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  • Cuban se arrepende: ‘Erro foi pra quem vendi os Mavs’

    Cuban se arrepende: ‘Erro foi pra quem vendi os Mavs’

    Cara, que situação bizarra essa dos Mavericks. Mark Cuban tá aí falando abertamente que se arrepende de ter vendido o time — não de vender, mas pra QUEM vendeu. E olha, depois do que rolou com o Luka sendo trocado, eu até entendo o desespero do cara.

    “Não me arrependo de vender. Me arrependo de pra quem vendi”, disse Cuban numa entrevista que saiu essa semana. Mano, imagina a dor no coração do cara vendo o que fizeram com o franchise que ele construiu durante décadas.

    A decisão mais polêmica da NBA recente

    Vamos contextualizar essa loucura: Cuban vendeu os Mavs pra família Adelson/Dumont há mais de dois anos. O time imediatamente chegou nas Finals de 2024 (que timing, né?). Aí do nada, em fevereiro de 2025, o Nico Harrison — que Cuban tinha deixado como GM — simplesmente TROCA o Luka Dončić.

    Luka Dončić, gente. O cara que pode ser o melhor jogador europeu da história da NBA. Foi embora porque o Harrison quis mostrar serviço pro novo dono.

    Cuban ficou de lado nessa história toda. O Patrick Dumont, que virou o governador do time, deu carta branca pro Harrison fazer o que quisesse. E olha no que deu.

    A sorte grande que pode salvar tudo

    Agora, a única coisa boa dessa bagunça toda foi os Mavs ganharem a loteria do Draft em maio passado. Cooper Flagg caiu no colo deles — e sinceramente, esse moleque pode ser especial mesmo. Mas cara, trocar um Luka estabelecido por uma promessa? Arriscado demais.

    O próprio Harrison já foi demitido em novembro (era óbvio que ia dar merda), e agora quem tá tocando o barco são Michael Finley e Matt Riccardi numa base interina. Ou seja: uma bagunça total.

    Cuban revelou algo que eu não sabia: quando vendeu, ele esperava continuar comandando as operações de basquete “para sempre”. Imagina a frustração de ver tudo desmoronar nas mãos de outros.

    O lado humano do Cuban

    Uma coisa que me chamou atenção foi ele falando sobre não querer passar o fardo pros filhos. “Não queria isso pra eles. Pode ser abusivo, muito”, disse Cuban. “Se os fãs não gostam do que você faz ou se o time não vai bem, você vira a pior pessoa do planeta.”

    Olha, sendo bem sincero aqui: Cuban pode ter seus defeitos, mas sempre foi apaixonado pelos Mavs. Ver o cara admitindo publicamente que errou na venda é de partir o coração.

    E vocês aí, acham que os Mavs conseguem se recuperar dessa? Cooper Flagg vai ser suficiente pra fazer o torcedor esquecer que trocaram o Luka? Porque sinceramente, eu tô achando que vai demorar MUITO pra Dallas voltar a ser relevante.

  • Mavs seguem na busca por executivo sem ajuda externa

    Mavs seguem na busca por executivo sem ajuda externa

    Os Dallas Mavericks continuam procurando um novo chefe de operações de basquete por conta própria, sem contratar uma empresa de recrutamento para ajudar na busca. Olha, isso é bem interessante porque mostra que a franquia quer manter o controle total do processo.

    A ideia inicial era ter alguém definido até o Draft de junho, mas pelo jeito a coisa tá mais complicada do que o esperado. E sinceramente? Faz sentido eles quererem fazer essa escolha com muito cuidado, principalmente depois de toda a reformulação que rolou na organização.

    Candidatos internos ganham força

    Michael Finley e Matt Riccardi, que estão dividindo as responsabilidades como GMs interinos, continuam na briga para uma promoção definitiva. Cara, seria massa ver o Finley – que foi um baita jogador dos Mavs – assumindo esse papel. Ele conhece a casa como ninguém.

    O que chama atenção é que a direção já deixou claro que valoriza experiência prévia como executivo principal na NBA. Dennis Lindsey apareceu como possível candidato, e faz sentido – o cara tem um currículo respeitável na liga.

    De olho em Khris Middleton

    Agora, uma informação que me chamou atenção: os Mavs estão de olho em Khris Middleton, que vai ser agente livre irrestrito neste verão. Mano, imagina o Middleton jogando ao lado do Luka e do Kyrie? Seria um upgrade gigantesco no perímetro.

    O problema é que meio mundo vai querer o Middleton. Aos 32 anos, ele ainda é um dos melhores two-way players da liga quando saudável. A questão é justamente essa – as lesões têm atrapalhado bastante nos últimos anos.

    Vocês acham que os Mavs conseguem convencer o Middleton a vir pra Dallas? A janela de títulos com o Luka tá aberta, e movimentos como esse podem fazer toda a diferença. Só espero que eles não demorem demais para definir quem vai comandar essas decisões importantes.

  • Mark Cuban quer jogos de 40 minutos na NBA — genial ou loucura?

    Mark Cuban quer jogos de 40 minutos na NBA — genial ou loucura?

    Olha, o Mark Cuban sempre foi meio maluco (no bom sentido), mas dessa vez ele pode ter acertado em cheio. O ex-dono dos Mavericks soltou uma ideia que tá dando o que falar: que tal a NBA encurtar os jogos de 48 para 40 minutos?

    Tudo começou quando o Bill Simmons (aquele cara do The Ringer) tuitou sobre os problemas da NBA, e o Cuban não resistiu em dar pitaco. Enquanto técnicos como Steve Kerr e Rick Carlisle ficam batendo na tecla de reduzir a temporada de 82 jogos, o Cuban foi na contramão: “Por que não manter os 82 jogos mas encurtar cada partida?”

    A matemática faz sentido, cara

    Vamos fazer as contas aqui. Uma temporada normal tem 3.936 minutos totais por time. Se a gente cortar para 72 jogos (como o Simmons sugeriu), isso daria 3.456 minutos. Mas jogando 82 partidas de 40 minutos? São 3.280 minutos. Ou seja, os atletas jogariam MENOS ainda.

    E pensa bem: FIBA, WNBA e NCAA já fazem isso há anos. A própria NBA já testou — lembra daquele jogo entre Nets e Celtics de 44 minutos em 2014? Summer League também já usa 40 minutos. Não é nenhum bicho de sete cabeças.

    O argumento da audiência me pegou

    Cuban mandou uma que me fez pensar: “Quanto menos tempo de jogo na TV, maior a audiência”. Ele citou a NFL como exemplo — três horas de transmissão mas só 11 minutos de ação real. E cara, a NFL domina tudo nos EUA.

    Sinceramente? Acho que tem algo aí. Quantas vezes você não desligou a TV no terceiro quarto porque o jogo tava arrastado? Com 40 minutos, cada minuto pesa mais, a intensidade aumenta.

    Sem falar que zebras seriam mais comuns. É muito mais fácil um time fraco surpreender em 40 minutos do que em 48. E convenhamos: os playoffs da NBA precisam de mais upsets. Às vezes parece que já sabemos quem vai ganhar antes mesmo de começar.

    Mas e os problemas?

    Claro que não é só maravilha. Menos minutos significa menos comerciais, menos receita para as emissoras. Mas olha o baseball — eles encurtaram os jogos com o pitch clock e tá dando certo.

    E vocês, o que acham? Eu tô meio dividido aqui. Por um lado, amo basquete e queria ver mais, não menos. Por outro, se isso significa LeBron, Curry e companhia jogando com mais intensidade e menos load management, talvez valha a pena.

    Uma coisa é certa: Cuban sempre consegue mexer com a liga, mesmo sendo só dono minoritário agora. E dessa vez, não vou mentir, a ideia dele me interessou pra caramba. Seria uma revolução no nosso esporte favorito — mas será que a NBA tem coragem?

  • Mavs em parafuso: 12 derrotas seguidas em casa!

    Mavs em parafuso: 12 derrotas seguidas em casa!

    Gente, eu não sei mais o que falar dos Mavericks. Doze derrotas consecutivas jogando em casa. DOZE! É o tipo de sequência que faz qualquer torcedor questionar tudo na vida.

    Dallas recebe Minnesota hoje à noite, e sinceramente? Eu tô mais curioso pra ver se eles conseguem quebrar essa maldição do que propriamente animado com o jogo. Os Wolves estão com 45-29 no quinto lugar do Oeste, enquanto os Mavs… cara, 24-50 no 13º lugar. É deprimente.

    A realidade cruel dos números

    Olha só a situação: Dallas faz 113.9 pontos por jogo, Minnesota permite 114.4. Na teoria, deveria ser equilibrado. Mas quando você está numa sequência dessas, os números viram só papel — o psicológico pesa demais.

    E o pior é que os Mavs não são ruins defensivamente nos rebotes. Terceiro lugar na conferência com 34.2 rebotes defensivos por jogo, liderados pelo P.J. Washington pegando 5.5 por partida. Mas de que adianta pegar rebote se você não consegue ganhar em casa?

    Do lado de Minnesota, os caras estão com aquela confiança de quem briga por playoff. 6-4 em jogos decididos por 3 pontos ou menos — isso é clutch, é mentalidade vencedora. Coisa que Dallas perdeu faz tempo.

    Quando eles se enfrentaram antes…

    Lembra do último confronto em fevereiro? Anthony Edwards meteu 40 pontos e os Wolves ganharam por 122-111. Quarenta pontos! O moleque simplesmente resolveu destruir. Do lado dos Mavs, Khris Middleton fez seus 18 pontos, mas foi insuficiente — como tem sido a temporada toda.

    Agora Edwards está questionável com problema no joelho. Será que isso dá uma chance pros Mavs? Eu quero acreditar, mas com Kyrie Irving fora pela temporada toda (lesão no joelho) e Dereck Lively II também cortado (pé), fica difícil.

    Cooper Flagg tem sido o destaque de Dallas com 20.4 pontos, 6.6 rebotes e 4.6 assistências por jogo. O garoto joga bem, mas carregar um time inteiro nas costas é complicado. E vocês acham que ele aguenta essa pressão toda?

    O que esperar dessa partida

    Minnesota vem irregular — 5-5 nos últimos 10 jogos. Não é aquela máquina, mas ainda assim são infinitamente mais consistentes que Dallas (3-7 no mesmo período). Julius Randle fazendo seus 20.9 pontos e 6.8 rebotes, Bones Hyland contribuindo com 12.9 pontos…

    Eu vou assistir na esperança de ver Dallas finalmente vencer em casa. Doze jogos seguidos perdendo no próprio território é surreal. Tem que acabar uma hora, né? Mas sendo realista, Minnesota é favorito moleza.

    A única coisa que pode salvar os Mavs é se Edwards realmente não jogar e eles conseguirem explorar isso. Mas conhecendo a temporada deles… melhor nem criar expectativa.

  • Bagley sai do banco e salva os Mavericks contra Portland

    Bagley sai do banco e salva os Mavericks contra Portland

    Cara, que alívio pros torcedores de Dallas! Marvin Bagley III simplesmente decidiu que não ia aguentar mais essa sequência ruim dos Mavericks e saiu do banco com tudo ontem à noite. 26 pontos numa performance que quebrou a sequência de 5 derrotas seguidas do time texano.

    Olha, eu não esperava que o Bagley fosse ser o herói da noite, mas o cara entrou inspirado. E não foi só ele não — Cooper Flagg também colaborou com 24 pontos numa dupla que funcionou muito bem. Os Mavs venceram o Portland Trail Blazers por 100-93 e finalmente deram uma respirada.

    A volta por cima que Dallas precisava

    Sinceramente? Era sobre tempo. O time tinha perdido 7 dos últimos 9 jogos fora de casa, incluindo aquela surra de 142-135 pro Denver na quarta-feira. Bagley não só pontuou bem como pegou 9 rebotes, mostrando que pode ser uma peça importante saindo do banco.

    Naji Marshall também fez a sua parte com 19 pontos e 5 roubos de bola — esse cara tem se destacado na defesa ultimamente. E o Cooper Flagg? Além dos 24 pontos, ainda conseguiu 4 roubadas. Quando a defesa funciona, o ataque flui melhor.

    Portland lutou até o fim

    Do lado dos Blazers, Jrue Holiday (23 pontos) e Deni Avdija (20 pontos e 9 rebotes) fizeram de tudo pra manter o time vivo. Holiday ainda empatou o jogo em 92-92 com uma bomba de três faltando 2:25 pro fim — pensei que ia dar overtime.

    Mas aí que os Mavs mostraram personalidade. Partiram pra cima com uma sequência de 8-1 que decidiu tudo. Bagley abriu com uma bandeja e uma enterrada, e depois Marshall e Brandon Williams fecharam a conta na linha do lance livre.

    E olha só que curioso: Donovan Clingan teve uma noite estranha. O gigante pegou 17 rebotes (17!), mas só fez 6 pontos. Às vezes o basquete é assim mesmo.

    Com essa derrota, Portland caiu pra 37-38, voltando a ficar abaixo dos 50% de aproveitamento. O time tinha conseguido voltar ao .500 pela primeira vez em mais de dois meses, mas agora precisa se reerguer rapidamente — principalmente porque já garantiu vaga nos playoffs e tá na 9ª posição do Oeste.

    E aí, vocês acham que essa vitória pode ser o pontapé inicial pra uma recuperação dos Mavericks? O time tem potencial, mas a consistência tem sido o grande problema da temporada.

  • Amari Allen pode ser pick 30 do Draft 2026 – Dallas de olho no calouro do Alabama

    Amari Allen pode ser pick 30 do Draft 2026 – Dallas de olho no calouro do Alabama

    Olha só que interessante: enquanto todo mundo tá vidrado no March Madness e nos jogos do Sweet 16, já começou a especulação sobre o Draft de 2026. E tem um nome que tá chamando atenção — Amari Allen, do Alabama.

    O garoto de 6’7″ (isso é quase 2,01m pra quem tá acostumado com metro) tá sendo projetado como pick 30 pelo USA TODAY, último da primeira rodada, indo direto pro Dallas Mavericks. Sinceramente? Não é uma má posição pra um calouro.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: Allen tá fazendo uma temporada sólida no Alabama. 11.7 pontos, 7.1 rebotes e 3.1 assistências por jogo. Mas o que mais me impressiona é o arremesso de 3 — 36.5% de aproveitamento. Pra um garoto de 2 metros que também pega rebote e distribui assist, isso é ouro puro na NBA moderna.

    Durante os jogos da SEC (que é uma conferência bruta), ele melhorou ainda mais: 12.9 pontos e quase 7 rebotes, com 39.5% nas bolas de três em quase 5 tentativas por jogo. Cara, esses números de calouro são absurdos.

    Por que Dallas faz sentido

    O Mavericks tendo Luka e agora precisando de peças que encaixem ao redor dele… Allen parece ser exatamente o tipo de jogador que eles procuram. Um ala versátil, que não precisa da bola na mão pra produzir, defende múltiplas posições e ainda acerta de longe.

    E vamos combinar — ser escolhido como último pick da primeira rodada não é demérito nenhum. Significa contrato garantido e uma chance real de mostrar serviço logo de cara.

    O que vocês acham? Allen tem potencial pra ser um daqueles calouros que surpreendem na NBA? Porque pelo que tô vendo dos highlights dele no Alabama, o moleque joga pra caramba e tem uma mentalidade boa — sempre fazendo a jogada certa, não forçando nada.

    Agora é torcer pra ele continuar jogando bem no March Madness. Afinal, é nesses jogos que os olheiros da NBA realmente prestam atenção.

  • Murray explode com 53 pontos e Jokic quase faz 20-20-20 absurdo

    Murray explode com 53 pontos e Jokic quase faz 20-20-20 absurdo

    Gente, que noite foi essa em Denver! O Jamal Murray simplesmente resolveu virar o Michael Jordan e cravou 53 pontos contra o Dallas. Cinquenta e três! E o mais louco? O Jokic quase fez um 20-20-20 — terminou com 23 pontos, 21 rebotes e 19 assistências. Cara, imagina se ele tivesse conseguido mais uma assistência…

    Os Nuggets venceram por 142 a 135 numa partida que foi pura adrenalina. Murray estava simplesmente imparável, acertando 9 de 14 tentativas de três pontos. O cara tava jogando NBA 2K na vida real, sinceramente.

    Jokic fez história no meio da surra

    No meio dessa explosão do Murray, o Jokic ainda conseguiu alcançar as 6.000 assistências na carreira. O marco veio justamente numa bandeja que ele deu para o Murray no segundo quarto — que timing perfeito, né?

    O sérvio entrou na partida com 5.992 assistências e chegou lá com classe. E olha, quase fez um triple-double histórico. 20-20-20 seria algo que a gente veria uma vez na vida. Faltou só uma assistência, mano!

    Dallas quase conseguiu a virada impossível

    O mais impressionante é que Dallas não desistiu. Os caras cortaram uma vantagem de 11 pontos para apenas 1 no último quarto (127-126). Brandon Williams teve duas chances na linha de lance livre para empatar, mas perdeu as duas. Aí acabou a festa dos Mavs.

    Jokic respondeu na lata: acertou um floater e ainda deu assistência para o Peyton Watson cravar uma de três. Murray fechou a conta com mais uma de três e um step-back de 19 pés que foi pura arte. 138 a 128 e tchau, Dallas.

    O rookie Cooper Flagg fez 26 pontos pelos Mavs e o Naji Marshall contribuiu com 22, mas não teve jeito. Dallas tá numa sequência terrível — cinco derrotas seguidas e perdeu 24 das últimas 28 partidas desde o final de janeiro. Tá complicado lá no Texas.

    Com essa vitória, Denver chegou aos 46-28 e tá empatado com Minnesota na quarta colocação do Oeste. A diferença é que os Nuggets levam vantagem no confronto direto. E aí, vocês acham que esse time tem cara de playoffs mesmo? Porque com Murray e Jokic jogando assim, qualquer um pode temer…

  • Moses Moody se machuca feio e deixa Warriors em choque na vitória

    Moses Moody se machuca feio e deixa Warriors em choque na vitória

    Cara, que noite bizarra para os Warriors. Eles conseguiram bater o Dallas Mavericks por 137-131 na prorrogação, mas sinceramente? Ninguém tava comemorando no final. O Moses Moody se machucou de uma forma que deu um nó no estômago de todo mundo que tava assistindo.

    O moleque tinha acabado de voltar de uma lesão no pulso — 10 jogos fora, imagina a ansiedade pra voltar a jogar. E aí ele vai lá e faz um jogaço: 23 pontos em 34 minutos, defendendo absurdamente bem, mudando completamente o ritmo da partida. Tava sendo o melhor em quadra, monstro.

    A lesão que parou tudo

    Mas aí veio aquela cena que ninguém quer ver. Numa jogada de contra-ataque aparentemente normal, o Moody caiu no chão e você sabia na hora que tinha algo muito errado. Lesão sem contato no joelho esquerdo — do tipo que faz todo mundo parar de respirar por uns segundos.

    O Draymond Green abraçou ele enquanto saía de maca. Silêncio total na arena. Você já viu essas cenas antes e nunca é fácil, especialmente com um cara jovem como o Moses, que tava só começando a mostrar todo seu potencial.

    “A gente não sabe o que é, mas com certeza pareceu feio”, disse o Steve Kerr depois do jogo. E olha, quando o técnico fala assim, você sabe que a coisa tá séria mesmo.

    Warriors já cansados de lesão

    O que mais me deixa puto é que os Warriors já estão calejados com essas paradas. Quantas vezes esse time não perdeu jogadores importantes por lesão? E agora o Moody, que é uma peça fundamental pro futuro da franquia.

    “É brutal, vocês sabem que a gente tava esperando todo mundo voltar saudável”, desabafou o Draymond na entrevista pós-jogo. “Moses é um cara que faz tudo certo… e ele mudou o jogo pra gente hoje à noite.”

    E não é papo furado do Dray não. O garoto tava realmente fazendo a diferença. Pressão na defesa, arremessos importantes caindo, energia contagiante. Tudo que você quer de um ala jovem em desenvolvimento. E aí… essa.

    Jonathan Kuminga, que nem joga mais com ele, postou uma reação nas redes que mostrava como todo mundo ficou abalado. Essa é a parte mais humana do esporte — independente de rivalidade ou time, ninguém quer ver um atleta se machucar assim.

    Agora é esperar e torcer

    Por enquanto é só especulação, mas todo mundo que acompanha basquete sabe que lesão de joelho sem contato raramente é coisa simples. O Warriors vão fazer todos os exames possíveis, mas a cara do Kerr falando sobre o assunto já dizia tudo.

    Vocês acham que o Moses consegue se recuperar bem dessa? Porque, sinceramente, ele tava numa crescente absurda e seria uma pena ver a carreira dele ser prejudicada por essas lesões seguidas. O cara tem potencial pra ser um dos melhores alas da liga nos próximos anos.

    Agora é torcer pra que seja menos grave do que pareceu. Força, Moses!

  • Moses Moody sofre lesão assustadora que deixou todo mundo horrorizado

    Moses Moody sofre lesão assustadora que deixou todo mundo horrorizado

    Cara, eu tô aqui ainda processando o que aconteceu com o Moses Moody na madrugada de segunda-feira. Foi daquelas cenas que você não quer ver nem no seu pior inimigo, sabe?

    O Warriors tava jogando contra o Mavericks, prorrogação rolando, e o Moody voltando de uma lesão no pulso. Aí na hora que ele rouba a bola do Cooper Flagg e sai correndo pra uma enterrada em transição… mano, do nada o joelho dele simplesmente cedeu. CEDEU. Não foi contato, não foi nada — o cara simplesmente desabou na quadra.

    A reação foi de arrepiar

    O que mais me marcou foi o que o Steve Kerr falou depois: “Eu vi as expressões nos rostos dos jogadores do Mavericks. Todo mundo na quadra ficou horrorizado.” E olha, isso fala muito sobre como é essa liga, né? No fim das contas, são todos atletas que sabem como essa profissão é frágil.

    O jogo parou por vários minutos. Moody teve que sair de maca, com os companheiros sinalizando pra galera médica. Até os adversários ficaram preocupados — e isso mostra o respeito que rola entre os jogadores.

    Warriors já não tavam fáceis

    Sinceramente, o Golden State já tava sofrendo demais com lesões essa temporada. Stephen Curry, Seth Curry, Al Horford, Quinten Post… todo mundo no departamento médico. E agora isso com o Moody.

    O Brandin Podziemski comparou com o que aconteceu com o Jimmy Butler mais cedo na temporada: “Mesma coisa. Não tem palavras. Você odeia ver isso acontecer. Especialmente com pessoas boas da vida.”

    E é isso que mais dói, né? O Moody é um moleque trabalhador, que tava se recuperando de uma lesão no pulso e voltando aos poucos. Aí vem essa pancada.

    O Warriors tá com 34 vitórias e 38 derrotas, praticamente garantido no play-in como 10º colocado, mas sem condições reais de fazer barulho nos playoffs. Agora a preocupação é maior: se essa lesão do Moody vai comprometer não só o resto da temporada, mas a próxima também.

    Por enquanto, todo mundo torce pra que não seja tão grave quanto pareceu. Mas olha, pelo que eu vi no vídeo e pela reação geral… não tá pintando um quadro muito animador.

    Vocês acham que o Warriors deveria ter poupado mais os jogadores essa temporada? Às vezes me pergunto se não vale mais preservar pra não ter essas situações catastróficas.

  • Cooper Flagg gritou ‘TAKE ME HOME’ e virou meme após erro de Marshall

    Cooper Flagg gritou ‘TAKE ME HOME’ e virou meme após erro de Marshall

    Cara, eu não consigo parar de rir com essa situação dos Mavs ontem. O Cooper Flagg, esse moleque de 19 anos que já tá mandando no time, fez um passe PERFEITO pro Naji Marshall numa jogada que poderia ter decidido o jogo contra os Warriors. E aí que vem o melhor: ele gritou “TAKE ME HOME!” achando que a bola ia entrar limpa.

    Spoiler: não entrou.

    O momento que virou meme instantâneo

    A cena foi bizarra de tão boa. Flagg penetrou, levou três caras na marcação (genial, por sinal), achou o Marshall completamente livre pra bola de três com 2.5 segundos no cronômetro. O garoto estava TÃO confiante que já tava comemorando antes da bola sair da mão do veterano.

    O resultado? Bola na ferradura, jogo pra prorrogação, e os Mavs perderam por 137-131. Quarta derrota seguida, galera. A situação tá complicada mesmo.

    Mas olha, eu tô impressionado com a atitude do Flagg. Depois do erro, ele ainda foi cumprimentar o Marshall. Aos 19 anos, o moleque já tem uma maturidade absurda — já vi muito veterano xingar o companheiro numa situação dessas.

    Internet não perdoa: memes e mais memes

    Como era de se esperar, o Twitter (ou X, né) pegou fogo com o momento. Teve de tudo: desde elogios à liderança do rookie até zoação pesada com o Marshall.

    Um cara comentou: “Ele deve ter achado que era o Klay Thompson, porque não é possível confiar TANTO no Naji Marshall”. Cruel, mas… não tá errado? Marshall tá tendo uma temporada sólida (51.9% de aproveitamento geral), mas os 30.2% de três pontos explicam muita coisa.

    Sinceramente, acho que o Flagg fez a jogada certa. Basquete é assim — às vezes você tem que confiar no companheiro que tá livre, mesmo que não seja o seu melhor arremessador. E vocês acham que ele deveria ter forçado o arremesso sozinho?

    No fim das contas, Flagg fez 32 pontos, nove assistências e mostrou uma liderança que muito veterano não tem. Marshall contribuiu com 16 pontos e sete assistências, mas os dois juntos somaram 15 dos 21 turnovers do time. Dá pra melhorar aí, né galera?

    Os Mavs tão numa situação complicada — 12 derrotas seguidas em casa (recorde negativo da franquia no American Airlines Center), mas pelo menos temos conteúdo de qualidade pros memes. E honestamente? Prefiro um rookie confiante demais do que um medroso. O Flagg vai longe, podem anotar.