Tag: All-NBA

  • Bill Simmons se arrepende: votou em Duren pro All-NBA e agora…

    Bill Simmons se arrepende: votou em Duren pro All-NBA e agora…

    Olha, quando você coloca um cara no segundo time All-NBA e depois ele derrete nos playoffs, dá uma dor no peito, né? É exatamente isso que tá rolando com Bill Simmons e Jalen Duren, do Detroit Pistons.

    O pivô dos Pistons foi um dos grandes nomes da temporada regular — 19.5 pontos e 10.4 rebotes por jogo, um monstro absoluto no garrafão. Eu mesmo fiquei impressionado com a evolução dele. Mas aí chegaram os playoffs contra o Orlando Magic e… cara, simplesmente sumiu.

    A queda livre nos playoffs

    Nos playoffs, Duren tá fazendo apenas 9.8 pontos e 8.3 rebotes. Quase metade da produção da temporada regular! E o Bill Simmons não tá nada feliz com isso.

    “Eu realmente acreditei nele, coloquei no segundo time All-NBA. Queria até escrever pra NBA pra ver se consigo mudar meu voto, mesmo já tendo enviado”, disse Simmons no podcast dele. “Ele tá jogando muito mal nesses playoffs. Alguém que eu achava que era impactante e consistente toda noite… parece uma bagunça.”

    Sinceramente? Dá pra entender a frustração. Quando você aposta suas fichas num jogador e ele não entrega na hora que mais importa, é de cortar o coração.

    Duren ainda acredita na virada

    Mas o próprio Duren não baixou a cabeça. Em 3-1 na série (pelo que entendi do contexto), ele ainda tá confiante:

    “Não acabou ainda, mano. Times já voltaram de 3-1 tantas vezes. Não seria a primeira vez na história. Temos que ir um jogo de cada vez, proteger nossa casa e continuar dali.”

    Olha, eu admiro a confiança do garoto. Mas também não posso ignorar os números — ele realmente precisa acordar pra vida se quiser fazer essa virada histórica acontecer.

    E vocês, acham que o Duren consegue se redimir ou a temporada dos Pistons já era mesmo? Porque uma coisa é certa: votar pra All-NBA baseado só na temporada regular pode dar dessas…

  • Wemby fora do jogo 3: protocolo de concussão segue

    Wemby fora do jogo 3: protocolo de concussão segue

    Olha, não é a notícia que a gente queria ouvir. Victor Wembanyama ficou fora do jogo 3 contra o Portland Trail Blazers na sexta-feira, ainda seguindo o protocolo de concussão da NBA. E sinceramente? Era de se esperar.

    O francesão saiu machucado no segundo quarto do jogo 2, depois de bater a cabeça no chão numa chegada forte na cesta. Foi daquelas pancadas que você vê e já sabe que não vai ser coisa simples. Portland acabou levando aquele jogo por 106-103, em San Antonio mesmo.

    Como o Spurs se vira sem o fenômeno?

    “Victor não vai jogar hoje à noite. Obviamente, tem muita coisa envolvida nisso, mas ele está bem e progredindo”, falou o técnico Mitch Johnson. Luke Kornet assumiu a posição de titular no garrafão – veterano que jogou 68 jogos na temporada regular com 25 como titular, com médias de 6.5 pontos e 6.1 rebotes.

    Não é o Wemby, né? Mas o cara é profissional. E olha só esse dado interessante: San Antonio teve campanha de 12-6 nos jogos da temporada regular sem o francês. Doze vitórias em dezoito jogos! Isso dá uma esperança de que o time consegue se virar enquanto o monstro não volta.

    Protocolo rigoroso, e está certo

    Wembanyama viajou com o time para Portland na quinta e até participou do treino de arremesso na sexta de manhã no Moda Center. Mas concussão não é brincadeira – os jogadores precisam passar por uma série de testes neurológicos, comparados com avaliações feitas no pré-temporada, antes de receberem liberação.

    Johnson disse que mais detalhes sobre o estado do Wemby vão ficar internos, o que é padrão nesses casos. Mas a real é que ninguém quer ver esse cara de 2,24m forçando volta. Aos 21 anos, ele tem uma carreira inteira pela frente.

    E aí, vocês acham que o Spurs aguenta mais alguns jogos sem o alien francês? Pelo histórico de 12-6, parece que sim. Mas é claro que todo mundo quer ver o fenômeno de volta às quadras logo.

  • Nickeil Alexander-Walker é o Mais Evoluído da NBA – Hawks dominam!

    Nickeil Alexander-Walker é o Mais Evoluído da NBA – Hawks dominam!

    Cara, que coisa absurda está rolando em Atlanta! Pelo segundo ano consecutivo, um jogador dos Hawks leva o prêmio de Most Improved Player da NBA. Depois de Dyson Daniels no ano passado, agora é a vez de Nickeil Alexander-Walker brilhar.

    E olha, eu confesso que não esperava isso quando a temporada começou. O cara veio dos Timberwolves sendo basicamente um “3&D player” – aquele jogador que fica ali no cantinho, acerta umas bolas de três e marca bem na defesa. Média de 9.4 pontos por jogo, saindo do banco. Nada demais, né?

    A transformação foi surreal

    Mas aí os Hawks decidiram apostar pesado no Alexander-Walker, especialmente com toda aquela movimentação da saída do Trae Young. O técnico Quin Snyder botou a bola na mão dele e falou: “Agora é contigo, parceiro.” E o monstro respondeu à altura!

    Os números são de dar inveja em qualquer um: 20.8 pontos por jogo (recorde pessoal), 3.4 rebotes, 3.7 assistências, 1.31 roubos de bola. E não para por aí – 45.9% nos arremessos de quadra, 39.9% nas bolas de três e impressionantes 90.2% nos lances livres. Sinceramente, esses percentuais são de All-Star, não é brincadeira.

    O que mais me impressiona é que o cara conseguiu fazer essa evolução aos 27 anos, na sétima temporada dele na liga. Quantas vezes a gente não vê jogador “estagnar” nessa idade? Mas o Alexander-Walker provou que nunca é tarde para dar aquele salto gigantesco.

    Dupla defensiva de outro planeta

    E tem mais – junto com o Dyson Daniels (que já ganhou esse prêmio antes), os dois formaram provavelmente o melhor backcourt defensivo da NBA inteira. Imagina ser atacante e ter que enfrentar esses dois caras na marcação? Deve ser um pesadelo!

    Na votação, Alexander-Walker recebeu 66 votos de primeiro lugar dos 100 jornalistas que participaram. Jalen Duren, do Detroit, ficou em segundo, e Deni Avdija, do Portland, completou o pódio. A diferença foi bem clara mesmo.

    Vocês acham que os Hawks conseguem manter essa pegada de revelar talentos? Porque dois MIP seguidos não é coincidência não, é trabalho sério da organização. E aí, será que o Alexander-Walker consegue manter esse nível absurdo na próxima temporada?

  • NBA segura audiência local mesmo com streaming bombando

    NBA segura audiência local mesmo com streaming bombando

    Olha, vou ser bem franco com vocês: a NBA conseguiu algo que eu achei que seria impossível em 2025. Depois de perder 12% da audiência local na temporada passada, a liga conseguiu manter os números estáveis. E isso, cara, é praticamente um milagre nos tempos de hoje.

    Sabe por quê? Porque todo mundo tá cortando a TV por assinatura. Literalmente todo mundo. Mas mesmo assim, a galera continua assistindo NBA — só que agora pelo streaming.

    Os grandes vencedores da audiência

    Denver Nuggets, Detroit Pistons, Philadelphia 76ers, Phoenix Suns e New York Knicks foram os times que mais cresceram em audiência local. Mas o destaque mesmo fica com Detroit — e não é à toa.

    Os Pistons lideraram o crescimento no streaming, e sinceramente, faz todo sentido. O Cade Cunningham virou um monstro absoluto (segundo All-Star consecutivo), e o time fez uma campanha absurda de 60-22 na Conferência Leste. Quem não ia querer assistir?

    A questão é que streaming agora representa 15% de toda audiência local da NBA. Em 2023-24, era só 5%. Crescimento de 43% em streamers únicos por jogo, com o tempo médio assistido subindo 37%. Esses números são insanos.

    O fim de uma era na TV tradicional

    Enquanto o streaming explode, a TV tradicional despenca. A Main Street Sports Group (que era a Diamond Sports) tá praticamente falindo, e as projeções são brutais: queda de 26% nos assinantes de TV linear até 2027, com receitas locais despencando 47%.

    Craig Sloan, CEO da Playfly Sports, resumiu bem: “Vai ter muito movimento e experimentação conforme a Main Street fecha as portas”. Ou seja, tá todo mundo correndo atrás de alternativas.

    Mas aqui vem o ponto mais interessante — e que me deixa orgulhoso como fã: mesmo com toda essa bagunça, o basquete não perdeu público. As pessoas só mudaram de plataforma. E vocês acham que isso vai continuar? Na minha opinião, a NBA foi esperta ao investir pesado no streaming quando muitas outras ligas ainda estavam relutantes.

  • Alexander-Walker é o Most Improved Player da NBA – que salto!

    Alexander-Walker é o Most Improved Player da NBA – que salto!

    Gente, que temporada absurda do Nickeil Alexander-Walker! O cara acabou de ser eleito o Most Improved Player (Jogador Que Mais Evoluiu) da NBA, e olha, eu confesso que não vi essa vindo no começo da temporada.

    Os números falam por si só: saiu de míseros 9.4 pontos por jogo no Minnesota na temporada passada para incríveis 20.8 pontos pelos Hawks de Atlanta. Mais que dobrou a produção ofensiva, monstro!

    De banco do Wolves para estrela dos Hawks

    Sinceramente, quando o Alexander-Walker foi pros Hawks, muita gente (eu inclusive) achou que seria mais um jogador de rotação. Mas cara, como a gente se enganou. O técnico Quin Snyder deu total confiança pro garoto, e ele correspondeu de forma espetacular.

    É impressionante como uma mudança de ambiente pode transformar um jogador. No Minnesota ele era aquele cara que entrava pra dar uns minutos de descanso pros titulares. Em Atlanta? Virou peça fundamental do ataque do time.

    Hawks fazem história com dois MIP seguidos

    E olha que curioso: Alexander-Walker ganhou o prêmio um ano depois do seu companheiro de equipe Dyson Daniels ter levado o mesmo troféu na temporada 2024-25. Que escola de desenvolvimento de jogadores que virou Atlanta, né não?

    Vocês acham que os Hawks conseguem manter esse nível de evolução dos jogadores? Porque se conseguirem, podem se tornar uma franquia muito interessante nos próximos anos. Esse tipo de cultura organizacional não surge do nada.

    Alexander-Walker sempre teve talento – qualquer um que acompanhou ele na faculdade sabia disso. Mas às vezes o jogador precisa do ambiente certo, da confiança certa, pra explodir. E foi exatamente isso que aconteceu em Atlanta.

    Merecidíssimo o prêmio. De 9.4 pra 20.8 pontos não é brincadeira não, pessoal. Esse salto gigantesco mostra como o basquete pode ser imprevisível – e por isso que a gente ama tanto esse esporte!

  • Rich Paul garante: LeBron pode jogar mais 5 anos na NBA

    Rich Paul garante: LeBron pode jogar mais 5 anos na NBA

    Cara, vocês acham que o LeBron vai parar quando? Porque o Rich Paul, agente dele, tá falando que o Rei pode jogar tranquilamente mais cinco anos na NBA. Cinco anos! O cara já tem 39 anos e tá na 21ª temporada — imagina ele jogando até os 44.

    Paul soltou essa bomba no podcast Game Over e, sinceramente, eu não duvido de mais nada quando se trata do LeBron. O cara é um alienígena mesmo.

    “Ele pode jogar 28 anos na NBA”

    O que mais me impressionou foi a confiança do Rich Paul. Ele falou assim: “LeBron pode jogar cinco anos a mais. Ele consegue jogar pelo menos 28 anos na NBA. Pessoalmente, acho que ele deveria jogar 25 anos. Ele definitivamente tem mais dois anos no tanque”.

    E olha, faz sentido. Na temporada passada, mesmo aos 39, o cara fez média de 25.7 pontos, 7.3 rebotes e 8.3 assistências. Números que muito pivô de 25 anos não consegue fazer.

    Paul ainda comparou com o Bruce Springsteen — ninguém tá empurrando o cara pra fora do palco, né? “Temos que ter muito cuidado ao tentar empurrar ele pra fora da liga quando temos essas oportunidades”, disse o agente.

    Longevidade absurda

    Gente, parem pra pensar: se LeBron jogar mesmo até os 44, ele vai ter uma carreira de 26-27 temporadas. É coisa de maluco! Kareem jogou 20 temporadas e já era considerado um fenômeno de longevidade.

    Eu lembro quando o LeBron chegou na NBA em 2003, direto do colegial. Agora ele tá jogando com caras que nem eram nascidos quando ele foi draftado. É surreal.

    E o mais louco? Ele ainda tá jogando em alto nível. Nos playoffs contra o Denver no ano passado, o cara teve jogos onde carregou os Lakers nas costas. Aos 39 anos!

    Os próximos anos dos Lakers

    A questão agora é: onde ele vai jogar esses próximos cinco anos? Porque os Lakers não tão exatamente voando, né? O time precisa de umas peças se quiser competir de verdade.

    Olha, na minha opinião, se o LeBron quer jogar até os 44, deixa o cara jogar. Ele ainda produz, ainda é box office, e convenhamos — quem de nós não quer ver mais alguns anos desse fenômeno em ação?

    E aí, vocês acham que ele consegue mesmo jogar mais cinco anos? Ou o Rich Paul tá sendo otimista demais?

  • Hart sem palavras após noite desastrosa custou vitória dos Knicks

    Hart sem palavras após noite desastrosa custou vitória dos Knicks

    Cara, eu vi muita coisa ruim no basquete, mas a cara do Josh Hart ontem à noite depois daquele jogo foi de partir o coração. O cara simplesmente travou na hora H e custou a vitória pros Knicks contra os Hawks, 109-108.

    Olha, o Hart não é qualquer um não. Estamos falando de um jogador que virou peça fundamental desse time de Nova York, um dos melhores defensores da liga que ainda por cima sabe distribuir a bola. Mas ontem? Simplesmente sumiu do mapa.

    Uma noite para esquecer

    Os números não mentem: 1 de 9 nos arremessos, sendo 0 de 4 do perímetro. Em 40 minutos de quadra — que é praticamente o jogo inteiro — o cara conseguiu apenas 2 pontos. Dois. É o tipo de estatística que você olha duas vezes pra ter certeza que não tá sonhando.

    E o mais impressionante é que Hart tinha chegado aos dois dígitos nos dois primeiros jogos da série. Aí você vai ver o cara que sempre aparece nas horas importantes simplesmente travando quando o time mais precisava dele.

    “Eles simplesmente não entraram. Achei que o arremesso do canto ia entrar. Eu tenho que acertar esses arremessos”, disse Hart pros repórteres depois do jogo. Dá pra ver na cara dele que tava destruído.

    Um arremesso mudaria tudo

    E sabe o que é mais cruel? Bastava UM arremesso a mais pra história ser completamente diferente. Os Knicks perderam por apenas um ponto, então qualquer uma daquelas bolas que rimaram na cesta do Hart teria mudado o resultado.

    O time de Nova York ainda se ferrou mais quando Jalen Brunson perdeu uma bola no finalzinho que poderia ter sido a cesta da vitória. Aí o CJ McCollum apareceu do outro lado e mandou a que decidiu o jogo pro Atlanta.

    Pelo menos outros caras apareceram. OG Anunoby foi monstro com 29 pontos, Brunson fez 26 apesar do erro final, e Karl-Anthony Towns cravou um double-double com 21 pontos e 17 rebotes. Mas não adiantou nada se o Hart, que sempre resolve na defesa e na distribuição, simplesmente não conseguiu acertar nem uma bandeja.

    Agora é reagir ou morrer

    A realidade é crua: os Knicks estão com a corda no pescoço. Se perderem o próximo jogo, vão estar 3-1 pra baixo na série, e aí já era. Vocês acham que o Hart consegue se recuperar psicologicamente dessa?

    Na minha opinião, é exatamente esse tipo de jogo que separa os grandes jogadores dos medianos. O Hart sempre foi confiável, sempre apareceu quando precisava. Agora é ver se ele consegue esquecer essa noite horrível e voltar a ser o jogador que conhecemos no jogo 4.

    Porque, sinceramente, os Knicks não podem se dar ao luxo de ter o Hart sumido mais uma vez. Não com os Hawks jogando desse jeito e aproveitando cada vacilo do adversário.

  • Knicks perde pro Hawks de virada e tá perdendo a série

    Knicks perde pro Hawks de virada e tá perdendo a série

    Cara, eu não consigo mais defender esse time dos Knicks. 109 a 108 pro Hawks em casa, tomando virada no final — isso não é playoff, é vexame mesmo.

    Olha, vou ser sincero: talvez os Knicks (1-2) nem merecessem ganhar esse jogo contra o Hawks (2-1). Começaram dormindo no primeiro quarto, tomaram 18 pontos de diferença no segundo, e só acordaram quando já era tarde demais. Conseguiram virar por 3 com um minuto no relógio, mas aí o CJ McCollum resolveu aparecer e os caras entregaram mais uma posse de bola decisiva.

    KAT e Brunson fizeram a parte deles

    Karl-Anthony Towns foi monstro: 21 pontos e 17 rebotes, com +22 de saldo. O Brunson também apareceu com 26 pontos em 11 de 23 arremessos. Mas mano, basquete é esporte coletivo — e o resto do time simplesmente sumiu.

    Mikal Bridges tentou 3 arremessos e fez ZERO pontos. Zero! Mitchell Robinson foi um -18 em apenas 11 minutos de quadra. Josh Hart? 2 pontos em 1 de 9 tentativas. É de chorar mesmo.

    Os Knicks até dominaram o garrafão (56 a 40 pontos na área) e equilibraram no rebote (46-45), mas perderam no que mais importa: eficiência. O Hawks acertou 45% dos arremessos contra 43% de Nova York, mas principalmente nas bolas de três — 39% contra 29%. E as 18 bolas perdidas dos Knicks viraram pontos fáceis pro adversário.

    Primeiro quarto foi um pesadelo

    Sinceramente, nunca vi um time tão apático em playoff. No primeiro quarto, só dois jogadores pontuaram: Anunoby e Brunson. Towns tentou UM arremesso (e errou). O time perdeu 5 bolas logo de cara e não foi na linha de lance livre até restar 1min30.

    Enquanto isso, o Hawks estava jogando um basquete lindo. Assistiram em 10 das 12 cestas do primeiro quarto, com Jonathan Kuminga saindo do banco perfeito: 4 de 4 e 10 pontos. Os Knicks erraram 10 das 12 tentativas de três pontos. Dez de doze, gente!

    No final do primeiro quarto: 33 a 21 pro Hawks. Uma diferença que grita despreparo.

    A reação que não veio

    No segundo quarto, Towns finalmente acordou e diminuiu a diferença de 15 para 10 pontos com algumas enterradas bonitas. Mas aí o McCollum resolveu o jogo com uma virada de meio de quadra, Onyeka Okongwu roubou uma bola do Bridges e transformou em pontos fáceis.

    A verdade é essa: esse time dos Knicks não tá levando a sério os playoffs. Tom Thibodeau demora demais pra fazer os ajustes, os jogadores parecem estar passeando, e o resultado tá aí — 2 a 1 pro Hawks numa série que deveria ser nossa.

    E vocês, ainda acreditam nesse time? Porque eu tô começando a perder a fé…

  • Knicks tomaram sufoco dos Hawks e tão numa fria nos playoffs

    Knicks tomaram sufoco dos Hawks e tão numa fria nos playoffs

    Cara, eu tô começando a ficar preocupado com os Knicks. E olha que sou um cara que sempre acredita nos caras de Nova York, mas essa série contra o Hawks tá ficando complicada pra caramba.

    Os Hawks acabaram de vencer o jogo 3 por 109-108 e agora lideram a série por 2-1. E não foi só uma vitória qualquer não — foi mais uma demonstração de que os Knicks tão com problemas sérios que não conseguem resolver.

    CJ McCollum tá destruindo a defesa dos Knicks

    O veterano CJ McCollum tá simplesmente monstruoso nessa série. Já são 81 pontos em três jogos, mano. Oitenta e um! E o pior? Ele tá caçando o Jalen Brunson na defesa como se fosse um lanche da tarde.

    Quando um repórter perguntou pro McCollum se ele gosta de enfrentar o Brunson, a resposta foi hilária: “O que você acha?”, ele respondeu com aquela cara de deboche. E completou com um “Yeah” bem enfático. Traduzindo: tá mamão com açúcar atacar o armador dos Knicks.

    Sinceramente, isso me lembra muito quando o pessoal caçava o Marcelinho Machado na defesa lá nos anos 2000. Quando um cara vira alvo assim, complica demais pro time todo.

    O ataque dos Knicks tá travado

    E por falar em Brunson, o cara tá carregando o piano sozinho no ataque — e isso não tá dando certo. A bola fica parada na mão dele, os outros caras ficam parados esperando, e quando o jogo aperta mesmo, vira aquele isolado desesperado.

    No último lance do jogo 3, quando não conseguiram nem passar a bola pro Brunson direito, deu pra ver como o sistema tá falho. O Karl-Anthony Towns até fez 21 pontos, mas o técnico Mike Brown não consegue usar ele como segunda opção de verdade.

    E tem mais: pelo segundo jogo seguido, Brown começou o último quarto com Brunson E Towns no banco ao mesmo tempo. Cara, isso não faz sentido algum! Você não tira seus dois melhores jogadores juntos num momento crucial dos playoffs.

    O OG Anunoby salvou a pátria com 29 pontos, mas o Mikal Bridges e o Josh Hart — dois titulares — fizeram APENAS 2 pontos juntos. Dois pontos! Com 1 acerto em 12 tentativas. Isso é coisa de pelada de domingo de manhã.

    A matemática não tá a favor

    Olha, eu não quero ser pessimista, mas os números são cruéis: historicamente, quem ganha o jogo 3 depois de um empate 1-1 leva a série em 74% das vezes. E os Hawks não tão jogando por acaso não — o time tem equilíbrio, o banco tá rendendo, e jogadores como Jalen Johnson e Nickeil Alexander-Walker tão fazendo a diferença nas duas pontas.

    Vocês acham que os Knicks conseguem reverter essa situação? O jogo 4 é sábado, em Atlanta, e sinceramente virou quase um mata-mata. Se perderem, vão precisar de um milagre pra voltar de 3-1.

    Não vou mentir: sempre torço pros times de Nova York nos playoffs, mas essa série tá com cara de que pode acabar mais cedo do que todo mundo esperava. Os Hawks tão jogando com confiança e os Knicks… bem, os Knicks tão parecendo perdidos.

  • Wemby ainda é dúvida pro jogo 3 após pancada na cabeça

    Wemby ainda é dúvida pro jogo 3 após pancada na cabeça

    Cara, que susto que a gente levou com o Wembanyama no jogo 2, né? O francês tomou uma pancada feia na cabeça e desde então tá todo mundo preocupado se ele vai conseguir jogar o jogo 3 contra o Portland na sexta-feira.

    A boa notícia é que ontem (quarta) o Wemby conseguiu fazer exercícios cardiovasculares — nada de basquete ainda, mas pelo menos não piorou. Segundo o Shams Charania da ESPN, os sintomas não aumentaram e ele tava se sentindo igual desde que levou a pancada.

    Spurs vão com calma (como sempre)

    Olha, quem acompanha os Spurs sabe como eles são. Sempre foram super cautelosos com lesão — lembra do Kawhi Leonard? Pois é, eles vão devagar mesmo. O Charania falou que o time tá analisando dia a dia, e sinceramente acho que é a atitude certa.

    “Sabemos que os Spurs sempre vão errar pro lado da cautela”, disse o jornalista. E não é mentira, né? Preferem preservar o jogador a arriscar algo pior.

    Protocolo da liga complica

    Mesmo que o Wemby se sinta 100%, tem todo um protocolo da NBA pra concussão. São 48 horas mínimas longe das atividades de basquete após o diagnóstico, e depois ainda tem que passar por várias avaliações — tanto do time quanto da liga.

    A expectativa é que ele pelo menos viaje com o time pra Portland hoje (quinta). Isso já seria um bom sinal, mas ainda não garante nada pro jogo de sexta.

    E aí, vocês acham que vale arriscar? A série tá empatada 1-1, então cada jogo conta muito. Mas porra, é a saúde do cara que tá em jogo — e ainda mais do cérebro. Eu, no lugar do Popovich, só botava ele se os médicos dessem 100% de certeza.

    A real é que vamos saber mais hoje à tarde sobre o status dele. Mas minha impressão é que os Spurs vão segurar mais um pouco. Melhor prevenir que remediar, principalmente com um talento desse calibre.