Tag: Chicago Bulls

  • Bulls fazem faxina pesada e Giannis pode estar de saída dos Bucks

    Bulls fazem faxina pesada e Giannis pode estar de saída dos Bucks

    Olha, quando eu acordei hoje e vi que o Chicago Bulls mandou embora o Arturas Karnisovas e o Marc Eversley, pensei: “finalmente alguém vai assumir a responsa por essa bagunça toda”. Mas aí veio a bomba do Giannis e os Bucks, e cara… a coisa ficou séria mesmo.

    Vamos começar pelos Bulls, que sinceramente já era hora. O time tá patinando há anos, fazendo umas escolhas no draft que a gente fica pensando “será que eles assistem basquete?”. Karnisovas chegou lá em 2020 com a promessa de revolucionar a franquia, mas olha… quatro anos depois, cadê a revolução? O máximo que conseguiram foi chegar nos playoffs uma vez e tomar uma surra histórica do Heat.

    A situação do Giannis tá ficando tensa demais

    Agora, sobre o Giannis — meu deus do céu. A ESPN soltou uma matéria explosiva sobre o clima tenso entre ele e a organização dos Bucks. E não é pouca coisa não, pessoal. Estamos falando do cara que ganhou dois MVPs e trouxe um título pra Milwaukee depois de 50 anos. Se ele tá insatisfeito, é porque a coisa tá feia mesmo.

    Eu sempre defendia que o Giannis era diferente, que ele tinha essa lealdade rara no esporte moderno. Lembram quando ele assinou aquela super extensão em 2020? Todo mundo achava que ele ia ficar pros Bucks para sempre. Mas parece que a lua de mel acabou. A organização não conseguiu manter o time competitivo ao redor dele, e agora tá pagando o preço.

    E vocês, acham que o Greek Freak aguenta mais tempo em Milwaukee?

    Sinceramente, vendo de fora, parece que os Bucks estão desperdiçando os anos de prime de um dos maiores talentos da NBA. O cara tá ali, dando tudo de si, carregando o time nas costas, e a diretoria não consegue montar um elenco decente ao redor dele. Parece até com o que aconteceu com o LeBron em Cleveland na primeira passagem — a diferença é que o Giannis já trouxe o título.

    O que mais me impressiona é como essas situações explodem do nada na NBA. Uma hora tá tudo bem, todo mundo sorrindo nas coletivas, na outra você tem vazamentos sobre brigas internas e jogadores querendo sair. É o negócio mais maluco do mundo.

    A real é que se o Giannis realmente decidir sair, vai ser um dos maiores terremotos da liga nos últimos anos. Imaginem esse monstro jogando em Miami, ou quem sabe até nos Warriors? Seria absurdo demais. Mas torço pra que Milwaukee se organize e mantenha ele lá — seria uma pena ver mais uma estrela abandonar uma cidade pequena.

  • Leonard Miller explode com 26 pontos e Bulls atropelam os Wizards

    Leonard Miller explode com 26 pontos e Bulls atropelam os Wizards

    Gente, o Leonard Miller simplesmente decidiu mostrar serviço ontem à noite. O cara meteu 26 pontos — recorde pessoal — e ainda pegou 11 rebotes no 119 a 108 dos Bulls sobre os Wizards. E olha que ele nem é o principal nome do time!

    Mas não foi só o Miller que brilhou, não. Tre Jones fez 31 pontos (!) e Collin Sexton contribuiu com 27. Os três juntos acertaram um absurdo de 65,3% dos arremessos. Isso é coisa de videogame, cara.

    Bulls engrenaram de vez

    Depois de perder sete seguidas, Chicago embalou duas vitórias consecutivas contra Washington. Na terça tinham goleado por 129 a 98, e ontem repetiram a dose. Agora eles empataram com Milwaukee na 11ª posição do Leste — tá bom, já tão eliminados dos playoffs, mas pelo menos terminam a temporada com dignidade.

    O momento que definiu tudo foi no final do terceiro quarto. Os Bulls fizeram um 16 a 4 devastador, com Jones metendo os últimos 6 pontos dessa sequência. Duas bandejas seguidas no final e pronto: 87 a 74. Game over.

    Wizards no fundo do poço

    Do lado de Washington, cara… tá difícil de assistir. 17 vitórias em 80 jogos. Perderam 24 dos últimos 25. É o pior time da NBA disparado, e com 10 jogadores lesionados ainda por cima.

    Will Riley até tentou com 23 pontos, Julian Reese fez um double-double (16 pontos e 15 rebotes), mas não teve jeito. Quando você tem meio time no departamento médico e ainda por cima não tem talento suficiente, fica complicado mesmo.

    Vocês acham que os Bulls conseguem terminar a temporada com um pouco mais de moral? Ainda jogam contra Orlando amanhã em casa. Já os Wizards… bem, pelo menos a temporada tá quase acabando, né?

  • Donovan não se empolga com apoio: ‘Bulls precisam do melhor’

    Donovan não se empolga com apoio: ‘Bulls precisam do melhor’

    Olha só que situação interessante rolando em Chicago. O Billy Donovan recebeu um baita apoio do Michael Reinsdorf ontem, mas o cara não tá se empolgando muito não. E sinceramente? Acho que ele tá certo.

    Depois de toda aquela limpa na diretoria dos Bulls na segunda-feira — mandaram embora o Karnisovas e o Eversley depois de seis anos que renderam apenas UMA classificação pros playoffs —, todo mundo ficou se perguntando: e o técnico? Vai ficar ou vai sair também?

    O apoio que não garante nada

    “Eu acho que o Michael estava mostrando como ele se sente sobre mim”, disse Donovan antes do jogo contra o Washington. “Mas eu também entendo que todo mundo tem que pensar no que é melhor para os Bulls naquele momento.”

    Cara, essa resposta mostra maturidade. O cara tem 60 anos, está na 11ª temporada na NBA, sendo seis em Chicago. Ele sabe como funciona esse negócio. Apoio político hoje pode virar demissão amanhã se os resultados não aparecerem.

    A realidade dolorosa de Chicago

    “Eu amo estar aqui”, continuou Donovan. “Amo o relacionamento com Jerry, Michael, e todo mundo do prédio. Tem sido um ambiente de trabalho incrível. Mas a gente tá nessa situação porque realmente não ganhamos muito.”

    E aí que tá a questão, né? O cara é honesto. Em seis temporadas comandando os Bulls, o time só foi pros playoffs uma vez. Compare isso com Oklahoma City, onde ele levou o Thunder pros playoffs em todas as cinco temporadas — incluindo aquela chegada épica na final da Conferência Oeste em 2015-16.

    Vocês acham que ele aguenta mais uma temporada sem resultados? Eu tenho minhas dúvidas. A pressão em Chicago é real, ainda mais depois dessa limpa na diretoria.

    O próprio Donovan disse que vai se reunir com Reinsdorf depois da temporada para decidir o futuro. Traduzindo: ninguém tá garantido, nem mesmo com o “apoio” da diretoria.

    No final das contas, o basquete é sobre vencer jogos. E isso é algo que Chicago não tem feito consistentemente há anos. Será que 2026 finalmente vai ser o ano da virada?

  • Donovan não se empolga com apoio público de Reinsdorf

    Donovan não se empolga com apoio público de Reinsdorf

    Olha só a situação curiosa em Chicago: Michael Reinsdorf sai publicamente dizendo que quer manter Billy Donovan como técnico dos Bulls, mas o próprio Donovan tá fazendo questão de não se empolgar muito com o apoio do patrão.

    “Acho que o Michael estava apenas expressando como se sente sobre mim”, disse Donovan antes do jogo contra os Wizards na quinta-feira. “Mas eu também entendo que todo mundo tem que pensar no que é melhor para os Bulls naquele momento.”

    Cara, que diplomacia é essa? O cara recebe um voto de confiança público e ainda assim fica nessa de “vamos ver o que é melhor para a franquia”. Sinceramente, acho que Donovan tá sendo esperto — ele sabe que as coisas em Chicago estão uma bagunça total.

    A limpa geral na diretoria

    E não é pra menos que ele tá cauteloso. Na segunda-feira, os Bulls fizeram aquela limpeza que todo mundo já esperava: mandaram embora Arturas Karnisovas (vice-presidente executivo de operações de basquete) e Marc Eversley (gerente geral). Seis anos de trabalho e apenas uma classificação para os playoffs. É de lascar.

    Donovan, aos 60 anos, ainda não decidiu se fica ou não. Vai se reunir com Reinsdorf depois da temporada pra bater um papo sobre o futuro. “Eu amo estar aqui”, disse ele. “Amei a relação com todo mundo — não só Jerry e Michael, mas todas as pessoas no prédio, a equipe. É um ambiente de trabalho incrível e eu curto muito. Mas estamos nesta situação porque realmente não ganhamos muito.”

    O histórico que não engana

    E aí que mora o problema. Donovan tá na 11ª temporada na NBA, seis delas com Chicago. Em Oklahoma City, ele classificou o Thunder pros playoffs em todas as cinco temporadas que esteve lá. Nos Bulls? Bem… não preciso nem falar, né?

    O mais doído é que seus times só passaram da primeira rodada dos playoffs uma vez — quando Oklahoma City chegou às finais da Conferência Oeste em 2015-16, primeira temporada dele por lá. Desde então, tem sido mais sofrimento do que alegria.

    Vocês acham que Donovan deveria apostar mais alguns anos em Chicago ou partir pra outro projeto? Porque, convenhamos, o cara tem currículo pra isso — só que às vezes mudança de ares faz bem pra todo mundo.

  • Bulls fazem Billy Donovan condição obrigatória pro novo GM

    Bulls fazem Billy Donovan condição obrigatória pro novo GM

    Olha só que interessante: o Chicago Bulls basicamente amarrou o futuro da franquia ao Billy Donovan. Michael Reinsdorf, CEO do time, foi bem direto na terça-feira — qualquer candidato a executivo de basquete TEM que topar manter o Donovan como técnico. Sem discussão.

    “Se eu entrevistar alguém e eles não estiverem convencidos do Billy, eles não estão convencidos de um técnico Hall of Fame”, disparou Reinsdorf. E olha, eu entendo a lógica. Donovan é realmente monstro, mas será que essa rigidez toda não vai limitar as opções?

    Demitiu geral e agora quer estabilidade

    Isso tudo veio um dia depois dos Bulls mandarem embora o vice-presidente Arturas Karnisovas e o GM Marc Eversley. Uma limpeza geral mesmo. A franquia tá com record de 30-49 — praticamente eliminada dos playoffs — então dá pra entender a pressão por mudanças.

    Donovan vai se reunir com a diretoria logo depois do último jogo da temporada pra discutir o futuro. Reinsdorf disse que espera uma conversa rápida e que tá interessado em dar mais poder pro técnico nas decisões de elenco. Sinceramente? Faz sentido. O cara conhece basquete.

    A disputa por Donovan esquentou

    Aqui fica interessante: Donovan chegou a ser cotado pra vaga na Universidade da Carolina do Norte (que no final foi pro Michael Malone), mas segundo informações, ele nem quis fazer entrevista pros Tar Heels.

    Se ele ficar disponível no mercado, vários times da NBA vão correr atrás. E quem não correria? O cara tem currículo college de elite e já mostrou que consegue lidar com vestiário NBA. Mas pelo que parece, os Bulls querem muito segurar ele.

    Reinsdorf foi bem claro sobre o perfil que quer pro novo executivo: comunicação forte, pensamento voltado a processos e capacidade de tomar decisões difíceis. Ah, e criticou tanto tanking quanto construção de elenco pensando só no curto prazo.

    “Daqui pra frente, é sobre sustentabilidade”, disse. “Eu não quero ser bom só por um ou dois anos. Quero que ano após ano a gente tenha chance de ser competitivo e vencer.”

    Os Bulls têm algumas cartas na manga pro offseason: espaço salarial e possíveis escolhas de loteria, incluindo uma pick condicional de primeira rodada do Portland Trail Blazers se eles se classificarem pros playoffs.

    E aí, acham que apostar tudo no Donovan é a jogada certa? Pra mim, ele merece a confiança, mas será que não era melhor deixar o novo GM ter mais liberdade pra montar a própria visão?

  • Bulls mandam embora a cúpula e o tanking virou arte na NBA

    Bulls mandam embora a cúpula e o tanking virou arte na NBA

    Cara, que bagunça está a NBA! Enquanto a temporada regular caminha para o final, os Bulls resolveram fazer uma limpa geral na diretoria — mandaram embora tanto o presidente de operações de basquete Arturas Karnisovas quanto o GM Marc Eversley depois de seis temporadas. E olha, sinceramente? Era hora mesmo.

    O timing não podia ser mais revelador. Com apenas duas mudanças na cúpula desde 2003 (antes era o John Paxson por 17 anos!), Chicago finalmente acordou pra vida. O recorde de 224-254 do Karnisovas fala por si só — mais derrotas que vitórias em seis anos, meu amigo.

    A arte moderna do tanking

    Mas o que mais me chama atenção é como o tanking virou uma ciência exata na liga. Steve Kerr, técnico dos Warriors, foi direto: “Eu odeio isso”. Mas todo mundo concorda que é o caminho mais eficiente pra reconstruir um time quando você tá no fundo do poço.

    Um GM da Conferência Oeste desabafou: “Esses times estão fazendo de tudo — deixando caras no banco no quarto período, escalando quintetos analyticamente ruins, armando jogadas pra arremessos horríveis”. A criatividade é impressionante, não vou negar.

    E sabe o que é mais louco? Está funcionando! Olha só os times mais promissores da liga: Thunder, Spurs, Pistons, Rockets, Hornets. Todos passaram anos no buraco, acumulando escolhas altas no draft. É doloroso de assistir, mas vale a pena no longo prazo.

    Os números não mentem

    A situação chegou num ponto absurdo. A margem média de vitória nos jogos desta temporada é de 13,1 pontos — a maior da história! E pasmem: 89 jogos foram decididos por 30 pontos ou mais. Recorde histórico também.

    Isso significa que temos meses de basquete competitivamente comprometido. As ordens da diretoria chegam mais cedo na temporada, criando um ambiente onde metade da liga simplesmente não quer ganhar. É triste, mas é a realidade.

    E aí, vocês acham que a NBA deveria fazer algo mais drástico pra acabar com essa palhaçada? Porque do jeito que tá, parece que metade dos times já tão planejando as férias em março…

  • Bulls querem manter Donovan: CEO manda recado para candidatos

    Bulls querem manter Donovan: CEO manda recado para candidatos

    Olha, depois da limpa geral na diretoria dos Bulls ontem, o CEO Michael Reinsdorf foi bem direto: Billy Donovan fica. E qualquer candidato a novo executivo que não gostar dessa ideia pode procurar outro emprego.

    “Se eu entrevistar alguém e eles não estão vendidos no Billy, não estão vendidos em um técnico do Hall da Fama, então provavelmente não são o candidato certo para nós”, disparou Reinsdorf na terça.

    Cara, eu entendo a posição do cara. Donovan não é qualquer um — bicampeão pela Flórida no college, levou o OKC longe nos playoffs, e convenhamos, com os elencos que ele teve em Chicago, fez milagre.

    A reviravolta na diretoria

    Segunda-feira foi dia de demissão em massa. Arturas Karnisovas (VP de operações) e Marc Eversley (GM) levaram o pé na bunda depois de seis anos que renderam… uma classificação aos playoffs. Uma!

    O recado do Reinsdorf foi cristalino: qualquer novo executivo vai ter que trabalhar com Donovan, ponto final. E sinceramente? Acho que faz sentido. O cara tem 467-411 como técnico na NBA, foi pro Hall da Fama em setembro passado. Não é qualquer zé-ruela.

    Mas aqui vem a grande questão: será que o próprio Donovan quer ficar? Porque ele mesmo disse que precisa ver qual é o plano da organização antes de bater o martelo.

    Donovan no centro das atenções

    “A organização quer competir no mais alto nível, e eu também”, disse Billy antes do jogo contra Washington. O cara de 60 anos ainda tem fogo no olho, isso é fato.

    As opções dele são interessantes: ficar em Chicago (talvez com mais poder de decisão), procurar outro time da NBA, ou voltar pro college. Só que a vaga mais cobiçada — North Carolina — já foi preenchida pelo Michael Malone.

    Reinsdorf garante que não vai demorar para ter uma resposta. “Não acho que vai levar muito tempo para o Billy chegar a uma conclusão”, falou. A temporada acaba semana que vem, e aí é sentar e conversar.

    O plano para o futuro

    O que mais me chamou atenção foi o papo do Reinsdorf sobre construir algo duradouro. “Quero que seja ano após ano, que tenhamos chance de ser competitivos e vencer”, disse.

    Bom, com um recorde de 29-49 e quatro anos seguidos fora dos playoffs, alguma coisa precisa mudar mesmo. A pergunta é: será que manter Donovan e trocar só a diretoria vai resolver?

    Vocês acham que o Billy deveria ficar mesmo? Ou é hora de uma mudança completa? Porque olhando de fora, parece que o problema dos Bulls vai além do banco de reservas…

  • Wizards levam sapatada dos Bulls: 129-98 em casa mesmo

    Wizards levam sapatada dos Bulls: 129-98 em casa mesmo

    Olha, eu já esperava que ia ser feio, mas 129 a 98? Em casa? Os Wizards conseguiram transformar o Capital One Arena numa casa de horrores ontem à noite contra o Chicago Bulls.

    A coisa começou até equilibrada — Washington chegou a abrir uma pequena vantagem no comecinho. Mas aí os Bulls resolveram que não era dia pra brincadeira. Acertaram 54% dos arremessos no primeiro quarto e fizeram 38 a 18. Pronto, era só questão de administrar o resto do jogo.

    Coulibaly tentou, mas não deu

    No meio dessa tragédia toda, Bilal Coulibaly pelo menos mostrou que tá vivo. 19 pontos do francês, que continua sendo uma das poucas coisas boas dessa temporada dos Wizards. Juju Reese também deu as caras com um double-double honesto: 17 pontos e 11 rebotes.

    Do lado dos Bulls, Rob Dillingham mandou 26 pontos e basicamente fez o que quis em quadra. Sinceramente, quando um time acerta mais da metade dos arremessos logo no primeiro período, você já sabe como a história vai terminar.

    Pelo menos tem o Draft…

    Tá, a derrota foi feia mesmo, mas tem um lado positivo nisso tudo (se é que dá pra chamar de positivo). Os Wizards vão manter a pick protegida do Draft de 2026! Com essa campanha desastrosa, pelo menos Washington vai ter munição pra tentar se reforçar na próxima temporada.

    E o pior? Ainda tem mais um jogo contra esses mesmos Bulls na quinta-feira, às 20h (horário de Brasília), no mesmo Capital One Arena. Vocês acham que vai ser diferente? Eu tenho minhas dúvidas…

    Essa temporada dos Wizards tá sendo um teste de paciência pra torcida. Pelo menos o tank tá funcionando direitinho pro Draft. É isso que sobra quando seu time perde de 31 pontos em casa.

  • Bulls quebram jejum humilhando os Wizards após demitir a cúpula

    Bulls quebram jejum humilhando os Wizards após demitir a cúpula

    Olha, eu não esperava isso mas… às vezes uma demissão na diretoria funciona mesmo como terapia de choque. Os Bulls acabaram com um jejum de 7 derrotas seguidas ontem à noite, massacrando os Wizards por 129-98 em Washington. E cara, foi um massacre mesmo.

    Rob Dillingham teve a noite da vida dele, cravando 26 pontos — recorde na carreira do garoto. Patrick Williams também resolveu aparecer pro jogo com 20 pontos, assim como Tre Jones que ainda distribuiu 9 assistências. Quando três caras diferentes explodem assim no mesmo jogo, você sabe que o time tava precisando desabafar.

    A mudança na direção surtiu efeito?

    Na segunda-feira, os Bulls demitiram Arturas Karnisovas e Marc Eversley — o famoso presidente de operações e o GM. Primeiro jogo depois disso? Vitória por 31 pontos de diferença. Coincidência? Eu acho que não.

    O time de Chicago tava numa situação bizarra: eram 23-22 lá em janeiro, ou seja, brigando por playoff. Daí despencaram e perderam 27 dos últimos 34 jogos. Sinceramente, demitir alguém era questão de tempo mesmo.

    Agora o CEO Michael Reinsdorf já saiu falando que quer manter o técnico Billy Donovan pra próxima temporada. Faz sentido — o cara pelo menos conseguiu essa reação imediata do time.

    Wizards fazendo tanking descarado

    Do outro lado, os Wizards nem disfarçam mais que tão jogando pelo pior recorde da liga. Escalaram dois caras com contratos two-way (Juju Reese e Leaky Black) de titulares, junto com Anthony Gill que normalmente nem sai do banco.

    Bilal Coulibaly, que é praticamente o único cara interessante que sobrou no time, fez 19 pontos. Reese teve um double-double com 17 pontos e 11 rebotes — pelo menos o garoto aproveitou a chance.

    Mas olha o cenário: Washington perdeu 23 dos últimos 24 jogos. Vinte e três! Isso não é azar não, gente. É projeto mesmo.

    E aí, vocês acham que os Bulls conseguem embalar agora ou foi só um alívio momentâneo depois da demissão? Quinta-feira tem jogo de volta entre os dois times, vai ser interessante ver se Chicago confirma ou se volta pro buraco.

  • Bulls favoritos contra os Wizards, mas será que vale a pena?

    Bulls favoritos contra os Wizards, mas será que vale a pena?

    Olha, eu vou falar uma coisa: ver Bulls e Wizards jogando nessa altura do campeonato é quase como assistir um jogo de veteranos no fim de semana. Os dois times estão numa situação bem complicada na temporada, mas ainda assim pode rolar um jogaço interessante na Capital One Arena.

    Os Bulls chegam com 29-49 na temporada e numa sequência terrível de sete derrotas consecutivas. A última foi uma surra de 120-110 para os Suns no domingo, e sinceramente, deu até dó de ver. Do outro lado, os Wizards estão ainda pior, com 17-61 no geral e seis derrotas seguidas. É aquela situação onde você não sabe quem quer menos perder, né?

    Desfalques pesam nos dois lados

    E aí que a coisa fica interessante (ou não). Chicago vai jogar sem Matas Buzelis (doença), Josh Giddey (posterior da coxa), Nick Richards (cotovelo) e Anfernee Simons (punho). Cara, é meio time inteiro no departamento médico! Já Washington não terá Kyshawn George (cotovelo), Alex Sarr (dedo do pé) e – pasmem – Trae Young (coxa).

    Espera aí, Trae Young nos Wizards? É, galera, essa notícia é de 2026 e aparentemente muita coisa mudou na liga. O que me deixa ainda mais curioso pra saber como essa temporada futura está rolando.

    As apostas dizem o quê?

    Os Bulls entram como favoritos por 6.5 pontos, o que até faz sentido considerando que estão um pouco menos pior que Washington na temporada. O over/under está em 250.5 pontos totais, o que me parece alto demais pra dois times que estão claramente sem ritmo.

    Na minha visão, essa é daquelas partidas onde você torce mais pela qualidade do jogo do que necessariamente pelo resultado. Ambos os times têm potencial pra surpreender – ou decepcionar completamente, dependendo do seu ponto de vista.

    Leonard Miller aparece como a esperança dos Bulls pra marcar uns 22.5 pontos, enquanto Will Riley deve liderar os Wizards com 16.7. Nomes que ainda não conhecemos direito, mas que em 2026 aparentemente estarão movimentando a liga.

    Vocês acham que vale a pena apostar no under? Com tantos desfalques dos dois lados, pode ser que o jogo seja mais truncado do que o esperado. Mas aí, né – sempre tem aquele jogador que resolve aparecer do nada e fazer 30 pontos.