Tag: Chicago Bulls

  • Morreu Stacey King, lenda dos Bulls e voz inesquecível do basquete

    Morreu Stacey King, lenda dos Bulls e voz inesquecível do basquete

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Stacey King, aos 59 anos, nos deixou no domingo. Os Bulls anunciaram a morte do ex-jogador que foi muito mais que três anéis de campeão — foi uma das vozes mais marcantes do basquete americano.

    Sinceramente, quando penso no King, não lembro tanto dos números em quadra (6.4 pontos e 3.3 rebotes por jogo). Lembro da personalidade única que ele era. O cara jogou oito temporadas na NBA, passou por Bulls, Timberwolves, Heat, Celtics e Mavs, mas foi em Chicago que ele realmente encontrou sua casa.

    Muito mais que um jogador dos Bulls

    Jerry Reinsdorf, dono dos Bulls, disse uma coisa que me marcou: “Stacey era uma personalidade verdadeiramente única na história da nossa organização”. E olha, vindo do Reinsdorf, isso significa muito. O King tinha essa conexão especial com Chicago que durou mais de três décadas.

    Depois de pendurar as chuteiras, ele virou comentarista e cara… que comentarista! Mais de 20 anos narrando jogos dos Bulls, criando apelidos inesquecíveis e fazendo aquelas chamadas que só ele sabia fazer. Era impossível assistir um jogo com a narração dele e não se divertir.

    O legado vai além dos números

    Vocês sabiam que Oklahoma aposentou a camisa 33 dele em 2008? Isso mostra como o cara marcou época no college também. Mas o que mais me impressiona é como ele conseguiu se reinventar após a carreira de jogador.

    Quantos ex-atletas conseguem ter uma segunda carreira tão marcante quanto a primeira? O King conseguiu. Ele levou o basquete dos Bulls pra dentro da casa de gerações de fãs, como disse o próprio Reinsdorf.

    A causa da morte não foi divulgada, mas isso nem importa agora. O que importa é celebrar o que ele representou pro basquete. Três anéis como jogador, décadas como a voz dos Bulls, e principalmente, uma personalidade que marcou todo mundo que teve o prazer de conhecê-lo.

    Descanse em paz, King. Chicago nunca vai esquecer de você.

  • Stacey King morreu aos 59 anos: o herói esquecido dos Bulls em 92

    Stacey King morreu aos 59 anos: o herói esquecido dos Bulls em 92

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. O basquete perdeu Stacey King no domingo, aos 59 anos. Talvez você não lembre dele, mas esse cara foi FUNDAMENTAL para os Bulls ganharem o título de 1992. E olha que ele nem era estrela, viu?

    King jogou pelos Bulls de 1989 a 1994 e ganhou três anéis (91, 92 e 93). Depois virou comentarista da TV do time. Mas tem uma história que tá vindo à tona agora sobre como ele literalmente salvou Michael Jordan no Jogo 6 das Finais de 92 contra o Portland.

    O momento que mudou tudo

    Chicago estava tomando uma surra dos Trail Blazers no quarto período. Jordan tava no banco — imagina isso hoje? Phil Jackson tinha tirado o cara do jogo! Foi aí que King entrou e simplesmente resolveu.

    Ele acertou uma bandeja e começou uma sequência absurda: sete posses seguidas dos Bulls pontuando. SETE! King foi o cara que colocou Chicago de volta no jogo, diminuindo pra apenas três pontos de diferença. Foi só então que Jackson colocou MJ de volta.

    E o que aconteceu depois? Jordan voltou inspirado, acertou um arremesso logo de cara, Pippen meteu uma bola de três no fim dos 24 segundos e — pasmem — os Bulls empataram o jogo em 85. De lá pra frente foi só Bulls na frente.

    Muito mais que um coadjuvante

    Sinceramente, essa história mostra como o basquete é um esporte coletivo. Jordan era um monstro, mas precisava dos companheiros. E King, que muita gente nem lembra, foi quem deu a força que o time precisava no momento mais crítico.

    Depois dos Bulls, o cara ainda jogou pelos Timberwolves, Heat, Celtics e Mavericks. Até no exterior ele passou. Mas foi em Chicago que ele encontrou sua casa — tanto como jogador quanto como comentarista depois.

    Jerry Reinsdorf, dono dos Bulls, disse que King era “uma personalidade verdadeiramente única” na história da franquia. E olha, três décadas ligado ao time não é pouca coisa, né?

    Vocês acham que a gente dá valor suficiente pros coadjuvantes dos grandes times? King provou que às vezes são esses caras que fazem a diferença quando mais importa.

  • Locutor de Chicago detona: ‘Fãs do Knicks são os mais chatos dos EUA’

    Locutor de Chicago detona: ‘Fãs do Knicks são os mais chatos dos EUA’

    Mano, tem coisa mais engraçada que um cara de Chicago chamando OUTROS fãs de chatos? Pois é, foi exatamente isso que aconteceu essa semana quando Laurence Holmes, apresentador de rádio esportiva da Cidade dos Ventos, mandou uma dessa no ar.

    “Eu acho que os fãs do Knicks são os mais chatos de todo o esporte americano”, declarou Holmes no programa da 104.3 The Score, na sexta-feira. O cara não teve papas na língua mesmo.

    A ironia vinda de Chicago

    Olha, eu não podia deixar passar a ironia dessa situação. Chicago criticando Nova York? A mesma Chicago cujo Bulls destruiu os sonhos dos nova-iorquinos nos anos 90 com Jordan? É como se o Pelé criticasse o futebol brasileiro, né não?

    O parceiro de programa do Holmes, Matt Spiegel, pelo menos teve o bom senso de discordar na hora. “Cara, eu não acredito que isso seja verdade”, rebateu Spiegel, que ainda sugeriu que os fãs do Cardinals de St. Louis no baseball mereciam mais esse título.

    Aí o Holmes mandou a real que doeu: “Pelo menos o Cardinals tem alguns anéis recentes que justificam a arrogância deles. Mas vocês do Knicks não ganharam nada desde a era Ford”. Ouch. Doeu até em mim aqui.

    Bulls falando de sofrimento?

    Sinceramente, acho meio tosco um fã do Bulls falando de sofrimento alheio. Desde que Jordan pendurou as chuteiras em 98, o que o Chicago fez de relevante na NBA? Praticamente nada. Estão na mesma vala comum dos times esquecidos.

    O mais hilário foi quando contaram pro Holmes que o Knicks tinha mais derrotas que qualquer outro time da NBA no século 21 até 2021, e o cara simplesmente respondeu “que bom” e ainda completou: “Espero mais quatro”. Que maldade, mano!

    E aí, vocês concordam com o cara de Chicago? Ou acham que ele tá sendo muito injusto com a torcida do Knicks? Porque olha, convenhamos – depois de décadas de sofrimento, se o time finalmente tá nas finais (segundo o artigo), deixa o pessoal de Nova York comemorar em paz, né?

  • Bulls testam Darius Acuff Jr. antes do Draft – será aposta?

    Bulls testam Darius Acuff Jr. antes do Draft – será aposta?

    Os Bulls tão mexendo os pauzinhos antes do Draft da NBA. Na sexta-feira rolou um workout com Darius Acuff Jr., e sinceramente, eu tô curioso pra saber o que Chicago viu no garoto.

    Olha, o Bulls tem duas fichas pra jogar nesse Draft: a #4 e a #15. E pelo jeito, eles tão testando todo mundo que aparece pela frente. Essa semana já passou por lá Keaton Wagler, Kingston Flemings, Nate Ament e Morez Johnson. É muito jogador pra avaliar!

    Acuff Jr. tá na mira de todo mundo

    O interessante é que o Darius não parou só em Chicago. Na quarta ele já tinha feito workout com o Nets, e pelo que tá rolando, ainda tem Jazz na agenda. Cara tá fazendo uma tournée dos workouts!

    Eu sempre fico pensando… será que esses workouts realmente mudam alguma coisa? Tipo, um cara que não tava no radar de repente pode impressionar e subir no Draft? Porque pelo ritmo que o Bulls tá indo, parece que eles ainda não bateram o martelo em ninguém.

    Chicago precisa acertar as escolhas

    Na real, os Bulls precisam MUITO acertar nesse Draft. A franquia tá numa situação meio complicada há uns anos, e essas duas escolhas podem ser a diferença entre continuar patinando ou finalmente montar algo sólido.

    Com a #4, dá pra sonhar com um jogador que já chegue fazendo diferença. Já a #15… aí é mais loteria mesmo. Mas quem sabe não sai um diamante bruto?

    E vocês, acham que o Bulls vai com escolhas óbvias ou pode rolar alguma surpresa? Porque pelo jeito que eles tão testando galera, qualquer coisa pode acontecer!

  • Matas Buzelis finalmente vai defender a Lituânia – e é sobre tempo!

    Matas Buzelis finalmente vai defender a Lituânia – e é sobre tempo!

    Cara, finalmente! Matas Buzelis vai estrear pela seleção da Lituânia nas eliminatórias da Copa do Mundo de 2027. E olha, eu já estava esperando isso faz tempo — o garoto tem talento demais pra ficar de fora da seleção.

    O ala do Chicago Bulls confirmou que vai jogar pelas eliminatórias neste verão. “Tivemos uma boa conversa. Vou jogar pela seleção nacional neste verão. Vai ser muito divertido”, disse Buzelis sobre as conversas com a Federação Lituana de Basquete.

    Lituânia brigando por vaga

    A situação da Lituânia no grupo é interessante. Eles estão em segundo lugar, atrás só da Itália, num grupo de quatro times. Neste verão vão enfrentar a Grã-Bretanha e justamente a Itália — que vai ser um jogaço pra definir quem fica com a primeira colocação.

    Os três primeiros do grupo (que também tem a Islândia) avançam pra próxima fase das eliminatórias. Ou seja, a Lituânia tem boas chances, mas não pode vacilar.

    Reforços chegando

    E não é só o Buzelis que vai estrear. Kasparas Jakucionis, do Miami Heat, também deve jogar essas eliminatórias. Sinceramente acho que a Lituânia está montando uma geração interessante — não vai ter aquele time histórico dos anos 2000, mas pode incomodar.

    O Buzelis, cara, tem tudo pra ser uma peça importante. No Bulls ele ainda tá se adaptando à NBA, mas o talento tá lá. E jogar pela seleção sempre ajuda no desenvolvimento — você pega experiência internacional, joga um basquete diferente.

    Vocês acham que essa nova geração da Lituânia consegue chegar longe na Copa do Mundo de 2027? Porque olhando esse grupo das eliminatórias, eles têm chances reais de se classificar tranquilo.

  • Bulls querem promover assistente do próprio Billy Donovan?

    Bulls querem promover assistente do próprio Billy Donovan?

    Olha só que situação curiosa em Chicago: enquanto todo mundo esperava que os Bulls fossem buscar um técnico de fora, parece que eles estão pensando seriamente em promover alguém de casa mesmo. Wes Unseld Jr., que era braço direito do Billy Donovan, tá emergindo como um dos finalistas pra assumir o comando do time.

    Segundo informações do Marc Stein e Jake Fischer, do The Stein Line, Unseld Jr. deve estar na lista final de candidatos que deve ser definida até a próxima semana. E cara, faz sentido quando você para pra pensar.

    Por que Unseld Jr. faz sentido

    O cara não é qualquer um. Além de ter trabalhado diretamente com o elenco atual dos Bulls como assistente, ele já teve experiência como técnico principal no Washington Wizards. Ou seja, conhece a casa E já passou pelo batismo de fogo de comandar uma franquia da NBA.

    Sinceramente acho que essa familiaridade com o grupo pode ser um diferencial gigante. Quantas vezes a gente não vê técnicos novos chegando e demorando meses pra entender as características dos jogadores? Unseld Jr. já sabe exatamente o que tem nas mãos.

    O que me chama atenção é que John Paxson, aquele veterano dos Bulls, continua envolvido no processo de entrevistas mesmo não comandando mais as operações de basquete. Isso mostra que a franquia tá levando essa decisão bem a sério.

    A concorrência tá forte

    Claro que não vai ser moleza. A lista de candidatos inclui nomes como Chris Quinn (assistente do Miami Heat) e Micah Nori (dos Timberwolves). E tem um detalhe interessante: Sean Sweeney, que estava entre os favoritos, acabou aceitando o cargo no Orlando Magic depois que o Jamahl Mosley foi demitido.

    Essa movimentação toda no mercado de técnicos tá maluca. É um efeito dominó que mexe com todos os times que estão buscando novo comandante.

    Na minha visão, os Bulls estão numa encruzilhada importante. Eles têm que decidir se querem continuar com uma filosofia parecida (promovendo o Unseld Jr.) ou se preferem uma mudança mais radical trazendo alguém de fora.

    E aí, pessoal? Vocês acham que promover um assistente de dentro é a jogada certa, ou os Bulls deveriam arriscar com um nome completamente novo? A resposta deve vir na próxima semana, quando eles finalizarem a lista de finalistas.

  • Wes Unseld Jr. pode ser o novo técnico dos Bulls

    Wes Unseld Jr. pode ser o novo técnico dos Bulls

    Olha, os Bulls finalmente tão chegando perto de definir quem vai comandar o time na próxima temporada. Segundo o Marc Stein, até o começo da semana que vem já deve ter uma lista final de candidatos — e o nome que mais chama atenção é o do Wes Unseld Jr.

    Sinceramente? Faz sentido. O cara treinou os Wizards por três temporadas (2021-24) e, mesmo não tendo feito milagre em Washington, mostrou que sabe trabalhar. E convenhamos, os Bulls precisam de alguém que entenda a realidade de reconstruir um time.

    A corrida por técnicos tá quente

    O engraçado é que Chicago estava de olho no Sean Sweeney, mas aí o Orlando Magic chegou primeiro e levou o cara. Típico dos Bulls, né? Sempre um passo atrás… Agora também rolou rumor do Kevin Young, técnico da BYU, estar na mira.

    Mas vou ser honesto: Unseld Jr. me parece a escolha mais lógica. O cara viveu a NBA como jogador (filho do lendário Wes Unseld) e depois como assistente técnico por anos antes de assumir Washington. Tem pedigree, conhece a liga, e principalmente — não vai chegar achando que vai resolver tudo do dia pra noite.

    Será que é a hora certa?

    Uma coisa que me chama atenção é o John Paxson estar envolvido na busca junto com o novo vice-presidente Bryson Graham. Paxson conhece a casa como ninguém, então pelo menos não vai ser uma contratação completamente no escuro.

    A real é que Chicago precisa de estabilidade. Nos últimos anos foi uma confusão só — demitindo técnico, trocando jogador, mudando filosofia… Unseld Jr. pode ser exatamente o que eles precisam: alguém para trabalhar com calma, desenvolver os jovens que sobraram e construir algo sólido.

    E aí, vocês acham que ele é a escolha certa? Ou prefeririam apostar em alguém mais jovem como o Kevin Young? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa decisão final dos Bulls.

  • Thunder, Bulls e Hornets querem subir no draft – e a loucura já começou

    Thunder, Bulls e Hornets querem subir no draft – e a loucura já começou

    Olha só que coisa interessante: três times que você não esperaria estão desesperados pra subir no top 10 do draft de 2026. Thunder, Bulls e Hornets. Cada um por um motivo diferente, mas todos com a mesma sede de pegar um talento premium.

    Vamos começar pelo Oklahoma City Thunder, que ainda deve estar com gosto amargo na boca depois daquela derrota em casa pro San Antonio Spurs no jogo 7 das finais da Conferência Oeste. Cara, perder um jogo 7 em casa dói demais. Mas Sam Presti não é bobo – ele já está pensando no futuro.

    O Thunder quer Cam Boozer (e quem não quer?)

    Segundo Brett Siegel, insider da ClutchPoints, o Thunder está “ativamente tentando subir pro top 10” do draft. E adivinha quem eles querem? Cam Boozer. Filho do Carlos Boozer, pra quem não lembra daqueles tempos do Chicago Bulls.

    O problema é que pra pegar o Boozer, eles vão precisar subir pro top 4. E isso não vai ser barato, não. O Thunder tem duas picks nesse draft, então talvez consigam fazer uma troca interessante. Eles também estão de olho no Nate Ament, do Tennessee, como uma possível substituição pro Lu Dort.

    Sinceramente? Faz sentido. O Thunder é jovem, talentoso, e quase chegou nas finais. Um talento a mais pode ser a diferença entre quase e conseguir.

    Bulls querem duas picks no top 10 – ambição ou desespero?

    Agora vem a parte que me deixou surpreso: o Chicago Bulls também quer subir no draft. Eles já têm a 4ª pick (sorte deles na loteria), mas querem MAIS. Querem uma segunda pick no top 10.

    Mano, isso é ambição ou é desespero? Depois de anos sendo medianos, parece que a diretoria finalmente acordou pra vida. Ter duas picks no top 10 num draft que promete ser absurdo pode revolucionar aquela franquia.

    Charlotte também quer entrar na festa

    E pra fechar o trio, temos o Charlotte Hornets. Eles têm duas picks de primeira rodada e estão considerando usar elas pra subir também. Faz sentido total – o time tem alguns talentos interessantes, mas precisa de mais consistência.

    O que mais me chama atenção é que todo mundo sabe que essa classe de draft vai ser especial. Não é à toa que rolou uma “tankagem histórica” essa temporada. Times literalmente jogaram pra perder pra ter picks melhores.

    Vocês acham que algum desses times consegue fazer a troca? O draft começa dia 23 de junho, então a loucura da negociação já deve estar rolando nos bastidores. Eu tô ansioso pra ver se o Presti consegue fazer mais uma de suas mágicas.

  • Bulls testam 4 prospects: será que algum chega no pick 15?

    Bulls testam 4 prospects: será que algum chega no pick 15?

    Os Bulls movimentaram o dia de ontem com workouts de quatro jovens talentos: Keaton Wagler, Kingston Flemings, Nate Ament e Morez Johnson. A informação veio do Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, e já me deixou aqui pensando nas possibilidades pro Draft.

    Olha, Chicago tá numa posição interessante nesse Draft. Eles têm as picks #4 e #15 — uma dupla que pode definir o futuro da franquia. Mas aqui que a coisa fica complicada: com Caleb Wilson sendo cotado pra sair no top 4, é bem provável que Wagler, Flemings e Ament já tenham sumido do mapa quando chegar a vez da pick #15.

    A realidade cruel do Draft

    Sinceramente? Fazer workout com caras que provavelmente não vão estar disponíveis na sua segunda pick é meio estranho. Será que os Bulls tão pensando em trade? Ou é só aquela velha estratégia de conhecer todo mundo mesmo?

    O Nate Ament, por exemplo, já passou pelo workout do Thunder também. Esse moleque tá movimentado no circuito — sinal de que tem time interessado mesmo.

    Bulls em reconstrução total

    E não é só no Draft que Chicago tá mexendo as peças. Eles contrataram Bryson Graham como novo presidente mês passado e ainda tão correndo atrás de um novo técnico. É aquela reestruturação completa que a gente já conhece bem.

    Morez Johnson foi o único nome que não foi mencionado como “improvável” de estar disponível na pick #15. Será que ele é o alvo real? O cara tem potencial, mas vocês acham que ele aguenta a pressão de Chicago?

    No fim das contas, esses workouts são sempre um mistério. Às vezes o time testa um cara que nem vai draftar só pra confundir a concorrência. Mas uma coisa é certa: com duas picks no primeiro round, os Bulls podem fazer algum barulho nesse Draft.

  • Bulls de olho em técnico da BYU – será que rola?

    Bulls de olho em técnico da BYU – será que rola?

    Olha só que movimento interessante dos Bulls: eles estão paquerando Kevin Young, técnico da BYU. De acordo com informações do ESPN, os dois lados já tiveram “conversas preliminares” sobre a vaga. E sinceramente? Faz sentido.

    Quem é Kevin Young mesmo?

    O cara não é qualquer um não. Antes de assumir a BYU, Young foi assistente técnico dos Suns de 2020 a 2024 – ou seja, estava lá durante toda aquela fase boa do Phoenix com Chris Paul, Devin Booker e companhia. Participou daquela corrida até as finais em 2021. Tem experiência em NBA, sabe como a liga funciona.

    Mas vamos ser honestos: sair da NCAA pra NBA é sempre uma incógnita. Por mais que o cara tenha experiência como assistente, ser head coach é outra história completamente. Os Bulls tão precisando de alguém que consiga extrair o melhor do DeMar DeRozan, Zach LaVine e essa turma toda.

    A lista tá grande

    E não é só o Young na mira dos Bulls não. A lista de candidatos inclui alguns nomes bem interessantes: Tiago Splitter (nosso brasileiro!), Micah Nori, Johnnie Bryant, Jerry Stackhouse e Lamar Skeeter.

    O Splitter seria uma escolha fascinante – imagina um brasileiro comandando os Bulls? O cara tem experiência como assistente e jogou na liga por anos. Conhece o ambiente, fala a língua dos jogadores.

    Já o Stackhouse tem aquela pegada de ex-jogador que virou técnico. Pode ser que role uma química legal com o elenco atual.

    E agora, Bulls?

    A real é que Chicago precisa acertar nessa escolha. O time tem talento suficiente pra brigar por playoff no Leste, mas nas últimas temporadas ficou meio perdido taticamente. Quem vocês acham que seria a melhor opção? Um cara com experiência em college como o Young, ou apostar em alguém que já conhece bem a NBA?

    Eu particularmente tô curioso pra ver se vão mesmo atrás do Young ou se é só especulação mesmo. O fato de já terem conversado é um bom sinal de que o interesse é real. Agora é torcer pra eles não demorarem muito pra decidir – temporada tá aí chegando!