Tag: All-NBA

  • Clippers querem manter Kawhi Leonard, mas será que vai dar certo?

    Clippers querem manter Kawhi Leonard, mas será que vai dar certo?

    Olha, o Lawrence Frank foi bem direto na entrevista coletiva: os Clippers querem continuar com Kawhi Leonard. Mas sinceramente? Depois de mais uma temporada frustrante, eu fico pensando se essa é mesmo a melhor estratégia.

    “Nosso plano é ganhar com o Kawhi”, disse o presidente de operações do time. “No momento apropriado, vamos sentar com ele e, similar a 2024, apresentar nosso plano. Se nossos objetivos estiverem alinhados, queremos ganhar com o Kawhi.”

    Os números não mentem, mas e os resultados?

    Vamos aos fatos: Kawhi teve uma das melhores temporadas da carreira em números — 27.9 pontos por jogo em 65 jogos da temporada regular. Cara, 65 jogos! Pra quem acompanha a carreira dele, isso é quase um milagre considerando as lesões.

    Mas aí vem o problema. Foi a primeira vez desde que está saudável que os Clippers ficaram de fora dos playoffs. Perderam no play-in pro Warriors e tchau. Leonard, que vai fazer 35 anos em junho, não deu muitas pistas sobre o futuro após a eliminação: “Deixa eu chorar um pouco mais por essa derrota. Vamos ter nossas conversas quando chegar a hora.”

    As trocas polêmicas mudaram tudo

    E não posso deixar de falar das movimentações no deadline. Os Clippers mandaram James Harden pra Cleveland pelo Darius Garland e trocaram Ivica Zubac com os Pacers por um pacote que incluiu Bennedict Mathurin. Mudanças que deixaram todo mundo se perguntando: qual é o plano mesmo?

    Ah, e tem mais um detalhe — os próprios Warriors entraram em contato sobre uma possível troca pelo Leonard antes do deadline. Imaginem só esse plot twist!

    Frank tentou passar confiança, dizendo que o time está “competitivo” e não em reconstrução. Mencionou os 15 anos consecutivos com campanhas positivas, jovens talentos emergindo, picks do draft e flexibilidade salarial. Na minha visão, parece mais discurso pra acalmar a torcida do que realidade.

    Investigação da NBA paira sobre a temporada

    Como se não bastasse, ainda tem aquela investigação da NBA sobre o contrato de endorsement do Leonard com a Aspiration, empresa que faliu. Frank disse que isso não afeta as operações e que confia na integridade do Steve Ballmer. “Se você conhece o Steve e sua integridade, sabe que não há nada demais”, falou.

    Olha, eu entendo a lealdade ao Kawhi — o cara é um monstro quando está em quadra. Mas será que apostar todas as fichas num jogador de 34 anos com histórico de lesões é o caminho? Os Clippers já tentaram isso antes e nunca deu certo.

    E vocês, acham que os Clippers deveriam mesmo apostar no Leonard pra próxima temporada ou é hora de partir pra uma nova direção?

  • LeBron aos 41: pode aposentar ou mudar de time em 2027

    LeBron aos 41: pode aposentar ou mudar de time em 2027

    Cara, o LeBron James continua sendo uma incógnita total. Aos 41 anos — vou repetir, QUARENTA E UM — o cara ainda tá decidindo se aposenta no final dessa temporada ou se continua jogando. E olha, pode ser tanto nos Lakers quanto em outro lugar completamente diferente.

    Segundo o The Athletic, o King não tá nem aí pra fazer uma turnê de despedida. Nada daquela coisa melosa do Kobe rodando a liga inteira. O LeBron quer decidir no silêncio e pronto.

    Mas vamos aos fatos: o monstro acabou de ser eleito Jogador da Semana da Conferência Oeste. Tá fazendo 20.9 pontos, 6.1 rebotes e 7.2 assistências por jogo. Aos 41 anos! Isso é absolutamente absurdo quando você para pra pensar.

    O dilema dos Lakers

    A situação em LA tá complicada. Dončić e Austin Reaves estão machucados “indefinidamente” — e isso muda tudo pro LeBron. Sem esses dois, ele vai ter que carregar o piano sozinho nos playoffs contra o Houston Rockets.

    Mas aqui que fica interessante: aparentemente o março mágico dos Lakers mudou o jogo completamente. A equipe fez 15-2 no mês, com o LeBron jogando um basquete mais inteligente, dando espaço pro Dončić brilhar e pro Reaves explodir com três jogos de 30+ pontos seguidos.

    Na minha visão, essa química que eles construíram pode ser o fator decisivo. O LeBron sempre falou sobre legacy, e terminar a carreira levando os Lakers de volta ao topo seria épico demais.

    As opções estão abertas

    O contrato dele expira esse ano, e rolou uma tensão danada quando os Lakers não ofereceram extensão no meio da temporada. Mais tenso ainda: ele não foi avisado sobre a venda do time pra Mark Walter, enquanto o Dončić foi. Imagina a cara dele quando soube disso pela imprensa?

    Mas tem um detalhe que pode mudar tudo: jogar com o Bronny. O LeBron disse essa semana que “estar em quadra com ele é a melhor coisa que já aconteceu na minha carreira, acima de tudo que conquistei”. Mano, isso me arrepia. Pai e filho jogando juntos na NBA — quando é que vamos ver isso de novo?

    Sinceramente? Acho que ele fica mais um ano. O cara perdeu 14 jogos no início da temporada por causa de ciática, voltou e mostrou que ainda tem lenha pra queimar. E vocês acham que alguém com esse nível de competitividade vai parar agora, especialmente com o filho ao lado?

    Seja como for, uma coisa é certa: qualquer decisão que o LeBron tomar vai abalar a liga inteira. E nós, como sempre, vamos ficar aqui na expectativa até o último segundo.

  • J.B. Bickerstaff é o Coach of the Year pelos próprios técnicos

    J.B. Bickerstaff é o Coach of the Year pelos próprios técnicos

    Cara, imagina só: há algumas temporadas o Detroit Pistons era uma verdadeira bagunça com 14 vitórias na temporada. Agora? J.B. Bickerstaff levou esse time pro primeiro seed do Leste e ainda foi eleito Coach of the Year pelos próprios técnicos da NBA.

    Bickerstaff ganhou o prêmio Michael H. Goldberg Coach of the Year 2025-26 da National Basketball Coaches Association. E olha, quando são os próprios técnicos votando, isso tem um peso diferente, né? Eles sabem exatamente o que é fazer milagre em quadra.

    Da lama ao primeiro lugar

    60 vitórias e 22 derrotas. Sessenta vitórias! Os Pistons foram de piada da liga para o melhor time da Conferência Leste. Sinceramente, eu não imaginava que esse turnaround seria tão rápido assim.

    E o mais impressionante? Fizeram isso mesmo com Cade Cunningham perdendo 11 jogos por causa de um pulmão colapsado — parada séria. Mas o time não desabou, muito pelo contrário. A defesa que o Bickerstaff montou foi a segunda melhor da temporada inteira.

    “Fico extremamente honrado em receber esse reconhecimento dos meus pares”, disse o técnico. Ele ainda agradeceu o pai, que sempre foi sua inspiração para entrar no coaching. Humildade total do cara.

    Prêmio que realmente importa

    Esse prêmio é diferente do Coach of the Year oficial da NBA — aquele é votado pela mídia. Mas quando os próprios técnicos te escolhem? É porque eles sabem que você fez algo especial mesmo.

    E tem mais: dos últimos nove vencedores desse prêmio dos técnicos, sete também levaram o oficial da NBA. Ou seja, as chances do Bickerstaff fazer a dobradinha são bem altas.

    Vocês acham que ele consegue levar os Pistons longe nos playoffs também? Porque uma coisa é transformar um time ruim em bom na temporada regular, outra é sustentar isso quando a pressão realmente aperta em maio e junho.

    De qualquer forma, chapéu pro Bickerstaff. Pegou uma franquia completamente perdida e construiu algo sólido. Agora é ver se consegue dar o próximo passo: fazer barulho nos playoffs.

  • A reinvenção do Devin Vassell: o herói esquecido dos Spurs

    A reinvenção do Devin Vassell: o herói esquecido dos Spurs

    Vocês lembram quando o Devin Vassell queria “tomar conta” dos Spurs? Cara, parece que foi ontem, mas estamos falando de 2023, quando ele era praticamente o segundo cara do time atrás só do Wembanyama. 19.5 pontos por jogo, 15.5 arremessos, o moleque queria ser estrela mesmo.

    Só que a vida dá cada volta, né?

    De protagonista para peça-chave

    Hoje, olhando os números de 2026, o Vassell tá fazendo 13.9 pontos por jogo — quase 6 a menos que há duas temporadas. Seu usage rate (17.6%) é apenas o sexto do time. Na real, parece que o cara regrediu, certo? Errado!

    O que aconteceu foi uma coisa linda de se ver: o moleque entendeu o jogo. Com a chegada de Stephon Castle, De’Aaron Fox e agora Dylan Harper, San Antonio virou um time lotado de armadores. E o Vassell? Se reinventou.

    Olha só esse dado absurdo: os Spurs fazem 121.3 pontos por 100 posses quando ele tá em quadra — a melhor marca do time inteiro. Mais louco ainda? Os lineups com Vassell SEM Wembanyama funcionam melhor no ataque do que o contrário. Isso é ser jogador inteligente, galera.

    O shapeshifter dos Spurs

    O técnico Mitch Johnson falou uma parada interessante: “Você pode chamar ele de arremessador/pontuador ou pontuador/arremessador”. Parece papo furado, mas não é. O Vassell é o único no elenco que consegue alternar entre essas duas funções conforme a necessidade.

    Quando precisa, o cara ainda resolve. Lembram da explosão de 35 pontos contra o Denver, numa vitória sem Wemby e Castle em novembro? E já teve mais duas partidas de 28 pontos desde então. A diferença é que agora ele sabe quando precisa tomar as rédeas.

    “Eu conheço meu jogo”, disse Vassell numa entrevista recente. “Sei que posso chegar no meu spot quando quero, sei que posso conseguir um arremesso quando quero. Mas para o bem do time, às vezes não é isso que você precisa.”

    Cara, essa mentalidade me lembra muito o que aconteceu com o Ginóbili quando virou sexto homem. A diferença é que não tem prêmio para quem se reinventa assim — só vitórias. E olha que os Spurs tiveram 62 vitórias na temporada regular!

    O verdadeiro MVP esquecido

    Julian Champagnie, companheiro de ala do Vassell, resumiu bem: o que ele tá fazendo agora “tem mais valor real” do que fazer 20+ pontos num time que briga pra não ser último. E eu concordo completamente.

    Sinceramente? Acho que essa reinvenção do Vassell pode ser uma das chaves para os Spurs voltarem a brigar pelo título de verdade. Ter um cara que pode ser tanto role player de elite quanto estrela quando necessário é um luxo que poucos times têm.

    E aí, vocês acham que o Vassell vai conseguir manter essa versatilidade nos playoffs? Porque uma coisa eu garanto: quando a pressão apertar, vai ser bom ter esse monstro no banco de reservas do ego, pronto pra resolver quando chamado.

  • LeBron não descarta aposentadoria: ‘Quando eu souber, vocês saberão’

    LeBron não descarta aposentadoria: ‘Quando eu souber, vocês saberão’

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: sempre pensei que o LeBron ia fazer aquele tour de despedida épico, visitando todas as arenas pela última vez. Mas pelo jeito eu estava completamente errado.

    Fontes próximas ao Rei me contaram que ele não decidiu NADA sobre continuar jogando na temporada 2026-27. E pasmem: a aposentadoria é uma possibilidade real mesmo. Mais chocante ainda? Esse papo de farewell tour que todo mundo fala é balela. Pura especulação nossa.

    O cara que ninguém consegue decifrar

    Sabe o que mais me impressiona no LeBron aos 41 anos? Como ele continua desafiando todas as nossas previsões. Galera achava que ele não ia se adaptar aos caras mais novos dos Lakers, que ia criar treta por protagonismo… Nada disso rolou.

    “Quando eu souber, vocês saberão. Eu não sei. Não tenho ideia. Só quero viver. É isso.”, disse o cara durante o All-Star Weekend. Monstro demais essa resposta, né?

    As fontes me disseram que o LeBron é daqueles caras super analítico, que não toma decisão no impulso. Ele vai decidir no tempo dele, do jeito dele. E sinceramente? Respeito total por isso.

    Família em primeiro lugar (como sempre)

    Uma coisa que pesa muito na decisão é a família. O Bronny tá lá nos Lakers com contrato até a próxima temporada – imaginem a loucura de pai e filho jogando juntos! A Savannah e a Zhuri estão estabelecidas em LA desde 2018, e o Bryce tá na Arizona fazendo sua jornada no college.

    Cara, deve ser bizarro tomar uma decisão dessas quando você tem que pensar em tanta gente, né? E olha que ele ainda é peça fundamental dos Lakers – principalmente agora que o time tá sem alguns jogadores machucados nos playoffs.

    E aí, vocês acham que ele pendura as chuteiras mesmo ou vai mais uma? Na minha opinião, se ele decidir continuar, vai ser entre Lakers, Warriors, Cavs ou Clippers. Mas conhecendo o LeBron, ele pode nos surpreender de novo.

    “O momento é tudo que temos. No final das contas, é só isso que importa”, falou ele recentemente, meio rouco depois de um jogo pesado. Filosofia pura do cara que já viu de tudo nessa liga.

  • NBA admite que temporada mais curta faz sentido, mas…

    NBA admite que temporada mais curta faz sentido, mas…

    Olha, eu sempre achei que 82 jogos na temporada regular é coisa demais. E pelo jeito, até a própria NBA concorda comigo — pelo menos quando ninguém tá olhando.

    Segundo o Chris Mannix da Sports Illustrated, os caras da liga privadamente não conseguem argumentar contra uma temporada mais curta. O Steve Kerr e um monte de gente da mídia já vem batendo nessa tecla há um tempão, e faz todo sentido: menos jogos, menos lesões, jogadores mais descansados nos jogos que realmente importam.

    A matemática cruel do dinheiro

    Mas aí que mora o problema. Os executivos da NBA são rápidos pra lembrar de uma coisinha chamada grana. Menos jogos = menos receita. E a estimativa é brutal: cerca de 20% de perda de faturamento.

    Cara, eu entendo a lógica de negócio, mas sinceramente acho que eles tão pensando pequeno. Uma temporada mais enxuta poderia valorizar cada jogo individual — imagina se cada partida valesse mais porque tem menos delas? Os ingressos poderiam custar mais caro, a audiência seria maior…

    Pra isso rolar, a NBA e o sindicato dos jogadores (NBPA) teriam que sentar e negociar numa boa. E convenhamos, convencer todo mundo a abrir mão de 20% da receita no curto prazo não vai ser moleza.

    O exemplo da NFL que incomoda

    O que me mata é ver a NFL sendo a liga esportiva mais valiosa do mundo jogando apenas 17 partidas na temporada regular. Dezessete! E eles ainda querem expandir pra 18. Enquanto isso, a NBA fica aí com seus 82 jogos, vendo estrela atrás de estrela se machucando por causa do desgaste.

    A liga até tentou ser mais esperta com os calendários — reduziu os back-to-backs (jogos em noites seguidas) e essas maluquices de 4 jogos em 6 noites. Mas é aquele remendo no problema, não a solução real.

    E tem outro detalhe que complica tudo: a NBA acabou de assinar um contrato de mídia gigantesco — 11 anos, 76 bilhões de dólares com ESPN, NBC e Amazon até 2036. Vocês acham que essas emissoras vão topar receber menos conteúdo pelo mesmo preço?

    No fim das contas, é aquela briga eterna entre o que faz sentido pro esporte e o que faz sentido pro bolso. Mas eu tô aqui torcendo pra que um dia a liga tenha coragem de apostar numa temporada mais curta e mais valiosa. Quem sabe 60 jogos? E aí, o que vocês acham — vale a pena o risco?

  • Wemby domina e SGA leva o MVP: meu voto nos prêmios da NBA

    Wemby domina e SGA leva o MVP: meu voto nos prêmios da NBA

    Olha, chegou a hora de decidir quem foram os melhores da temporada NBA 2025-26, e cara… que temporada! A liga liberou as votações oficiais depois de toda aquela confusão com a regra dos 65 jogos (Luka e Cade conseguiram contestar e entraram na briga). Como um dos 100 eleitores, vou dividir aqui meus votos e explicar por que cada escolha.

    Sinceramente? Algumas decisões foram fáceis, outras me deixaram quebrando a cabeça até o último minuto.

    MVP: SGA finalmente leva a sua

    Meu voto para MVP vai pro Shai Gilgeous-Alexander, e não tem nem discussão. O cara simplesmente carregou o Thunder nas costas pra 64 vitórias, lidando com lesões no elenco e ainda tendo que segurar a pressão dos Spurs chegando forte no final da temporada.

    A briga real foi pela segunda posição: Jokic ou Wembanyama? Os dois têm argumentos absurdos. O Jokic virou o primeiro cara da história a liderar a liga em rebotes E assistências por jogo, fazendo triple-double de novo. Mas o Wemby… meu Deus, o francês é o primeiro desde o Shaq em 2000 a fazer 25 pontos, 10 rebotes e 3 tocos de média!

    O que me fez escolher Jokic em segundo foi simples: minutos em quadra. Jokic jogou 2.265 minutos contra 1.866 do Wembanyama. Quando falamos de ‘valor’, isso conta, né?

    Luka em quarto lugar liderou a liga em pontos por jogo (33.5 – monstro!) e manteve os Lakers brigando por cabeça de chave a temporada toda. E o Cade? Rapaz, Detroit teve sua melhor temporada em uma geração graças a ele.

    Defensor do Ano: Era do Wemby começa agora

    Aqui não tem conversa: Victor Wembanyama. O cara faz coisas em quadra que nunca vi na vida. Liderou a liga em tocos, na soma de roubos e tocos, e várias outras categorias defensivas.

    O Chet Holmgren chegou perto – aliás, Oklahoma City teve DE LONGE a melhor defesa da liga (San Antonio foi terceira). Mas cara, enquanto o Wemby estiver saudável, esse prêmio vai ser dele pelos próximos anos.

    Rudy Gobert em terceiro porque Minnesota era quase 8 pontos piores por 100 posses sem ele. O francês não vai ser o primeiro cinco vezes vencedor, mas ainda é um muro.

    A questão é: Wemby já é candidato real ao título?

    Olhando esses números todos, uma coisa me chama atenção: os Spurs podem ser uma ameaça real nos playoffs. Com Wemby dominando dos dois lados da quadra assim, quem consegue parar?

    E vocês, o que acham? SGA mereceu o MVP ou era pra ser do Jokic mesmo? E esse Wembanyama… já dá pra sonhar com anel em San Antonio?

  • O que poderia ter sido: a dupla Herro-Powell que não vingou no Heat

    O que poderia ter sido: a dupla Herro-Powell que não vingou no Heat

    Cara, eu fico pensando nisso desde que o Heat foi eliminado pelos Hornets no play-in. Tyler Herro e Norman Powell juntos deveriam ter sido algo especial, mas virou uma das maiores frustrações da temporada. E o Spoelstra foi bem direto sobre isso nas entrevistas de fim de temporada.

    Os números são brutais: os dois jogaram apenas 21 partidas juntos. Vinte e uma! Herro perdeu 48 jogos por lesão, Powell virou All-Star pela primeira vez na vida (merecido, diga-se), mas depois começou a quebrar também com problemas na virilha e ainda pegou uma gripe que derrubou ele por semanas.

    A matemática não fechou

    Olha, quando os dois estavam em quadra ao mesmo tempo, o Heat tinha -1.8 de rating. Negativo. Isso é preocupante pra caramba, especialmente quando você tem dois caras que fizeram mais de 20 pontos de média na temporada. O problema é óbvio: ambos são criadores de jogada, gostam da bola na mão, e acabavam se atropelando.

    Spoelstra admitiu que foi um “desafio” fazer a coisa funcionar. No final da temporada, Herro voltou pro quinteto inicial e Powell foi pro banco – imagina como deve ter sido difícil pro cara que tinha acabado de ser All-Star pela primeira vez na carreira?

    O que poderia ter sido

    “Acho que eles poderiam ter sido dinâmicos, foi só azar mesmo”, disse o Spo. E eu concordo com ele. Dois caras talentosos, Powell fazendo a melhor temporada da vida (21.7 pontos de média), Herro mostrando que é um talento único no ataque quando tá saudável.

    Mas aí que tá – quando um estava bem, o outro estava machucado. Era um vai-e-vem que não deixou os caras desenvolverem química. E química no basquete não é algo que você inventa da noite pro dia, ainda mais quando você muda todo o sistema ofensivo como o Heat fez essa temporada.

    Powell foi honesto: “Não tivemos uma chance real de descobrir como fazer funcionar”. E faz sentido. Como você vai criar entrosamento se mal consegue treinar junto?

    Lições pra próxima temporada

    O Heat vai ter decisões difíceis no verão. Manter os dois? Trocar um deles? Sinceramente, acho que mereciam uma chance real de jogarem saudáveis juntos por uma temporada inteira. Mas na NBA você não sempre tem esse luxo.

    O que mais me deixa frustrado é que dava pra sentir o potencial ali. Dois caras que sabem marcar, que podem criar pro time todo. Se tivessem conseguido 50, 60 jogos juntos e saudáveis, talvez a história seria diferente.

    E vocês, acham que o Heat deveria insistir nessa dupla ou partir pra outra? Porque pra mim, 21 jogos juntos é muito pouco pra julgar qualquer coisa.

  • Nike despenca na bolsa e analista diz que jogadores da NBA perderam popularidade

    Nike despenca na bolsa e analista diz que jogadores da NBA perderam popularidade

    Cara, essa notícia me deixou pensando. O Brian Windhorst, do ESPN, soltou uma bomba no podcast dele: a Nike perdeu 15% do valor nas ações e parte da culpa pode ser dos próprios astros da NBA que não conseguem mais vender tênis como antigamente.

    Olha só que loucura — desde o Michael Jordan nos anos 90, a Nike e a NBA eram praticamente inseparáveis. Quem não queria ter um Air Jordan? Mas agora a situação tá complicada. Windhorst falou que a receita da empresa despencou nos últimos 18 meses e o mercado tá sentindo.

    O que realmente tá acontecendo?

    A parada fica mais séria quando você vê que analistas independentes do UBS (que só se importam com números, não com hype) chegaram na mesma conclusão: os jogadores de basquete não são mais tão populares quanto eram antes. E isso impacta diretamente na venda de tênis de basquete.

    Sinceramente? Faz sentido. Pensa comigo — quantos jogadores hoje em dia têm o mesmo apelo global que o Jordan tinha? O LeBron ainda vende, o Curry também, mas depois disso… fica difícil. Os caras são monstros na quadra, mas não conseguem transcender o esporte como os ícones do passado faziam.

    Mas calma, NBA ainda fatura pesado

    Por outro lado, a liga não tá exatamente quebrada. Os números são absurdos: a franquia mais valiosa vale $5.4 bilhões (segundo a Forbes), com o Warriors liderando em $11 bilhões. E a NBA como um todo deve faturar $14.3 bilhões só nesta temporada.

    É meio contraditório, né? A liga vale mais que nunca, as franquias são negócios bilionários, mas os jogadores individualmente não conseguem mais vender produtos como antes. Talvez seja reflexo de uma geração mais diversificada — hoje temos muitas estrelas, mas nenhuma que domine completamente o cenário cultural.

    E vocês, o que acham? Os astros de hoje realmente perderam aquele “algo a mais” que fazia a gente querer comprar o tênis deles? Ou será que é só o mercado que mudou mesmo? Uma coisa é certa: a Nike precisa repensar a estratégia se quiser voltar aos tempos áureos do basquete.

  • Heat precisa decidir: Bam e Herro são o futuro ou é hora de mudar?

    Heat precisa decidir: Bam e Herro são o futuro ou é hora de mudar?

    Olha, eu não esperava estar escrevendo isso, mas parece que a era Bam Adebayo e Tyler Herro no Miami Heat tá chegando numa encruzilhada. E quem tá cobrando uma definição é nada menos que Kendrick Perkins — e o cara não poupou palavras.

    O Heat fechou mais uma temporada fora dos playoffs depois de perder no play-in para o Charlotte Hornets. Quatro anos consecutivos brigando no play-in, gente. QUATRO. Pra uma franquia que se acostumou com finais e títulos, isso tem que doer.

    Perkins mandou a real sobre Pat Riley

    No podcast Road Trippin, Perkins foi cirúrgico ao criticar Pat Riley. “Cara, você quer pescar uma baleia todo verão, todo deadline de trocas. Mas só consegue trazer peixinhos”, disse o ex-pivô. E continuou: “É hora de ter uma conversa honesta: Bam Adebayo e Tyler Herro são os caras que vão levar o Heat onde ele quer chegar? A resposta é não.”

    Sinceramente? Perkins tem um ponto. O Heat tentou ir atrás do Kevin Durant (que não quis), não foi no Damian Lillard quando teve chance, e agora tá nessa situação meio sem rumo.

    O que esperar do futuro em Miami

    Bam é um monstro defensivo, isso ninguém discute. Triple-double quando quer, defesa de elite, joga em qualquer posição. Mas será que ele é a peça principal de um time campeão? Tyler Herro tem o arremesso de 3 e consegue criar jogadas, mas na hora H das decisões importantes, ele some do mapa.

    O Heat terminou com 43-39, décimo no Leste. Acima dos Bucks (que decepção) e Bulls, mas atrás dos Hornets e Magic. Pra uma franquia com a cultura Miami Heat, isso é inaceitável.

    Na minha visão, Riley vai ter que tomar uma decisão difícil nesse verão. Ou aposta todas as fichas na dupla Bam-Herro e constrói um elenco competitivo ao redor deles, ou usa um dos dois (provavelmente o Herro) como moeda de troca pra ir atrás de uma estrela de verdade.

    E aí, vocês acham que o Heat deveria apostar nessa dupla ou é hora de uma reformulação geral? Porque do jeito que tá, só dá pra brigar por play-in mesmo.