Tag: All-NBA

  • Steve Kerr pode estar de saída dos Warriors — e faz sentido

    Steve Kerr pode estar de saída dos Warriors — e faz sentido

    Olha, quando o próprio Steve Kerr disse que havia 50% de chance dele voltar pros Warriors na próxima temporada, eu já sabia que a coisa não tava boa. Mas agora? Monte Poole, que é insider dos Warriors e conhece os bastidores melhor que ninguém, tá falando que as chances despencaram pra 15-20%. Quinze por cento, gente!

    “A probabilidade é que ele saia”, disse Poole no podcast Dubs Talk. “Neste ponto, eu diria que ‘se a porta tá ali, ele tá olhando pra essa porta e caminhando em direção a ela’”.

    Os sinais estavam todos lá

    Cara, não é como se isso fosse uma surpresa total. Já no verão passado o pessoal especulava que esta poderia ser a última temporada do Kerr. Chris DeMarco, que era assistente técnico, já vazou durante a temporada pra virar head coach do New York Liberty. Outros assistentes também estão de olho nas opções — quando até os assistentes desconfiam que o chefe pode não voltar, é sinal de que a situação tá complicada mesmo.

    E sinceramente, dá pra entender o cara. Kerr foi bem direto durante a temporada criticando as limitações do elenco — e essa não é uma área que ele controla, né? O técnico mexe nas rotações e distribui minutos, mas quando ele tá falando publicamente sobre os problemas do roster… bom, parece recado pra diretoria.

    Warriors sem futuro brilhante

    A real é que os Warriors estão numa situação bem complicada. O elenco atual decepcionou, não tem juventude, não tem atletismo, não tem tamanho pra competir com os outros times de playoff. E tanto Kerr quanto a diretoria sabem que “repetir a dose” com esse mesmo time não vai rolar.

    Tem outro detalhe que me chamou atenção: Kerr foi mais vocal este ano sobre querer uma temporada mais curta da NBA. Cara, quando um técnico fica reclamando que a temporada é longa demais, é porque ele não tá curtindo mais treinar e jogar basquete. Meio óbvio, não?

    Vocês acham que o Kerr realmente vai embora? Na minha opinião, faz todo sentido ele querer um novo desafio. O cara já ganhou tudo que podia ganhar com os Warriors — quatro títulos em oito anos é coisa de monstro. Talvez seja hora mesmo de uma mudança pra ambos os lados.

    Se bobear, essas chances de 15% que o Monte Poole falou ainda podem virar 0%. E olha, considerando o estado atual da franquia, pode até ser melhor assim.

  • Beasley revela: LeBron saiu do Heat por causa de… biscoitos?

    Beasley revela: LeBron saiu do Heat por causa de… biscoitos?

    Cara, toda vez que alguém fala sobre a saída do LeBron do Heat em 2014, sempre pintam aquela história romântica dele voltando pra Cleveland pra conquistar o título que prometeu. Mas a real pode ser bem mais bizarra do que a gente imaginava.

    Michael Beasley foi lá no podcast do Shannon Sharpe e soltou uma bomba sobre o que realmente rolou nos bastidores. Segundo o Beasley, a treta dos biscoitos foi só a ponta do iceberg — e tanto Pat Riley quanto Erik Spoelstra fizeram questão de mostrar quem mandava no pedaço.

    A guerra dos biscoitos que mudou a NBA

    Vocês lembram daquela história maluca? O LeBron tinha o hábito de levar biscoitos especiais nos voos da equipe — feitos pelo chef pessoal dele. Aí o Pat Riley simplesmente proibiu. Assim, do nada. O Dwyane Wade já tinha contado isso antes, mas agora o Beasley deu mais detalhes.

    “O Spo tentou mostrar autoridade, e o Riley também”, disse Beasley. “Tenho certeza de que se tivessem conversado com ele como pessoa, como homem, talvez a história fosse diferente. Mas ele trazia os biscoitos pessoalmente. O chef dele. Essa parte da história eles não contam.”

    Mano, imagina a cena: o cara que acabou de ganhar dois títulos seguidos pro seu time não pode nem levar um biscoito no avião? É de fuder, né?

    O momento que tudo mudou

    O mais interessante é o que o Beasley falou sobre a reação da organização depois disso. “Foi a primeira vez que vi toda a organização com medo. A partir daquele momento, eles andaram na ponta dos pés ao redor dele. Eles sabiam que ele ia embora.”, revelou o ex-jogador.

    E olha, quem acompanhava na época lembra que realmente rolou uma tensão estranha nos últimos meses do LeBron em Miami. Aquela final de 2014 contra o Spurs foi meio esquisita, o time parecia desconectado.

    “Todo mundo sabia. Cem por cento. Se eles não sabiam, eu sabia porque tudo estava diferente”, completou Beasley, que jogou uma temporada com o King em Miami.

    Sinceramente? Essa história faz total sentido. O LeBron sempre foi muito ligado nos detalhes, na preparação, no cuidado com o corpo. Aí você vem e corta uma coisinha besta dessas? É como mexer com a rotina de um atleta de elite — pode parecer besteira, mas psicologicamente faz diferença.

    No fim das contas, o Heat nunca mais ganhou título depois que o LeBron foi embora. Será que valeu a pena essa briga por biscoito? E vocês, acham que uma treta dessas realmente pode influenciar na saída de um jogador do calibre do LeBron?

    Como diz o ditado: às vezes é nas pequenas coisas que a casa cai. Ou melhor, é assim que o biscoito esfarela.

  • LeBron cutucou, mas Adam Silver defende Memphis (e dá ideia genial)

    LeBron cutucou, mas Adam Silver defende Memphis (e dá ideia genial)

    Olha só que treta interessante rolou essa semana. O LeBron James soltou uma dessas dele em abril, falando que os jogadores da NBA não curtem ir pra Memphis e que Nashville seria um lugar muito melhor pro Grizzlies. E agora o comissário Adam Silver resolveu responder — de um jeito bem diplomático, mas que pode mudar tudo.

    No podcast “Pardon My Take” do Barstool, Silver foi direto ao ponto: não tem plano nenhum de tirar o Grizzlies de Memphis. O dono do time, Robert Pera, não quer sair de lá nem pintado de ouro. Mas aí que vem a jogada de mestre do comissário.

    A ideia que pode ser genial

    “Nashville é uma cidade em ascensão”, disse Silver. “Se dependesse de mim, eu adoraria que eles jogassem alguns jogos por ano em Nashville e meio que fossem o time do Tennessee inteiro, na medida do possível.”

    Cara, isso faz MUITO sentido. Nashville tem uma cena esportiva incrível — NHL com os Predators, NFL com os Titans — e tá crescendo pra caramba. Seria tipo expandir a torcida sem precisar mexer toda a estrutura do time.

    O San Antonio Spurs já faz isso há quatro anos, jogando duas partidas da temporada regular em Austin. Claro que lá são só 123 quilômetros de distância, enquanto Memphis e Nashville ficam a uns 340 km. Mas ainda assim é viável.

    LeBron falou besteira?

    Silver discordou completamente da opinião do LeBron sobre os jogadores odiarem Memphis. “Os jogadores com quem eu converso o tempo todo gostam de jogar em Memphis”, rebateu. “Memphis sempre foi um grande mercado pra NBA, com uma história incrível, uma cultura incrível.”

    Sinceramente? Eu meio que entendo os dois lados. Memphis tem uma energia única, uma torcida que apoia mesmo, e uma tradição do basquete que é respeitada. Mas Nashville… cara, Nashville tá bombando. É uma cidade que respira esporte e entretenimento.

    O timing dessa discussão é curioso. O contrato do FedExForum (casa do Grizzlies desde 2004) vence depois da temporada 2028-29. Será que isso não é o Silver plantando uma sementinha pra criar pressão por melhorias na arena? Ou realmente testando as águas pra uma mudança maior?

    “Do meu ponto de vista, não tem razão nenhuma pra Memphis Grizzlies não ter sucesso”, finalizou Silver.

    E vocês, o que acham? Seria massa ver uns jogos do Grizzlies em Nashville, ou isso seria o primeiro passo pra uma mudança definitiva que ninguém quer admitir ainda?

  • LeBron detona Memphis e sugere mudança pra Nashville, mas Silver defende Grizzlies

    LeBron detona Memphis e sugere mudança pra Nashville, mas Silver defende Grizzlies

    Olha, o LeBron simplesmente mandou a real sobre Memphis e causou um baita rebu na NBA. Aos 41 anos, o Rei não tá mais com paciência pra certas coisas — e jogar no Tennessee contra os Grizzlies é uma delas.

    “Vocês acham que eu quero fazer essa m*rda, ficar em Memphis numa quinta-feira qualquer?”, disparou LeBron durante uma gravação no canal “Bob Does Sports” enquanto jogava golfe. E não parou por aí: “Vocês têm que mudar esse time… já vão logo pra Nashville.”

    O Rei não tá sozinho nessa?

    Segundo o próprio LeBron, ele não é o primeiro jogador da NBA a reclamar disso. “Todo mundo fica tipo, ‘vocês têm que se mudar’”, continuou o astro. E sinceramente? Até faz sentido o argumento dele. Nashville tem estrutura de sobra — Vanderbilt, NASCAR, estádios, time de hockey (Nashville Predators), NFL (Tennessee Titans)… A cidade realmente oferece mais.

    Mas aí que entra Adam Silver pra apagar o incêndio. O comissionário da NBA foi direto ao ponto no podcast “Pardon My Take”: os Grizzlies não vão sair de Memphis tão cedo, não.

    Silver joga água no fogo

    “Memphis sempre foi um mercado incrível pra NBA. A cidade tem uma história e cultura fantásticas”, defendeu Silver. E olha, ele tem razão — Memphis respira basquete, é berço de lendas e tem uma torcida apaixonada que não merece perder o time.

    Agora, aqui fica interessante: Silver não fechou completamente a porta pra Nashville. Ele sugeriu que os Grizzlies poderiam jogar “alguns jogos por ano” na capital do Tennessee, meio que virando o time de todo o estado. Estratégia inteligente, né?

    “Obviamente Nashville é uma cidade em ascensão. Coisas incríveis estão acontecendo lá”, admitiu o comissionário. “Se dependesse de mim, eu adoraria que eles jogassem alguns jogos por ano em Nashville e meio que se tornassem o time do Tennessee.”

    Eu, particularmente, acho que o LeBron exagerou na dose. Cara, Memphis tem uma atmosfera única na NBA! Lembra daqueles times do Grit and Grind com Gasol, Randolph e companhia? A torcida de lá é de arrepiar.

    E vocês, o que acham? LeBron tem razão sobre Nashville ter mais estrutura, ou Memphis merece manter seus Grizzlies? Uma coisa é certa: aos 41 anos, o Rei tá cada vez mais sem filtro — e isso torna tudo mais divertido.

  • Keldon Johnson é o Sexto Homem do Ano da NBA!

    Keldon Johnson é o Sexto Homem do Ano da NBA!

    Olha só que notícia absurda chegou hoje de San Antonio! Keldon Johnson, o coração pulsante dos Spurs, acabou de ser eleito o Sexto Homem do Ano da NBA. E cara, eu não podia estar mais feliz por esse cara.

    KJ saiu do banco em TODOS os 82 jogos da temporada e ainda quebrou um recorde histórico da franquia: 1.081 pontos saindo do banco. Monstro, né?

    De titular a reserva de luxo

    O mais impressionante é a mentalidade do cara. Em entrevista à ESPN, Johnson foi direto ao ponto: “Eu fui titular por muito tempo. Agora é hora de sair do banco. Continuo analisando o jogo, entrando e fazendo minha função.”

    Essa humildade me impressiona, sinceramente. Quantos jogadores você conhece que aceitariam sair do quinteto titular sem criar drama? KJ não só aceitou como abraçou a função de uma forma espetacular.

    As médias dele foram de 13.2 pontos e 5.4 rebotes por jogo, mas números não contam a história toda. Johnson é o veterano da casa em San Antonio, o cara que mantém o clima leve no vestiário mas sabe ser sério quando a situação pede.

    Votação não foi nem disputada

    Na votação dos 100 jornalistas especializados, KJ arrasou com 63 votos de primeiro lugar. Jaime Jaquez Jr., do Miami Heat, ficou em segundo com 34 votos — uma diferença considerável.

    Tim Hardaway Jr. (Denver) completou o pódio, seguido por Naz Reid (Minnesota) e Ajay Mitchell (Oklahoma City Thunder).

    E aí, vocês acham que Johnson merecia mesmo esse prêmio? Na minha opinião, poucos caras têm a energia e o profissionalismo que ele demonstrou essa temporada. Sair do banco e quebrar recorde da franquia não é pra qualquer um não!

  • Keldon Johnson é o melhor sexto homem da NBA! E que temporada!

    Keldon Johnson é o melhor sexto homem da NBA! E que temporada!

    Gente, que notícia sensacional! Keldon Johnson dos San Antonio Spurs acabou de ganhar o prêmio de Sexto Homem do Ano da NBA 2025-26. E olha, eu já estava torcendo pra esse cara há tempos — finalmente ele teve o reconhecimento que merece!

    Os números que impressionam

    Vamos aos fatos: 13.2 pontos e 5.4 rebotes em apenas 23.3 minutos por jogo. Mas o mais absurdo? O cara jogou TODOS os 82 jogos da temporada regular saindo do banco. Todos. É dedicação ou não é?

    E a eficiência dele foi de outro mundo — 51.9% nos arremessos de quadra, o melhor percentual desde a temporada de rookie em 2019-20. Sinceramente, eu não esperava essa evolução toda quando ele chegou na liga.

    O que mais me impressiona é que ele fez 1.081 pontos saindo do banco, quebrando o recorde da franquia dos Spurs e ficando em segundo lugar em toda a NBA. Segundo! Isso com os Spurs tendo o segundo melhor recorde da liga (62-20). Coincidência? Eu acho que não.

    A votação e a companhia ilustre

    A decisão veio de um painel com 100 jornalistas do mundo todo. Jamie Jaquez Jr. do Miami Heat ficou em segundo lugar (e que jogador promissor também!), seguido por Tim Hardaway Jr., Naz Reid e Ajay Mitchell.

    Mas o que mais me emociona é saber que Johnson se tornou apenas o segundo Spur da história a ganhar esse prêmio. O primeiro? Nada menos que Manu Ginóbili em 2007-08. Que companhia ilustre, né? Manu é praticamente um ídolo aqui no Brasil também.

    O futuro promete

    Olha, eu sempre achei que o Keldon tinha potencial pra muito mais do que mostrava. E agora, vendo ele abraçar completamente esse papel de sexto homem… cara, isso mostra uma maturidade absurda.

    Pra vocês que acompanham os Spurs: acham que ele continua nessa função na próxima temporada ou volta pro quinteto titular? Eu, particularmente, acho que ele encontrou sua casa perfeita saindo do banco. É aquele tipo de jogador que pode mudar o ritmo do jogo quando entra.

    Parabéns, Keldon Johnson! Merecidíssimo esse reconhecimento. E que venham mais prêmios por aí!

  • Steve Kerr pode deixar os Warriors: TV ou nova equipe?

    Steve Kerr pode deixar os Warriors: TV ou nova equipe?

    Olha, eu não esperava essa. Steve Kerr, o técnico que transformou os Warriors numa dinastia, está conversando com agentes de mídia enquanto seu contrato se aproxima do fim. E não é só papo furado não — as três principais emissoras da NBA (ESPN, NBC e Amazon) já estariam de olho no cara.

    Sinceramente? Faz todo o sentido. O homem tem 9 anéis de campeão — cinco como jogador (incluindo três com o Michael Jordan no Bulls) e quatro como técnico dos Warriors. Tipo, que currículo é esse?

    O passado dele na TV

    A galera mais nova talvez não saiba, mas Kerr já arrasou como comentarista na TNT por dois períodos diferentes (2003-07 e 2010-14). Trabalhou com o lendário Marv Albert e mostrou que além de entender o jogo, sabe explicar de um jeito que até minha vó entenderia.

    Entre essas duas passagens na TV, ele ainda foi GM do Phoenix Suns. Ou seja, o cara conhece basquete de todos os ângulos possíveis — jogador, técnico, executivo e comentarista. É monstro em qualquer posição.

    E agora, qual vai ser?

    Por enquanto, Kerr não bateu o martelo sobre o futuro. As conversas com as emissoras não são de agora — vêm acontecendo há alguns anos, focando em projetos de longo prazo. Mas imaginem ele comentando os playoffs conhecendo todos os esquemas táticos modernos?

    Vocês acham que ele deveria continuar como técnico ou partir para a TV? Na minha opinião, seria uma perda absurda para as quadras, mas um ganho gigantesco para quem assiste. O homem tem aquele humor sarcástico perfeito e uma visão tática que poucos têm.

    Uma coisa é certa: seja onde for que ele vá parar, vai ser referência. Depois de revolucionar o basquete dos Warriors com o estilo de jogo baseado no arremesso de 3, Kerr tem moral para fazer qualquer coisa no mundo da NBA.

  • Keldon Johnson leva o Sexto Homem do Ano! Spurs fazendo história

    Keldon Johnson leva o Sexto Homem do Ano! Spurs fazendo história

    Mano, que temporada absurda dos Spurs! Depois do Wemby levar o Defensor do Ano na segunda-feira, agora é a vez do Keldon Johnson conquistar o prêmio de Sexto Homem do Ano. E olha, na minha opinião, foi merecidíssimo.

    Johnson desbancou Jaime Jaquez Jr. do Heat e Tim Hardaway Jr. dos Nuggets para levar o troféu. O cara jogou todos os 82 jogos da temporada regular saindo do banco, com média de 23 minutos por jogo. E que números ele colocou: 13.2 pontos, 5.4 rebotes e 1.4 assistência por partida.

    De titular a estrela do banco

    A história do Keldon é interessante, cara. Escolhido na 29ª posição do Draft de 2019, ele já foi titular dos Spurs na temporada 2020-21. Mas com a chegada do Stephon Castle — que aliás levou o Rookie of the Year —, o Johnson teve que se reinventar saindo do banco.

    E cara, que reinvenção! Aos 26 anos, ele virou peça fundamental no banco dos Spurs. Jogou principalmente como reserva do Castle no perímetro, mas também deu conta do recado como ala e até ala-pivô quando precisou. Versatilidade pura.

    Treze jogos com 20+ pontos na temporada, incluindo duas atuações de 27 pontos (recorde pessoal na temporada). Ainda conseguiu cinco double-doubles em pontos e rebotes. Números de monstro mesmo.

    Quebrando recordes históricos

    Agora vem a parte mais absurda: Johnson fez 1.081 pontos saindo do banco nesta temporada. Isso quebrou o recorde da franquia que pertencia nada mais, nada menos que ao lendário Manu Ginóbili! O argentino havia marcado o recorde anterior na temporada 2007-08, quando também levou o Sexto Homem do Ano.

    Aliás, Johnson e Manu são os únicos jogadores da história dos Spurs a ganhar esse prêmio. Companhia e tanto, né não?

    Sinceramente, acho que esse prêmio simboliza perfeitamente o que os Spurs têm feito nos últimos anos. Pegaram um cara que poderia estar reclamando de ter perdido a titularidade e ele abraçou o papel de sexto homem de uma forma impressionante.

    E vocês, acham que o Johnson pode ajudar os Spurs a fazer barulho nos playoffs? A série contra o Portland está empatada em 1-1, mas com o Wemby machucado (concussão), o papel do banco vai ser ainda mais crucial. Game 3 é sexta-feira em Portland — vai ser decisivo!

  • LeBron quis mudar os Grizzlies pra Nashville mas Silver disse não

    LeBron quis mudar os Grizzlies pra Nashville mas Silver disse não

    Olha só que história louca: o LeBron James simplesmente sugeriu que os Memphis Grizzlies deveriam se mudar pra Nashville. Isso mesmo, o Rei deu pitaco sobre onde um time deveria jogar. E vocês sabem o que o Adam Silver respondeu? “Não, obrigado, mas talvez alguns jogos por lá né…”

    Na minha opinião, o LeBron às vezes exagera mesmo. Cara quer opinar sobre tudo na NBA, desde Draft até onde os times deveriam ficar. Mas dessa vez o comissário foi esperto na resposta.

    Silver defendeu Memphis mas deixou Nashville no radar

    O comissário foi bem claro: “Os jogadores que converso adoram jogar em Memphis. Nunca ouvi isso de não quererem estar lá”. Queimou o filme do LeBron de uma forma educada, mas queimou.

    Mas aí vem o plot twist. Silver falou que adoraria ver os Grizzlies jogando “alguns jogos por ano” em Nashville, pra virarem “o time de todo o Tennessee”. Cara, isso é genial ou perigoso? Porque a gente já viu essa história antes.

    O dono do time, Robert Pera, nem quer saber de mudança. Tá tranquilo em Memphis mesmo. Mas imaginem os torcedores de Memphis ouvindo que o comissário quer levar jogos pra outra cidade… Eu ficaria nervoso, não vou mentir.

    Já aconteceu com outros times

    Os Spurs fazem algo parecido com Austin, então não seria a primeira vez. Mas sempre fico com o pé atrás quando times começam a “experimentar” outras cidades. É assim que começa, né? Primeiro são alguns jogos, depois vem aquele papo de arena nova, incentivos públicos…

    Sinceramente, Memphis tem uma história absurda com basquete. A cultura da cidade, a torcida, aquela energia única do FedExForum quando tá lotado. Seria uma pena perder isso.

    E vocês, acham que o LeBron deveria dar pitaco sobre localização de franquias? Pra mim, jogador tem é que focar em jogar bem, mas sei lá… talvez ele tenha um ponto sobre atrair mais fãs pra certas regiões.

    Por enquanto os Grizzlies ficam em Memphis. Mas fiquem de olho nessa história de Nashville, porque quando a NBA quer alguma coisa, ela geralmente consegue. E com a expansão da liga vindo aí (Seattle e Las Vegas na fila), quem sabe Nashville não entra no radar também?

  • SGA domina e leva o prêmio de Jogador Clutch do Ano de lavada

    SGA domina e leva o prêmio de Jogador Clutch do Ano de lavada

    Mano, quando o jogo aperta e os caras tremem, tem um maluco que simplesmente vira o Kobe Bryant: Shai Gilgeous-Alexander. O cara acabou de levar o prêmio de Jogador Clutch do Ano da NBA e olha… nem foi disputado.

    SGA recebeu 96 dos 100 votos possíveis. Noventa e seis! Isso é praticamente unanimidade, galera. E não é à toa — o Thunder fez 64 vitórias na temporada regular muito por causa do que esse monstro fazia nos momentos decisivos.

    Os números são de outro planeta

    Vou falar os números porque eles são absurdos: 6.5 pontos por partida nos momentos clutch (últimos 5 minutos com diferença de até 5 pontos). Foram 175 pontos clutch no total, liderando a liga disparado. E o mais impressionante? O Thunder teve um saldo de +92 nos minutos decisivos e um recorde de 20-7 nessas situações.

    Compare isso com Jamal Murray, que ficou em segundo lugar na votação — ele fez 166 pontos clutch, mas tinha o Jokic do lado ajudando com mais 155. O SGA? Esse aí carrega o piano sozinho mesmo.

    A disputa pelo segundo lugar foi boa

    Falando nisso, Murray ficou em segundo por um ponto de diferença do Anthony Edwards, que veio em terceiro. Sinceramente, não esperava o Ant-Man tão bem colocado, mas o cara tem mostrado que sabe decidir jogo quando precisa.

    O que me chamou atenção foi o Jalen Brunson — que ganhou esse prêmio no ano passado — terminar só em quinto. Recebeu dois votos de primeiro lugar, mas parece que a galera achou que ele não repetiu o nível de 2025.

    E aí, vocês acham que o SGA vai conseguir levar o MVP também? Porque com esses números clutch e as 64 vitórias do Thunder, tá difícil argumentar contra. O cara simplesmente não erra quando o jogo tá pegando fogo.

    Uma coisa é certa: quando você vê SGA com a bola na mão nos últimos minutos, já sabe que algo especial pode acontecer. É daqueles jogadores que nasceu pra decidir partida — e os números só confirmam o que a gente já via na quadra.