Tag: dallas mavericks

  • Cooper Flagg curtindo férias com possível namorada nas Turks e Caicos

    Cooper Flagg curtindo férias com possível namorada nas Turks e Caicos

    Olha, depois de uma temporada de estreia absolutamente monstruosa na NBA, Cooper Flagg resolveu dar uma relaxada — e pelo jeito não tá sozinho nessa. O jovem craque dos Mavericks apareceu nas redes sociais curtindo as Turks e Caicos com quem parece ser sua nova namorada, Arianna Roberson.

    A galera percebeu a conexão quando os dois postaram fotos no mesmo lugar — aqueles balanços famosos sobre o mar em Noah’s Ark — no mesmo dia. Claro que eles foram espertos e não postaram foto juntos (ainda), mas qualquer um que acompanha as redes conseguiu ligar os pontos facilmente.

    Conexão Duke que pode ter virado romance

    A história faz todo sentido quando você para pra pensar. Arianna é pivô do time feminino de Duke e eles se conheceram quando eram calouros em 2024-25. Ou seja, rolou aquela química de campus mesmo. Ela, aliás, não é qualquer uma no basquete — irmã do ex-NBA Andre Roberson, que jogou principalmente no Thunder.

    Sinceramente? Acho massa ver o Cooper relaxando assim. O garoto de 19 anos teve uma pressão absurda na primeira temporada — foi pick número 1, virou Rookie of the Year e ainda entrou pra história ao lado do Michael Jordan como os únicos calouros a liderar o time em pontos, rebotes, assistências e roubos de bola.

    Números que impressionam, mas playoff que decepciona

    Falando em números, o que o Flagg fez em sua primeira temporada foi simplesmente absurdo: 21 pontos por jogo com 46% de aproveitamento, mais 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Estatísticas de veterano, não de calouro.

    Mas né, individual é uma coisa, coletivo é outra. Dallas ficou de fora dos playoffs pelo segundo ano consecutivo desde aquela final perdida em 2023-24. Deve ter sido frustrante pra ele, mas pelo menos agora tá aproveitando as férias bem merecidas.

    E aí, vocês acham que essa parceria Duke vai dar certo? Eu sempre torço pelos casais que se conheceram na faculdade — tem algo de especial nisso, né?

  • Mavs contratam Mike Schmitz como GM após furacão Ujiri chegar

    Mavs contratam Mike Schmitz como GM após furacão Ujiri chegar

    Olha, os Mavericks não estão brincando em serviço. Três dias depois de anunciar Masai Ujiri como presidente — aquele mesmo cara que construiu o título dos Raptors —, Dallas foi lá e fisgou Mike Schmitz do Portland como novo GM.

    Sinceramente? Era hora. Desde que mandaram o Nico Harrison embora em novembro (depois daquela trade BIZARRA que enviou o Luka pro Lakers), o time estava meio que no limbo administrativo. E convenhamos, aquela negociação foi um dos maiores tiros no pé da história recente da NBA.

    A limpeza continua

    Schmitz vai assumir o cargo que Harrison tinha antes de ser demitido, cuidando das operações do dia a dia e alinhamento estratégico do departamento de basquete. O cara vem do Portland, onde era assistente de GM, e tem um currículo interessante — passou cinco anos na ESPN como analista de draft antes de ir pros Blazers em 2022.

    Mas o que mais me chama atenção é a conexão com Ujiri. Os dois têm laços fortes com a África — Schmitz trabalhou com desenvolvimento de basquete juvenil na Nigéria (terra natal do Ujiri) e até foi assistente técnico da seleção de Uganda. Essa sintonia pode ser fundamental pra reconstruir Dallas.

    E agora, José?

    Uma coisa que ainda tá no ar: o que vai acontecer com Michael Finley e Matt Riccardi? Os dois estavam como co-GMs interinos desde que Harrison caiu, e foram eles que negociaram Anthony Davis (que veio na trade do Luka) pro Washington. Vocês acham que eles vão ficar na estrutura ou é tchau mesmo?

    O próprio Schmitz parece empolgado: “Tenho um respeito tremendo pelo Masai, esse grupo de proprietários e a visão que eles têm pro futuro da franquia. Tô animado pra trabalhar junto com as pessoas talentosas que já estão aqui e ajudar a construir uma organização de nível de campeonato.”

    Na boa, depois de ver Dallas destruir tudo que construiu com Luka, essa dupla Ujiri-Schmitz pode ser exatamente o que o time precisa pra voltar aos trilhos. A temporada 2026-27 promete ser bem diferente por lá.

  • Mavs contratam ex-analista da ESPN como novo GM

    Mavs contratam ex-analista da ESPN como novo GM

    Os Dallas Mavericks acabaram de fazer uma jogada interessante no mercado de executivos. Mike Schmitz, que muitos conhecem como analista da ESPN e Draft Express, agora vai comandar o front office dos Mavs como general manager.

    Sinceramente? Achei uma contratação inteligente. O cara passou os últimos quatro anos no Portland Trail Blazers como GM assistente, então já conhece bem os bastidores da NBA. Antes disso, cinco anos na ESPN analisando draft e talentos universitários — experiência que vai ser preciosa numa franquia que tá claramente em reconstrução.

    Do jornalismo para o front office

    A trajetória do Schmitz é meio inusitada, mas faz sentido. Formado na Universidade do Arizona (2009-2012), começou cobrindo esportes universitários no jornal da faculdade. Foi lá que desenvolveu o olho clínico para identificar talentos — habilidade que levou ele até a ESPN e agora pros Mavericks.

    “Mike é um dos avaliadores e mentes do basquete mais respeitados da NBA”, disse Masai Ujiri, presidente dos Mavs. E olha, vindo do Ujiri — que montou aquele time campeão dos Raptors em 2019 — isso tem peso.

    Desafio gigante pela frente

    Agora vem a parte difícil. Dallas vem de uma temporada 26-56 (sim, foi bem ruim mesmo) e tem 29% de chance de pegar uma escolha top-4 no Draft Lottery deste domingo. No ano passado eles tiveram sorte grande e pegaram a primeira escolha geral, que virou o Cooper Flagg — que por sinal tá sendo uma decepção até agora.

    Se não conseguirem uma das primeiras escolhas, provavelmente vão draftar no meio da loteria. E já tão especulando que podem mirar no Brayden Burries, armador do Arizona (coincidência ou não?). Vocês acham que o Schmitz vai apostar em jogadores que ele conhece bem da época de analista?

    O timing da contratação é perfeito — chegou bem antes do Draft de junho. Vai ser interessante ver como ele usa toda aquela experiência de análise pra montar um elenco competitivo. Dallas não chega nos playoffs desde 2022, então a pressão tá grande.

    A real é que os Mavericks precisavam de alguém com visão de longo prazo pra tirar a franquia desse buraco. E pelo currículo, o Schmitz parece ser a pessoa certa pro trabalho.

  • Mavs contrata Mike Schmitz como GM – aposta certeira?

    Mavs contrata Mike Schmitz como GM – aposta certeira?

    Os Dallas Mavericks acabaram de anunciar Mike Schmitz como novo General Manager, e cara, essa contratação me deixou bem empolgado. O cara vai reportar diretamente pro Masai Ujiri (que presidente, né?) e cuidar das operações do dia a dia e planejamento estratégico.

    Schmitz tava como GM assistente no Portland Trail Blazers, onde trabalhou com avaliação de jogadores, scout e estratégia de elenco. E olha, o maluco tem uma reputação absurda quando o assunto é descobrir talento — é considerado um dos melhores avaliadores da liga.

    O que o Ujiri falou sobre a contratação

    “Mike é um dos avaliadores e mentes do basquete mais respeitados da NBA”, disse Ujiri. E sinceramente, vindo dele, isso pesa muito. O cara conhece talento quando vê — só lembrar do trabalho dele em Toronto.

    Ujiri ainda destacou a inteligência, disciplina e ética de trabalho do Schmitz. Mas o que mais me chamou atenção foi ele falar sobre construir uma “cultura colaborativa” em toda a organização. Vocês acham que isso é uma indireta pro que rolou com o antigo front office?

    O histórico impressionante do novo GM

    Antes de ir pro Portland em 2022, Schmitz passou cinco anos na ESPN como analista do Draft. Cinco anos! O cara literalmente vivia respirando Draft da NBA, analisando cada prospecto que aparecia.

    E tem mais: desde 2018 ele é assistente técnico da seleção de Uganda (que história maluca, né?) e trabalha como scout global pro DraftExpress desde 2012. Formado pela Universidade do Arizona em 2012 — ou seja, relativamente jovem mas com uma bagagem gigantesca.

    Na minha visão, essa contratação faz muito sentido. Os Mavs precisavam de alguém que entenda de desenvolvimento de talento e construção de elenco a longo prazo. Com Luka Dončić no auge e Kyrie Irving ao lado, o momento é agora pra montar algo especial.

    O próprio Schmitz disse que é uma “oportunidade incrível” e que tem muito respeito pelo Ujiri e pela visão da franquia. Será que ele vai conseguir encontrar as peças que faltam pros Mavs finalmente chegarem ao título? Eu tô otimista, não vou mentir.

  • Os Mavs precisam renovar com Moussa Cissé — seria burrada deixar escapar

    Os Mavs precisam renovar com Moussa Cissé — seria burrada deixar escapar

    Olha, quando o Moussa Cissé chegou nos Mavericks como two-way player no começo da temporada, ninguém esperava grande coisa do pivô novato. Mas cara, que surpresa agradável esse mlk foi!

    Sinceramente, toda vez que ele entrava em quadra você sentia a diferença na energia e na proteção do garrafão. E agora vem a pergunta que não quer calar: os Mavs devem renovar com ele pra próxima temporada? A resposta é óbvia — seria uma burrada monumental não trazer ele de volta.

    A temporada do garoto foi uma montanha-russa

    No início, Cissé era praticamente esquecido no banco. Mas aí as lesões começaram a castigar o elenco dos Mavs e — BAM! — o menino foi jogado no holofote.

    Os minutos dele eram inconsistentes pra caramba. Tinha jogo que nem pisava na quadra, mas quando entrava… monstro! A raça no rebote e aquele atletismo absurdo sempre apareciam.

    Aí que vem a parte mais doida: depois do trade deadline, os Mavs tiveram que escolher entre converter o Cissé ou o Ryan Nembhard do contrato two-way. Escolheram o Nembhard. Resultado? Cissé só jogou 8 partidas depois disso por causa do limite de jogos.

    Os números não mentem

    Tá, os números básicos do Cissé não são de outro mundo, mas os avançados contam uma história diferente. O RAPM dele foi de +0.8, que tá no percentil 70 da liga toda. Não é brincadeira não!

    Mas sabe o que mais me impressiona nesse mlk? O rebote ofensivo. 16.2% de taxa de rebote ofensivo — percentil 96! Com posse extra sendo tão importante hoje em dia, ter um cara desses é ouro puro.

    Lembro do melhor jogo dele contra os Knicks em janeiro: 15 pontos, 9 rebotes, 4 tocos. E olha que ele fez isso contra Karl-Anthony Towns e Mitchell Robinson — não é qualquer um não.

    E agora, José?

    Como os Mavs não converteram o contrato dele, Cissé vai ser agente livre restrito. Ou seja, Dallas pode igualar qualquer oferta que aparecer. Provavelmente vão oferecer algo próximo do salário mínimo por 4 anos.

    Olha, eu sei que ele ainda é meio cru no ataque e às vezes persegue muito os tocos (e acumula faltas que é uma beleza). Mas essas são coisas que se corrigem com tempo e experiência.

    O Cissé me lembra muito o Neemias Queta e o Moussa Diabaté — pivôs de energia que dominam o rebote ofensivo. Ele encaixa perfeitamente como terceiro centro na rotação. E se der aquela evoluída no ataque? Pode virar até titular de qualidade.

    Na minha visão, foi nota B+ a temporada dele. Mostrou potencial real e suas qualidades estão em alta na liga. Os Mavs precisam renovar com ele — principalmente se o Dwight Powell se aposentar.

    Vocês acham que Dallas vai fazer a coisa certa e segurar o garoto? Ou vão deixar essa joia escapar?

  • Ujiri chegou em Dallas e já deixou Kidd na corda bamba

    Ujiri chegou em Dallas e já deixou Kidd na corda bamba

    Cara, que entrada! Masai Ujiri mal pisou em Dallas como novo presidente de operações de basquete dos Mavericks e já deixou todo mundo de cabelo em pé. Na coletiva de segunda-feira, o cara foi direto ao ponto sobre o futuro do técnico Jason Kidd — e não foi nada animador pro treinador.

    “Ele fez um bom trabalho, mas vamos analisar tudo de cima a baixo”, disse Ujiri. Olha, quando um executivo fala isso sobre seu técnico, é porque a coisa não tá boa mesmo. E o mais louco? Kidd ainda tem vários anos de contrato pela frente.

    O histórico do Ujiri não ajuda o Kidd

    Sinceramente, eu entendo a posição do Ujiri. O cara tem um histórico interessante: quando chegou no Denver, manteve George Karl. Em Toronto, fez a mesma coisa com Dwane Casey — pelo menos por um tempo. Mas aí que tá o detalhe: Casey acabou sendo demitido depois, mesmo tendo ganhado o prêmio de técnico do ano.

    “Vou ouvir o técnico Jason Kidd, seus pensamentos sobre tudo”, completou Ujiri. “Porque algumas coisas aqui, eu não conheço. Pra mim, é simples assim.” Traduzindo: o cara vai fazer sua própria avaliação, independente do que já rolou.

    Cooper Flagg é o futuro (e presente) da franquia

    Agora, quando o assunto mudou pra Cooper Flagg… nossa, que diferença! O Ujiri simplesmente se iluminou falando do garoto de 19 anos. E olha que ironia do destino: quando ainda estava em Toronto, ele queria muito esse draft pick, mas os Raptors tinham apenas 7,5% de chance. Dallas? Ganhou na loteria com míseros 1,8% de probabilidade.

    “Luka é um futuro Hall da Fama”, disse Ujiri. “Esse é o passado. Na África, dizemos: ‘Quando reis vão embora, reis chegam’, e um rei se foi. Temos um pequeno príncipe aqui que vamos transformar em rei.”

    Monstro, né? Flagg realmente foi absurdo na temporada de calouro — ganhou o Rookie of the Year de forma convincente. E agora tem um executivo que realmente acredita nele como peça central da franquia.

    E vocês acham que o Kidd consegue se manter no cargo? Porque pelo tom do Ujiri, parece que o técnico vai ter que provar muito pra continuar em Dallas. A história entre os dois também não ajuda — lá em 2014, quando Kidd treinava o Brooklyn contra Toronto nos playoffs, o cara disse que nem sabia quem era o Ujiri. Será que isso ainda pesa?

  • Ujiri assume os Mavericks e já mira em transformar Cooper Flagg em rei

    Ujiri assume os Mavericks e já mira em transformar Cooper Flagg em rei

    Cara, que reviravolta nos Mavericks. Masai Ujiri — o cara que trouxe o título pra Toronto em 2019 — agora é o novo presidente de operações de basquete de Dallas, e já chegou com papo reto: é hora de focar em Cooper Flagg.

    “Na África, dizemos que quando reis saem, reis chegam. Um rei foi embora e temos um pequeno príncipe aqui. Agora vamos transformá-lo em rei”, disse Ujiri na coletiva de apresentação. Mano, que declaração!

    O caos que virou Dallas

    Pra quem não lembra (como esquecer né?), os Mavs viveram 15 meses absolutamente insanos. Primeiro perderam pro Boston nas finais de 2024. Aí o Nico Harrison teve a brilhante ideia de trocar o Luka Dončić pelo Anthony Davis — que mal jogou por lesão. Result? 56 derrotas na temporada.

    Mas olha só a ironia do destino: mesmo sendo um dos piores times da liga, Dallas teve apenas 1,8% de chance na loteria do Draft e… PEGOU A PRIMEIRA ESCOLHA! Cooper Flagg caiu no colo deles como um presente dos céus.

    O garoto teve uma temporada rookie difícil — normal pra quem carrega um time nas costas aos 19 anos — mas ainda assim levou o prêmio de Calouro do Ano. Sinceramente, acho que foi merecido considerando a bagunça que ele herdou.

    Ujiri sabe o que tá fazendo

    E aí que entra o Ujiri. O cara tem experiência em transformar caos em título — lembram do que ele fez em Toronto? Trocou pelo Kawhi Leonard por uma temporada e conquistou o primeiro título da franquia. Em Denver, mandou o Carmelo Anthony embora e dois anos depois foi eleito Executivo do Ano.

    “Espero trazer calma”, disse Ujiri. E olha, Dallas precisa MUITO disso. A torcida tá revoltada (com razão), o time precisa de direção, e o Flagg merece uma estrutura decente ao redor dele.

    O que mais me chamou atenção foi ele não cravar se o Jason Kidd continua como técnico. “Vou ouvir o coach Jason Kidd, seus pensamentos sobre tudo”, disse. Traduzindo: nada tá garantido, pessoal.

    O futuro começa agora

    Vocês acham que o Ujiri consegue consertar essa bagunça? Eu tô otimista, não vou mentir. O cara já provou que sabe montar times campeões, e ter o Cooper Flagg como base é um ponto de partida bem melhor do que muita gente imagina.

    A questão agora é: que peças vão colocar ao redor do prodígio? Porque uma coisa é certa — depois de toda essa novela com Luka e Anthony Davis, Dallas precisa urgentemente voltar a ser relevante. E com Ujiri no comando, eu acho que as coisas podem esquentar de vez na próxima temporada.

    O que vocês acham dessa contratação? Ujiri é o cara certo pra transformar Flagg no próximo grande astro da NBA?

  • Ujiri nos Mavs? Esse cara vai revolucionar Dallas!

    Ujiri nos Mavs? Esse cara vai revolucionar Dallas!

    Gente, quando eu vi essa notícia quase derrubei o café! Os Dallas Mavericks acabaram de contratar Masai Ujiri como novo presidente — aquele mesmo cara que montou o time campeão dos Raptors em 2019. Isso é GIGANTE!

    Olha só: depois de mandarem o Nico Harrison embora em novembro (e sinceramente, já era hora), os Mavs passaram seis meses procurando alguém à altura. E conseguiram o monstro. Ujiri não é qualquer um — ele é o cara que teve a visão de trocar DeMar DeRozan pelo Kawhi Leonard e levou Toronto ao título. Essa trade foi simplesmente genial.

    O homem da reconstrução chegou

    Vocês lembram da confusão que foi a era Harrison, né? O cara trocou o LUKA DONČIĆ pelos Lakers em troca do Anthony Davis. Mano, até hoje não acredito que isso aconteceu. Foi um desastre completo, e se não fosse a sorte no draft que trouxe Cooper Flagg, os Mavs estariam no fundo do poço ainda.

    Mas agora é diferente. Ujiri tem 12 anos de experiência com os Raptors, levou o time aos playoffs em 9 dessas temporadas. O cara sabe o que faz. E pela declaração dele, dá pra sentir a determinação: “Nós vamos vencer em Dallas”. Essa confiança me arrepia!

    E agora, qual o plano?

    A pergunta que não quer calar: o que Ujiri vai fazer com esse elenco? Cooper Flagg é obviamente o futuro da franquia, mas e o resto? Kyrie Irving voltando com saúde pode resolver os problemas na armação — e convenhamos, se você vai ter um jovem armador aprendendo, não tem professor melhor que o Uncle Drew.

    O draft lottery tá aí no dia 10 de maio, e os Mavs têm 6,7% de chance de pegar a primeira escolha. Seria absurdo se acontecesse de novo, mas no basquete a gente nunca sabe, né?

    Agora vem a parte interessante: Ujiri vai querer fazer uma limpeza geral e trocar galera como Klay Thompson, PJ Washington e Daniel Gafford pra recuperar assets? Ou vai tentar fazer esse elenco funcionar com alguns ajustes? Conhecendo o histórico dele, aposto que vai ser cirúrgico nas mudanças.

    Uma coisa eu garanto: Dallas não será mais a mesma. Ujiri tem essa capacidade de transformar franquias, e depois da bagunça dos últimos anos, os fãs dos Mavs merecem isso. Vocês acham que ele consegue levar Dallas de volta aos playoffs rapidinho?

  • Masai Ujiri é o novo presidente dos Mavs – chegada de peso em Dallas

    Masai Ujiri é o novo presidente dos Mavs – chegada de peso em Dallas

    Cara, que notícia! Masai Ujiri finalmente achou uma casa nova na NBA, e foi parar nada menos que nos Dallas Mavericks. O cara que arquitetou o título dos Raptors em 2019 agora vai tentar botar ordem na casa do Luka Dončić.

    A contratação foi anunciada hoje e, sinceramente, era sobre tempo. Os Mavs estavam há seis meses procurando alguém desde que demitiram o GM Nico Harrison lá em novembro. Seis meses! Imagina a pressão que deve ter sido pra Patrick Dumont, o dono do time.

    O histórico monstro do Ujiri

    Olha só esses números: 15 temporadas como executivo na NBA, recorde de 690-504 (isso é quase 58% de aproveitamento), 12 classificações pros playoffs. O homem sabe o que faz. E não dá pra esquecer que ele foi o Executivo do Ano em 2012-13 quando estava no Denver.

    Mas o que mais impressiona mesmo foi o que ele fez em Toronto. Chegou lá em 2013 e em seis anos construiu um time campeão. A trade do DeMar DeRozan pelo Kawhi Leonard foi controversa na época, mas olha no que deu – anel de campeão. Essa coragem pra fazer movimentos difíceis é exatamente o que Dallas precisa.

    A situação complicada dos Mavs

    Vamos ser sinceros: Dallas está numa situação bem delicada. Terminaram com 26-56 nesta temporada (absurdo pra um time com Luka), têm apenas duas primeiras rodadas no draft deste ano – uma loteria deles e a pick 30 que veio na trade do Anthony Davis.

    E aqui está o pior: eles não controlam sua própria primeira escolha até 2031 por causa das trades da era Luka. Cara, isso é assustador. Ujiri vai ter que ser muito criativo pra montar um time competitivo sem picks de primeira rodada pelos próximos anos.

    A boa notícia é que eles criaram flexibilidade salarial mandando Russell e Jaden Hardy embora junto com Davis antes do deadline. Dinheiro pra gastar no mercado eles têm.

    Michael Finley e Matt Riccardi, que tocaram o time como GMs interinos, já foram avisados no fim de semana que não vão ficar no cargo. Agora é ver o que Ujiri vai fazer com eles – se mantém na organização ou se manda embora.

    Vocês acham que o Ujiri consegue montar um time campeão em torno do Luka sem picks de primeira rodada? Vai ser o maior teste da carreira dele, mas se alguém pode fazer essa mágica acontecer, é esse cara mesmo.

  • Mavs ficam no vácuo: Tim Connelly não vai sair do Wolves

    Mavs ficam no vácuo: Tim Connelly não vai sair do Wolves

    Olha só que situação chata pros Mavericks. Segundo o Marc Stein, a direção do time de Dallas já tá meio que desistindo de conseguir uma entrevista com Tim Connelly pra assumir o cargo de presidente de operações de basquete.

    E não é por falta de interesse, viu? O problema é que os Wolves simplesmente não vão liberar o cara. Connelly ainda tem mais um ano de contrato em Minnesota e, convenhamos, depois da temporada que os Wolves fizeram chegando nas finais do Oeste, por que diabos eles iam facilitar a saída do executivo?

    Patrick Dumont quer fazer barulho

    O que mais me chama atenção nessa história é que o Patrick Dumont, novo dono dos Mavs, tá claramente querendo fazer uma contratação de impacto. Cara quer chegar chegando, sabe? E faz todo sentido — time que tem Luka Dončić e Kyrie Irving precisa de uma direção à altura.

    Mas aí que tá o problema: os executivos top de linha da NBA não tão exatamente sobrando no mercado. E quando você encontra um disponível, sempre tem algum porém.

    Dennis Lindsey ainda na mesa

    A alternativa que tá ganhando força é o Dennis Lindsey, atual vice-presidente de operações dos Pistons. Interessante que os Mavs ainda nem pediram permissão oficial pra conversar com ele — será que tão esperando resolver a situação do Connelly primeiro?

    Lindsey não é nome pequeno não. O cara teve passagens importantes no San Antonio (na época áurea dos Spurs) e no Utah Jazz. Conhece o mercado, entende de draft, sabe montar elenco. Talvez não seja o “nome de impacto” que o Dumont quer, mas definitivamente seria uma contratação sólida.

    Sinceramente? Acho que os Mavs vão ter que baixar um pouco as expectativas. Nem sempre dá pra pescar o peixe grande que você quer. Às vezes é melhor ir com alguém competente e disponível do que ficar correndo atrás de impossíveis.

    E vocês, acham que o Lindsey seria uma boa pra Dallas? Ou preferiam que eles continuassem insistindo em nomes mais badalados?