Tag: All-NBA

  • Splitter segue favorito no Portland, mas busca vira circo

    Splitter segue favorito no Portland, mas busca vira circo

    Cara, que situação mais estranha essa do Tiago Splitter em Portland. O brasileiro tá comandando os Blazers desde que o Chauncey Billups foi preso pelo FBI naquela confusão de apostas, e mesmo assim o dono do time ainda não bateu o martelo pra dar o cargo definitivo pra ele.

    Segundo fontes próximas ao time, o Splitter continua sendo o favorito pra ficar com o cargo de técnico principal, mas o Tom Dundon (dono dos Blazers) tá fazendo uma busca que mais parece reality show. Já conversou com técnico universitário, ex-treinadores da NBA… uma lista quilométrica.

    O circo da contratação

    E olha só que absurdo: tem gente espalhando que o Dundon quer contratar alguém por apenas 1 a 1,5 milhão de dólares – o que seria uma mixaria pros padrões da NBA. Mas as fontes do time negaram essa informação. “A meta é encontrar a melhor pessoa”, disse uma fonte ao The Athletic.

    Sinceramente? Eu entendo fazer uma busca completa, mas isso já tá virando desrespeito com o brasileiro. Uma fonte da liga foi cirúrgica: “A quantidade de desrespeito com o Splitter que tá rolando é indescritível. Todo dia aparece um nome novo. É a coisa mais cruel que já vi em 30 anos”.

    Splitter merecia mais

    Vamos aos fatos: o cara assumiu o time numa situação caótica, com o técnico titular sendo preso, e conseguiu manter os Blazers competitivos nos playoffs. Não é pouca coisa, gente. E mesmo assim ainda não recebeu uma proposta oficial.

    “Por que não damos logo o cargo pro Tiago? Seria o mais fácil. Mas a diretoria não estaria fazendo justiça ao time e à torcida se não entrevistasse outras pessoas”, disse uma fonte do time. Cara, eu entendo a lógica, mas depois de tanto tempo… não seria hora de reconhecer o trabalho?

    O Splitter já provou que tem competência – foi assistente do Popovich no Spurs por anos, conhece basquete como poucos. E aí, vocês acham que ele vai conseguir ficar com o cargo definitivamente? Porque na minha opinião, ele já fez por merecer.

  • Kerr deve deixar o Warriors: fim de uma era histórica?

    Kerr deve deixar o Warriors: fim de uma era histórica?

    Olha, eu já meio que sabia que esse momento ia chegar, mas mesmo assim dói. Steve Kerr provavelmente vai se despedir do Golden State Warriors depois de 12 anos construindo a dinastia mais insana que a NBA já viu nos últimos tempos.

    A eliminação na sexta-feira contra o Phoenix Suns no play-in parece ter sido realmente o fim da linha. E cara, não é por falta de grana — fontes da liga dizem que nem oferecendo 25 milhões por ano o convenceriam a ficar. Isso mostra que a decisão não é financeira, é emocional mesmo.

    A temporada que ninguém esperava

    Sinceramente, foi de partir o coração ver o que aconteceu com esse time nesta temporada. Jimmy Butler rasgou o ligamento e ficou fora 44 jogos, o Curry (nosso eterno ídolo) perdeu 39 partidas, e o Al Horford mais 37. Imaginem o Kerr tentando fazer mágica com isso?

    O cara usou 43 — QUARENTA E TRÊS — escalações diferentes durante a temporada. É surreal. É como tentar fazer um quebra-cabeça quando metade das peças estão sumindo toda hora.

    E o próprio Kerr foi honesto pra caramba na ESPN: disse que estava 50-50 sobre voltar ou não. Essa sinceridade me impressiona, porque mostra que ele realmente ama a organização mas também reconhece a realidade.

    O legado que fica

    Mano, o que esse homem construiu em Golden State vai ficar pra história. Chegou em 2014 e revolucionou o basquete com aquele “Death Lineup” que todo mundo tentou copiar depois. Quatro títulos da NBA. QUATRO! Transformou o Curry no maior arremessador de 3 de todos os tempos e fez a gente ver basquete de um jeito completamente diferente.

    Agora olha esse elenco atual… é triste comparar com aqueles times absurdos de 2015-2019. Não tem como, né? Os caras estão velhos, machucados, e claramente em transição pra uma reconstrução.

    A expectativa é que a decisão saia nos próximos dias, não semanas. E vocês acham que ele deveria tentar mais uma temporada ou é melhor sair por cima mesmo? Eu tô dividido, porque part de mim quer ver ele tentando construir algo novo, mas outra parte acha que sair agora é o timing perfeito.

    Uma coisa é certa: se realmente for o fim, o Warriors e a NBA como um todo vão sentir muita falta desse cara. Obrigado por tudo, coach.

  • Draymond já deu o veredito: era do Kerr nos Warriors acabou

    Draymond já deu o veredito: era do Kerr nos Warriors acabou

    Olha, eu não esperava que o Draymond fosse ser tão direto assim, mas o cara simplesmente cravou no podcast dele: a era Steve Kerr nos Warriors chegou ao fim. E sinceramente? Depois de 12 anos juntos, faz todo sentido.

    No último episódio do seu show, o Green foi bem claro sobre o futuro do técnico: “Espero que ele seja nosso treinador no ano que vem, mas se vocês querem minha opinião? Acho que não vai rolar”. E completou dizendo que depois daquela derrota no play-in na sexta-feira, “parecia que era isso”.

    O abraço que disse tudo

    Cara, quem assistiu aquele momento emocional entre Kerr, Draymond e Curry depois da eliminação sentiu a mesma coisa. Aquele abraço no meio da quadra tinha cara de despedida, sabe? Doze anos é muito tempo no basquete moderno – é raro pra caramba ver técnico e jogadores ficarem tanto tempo juntos.

    E olha que o próprio Draymond admitiu que seu futuro também tá no ar. “Espero estar no time na próxima temporada também”, disse ele. Imagina só: pode ser que vejamos o fim de uma era completa em Golden State.

    Os problemas ficaram expostos

    Esta temporada mostrou as limitações da fórmula Warriors como nunca antes. Time dependendo demais dos veteranos, roster mal montado, e o estilo de jogo do Kerr sendo questionado em todo canto. O cara nunca tomou tanto pau quanto esse ano – seja pelo desenvolvimento dos jovens, pelas rotações malucas ou pelos vexames nos jogos decididos.

    Trinta e seven vitórias pagando quase 70 milhões em luxury tax? Monstro, isso dói no bolso de qualquer dono. E quando a coisa aperta financeiramente, geralmente começam cortando pelo técnico bem pago mesmo.

    Vocês acham que o Kerr realmente vai embora? Pra mim, com Moses Moody voltando de lesão séria, Jimmy Butler meio aposentado e o Dunleavy Jr. renovando contrato (que aliás, mantiveram em segredo pra torcida não vaiar o cara), tudo indica que mudança vem por aí.

    A real é que a vibe geral aponta pra isso mesmo. Desde aquele “esse trabalho tem data de validade” que o próprio Kerr soltou até os vazamentos pra ESPN de que a diretoria tá insatisfeita… tudo parece estar caminhando pro fim de uma das parcerias mais vitoriosas da NBA moderna.

  • Nets renovam com Jordi Fernández: rebuild de Brooklyn ganha cara nova

    Nets renovam com Jordi Fernández: rebuild de Brooklyn ganha cara nova

    Cara, o Brooklyn Nets acabou de fazer uma jogada que mostra que tá levando esse rebuild a sério mesmo. A franquia renovou o contrato do técnico Jordi Fernández — e de toda a comissão técnica dele — por vários anos. E olha, eu sinceramente acho que foi uma decisão acertada.

    “O Jordi é um líder tremendo”, disse o GM Sean Marks no comunicado oficial. E não é papo furado não. Desde que chegou no Brooklyn em 2024, o espanhol vem mostrando que entende do riscado mesmo sendo um técnico relativamente novo como head coach.

    Um técnico que já provou valor

    Antes de pegar o Nets, Fernández foi assistente técnico do Michael Malone no Denver Nuggets por anos — e quem acompanha sabe que aquele time sempre teve um basquete muito bem jogado. Depois ainda passou pelo Sacramento Kings como assistente antes do Brooklyn apostar nele pra substituir o Jacque Vaughn no meio da temporada 2023-24.

    E cara, que desafio ele herdou, né? O Nets ainda tava se recuperando da implosão daquele super time com Kevin Durant, Kyrie Irving e James Harden. Ben Simmons no meio da confusão também. Era um time completamente perdido.

    Resultados que aparecem no desenvolvimento

    Bom, no quesito vitórias ainda tá complicado — o Nets teve a terceira pior campanha da liga nesta temporada. Mas olha, quando você vê os jovens se desenvolvendo, aí você entende o trabalho que tá sendo feito.

    O Egor Demin, rookie russo, tava voando antes da lesão no pé que acabou com a temporada dele em março. O Nic Claxton virou um dos melhores defensores de garrafão da NBA. E o Michael Porter Jr., que veio do Denver, fez uma das melhores temporadas da carreira.

    Essa temporada horrorosa nas vitórias deu ao Brooklyn 14% de chance de conseguir a primeira escolha do draft. E olha, essa classe de calouros tá recheada de talento lá em cima. Se conseguirem um desses prospetos top, muda tudo.

    Arsenal de escolhas para o futuro

    E aqui que fica interessante: os Nets têm uma penca de picks de primeira rodada nos próximos anos. Escolhas do Knicks em 2027, 2029 e 2031. Uma protegida do Philadelphia em 2028. Swaps com Houston, Dallas e Phoenix em 2029. É muito arsenal pra trabalhar.

    Vocês acham que o Fernández vai conseguir transformar todo esse potencial em um time competitivo de verdade? Na minha opinião, dar continuidade pro trabalho dele foi o caminho certo. Rebuild que funciona precisa de paciência e de alguém que entenda de desenvolvimento de jogador.

    Brooklyn finalmente parece ter encontrado a direção certa depois de anos perdidos naquela loucura de super team. Agora é esperar pra ver se conseguem acertar no draft e se os jovens continuam evoluindo.

  • Podziemski quer ficar nos Warriors: ‘Quero estar aqui a longo prazo’

    Podziemski quer ficar nos Warriors: ‘Quero estar aqui a longo prazo’

    Olha, eu sempre fico feliz quando vejo um jovem talento querendo criar raízes no time que apostou nele. É o caso do Brandin Podziemski, que deixou bem claro na segunda-feira: ele quer continuar vestindo o azul e amarelo dos Warriors por muito tempo.

    “Quero estar aqui a longo prazo”, disparou o armador durante as entrevistas de fim de temporada. “É sempre especial ter o time que te draftou, então espero que possamos acertar algo.”

    Cara, o moleque tem razão. Tem algo mágico em crescer no time que acreditou em você desde o começo. E pelos números que ele apresentou na terceira temporada, os Warriors fizeram uma baita escolha.

    Os números não mentem

    Podziemski fechou a temporada com médias de 13.8 pontos, 5.1 rebotes e 3.7 assistências. Mas sabe o que mais me impressiona? O cara jogou todos os 82 jogos da temporada regular. Isso mesmo, 82 de 82!

    Apenas 17 jogadores na liga inteira conseguiram essa marca. Em uma era onde todo mundo fala de “load management” e descanso estratégico, ver um jovem com essa dedicação é refrescante. Isso mostra o caráter do garoto e por que os Warriors querem segurá-lo.

    Aprendendo com os veteranos

    O interessante é que Podziemski não está navegando nessas águas sozinho. Ele teve a oportunidade de observar como Moses Moody e Jonathan Kuminga lidaram com suas próprias extensões — e cada um tomou um caminho diferente.

    “Acho que ver tanto ele quanto o Moses fazendo coisas diferentes me ajudou”, explicou Podziemski. “Ver os prós e contras de ambos os lados. Não acho que um seja melhor que o outro, mas observar isso como companheiro de equipe vai me ajudar.”

    Moody fechou uma extensão de três anos por US$ 39 milhões em outubro de 2024 — negociação rápida e sem drama. Já Kuminga deixou rolar até o training camp antes de aceitar dois anos por US$ 48.5 milhões, só para depois ser trocado para o Atlanta Hawks por Kristaps Porzingis em fevereiro.

    Dois exemplos bem diferentes de como essas negociações podem correr, né? O Podziemski está confiante que seu agente Bill Duffy e o front office dos Warriors vão encontrar um meio termo nos próximos meses.

    Sinceramente, eu torço para que dê tudo certo. O garoto tem potencial para ser uma peça importante no futuro dos Warriors, e seria legal vê-lo crescendo ali por muitos anos. Vocês acham que os Warriors vão abrir o cofre para segurar o jovem armador?

  • Draymond quer renovar com Warriors: ‘Não quero estar aqui por pena’

    Draymond quer renovar com Warriors: ‘Não quero estar aqui por pena’

    Olha, eu sempre soube que o Draymond Green era maluco, mas agora ele tá fazendo uma jogada que poucos fariam. O cara tem uma opção de jogador de 27,6 milhões de dólares para 2026-27 com os Warriors, mas aparentemente tá interessado em RECUSAR essa grana toda pra assinar um contrato maior e mais longo.

    É isso mesmo que vocês leram. Ele quer ganhar menos no próximo ano em troca de mais segurança no futuro. Estratégia interessante, não vou mentir.

    O que mudou no jogo do Draymond?

    Vamos ser honestos aqui: o Green não é mais aquele monstro defensivo que ganhava DPOY. No ataque então… cara, o cara praticamente não pontua mais. Mas olha só — contra o Kawhi Leonard no play-in, ele mostrou que ainda tem muito basquete pra dar. E isso que o Leonard não é qualquer um, né?

    O que me impressiona é o reconhecimento que ele teve da organização. Mesmo com todas as confusões (vocês sabem como ele é esquentadinho), os Warriors elogiaram a “atitude, abordagem e liderança dele durante uma temporada adversa”. Pra quem acompanha a carreira do cara, isso é surreal.

    Warriors cogitaram trocar por Giannis

    Aqui que fica interessante: aparentemente Golden State até incluiu o nome do Draymond nas conversas pelo Giannis Antetokounmpo. Imagina só essa troca? Mas segundo as fontes, nunca houve um desejo real de se desfazer dele.

    E olha a sinceridade do próprio Green: “Não vou me aposentar do basquete. Ainda amo jogar. Ainda acho que sou bem decente. Mas essa liga é interessante. Você não controla tudo. Pra mim, espero ter feito o suficiente pra estar aqui. Se não fiz o suficiente, não quero estar aqui. Nunca quero ouvir ‘vamos manter ele pelo que fez antes’. O que ainda posso fazer?”

    Cara, essa frase me pegou. É raro ver um jogador com essa autocrítica e ao mesmo tempo essa determinação. O cara não quer esmola, quer provar que ainda vale a pena.

    E aí, vocês acham que os Warriors vão topar essa de decline-and-extend? Sinceramente, acho que faz sentido pros dois lados. O Draymond ainda agrega muito, principalmente nos playoffs, e Golden State precisa de experiência pra tentar mais um título com o núcleo histórico.

  • Dunleavy Jr. renova com Warriors e descarta Bulls

    Dunleavy Jr. renova com Warriors e descarta Bulls

    Olha, tem uma coisa que eu sempre falo: quando você encontra um lugar onde dá certo, fica quieto por lá. E é exatamente isso que Mike Dunleavy Jr. fez com o Golden State Warriors.

    O cara assinou uma extensão de contrato há poucos meses e tem mais algumas temporadas pela frente em Oakland. Dunleavy assumiu o posto de GM depois que Bob Myers vazou em 2023, e sinceramente? Acho que foi uma das melhores decisões que o Warriors fez nos últimos anos.

    A confiança de todo mundo

    O que mais me impressiona é como ele conquistou a confiança de literalmente todo mundo que importa naquela franquia. Joe Lacob (o dono), Steve Kerr, Stephen Curry, Draymond Green… e pasmem, Jimmy Butler também.

    E por falar em Butler – que negócio absurdo foi aquela trade em fevereiro, né? O fato do Dunleavy ter jogado com o Jimmy foi fundamental pra conseguir trazer ele pro Warriors. Às vezes essas conexões pessoais valem mais que qualquer estratégia de front office.

    Bulls tentaram, mas não rolou

    Teve uns rumores aí de que o Chicago Bulls estava de olho nele pra preencher a vaga de GM deles. Faz sentido até – o cara é de lá, tem história com a franquia. Mas Dunleavy tá firme e forte em Golden State.

    A trajetória dele no Warriors é interessante. Chegou em 2018-19 como scout, depois virou assistente do Bob Myers, e quando o Myers decidiu cair fora, assumiu tudo. É aquela história clássica de quem conhece a casa por dentro.

    Vocês acham que ele vai conseguir manter o Warriors competitivo na era pós-dinastia? Com Curry já beirando os 40, Green meio que na mesma, e agora com Butler no mix… vai ser interessante de acompanhar.

    Uma coisa é certa: ele não vai ser mais um GM que pula de franquia em franquia. Tá ali pra ficar, construir algo duradouro. E olha, depois de tudo que o Warriors conquistou na última década, ter essa estabilidade no front office pode ser exatamente o que eles precisam pra não virar mais um time que desmoronou depois do sucesso.

  • Chicago Bulls definem 6 candidatos para presidente de basquete

    Chicago Bulls definem 6 candidatos para presidente de basquete

    Cara, parece que o Chicago Bulls finalmente tá levando a sério essa reformulação no front office. Depois de anos de vacilação e uma temporada que foi de mal a pior, a franquia já tem seis nomes na mesa para assumir o comando das operações de basquete.

    A busca começou depois que mandaram embora Arturas Karnisovas e Marc Eversley em abril — e olha, sinceramente, já era hora. Em seis anos, os caras conseguiram levar o time aos playoffs apenas uma vez. Uma. Isso com o Michael Jordan eternamente observando do alto lá no United Center.

    Os candidatos da vez

    Entre os cinco executivos que já receberam autorização para entrevista estão alguns nomes bem interessantes. Matt Lloyd, do Minnesota Timberwolves, tem 17 anos de experiência em Chicago — então já conhece a casa. Dennis Lindsey, dos Pistons, é veterano com três décadas de experiência, incluindo sete anos como GM do Jazz.

    Tem também Bryson Graham, que subiu de estagiário a GM nos Pelicans ao longo de 15 temporadas (respeita a escalada!), Mike Gansey dos Cavaliers, que ajudou a reconstruir Cleveland numa força no Leste, e Dave Telep dos Spurs, com 13 anos na máquina de produzir talentos de San Antonio.

    Mas o nome que mais me chamou atenção? Austin Brown, agente da CAA e nativo de Chicago. O cara representa estrelas como Donovan Mitchell, Trae Young e o futuro craque Cooper Flagg. Já ofereceram o cargo de GM pra ele em 2020, e agora pode ser a hora perfeita.

    Billy Donovan é inegociável

    Michael Reinsdorf deixou bem claro uma coisa: quem vier tem que topar trabalhar com Billy Donovan. E olha, faz todo sentido. O cara é técnico do Hall da Fama, ganhou títulos na faculdade e levou Oklahoma City longe nos playoffs.

    “Se alguém não tá vendido no Billy, não tá vendido num técnico Hall da Fama”, disse Reinsdorf. Mensagem recebida alto e claro.

    As entrevistas começam essa semana, e a ideia é fechar contratação antes ou logo depois do combine em maio. Vocês acham que dessa vez o Bulls acerta a mão? Porque depois de anos de mediocridade, a torcida de Chicago merece algo melhor que brigar por play-in.

  • Draymond acha que Kerr já era no Warriors: ‘Parecia que foi isso’

    Draymond acha que Kerr já era no Warriors: ‘Parecia que foi isso’

    Cara, o Draymond Green simplesmente soltou uma bomba no podcast dele segunda-feira. O cara disse que tem a sensação de que Steve Kerr já deu o que tinha que dar no Golden State Warriors. E olha, depois daquele momento emocionante na sexta depois da eliminação, eu meio que entendo o ponto dele.

    “Espero que ele seja nosso técnico na próxima temporada”, disse o Green no “The Draymond Green Show”. “Quer minha opinião? Acho que não. Só porque parecia isso. Parecia que foi isso mesmo.”

    Mano, imagina a cena: Warriors eliminados em Phoenix, Kerr junta o Draymond e o Curry ali na lateral da quadra e os microfones captaram ele falando: “Não sei o que vai acontecer, mas amo vocês até a morte. Obrigado.” Arrepiante, né?

    Kerr em dúvida: fica ou não fica?

    O próprio Kerr admitiu que tá 50-50 sobre voltar. Sinceramente? Depois de 12 anos comandando essa dinastia, eu entendo a hesitação dele. O cara já ganhou tudo que podia ganhar, levou o Warriors pra seis finais em oito anos, conquistou quatro títulos. É muita pressão, muito desgaste.

    “Ainda amo treinar, mas eu entendo”, disse Kerr na sexta. “Esses trabalhos todos têm data de validade. Existe um ciclo, e quando o ciclo acaba, às vezes é hora de sangue novo e ideias novas.”

    O Joe Lacob, dono do time, quer ver entusiasmo genuíno do Kerr pra continuar — não um compromisso relutante só por lealdade ao Curry e ao Green. E se ele ficar, querem um contrato de vários anos, não uma temporada de despedida movida pela nostalgia.

    E o próprio Draymond? Também não sabe

    A situação toda fica ainda mais maluca porque o próprio Green não sabe se fica. Ele tem uma opção de jogador de US$ 27,6 milhões por um ano e tá incerto sobre o futuro dele também. O Curry tá entrando no último ano de contrato, mas aí pelo menos as duas partes querem renovar.

    “Nunca estive tão incerto desde o início da minha carreira sobre o que acontece agora”, desabafou o Green. “Estou realmente perdido porque você não sabe qual direção será a próxima… Também espero estar neste time na próxima temporada. Também não sabemos isso. Cara, se fosse, que jornada.”

    E vocês, acham que o Kerr vai mesmo sair? Ou será que é só o calor do momento pós-eliminação? Uma coisa eu tenho certeza: se ele sair, vai ser o fim de uma era histórica no basquete. Esses caras mudaram a NBA pra sempre.

  • Taylor Jenkins pode voltar aos Bucks como técnico principal

    Taylor Jenkins pode voltar aos Bucks como técnico principal

    Olha só que movimento interessante rolando em Milwaukee. Taylor Jenkins, que acabou de ser demitido do Memphis Grizzlies, se reuniu na semana passada com a diretoria dos Bucks pra discutir a vaga de técnico principal que ficou em aberto com a saída do Doc Rivers.

    A reunião foi em Memphis mesmo, com Jon Horst (GM), Wes Edens e Jimmy Haslam presentes. E pelo visto a conversa foi boa, porque já tão planejando um segundo encontro pra aprofundar as discussões.

    O histórico de Jenkins em Milwaukee

    Pra quem não lembra, Jenkins já trabalhou nos Bucks antes — foi assistente técnico do Mike Budenholzer na temporada 2018-19, justamente antes de assumir o comando dos Grizzlies. Ou seja, ele conhece a casa, conhece a estrutura e, principalmente, conhece o Giannis.

    E sinceramente? Faz todo sentido. Jenkins fez um trabalho sólido em Memphis — levou os Grizzlies aos playoffs em quatro das seis temporadas que ficou lá. O time tinha uma identidade forte, jogava duro e incomodava todo mundo. Só que aí veio aquela demissão meio do nada no final desta temporada, que deixou todo mundo surpreso.

    A situação delicada dos Bucks

    Agora, vamos ser realistas: os Bucks tão numa situação bem delicada. O Giannis tá aí, mas ninguém sabe se ele fica ou se vai ser trocado nesta offseason. A franquia ainda não sinalizou nada sobre uma possível extensão de contrato ou troca do Greek Freak.

    Jenkins tá sendo considerado um dos melhores técnicos disponíveis no mercado, então ele pode muito bem esperar pra ver que outras oportunidades aparecem — tipo o Orlando Magic, que também tá procurando técnico. Mas cara, voltar pros Bucks seria um baita movimento, especialmente se o Giannis ficar.

    E aí, vocês acham que seria uma boa contratação? Jenkins conseguiu fazer um trabalho interessante com um time jovem em Memphis, será que conseguiria dar aquela renovada que Milwaukee precisa?

    Uma coisa é certa: a offseason dos Bucks promete ser bem movimentada, e a escolha do novo técnico vai ser crucial pro futuro da franquia.