Autor: Leandro Amorim

  • Bill Self pode pendurar as chuteiras após eliminação no March Madness

    Bill Self pode pendurar as chuteiras após eliminação no March Madness

    Cara, nunca pensei que estaria escrevendo isso sobre Bill Self. O técnico do Kansas, aos 63 anos, deixou no ar uma possível aposentadoria após a eliminação dolorosa para St. John’s por 67-65 na segunda rodada do March Madness.

    E olha, não é por birra ou frustração com o time. Self foi bem claro: é uma questão de saúde. “Preciso ser capaz de fazer isso me sentindo bem e saudável para fazer um trabalho decente”, disse o veterano técnico. Sinceramente, isso me pegou desprevenido.

    A saúde em primeiro lugar

    Quem acompanha o basquete universitário sabe que Self vem lidando com problemas de saúde nos últimos anos. O cara foi hospitalizado em janeiro — isso não é brincadeira. Aos 63, depois de décadas na beira da quadra, o corpo cobra mesmo.

    “Vou voltar pra casa, conversar com a família e ver o que está acontecendo”, explicou Self. É uma decisão difícil pra qualquer técnico, ainda mais pra alguém que ama tanto o que faz. Mas saúde não se brinca, né?

    Kansas patinando no torneio

    Vamos ser honestos aqui — Kansas não vem fazendo bonito no March Madness. Quatro anos consecutivos sem passar da segunda rodada. Para um programa tradicionalmente forte como esse, é frustrante demais.

    O próprio Self admitiu a inconsistência: “Os últimos dois anos não foram… bem, incluindo este ano… tem sido inconsistente e não tão bom. Obviamente é decepcionante.” É difícil ouvir isso de um cara que já conquistou tanto no basquete universitário.

    O mais louco é que em uma dessas temporadas eles eram cabeça de chave número 1, mas Self teve que se afastar por problemas de saúde e não terminou a temporada. Imagina a frustração!

    E aí, vocês acham que Self vai mesmo pendurar as chuteiras? Seria o fim de uma era no basquete universitário americano. O Kansas sem Bill Self seria estranho demais de imaginar.

  • March Madness explode na TV e bate recorde de audiência em 13 anos

    March Madness explode na TV e bate recorde de audiência em 13 anos

    Gente, o March Madness tá literalmente insano esse ano! Os primeiros três dias do torneio da NCAA bateram a maior audiência desde 2011, quando CBS e Turner começaram a transmitir todos os jogos. Estamos falando de uma média de 9,8 milhões de telespectadores — um aumento de 5% em relação ao ano passado.

    E olha só que absurdo: quinta-feira foi simplesmente histórica. Os jogos da primeira rodada, transmitidos pela CBS, TBS, TNT e truTV, mantiveram essa média de 9,8 milhões (6% a mais que 2023). Mas o prime time? Meu amigo, aí foi de outro mundo.

    A noite que entrou pra história

    O horário nobre teve média de 12,5 milhões de pessoas grudadas na TV. Doze vírgula cinco MILHÕES. Isso é a maior audiência para uma janela de primeira rodada na história do torneio! E não é à toa — teve upset épico do VCU ganhando do North Carolina por 82-78. Quem não gosta de ver um zebra dessas?

    Na minha visão, isso mostra como o basquete universitário americano continua sendo um negócio monstruoso. A galera simplesmente para tudo pra acompanhar esses mlks jogando como se não houvesse amanhã.

    First Four também quebrou recordes

    Até os jogos preliminares (First Four) de terça e quarta arrebentaram! Somando tudo, deu 7,5 milhões de espectadores na truTV. O destaque foi Miami (Ohio) passando o rodo no SMU por 89-79 na quarta — esse jogo teve 2,8 milhões assistindo, sendo o First Four mais visto da história em Dayton, Ohio.

    Sinceramente, isso me faz refletir sobre como o esporte universitário nos EUA é um fenômeno cultural único. Aqui no Brasil, a gente até torce pros nossos times de basquete universitário, mas não chega nem perto dessa loucura. Vocês acham que um dia vamos ter algo parecido por aqui com o NBB ou mesmo campeonatos universitários?

    O que tá claro é que March Madness continua sendo uma máquina de entretenimento. E pelo jeito que começou, esse torneio promete ser histórico em audiência. Quem diria que numa era de streaming e mil opções, o pessoal ainda se reúne pra ver basquete universitário na TV tradicional!

  • Duke dispara na NBA: 27 ex-alunos jogando no torneio universitário

    Duke dispara na NBA: 27 ex-alunos jogando no torneio universitário

    Olha só que levantamento interessante: alguém foi lá e contou quantos ex-jogadores universitários estão atualmente na NBA dos times que chegaram no Sweet 16 do March Madness de 2026. E cara, Duke simplesmente destruiu a concorrência.

    São 27 jogadores que passaram por lá e hoje estão na liga. Vinte e sete! É quase um time inteiro, mais reservas e ainda sobra gente. Não é à toa que Duke é considerada uma das fábricas de talentos do basquete americano.

    Arizona e Michigan também mandam bem

    Logo atrás vem Arizona com 14 ex-alunos na NBA (o que já é um número bem respeitável) e Michigan com 15. Interessante como essas universidades conseguem formar jogadores que chegam no mais alto nível.

    UConn, que sempre aparece forte no March Madness, tem 9 representantes atualmente na liga. Arkansas também marca presença com 9 jogadores. Michigan State, que sempre dá trabalho no torneio universitário, coloca 7 nomes na NBA.

    Os números por região do torneio

    O que mais me chama atenção é como isso se distribui geograficamente. Na região Leste (sediada em Washington), Duke domina completamente — nenhum outro time da região chega nem perto dos 27.

    Já na região Oeste (San Jose), Arizona lidera com 14, seguido de Arkansas com 9 e Texas com 7. Purdue, que sempre tem times competitivos, surpreende negativamente com apenas 2 ex-alunos na NBA.

    No Meio-Oeste (Chicago), Michigan puxa a fila com 15, enquanto Iowa State tem 5, Alabama e Texas empatam com 7 cada, e Tennessee fecha com 6.

    A região Sul (Houston) é a mais equilibrada: Houston com 6, Illinois com 5, Iowa com 3 e Nebraska — pasmem — com apenas 1 representante na NBA.

    Sinceramente, esses números mostram não só a qualidade dos programas universitários, mas também como certas universidades se tornaram verdadeiras pipelines para a NBA. Duke é o exemplo perfeito disso — Coach K construiu um império lá que continua rendendo frutos até hoje.

    E aí, vocês ficaram surpresos com algum desses números? Eu confesso que não esperava que Michigan tivesse tantos ex-alunos na liga assim.

  • Tatum desabafa sobre volta: ‘Tá frustrante, cara’

    Tatum desabafa sobre volta: ‘Tá frustrante, cara’

    Olha, quando o Jayson Tatum falou sobre sua volta após 10 meses parado por causa do tendão de Aquiles rompido, deu pra sentir a frustração na voz dele. E sinceramente? É completamente compreensível.

    “Eu não sabia como essa porra ia ser”, disse o craque dos Celtics, sem papas na língua. “É difícil pra caramba. Na hora do jogo, você tenta não pensar nisso, só quer ser o Jayson Tatum de novo e se sentir você mesmo. Eu não sou o Superman, então obviamente vai levar tempo.”

    Cara, imagina a pressão que deve ser. O cara era um dos melhores da liga, all-star múltiplas vezes, e agora tá tendo que literalmente reaprender a jogar no mais alto nível. É de amargar mesmo.

    O processo tá sendo longo demais

    O que mais me chama atenção na fala do Tatum é quando ele fala sobre dar “um pouco mais de graça” pra ele mesmo no dia seguinte aos jogos. Isso mostra como ele tá cobrando demais de si próprio — característica que todo grande jogador tem, mas que pode ser uma faca de dois gumes numa situação dessas.

    “Foi muito tempo mesmo. Muito tempo antes de eu conseguir arremessar uma bola, antes de conseguir andar”, continuou Tatum. “Então tô tentando tirar a ferrugem jogo a jogo.”

    Dez meses longe das quadras não é brincadeira, pessoal. Pra vocês terem ideia, Tatum ficou mais tempo parado do que muitos jogadores ficam em toda uma offseason normal. O corpo esquece, o timing some, e mesmo sendo um atleta de elite, não tem jeito fácil de voltar.

    Construindo momentum aos poucos

    A estratégia do Tatum agora é bem clara: transformar bons momentos em jogos consistentes, e depois encadear esses jogos bons. Parece simples falando assim, mas quem já jogou basquete sabe que não é.

    “Eu encontro ótimos momentos de jogo em jogo, e tô tentando juntar mais deles”, explicou o astro.

    Na minha opinião, os Celtics estão certos em não pressionar o cara. Melhor ter um Tatum funcionando a 80% na reta final da temporada do que forçar a barra agora e correr o risco de uma nova lesão. E vocês, acham que ele volta ao nível all-star ainda nesta temporada?

    O que mais impressiona é a honestidade brutal dele. Em vez de falar aquelas respostas prontas de sempre, o monstro foi direto ao ponto: tá frustrante mesmo, e não tem problema admitir isso. Essa transparência só mostra como ele tá levando o processo a sério — e isso é um bom sinal pra torcida de Boston.

  • Grizzlies apostam de novo em Burton e Jarreau com novos contratos

    Grizzlies apostam de novo em Burton e Jarreau com novos contratos

    Olha, eu tô cada vez mais convencido de que o Memphis Grizzlies tem um olho clínico absurdo pra garimpar talento. Tyler Burton e DeJon Jarreau acabaram de ganhar seus segundos contratos de 10 dias com a franquia do Tennessee — e sinceramente? Mereceram.

    Burton tá fazendo um trabalho sensacional saindo do banco. Em seis jogos, o cara médias de 8.8 pontos e 4.3 rebotes em 25 minutos. Não é pouca coisa não, galera. Pra quem não foi draftado em 2024 depois de sair de Villanova, o ala de 26 anos tá provando que tinha espaço na liga sim.

    Do G League direto pro show

    E o mais legal é a trajetória desses caras. Burton destruía tudo no Memphis Hustle (o time da G League dos Grizzlies), fazendo 20.6 pontos por jogo como titular. Jarreau também — 15.2 pontos e mais de 5 assistências de média. Ou seja, quando chegaram na NBA, já tinham química com o sistema.

    Jarreau, aliás, tá sendo uma grata surpresa. O armador de 28 anos saiu de Houston em 2021 sem ser draftado, mas olha ele aí: 6.4 pontos, 5 rebotes e quase 4 assistências em cinco jogos. Pra um cara de 1,96m, esses números de rebote são monstro.

    Memphis e a filosofia do ‘next man up’

    Sabe o que eu mais admiro nos Grizzlies? Essa capacidade de dar oportunidade pra quem tá ralando. Não é à toa que eles sempre encontram peças valiosas onde ninguém mais procura. Burton e Jarreau são exemplos perfeitos disso.

    E aí, vocês acham que pelo menos um dos dois vai conseguir um contrato mais longo? Na minha opinião, Burton tem tudo pra ficar. O cara tem size, joga dos dois lados da quadra e não tem medo de meter uma enterrada quando precisa.

    O que mais impressiona é como esses jogadores chegaram prontos pra contribuir. Não precisaram de tempo de adaptação — entraram jogando como se sempre tivessem feito parte do elenco. Isso fala muito sobre o trabalho de desenvolvimento que o Memphis faz lá embaixo, na G League.

    Agora é torcer pra que esses segundos contratos de 10 dias se transformem em algo mais duradouro. Porque talento, definitivamente, não falta pra nenhum dos dois.

  • Jazz aposta novamente em Bez Mbeng: vale a pena?

    Jazz aposta novamente em Bez Mbeng: vale a pena?

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi que o Utah Jazz renovou o contrato de 10 dias do Bez Mbeng pela segunda vez, pensei: esse cara deve ter algo especial mesmo. Não é todo dia que um jovem de Yale consegue impressionar uma franquia da NBA a ponto de ganhar uma segunda chance.

    O que Mbeng mostrou até agora?

    Em cinco jogos pelo Jazz (sendo um como titular), o armador de 1,93m está fazendo números interessantes: 4,8 pontos, 4,2 assistências, 4,0 rebotes e 1,6 roubos de bola em 33 minutos por jogo. Não são números de All-Star, mas pra um cara que veio do college, tá longe de ser ruim.

    O que me chama atenção mesmo é a versatilidade do garoto. Armador que pega rebote? Que defende bem? Isso é ouro no basquete moderno. E sinceramente, com o Jazz em fase de reconstrução, faz todo sentido testar jovens talentos assim.

    A trajetória até aqui

    Antes de chegar ao Jazz, Mbeng estava arrebentando na G League pelo Sioux Falls Skyforce. Em 41 jogos, cravou médias de 6,5 pontos (com 49,5% de aproveitamento nos arremessos), 5,0 rebotes e 3,8 assistências. O mais louco? O cara fez um triple-double contra o Rio Grande Valley em fevereiro: 12 pontos, 13 rebotes e 12 assistências. Monstro!

    Na faculdade, em Yale, o negócio era ainda mais impressionante. Quatro temporadas, 120 jogos, e o cara foi eleito Melhor Jogador da Ivy League em 2024-25. Ah, e pegou o prêmio de Melhor Defensor da liga por três anos seguidos. Três! Isso não é coincidência, galera.

    Vai colar na NBA?

    Essa é a pergunta que não quer calar, né? Na minha visão, o Mbeng tem perfil pra pelo menos ser um jogador de rotação sólido. Não vai ser estrela, mas no basquete de hoje, um cara que defende múltiplas posições, distribui bem a bola e não precisa forçar o ataque tem muito valor.

    O Jazz claramente viu algo nele — senão não daria uma segunda chance. E olha, considerando que o time tá em rebuilding mesmo, por que não apostar num jovem hungão que já mostrou que sabe jogar basquete de verdade?

    Vocês acham que ele consegue se firmar no elenco ou é só mais um teste que não vai dar certo? Eu tô torcendo pro garoto, até porque ver alguém saindo de Yale e chegando na NBA é sempre inspirador.

  • Karim Lopez pode fazer história: primeiro mexicano no 1º round da NBA

    Karim Lopez pode fazer história: primeiro mexicano no 1º round da NBA

    Cara, vocês sabiam que o México nunca teve um jogador selecionado no primeiro round do Draft da NBA? Pois é, mas isso pode mudar em 2026. Karim Lopez, de apenas 19 anos, acaba de declarar para o Draft e tá sendo projetado como o cara que vai quebrar essa barreira histórica.

    Olha, quando eu vi essa notícia, pensei: finalmente! O garoto é um forward de 2,06m com envergadura de 2,16m — números que fazem qualquer scout babar. Mas não é só físico não. Lopez passou as duas últimas temporadas jogando pelo New Zealand Breakers na NBL australiana, e os números impressionam.

    Os números que chamam atenção

    Na última temporada, o moleque fez 11,9 pontos e 6,1 rebotes por jogo, com aproveitamento de 49% nos arremessos. Pode parecer modesto, mas considerem: ele jogou apenas 25,6 minutos por partida. E teve 30 jogos como titular, estabelecendo um recorde da NBL Next Stars com 358 pontos na temporada.

    O que mais me impressiona é a versatilidade. Os scouts da NBA tão de olho no tamanho posicional dele, nas habilidades com a bola e na capacidade de criar jogadas. Claro que tem coisa pra melhorar — principalmente o arremesso de perímetro e explosão física — mas cara tem apenas 19 anos!

    A jornada até aqui foi insana

    A história do Lopez é dessas que dá filme. Nasceu em Hermosillo, no México, filho do Jesus Hiram Lopez, que jogou pela seleção mexicana. Aos 14 anos (imaginem vocês!), se mudou pra Espanha pra jogar no Joventut Badalona. Em 2024, deu o salto pro basquete australiano.

    “Sempre foi meu sonho jogar na NBA”, disse Lopez pra ESPN. “É bem especial estar nessa posição agora.” E sinceramente, eu acredito nele. O garoto tem a mentalidade certa.

    Mais que basquete: uma questão de representatividade

    Aqui que a coisa fica linda, gente. Lopez não tá pensando só na carreira dele. “Um dos meus objetivos é inspirar jovens no México. Mostrar que não importa de onde você vem”, falou.

    Cara, isso me lembra muito do que o Nenê fez pelo basquete brasileiro lá atrás. Ter um representante mexicano no primeiro round seria gigantesco pro basquete latino-americano como um todo.

    Lopez tá ranqueado em 11º no Big Board da ESPN pra 2026. Nada mal pra um cara de 19 anos que ainda tem margem pra evoluir muito. O Draft Combine rola de 10 a 17 de maio em Chicago, e o Draft mesmo fica pra final de junho.

    Vocês acham que ele consegue mesmo ser selecionado no primeiro round? Eu tô torcendo demais pra que sim. Seria histórico demais!

  • LaMelo Ball finalmente ganhou! E Luka segue imparável na semana

    LaMelo Ball finalmente ganhou! E Luka segue imparável na semana

    Gente, aconteceu! O LaMelo Ball finalmente levou seu primeiro prêmio de Jogador da Semana na carreira. E cara, já era mais que hora mesmo.

    O armador do Charlotte Hornets mandou ver na Semana 22: 26.3 pontos, 5.0 rebotes e 7.3 assistências por jogo. E o melhor? Os Hornets fecharam 3-0 no período. Sinceramente, eu já tava achando estranho ele nunca ter ganhado esse troféu — o moleque joga demais há tempo.

    Luka Doncic é um monstro

    Agora, se o LaMelo impressionou, o que dizer do Luka Doncic? O esloveno simplesmente repetiu o feito da semana anterior e levou o prêmio pela segunda vez consecutiva no Oeste.

    E olha esses números: 42.3 pontos, 6.8 rebotes e 6.3 assistências por partida. QUARENTA E DOIS PONTOS de média, pessoal! E todos os quatro jogos foram fora de casa, onde sabemos que é sempre mais difícil.

    O Dallas Mavericks fechou 4-0 na semana, e isso com uma sequência toda na estrada. Absurdo o nível que esse cara tá jogando.

    Duas gerações, mesmo talento

    É interessante ver esses dois caras dividindo os holofotes. O LaMelo, mais novo, finalmente quebrando a barreira e conquistando seu primeiro reconhecimento semanal. Do outro lado, o Luka já mais experiente mostrando que tá em outro patamar completamente.

    O que vocês acham? Era hora do Ball ganhar esse prêmio, ou já deveria ter rolado antes? E o Luka consegue manter esse ritmo insano até os playoffs?

    Uma coisa é certa: a NBA tá cada vez mais divertida com esses caras mandando bem. E nós aqui no Brasil aproveitando cada jogada desses monstros!

  • Fultz volta à NBA pelo Toronto: será que a mágica pode rolar?

    Fultz volta à NBA pelo Toronto: será que a mágica pode rolar?

    Gente, vocês lembram do Markelle Fultz? Aquele garoto que foi primeira escolha geral do draft em 2017 e que simplesmente esqueceu como arremessar? Pois é, o cara tá de volta à NBA — Toronto Raptors acabou de assinar um contrato de 10 dias com ele.

    Olha, eu confesso que não esperava essa. Fultz vinha jogando pela filial dos Raptors na G League, o tal do Raptors 905, e os números até que não estavam ruins: 9.4 pontos, 2.4 rebotes e 6.2 assistências em quase 24 minutos por jogo. Nada espetacular, mas pro cara que praticamente sumiu do basquete, tá valendo.

    O que esperar do retorno?

    A real é que Fultz virou quase uma lenda urbana da NBA. Primeira escolha geral dos Sixers, promessa absurda, e do nada desenvolveu aqueles problemas de arremesso que ninguém conseguia explicar direito. Lembram daqueles vídeos dele tentando acertar lance livre? Era de dar dó.

    Na temporada passada pelo Sacramento Kings, ele mal viu quadra — só 21 jogos, média de menos de 9 minutos, números praticamente inexistentes. Mas cara, às vezes um cara só precisa da oportunidade certa, né?

    Toronto fazendo a aposta certa?

    Os Raptors tão em quinto no Leste, disputando posição com Hawks e Sixers (que ironia, né?). Com apenas um jogo de vantagem na coluna de derrotas, cada movimento conta. E sinceramente? Acho que eles não têm muito a perder com essa.

    Fultz sempre teve visão de jogo absurda — essas 6.2 assistências na G League mostram que a cabeça ainda funciona. Se o arremesso voltar nem que seja 70% do que era antes dos problemas, o Toronto pode ter achado um diamante bruto no lixão.

    E aí, vocês acham que o Fultz consegue se reerguer dessa vez? Ou será mais uma tentativa que vai dar em pizza? Eu, particularmente, torço pelo garoto — todo mundo merece uma segunda (ou terceira, ou quarta) chance.

  • Peterson admite: ‘Só fui eu mesmo no final da temporada’

    Peterson admite: ‘Só fui eu mesmo no final da temporada’

    Cara, que temporada complicada teve o Darryn Peterson em Kansas. O garoto que todo mundo esperava ver voando pela quadra passou a maior parte do ano no departamento médico, e agora que a temporada dos Jayhawks acabou de forma brutal — eliminados pelo St. John’s na segunda rodada do March Madness —, ele finalmente abriu o jogo.

    “Eu estava machucado na maior parte da temporada. Não era realmente eu mesmo até o final do ano”, disse Peterson após a derrota por 67-65. “Então, acho que o que as pessoas viram nesses últimos jogos é meio que quem eu sou.”

    A sinceridade de um calouro frustrado

    Olha, eu admiro a maturidade do moleque. Nada de desculpa esfarrapada ou papo de “se não fosse as lesões”. Peterson foi direto: “Eu não acredito no que poderia ter sido. É o que é.”

    Mas os companheiros dele não pensam igual. O armador Jamari McDowell nem deixou o repórter terminar a pergunta sobre as chances de Peterson no Draft: “Número um. Ele tem tudo. É o melhor de todos os tempos.”

    Melvin Council Jr. foi na mesma linha, lembrando dos highlights do ensino médio: “Vocês ainda não viram o que ele pode fazer. Fazer 60, 70 pontos — isso vocês não viram ainda.”

    16 jogos em 35 possíveis

    A matemática é cruel: Peterson só jogou 16 partidas das 35 possíveis de Kansas na temporada. Nunca conseguiu pegar ritmo de verdade, e quando parecia que ia deslanchar, vinha outra contusão ou problema físico.

    Bill Self, técnico dos Jayhawks, foi diplomático mas realista: “Ele teve momentos em que pareceu incrível e momentos em que obviamente a saúde não permitiu que jogasse como todos sabemos que é capaz.”

    E agora? Peterson provavelmente vai se declarar pro Draft da NBA mesmo assim — e sinceramente, eu entendo. Com todo o talento que tem, mesmo uma temporada truncada não deve afetar muito sua posição. Mas que dó fica da gente, que queria ver esse monstro jogando bola de verdade na NCAA.

    Vocês acham que ele consegue ser top 5 no Draft mesmo com essa temporada atípica? Eu ainda aposto que sim, mas que dó que não vimos o show completo…