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  • Os Mavs precisam renovar com Moussa Cissé — seria burrada deixar escapar

    Os Mavs precisam renovar com Moussa Cissé — seria burrada deixar escapar

    Olha, quando o Moussa Cissé chegou nos Mavericks como two-way player no começo da temporada, ninguém esperava grande coisa do pivô novato. Mas cara, que surpresa agradável esse mlk foi!

    Sinceramente, toda vez que ele entrava em quadra você sentia a diferença na energia e na proteção do garrafão. E agora vem a pergunta que não quer calar: os Mavs devem renovar com ele pra próxima temporada? A resposta é óbvia — seria uma burrada monumental não trazer ele de volta.

    A temporada do garoto foi uma montanha-russa

    No início, Cissé era praticamente esquecido no banco. Mas aí as lesões começaram a castigar o elenco dos Mavs e — BAM! — o menino foi jogado no holofote.

    Os minutos dele eram inconsistentes pra caramba. Tinha jogo que nem pisava na quadra, mas quando entrava… monstro! A raça no rebote e aquele atletismo absurdo sempre apareciam.

    Aí que vem a parte mais doida: depois do trade deadline, os Mavs tiveram que escolher entre converter o Cissé ou o Ryan Nembhard do contrato two-way. Escolheram o Nembhard. Resultado? Cissé só jogou 8 partidas depois disso por causa do limite de jogos.

    Os números não mentem

    Tá, os números básicos do Cissé não são de outro mundo, mas os avançados contam uma história diferente. O RAPM dele foi de +0.8, que tá no percentil 70 da liga toda. Não é brincadeira não!

    Mas sabe o que mais me impressiona nesse mlk? O rebote ofensivo. 16.2% de taxa de rebote ofensivo — percentil 96! Com posse extra sendo tão importante hoje em dia, ter um cara desses é ouro puro.

    Lembro do melhor jogo dele contra os Knicks em janeiro: 15 pontos, 9 rebotes, 4 tocos. E olha que ele fez isso contra Karl-Anthony Towns e Mitchell Robinson — não é qualquer um não.

    E agora, José?

    Como os Mavs não converteram o contrato dele, Cissé vai ser agente livre restrito. Ou seja, Dallas pode igualar qualquer oferta que aparecer. Provavelmente vão oferecer algo próximo do salário mínimo por 4 anos.

    Olha, eu sei que ele ainda é meio cru no ataque e às vezes persegue muito os tocos (e acumula faltas que é uma beleza). Mas essas são coisas que se corrigem com tempo e experiência.

    O Cissé me lembra muito o Neemias Queta e o Moussa Diabaté — pivôs de energia que dominam o rebote ofensivo. Ele encaixa perfeitamente como terceiro centro na rotação. E se der aquela evoluída no ataque? Pode virar até titular de qualidade.

    Na minha visão, foi nota B+ a temporada dele. Mostrou potencial real e suas qualidades estão em alta na liga. Os Mavs precisam renovar com ele — principalmente se o Dwight Powell se aposentar.

    Vocês acham que Dallas vai fazer a coisa certa e segurar o garoto? Ou vão deixar essa joia escapar?

  • Ujiri chegou em Dallas e já deixou Kidd na corda bamba

    Ujiri chegou em Dallas e já deixou Kidd na corda bamba

    Cara, que entrada! Masai Ujiri mal pisou em Dallas como novo presidente de operações de basquete dos Mavericks e já deixou todo mundo de cabelo em pé. Na coletiva de segunda-feira, o cara foi direto ao ponto sobre o futuro do técnico Jason Kidd — e não foi nada animador pro treinador.

    “Ele fez um bom trabalho, mas vamos analisar tudo de cima a baixo”, disse Ujiri. Olha, quando um executivo fala isso sobre seu técnico, é porque a coisa não tá boa mesmo. E o mais louco? Kidd ainda tem vários anos de contrato pela frente.

    O histórico do Ujiri não ajuda o Kidd

    Sinceramente, eu entendo a posição do Ujiri. O cara tem um histórico interessante: quando chegou no Denver, manteve George Karl. Em Toronto, fez a mesma coisa com Dwane Casey — pelo menos por um tempo. Mas aí que tá o detalhe: Casey acabou sendo demitido depois, mesmo tendo ganhado o prêmio de técnico do ano.

    “Vou ouvir o técnico Jason Kidd, seus pensamentos sobre tudo”, completou Ujiri. “Porque algumas coisas aqui, eu não conheço. Pra mim, é simples assim.” Traduzindo: o cara vai fazer sua própria avaliação, independente do que já rolou.

    Cooper Flagg é o futuro (e presente) da franquia

    Agora, quando o assunto mudou pra Cooper Flagg… nossa, que diferença! O Ujiri simplesmente se iluminou falando do garoto de 19 anos. E olha que ironia do destino: quando ainda estava em Toronto, ele queria muito esse draft pick, mas os Raptors tinham apenas 7,5% de chance. Dallas? Ganhou na loteria com míseros 1,8% de probabilidade.

    “Luka é um futuro Hall da Fama”, disse Ujiri. “Esse é o passado. Na África, dizemos: ‘Quando reis vão embora, reis chegam’, e um rei se foi. Temos um pequeno príncipe aqui que vamos transformar em rei.”

    Monstro, né? Flagg realmente foi absurdo na temporada de calouro — ganhou o Rookie of the Year de forma convincente. E agora tem um executivo que realmente acredita nele como peça central da franquia.

    E vocês acham que o Kidd consegue se manter no cargo? Porque pelo tom do Ujiri, parece que o técnico vai ter que provar muito pra continuar em Dallas. A história entre os dois também não ajuda — lá em 2014, quando Kidd treinava o Brooklyn contra Toronto nos playoffs, o cara disse que nem sabia quem era o Ujiri. Será que isso ainda pesa?

  • Ujiri assume os Mavericks e já mira em transformar Cooper Flagg em rei

    Ujiri assume os Mavericks e já mira em transformar Cooper Flagg em rei

    Cara, que reviravolta nos Mavericks. Masai Ujiri — o cara que trouxe o título pra Toronto em 2019 — agora é o novo presidente de operações de basquete de Dallas, e já chegou com papo reto: é hora de focar em Cooper Flagg.

    “Na África, dizemos que quando reis saem, reis chegam. Um rei foi embora e temos um pequeno príncipe aqui. Agora vamos transformá-lo em rei”, disse Ujiri na coletiva de apresentação. Mano, que declaração!

    O caos que virou Dallas

    Pra quem não lembra (como esquecer né?), os Mavs viveram 15 meses absolutamente insanos. Primeiro perderam pro Boston nas finais de 2024. Aí o Nico Harrison teve a brilhante ideia de trocar o Luka Dončić pelo Anthony Davis — que mal jogou por lesão. Result? 56 derrotas na temporada.

    Mas olha só a ironia do destino: mesmo sendo um dos piores times da liga, Dallas teve apenas 1,8% de chance na loteria do Draft e… PEGOU A PRIMEIRA ESCOLHA! Cooper Flagg caiu no colo deles como um presente dos céus.

    O garoto teve uma temporada rookie difícil — normal pra quem carrega um time nas costas aos 19 anos — mas ainda assim levou o prêmio de Calouro do Ano. Sinceramente, acho que foi merecido considerando a bagunça que ele herdou.

    Ujiri sabe o que tá fazendo

    E aí que entra o Ujiri. O cara tem experiência em transformar caos em título — lembram do que ele fez em Toronto? Trocou pelo Kawhi Leonard por uma temporada e conquistou o primeiro título da franquia. Em Denver, mandou o Carmelo Anthony embora e dois anos depois foi eleito Executivo do Ano.

    “Espero trazer calma”, disse Ujiri. E olha, Dallas precisa MUITO disso. A torcida tá revoltada (com razão), o time precisa de direção, e o Flagg merece uma estrutura decente ao redor dele.

    O que mais me chamou atenção foi ele não cravar se o Jason Kidd continua como técnico. “Vou ouvir o coach Jason Kidd, seus pensamentos sobre tudo”, disse. Traduzindo: nada tá garantido, pessoal.

    O futuro começa agora

    Vocês acham que o Ujiri consegue consertar essa bagunça? Eu tô otimista, não vou mentir. O cara já provou que sabe montar times campeões, e ter o Cooper Flagg como base é um ponto de partida bem melhor do que muita gente imagina.

    A questão agora é: que peças vão colocar ao redor do prodígio? Porque uma coisa é certa — depois de toda essa novela com Luka e Anthony Davis, Dallas precisa urgentemente voltar a ser relevante. E com Ujiri no comando, eu acho que as coisas podem esquentar de vez na próxima temporada.

    O que vocês acham dessa contratação? Ujiri é o cara certo pra transformar Flagg no próximo grande astro da NBA?

  • Ujiri nos Mavs? Esse cara vai revolucionar Dallas!

    Ujiri nos Mavs? Esse cara vai revolucionar Dallas!

    Gente, quando eu vi essa notícia quase derrubei o café! Os Dallas Mavericks acabaram de contratar Masai Ujiri como novo presidente — aquele mesmo cara que montou o time campeão dos Raptors em 2019. Isso é GIGANTE!

    Olha só: depois de mandarem o Nico Harrison embora em novembro (e sinceramente, já era hora), os Mavs passaram seis meses procurando alguém à altura. E conseguiram o monstro. Ujiri não é qualquer um — ele é o cara que teve a visão de trocar DeMar DeRozan pelo Kawhi Leonard e levou Toronto ao título. Essa trade foi simplesmente genial.

    O homem da reconstrução chegou

    Vocês lembram da confusão que foi a era Harrison, né? O cara trocou o LUKA DONČIĆ pelos Lakers em troca do Anthony Davis. Mano, até hoje não acredito que isso aconteceu. Foi um desastre completo, e se não fosse a sorte no draft que trouxe Cooper Flagg, os Mavs estariam no fundo do poço ainda.

    Mas agora é diferente. Ujiri tem 12 anos de experiência com os Raptors, levou o time aos playoffs em 9 dessas temporadas. O cara sabe o que faz. E pela declaração dele, dá pra sentir a determinação: “Nós vamos vencer em Dallas”. Essa confiança me arrepia!

    E agora, qual o plano?

    A pergunta que não quer calar: o que Ujiri vai fazer com esse elenco? Cooper Flagg é obviamente o futuro da franquia, mas e o resto? Kyrie Irving voltando com saúde pode resolver os problemas na armação — e convenhamos, se você vai ter um jovem armador aprendendo, não tem professor melhor que o Uncle Drew.

    O draft lottery tá aí no dia 10 de maio, e os Mavs têm 6,7% de chance de pegar a primeira escolha. Seria absurdo se acontecesse de novo, mas no basquete a gente nunca sabe, né?

    Agora vem a parte interessante: Ujiri vai querer fazer uma limpeza geral e trocar galera como Klay Thompson, PJ Washington e Daniel Gafford pra recuperar assets? Ou vai tentar fazer esse elenco funcionar com alguns ajustes? Conhecendo o histórico dele, aposto que vai ser cirúrgico nas mudanças.

    Uma coisa eu garanto: Dallas não será mais a mesma. Ujiri tem essa capacidade de transformar franquias, e depois da bagunça dos últimos anos, os fãs dos Mavs merecem isso. Vocês acham que ele consegue levar Dallas de volta aos playoffs rapidinho?

  • Masai Ujiri é o novo presidente dos Mavs – chegada de peso em Dallas

    Masai Ujiri é o novo presidente dos Mavs – chegada de peso em Dallas

    Cara, que notícia! Masai Ujiri finalmente achou uma casa nova na NBA, e foi parar nada menos que nos Dallas Mavericks. O cara que arquitetou o título dos Raptors em 2019 agora vai tentar botar ordem na casa do Luka Dončić.

    A contratação foi anunciada hoje e, sinceramente, era sobre tempo. Os Mavs estavam há seis meses procurando alguém desde que demitiram o GM Nico Harrison lá em novembro. Seis meses! Imagina a pressão que deve ter sido pra Patrick Dumont, o dono do time.

    O histórico monstro do Ujiri

    Olha só esses números: 15 temporadas como executivo na NBA, recorde de 690-504 (isso é quase 58% de aproveitamento), 12 classificações pros playoffs. O homem sabe o que faz. E não dá pra esquecer que ele foi o Executivo do Ano em 2012-13 quando estava no Denver.

    Mas o que mais impressiona mesmo foi o que ele fez em Toronto. Chegou lá em 2013 e em seis anos construiu um time campeão. A trade do DeMar DeRozan pelo Kawhi Leonard foi controversa na época, mas olha no que deu – anel de campeão. Essa coragem pra fazer movimentos difíceis é exatamente o que Dallas precisa.

    A situação complicada dos Mavs

    Vamos ser sinceros: Dallas está numa situação bem delicada. Terminaram com 26-56 nesta temporada (absurdo pra um time com Luka), têm apenas duas primeiras rodadas no draft deste ano – uma loteria deles e a pick 30 que veio na trade do Anthony Davis.

    E aqui está o pior: eles não controlam sua própria primeira escolha até 2031 por causa das trades da era Luka. Cara, isso é assustador. Ujiri vai ter que ser muito criativo pra montar um time competitivo sem picks de primeira rodada pelos próximos anos.

    A boa notícia é que eles criaram flexibilidade salarial mandando Russell e Jaden Hardy embora junto com Davis antes do deadline. Dinheiro pra gastar no mercado eles têm.

    Michael Finley e Matt Riccardi, que tocaram o time como GMs interinos, já foram avisados no fim de semana que não vão ficar no cargo. Agora é ver o que Ujiri vai fazer com eles – se mantém na organização ou se manda embora.

    Vocês acham que o Ujiri consegue montar um time campeão em torno do Luka sem picks de primeira rodada? Vai ser o maior teste da carreira dele, mas se alguém pode fazer essa mágica acontecer, é esse cara mesmo.

  • Mavs ficam no vácuo: Tim Connelly não vai sair do Wolves

    Mavs ficam no vácuo: Tim Connelly não vai sair do Wolves

    Olha só que situação chata pros Mavericks. Segundo o Marc Stein, a direção do time de Dallas já tá meio que desistindo de conseguir uma entrevista com Tim Connelly pra assumir o cargo de presidente de operações de basquete.

    E não é por falta de interesse, viu? O problema é que os Wolves simplesmente não vão liberar o cara. Connelly ainda tem mais um ano de contrato em Minnesota e, convenhamos, depois da temporada que os Wolves fizeram chegando nas finais do Oeste, por que diabos eles iam facilitar a saída do executivo?

    Patrick Dumont quer fazer barulho

    O que mais me chama atenção nessa história é que o Patrick Dumont, novo dono dos Mavs, tá claramente querendo fazer uma contratação de impacto. Cara quer chegar chegando, sabe? E faz todo sentido — time que tem Luka Dončić e Kyrie Irving precisa de uma direção à altura.

    Mas aí que tá o problema: os executivos top de linha da NBA não tão exatamente sobrando no mercado. E quando você encontra um disponível, sempre tem algum porém.

    Dennis Lindsey ainda na mesa

    A alternativa que tá ganhando força é o Dennis Lindsey, atual vice-presidente de operações dos Pistons. Interessante que os Mavs ainda nem pediram permissão oficial pra conversar com ele — será que tão esperando resolver a situação do Connelly primeiro?

    Lindsey não é nome pequeno não. O cara teve passagens importantes no San Antonio (na época áurea dos Spurs) e no Utah Jazz. Conhece o mercado, entende de draft, sabe montar elenco. Talvez não seja o “nome de impacto” que o Dumont quer, mas definitivamente seria uma contratação sólida.

    Sinceramente? Acho que os Mavs vão ter que baixar um pouco as expectativas. Nem sempre dá pra pescar o peixe grande que você quer. Às vezes é melhor ir com alguém competente e disponível do que ficar correndo atrás de impossíveis.

    E vocês, acham que o Lindsey seria uma boa pra Dallas? Ou preferiam que eles continuassem insistindo em nomes mais badalados?

  • Luka ainda longe da volta: sem prazo e nem treino com contato

    Luka ainda longe da volta: sem prazo e nem treino com contato

    Olha, vou ser direto com vocês: a situação do Luka Dončić não tá nada boa. O cara continua sem prazo para voltar dessa lesão no posterior da coxa, e pelo que tudo indica, ainda vai demorar um tempão.

    Segundo a Cassidy Hubbarth, da NBA On Prime, o astro dos Mavs ainda tá engatinhando na recuperação. “Ele tá fazendo alguns exercícios de movimentação na quadra, arremessando umas bolas, mas tudo muito controlado”, disse ela na sexta passada.

    A real sobre a lesão

    Sinceramente? Quando você vê que o cara ainda não consegue nem fazer um 1×1 ou qualquer coisa com contato, é sinal de que a coisa tá séria mesmo. Estamos falando de uma distensão grau 2 no posterior — não é brincadeira, não.

    E olha só que timing perfeito (ironia total): enquanto o Luka fica no banco vendo os outros jogarem, os Mavs eliminaram os Rockets no jogo 6 e agora vão encarar o Thunder a partir de terça-feira. Imaginem se ele tivesse disponível para essa série…

    Recuperação vai na calma

    A Hubbarth foi bem clara: “É um pouco mais que só arremessos isolados, mas ainda tá longe de qualquer coisa ao vivo. Continua sendo uma construção lenta para o retorno, não algo iminente”.

    Mano, eu tô vendo isso e pensando: será que ele volta ainda nestes playoffs? Porque do jeito que tá, parece que os caras tão sendo super cautelosos — o que é o certo, mas dói no coração de qualquer fã dos Mavs.

    Na semana passada já tinham falado que era improvável ele jogar na segunda rodada. E agora, vendo que ele ainda não consegue nem treinar com contato físico… vocês acham que ele volta se o Dallas chegar nas finais do Oeste? Eu tô começando a duvidar, não vou mentir.

    O negócio é torcer para que a recuperação evolua logo, porque NBA sem Luka fazendo suas mágicas não é a mesma coisa. E os Mavs, mesmo jogando bem, precisam muito do seu craque de volta.

  • Cuban tentou recomprar os Mavs e tomou um fora histórico

    Cuban tentou recomprar os Mavs e tomou um fora histórico

    Olha, eu sempre achei que o Mark Cuban ia se arrepender de vender os Mavericks. E não é que o cara realmente tentou dar o golpe da volta?

    Em entrevista pro Front Office Sports, Cuban confirmou que tentou sim recomprar o Dallas Mavericks da família Adelson — e levou um não redondo. “Se houvesse qualquer chance de fazer isso novamente, eu faria, mas esse não é mais o jogo”, admitiu o bilionário.

    A novela da venda que não para

    Relembra aí: Cuban vendeu 73% do time pra família da Miriam Adelson em dezembro de 2023, ficando com 27%. Mas o pior é que tem uma cláusula no contrato que permite os Adelsons comprarem mais 20% nos próximos quatro anos. Ou seja, Cuban pode ficar com míseros 7% do time que ele construiu.

    Imagina a dor no coração do cara? Principalmente depois de ver os novos donos trocarem o Luka Dončić pros Lakers em fevereiro. Sim, vocês leram certo. TROCARAM O LUKA.

    A tentativa desesperada

    Segundo Cuban, um grupo de investidores externos chegou até ele querendo bancar uma recompra. “Um monte de gente me procurou; eles não estavam felizes com o rumo das coisas”, explicou. “E eu falei: ‘Olha, se vocês conseguirem convencer eles a vender, eu ficaria mais que feliz em contribuir com minha participação e ajudar.’”

    Mas o próprio Cuban já sabia que não ia rolar. Ele mesmo disse pros caras que duvidava que os Adelsons tivessem interesse em vender. E não é que ele estava certo?

    A resposta da família foi direta e grossa: “O time não está à venda e as famílias estão ansiosas para expandir sua participação acionária ao longo do tempo.”

    O arrependimento que não sai da cabeça

    Cuban já tinha desabafado antes que não se arrependia de ter vendido, mas sim de TER VENDIDO PRA QUEM VENDEU. “Cometi muitos erros no processo, e vou deixar por isso mesmo”, disse.

    E sinceramente? Dá pra entender a frustração do cara. Você constrói uma franquia do zero, vê ela chegar nas finais da NBA, e depois tem que assistir os novos donos desmancharem tudo. A troca do Luka deve ter sido a gota d’água.

    Cuban não descartou comprar outro time da NBA no futuro, mas admitiu que geografia e licitações competitivas seriam obstáculos. Aos 67 anos, será que ele ainda tem fôlego pra essa batalha toda de novo?

    E aí, vocês acham que Cuban ainda vai conseguir voltar pra NBA como dono? Ou essa porta já fechou de vez?

  • Mavs querem Tim Connelly, mas Wolves não vão largar o osso

    Mavs querem Tim Connelly, mas Wolves não vão largar o osso

    Olha só que situação interessante rolando na NBA: o Dallas Mavericks tá de olho no Tim Connelly, presidente de operações de basquete do Minnesota Timberwolves, pra assumir o comando do front office deles. Só que tem um probleminha — os Wolves não estão nem um pouco interessados em facilitar as coisas pros texanos.

    E sinceramente? Eu entendo perfeitamente.

    Por que os Wolves não querem soltar Connelly

    Cara, é só olhar os números. Desde que Connelly assumiu o comando em Minnesota, os Wolves ganharam quase 60% dos jogos na temporada regular. Sessenta por cento! Pra uma franquia que vivia brigando pra não ficar na última colocação, isso é praticamente um milagre.

    Mas o mais impressionante mesmo foram essas últimas duas temporadas. O Minnesota chegou nas duas últimas finais da Conferência Oeste e — pasmem — acabou de eliminar o Denver Nuggets na primeira rodada dos playoffs de 2024. Os mesmos Nuggets que foram campeões em 2023. Absurdo, né?

    E tem mais um detalhe que deixa tudo mais irônico: Connelly foi GM do Denver por nove temporadas e ajudou a montar aquele time campeão de 2023. Ou seja, o cara literalmente construiu um time, saiu, e agora voltou pra eliminar a própria criação. Se isso não é roteiro de filme, eu não sei o que é.

    Dallas fica na mão

    Como Connelly tem contrato com os Wolves, Dallas precisa de permissão pra nem sequer conversar com ele. E pelo jeito, Minnesota vai dar um sonoro ‘não, obrigado’ pra essa solicitação.

    Pensando bem, se eu fosse dirigente dos Wolves, faria exatamente a mesma coisa. O cara pegou uma franquia que era piada pronta e transformou em candidato real ao título. Por que diabos eles iriam facilitar pra um rival da própria conferência?

    Os Mavericks vão ter que partir pro plano B — e olha que eles precisam mesmo de alguém competente depois de algumas temporadas meio apagadas. Vocês acham que Dallas consegue achar alguém do nível do Connelly disponível no mercado?

    Uma coisa é certa: a NBA continua sendo um negócio onde lealdade e sucesso andam de mãos dadas. Connelly construiu algo especial em Minnesota, e os Wolves não vão deixar essa peça-chave escapar fácil assim.

  • Mark Cuban fala a verdade: trades vão explodir com nova loteria da NBA

    Mark Cuban fala a verdade: trades vão explodir com nova loteria da NBA

    Olha, o Mark Cuban sabe das coisas. O cara que construiu os Mavs champions de 2011 acabou de soltar uma bomba sobre o novo sistema anti-tanking da NBA — e sinceramente, faz todo sentido.

    A liga finalmente revelou o plano que tá dando o que falar: uma loteria 3-2-1 onde 16 times diferentes podem pescar a primeira escolha do draft. Isso mesmo, dezesseis times. E Cuban já sacou onde a coisa vai dar: “O número de trades vai explodir”.

    O sistema que muda tudo

    A parada é assim: os três piores times da liga ganham apenas 5,4% de chance na primeira pick (duas bolinhas), enquanto todos os outros que ficam fora do play-in têm 8,1% (três bolinhas). Compara com o sistema antigo onde os três piores tinham 14% cada um.

    Cuban mandou a real no Twitter mesmo. Na visão dele, isso vai fazer os picks de primeira rodada valerem muito mais — e quando algo vale mais, todo mundo quer negociar. Faz sentido, né?

    Ele até pintou um cenário maluco: imagina que teu time é jovem e bom, mas não o suficiente pra ring. Aí aparece um Victor Wembanyama na vida. Tu literalmente pode trocar teus futuros picks MAIS teus jovens talentos e juntar 5 primeiras escolhas. Com sorte, isso te dá 40,5% de chance de ganhar a loteria.

    A estratégia vai mudar completamente

    E tem mais uma coisa que Cuban sacou: os times vão lutar pra não ficar entre os três piores. Antes era o contrário — quanto pior, melhor. Agora? “Os jogos pra não ficar no bottom 3 vão ser divertidos”, disse ele.

    Cara, isso significa que alguns times podem até COMPRAR jogadores no deadline só pra garantir que vão ter as três bolinhas em vez de duas. É uma reviravolta total na mentalidade da liga.

    Eu tô curioso pra ver como vai ser. Os Mavs mesmo têm um histórico bizarro com a loteria — em 17 tentativas, só subiram de posição uma vez (ano passado, quando pescaram o Cooper Flagg sendo apenas o 11º pior). Ironia do destino, né?

    E vocês, o que acham?

    Sinceramente, acho que o Cuban tá certíssimo. Quando você nivela as chances assim, a galera fica mais agressiva nas negociações. A proposta tem apoio da maioria dos donos e vai ser votada no dia 28 de maio.

    Se passar — e provavelmente vai — a gente tá prestes a ver uma NBA bem diferente. Menos tanking, mais trades, times lutando até o fim… Pode ser que seja exatamente o que a liga precisava.