado nos playoffs da NBA.

  • KG finalmente volta pra casa: reconciliação histórica com os Wolves

    KG finalmente volta pra casa: reconciliação histórica com os Wolves

    Cara, eu nunca pensei que ia ver esse dia chegar. Kevin Garnett de volta ao Target Center, sendo ovacionado pela torcida dos Timberwolves. Depois de anos brigando com a franquia, o Big Ticket finalmente voltou pra casa.

    No domingo passado, KG apareceu no jogo contra o New Orleans Pelicans — e olha, foi emocionante pra caramba. A primeira vez dele numa partida em casa desde 2018. Oito anos, gente. Oito anos longe do lugar onde ele virou lenda.

    Glen Taylor sai, KG volta

    A reconciliação só rolou porque Glen Taylor vendeu o time. Simples assim. O ex-dono e Garnett tinham uma treta épica que começou lá em 2007, quando trocaram o cara pros Celtics. Na época, KG disse que não fazia negócio com “cobras” — e olha que ele foi educado na tradução, porque as palavras exatas foram bem mais pesadas.

    O problema todo começou quando Garnett se aposentou e queria virar sócio dos Wolves. Segundo ele, Taylor prometeu isso verbalmente mas depois voltou atrás. Imagina a frustração: você carregou um time nas costas por 14 temporadas, ganhou MVP, fez 10 All-Star Games, e na hora H o cara te dá uma rasteira dessas?

    “Eu não faço negócio com cobras”, foi o que KG disse na época. E cara, ele cumpriu a promessa. Ficou longe mesmo.

    Nova era, novos donos

    Agora com Marc Lore e Alex Rodriguez no comando (que compraram o time oficialmente em junho passado), tudo mudou. KG já vai voltar como embaixador da franquia e — finalmente! — vai ter a camisa 21 aposentada na próxima temporada.

    “Mal posso esperar para voltar pra casa”, disse Garnett em março. “Voltando pra mim é sobre o que vem por aí. Passei um tempo com Marc e Alex, e você sente a diferença.”

    E vocês acham que demorou demais? Eu acho que sim, cara. KG é o maior jogador da história dos Wolves, sem discussão. Levou aquele time de 2004 até as finais de conferência praticamente sozinho — uma das maiores carregadas individuais que eu já vi na NBA.

    Quando ele apareceu no túnel do Target Center domingo, acompanhado pelos novos donos, a torcida explodiu. Teve homenagem no telão, ovação de pé, o pacote completo. Era pra ter acontecido há muito tempo, mas pelo menos aconteceu.

    Sinceramente? Essa volta do KG simboliza uma nova fase dos Timberwolves. Com Anthony Edwards comandando a nova geração e agora tendo a lenda de volta em casa, o futuro parece bem mais promissor em Minneapolis.

  • Capela faz o primeiro arremesso de 3 da carreira e brilha nos Rockets

    Capela faz o primeiro arremesso de 3 da carreira e brilha nos Rockets

    Gente, vocês viram o que aconteceu no último jogo da temporada regular dos Rockets? Clint Capela não só dominou o garrafão com 23 pontos e 13 rebotes, como FINALMENTE acertou o primeiro arremesso de três pontos da carreira dele. Depois de 12 anos na NBA e 7 tentativas frustradas, o suíço mandou ver no quarto período e a bancada de Houston foi ao delírio!

    Foi emocionante demais ver o Capela levantando os braços depois de acertar essa bola. O cara tem mais de 2 metros, sempre foi especialista em enterradas e rebotes, mas nunca tinha conseguido acertar uma de 3. Imaginem a sensação depois de tanto tempo tentando.

    Rockets descansam os titulares e vencem fácil

    Com a quinta posição no Oeste já garantida, Houston poupou praticamente todos os titulares principais. Kevin Durant, Amen Thompson, Alperen Sengun e Jabari Smith Jr ficaram no banco assistindo os reservas fazerem a festa contra o Memphis.

    E que atuação dos coadjuvantes! Tari Eason fez 20 pontos com 8 assistências, Reed Sheppard – o único Rocket a jogar todos os 82 jogos da temporada – contribuiu com 19, e Jae’Sean Tate adicionou 13. Sinceramente, foi legal ver esses caras terem protagonismo no último jogo.

    Os Rockets fecharam a temporada com 4 vitórias em 4 jogos contra Memphis. A primeira vez que fazem isso desde 2009-10. Não é pouca coisa, considerando que sempre tivemos dificuldades históricas contra alguns times específicos.

    Grizzlies na lona total

    Do lado de Memphis, a situação foi de dar dó. O time terminou com apenas 25 vitórias e 57 derrotas, e no domingo só conseguiram vestir 8 jogadores. Dois deles, Toby Okani e Dariq Whitehead, estavam com contratos de 10 dias assinados no começo de abril.

    Whitehead até que se saiu bem, fazendo 26 pontos (recorde pessoal), e Rayan Rupert ajudou com 21. Mas é triste ver um time tradicionalmente competitivo como o Grizzlies nessa situação. As lesões pegaram pesado mesmo.

    Uma curiosidade legal: Taj Gibson (40 anos) jogou pelo Memphis e Jeff Green (39) pelos Rockets. Eles se enfrentaram pela 30ª vez na carreira, com o primeiro duelo lá em 2010. Monstros da longevidade no basquete!

    Agora é playoffs, pessoal. Houston vai enfrentar os Lakers na primeira rodada. E aí, acham que os Rockets têm moral pra incomodar LeBron e companhia?

  • Cavs x Raptors: primeira rodada confirmada e eu já tô nervoso

    Cavs x Raptors: primeira rodada confirmada e eu já tô nervoso

    Galera, acabou de sair! A NBA confirmou que o primeiro jogo entre Cleveland Cavaliers e Toronto Raptors vai ser no sábado, 18 de abril, às 13h (horário de Brasília). E adivinha só? Vai passar exclusivamente no Prime Video.

    Sinceramente? Esse confronto me deixou um pouco apreensivo. Os Cavs fecharam como 4ª colocação no Leste — o que já é um baita resultado, não vou mentir — mas os números contra Toronto nesta temporada são de dar arrepio em qualquer torcedor de Cleveland.

    Os números que assombram

    Três jogos na temporada regular, três derrotas. E não foram derrotas apertadas não, meu amigo. Todas por dois dígitos de diferença. Cada uma doeu mais que a anterior.

    Mas calma aí antes de entrar em desespero (que nem eu quase entrei). Todos esses jogos foram antes de dezembro, quando o time ainda estava se entendendo. Darius Garland perdeu os três confrontos, Jarrett Allen ficou de fora em dois, e Mitchell não jogou em um deles. Ou seja, nunca vimos os Cavs com força máxima contra Toronto.

    O ritmo dos Raptors é o problema

    O que mais me preocupa é o ritmo de jogo. Toronto conseguiu massacrar Cleveland no contra-ataque, principalmente com as alas correndo a quadra toda. Os Cavs simplesmente não conseguiam acompanhar o pique dos caras.

    A pergunta que não quer calar: será que Cleveland conseguiu se ajustar a esse estilo de jogo desde dezembro pra cá? Porque se não conseguiu, vai ser uma primeira rodada bem complicada.

    Histórico dá esperança

    Mas nem tudo são lágrimas, pessoal. No histórico dos playoffs, os Cavs dominam completamente essa rivalidade. Três confrontos anteriores (2016, 2017 e 2018), três vitórias de Cleveland. Coincidência? Eu acho que não.

    Era a época do LeBron, eu sei, mas playoff é playoff. A experiência conta, a pressão muda tudo, e os Cavaliers sabem como funciona essa dança.

    E vocês, o que acham? Os Cavs conseguem quebrar essa sina da temporada regular ou vão tropeçar logo na primeira? Eu tô otimista — vai ser guerra, mas Cleveland tem time pra passar.

  • Lakers fecham temporada regular com vitória e pegarão Houston nos playoffs

    Lakers fecham temporada regular com vitória e pegarão Houston nos playoffs

    Os Lakers fizeram exatamente o que precisavam fazer no último jogo da temporada regular: venceram o Utah Jazz por 131-107 e garantiram a quarta posição no Oeste. Sinceramente, não importava muito o resultado — eles já estavam praticamente classificados — mas a forma como jogaram foi o que mais me chamou atenção.

    O LeBron, mesmo aos 41 anos (ainda não acredito nisso), fez 18 pontos, 6 assistências e 4 rebotes em apenas 17 minutos de quadra. Dezessete minutos! O cara literalmente resolveu o jogo no primeiro tempo e foi descansar. É monstruoso ver como ele ainda consegue ser eficiente assim.

    Rockets vão ser o primeiro teste

    Com o resultado, os Lakers (53-29) vão enfrentar o Houston Rockets na primeira rodada dos playoffs, começando no sábado às 22h30 (horário de Brasília) na Crypto.com Arena. E olha, eu tô curioso pra ver esse confronto. Os Rockets têm um time jovem e perigoso, mas jogar em casa faz toda diferença.

    O que me deixou mais animado foi ver o Bronny James jogando bem saindo do banco. Onze pontos com 4/7 nos arremessos e 3/4 do perímetro! O moleque tá ganhando confiança, e isso pode ser importante nos playoffs. Deandre Ayton e Rui Hachimura também fizeram double-double cada um (22 pontos e 10 rebotes), mostrando que o elenco tem profundidade.

    Mentalidade de playoffs já começou

    O técnico JJ Redick falou uma coisa que fez muito sentido: “Construir nossa mentalidade de playoffs é sobre nós, não sobre o adversário”. E é isso aí mesmo. Não adianta ficar olhando pro lado — é focar no próprio jogo e fazer o que sabe fazer de melhor.

    O problema é que no ano passado eles também tinham uma seed melhor (eram o sétimo, pegaram o Minnesota como oitavo) e tomaram uma surra de 4-1 dos Timberwolves. Será que dessa vez vai ser diferente? Eu tenho minhas dúvidas, pra ser honesto.

    Uma curiosidade: Jake LaRavia jogou todos os 82 jogos da temporada, sendo o único Laker a conseguir isso. Cara, isso é raro demais na NBA de hoje em dia. O último que tinha feito isso pelos Lakers foi o Austin Reaves na temporada passada.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem passar do Rockets na primeira rodada? Eu tô meio dividido… O time tem talento, mas os playoffs são outra história completamente.

  • Clippers derruba Warriors e garante revanche no play-in da NBA

    Clippers derruba Warriors e garante revanche no play-in da NBA

    Olha só que reviravolta louca os Clippers conseguiram fazer nesta temporada. Começaram com 6-21 — praticamente mortos — e agora estão no play-in depois de bater o Warriors por 115-110. Sinceramente? Eu não esperava essa recuperação toda.

    O herói da noite foi Bennedict Mathurin saindo do banco: 20 pontos, 9 rebotes e 8 assistências. O cara tá jogando um basquete absurdo ultimamente. E não foi só ele não — o banco inteiro dos Clippers destruiu os reservas do Golden State por 71-56. Isso é diferencial de time grande, gente.

    Curry voltou, mas não foi suficiente

    Stephen Curry fez sua parte com 24 pontos (4/9 do perímetro), mas ficou limitado a 29 minutos depois de perder 27 jogos com lesão no joelho. Dá pra ver que ele ainda não tá 100%, né? Os Warriors terminaram com 37-45 — longe do que a gente esperava no começo da temporada.

    E agora vem a parte interessante: os Clippers têm um domínio absurdo jogando em casa contra Golden State. São 11 vitórias em 12 jogos no Crypto.com Arena, incluindo 9 seguidas. Os Warriors não vencem lá desde novembro de 2021. Três anos, cara!

    Play-in promete ser pegado

    Com essa vitória, LA garantiu a 9ª posição e vai receber os Warriors (10º) na quarta-feira. Portland ficou com a 8ª por ter melhor campanha na Conferência Oeste — mesmo critério de desempate que deixou os Clippers para trás com record idêntico de 42-40.

    O que mais me impressiona é a resiliência desse time dos Clippers. Começar 6-21 e ainda assim estender para 15 temporadas consecutivas com campanha positiva? É a sequência ativa mais longa da NBA e a quarta maior da história da liga. Isso é mentalidade de campeão.

    Kawhi Leonard ficou fora descansando tornozelo e punho — estratégia inteligente pensando no play-in. Do lado do Warriors, Draymond Green também não jogou por causa das costas.

    Vocês acham que os Clippers conseguem manter esse embalo no play-in? Porque se mantiverem esse nível do banco de reservas, podem incomodar muito gente nos playoffs.

  • Jokic garantiu elegibilidade para MVP e Nuggets ficaram em 3º

    Jokic garantiu elegibilidade para MVP e Nuggets ficaram em 3º

    O Nikola Jokic é um monstro mesmo, cara. Ontem contra o Spurs, o sérvio fez questão de marcar 23 pontos no primeiro tempo — e olha só a jogada de mestre: era exatamente o 65º jogo dele na temporada, número mágico pra ser elegível aos prêmios da NBA.

    Depois de cumprir a missão, o homem simplesmente não voltou pro segundo tempo. Jogou apenas 18 minutos, converteu 7 de 12 arremessos, pegou 8 rebotes e ainda deu uma tocada. Trabalho feito, pode descansar.

    A matemática dos prêmios da NBA

    Pra quem não sabe, a NBA exige 65 jogos mínimos pra um cara disputar MVP, All-NBA ou Melhor Defensor. É uma regra meio chata, mas existe pra evitar que jogador “escolha” quando jogar. O Jokic estava com 64 jogos e ainda tinha direito a uma exceção (jogo com 15-19 minutos conta como oficial).

    Sinceramente? Achei genial a estratégia. O cara foi lá, fez o que precisava e vazou. Wembanyama, que conseguiu a elegibilidade no jogo anterior, nem jogou — estava machucado nas costelas.

    Nuggets garantem vantagem de quadra

    Com a vitória por 128-118, Denver fechou como 3º colocado do Oeste (54-28) e vai enfrentar Minnesota na primeira rodada dos playoffs. Sete jogadores fizeram dois dígitos, com destaque pra Julian Strawther (25 pontos) e Jonas Valanciunas (16 pontos, 11 rebotes).

    Os Nuggets fizeram um show no segundo quarto — pasmem — com uma sequência de 22-0! Deixaram o Spurs sem pontuar por mais de 8 minutos. Isso é coisa de time que sabe quando apertar o acelerador.

    E aí, vocês acham que o Jokic leva o terceiro MVP da carreira? O cara está jogando um basquete absurdo mesmo com essa limitação de jogos. Pra mim, ele continua sendo o melhor jogador do mundo quando está 100%.

    San Antonio terminou com 62-20 (que temporada!), mas agora vai ter que passar pelo play-in pra chegar aos playoffs de verdade. De’Aaron Fox fez 24 pontos, mas não foi suficiente. O rookie Carter Bryant mostrou serviço com 13 pontos e uma enterrada no próprio Jokic — coragem!

  • Blazers garantem vaga no play-in e vão pegar o Suns

    Blazers garantem vaga no play-in e vão pegar o Suns

    Olha, eu não vou mentir — não esperava que os Trail Blazers conseguissem chegar no play-in este ano. Mas eles foram lá e bateram o Kings por 122 a 110, garantindo a oitava colocação no Oeste e uma vaguinha na repescagem.

    E o cara que comandou essa classificação? Deni Avdija. O israelense meteu 25 pontos e distribuiu 10 assistências num jogaço que mostrou por que Portland ainda acredita nele como peça central do projeto. Junto com o veterano Jrue Holiday (23 pontos), eles fizeram Sacramento sofrer a noite toda.

    A dupla jovem também apareceu

    Donovan Clingan, nosso gigantão de quase 2,20m, fez um double-double discreto mas eficiente: 13 pontos e 11 rebotes. O pivô tem mostrado evolução constante desde que chegou como calouro. Já Scoot Henderson contribuiu com 15 pontos — não foi a melhor noite dele, mas quando importou, ele apareceu.

    Do lado de Sacramento… cara, que temporada frustrante. Precious Achiuwa jogou pra caramba (27 pontos e 11 rebotes), mas não adiantou nada. O Kings empatou com o Jazz na lanterna do Oeste, com apenas 22 vitórias em 82 jogos. É de doer o coração de qualquer torcedor.

    Agora é partir pro tudo ou nada

    Portland vai visitar o Phoenix Suns na terça-feira, numa partida eliminatória do play-in. Quem ganhar, pega o San Antonio Spurs na primeira rodada dos playoffs. E sinceramente? Acho que os Blazers podem dar trabalho. Esse time tem uma química interessante e jogadores experientes que sabem o que é pressão.

    A questão é: vocês acham que Portland consegue surpreender Kevin Durant e companhia? Porque uma coisa eu garanto — depois de garantir essa vaga contra todas as expectativas, esse grupo não vai facilitar pra ninguém.

    O segundo tempo foi tenso, com Sacramento voltando mais ligado e chegando a deixar o jogo em 110-101 no último quarto. Mas os Blazers souberam controlar o nervosismo e fecharam a conta. Experiência conta, e Holiday mostrou isso nos momentos decisivos.