Mavericks atropela Bulls por 149-128 em show de Ryan Nembhard

Cara, que pancada foi essa dos Mavericks nos Bulls ontem! 149-128 e não foi nem perto. Dallas simplesmente resolveu acabar a temporada do jeito certo, com uma das performances ofensivas mais completas que eu já vi esse ano.

O grande nome da noite? Ryan Nembhard. O cara distribuiu 23 assistências — vinte e três! — e ainda fez 15 pontos. É recorde de assistências para um rookie na franquia dos Mavs. Eu tava assistindo e parecia que ele tinha GPS na cabeça, achava passe que nem existia. Sinceramente, foi um dos jogos mais prazerosos de se ver pela organização ofensiva.

Show de bola movimento e arremessos

Dallas acertou 52% dos arremessos de quadra e um absurdo de 22 das 49 tentativas de três pontos (44.9%). John Poulakidas meteu 28 pontos acertando 8 das 16 tentativas do perímetro. Moussa Cisse dominou o garrafão com 20 rebotes. Foi uma clínica completa.

O que mais me impressionou foi como tudo fluiu naturalmente. Não parecia forçado, sabe? A bola rodava, os caras se movimentavam sem a bola, e Chicago simplesmente não conseguia acompanhar o ritmo. No primeiro tempo, os Mavs já tinham construído uma vantagem de 80-56. Oitenta pontos em um tempo! Isso é coisa de videogame.

Bulls nunca entraram no jogo

Olha, tenho que ser justo: Chicago até tentou algumas reações com Rob Dillingham e Collin Sexton, mas toda vez que encostavam no placar, Dallas respondia com outra chuva de três pontos. Cooper Flagg descendo forte para a cesta, Klay Thompson (que ainda tá lá, o monstro) chovendo de longe, e Nembhard orquestrando tudo.

Na segunda metade virou passeio. A vantagem oscilou entre 20 e 30 pontos praticamente o tempo todo, e no último período já era garbage time total. Ambos os times só cumprindo tabela.

Vocês acham que essa performance do Nembhard foi só casualidade ou o garoto realmente evoluiu tanto assim? Porque 23 assistências não é brincadeira não — tem muito armador veterano que nunca chegou perto disso na NBA.

Dallas encerra a temporada com o pé direito, mostrando que quando a química funciona, esse time pode ser muito perigoso. Agora é aguardar a próxima temporada e ver se conseguem manter essa consistência ofensiva. Por enquanto, fica a lição: quando os Mavs movimentam a bola desse jeito, é difícil alguém parar.

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