Tag: dallas mavericks

  • Kyrie Irving pode mesmo ir pro Minnesota? Tweet antigo agita tudo

    Kyrie Irving pode mesmo ir pro Minnesota? Tweet antigo agita tudo

    Olha, eu não esperava acordar hoje pensando em Kyrie Irving vestindo a camisa dos Timberwolves, mas aqui estamos. Um tweet de 2017 ressurgiu do além e botou fogo no parquinho — nele, o Uncle Drew listava Minnesota como um dos destinos preferidos na época da saída de Cleveland.

    E cara, o timing não podia ser mais perfeito (ou mais caótico, dependendo do seu ponto de vista). Dallas tá passando por uma reformulação gigante: Jason Kidd foi mandado embora, Masai Ujiri chegou como presidente de operações, e agora todo mundo quer saber o que vai rolar com o Kyrie.

    A situação tá meio doida em Dallas

    Sinceramente? Os Mavericks parecem um time completamente perdido. Luka saiu, Anthony Davis teve aquela passagem relâmpago, e agora estão tentando reconstruir tudo em volta do calouro Cooper Flagg — que, aliás, foi Rookie of the Year, então pelo menos uma coisa deu certa.

    Mas o problema é que essa instabilidade toda deixa o futuro do Kyrie bem incerto. Marc Stein relatou que tem uma “expectativa geral” na liga de que times vão ligar pra Dallas perguntando sobre a disponibilidade dele, mesmo que os Mavs não estejam ativamente tentando trocar o cara.

    E olha só que loucura: Irving vai ficar fora a temporada toda de 2025-26 por causa de uma cirurgia no joelho. Mesmo assim, os times tão interessados. Isso mostra o quanto ele ainda é valorizado.

    Anthony Edwards quer jogar com o Uncle Drew

    Aqui que a coisa fica interessante mesmo. Tem rumores de que Anthony Edwards tá doido pra jogar com o Kyrie. Uma fonte dos Wolves chamou essa possível parceria de “sweet” (traduzindo livremente: sensacional).

    E faz sentido, né? Imagina Edwards aprendendo com um dos caras que mais sabe criar jogadas na liga. O garoto já é um monstro, mas ter alguém como Kyrie do lado seria absurdo de assistir.

    Brandon “Scoop B” Robinson ainda falou que uma figura da liga acredita que “Irving em Minnesota torna os Timberwolves candidatos ao título”. Olha, eu não sei se é tanto assim, mas que seria uma dupla divertidíssima de ver, isso seria.

    Será que rola mesmo?

    Bom, além de Minnesota, Houston também tá de olho na situação. Mas convenhamos — se eu fosse o Kyrie, também pensaria duas vezes antes de aceitar qualquer troca. O cara já rodou muito pela liga e talvez só queira estabilidade.

    Por outro lado, jogar com Edwards em Minnesota, numa franquia que tá claramente investindo em competir agora… não é uma ideia ruim não.

    E vocês, acham que essa troca faz sentido? Kyrie consegue se adaptar à cultura do Minnesota ou vai dar ruim igual já deu em outros lugares? Porque uma coisa é certa: onde o Uncle Drew vai, a polêmica segue junto.

  • Cooper Flagg domina All-Rookie Team 2026 – que temporada!

    Cooper Flagg domina All-Rookie Team 2026 – que temporada!

    Gente, saiu o All-Rookie First Team da temporada 2025-26 e não teve surpresa no comando: Cooper Flagg dos Mavericks liderou a galera toda. O cara que já tinha levado o prêmio de Rookie of the Year obviamente não podia ficar de fora dessa.

    Junto com o fenômeno dos Mavs, vieram mais quatro monstros: Cedric Coward (Grizzlies), VJ Edgecombe (Sixers), Dylan Harper (Spurs) e Kon Knueppel (Hornets). Cara, que safra absurda de rookies foi essa!

    Flagg mostrou por que foi primeira escolha

    O número 1 do draft de 2025 realmente botou pra quebrar em Dallas. Mesmo com o time não chegando nos playoffs — o que deve ter doído pra caramba —, o garoto fechou a temporada com médias de 21.0 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Aproveitamento de 46.8% nos arremessos de quadra, mas aquele arremesso de 3 ainda precisa melhorar (29.5%).

    Sinceramente? Pra um rookie carregar tanto peso ofensivo logo de cara, esses números são surreais. E olha que ele só tem 19 anos ainda!

    As outras pérolas da safra

    Agora, Cedric Coward foi a grande surpresa pra mim. Ninguém esperava que ele ia explodir assim em Memphis — 13.6 pontos, 5.9 rebotes e 2.8 assistências em 62 jogos. O Grizzlies sempre teve bom olho pra achar diamante bruto.

    VJ Edgecombe encaixou que nem uma luva no backcourt da Filadélfia ao lado do Tyrese Maxey. E Dylan Harper? Meu amigo, jogar de shooting guard com Victor Wembanyama do seu lado deve ser um sonho — e ele aproveitou cada oportunidade em San Antonio.

    Mas quem quase roubou a parada foi Kon Knueppel. O cara ficou em segundo no ROY, perdendo só pro ex-companheiro de Duke, o próprio Flagg. Todo mundo achava que ele ia ser só um 3&D básico, mas o garoto surpreendeu: 18.5 pontos, 5.3 rebotes, 3.4 assistências com 47.5% de aproveitamento geral e 42.5% de 3. Que evolução!

    E aí, vocês acham que essa vai ser lembrada como uma das melhores safras de rookies da década? Pra mim, com certeza absoluta. Imagina esses caras daqui a uns 3-4 anos — vai ser uma guerra no Oeste e no Leste!

  • Flagg domina e forma time de rookies de outro mundo na NBA

    Flagg domina e forma time de rookies de outro mundo na NBA

    Cara, os calouros da temporada 2025-26 da NBA são simplesmente absurdos. Cooper Flagg não só confirmou todo o hype que vinha de Duke, como literalmente arrasou e foi escolha unânime pro First Team All-Rookie junto com mais quatro monstros.

    E olha que time se formou no Dallas! Flagg chegou nos Mavericks e já mostrou porque era considerado a joia número 1 do draft. O garoto tem 19 anos e joga com uma maturidade que impressiona — me lembra muito o LeBron quando chegou na liga, sabe?

    O quinteto dos sonhos rookies

    Junto com Flagg, o First Team veio completo: Kon Knueppel (Charlotte Hornets), VJ Edgecombe (Philadelphia 76ers), Dylan Harper (San Antonio Spurs) e Cedric Coward (Memphis Grizzlies). Todos unânimes, o que é coisa rara de ver.

    Harper no Spurs foi uma surpresa boa — imagina esse garoto aprendendo com Pop? Vai virar monstro. E o Edgecombe na Filadélfia… cara, os 76ers acertaram em cheio nessa escolha.

    O que mais me impressiona é como esses rookies chegaram já fazendo diferença. Normalmente a gente vê calouros sofrendo pra se adaptar, mas essa turma veio pra jogar desde o primeiro dia. Knueppel especialmente tem um arremesso de 3 que é pura arte.

    Second Team também tem qualidade de sobra

    No segundo time, Ace Bailey (Utah Jazz) deve estar roendo as unhas por não ter conseguido o primeiro time, mas convenhamos — a concorrência estava pesada. O garoto tem potencial de estrela, só precisa de mais consistência.

    Jeremiah Fears no New Orleans me chamou atenção também. Nome estranho, mas o jogo é sério. E o Maxime Raynaud no Sacramento? Francês de 2,11m que joga como pivô moderno — arremessa de longe e tem passe. Coisa linda de ver.

    Collin Murray-Boyles no Toronto e Derik Queen completando o time em New Orleans também merecem todos os elogios.

    Sinceramente, não lembro de uma classe de rookies tão forte assim desde 2003, quando veio LeBron, Carmelo, Wade e Bosh. Óbvio que ainda é cedo pra fazer essas comparações malucas, mas o potencial tá todo ali.

    E aí, quem vocês acham que vai ser o Rookie do Ano? Meu palpite fica com Flagg, mas Harper e Edgecombe também estão brigando forte. Vai ser uma disputa emocionante até o final da temporada!

  • Ex-jogador dos Bucks detona Jason Kidd: ‘Tentei avisar há 10 anos’

    Ex-jogador dos Bucks detona Jason Kidd: ‘Tentei avisar há 10 anos’

    Olha, eu sempre achei estranho como o Jason Kidd conseguia ser demitido de todos os lugares que passava. O cara é Hall of Fame, entende de basquete mais que a maioria, mas sempre rola alguma treta. E agora que saiu dos Mavericks, a ficha tá caindo de vez.

    Michael Carter-Williams, que jogou com Kidd nos Bucks lá em 2014, simplesmente confirmou o que muita gente já suspeitava. Quando um fã no X postou que “Kidd vai ser demitido de todo emprego de técnico porque, mesmo sendo bom nas jogadas e desenvolvimento de jogadores, com o tempo ele se torna insuportável”, o MCW não pensou duas vezes:

    “Eu tenho tentado falar isso pras pessoas há 10 anos. A verdade sempre prevalece”.

    A conta não fechava em Milwaukee

    Cara, imagina só a situação. Carter-Williams chegou nos Bucks no mesmo ano que Kidd virou técnico — 2014. Você pensaria que seria uma parceria perfeita: um armador lendário treinando um jovem armador promissor. O MCW até teve números decentes por lá: 12.4 pontos, 4.7 rebotes, 5.3 assistências por jogo.

    Mas pelo visto a química pessoal não existia. E olha que estamos falando de um cara que foi Rookie of the Year, não é qualquer um reclamando por reclamar.

    Padrão que se repete

    O mais bizarro é como isso virou um padrão na carreira do Kidd como técnico. Nos Bucks ele durou quatro temporadas e saiu com 139 vitórias e 152 derrotas — longe do ideal. Passou pelo Brooklyn Nets antes, foi assistente técnico nos Lakers, e agora caiu em Dallas.

    Sinceramente, eu fico pensando: será que é ego demais? Ou é só uma personalidade difícil mesmo? O cara claramente entende de basquete — não dá pra negar isso. Mas parece que sempre rola algum atrito com jogadores ou diretoria.

    E vocês, o que acham? Acreditam que o Kidd realmente é “insuportável” como técnico, ou é só azar mesmo? Porque pelo histórico, tá difícil defender…

  • Ujiri assume culpa por demitir Kidd: ‘Precisávamos de uma página limpa’

    Ujiri assume culpa por demitir Kidd: ‘Precisávamos de uma página limpa’

    Cara, que bomba nos Mavs. Masai Ujiri não quis jogar a responsabilidade pra ninguém — assumiu de cara que foi ele quem mandou Jason Kidd embora. E olha, eu respeito muito essa postura dele.

    “É muito justo dizer que essa decisão é minha”, falou Ujiri na coletiva de quarta-feira. “Não quero colocar isso em nenhum jogador, de jeito nenhum, nem em mais ninguém da organização.”

    Sinceramente? Achei interessante essa transparência toda. O cara chegou em Dallas, olhou tudo de cima a baixo com o GM Mike Schmitz, e decidiu que precisava mexer no time técnico. Cinco anos de Kidd à frente do time, incluindo aquela chegada nas Finals de 2023-24, mas mesmo assim Ujiri achou que era hora de mudar.

    Uma decisão difícil mas necessária

    Ujiri foi bem claro: não foi nada pessoal contra o Kidd. Pelo contrário, falou que foi uma “decisão muito, muito difícil”. Mas na visão dele, os Mavs precisavam de “clareza sobre onde estamos indo” ao invés de “muitas coisas misturadas”.

    E olha, faz sentido. Às vezes você precisa mesmo de um recomeço total, né? Ujiri disse que quer o time trabalhando “numa direção só” na construção do elenco e na criação de uma mentalidade vencedora.

    O que mais me chamou atenção foi ele falando que conversou com Cooper Flagg e Kyrie Irving sobre a decisão. Esses dois são os pilares da franquia agora, então faz todo sentido eles estarem no loop.

    E agora, quem vem?

    Ujiri não deu timeline específico, mas prometeu uma busca “abrangente” pelo novo técnico. Eu tô curioso pra ver quem eles vão trazer. Com Flagg e Irving no elenco, precisa ser alguém que saiba lidar com estrelas e ao mesmo tempo construir um sistema sólido.

    Uma coisa que achei bacana: perguntaram se a decisão teve a ver com Kidd estar ligado àquele negócio todo da troca do Luka Dončić (que pesadelo, né?), e Ujiri foi categórico que não. Também perguntaram se o interesse do Kidd no cargo que o próprio Ujiri assumiu influenciou, e a resposta foi a mesma: não.

    Vocês acham que foi a decisão certa? Kidd tinha seus méritos, mas talvez mesmo os Mavs precisem dessa “página limpa” que o Ujiri falou. Com Flagg e Irving, tem potencial pra fazer algo especial.

  • Flagg domina, mas Knueppel quebra recorde histórico de rookies

    Flagg domina, mas Knueppel quebra recorde histórico de rookies

    Olha, já era mais do que esperado que o Cooper Flagg ia levar o prêmio de Rookie do Ano — o cara simplesmente destruiu na temporada. Mas o que me chamou atenção mesmo foi o Kon Knueppel quebrando um recorde que parecia intocável.

    A NBA divulgou o All-Rookie Team de 2025-2026 e, cara, que turma boa entraram na liga esse ano. Flagg obviamente liderou o primeiro time junto com Knueppel (Hornets), VJ Edgecombe (76ers), Dylan Harper (Spurs) e Cedric Coward (Grizzlies).

    Flagg fez o que todo mundo esperava

    21 pontos por jogo liderando todos os rookies. Sinceramente, eu já esperava isso do garoto — desde Duke você via que ele tinha algo especial. Os 6.7 rebotes e 4.5 assistências mostram que não é só cestinha, sabe jogar coletivo também. E aqueles 46.8% de aproveitamento? Monstro.

    Mas vou te falar, Dallas acertou em cheio nessa escolha. O cara já tá sendo peça fundamental no time.

    Knueppel quebrou tudo no arremesso de 3

    Agora o que me deixou de queixo caído foi o Knueppel. 273 bolas de três na temporada! Pra vocês terem noção, o recorde anterior era do Keegan Murray com 207 em 2022-23. O cara literalmente pulverizou a marca.

    42.5% do perímetro é coisa de maluco. E olha que não foi sorte não — foram mais de 80 tentativas, então é consistência mesmo. Charlotte pode ter encontrado um atirador especial aí.

    Edgecombe também fez bonito nos Sixers com 16 pontos de média em 75 jogos. Consistência é tudo na NBA, e o garoto provou que aguenta o tranco da temporada inteira.

    Harper e as enterradas que viraram meme

    Dylan Harper pode ter saído do banco na maior parte da temporada pelos Spurs, mas cara… essas enterradas que ele dava eram absurdas. Aquela que deixou o Dwyane Wade e a Candace Parker de boca aberta no Prime? Eu assisti umas 50 vezes, não vou mentir.

    13.6 pontos em 25.8 minutos é produção boa vindo do banco. San Antonio sempre soube desenvolver jovem, né? E Coward no Memphis também mostrou serviço com seus 13.6 pontos e 5.9 rebotes por jogo.

    No segundo time ficaram Jeremiah Fears (Pelicans), Ace Bailey (Jazz), Maxime Raynaud (Kings), Collin Murray-Boyles (Raptors) e Derik Queen (também Pelicans).

    E aí, quem vocês acham que vai ser o próximo a quebrar o recorde do Knueppel? Com a liga cada vez mais voltada pro arremesso de 3, não duvido que apareça alguém tentando chegar nas 300 bolas na próxima temporada!

  • Kidd demitido dos Mavs: finalmente uma nova era pode começar

    Kidd demitido dos Mavs: finalmente uma nova era pode começar

    Cara, não vou mentir — acordei com uma sensação estranha hoje. Jason Kidd não é mais técnico dos Dallas Mavericks. E sabe o que mais? Tô aliviado.

    Olha, não é que eu odiasse o Kidd. O cara foi um jogador monstro, Hall of Fame, respeito total. Mas como técnico dos Mavs… sinceramente, já tava na hora de uma mudança. Principalmente depois daquela trade bizarra do Luka Doncic.

    O que deu errado com Kidd?

    Vou ser honesto aqui: Kidd tinha qualidades. Ele desenvolveu bem os jovens, sabia lidar com ego de estrela, e os jogadores gostavam dele. Isso não é pouca coisa na NBA atual.

    Mas mano, o cara simplesmente não evoluiu taticamente. Quantas vezes a gente viu as mesmas rotações cansadas? Os mesmos plays saindo do timeout que qualquer técnico adversário já decorou? E aquela dependência absurda do Luka pra resolver tudo sozinho…

    Lembram quando perguntaram pro Kidd sobre não pedir timeout numa sequência ruim e ele respondeu “Eu tô assistindo, como vocês”? Cara, que resposta é essa? (risos) Você é o TÉCNICO!

    A estatística que mais me chocou: antes da trade do Luka, Kidd tinha 56.3% de aproveitamento. Depois da trade? 33.9%. Claro que perdeu o melhor jogador, mas essa queda é de arrepiar.

    Masai Ujiri chegou pra revolucionar

    Agora vem a parte que me deixa empolgado. Masai Ujiri assumiu como presidente dos Mavs e já mostrou que não tá brincando. Primeiro trouxe Mike Schmitz como GM — um cara que conhece há anos e confia no trabalho de scout.

    E olha a rapidez: 11 dias depois de contratar o Schmitz, já demitiu o Kidd. Isso é decisão! Nada de ficar enrolando ou “vamos dar mais uma chance”.

    Ujiri falou uma coisa que me marcou sobre o Schmitz: “Ele é um scout incrível, um líder incrível. Se aprofunda no trabalho, nos dados, e em tudo que você quer saber sobre scout de um jogador, construção de time”.

    E agora, Dallas?

    Vocês acham que essa mudança vai dar resultado? Eu tô otimista, não vou mentir. Os Mavs precisavam dessa chacoalhada depois de toda aquela confusão da trade do Luka e dos problemas com o departamento médico.

    Claro que ainda dói perder o Luka — imagina trocar um cara que fez 73 pontos numa noite! Mas às vezes você precisa dar dois passos pra trás pra conseguir dar três pra frente.

    O importante é que agora tem gente séria no comando. Ujiri construiu um time campeão em Toronto, sabe o que tá fazendo. E se ele e o Schmitz conseguirem encontrar o técnico certo, quem sabe os Mavs não voltam a ser relevantes nos playoffs?

    Uma coisa é certa: a era Kidd acabou. E sinceramente? Era hora mesmo de virar essa página.

  • Orlando pode ser o novo lar de Jason Kidd após bomba em Dallas

    Orlando pode ser o novo lar de Jason Kidd após bomba em Dallas

    Rapaz, que reviravolta! Jason Kidd foi demitido pelos Mavericks depois de cinco temporadas e agora todo mundo quer saber: onde o veterano vai parar? Na minha opinião, Orlando faz muito sentido — e vou explicar o porquê.

    A demissão do Kidd na terça-feira foi um verdadeiro baque. O cara teve que lidar com a troca bombástica do Luka Dončić para os Lakers em troca do Anthony Davis (que logo se machucou, que azar), comandou uma reconstrução total e ainda viu o time draftar Cooper Flagg como primeira escolha geral. Resultado? 26-56 na temporada. Não é fácil mesmo.

    Orlando precisa de experiência

    E é aí que entra o Magic. O time dispensou Jamahl Mosley depois daquela zebra histórica — perderam uma série de 3-1 para os Pistons nos playoffs. Cara, como você perde uma vantagem dessas? Foi o terceiro ano consecutivo que Orlando caiu na primeira rodada sob comando do Mosley.

    Segundo o Marc Stein, Orlando já tinha interesse no Kidd em 2021 e agora está atrás de um técnico experiente. Faz sentido total. O Magic tem potencial — foram 45-37 na temporada regular e quase derrubaram a primeira colocação nos playoffs. A contratação do Desmond Bane no ano passado mostrou que eles querem competir de verdade.

    Kidd é a peça que falta?

    Olha, eu sinceramente acho que Kidd pode ser exatamente o que Orlando precisa. O cara tem 388-395 como técnico (ok, não é um números espetacular), mas passou por Milwaukee, Brooklyn e agora Dallas. Experiência não falta.

    E vocês sabem o que mais me chama atenção? Orlando quer dar o próximo passo. Eles têm peças interessantes, um elenco jovem com fome de vitória, e agora precisam de alguém que saiba como navegar nos playoffs — coisa que o Kidd já fez.

    Claro que o Magic também está de olho no Jeff Van Gundy e no Billy Donovan. Mas entre nós, Kidd conhece a liga como poucos. Será que Orlando vai apostar nessa experiência? Eu apostaria.

  • 6 vagas de técnico na NBA em 2026: qual é a pior e qual é a melhor?

    6 vagas de técnico na NBA em 2026: qual é a pior e qual é a melhor?

    A bomba já caiu: Jason Kidd foi demitido pelos Mavericks com 4 anos e 40 milhões de dólares ainda no contrato. Absurdo, né? Mas é assim que a NBA funciona — você tem Cooper Flagg carregando o time nas costas e mesmo assim rola demissão.

    Agora temos 6 vagas de técnico nesta offseason, e cara, algumas são uma beleza… outras são praticamente um tiro no pé. Vamos ranking essas oportunidades da pior pra melhor, porque eu tô curioso pra saber onde vocês acham que iriam se fossem técnicos.

    6º lugar: Milwaukee Bucks – A bagunça do Giannis

    Olha, ter o Giannis deveria ser sinônimo de sucesso, mas a situação em Milwaukee tá um caos total. 32 vitórias em 82 jogos? Isso é quase inadmissível com um dos 5 melhores jogadores do mundo no seu elenco.

    O problema é que eles estão “abertos a negócios” envolvendo o Greek Freak. Se ele sair — e tudo indica que vai — sobra o quê? Myles Turner ganhando 83 milhões pelos próximos anos e Damian Lillard recebendo 90 milhões pra NÃO jogar até 2030. É surreal.

    Taylor Jenkins foi contratado pra navegar nessa tempestade, mas sinceramente? Boa sorte pra ele, porque sem picks próprios até 2031, vai ser uma reconstrução longa e dolorosa.

    5º lugar: New Orleans Pelicans – Pequeno mercado, grandes problemas

    Os Pelicans contrataram Jamahl Mosley, que saiu meio queimado de Orlando. Cara, eu até entendo a lógica — eles têm peças interessantes como Zion (se ficar saudável), Trey Murphy III e Herb Jones. Mas é Nova Orleans, né?

    Mercado pequeno, dono sem visão clara, e Joe Dumars trocando picks que viraram top 8 no draft. 26 vitórias na temporada passada fala por si só. Mosley vai ter que fazer milagre, e olha que em Orlando ele já mostrou limitações no ataque.

    A pergunta que não quer calar: será que Zion aguenta uma temporada inteira? Porque se não aguentar, prepare-se pra mais um ano de sofrimento na Big Easy.

    4º lugar: Portland Trail Blazers – Veteranos e jovens numa mistura estranha

    Portland fez 42 vitórias e chegou aos playoffs como 8º colocado, o que já é um avanço. O problema é que eles têm uma salada de frutas no elenco: Jrue Holiday ganhando quase 35 milhões, Scoot Henderson ainda tentando provar seu valor, e Shaedon Sharpe com potencial mas inconsistente.

    A boa notícia? Eles têm picks de primeira rodada até 2032, o que dá flexibilidade. A má? Damian Lillard ainda tá na folha ganhando 13 milhões, mesmo não jogando mais lá. É uma situação estranha, mas pelo menos tem futuro.

    Na minha visão, quem pegar esse job vai ter que decidir: apostar nos veteranos pra brigar por playoffs ou focar no desenvolvimento dos jovens. Não dá pra fazer os dois ao mesmo tempo.

    E aí, pessoal — qual dessas vagas vocês pegariam? E mais importante: quem vocês acham que vai parar no topo dessa lista?

  • Sean Sweeney é o favorito para substituir Jason Kidd no Dallas

    Sean Sweeney é o favorito para substituir Jason Kidd no Dallas

    Bomba nos Mavericks! Jason Kidd foi mandado embora e agora todo mundo quer saber quem vai comandar o time na próxima temporada. E olha, parece que o Sean Sweeney, assistente técnico dos Spurs, tá na pole position pra assumir o cargo.

    Cara, que reviravolta, né? Kidd tinha contrato até 2028 com mais de 40 milhões garantidos, mas isso não salvou ele do machado. O novo presidente Masai Ujiri não perdoou a temporada desastrosa de 26-56, uma queda livre depois daquela campanha histórica até as Finais em 2024.

    Sweeney conhece a casa

    O Sweeney não é qualquer um não. Esse cara de 41 anos já trabalhou em Dallas mesmo, foi assistente do próprio Kidd de 2021 a 2025. Agora tá nos Spurs como assistente principal e – pasmem – ajudou a transformar o Wembanyama no Defensor do Ano.

    Sinceramente? Faz todo sentido. O cara conhece a organização, tem credibilidade defensiva (que Dallas precisa desesperadamente) e já provou que sabe trabalhar com jovens talentos. E convenhamos, com o Cooper Flagg chegando como Novato do Ano e o Kyrie Irving voltando de lesão, o time tem potencial pra voltar aos playoffs.

    Só tem um problema: o Bulls também quer ele, e o cargo deles tá aberto há semanas. Será que Dallas não demorou demais pra mexer?

    A concorrência esquenta

    Billy Donovan também tá na briga, mas pelo que eu vejo, ele tá mais inclinado pro Orlando. O cara saiu de Chicago justamente por não querer mais reconstrução, e Dallas ainda tá nesse processo meio doloroso.

    Jon Scheyer da Duke aparece nas listas também, mas convenhamos – ele tá muito bem onde tá. Coach K nunca saiu da faculdade pros profissionais, e Scheyer parece seguir a mesma linha.

    O que vocês acham? Sweeney tem o perfil certo pra fazer Dallas voltar a brigar lá em cima? Eu acho que sim. Experiência defensiva + conhecimento da casa + timing perfeito com esses jovens talentos chegando. Pode dar muito certo.

    Uma coisa é certa: depois da troca desastrosa do Doncic pro Lakers em 2025 (que custou o cargo do GM também), Dallas precisa acertar nessa escolha. A torcida não aguenta mais decepção.