Tag: All-NBA

  • Jokic e SGA dominam: veja quem foi pro All-NBA 2026

    Jokic e SGA dominam: veja quem foi pro All-NBA 2026

    Cara, que seleção maluca foi essa do All-NBA 2026! Jokic e Shai Gilgeous-Alexander foram UNÂNIMES no primeiro time — e olha, isso não é pouca coisa não. Quando 100 jornalistas concordam sobre alguma coisa na NBA, é porque o negócio tá óbvio mesmo.

    O que mais me impressionou? Wembanyama perdeu a unanimidade por UM VOTO só. Um! O francesão teve 99 votos pro primeiro time e um maluco decidiu colocar ele no segundo time. Sinceramente, quem foi esse cara que pensou diferente? Porque Victor foi simplesmente monstruoso essa temporada toda.

    O primeiro time que ninguém esperava

    Junto com Jokic, SGA e Wemby, temos Luka Doncic (que já virou rotina mesmo) e… Cade Cunningham! Isso aí, o garoto de Detroit finalmente chegou lá. 60 votos pro primeiro time contra 44 do Jaylen Brown. Na minha visão, Cade merecia mesmo — o cara carregou um Pistons que ninguém dava nada nas costas.

    Jokic fazendo All-NBA pela oitava vez já virou brincadeira. O sérvio tá numa consistência absurda que só lembra os grandes mesmo. E SGA? Quarta vez no All-NBA e ainda tem uns 25 anos. Esse aí vai longe.

    Onde estão LeBron, Curry e Giannis?

    Agora vem o plot twist: LeBron James ficou de fora! Segunda vez em 23 temporadas que isso acontece. A regra dos 65 jogos pegou ele, junto com Stephen Curry e Giannis Antetokounmpo. É… quando você não joga, não tem como aparecer na lista, né?

    Giannis tinha uma sequência de oito anos consecutivos aparecendo em TODO ballot do All-NBA. Acabou. Curry também ficou de fora por lesão. É o fim de uma era? Não sei, mas é estranho ver um All-NBA sem esses caras.

    No segundo time, Kevin Durant conseguiu sua 12ª seleção All-NBA (o cara é uma máquina), junto com Kawhi Leonard, Donovan Mitchell, Jaylen Brown e Jalen Brunson. KD aos 37 anos ainda mandando ver é de impressionar.

    O terceiro time trouxe várias caras novas: Tyrese Maxey, Jamal Murray, Jalen Johnson, Jalen Duren e Chet Holmgren. Todos estreando no All-NBA. É a nova geração chegando com tudo.

    E aí, vocês concordam com essa seleção? Cade Cunningham no primeiro time foi surpresa ou merecido mesmo?

  • Jalen Duren vira candidato a contrato de R$ 1,5 bilhão após All-NBA

    Jalen Duren vira candidato a contrato de R$ 1,5 bilhão após All-NBA

    Gente, vocês viram o que aconteceu com o Jalen Duren? O cara foi selecionado pro All-NBA Third Team e de uma hora pra outra virou candidato a um dos contratos mais gordos da história da NBA. Estamos falando de cinco anos e US$ 287 milhões com o Detroit Pistons. Isso mesmo que vocês leram — quase R$ 1,5 bilhão na cotação atual.

    Olha, eu sempre achei o Duren um jogador promissor desde que chegou em Detroit, mas sinceramente não esperava que ele desse esse salto tão rápido. O pivô de 22 anos simplesmente explodiu nesta temporada e agora tá colhendo os frutos.

    O pulo do gato financeiro

    Antes de entrar no All-NBA, o Duren só podia assinar um contrato de cinco anos por US$ 239 milhões (25% do salary cap). Com a seleção, ele passou a ter direito a 30% do teto salarial, o que significa US$ 49,5 milhões já na primeira temporada do novo contrato, em 2026-27.

    A diferença? Quase US$ 50 milhões a mais no total. É dinheiro pra comprar uns dois times da NBB inteiros, mano.

    E aqui vem a parte interessante: se ele sair de Detroit, o máximo que outro time pode oferecer são quatro anos e US$ 177,4 milhões. Ainda é uma grana absurda, mas US$ 110 milhões a menos que ficar com os Pistons. Matemática simples, né?

    Detroit finalmente acertou uma?

    Vocês se lembram quando Detroit pegou o Duren na troca que mandou o Jerami Grant pro Portland? Na época muita gente achou que foi meio aleatório, mas cara… que jogada genial isso se mostrou.

    O garoto chegou como uma aposta no futuro e agora tá se transformando no pilar da franquia. Triple-doubles, enterradas monstruosas, defesa sólida — o pacote completo que todo time quer no garrafão.

    A questão agora é: Detroit vai abrir o cofre? Porque vamos combinar, US$ 287 milhões é muita grana mesmo pra uma franquia que tá tentando se reconstruir há anos. Mas ao mesmo tempo, quando você encontra uma peça central jovem assim, você segura com unhas e dentes.

    E aí, vocês acham que vale a pena Detroit investir pesado no Duren? Ou será que algum time com mais tradição vai tentar roubar o pivô dos Pistons? As negociações começam depois das Finals de 2026, e eu já tô ansioso pra ver essa novela desenrolar.

  • SGA lidera All-NBA 2025-26 com Jokic, Wemby e Luka no primeiro time

    SGA lidera All-NBA 2025-26 com Jokic, Wemby e Luka no primeiro time

    Cara, saiu o All-NBA de 2025-26 e que seleção absurda! O Shai Gilgeous-Alexander liderou o primeiro time junto com uns monstros que a gente já esperava ver ali.

    Olha só o primeiro time: SGA (Thunder), Jokic (Nuggets), Wembanyama (Spurs), Luka Doncic (Lakers – sim, ele foi pros Lakers!) e Cade Cunningham (Pistons). Sinceramente, esse quinteto é de outro planeta.

    O que mais me chamou atenção

    Primeiro: o Wemby no primeiro time já era esperado, mas ver isso acontecendo tão cedo na carreira dele é surreal. O garoto de 2,24m tá dominando a liga de uma forma que eu nunca vi. E pensar que ainda tem uns 15 anos de carreira pela frente…

    Segundo ponto que me deixou de queixo caído: Cade Cunningham conseguiu chegar no primeiro time! O cara que passou perrengue nos primeiros anos em Detroit finalmente mostrou seu potencial. Vocês lembram quando todo mundo duvidava se ele ia conseguir liderar um time? Pois é.

    E o Luka nos Lakers? Isso deve ter mudado completamente a dinâmica da franquia. Imagina a pressão que deve ser jogar com essa camisa amarela e roxa.

    Segundo e terceiro times também surpreendem

    No segundo time, o Jaylen Brown continua mostrando que merece reconhecimento individual, mesmo dividindo os holofotes com o Tatum em Boston. O KD ainda tá aí, agora em Houston – esse cara não envelhece mesmo.

    Kawhi Leonard conseguiu se manter saudável o suficiente pra chegar no segundo time? Isso é quase um milagre considerando o histórico de lesões dele.

    Já o terceiro time tem umas surpresas interessantes. Jalen Duren chegando lá é meio inesperado, mas faz sentido se o garoto realmente explodiu em Detroit. E o Chet Holmgren dividindo o garrafão do Thunder com o SGA deve ser uma combinação letal.

    Jamal Murray fechando no terceiro time mostra que Denver continua forte, mesmo com Jokic carregando o piano nas costas como sempre.

    O que vocês acharam dessa seleção? Alguém ficou de fora que merecia estar aí? Eu tô curioso pra saber se o Paolo Banchero não conseguiu uma vaguinha ou se teve alguma lesão no meio do caminho.

  • SGA e Jokić dominam All-NBA: dupla foi UNÂNIME no primeiro time

    SGA e Jokić dominam All-NBA: dupla foi UNÂNIME no primeiro time

    Cara, saiu a lista do All-NBA 2025-26 e duas coisas me chamaram muito a atenção: Shai Gilgeous-Alexander e Nikola Jokić foram literalmente PERFEITOS. Os dois receberam todos os 100 votos de primeiro time. Unanimidade total.

    O SGA, que já ganhou dois MVPs consecutivos (monstro demais), continua nessa temporada histórica com o Thunder. E o Jokić? Bom, é o Jokić né — o cara que transformou a posição de pivô na NBA moderna.

    Wemby quase fez história também

    Victor Wembanyama chegou pertinho de fazer um trio unânime, mas um jornalista resolveu dar voto de segundo time pra ele. 99 votos de primeiro time, cara! Com apenas 22 anos, o francês já está consolidado entre os melhores da liga.

    Sinceramente, acho que esse trio (SGA, Jokić e Wemby) representa perfeitamente a nova geração da NBA. Jogadores únicos, que fazem coisas que a gente nunca viu antes.

    O primeiro time ainda teve Luka Dončić — que agora joga no Lakers, imaginem só — e Cade Cunningham, que finalmente explodiu em Detroit. Esse Cunningham eu sempre acreditei que tinha potencial All-NBA, e olha aí.

    Os times completos e algumas surpresas

    No segundo time, destaque pro Jaylen Brown liderando a pontuação. O cara do Celtics não para de evoluir. Kawhi Leonard ainda conseguiu uma vaga mesmo com as lesões constantes — quando joga, é diferenciado mesmo.

    Donovan Mitchell no segundo time faz sentido total, e Kevin Durant? Cara, com 37 anos e jogando no Houston, ainda consegue vaga no All-NBA. Absurdo a longevidade desse monstro.

    No terceiro time, Tyrese Maxey liderou a pontuação. Esse garoto do Sixers é pura velocidade e talento. E olha o Chet Holmgren aparecendo ali também — o Thunder realmente montou um time especial.

    Uma coisa que me impressiona é ver Jalen Duren do Pistons conseguindo uma vaga. Detroit tá construindo algo interessante com Cunningham e Duren juntos.

    E aí, vocês concordam com essas escolhas? Eu achei que faltou alguém importante nessa lista ou tá justo assim mesmo?

  • SGA bicampeão de MVP! Cara, esse cara é monstro demais

    SGA bicampeão de MVP! Cara, esse cara é monstro demais

    Gente, eu tô aqui ainda processando essa notícia. Shai Gilgeous-Alexander acabou de ganhar seu segundo MVP consecutivo da NBA! Bicampeão. Aos 27 anos. E olha que quando ele saiu de Kentucky muita gente duvidava se ele seria mesmo um craque na liga.

    O cara simplesmente comandou o Oklahoma City Thunder para a melhor campanha da temporada regular — 64 vitórias, pessoal. Sessenta e quatro! E com números que fazem qualquer fã de basquete babar: 31.1 pontos, 6.6 assistências e 4.3 rebotes por jogo. Números de videogame, sinceramente.

    Da faculdade para a elite mundial

    Eu lembro quando SGA estava em Kentucky e o pessoal meio que torcia o nariz. “Ele é bom, mas será que tem jogo pra NBA?” Olha onde estamos agora — o cara tá no seleto grupo dos 14 jogadores que ganharam MVP em temporadas consecutivas. Isso é lenda, povo.

    E tem um detalhe curioso: ele é o ÚNICO ex-jogador de Kentucky a ganhar um MVP na história. Agora já são dois. John Calipari deve estar orgulhoso demais do garoto que ele ajudou a lapidar em Lexington.

    Twitter pegou fogo (obviamente)

    As redes sociais explodiram com a notícia. Os fãs de Kentucky estavam em êxtase, e razão não falta. Ver um cara que passou pela sua universidade se tornar bicampeão de MVP é coisa rara demais. Um tweet que me marcou foi alguém lembrando que o primeiro jogo dele em Kentucky foi justamente contra Utah Valley — time que era treinado por Mark Pope. As coincidências do basquete, né?

    Teve gente comparando o currículo dele com lendas da NBA. O cara já tem mais MVPs que Shaq, Kobe, Hakeem, Garnett… nossa, a lista é imensa. Em menos de 10 temporadas na liga, SGA já construiu um currículo de Hall da Fama. Dois MVPs, um título da NBA, Finals MVP — o pacote completo.

    Vocês acham que ele consegue um terceiro MVP? Porque sinceramente, do jeito que ele tá jogando e com o Thunder montando um time cada vez mais forte, não duvido nada. O que vocês acham? Ele tá no caminho pra ser considerado um dos maiores armadores da história da NBA?

    Uma coisa é certa: assistir SGA jogar é um privilégio. O cara joga bonito, é clutch e ainda por cima lidera pelo exemplo. Oklahoma City acertou em cheio quando apostou nele como a cara da franquia pós-Russell Westbrook.

  • Dončić e Cunningham driblaram as regras e podem ser All-NBA

    Dončić e Cunningham driblaram as regras e podem ser All-NBA

    Olha, que história maluca essa do MVP de 2026. O Shai Gilgeous-Alexander levou merecidamente, mas o que mais me chamou atenção foi como o Luka Dončić e o Cade Cunningham conseguiram driblar o sistema e ainda saíram ganhando.

    Os dois perderam o recurso por jogos perdidos — Luka ficou com 64 jogos (faltou 1 pra regra dos 65 mínimos) e o Cunningham também. Mas a liga aceitou as justificativas: Luka perdeu dois jogos porque nasceu a filha dele na Eslovênia (cara, imagina perder MVP por estar no parto da filha?), e o Cunningham ficou fora 12 jogos por causa de um pulmão colapsado. Bagulho sério mesmo.

    A reviravolta que ninguém esperava

    E agora vem o plot twist: Dončić terminou em 4º no MVP e Cunningham em 5º. Como o All-NBA primeiro time segue a mesma votação, os dois devem estar garantidos na seleção principal junto com SGA, Jokić e Wembanyama.

    Sinceramente? Acho que fizeram certo em aceitar os recursos. Imagina o Luka perdendo prêmios porque quis estar presente no nascimento da filha. Isso seria desumano demais, né?

    Cunningham ainda fez história sendo o primeiro americano a receber votos de primeiro lugar para MVP desde 2021. Dois votos só, mas quebrou uma seca de 5 anos. O último tinha sido Stephen Curry, Chris Paul e Derrick Rose em 2021.

    Jokić continua sendo um monstro absurdo

    Falando em consistência, o Nikola Jokić terminou em segundo pela terceira vez — e isso coloca ele numa lista bem seleta. Seis temporadas consecutivas terminando entre os dois primeiros no MVP (ganhou em 2021, 2023 e 2024, foi segundo em 2022, 2025 e agora 2026).

    Sabe quem mais fez isso? Só Bill Russell e Larry Bird. Russell nos anos 50/60 e Bird nos anos 80. Ou seja, o sérvio tá literalmente entre os maiores da história quando falamos de dominância prolongada.

    E tem outro dado maluco: 13 anos consecutivos sem um número 1 do draft ganhar MVP. O último foi LeBron em 2013 pelo Miami. De lá pra cá, só caras que foram escolhidos depois: KD (2º), Curry (7º), Westbrook (4º), Harden (3º), Giannis (15º), Jokić (41º) e Embiid (3º).

    Vocês acham que essa ‘maldição’ dos primeiros picks vai continuar? Porque olhando os candidatos atuais, não vejo nenhum número 1 recent dominando assim não…

    O que mais me impressiona é como o basquete tá internacional. SGA (canadense), Jokić (sérvio), Wemby (francês), Luka (esloveno). Só o Cunningham representando os EUA no top 5. Os tempos mudaram mesmo.

  • Bill Simmons se arrepende: votou em Duren pro All-NBA e agora…

    Bill Simmons se arrepende: votou em Duren pro All-NBA e agora…

    Olha, quando você coloca um cara no segundo time All-NBA e depois ele derrete nos playoffs, dá uma dor no peito, né? É exatamente isso que tá rolando com Bill Simmons e Jalen Duren, do Detroit Pistons.

    O pivô dos Pistons foi um dos grandes nomes da temporada regular — 19.5 pontos e 10.4 rebotes por jogo, um monstro absoluto no garrafão. Eu mesmo fiquei impressionado com a evolução dele. Mas aí chegaram os playoffs contra o Orlando Magic e… cara, simplesmente sumiu.

    A queda livre nos playoffs

    Nos playoffs, Duren tá fazendo apenas 9.8 pontos e 8.3 rebotes. Quase metade da produção da temporada regular! E o Bill Simmons não tá nada feliz com isso.

    “Eu realmente acreditei nele, coloquei no segundo time All-NBA. Queria até escrever pra NBA pra ver se consigo mudar meu voto, mesmo já tendo enviado”, disse Simmons no podcast dele. “Ele tá jogando muito mal nesses playoffs. Alguém que eu achava que era impactante e consistente toda noite… parece uma bagunça.”

    Sinceramente? Dá pra entender a frustração. Quando você aposta suas fichas num jogador e ele não entrega na hora que mais importa, é de cortar o coração.

    Duren ainda acredita na virada

    Mas o próprio Duren não baixou a cabeça. Em 3-1 na série (pelo que entendi do contexto), ele ainda tá confiante:

    “Não acabou ainda, mano. Times já voltaram de 3-1 tantas vezes. Não seria a primeira vez na história. Temos que ir um jogo de cada vez, proteger nossa casa e continuar dali.”

    Olha, eu admiro a confiança do garoto. Mas também não posso ignorar os números — ele realmente precisa acordar pra vida se quiser fazer essa virada histórica acontecer.

    E vocês, acham que o Duren consegue se redimir ou a temporada dos Pistons já era mesmo? Porque uma coisa é certa: votar pra All-NBA baseado só na temporada regular pode dar dessas…

  • Wemby fora do jogo 3: protocolo de concussão segue

    Wemby fora do jogo 3: protocolo de concussão segue

    Olha, não é a notícia que a gente queria ouvir. Victor Wembanyama ficou fora do jogo 3 contra o Portland Trail Blazers na sexta-feira, ainda seguindo o protocolo de concussão da NBA. E sinceramente? Era de se esperar.

    O francesão saiu machucado no segundo quarto do jogo 2, depois de bater a cabeça no chão numa chegada forte na cesta. Foi daquelas pancadas que você vê e já sabe que não vai ser coisa simples. Portland acabou levando aquele jogo por 106-103, em San Antonio mesmo.

    Como o Spurs se vira sem o fenômeno?

    “Victor não vai jogar hoje à noite. Obviamente, tem muita coisa envolvida nisso, mas ele está bem e progredindo”, falou o técnico Mitch Johnson. Luke Kornet assumiu a posição de titular no garrafão – veterano que jogou 68 jogos na temporada regular com 25 como titular, com médias de 6.5 pontos e 6.1 rebotes.

    Não é o Wemby, né? Mas o cara é profissional. E olha só esse dado interessante: San Antonio teve campanha de 12-6 nos jogos da temporada regular sem o francês. Doze vitórias em dezoito jogos! Isso dá uma esperança de que o time consegue se virar enquanto o monstro não volta.

    Protocolo rigoroso, e está certo

    Wembanyama viajou com o time para Portland na quinta e até participou do treino de arremesso na sexta de manhã no Moda Center. Mas concussão não é brincadeira – os jogadores precisam passar por uma série de testes neurológicos, comparados com avaliações feitas no pré-temporada, antes de receberem liberação.

    Johnson disse que mais detalhes sobre o estado do Wemby vão ficar internos, o que é padrão nesses casos. Mas a real é que ninguém quer ver esse cara de 2,24m forçando volta. Aos 21 anos, ele tem uma carreira inteira pela frente.

    E aí, vocês acham que o Spurs aguenta mais alguns jogos sem o alien francês? Pelo histórico de 12-6, parece que sim. Mas é claro que todo mundo quer ver o fenômeno de volta às quadras logo.

  • Nickeil Alexander-Walker é o Mais Evoluído da NBA – Hawks dominam!

    Nickeil Alexander-Walker é o Mais Evoluído da NBA – Hawks dominam!

    Cara, que coisa absurda está rolando em Atlanta! Pelo segundo ano consecutivo, um jogador dos Hawks leva o prêmio de Most Improved Player da NBA. Depois de Dyson Daniels no ano passado, agora é a vez de Nickeil Alexander-Walker brilhar.

    E olha, eu confesso que não esperava isso quando a temporada começou. O cara veio dos Timberwolves sendo basicamente um “3&D player” – aquele jogador que fica ali no cantinho, acerta umas bolas de três e marca bem na defesa. Média de 9.4 pontos por jogo, saindo do banco. Nada demais, né?

    A transformação foi surreal

    Mas aí os Hawks decidiram apostar pesado no Alexander-Walker, especialmente com toda aquela movimentação da saída do Trae Young. O técnico Quin Snyder botou a bola na mão dele e falou: “Agora é contigo, parceiro.” E o monstro respondeu à altura!

    Os números são de dar inveja em qualquer um: 20.8 pontos por jogo (recorde pessoal), 3.4 rebotes, 3.7 assistências, 1.31 roubos de bola. E não para por aí – 45.9% nos arremessos de quadra, 39.9% nas bolas de três e impressionantes 90.2% nos lances livres. Sinceramente, esses percentuais são de All-Star, não é brincadeira.

    O que mais me impressiona é que o cara conseguiu fazer essa evolução aos 27 anos, na sétima temporada dele na liga. Quantas vezes a gente não vê jogador “estagnar” nessa idade? Mas o Alexander-Walker provou que nunca é tarde para dar aquele salto gigantesco.

    Dupla defensiva de outro planeta

    E tem mais – junto com o Dyson Daniels (que já ganhou esse prêmio antes), os dois formaram provavelmente o melhor backcourt defensivo da NBA inteira. Imagina ser atacante e ter que enfrentar esses dois caras na marcação? Deve ser um pesadelo!

    Na votação, Alexander-Walker recebeu 66 votos de primeiro lugar dos 100 jornalistas que participaram. Jalen Duren, do Detroit, ficou em segundo, e Deni Avdija, do Portland, completou o pódio. A diferença foi bem clara mesmo.

    Vocês acham que os Hawks conseguem manter essa pegada de revelar talentos? Porque dois MIP seguidos não é coincidência não, é trabalho sério da organização. E aí, será que o Alexander-Walker consegue manter esse nível absurdo na próxima temporada?

  • NBA segura audiência local mesmo com streaming bombando

    NBA segura audiência local mesmo com streaming bombando

    Olha, vou ser bem franco com vocês: a NBA conseguiu algo que eu achei que seria impossível em 2025. Depois de perder 12% da audiência local na temporada passada, a liga conseguiu manter os números estáveis. E isso, cara, é praticamente um milagre nos tempos de hoje.

    Sabe por quê? Porque todo mundo tá cortando a TV por assinatura. Literalmente todo mundo. Mas mesmo assim, a galera continua assistindo NBA — só que agora pelo streaming.

    Os grandes vencedores da audiência

    Denver Nuggets, Detroit Pistons, Philadelphia 76ers, Phoenix Suns e New York Knicks foram os times que mais cresceram em audiência local. Mas o destaque mesmo fica com Detroit — e não é à toa.

    Os Pistons lideraram o crescimento no streaming, e sinceramente, faz todo sentido. O Cade Cunningham virou um monstro absoluto (segundo All-Star consecutivo), e o time fez uma campanha absurda de 60-22 na Conferência Leste. Quem não ia querer assistir?

    A questão é que streaming agora representa 15% de toda audiência local da NBA. Em 2023-24, era só 5%. Crescimento de 43% em streamers únicos por jogo, com o tempo médio assistido subindo 37%. Esses números são insanos.

    O fim de uma era na TV tradicional

    Enquanto o streaming explode, a TV tradicional despenca. A Main Street Sports Group (que era a Diamond Sports) tá praticamente falindo, e as projeções são brutais: queda de 26% nos assinantes de TV linear até 2027, com receitas locais despencando 47%.

    Craig Sloan, CEO da Playfly Sports, resumiu bem: “Vai ter muito movimento e experimentação conforme a Main Street fecha as portas”. Ou seja, tá todo mundo correndo atrás de alternativas.

    Mas aqui vem o ponto mais interessante — e que me deixa orgulhoso como fã: mesmo com toda essa bagunça, o basquete não perdeu público. As pessoas só mudaram de plataforma. E vocês acham que isso vai continuar? Na minha opinião, a NBA foi esperta ao investir pesado no streaming quando muitas outras ligas ainda estavam relutantes.