Tag: dallas mavericks

  • Luka ainda longe da volta: sem prazo e nem treino com contato

    Luka ainda longe da volta: sem prazo e nem treino com contato

    Olha, vou ser direto com vocês: a situação do Luka Dončić não tá nada boa. O cara continua sem prazo para voltar dessa lesão no posterior da coxa, e pelo que tudo indica, ainda vai demorar um tempão.

    Segundo a Cassidy Hubbarth, da NBA On Prime, o astro dos Mavs ainda tá engatinhando na recuperação. “Ele tá fazendo alguns exercícios de movimentação na quadra, arremessando umas bolas, mas tudo muito controlado”, disse ela na sexta passada.

    A real sobre a lesão

    Sinceramente? Quando você vê que o cara ainda não consegue nem fazer um 1×1 ou qualquer coisa com contato, é sinal de que a coisa tá séria mesmo. Estamos falando de uma distensão grau 2 no posterior — não é brincadeira, não.

    E olha só que timing perfeito (ironia total): enquanto o Luka fica no banco vendo os outros jogarem, os Mavs eliminaram os Rockets no jogo 6 e agora vão encarar o Thunder a partir de terça-feira. Imaginem se ele tivesse disponível para essa série…

    Recuperação vai na calma

    A Hubbarth foi bem clara: “É um pouco mais que só arremessos isolados, mas ainda tá longe de qualquer coisa ao vivo. Continua sendo uma construção lenta para o retorno, não algo iminente”.

    Mano, eu tô vendo isso e pensando: será que ele volta ainda nestes playoffs? Porque do jeito que tá, parece que os caras tão sendo super cautelosos — o que é o certo, mas dói no coração de qualquer fã dos Mavs.

    Na semana passada já tinham falado que era improvável ele jogar na segunda rodada. E agora, vendo que ele ainda não consegue nem treinar com contato físico… vocês acham que ele volta se o Dallas chegar nas finais do Oeste? Eu tô começando a duvidar, não vou mentir.

    O negócio é torcer para que a recuperação evolua logo, porque NBA sem Luka fazendo suas mágicas não é a mesma coisa. E os Mavs, mesmo jogando bem, precisam muito do seu craque de volta.

  • Cuban tentou recomprar os Mavs e tomou um fora histórico

    Cuban tentou recomprar os Mavs e tomou um fora histórico

    Olha, eu sempre achei que o Mark Cuban ia se arrepender de vender os Mavericks. E não é que o cara realmente tentou dar o golpe da volta?

    Em entrevista pro Front Office Sports, Cuban confirmou que tentou sim recomprar o Dallas Mavericks da família Adelson — e levou um não redondo. “Se houvesse qualquer chance de fazer isso novamente, eu faria, mas esse não é mais o jogo”, admitiu o bilionário.

    A novela da venda que não para

    Relembra aí: Cuban vendeu 73% do time pra família da Miriam Adelson em dezembro de 2023, ficando com 27%. Mas o pior é que tem uma cláusula no contrato que permite os Adelsons comprarem mais 20% nos próximos quatro anos. Ou seja, Cuban pode ficar com míseros 7% do time que ele construiu.

    Imagina a dor no coração do cara? Principalmente depois de ver os novos donos trocarem o Luka Dončić pros Lakers em fevereiro. Sim, vocês leram certo. TROCARAM O LUKA.

    A tentativa desesperada

    Segundo Cuban, um grupo de investidores externos chegou até ele querendo bancar uma recompra. “Um monte de gente me procurou; eles não estavam felizes com o rumo das coisas”, explicou. “E eu falei: ‘Olha, se vocês conseguirem convencer eles a vender, eu ficaria mais que feliz em contribuir com minha participação e ajudar.’”

    Mas o próprio Cuban já sabia que não ia rolar. Ele mesmo disse pros caras que duvidava que os Adelsons tivessem interesse em vender. E não é que ele estava certo?

    A resposta da família foi direta e grossa: “O time não está à venda e as famílias estão ansiosas para expandir sua participação acionária ao longo do tempo.”

    O arrependimento que não sai da cabeça

    Cuban já tinha desabafado antes que não se arrependia de ter vendido, mas sim de TER VENDIDO PRA QUEM VENDEU. “Cometi muitos erros no processo, e vou deixar por isso mesmo”, disse.

    E sinceramente? Dá pra entender a frustração do cara. Você constrói uma franquia do zero, vê ela chegar nas finais da NBA, e depois tem que assistir os novos donos desmancharem tudo. A troca do Luka deve ter sido a gota d’água.

    Cuban não descartou comprar outro time da NBA no futuro, mas admitiu que geografia e licitações competitivas seriam obstáculos. Aos 67 anos, será que ele ainda tem fôlego pra essa batalha toda de novo?

    E aí, vocês acham que Cuban ainda vai conseguir voltar pra NBA como dono? Ou essa porta já fechou de vez?

  • Mavs querem Tim Connelly, mas Wolves não vão largar o osso

    Mavs querem Tim Connelly, mas Wolves não vão largar o osso

    Olha só que situação interessante rolando na NBA: o Dallas Mavericks tá de olho no Tim Connelly, presidente de operações de basquete do Minnesota Timberwolves, pra assumir o comando do front office deles. Só que tem um probleminha — os Wolves não estão nem um pouco interessados em facilitar as coisas pros texanos.

    E sinceramente? Eu entendo perfeitamente.

    Por que os Wolves não querem soltar Connelly

    Cara, é só olhar os números. Desde que Connelly assumiu o comando em Minnesota, os Wolves ganharam quase 60% dos jogos na temporada regular. Sessenta por cento! Pra uma franquia que vivia brigando pra não ficar na última colocação, isso é praticamente um milagre.

    Mas o mais impressionante mesmo foram essas últimas duas temporadas. O Minnesota chegou nas duas últimas finais da Conferência Oeste e — pasmem — acabou de eliminar o Denver Nuggets na primeira rodada dos playoffs de 2024. Os mesmos Nuggets que foram campeões em 2023. Absurdo, né?

    E tem mais um detalhe que deixa tudo mais irônico: Connelly foi GM do Denver por nove temporadas e ajudou a montar aquele time campeão de 2023. Ou seja, o cara literalmente construiu um time, saiu, e agora voltou pra eliminar a própria criação. Se isso não é roteiro de filme, eu não sei o que é.

    Dallas fica na mão

    Como Connelly tem contrato com os Wolves, Dallas precisa de permissão pra nem sequer conversar com ele. E pelo jeito, Minnesota vai dar um sonoro ‘não, obrigado’ pra essa solicitação.

    Pensando bem, se eu fosse dirigente dos Wolves, faria exatamente a mesma coisa. O cara pegou uma franquia que era piada pronta e transformou em candidato real ao título. Por que diabos eles iriam facilitar pra um rival da própria conferência?

    Os Mavericks vão ter que partir pro plano B — e olha que eles precisam mesmo de alguém competente depois de algumas temporadas meio apagadas. Vocês acham que Dallas consegue achar alguém do nível do Connelly disponível no mercado?

    Uma coisa é certa: a NBA continua sendo um negócio onde lealdade e sucesso andam de mãos dadas. Connelly construiu algo especial em Minnesota, e os Wolves não vão deixar essa peça-chave escapar fácil assim.

  • Mark Cuban fala a verdade: trades vão explodir com nova loteria da NBA

    Mark Cuban fala a verdade: trades vão explodir com nova loteria da NBA

    Olha, o Mark Cuban sabe das coisas. O cara que construiu os Mavs champions de 2011 acabou de soltar uma bomba sobre o novo sistema anti-tanking da NBA — e sinceramente, faz todo sentido.

    A liga finalmente revelou o plano que tá dando o que falar: uma loteria 3-2-1 onde 16 times diferentes podem pescar a primeira escolha do draft. Isso mesmo, dezesseis times. E Cuban já sacou onde a coisa vai dar: “O número de trades vai explodir”.

    O sistema que muda tudo

    A parada é assim: os três piores times da liga ganham apenas 5,4% de chance na primeira pick (duas bolinhas), enquanto todos os outros que ficam fora do play-in têm 8,1% (três bolinhas). Compara com o sistema antigo onde os três piores tinham 14% cada um.

    Cuban mandou a real no Twitter mesmo. Na visão dele, isso vai fazer os picks de primeira rodada valerem muito mais — e quando algo vale mais, todo mundo quer negociar. Faz sentido, né?

    Ele até pintou um cenário maluco: imagina que teu time é jovem e bom, mas não o suficiente pra ring. Aí aparece um Victor Wembanyama na vida. Tu literalmente pode trocar teus futuros picks MAIS teus jovens talentos e juntar 5 primeiras escolhas. Com sorte, isso te dá 40,5% de chance de ganhar a loteria.

    A estratégia vai mudar completamente

    E tem mais uma coisa que Cuban sacou: os times vão lutar pra não ficar entre os três piores. Antes era o contrário — quanto pior, melhor. Agora? “Os jogos pra não ficar no bottom 3 vão ser divertidos”, disse ele.

    Cara, isso significa que alguns times podem até COMPRAR jogadores no deadline só pra garantir que vão ter as três bolinhas em vez de duas. É uma reviravolta total na mentalidade da liga.

    Eu tô curioso pra ver como vai ser. Os Mavs mesmo têm um histórico bizarro com a loteria — em 17 tentativas, só subiram de posição uma vez (ano passado, quando pescaram o Cooper Flagg sendo apenas o 11º pior). Ironia do destino, né?

    E vocês, o que acham?

    Sinceramente, acho que o Cuban tá certíssimo. Quando você nivela as chances assim, a galera fica mais agressiva nas negociações. A proposta tem apoio da maioria dos donos e vai ser votada no dia 28 de maio.

    Se passar — e provavelmente vai — a gente tá prestes a ver uma NBA bem diferente. Menos tanking, mais trades, times lutando até o fim… Pode ser que seja exatamente o que a liga precisava.

  • Cooper Flagg desbanca ex-companheiro de Duke e leva o ROY por pouco

    Cooper Flagg desbanca ex-companheiro de Duke e leva o ROY por pouco

    Cara, que disputa absurda foi essa pelo Rookie of the Year! Cooper Flagg conseguiu levar a melhor sobre Kon Knueppel por apenas 26 pontos na votação. Imagina só — dois caras que jogavam juntos em Duke há poucos anos agora brigando pelo prêmio de calouro do ano na NBA.

    Flagg fez algo que não víamos desde Michael Jordan em 84-85: liderar o time em pontos, rebotes, assistências E roubadas de bola. Isso com 19 anos, gente. Dezenove. O moleque teve médias de 21.0 pontos, 6.7 rebotes, 4.5 assistências e 1.2 roubadas por jogo nos Mavericks.

    A rivalidade entre irmãos de Duke

    O mais legal é ver como eles encaram essa competição. “Eu estava assistindo o Kon porque ele é um dos meus irmãos”, disse Flagg depois de ganhar o prêmio. “A gente tem essa conexão e sempre vai estar um pelo outro. Eu estava assistindo ele como fã também, mas sempre vai ter essa competição ao mesmo tempo.”

    Sinceramente? Acho lindo isso. Competição saudável entre dois jovens que se conhecem desde a época da faculdade.

    Knueppel não ficou muito atrás não — 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.5 assistências pelo Charlotte. O cara ainda quebrou o recorde de cestas de 3 para calouros com 273 bolas enterradas do perímetro. Monstro demais.

    Números que impressionam

    Flagg virou o jogador mais jovem da história da NBA a fazer jogos de 35, 40, 45 e 50 pontos. E também o mais novo a distribuir pelo menos 10 assistências numa partida. Os recordes vão caindo um atrás do outro.

    Na votação final, Flagg levou 56 votos de primeiro lugar contra 44 do Knueppel. V.J. Edgecombe completou os finalistas mas ficou no zero a zero nos primeiros lugares.

    O que me chama atenção é que Charlotte com Knueppel conseguiu brigar pelo Play-In (mesmo perdendo pro Magic depois), enquanto Dallas com Flagg fez apenas 26-56. Às vezes o prêmio individual não reflete o sucesso coletivo, né? Vocês acham que isso pesou na votação ou os números individuais do Flagg falaram mais alto?

    De qualquer forma, Duke pode se orgulhar. Ter dois ex-alunos brigando pelo ROY e fazendo temporadas de rookie assim é coisa de programa de elite mesmo. E o melhor? Esses dois ainda têm muito chão pela frente na liga.

  • Cooper Flagg leva o ROY numa das disputas mais apertadas da história

    Cooper Flagg leva o ROY numa das disputas mais apertadas da história

    Cara, que temporada absurda foi essa! Cooper Flagg acabou de ser confirmado como Rookie of the Year da NBA numa votação que literalmente foi decidida nos últimos votos. Estou aqui ainda processando os números — 56 votos em primeiro lugar pra ele, 44 pro Kon Knueppel. É muita coisa!

    Olha só que loucura: entrando na temporada, todo mundo (eu inclusive) achava que o Flagg ia dominar esse prêmio sem nem suar. Primeira escolha do Draft, indo pro Dallas que todo mundo esperava que brigasse pelos playoffs… Aí a realidade bateu na porta.

    A reviravolta que ninguém esperava

    “Essa temporada saiu muito diferente do que eu esperava”, disse o próprio Flagg na NBA Showtime. E não é que foi mesmo? Por longos períodos da temporada, eu tava vendo o Kon Knueppel — que foi colega de quarto dele em Duke — literalmente roubando o show em Charlotte.

    Vocês viram como o Knueppel tava jogando no meio da temporada? Monstro total. Eu sinceramente achei que ele ia levar, não vou mentir. Mas aí o Cooper acordou pra vida nas últimas semanas e simplesmente virou a mesa.

    Números que fazem história

    E que números, hein pessoal! Flagg fechou a temporada com média de 21 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Mas o que me deixou de queixo caído mesmo foi ele entrar num clube seleto: junto com Michael Jordan como únicos rookies a liderar o time em pontos, rebotes, assistências E roubos de bola.

    Ah, e aqueles 51 pontos contra Orlando em abril? Recorde da NBA pra um rookie. CINQUENTA E UM! Fora os outros três jogos com mais de 40 pontos. O cara literalmente decidiu que ia fazer história mesmo.

    VJ Edgecombe do Philadelphia ficou em terceiro lugar — e olha, em muitos outros anos ele teria levado fácil. Essa classe de rookies foi diferenciada demais.

    Por que essa votação foi tão especial

    Essa foi a segunda votação mais apertada pra ROY desde que a liga começou a acompanhar os números em 2003. A única mais disputada foi em 2022 com Scottie Barnes e Evan Mobley — lembram dessa?

    O que mais me impressiona é ver um cara de 19 anos (segundo mais jovem a ganhar o prêmio, só perdendo pro LeBron) aguentar a pressão de Dallas e ainda por cima crescer no momento decisivo. Começou meio perdido, admito, mas terminou mostrando porque foi a primeira escolha.

    E aí, vocês acham que ele tem potencial pra ser All-Star já no segundo ano? Eu tô começando a acreditar que sim…

  • Cooper Flagg leva o prêmio de Calouro do Ano da NBA!

    Cooper Flagg leva o prêmio de Calouro do Ano da NBA!

    Gente, era meio óbvio que ia dar Cooper Flagg, né? O garoto simplesmente destruiu na temporada de estreia e levou o prêmio de Rookie of the Year da NBA 2025-26, deixando o ex-companheiro de Duke, Kon Knueppel, na segunda colocação.

    Flagg recebeu 56 votos de primeiro lugar contra 44 do Knueppel — uma disputa bem acirrada, mas no final das contas a escolha número 1 do draft mostrou por que foi a primeira pick.

    Os números não mentem

    Olha só os números do moleque: 21.0 pontos, 6.7 rebotes, 4.5 assistências e 1.2 roubos de bola em 33.5 minutos por jogo ao longo de 70 partidas pelo Dallas Mavericks. Absurdo, né?

    E o mais impressionante é que ele conseguiu isso jogando ao lado do Luka Dončić — não é fácil brilhar quando você tem um dos melhores do mundo no seu time. Mas o Flagg se adaptou rapidinho e mostrou que veio pra ficar.

    Sinceramente, eu esperava números bons dele, mas 21 pontos de média na primeira temporada? Isso aí é coisa de craque mesmo. O último rookie que fez algo parecido foi… cara, nem lembro. Tem que voltar alguns anos.

    Knueppel também arrebentou

    Agora, vamos falar do Knueppel porque o cara também teve uma temporada monstruosa. 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências em 81 jogos pelo Charlotte Hornets.

    Mas o que mais impressiona é a eficiência dele do perímetro: 42.5% em 642 tentativas de três pontos, convertendo 273 bolas — um RECORDE para rookies. Monstro!

    Vocês acham que se ele tivesse caído num time melhor teria levado o prêmio? Porque olha, jogar em Charlotte não é moleza… O time não ajuda muito mesmo.

    O futuro está garantido

    “Essa é uma honra verdadeiramente especial”, disse Flagg após receber o prêmio. “Sou grato por receber esse reconhecimento e agradeço a todos na organização do Dallas Mavericks que acreditaram em mim desde o primeiro dia.”

    O cara ainda completou dizendo que nada disso aconteceria sem os companheiros de equipe e técnicos — classe pura. Gosto de ver essa humildade.

    VJ Edgecombe ficou em terceiro na votação, mas sinceramente, essa disputa foi mesmo entre os dois ex-Blue Devils.

    E aí, pessoal, vocês concordam com a escolha? Na minha opinião foi a decisão certa — Flagg teve mais impacto no time e ajudou Dallas a brigar por playoffs. Knueppel teve números incríveis, mas no final das contas o Flagg foi mais completo.

  • Mavs querem roubar o GM dos Wolves no meio dos playoffs

    Mavs querem roubar o GM dos Wolves no meio dos playoffs

    Olha, tem coisa mais desrespeitosa que tentar roubar o presidente de basquete de um time que tá voando nos playoffs? Os Dallas Mavericks tão fazendo exatamente isso com Tim Connelly, que comanda as operações de basquete do Minnesota Timberwolves.

    E o timing não podia ser mais maluco. Os Wolves tão destruindo o Denver Nuggets por 3-1 na primeira rodada dos playoffs — literalmente eliminando os atuais campeões — e os Mavs já tão de olho no cara que montou esse time.

    Por que Connelly é tão cobiçado?

    Cara, não é à toa que todo mundo quer o Connelly. O cara foi quem construiu os Nuggets campeões de 2023, e agora tá fazendo mágica em Minnesota. Pegou um time que vivia no limbo e transformou numa máquina de playoffs com Anthony Edwards, Karl-Anthony Towns e Jaden McDaniels.

    A questão é que ele não tem mais cláusula de saída no contrato com os Wolves. Mas vocês sabem como é a NBA — quando um executivo é bom assim, sempre tem jeito de fazer negócio. E pelo que tô ouvindo, muita gente na liga acredita que ele pode ser convencido a sair de Minnesota quando a temporada acabar.

    Dallas tá precisando mesmo

    Sinceramente, os Mavs precisam de alguém assim. O time tem Luka Dončić e Kyrie Irving, mas a construção do elenco ao redor deles tem sido questionável. Eles são um dos dois times da NBA procurando um novo comandante para o front office, e Connelly seria um upgrade gigantesco.

    Imagina só: o cara que descobriu Nikola Jokić na segunda rodada do draft e montou um time campeão agora trabalhando com Luka? Seria uma combinação monstro. Mas primeiro, ele tem que se concentrar em levar os Wolves o mais longe possível nesses playoffs.

    E aí, vocês acham que Connelly deixaria Minnesota depois de todo esse sucesso? Ou será que a tentação de trabalhar com Luka seria grande demais?

  • Mavs perderam no ‘cara ou coroa’ e agora tá difícil pro Draft

    Mavs perderam no ‘cara ou coroa’ e agora tá difícil pro Draft

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: os Dallas Mavericks conseguiram a façanha de fazer TUDO errado nessa temporada. E agora pagaram o preço no pior momento possível.

    Os caras terminaram empatados com o New Orleans em 26 vitórias e 56 derrotas. Sabe o que acontece quando você empata na NBA? Vai pro sorteio. Não é literalmente cara ou coroa — a liga usa aquelas bolinhas de ping-pong lá em Nova Jersey, mas o resultado é o mesmo: sorte pura decidindo o futuro do seu time.

    A hesitação custou caro

    E adivinha? Dallas perdeu.

    Agora eles entram na loteria do Draft com a 8ª melhor probabilidade ao invés da 7ª. “Ah, mas é só uma posição”, vocês podem pensar. Mano, essa uma posição faz TODA a diferença no mundo.

    Na 7ª posição, você tá relativamente protegido de uma queda feia. Na 8ª? Não tá não. A probabilidade de cair pro 9º-11º lugar aumenta muito, principalmente com esse formato da loteria que permite times atrás de você pularem pro top 4. É aí que a coisa fica séria.

    Eles já sabem como isso pode mudar tudo

    E o mais doído? Dallas viveu exatamente isso ano passado, só que do lado bom. Eles empataram com Chicago, ganharam o sorteio, ficaram com as melhores odds… e acabaram pescando o Cooper Flagg em 1º lugar! Mudou completamente o rumo da franquia.

    Agora estão do lado ruim da moeda. E olha que frustrante: isso não era inevitável. Os Mavericks tiveram a temporada inteira pra decidir se iam competir ou tankar. Fizeram nem uma coisa nem outra. Ficaram naquele meio termo maldito que na NBA é o pior lugar possível.

    Pegaram umas vitórias a mais no final da temporada (quando deviam estar perdendo de propósito) e agora deixaram algo tão importante assim nas mãos do acaso. Que estratégia é essa, gente?

    Agora é torcer e rezar

    Claro que ainda dá pra sonhar. Dallas ainda tem chance de pular pro top 4, ainda pode dar tudo certo. Mas as chances de deslizar na classificação aumentaram muito. E num Draft que vai ser crucial pra construir um time ao redor do Flagg, cada posição conta demais.

    É isso aí: uma temporada inteira de decisões ruins pode ser resumida numa única frase: os Mavericks flertaram com o sucesso e com o fracasso, e no final não conquistaram nem um nem outro. Agora é torcer pra sorte estar do lado deles na loteria.

    E vocês, acham que Dallas ainda consegue um top 4 ou vai se dar mal mesmo?

  • Dallas demite mais um diretor médico – quarto ano seguido!

    Dallas demite mais um diretor médico – quarto ano seguido!

    Cara, que situação bizarra essa dos Mavericks. Acabaram de mandar embora o Johann Bilsborough, diretor de saúde e performance, logo no dia seguinte ao fim da temporada desastrosa deles. E olha só que absurdo: é o QUARTO ano consecutivo que eles fazem uma mudança grande no departamento médico.

    Sinceramente? Tá na cara que o problema não são só os profissionais. Quando você demite gente todo ano na mesma área, alguma coisa tá muito errada na estrutura, né?

    O australiano que não vingou

    O Bilsborough é um cara qualificado pra caramba – doutor em ciência do esporte, trabalhou com os Patriots da NFL e até com o Boston Celtics. Mas duas temporadas turbulentas em Dallas e tchau. O time nem pros playoffs conseguiu ir nesses dois anos, depois daquela final incrível de 2024 contra o Boston.

    Na minha visão, contratar o cara certo não adianta nada se o ambiente de trabalho tá uma zona. E pelo jeito que as coisas andam por lá, deve tá mesmo.

    Dança das cadeiras sem fim

    A situação fica ainda mais louca quando você vê o histórico: Casey Smith ficou VINTE ANOS no Mavericks, foi demitido de forma nada elegante em 2023, e agora tá brilhando no New York Knicks. Tanto que o staff médico dos Knicks ganhou o prêmio de melhor da liga na temporada passada – primeira temporada do Smith lá.

    Detalhe engraçado: quando o Smith comandava Dallas, eles ganharam esse mesmo prêmio em 2020-21 e 2021-22. Coincidência? Acho que não.

    Jeremy Holsopple, outro veterano, também foi mandado embora depois da final de 2024 e foi parar nos Lakers. Keith Belton durou só um ano. É uma rotatividade absurda, mano!

    E agora? Vão esperar contratar o novo executivo de basquete (que deve rolar até maio) pra ele escolher o substituto. Ou seja, mais incerteza, mais mudança, mais bagunça.

    Vocês acham que o problema tá mesmo nos profissionais ou na forma como o front office dos Mavs gerencia essas contratações? Porque pra mim, quando você demite todo mundo e os caras vão brilhar em outros times, a conta não fecha não.