Tag: Chicago Bulls

  • Bulls definem os 3 favoritos para GM – e papo de rebuild tá rolando

    Bulls definem os 3 favoritos para GM – e papo de rebuild tá rolando

    Olha, os Bulls finalmente decidiram colocar a casa em ordem. E pelo que tá circulando por aí, já tem três caras na pole position para ser o novo GM: Matt Lloyd (dos Timberwolves), Bryson Graham (Hawks) e Dennis Lindsey (Pistons).

    A primeira rodada de entrevistas já rolou — tudo virtual, que é o esquema hoje em dia né? Além do trio favorito, também bateram um papo com Mike Gansey (Cavaliers) e Dave Telep (Spurs). Cinco candidatos na disputa inicial.

    Reconstrução total à vista?

    Mas aqui é onde a coisa fica interessante. Pelo que os caras estão comentando, em pelo menos uma das entrevistas o assunto foi direto ao ponto: rebuild total. E faz sentido, né?

    Pensa só: demitiu o Karnisovas no final da temporada, Billy Donovan decidiu vazar na semana passada… O negócio tá gritando “reset completo” com todas as letras. Sinceramente, acho que era o que tinha que acontecer mesmo. Esse time não conseguiu evoluir nos últimos anos.

    Quem vocês acham que leva?

    Dos três favoritos, o Lloyd me chama atenção. O cara tá fazendo um trabalho maneiro em Minnesota, ajudou a montar um time competitivo lá. Já o Graham vem do sistema do Hawks, que tem uma boa reputação de desenvolvimento de jogadores.

    Lindsey é mais experiente — passou pelos Jazz e agora tá em Detroit tentando reconstruir aquele time. Experiência não falta.

    Na minha visão, qualquer um dos três vai herdar uma baita responsabilidade. Chicago não pode mais ficar nessa de ser mediocre. Ou vai pra playoffs de verdade ou assume que vai reconstruir do zero. Esse meio termo tá matando a franquia.

    E vocês, o que acham? Hora de explodir tudo e começar de novo, ou ainda dá pra tentar salvar alguma coisa do elenco atual?

  • Agente da CAA desiste da vaga nos Bulls — quem vai comandar?

    Agente da CAA desiste da vaga nos Bulls — quem vai comandar?

    Olha, os Bulls continuam na busca pelo novo presidente de basquete, e agora ficou mais complicado. Austin Brown, da CAA, que era o único candidato de fora da NBA, resolveu não seguir em frente com a vaga.

    Brown não é qualquer um não — o cara representa uma galera pesada: Cooper Flagg (que vai ser primeira escolha do Draft), Trae Young, Donovan Mitchell, OG Anunoby, Jaren Jackson Jr. e Myles Turner. Imagina só a rede de contatos que esse cara tem? Seria interessante demais ver um agente comandando um front office.

    E agora, quem sobra na disputa?

    Com Brown fora da briga, os Bulls têm cinco nomes na mesa — todos de dentro da NBA mesmo. Matt Lloyd (GM dos Timberwolves), Dennis Lindsey (VP dos Pistons), Bryson Graham (VP dos Hawks), Mike Gansey (GM dos Cavaliers) e Dave Telep (GM assistente dos Spurs).

    Sinceramente? Eu acho que Brown fez bem em desistir. Pegar um time como os Bulls agora, com essa confusão toda, DeMar DeRozan saindo, Zach LaVine que ninguém sabe se fica ou vai… É pedir pra ter dor de cabeça.

    A real dos Bulls

    A franquia tá numa situação bem esquisita. Eles não são ruins o suficiente pra tankar direito, mas também não são bons o suficiente pra brigar por playoff de verdade. E olha que Chicago é um mercado gigante — tinha que estar brigando por título todo ano.

    O que vocês acham? Quem desses cinco nomes faz mais sentido pra tentar arrumar essa bagunça? Eu tenho a impressão de que vão com alguém mais tradicional mesmo, que já conhece o sistema da NBA por dentro.

    Uma coisa é certa: seja quem for que assumir vai ter trabalho pra caramba pela frente. Os Bulls precisam decidir se vão reconstruir de vez ou tentar mais uma vez montar um time competitivo. E com a pressão da torcida de Chicago… boa sorte aí!

  • Billy Donovan deixa o Bulls e já mira próxima oportunidade

    Billy Donovan deixa o Bulls e já mira próxima oportunidade

    E lá se vai mais um técnico do Bulls. Billy Donovan decidiu sair de Chicago depois de seis temporadas, e olha, sinceramente não dá pra culpar o cara.

    O mais interessante é que a diretoria queria que ele ficasse, mesmo depois de demitir o vice-presidente de operações de basquete Arturas Karnisovas e o gerente geral Marc Eversley no começo de abril. Imagina a situação: “Fica aí, Billy, a gente vai contratar um monte de gente nova mas você continua”. Meio estranho, né?

    Decisão elegante do técnico

    Donovan foi esperto. Ao invés de ficar numa situação desconfortável, preferiu dar uma “limpa” na organização e permitir que os Bulls recomecem do zero. Cara classe, diga-se de passagem.

    A diretoria até ofereceu um cargo gerencial pra ele — imagino que algo parecido com o que o Doc Rivers fez antes. Mas Billy preferiu continuar na beirada da quadra mesmo.

    Mercado aquecido esperando

    E agora? Donovan já deixou claro que quer continuar treinando e, convenhamos, não vai faltar oportunidade. O cara tem currículo: levou o Thunder aos playoffs várias vezes e conseguiu fazer o Bulls competir em algumas temporadas, mesmo com um elenco limitado.

    O engraçado é que os Knicks já tinham demonstrado interesse nele antes — até ofereceram uma proposta no ano passado, mas ele preferiu renovar com Chicago. Será que agora rola? E a Universidade da Carolina do Norte também queria conversar com ele, mas acabou contratando o Michael Malone.

    Vocês acham que o Donovan vai conseguir um time melhor que o Bulls atual? Porque sinceramente, depois de ver o que ele conseguiu fazer com aquele elenco de Chicago, eu apostaria nele em qualquer lugar.

    O timing até que foi bom pra ele. Com várias franquias procurando técnico, Billy Donovan vai estar entre os nomes mais cobiçados do mercado. E merecidamente.

  • Chicago Bulls definem 6 candidatos para presidente de basquete

    Chicago Bulls definem 6 candidatos para presidente de basquete

    Cara, parece que o Chicago Bulls finalmente tá levando a sério essa reformulação no front office. Depois de anos de vacilação e uma temporada que foi de mal a pior, a franquia já tem seis nomes na mesa para assumir o comando das operações de basquete.

    A busca começou depois que mandaram embora Arturas Karnisovas e Marc Eversley em abril — e olha, sinceramente, já era hora. Em seis anos, os caras conseguiram levar o time aos playoffs apenas uma vez. Uma. Isso com o Michael Jordan eternamente observando do alto lá no United Center.

    Os candidatos da vez

    Entre os cinco executivos que já receberam autorização para entrevista estão alguns nomes bem interessantes. Matt Lloyd, do Minnesota Timberwolves, tem 17 anos de experiência em Chicago — então já conhece a casa. Dennis Lindsey, dos Pistons, é veterano com três décadas de experiência, incluindo sete anos como GM do Jazz.

    Tem também Bryson Graham, que subiu de estagiário a GM nos Pelicans ao longo de 15 temporadas (respeita a escalada!), Mike Gansey dos Cavaliers, que ajudou a reconstruir Cleveland numa força no Leste, e Dave Telep dos Spurs, com 13 anos na máquina de produzir talentos de San Antonio.

    Mas o nome que mais me chamou atenção? Austin Brown, agente da CAA e nativo de Chicago. O cara representa estrelas como Donovan Mitchell, Trae Young e o futuro craque Cooper Flagg. Já ofereceram o cargo de GM pra ele em 2020, e agora pode ser a hora perfeita.

    Billy Donovan é inegociável

    Michael Reinsdorf deixou bem claro uma coisa: quem vier tem que topar trabalhar com Billy Donovan. E olha, faz todo sentido. O cara é técnico do Hall da Fama, ganhou títulos na faculdade e levou Oklahoma City longe nos playoffs.

    “Se alguém não tá vendido no Billy, não tá vendido num técnico Hall da Fama”, disse Reinsdorf. Mensagem recebida alto e claro.

    As entrevistas começam essa semana, e a ideia é fechar contratação antes ou logo depois do combine em maio. Vocês acham que dessa vez o Bulls acerta a mão? Porque depois de anos de mediocridade, a torcida de Chicago merece algo melhor que brigar por play-in.

  • Bulls abrem processo pra novo chefão – e a lista é interessante

    Bulls abrem processo pra novo chefão – e a lista é interessante

    Olha só, os Bulls finalmente começaram a procurar um novo presidente de operações de basquete depois de mandarem embora o Arturas Karnisovas e o Marc Eversley há duas semanas. E cara, a lista de candidatos é bem variada mesmo.

    Segundo fontes da ESPN, Chicago já pediu permissão pra entrevistar uma galera: Matt Lloyd (GM dos Timberwolves), Dennis Lindsey (VP sênior dos Pistons), Bryson Graham (VP sênior dos Hawks), Mike Gansey (GM dos Cavaliers) e Dave Telep (GM assistente dos Spurs). Ah, e também vão conversar com Austin Brown, que é co-chefe da divisão de basquete da CAA.

    As entrevistas começam essa semana

    O cronograma tá corrido — as entrevistas devem começar nos próximos dias e eles querem definir o novo chefão antes ou logo depois do combine de maio. Meio apertado, mas faz sentido considerando que demitir o pessoal em abril já foi meio tardio.

    E aqui vem o plot twist: Michael Reinsdorf deixou bem claro que Billy Donovan fica SIM como técnico, não importa quem assuma. “Se eu entrevisto alguém e eles não estão vendidos no Billy, não estão vendidos num técnico Hall da Fama”, disse o CEO. Sinceramente, isso me parece uma decisão acertada — Donovan é competente e não foi culpa dele a bagunça dos últimos anos.

    Os candidatos são interessantes

    Matt Lloyd é o que mais me chama atenção. O cara passou 17 anos em Chicago (1995-2012), conhece a casa, e agora é braço direito do Tim Connelly em Minnesota — time que chegou nas finais do Oeste duas vezes seguidas. Experiência não falta.

    Dennis Lindsey tem 30 anos de NBA, incluindo sete como GM do Utah Jazz. Bryson Graham subiu de estagiário a GM em New Orleans e é conhecido pelo olho clínico no draft. Mike Gansey tá ajudando a construir os Cavs como contenders no Leste. E Dave Telep tem 13 anos com os Spurs — organização que é referência mundial.

    Austin Brown é interessante porque é agente (representa Donovan Mitchell, por exemplo), é de Chicago e já foi oferecido o cargo de GM dos Bulls em 2020 pelo próprio Karnisovas. Será que rola uma reviravolta aí?

    Vocês acham que essa mudança vai fazer diferença? Depois de seis anos com Karnisovas e só uma aparição nos playoffs, qualquer coisa parece uma melhoria. Mas o negócio é escolher alguém que tenha visão de longo prazo e não fique fazendo malabarismo só pra tentar salvar o emprego todo ano.

  • Mavericks atropela Bulls por 149-128 em show de Ryan Nembhard

    Mavericks atropela Bulls por 149-128 em show de Ryan Nembhard

    Cara, que pancada foi essa dos Mavericks nos Bulls ontem! 149-128 e não foi nem perto. Dallas simplesmente resolveu acabar a temporada do jeito certo, com uma das performances ofensivas mais completas que eu já vi esse ano.

    O grande nome da noite? Ryan Nembhard. O cara distribuiu 23 assistências — vinte e três! — e ainda fez 15 pontos. É recorde de assistências para um rookie na franquia dos Mavs. Eu tava assistindo e parecia que ele tinha GPS na cabeça, achava passe que nem existia. Sinceramente, foi um dos jogos mais prazerosos de se ver pela organização ofensiva.

    Show de bola movimento e arremessos

    Dallas acertou 52% dos arremessos de quadra e um absurdo de 22 das 49 tentativas de três pontos (44.9%). John Poulakidas meteu 28 pontos acertando 8 das 16 tentativas do perímetro. Moussa Cisse dominou o garrafão com 20 rebotes. Foi uma clínica completa.

    O que mais me impressionou foi como tudo fluiu naturalmente. Não parecia forçado, sabe? A bola rodava, os caras se movimentavam sem a bola, e Chicago simplesmente não conseguia acompanhar o ritmo. No primeiro tempo, os Mavs já tinham construído uma vantagem de 80-56. Oitenta pontos em um tempo! Isso é coisa de videogame.

    Bulls nunca entraram no jogo

    Olha, tenho que ser justo: Chicago até tentou algumas reações com Rob Dillingham e Collin Sexton, mas toda vez que encostavam no placar, Dallas respondia com outra chuva de três pontos. Cooper Flagg descendo forte para a cesta, Klay Thompson (que ainda tá lá, o monstro) chovendo de longe, e Nembhard orquestrando tudo.

    Na segunda metade virou passeio. A vantagem oscilou entre 20 e 30 pontos praticamente o tempo todo, e no último período já era garbage time total. Ambos os times só cumprindo tabela.

    Vocês acham que essa performance do Nembhard foi só casualidade ou o garoto realmente evoluiu tanto assim? Porque 23 assistências não é brincadeira não — tem muito armador veterano que nunca chegou perto disso na NBA.

    Dallas encerra a temporada com o pé direito, mostrando que quando a química funciona, esse time pode ser muito perigoso. Agora é aguardar a próxima temporada e ver se conseguem manter essa consistência ofensiva. Por enquanto, fica a lição: quando os Mavs movimentam a bola desse jeito, é difícil alguém parar.

  • Billy Donovan vai bater papo com a diretoria dos Bulls sobre seu futuro

    Billy Donovan vai bater papo com a diretoria dos Bulls sobre seu futuro

    Olha, a situação do Billy Donovan em Chicago tá ficando meio estranha. Depois da diretoria ter mandado embora os dois caras mais importantes do basketball operations na semana passada, o técnico dos Bulls deixou claro que tá na dúvida sobre o próprio futuro na franquia.

    “Estamos num ponto de virada agora, onde tudo mudou”, disse Donovan antes do último jogo da temporada regular contra Dallas. E cara, quando um técnico fala isso publicamente, é porque a coisa tá feia mesmo.

    A reunião que pode definir tudo

    O mais interessante é que Donovan vai sentar com Michael Reinsdorf (presidente e CEO do time) nos próximos dias pra definir os rumos. Sinceramente? Acho que essa conversa vai ser decisiva não só pro técnico, mas pra toda a franquia.

    “Eu amo estar em Chicago, a organização e tudo sobre ela”, falou Donovan. “Mas precisamos descobrir onde todos nós estamos nisso e como vamos seguir em frente.” Traduzindo: o cara tá pedindo garantias.

    A situação fica ainda mais confusa quando você lembra que Reinsdorf disse publicamente que apoiava a continuidade do Donovan como técnico. Mas depois meio que voltou atrás, dizendo que o status do técnico não teria “precedência no processo” de contratação do novo GM.

    Fidelidade que pode não compensar

    Uma coisa que me chama atenção é a lealdade do Donovan. O cara disse que recusou outras oportunidades nos últimos anos por comprometimento com Chicago. Até cogitaram ele pra North Carolina recentemente (que acabou contratando o Michael Malone).

    “Estou comprometido aqui com Chicago”, garantiu. “Vou tentar ficar onde meus pés estão plantados.” Mas será que essa fidelidade toda vale a pena?

    Porque, vamos combinar, 226 vitórias e 255 derrotas em seis temporadas não é exatamente um retrospecto que grita “sucesso”. Os Bulls nunca conseguiram passar do primeiro round dos playoffs com Donovan, mesmo tendo tido alguns times decentes.

    E aí, vocês acham que o Donovan deveria ficar ou que seria melhor pra ambos os lados uma mudança? Com essa bagunça toda na diretoria, não sei se Chicago é o melhor lugar pra um técnico ambicioso no momento.

  • Trail Blazers bagunçam tudo e Bulls podem sair ganhando

    Trail Blazers bagunçam tudo e Bulls podem sair ganhando

    Olha só que situação bizarra: o Portland Trail Blazers atropelou o Los Angeles Clippers por 116 a 97 ontem, e quem pode estar comemorando em casa são os Chicago Bulls. É, eu sei que parece loucura, mas vou explicar essa história maluca.

    Os Blazers chegaram aos 41-40 na temporada com essa vitória e praticamente garantiram a 8ª posição no Oeste. Segunda vez só neste mês que eles batem o Clippers — e cara, tá claro que Portland não quer dar moleza pra ninguém nessa reta final.

    A matemática simples dos Blazers

    A conta é bem direta: se Portland ganhar do Sacramento Kings (que tem apenas 22 vitórias) no domingo, ou se o Clippers perder pro Golden State Warriors, eles garantem vaga no play-in. Contra o Kings? Sinceramente, seria uma surpresa gigante se não ganhassem.

    E se conseguirem a 8ª posição, vão encarar o Phoenix Suns no play-in. Não é moleza, mas também não é impossível. O Suns tá meio irregular ultimamente.

    Por que isso importa para Chicago?

    Aqui que a coisa fica interessante, pessoal. Lembram daquela trade de três times lá em 2021, quando o Lauri Markkanen foi pro Cleveland? Pois é, naquela confusão toda, os Bulls ficaram com uma pick de primeira rodada de 2026 do Portland — mas com proteção de loteria.

    A regra é simples: se os Blazers chegarem aos playoffs, a pick vai pros Bulls. Se ficarem na loteria (ou seja, fora dos playoffs), eles mantêm a escolha. É tipo aqueles acordos que você faz e depois esquece, mas que podem valer ouro.

    Portland mandou o Derrick Jones Jr. e essa pick futura pra Chicago pra pegar o Larry Nance Jr. Na época parecia um negócio comum, mas agora pode virar uma peça importante no futuro dos Bulls.

    O que isso significa na prática?

    Na minha visão, Portland tá bem encaminhado pros playoffs. O time tá jogando com muita confiança, e enfrentar o Kings no último jogo é praticamente um presente. Vocês acham que Sacramento vai conseguir estragar a festa?

    Se eu fosse apostar, diria que os Bulls vão ficar com essa pick de 2026. E olha, considerando como Chicago anda precisando de jovens talentos, isso pode ser uma baita ajuda daqui a alguns anos.

    É engraçado como o basquete funciona, né? Uma vitória em Portland pode mudar completamente o futuro de um time em Chicago. Esse tipo de conexão que só a NBA consegue criar — onde uma trade de três anos atrás ainda tá dando frutos.

  • Wagner brilha e Magic cola na briga pelo playoffs direto da NBA

    Wagner brilha e Magic cola na briga pelo playoffs direto da NBA

    Cara, que noite do Franz Wagner! O alemão simplesmente decidiu que não queria nem saber de play-in e meteu 25 pontos na vitória do Orlando Magic sobre o Chicago Bulls por 127-103. E olha, foi uma dessas performances que deixa claro por que esse garoto é especial.

    Com essa quinta vitória seguida, o Magic (45-36) empatou com o Toronto na sexta posição do Leste. Vocês percebem a matemática aqui? Uma vitória no último jogo contra Boston e eles podem fugir completamente do play-in. Sinceramente, eu não esperava que Orlando chegasse tão longe nesta temporada, mas aqui estamos.

    Paolo e Suggs completam a festa

    Paolo Banchero fez sua parte com 14 pontos, 9 rebotes e 7 assistências — um double-double quase triplo que mostra a maturidade do garoto. Mas o cara que mais me impressionou foi o Jalen Suggs no terceiro quarto. Doze pontos, quatro bolas de três. Em um período só!

    O Suggs acertou três bolas de três em menos de três minutos no terceiro quarto, e a terceira foi aquela que acabou com qualquer esperança dos Bulls. 80-61 no placar e jogo praticamente definido. É impressionante como esse Magic consegue explodir de uma hora pra outra.

    Bulls na fossa total

    Do outro lado, os Bulls chegaram às 50 derrotas pela primeira vez desde 2018-19. Cinquenta derrotas, gente. Tre Jones até fez seus 23 pontos, mas não teve jeito.

    E a situação em Chicago tá um caos completo. Demitiram o Karnisovas e o Eversley na segunda-feira, e agora tem rumor de que o Billy Donovan pode dar o fora também. Seis temporadas treinando esse time e a coisa só piorou. Leonard Miller marcou 15 e Matas Buzelis voltou de uma doença com 14 pontos, mas isso é só maquiagem num time que claramente precisa de uma reformulação geral.

    Agora é torcer para o Magic conseguir fechar essa temporada histórica com chave de ouro contra Boston. Quem diria que estaríamos falando do Orlando disputando vaga direta nos playoffs em abril, né? O futuro desse time me deixa empolgado demais.

  • Bulls fazem limpeza geral e Giannis pode estar de saída?

    Bulls fazem limpeza geral e Giannis pode estar de saída?

    Olha só o que rolou na NBA essa semana — os Bulls mandaram embora praticamente todo mundo da diretoria e o Giannis tá criando caso em Milwaukee. Duas bombas que ninguém esperava, pelo menos não dessa forma.

    Bulls fazem faxina completa na diretoria

    Chicago decidiu que tava na hora de mudar tudo. Mandaram embora o Arturas Karnisovas (GM) e o Marc Eversley (vice-presidente executivo). Cara, quando um time demite o cara que monta o elenco E o braço direito dele no mesmo dia, é porque a coisa tava feia mesmo.

    Sinceramente? Eu já esperava essa limpa nos Bulls faz tempo. O time tá patinando há anos, sem direção clara, sem identidade. Lembra quando eles apostaram todas as fichas no DeMar DeRozan e no Zach LaVine? Pois é… não deu muito certo, né?

    O problema é que agora eles vão ter que recomeçar do zero. De novo. E olha que Chicago já passou por isso várias vezes nos últimos anos. É quase um ciclo vicioso — contrata, demite, contrata, demite.

    E o drama do Giannis em Milwaukee?

    Aí que a coisa fica interessante de verdade. Saiu uma matéria explosiva da ESPN falando sobre um climão entre o Giannis e a organização dos Bucks. Cara, se isso for verdade mesmo, pode ser o fim de uma era em Milwaukee.

    Vocês lembram quando o Greek Freak assinou aquela super extensão de contrato e todo mundo achou que ele ia ficar pra sempre nos Bucks? Pois é, as coisas mudaram MUITO rápido. Time mal das pernas, jogando sem alma, e pelo jeito o astro não tá nada satisfeito com os rumos da franquia.

    Na minha visão, se o Giannis realmente tiver pensando em vazar de Milwaukee, vai ser uma das maiores movimentações da NBA nos últimos anos. Imagina só esse cara vestindo a camisa dos Lakers, Knicks ou até mesmo… dos Warriors? (Eu sei que é meio impossível pelo salary cap, mas deixa eu sonhar aqui).

    O que me deixa mais curioso é: será que isso é só especulação da mídia ou tem fogo mesmo? Porque uma coisa é certa — jogador do calibre do Giannis não fica quieto quando as coisas não vão bem. E pelos Bucks estarem jogando como estão, eu não duvido de nada.

    E aí, galera, vocês acham que o Giannis realmente pode sair de Milwaukee? E os Bulls, será que vão acertar dessa vez na escolha do novo comando? Deixa aí nos comentários o que vocês pensam dessas duas bombas!