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  • Cooper Flagg desbanca ex-companheiro de Duke e leva o ROY por pouco

    Cooper Flagg desbanca ex-companheiro de Duke e leva o ROY por pouco

    Cara, que disputa absurda foi essa pelo Rookie of the Year! Cooper Flagg conseguiu levar a melhor sobre Kon Knueppel por apenas 26 pontos na votação. Imagina só — dois caras que jogavam juntos em Duke há poucos anos agora brigando pelo prêmio de calouro do ano na NBA.

    Flagg fez algo que não víamos desde Michael Jordan em 84-85: liderar o time em pontos, rebotes, assistências E roubadas de bola. Isso com 19 anos, gente. Dezenove. O moleque teve médias de 21.0 pontos, 6.7 rebotes, 4.5 assistências e 1.2 roubadas por jogo nos Mavericks.

    A rivalidade entre irmãos de Duke

    O mais legal é ver como eles encaram essa competição. “Eu estava assistindo o Kon porque ele é um dos meus irmãos”, disse Flagg depois de ganhar o prêmio. “A gente tem essa conexão e sempre vai estar um pelo outro. Eu estava assistindo ele como fã também, mas sempre vai ter essa competição ao mesmo tempo.”

    Sinceramente? Acho lindo isso. Competição saudável entre dois jovens que se conhecem desde a época da faculdade.

    Knueppel não ficou muito atrás não — 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.5 assistências pelo Charlotte. O cara ainda quebrou o recorde de cestas de 3 para calouros com 273 bolas enterradas do perímetro. Monstro demais.

    Números que impressionam

    Flagg virou o jogador mais jovem da história da NBA a fazer jogos de 35, 40, 45 e 50 pontos. E também o mais novo a distribuir pelo menos 10 assistências numa partida. Os recordes vão caindo um atrás do outro.

    Na votação final, Flagg levou 56 votos de primeiro lugar contra 44 do Knueppel. V.J. Edgecombe completou os finalistas mas ficou no zero a zero nos primeiros lugares.

    O que me chama atenção é que Charlotte com Knueppel conseguiu brigar pelo Play-In (mesmo perdendo pro Magic depois), enquanto Dallas com Flagg fez apenas 26-56. Às vezes o prêmio individual não reflete o sucesso coletivo, né? Vocês acham que isso pesou na votação ou os números individuais do Flagg falaram mais alto?

    De qualquer forma, Duke pode se orgulhar. Ter dois ex-alunos brigando pelo ROY e fazendo temporadas de rookie assim é coisa de programa de elite mesmo. E o melhor? Esses dois ainda têm muito chão pela frente na liga.

  • Cooper Flagg leva o ROY numa das disputas mais apertadas da história

    Cooper Flagg leva o ROY numa das disputas mais apertadas da história

    Cara, que temporada absurda foi essa! Cooper Flagg acabou de ser confirmado como Rookie of the Year da NBA numa votação que literalmente foi decidida nos últimos votos. Estou aqui ainda processando os números — 56 votos em primeiro lugar pra ele, 44 pro Kon Knueppel. É muita coisa!

    Olha só que loucura: entrando na temporada, todo mundo (eu inclusive) achava que o Flagg ia dominar esse prêmio sem nem suar. Primeira escolha do Draft, indo pro Dallas que todo mundo esperava que brigasse pelos playoffs… Aí a realidade bateu na porta.

    A reviravolta que ninguém esperava

    “Essa temporada saiu muito diferente do que eu esperava”, disse o próprio Flagg na NBA Showtime. E não é que foi mesmo? Por longos períodos da temporada, eu tava vendo o Kon Knueppel — que foi colega de quarto dele em Duke — literalmente roubando o show em Charlotte.

    Vocês viram como o Knueppel tava jogando no meio da temporada? Monstro total. Eu sinceramente achei que ele ia levar, não vou mentir. Mas aí o Cooper acordou pra vida nas últimas semanas e simplesmente virou a mesa.

    Números que fazem história

    E que números, hein pessoal! Flagg fechou a temporada com média de 21 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Mas o que me deixou de queixo caído mesmo foi ele entrar num clube seleto: junto com Michael Jordan como únicos rookies a liderar o time em pontos, rebotes, assistências E roubos de bola.

    Ah, e aqueles 51 pontos contra Orlando em abril? Recorde da NBA pra um rookie. CINQUENTA E UM! Fora os outros três jogos com mais de 40 pontos. O cara literalmente decidiu que ia fazer história mesmo.

    VJ Edgecombe do Philadelphia ficou em terceiro lugar — e olha, em muitos outros anos ele teria levado fácil. Essa classe de rookies foi diferenciada demais.

    Por que essa votação foi tão especial

    Essa foi a segunda votação mais apertada pra ROY desde que a liga começou a acompanhar os números em 2003. A única mais disputada foi em 2022 com Scottie Barnes e Evan Mobley — lembram dessa?

    O que mais me impressiona é ver um cara de 19 anos (segundo mais jovem a ganhar o prêmio, só perdendo pro LeBron) aguentar a pressão de Dallas e ainda por cima crescer no momento decisivo. Começou meio perdido, admito, mas terminou mostrando porque foi a primeira escolha.

    E aí, vocês acham que ele tem potencial pra ser All-Star já no segundo ano? Eu tô começando a acreditar que sim…

  • Cooper Flagg leva o prêmio de Calouro do Ano da NBA!

    Cooper Flagg leva o prêmio de Calouro do Ano da NBA!

    Gente, era meio óbvio que ia dar Cooper Flagg, né? O garoto simplesmente destruiu na temporada de estreia e levou o prêmio de Rookie of the Year da NBA 2025-26, deixando o ex-companheiro de Duke, Kon Knueppel, na segunda colocação.

    Flagg recebeu 56 votos de primeiro lugar contra 44 do Knueppel — uma disputa bem acirrada, mas no final das contas a escolha número 1 do draft mostrou por que foi a primeira pick.

    Os números não mentem

    Olha só os números do moleque: 21.0 pontos, 6.7 rebotes, 4.5 assistências e 1.2 roubos de bola em 33.5 minutos por jogo ao longo de 70 partidas pelo Dallas Mavericks. Absurdo, né?

    E o mais impressionante é que ele conseguiu isso jogando ao lado do Luka Dončić — não é fácil brilhar quando você tem um dos melhores do mundo no seu time. Mas o Flagg se adaptou rapidinho e mostrou que veio pra ficar.

    Sinceramente, eu esperava números bons dele, mas 21 pontos de média na primeira temporada? Isso aí é coisa de craque mesmo. O último rookie que fez algo parecido foi… cara, nem lembro. Tem que voltar alguns anos.

    Knueppel também arrebentou

    Agora, vamos falar do Knueppel porque o cara também teve uma temporada monstruosa. 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências em 81 jogos pelo Charlotte Hornets.

    Mas o que mais impressiona é a eficiência dele do perímetro: 42.5% em 642 tentativas de três pontos, convertendo 273 bolas — um RECORDE para rookies. Monstro!

    Vocês acham que se ele tivesse caído num time melhor teria levado o prêmio? Porque olha, jogar em Charlotte não é moleza… O time não ajuda muito mesmo.

    O futuro está garantido

    “Essa é uma honra verdadeiramente especial”, disse Flagg após receber o prêmio. “Sou grato por receber esse reconhecimento e agradeço a todos na organização do Dallas Mavericks que acreditaram em mim desde o primeiro dia.”

    O cara ainda completou dizendo que nada disso aconteceria sem os companheiros de equipe e técnicos — classe pura. Gosto de ver essa humildade.

    VJ Edgecombe ficou em terceiro na votação, mas sinceramente, essa disputa foi mesmo entre os dois ex-Blue Devils.

    E aí, pessoal, vocês concordam com a escolha? Na minha opinião foi a decisão certa — Flagg teve mais impacto no time e ajudou Dallas a brigar por playoffs. Knueppel teve números incríveis, mas no final das contas o Flagg foi mais completo.

  • Mavs querem roubar o GM dos Wolves no meio dos playoffs

    Mavs querem roubar o GM dos Wolves no meio dos playoffs

    Olha, tem coisa mais desrespeitosa que tentar roubar o presidente de basquete de um time que tá voando nos playoffs? Os Dallas Mavericks tão fazendo exatamente isso com Tim Connelly, que comanda as operações de basquete do Minnesota Timberwolves.

    E o timing não podia ser mais maluco. Os Wolves tão destruindo o Denver Nuggets por 3-1 na primeira rodada dos playoffs — literalmente eliminando os atuais campeões — e os Mavs já tão de olho no cara que montou esse time.

    Por que Connelly é tão cobiçado?

    Cara, não é à toa que todo mundo quer o Connelly. O cara foi quem construiu os Nuggets campeões de 2023, e agora tá fazendo mágica em Minnesota. Pegou um time que vivia no limbo e transformou numa máquina de playoffs com Anthony Edwards, Karl-Anthony Towns e Jaden McDaniels.

    A questão é que ele não tem mais cláusula de saída no contrato com os Wolves. Mas vocês sabem como é a NBA — quando um executivo é bom assim, sempre tem jeito de fazer negócio. E pelo que tô ouvindo, muita gente na liga acredita que ele pode ser convencido a sair de Minnesota quando a temporada acabar.

    Dallas tá precisando mesmo

    Sinceramente, os Mavs precisam de alguém assim. O time tem Luka Dončić e Kyrie Irving, mas a construção do elenco ao redor deles tem sido questionável. Eles são um dos dois times da NBA procurando um novo comandante para o front office, e Connelly seria um upgrade gigantesco.

    Imagina só: o cara que descobriu Nikola Jokić na segunda rodada do draft e montou um time campeão agora trabalhando com Luka? Seria uma combinação monstro. Mas primeiro, ele tem que se concentrar em levar os Wolves o mais longe possível nesses playoffs.

    E aí, vocês acham que Connelly deixaria Minnesota depois de todo esse sucesso? Ou será que a tentação de trabalhar com Luka seria grande demais?

  • Mavs perderam no ‘cara ou coroa’ e agora tá difícil pro Draft

    Mavs perderam no ‘cara ou coroa’ e agora tá difícil pro Draft

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: os Dallas Mavericks conseguiram a façanha de fazer TUDO errado nessa temporada. E agora pagaram o preço no pior momento possível.

    Os caras terminaram empatados com o New Orleans em 26 vitórias e 56 derrotas. Sabe o que acontece quando você empata na NBA? Vai pro sorteio. Não é literalmente cara ou coroa — a liga usa aquelas bolinhas de ping-pong lá em Nova Jersey, mas o resultado é o mesmo: sorte pura decidindo o futuro do seu time.

    A hesitação custou caro

    E adivinha? Dallas perdeu.

    Agora eles entram na loteria do Draft com a 8ª melhor probabilidade ao invés da 7ª. “Ah, mas é só uma posição”, vocês podem pensar. Mano, essa uma posição faz TODA a diferença no mundo.

    Na 7ª posição, você tá relativamente protegido de uma queda feia. Na 8ª? Não tá não. A probabilidade de cair pro 9º-11º lugar aumenta muito, principalmente com esse formato da loteria que permite times atrás de você pularem pro top 4. É aí que a coisa fica séria.

    Eles já sabem como isso pode mudar tudo

    E o mais doído? Dallas viveu exatamente isso ano passado, só que do lado bom. Eles empataram com Chicago, ganharam o sorteio, ficaram com as melhores odds… e acabaram pescando o Cooper Flagg em 1º lugar! Mudou completamente o rumo da franquia.

    Agora estão do lado ruim da moeda. E olha que frustrante: isso não era inevitável. Os Mavericks tiveram a temporada inteira pra decidir se iam competir ou tankar. Fizeram nem uma coisa nem outra. Ficaram naquele meio termo maldito que na NBA é o pior lugar possível.

    Pegaram umas vitórias a mais no final da temporada (quando deviam estar perdendo de propósito) e agora deixaram algo tão importante assim nas mãos do acaso. Que estratégia é essa, gente?

    Agora é torcer e rezar

    Claro que ainda dá pra sonhar. Dallas ainda tem chance de pular pro top 4, ainda pode dar tudo certo. Mas as chances de deslizar na classificação aumentaram muito. E num Draft que vai ser crucial pra construir um time ao redor do Flagg, cada posição conta demais.

    É isso aí: uma temporada inteira de decisões ruins pode ser resumida numa única frase: os Mavericks flertaram com o sucesso e com o fracasso, e no final não conquistaram nem um nem outro. Agora é torcer pra sorte estar do lado deles na loteria.

    E vocês, acham que Dallas ainda consegue um top 4 ou vai se dar mal mesmo?

  • Dallas demite mais um diretor médico – quarto ano seguido!

    Dallas demite mais um diretor médico – quarto ano seguido!

    Cara, que situação bizarra essa dos Mavericks. Acabaram de mandar embora o Johann Bilsborough, diretor de saúde e performance, logo no dia seguinte ao fim da temporada desastrosa deles. E olha só que absurdo: é o QUARTO ano consecutivo que eles fazem uma mudança grande no departamento médico.

    Sinceramente? Tá na cara que o problema não são só os profissionais. Quando você demite gente todo ano na mesma área, alguma coisa tá muito errada na estrutura, né?

    O australiano que não vingou

    O Bilsborough é um cara qualificado pra caramba – doutor em ciência do esporte, trabalhou com os Patriots da NFL e até com o Boston Celtics. Mas duas temporadas turbulentas em Dallas e tchau. O time nem pros playoffs conseguiu ir nesses dois anos, depois daquela final incrível de 2024 contra o Boston.

    Na minha visão, contratar o cara certo não adianta nada se o ambiente de trabalho tá uma zona. E pelo jeito que as coisas andam por lá, deve tá mesmo.

    Dança das cadeiras sem fim

    A situação fica ainda mais louca quando você vê o histórico: Casey Smith ficou VINTE ANOS no Mavericks, foi demitido de forma nada elegante em 2023, e agora tá brilhando no New York Knicks. Tanto que o staff médico dos Knicks ganhou o prêmio de melhor da liga na temporada passada – primeira temporada do Smith lá.

    Detalhe engraçado: quando o Smith comandava Dallas, eles ganharam esse mesmo prêmio em 2020-21 e 2021-22. Coincidência? Acho que não.

    Jeremy Holsopple, outro veterano, também foi mandado embora depois da final de 2024 e foi parar nos Lakers. Keith Belton durou só um ano. É uma rotatividade absurda, mano!

    E agora? Vão esperar contratar o novo executivo de basquete (que deve rolar até maio) pra ele escolher o substituto. Ou seja, mais incerteza, mais mudança, mais bagunça.

    Vocês acham que o problema tá mesmo nos profissionais ou na forma como o front office dos Mavs gerencia essas contratações? Porque pra mim, quando você demite todo mundo e os caras vão brilhar em outros times, a conta não fecha não.

  • Mavericks atropela Bulls por 149-128 em show de Ryan Nembhard

    Mavericks atropela Bulls por 149-128 em show de Ryan Nembhard

    Cara, que pancada foi essa dos Mavericks nos Bulls ontem! 149-128 e não foi nem perto. Dallas simplesmente resolveu acabar a temporada do jeito certo, com uma das performances ofensivas mais completas que eu já vi esse ano.

    O grande nome da noite? Ryan Nembhard. O cara distribuiu 23 assistências — vinte e três! — e ainda fez 15 pontos. É recorde de assistências para um rookie na franquia dos Mavs. Eu tava assistindo e parecia que ele tinha GPS na cabeça, achava passe que nem existia. Sinceramente, foi um dos jogos mais prazerosos de se ver pela organização ofensiva.

    Show de bola movimento e arremessos

    Dallas acertou 52% dos arremessos de quadra e um absurdo de 22 das 49 tentativas de três pontos (44.9%). John Poulakidas meteu 28 pontos acertando 8 das 16 tentativas do perímetro. Moussa Cisse dominou o garrafão com 20 rebotes. Foi uma clínica completa.

    O que mais me impressionou foi como tudo fluiu naturalmente. Não parecia forçado, sabe? A bola rodava, os caras se movimentavam sem a bola, e Chicago simplesmente não conseguia acompanhar o ritmo. No primeiro tempo, os Mavs já tinham construído uma vantagem de 80-56. Oitenta pontos em um tempo! Isso é coisa de videogame.

    Bulls nunca entraram no jogo

    Olha, tenho que ser justo: Chicago até tentou algumas reações com Rob Dillingham e Collin Sexton, mas toda vez que encostavam no placar, Dallas respondia com outra chuva de três pontos. Cooper Flagg descendo forte para a cesta, Klay Thompson (que ainda tá lá, o monstro) chovendo de longe, e Nembhard orquestrando tudo.

    Na segunda metade virou passeio. A vantagem oscilou entre 20 e 30 pontos praticamente o tempo todo, e no último período já era garbage time total. Ambos os times só cumprindo tabela.

    Vocês acham que essa performance do Nembhard foi só casualidade ou o garoto realmente evoluiu tanto assim? Porque 23 assistências não é brincadeira não — tem muito armador veterano que nunca chegou perto disso na NBA.

    Dallas encerra a temporada com o pé direito, mostrando que quando a química funciona, esse time pode ser muito perigoso. Agora é aguardar a próxima temporada e ver se conseguem manter essa consistência ofensiva. Por enquanto, fica a lição: quando os Mavs movimentam a bola desse jeito, é difícil alguém parar.

  • Cooper Flagg machuca o tornozelo e perde fim de temporada histórica

    Cooper Flagg machuca o tornozelo e perde fim de temporada histórica

    Cara, que azar do Cooper Flagg. O garoto que tava tendo uma temporada de rookie absolutamente monstruosa acabou de machucar o tornozelo no último jogo da temporada regular dos Mavs, contra o Chicago. Saiu mancando no segundo quarto e não voltou mais.

    Olha, eu tava acompanhando essa temporada do Flagg desde o começo, e sinceramente? O moleque é um fenômeno. Com apenas 19 anos, ele tava fazendo coisas que a gente só vê uma vez a cada década na liga.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: 21.0 pontos, 5.4 rebotes e 4.5 assistências de média em 70 jogos. Pra um rookie, isso é absurdo. Mas o que mais me impressiona não são só os números — é a maturidade do garoto em quadra.

    Lembra daqueles dois jogos no penúltimo fim de semana da temporada? O maluco fez 96 pontos em duas partidas. NOVENTA E SEIS! E ainda teve o jogo de 51 pontos contra o Orlando, se tornando o primeiro adolescente na história da NBA a fazer 50+ numa partida. Monstro demais.

    Na minha visão, isso que ele fez contra os Lakers foi histórico também. 45 pontos contra o LeBron e ainda passou o King no número de jogos de 40+ pontos para um adolescente. Imagina a pressão de jogar contra seu ídolo e ainda assim dominar daquele jeito?

    Temporada dos Mavs foi uma decepção

    Agora, vamos ser honestos — a temporada dos Mavs como um todo foi bem frustrante. Começaram com expectativas altíssimas, mas as lesões destruíram tudo. O Anthony Davis passou mais tempo no departamento médico que em quadra, e acabou sendo trocado pro Washington. O Kyrie Irving? Nem jogou, depois daquela lesão feia no joelho em março do ano passado.

    Mas sabe o que mais me impressiona? Mesmo com o time desandando, o Flagg nunca abaixou a cabeça. Continuou jogando no mais alto nível, fazendo história toda semana.

    A briga pelo ROY tá pegando fogo

    E aí, vocês acham que ele leva o Rookie of the Year? A disputa com o Kon Knueppel (que foi seu companheiro em Duke, inclusive) tá bem acirrada. Eu ainda acho que o Flagg leva — os números falam por si só, e aqueles jogos históricos que ele fez devem pesar bastante na votação.

    O cara já tinha mostrado que era diferenciado em Duke, levando o time até a Final Four e sendo apenas o quarto calouro da história a ganhar o prêmio de melhor jogador universitário do país. Na NBA, só confirmou que veio pra ficar.

    Espero que essa lesão no tornozelo não seja nada sério e que ele volte 100% pra próxima temporada. Porque sinceramente? Com esse nível de jogo, os Mavs podem estar construindo algo especial ali em Dallas.

  • Cooper Flagg machuca o tornozelo e encerra temporada rookie

    Cooper Flagg machuca o tornozelo e encerra temporada rookie

    Cara, que fim de temporada complicado pro Cooper Flagg. O garoto que chegou com toda a expectativa em Dallas acabou machucando o tornozelo esquerdo no último jogo da temporada contra o Bulls, domingo passado.

    Foi uma dessas jogadas chatas que a gente odeia ver. O Flagg foi disputar um rebote, aterrisou torto e pronto — saiu mancando direto pro vestiário. Nem voltou mais pra quadra. Sinceramente, deu até uma dor no coração ver o mlk saindo assim depois de uma temporada que, convenhamos, já não tava fácil pros Mavs.

    Números que impressionam mesmo assim

    Olha, mesmo com essa temporada difícil do Dallas (25-56, longe pra caramba dos playoffs), o Flagg mostrou por que era tão esperado. Média de 21.2 pontos e 6.7 rebotes em 69 jogos? Monstro demais pra um rookie.

    E tem mais: o cara se tornou o mais novo jogador da história da NBA a fazer 50 pontos em um jogo. Foram 51 contra o Magic no começo do mês. Absurdo total. Na minha opinião, isso já garante ele na briga pelo Rookie of the Year — mesmo com a concorrência do Kon Knueppel, que inclusive era companheiro dele em Duke.

    O que vem por aí?

    Por enquanto, ninguém sabe a gravidade da torção. Pode ser só um susto ou algo mais sério. De qualquer forma, a temporada já tinha acabado mesmo pra Dallas — estavam mais de 10 jogos atrás das vagas do play-in no Oeste.

    O que me deixa empolgado é pensar no potencial desse garoto. 1.473 pontos na temporada rookie? Isso é coisa de craque. E vocês acham que ele consegue levar o prêmio de calouro do ano mesmo com essa lesão no final?

    Uma coisa é certa: Dallas tem uma joia nas mãos. Agora é torcer pra esse tornozelo sarar logo e pro Flagg voltar ainda mais forte na próxima temporada. O futuro dos Mavs pode estar nas mãos desse mlk de 19 anos.

  • Cooper Flagg machuca o tornozelo e perde os playoffs da NBA

    Cooper Flagg machuca o tornozelo e perde os playoffs da NBA

    Cara, que azar desgraçado. Cooper Flagg, a primeira escolha do Draft e favorito absoluto ao prêmio de Calouro do Ano, torceu o tornozelo esquerdo no último jogo da temporada regular dos Mavericks contra o Bulls e tá fora dos playoffs.

    O moleque se machucou tentando fazer uma das jogadas mais bonitas do basquete — pegar o próprio rebote ofensivo pra converter a cesta. Só que na hora de descer, pisou torto entre dois defensores do Chicago. Deu pra ver que doeu só de olhar a cara dele no chão.

    Numbers de rookie sensacional

    Olha, mesmo com esse final amargo, o que o Flagg fez na temporada de estreia foi simplesmente absurdo. Média de 21 pontos, 5.4 rebotes, 4.5 assistências e 1.2 roubos de bola em 70 jogos. Liderou Dallas em praticamente tudo — pontos totais, rebotes, assistências e roubos. Ficou apenas 5 tocos atrás do Daniel Gafford!

    Sinceramente, não esperava que um rookie se adaptasse tão rápido à liga. Tem jogador veterano que não consegue esses números, imagina um moleque de 19 anos na primeira temporada.

    Disputa acirrada pelo prêmio de Rookie

    Agora vem a parte interessante: a briga pelo Rookie of the Year tá pegando fogo. Do outro lado temos o Kon Knueppel — que por acaso foi companheiro de quarto do Flagg em Duke. Os caras dividiam apartamento na faculdade e agora disputam o prêmio principal da NBA. Isso é roteiro de filme!

    Knueppel teve números também impressionantes no Charlotte: 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências. Mas o que mais impressiona é que o cara quebrou o recorde de rookies com 273 bolas de três convertidas. É muita pancada de longe!

    E aí, galera, quem vocês acham que leva? O Flagg com números mais completos ou o Knueppel com essa chuva de três? Vai ser uma votação apertada demais.

    O que dói mesmo é saber que não vamos ver esse monstro nos playoffs. Dallas tinha tudo pra fazer barulho com o talento do garoto, mas lesão é algo que a gente nunca sabe quando vai aparecer. Torcer pra ser só um susto e ele voltar 100% na próxima temporada.