Autor: Leandro Amorim

  • RealGM lança Basketball Wiretap pra NBA: vale a pena?

    RealGM lança Basketball Wiretap pra NBA: vale a pena?

    Cara, vocês conhecem o RealGM? Se você acompanha NBA há um tempo, provavelmente já esbarrou nesse site pelo menos uma vez. Agora eles lançaram uma ferramenta chamada Basketball Wiretap que promete entregar todas as notícias fresquinhas da liga direto na sua tela.

    Na real, parece interessante — principalmente pra quem vive grudado nas notícias da NBA como eu. A proposta é simples: centralizar tudo que tá rolando na liga num lugar só. Trades, lesões, performances monstro, aquelas declarações polêmicas que sempre rendem uns memes…

    O que esperar dessa novidade?

    Olha, eu confesso que tô curioso pra ver como vai funcionar na prática. O RealGM sempre foi conhecido pelos números e estatísticas — eles têm um banco de dados absurdo. Mas notícias em tempo real? Isso é outro nível de cobrança.

    A concorrência tá pesada, né? Tem o The Athletic, ESPN, Bleacher Report… todos brigando pra ser o primeiro a soltar aquela bomba do Woj ou do Shams. E convenhamos, no mundo da NBA, ser o primeiro a noticiar vale muito.

    Vale mesmo a pena mais uma fonte?

    Sinceramente? Eu sempre prefiro ter mais opções do que menos. Principalmente quando o assunto é NBA — cada site tem sua pegada, seus contatos exclusivos. O RealGM pode trazer uma perspectiva diferente, mais focada nos dados que eles já dominam.

    Imaginem se eles conseguirem misturar as notícias quentes com aquelas análises estatísticas que eles fazem tão bem. Tipo, não só “Jogador X foi trocado”, mas “Jogador X foi trocado e isso muda completamente o defensive rating do time Y”.

    E aí, pessoal — vocês acham que precisamos de mais uma fonte de notícias NBA ou já tá saturado demais? Eu vou dar uma chance pro Basketball Wiretap, pelo menos pra matar a curiosidade. Quem sabe não vira mais uma parada viciante na minha rotina de acompanhar a melhor liga do mundo?

  • Pancadaria na NBA: Ajay Mitchell e Champagnie ganham gancho de 1 jogo

    Pancadaria na NBA: Ajay Mitchell e Champagnie ganham gancho de 1 jogo

    Mano, que confusão foi essa no jogo entre Thunder e Wizards no sábado? A NBA acabou de soltar as punições e, sinceramente, acho que pegaram pesado com alguns caras.

    A treta começou com Jaylin Williams do Thunder e Justin Champagnie do Wizards se estranhando quando faltavam 27 segundos pro fim do primeiro tempo. Até aí, beleza — essas coisinhas sempre rolam na NBA. Mas aí o negócio desandou de vez.

    A coisa saiu do controle rapidinho

    Champagnie partiu pra cima e acertou um tapa na cara do Ajay Mitchell. Cara, quando você bate na cara de um cara na NBA, já sabe que a casa vai cair. E foi exatamente isso que aconteceu.

    Cason Wallace do Thunder e Anthony Gill do Wizards resolveram entrar na dança também. O resultado? Uma confusão generalizada que foi parar até nas arquibancadas. Imagina você pagando ingresso pra ver um jogaço e de repente os caras literalmente caem no seu colo!

    As punições saíram

    A liga não perdoou ninguém. Mitchell e Champagnie levaram suspensão de um jogo cada um — o que é meio irônico, já que o Mitchell só tomou o tapa e acabou suspenso junto com quem bateu nele.

    Champagnie vai perder o jogo contra os Knicks no domingo (que dor, perder um Wizards x Knicks por causa disso). Já o Mitchell fica fora da partida do Thunder contra os Sixers na segunda-feira.

    Williams levou a pior nas multas: 50 mil dólares saindo do bolso. Wallace e Gill foram mais “baratos” — 35 mil cada um. Na minha visão, o Williams foi meio injustiçado, porque ele só começou a discussão normal, não partiu pra agressão.

    Thunder sente mais o baque

    Entre os dois times, quem sai mais prejudicado é o Thunder. Eles tão na briga lá em cima no Oeste e perder o Mitchell justamente contra os Sixers pode complicar. O garoto tava tendo uma temporada sólida vindo do banco.

    Já os Wizards… bem, eles já tavam mal mesmo. Perder o Champagnie contra os Knicks não vai mudar muita coisa na vida deles, infelizmente.

    E aí, vocês acham que as punições foram justas? Eu ainda tô meio em dúvida se o Mitchell mereceu suspensão só por levar o tapa. Mas enfim, na NBA moderna qualquer confusão vira caso de polícia mesmo.

  • Jalen Williams volta! Thunder tava indo melhor sem ele?

    Jalen Williams volta! Thunder tava indo melhor sem ele?

    Olha só que situação curiosa: Jalen Williams finalmente volta pro Thunder nesta segunda contra os 76ers, depois de mais de um mês parado por lesão no posterior. E aí que vem a pergunta que não quer calar — será que Oklahoma City sente falta dele mesmo?

    Os números não mentem, galera. Com Williams em quadra nesta temporada: 19 vitórias e 7 derrotas. Sem ele? Absurdos 38-7. Sinceramente, eu não esperava uma diferença tão gritante assim.

    A temporada maldita do Williams

    Cara, que temporada complicada pra esse garoto. Primeiro perdeu os primeiros 19 jogos se recuperando de uma cirurgia no punho que fez na offseason. Quando voltou, em meados de janeiro, sofreu a primeira lesão no posterior da coxa. Voltou pra dois jogos (dois!) e se machucou de novo. Resultado? Ficou mais 16 partidas no banco.

    No total, Williams só jogou 26 partidas nesta temporada. Pra um cara que era esperança de ser peça importante no Thunder, é frustrante demais.

    Oklahoma City não precisa mesmo dele?

    Aqui que fica interessante a análise. O Thunder construiu um time tão sólido, com tanta profundidade no banco, que conseguiu manter um ritmo monstro mesmo sem uma das suas principais peças. Shai Gilgeous-Alexander virou um alien, Chet Holmgren tá jogando um basquete absurdo, e a química do grupo simplesmente funcionou.

    Mas vamos combinar — ter Williams de volta só vai deixar o time ainda mais perigoso. O garoto tem talento de sobra, joga nas duas pontas da quadra e ainda pode dar aquele respiro pro SGA quando precisar.

    A grande questão agora é: como vai ser a readaptação? Vocês acham que ele consegue entrar no ritmo rapidinho ou vai demorar uns jogos pra pegar o embalo? Porque uma coisa eu garanto — se o Thunder conseguir manter esse nível com Williams saudável, a Western Conference vai ficar ainda mais maluca.

  • Dončić escapa da suspensão após NBA cancelar técnica polêmica

    Dončić escapa da suspensão após NBA cancelar técnica polêmica

    Olha, o Luka Dončić passou raspando na casquinha dessa vez. A NBA decidiu cancelar a falta técnica que ele levou no jogo contra o Orlando Magic no sábado, o que significa que o esloveno não vai ser suspenso e pode jogar normalmente na segunda-feira contra os Pistons.

    Mas peraí, deixa eu explicar o drama todo. Durante a vitória dos Lakers em Orlando, o Dončić e o Goga Bitadze (que também joga pela seleção da Eslovênia, imagina a zoação que deve rolar entre eles) começaram a se provocar na quadra. O negócio esquentou tanto que os árbitros deram falta técnica dupla pros dois.

    A regra que quase ferrou o Luka

    Aqui que fica interessante: essa seria a 16ª falta técnica do Dončić na temporada. E sabe o que acontece quando um jogador chega nas 16? Suspensão automática de um jogo. É a regra da liga — e depois disso, a cada duas faltas técnicas, mais uma suspensão.

    Sinceramente, acho que os caras da NBA olharam as imagens e perceberam que foi mais birra entre conhecidos do que algo realmente grave. Bitadze também teve a técnica cancelada, então parece que foi mesmo uma situação meio boba que os árbitros pegaram pesado na hora.

    Agora é pisar em ovos

    Mas ó, o Luka vai ter que maneirar daqui pra frente. Qualquer escorregada e ele pega suspensão na lata. Com 15 faltas técnicas nas costas, ele tá literalmente andando na corda bamba até o final da temporada regular.

    E vocês acham que ele consegue se controlar? O cara é conhecido por reclamar bastante com a arbitragem — faz parte do jogo dele, né? Mas agora vai ter que engolir algumas decisões polêmicas se quiser ajudar os Lakers na reta final da temporada.

    A boa notícia é que a contagem zera nos playoffs. Então se os Lakers conseguirem se classificar (e pelo amor, eles PRECISAM), o Dončić volta com a ficha limpa pra disputar o título. Até lá, é torcer pra ele não fazer nenhuma besteira.

  • Gerry McNamara volta pra casa: Syracuse acerta com ídolo do título 2003

    Gerry McNamara volta pra casa: Syracuse acerta com ídolo do título 2003

    Cara, que história linda é essa? Gerry McNamara tá voltando pra casa. O Syracuse acabou de acertar com o cara que foi FUNDAMENTAL no título de 2003 da universidade. Depois de quase fazer uma das maiores zebras da história do March Madness com o Siena, o cara tá de volta ao lugar onde virou lenda.

    O quase milagre que chamou atenção de todo mundo

    Vocês viram o que aconteceu quinta-feira passada? O McNamara quase — QUASE — fez o Siena derrubar o Duke, cabeça de chave número 1 geral do torneio. Os Saints foram o primeiro 16º colocado na história a abrir vantagem de dois dígitos no primeiro tempo contra um 1º colocado. Absurdo!

    Foi essa performance que fez o Syracuse olhar pro cara e pensar: “É ele mesmo que a gente precisa.” Bryan Blair, diretor atlético do programa, passou a semana toda conversando com o McNamara, tanto virtualmente quanto pessoalmente. E olha só que interessante — a universidade se comprometeu com investimentos em NIL (Name, Image, Likeness) que devem ficar no top 3 da conferência ACC. Ou seja, tão levando a sério mesmo.

    A lenda que nunca saiu de lá

    Pra quem não conhece a história toda, deixa eu contar: Gerry McNamara é simplesmente UM DOS MAIORES da história do Syracuse. O cara ajudou a levar o time ao título nacional de 2003, teve a camisa 3 aposentada em 2023 e até hoje detém os recordes do programa em arremessos de 3 convertidos e minutos jogados. Três vezes no time ideal da Big East, jogou TODOS os 135 jogos da carreira universitária.

    Depois de uma passagem rápida como profissional, ele voltou pro Syracuse em 2009 como assistente graduado. Em 2011, virou assistente técnico do lendário Jim Boeheim. Quando o Adrian Autry assumiu em 2023 (substituindo Boeheim), McNamara foi promovido a técnico associado antes de aceitar o desafio no Siena em 2024.

    E no Siena? Fez um trabalho sólido: 37 vitórias e 30 derrotas em duas temporadas. Nada espetacular, mas construiu algo ali.

    Hora da reconstrução

    McNamara chega pra substituir justamente o Autry, que foi demitido no começo do mês. E olha, não foi à toa — 49 vitórias e 48 derrotas em três temporadas, sem uma classificação sequer pro March Madness. Esta temporada? 15-17, segunda temporada perdedora consecutiva. Pra vocês terem noção, desde 1968-69 o Syracuse não tinha duas temporadas seguidas com mais derrotas que vitórias.

    Na minha opinião, essa contratação faz todo sentido. O cara conhece a casa, tem o DNA Orange correndo nas veias e mostrou no torneio que sabe motivar um time a jogar acima das expectativas. E aí, vocês acham que ele consegue trazer o Syracuse de volta aos tempos dourados? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa volta por cima.

  • 9 times do Leste analisados: Cade melhor que Luka? Panic mode no Knicks

    9 times do Leste analisados: Cade melhor que Luka? Panic mode no Knicks

    Olha, quando o pessoal do Dunc’d On resolve fazer aquela análise profunda da Conferência Leste, eu sei que vou sair de lá com umas opiniões bem polêmicas. E dessa vez não foi diferente — os caras soltaram umas que me deixaram pensando aqui.

    A que mais me pegou de surpresa? Cade Cunningham melhor que Luka Dončić. Sim, vocês leram certo. Eu sei que parece loucura, mas vamos pensar friamente: o garoto do Detroit está jogando um basquete ABSURDO essa temporada, liderando um time que ninguém esperava nada e botando números de MVP. Claro, Luka é Luka, mas será que não estamos subestimando o que o Cade tá fazendo?

    Boston igual ao ano passado? Relaxa aí

    Os Celtics estão praticamente com a mesma pegada da temporada passada, segundo a análise. Sinceramente? Não vejo problema nenhum nisso. Time campeão não mexe, né não? A fórmula funcionou, os caras têm química, rotação definida. Por que mudar algo que já deu certo?

    Mas aí você olha pra Charlotte e vê os Hornets precisando urgentemente de um upgrade no Miles Bridges na posição 4. Cara, aquele time tem potencial, mas falta essa peça chave pra brigar de verdade. LaMelo Ball tá jogando muito, mas basquete é coletivo.

    Mikal Bridges e o panic mode de NY

    Todo ano a mesma coisa: Mikal Bridges começa devagar e todo mundo entra em pânico no Knicks. Gente, o cara é PROFISSIONAL. Vai render, pode anotar. É questão de tempo pra ele se encaixar no sistema do Thibs.

    Agora, Cleveland tá com uma situação interessante. Kenny Atkinson precisa decidir como vai rodar o time nos playoffs. Com Donovan Mitchell, Darius Garland, Evan Mobley e Jarrett Allen, as opções são boas demais — o problema é encaixar todo mundo sem pisar no calo de ninguém.

    Surpresas e apostas para o futuro

    Uma coisa que me chamou atenção foi a análise sobre VJ Edgecombe no Philadelphia. O mlk mostrou flashes interessantes como armador, mas ainda tá verde. Normal pra um rookie, mas o potencial tá lá.

    E o Kyshawn George em Washington? Esse vai ser uma peça interessante pro próximo técnico dos Wizards trabalhar. Time em reconstrução sempre tem essas joias escondidas que podem explodir de uma hora pra outra.

    Toronto continua com aquela dúvida eterna na posição de ala-armador. Depois de perder o DeMar DeRozan há mil anos, nunca conseguiram preencher aquela vaga direito. Será que é a hora de apostar pesado no draft?

    E vocês, o que acham dessa polêmica do Cade vs Luka? Tá muito cedo pra essa conversa ou faz sentido?

  • UCLA x Oklahoma State: Um massacre anunciado no March Madness?

    UCLA x Oklahoma State: Um massacre anunciado no March Madness?

    Olha, pessoal, segunda-feira vai ter jogaço no March Madness feminino, e eu sinceramente não sei se posso chamar de “jogo” o que vai rolar no Pauley Pavilion. UCLA (#1) recebe Oklahoma State (#8) no Round of 32, e as odds estão tão desequilibradas que até eu fiquei com dó das Cowgirls.

    UCLA -26.5 pontos de vantagem. VINTE E SEIS E MEIO. Cara, isso não é linha de aposta, é quase um pedido de desculpas antecipado para quem vai assistir esperando emoção.

    As Bruins estão voando

    E não é à toa essa confiança toda da casa. As Bruins têm um recorde absurdo de 32-1 na temporada — uma derrota apenas! Lauren Betts, a gigante de 2,01m no garrafão, está fazendo uma temporada monstro com 16.4 pontos e 8.6 rebotes por jogo. A menina acerta 63.8% dos arremessos, gente. É quase matemático: ela pega a bola perto da cesta, ela converte.

    Na primeira rodada, elas literalmente passaram o rodo no California Baptist: 96 a 43. Cinquenta e três pontos de diferença! E o mais louco? Foi com as irmãs Betts — Lauren e Sienna — fazendo double-double juntas. Família talentosa, ein.

    Kiki Rice na armação também está voando, distribuindo 4.5 assistências por jogo e mantendo a ofensa das Bruins funcionando como um relógio suíço. UCLA lidera o país em assistências (22.3 por jogo), o que mostra como esse time joga junto.

    Oklahoma State: a esperança vem do perímetro

    Agora, se você torce pelas Cowgirls, a esperança existe — mas é bem específica. Elas fazem mais de 81 pontos por jogo (14º lugar nacional) e acertam 35% das bolas de três. Se pegarem fogo do perímetro logo cedo, podem pelo menos tornar o primeiro tempo interessante.

    Micah Gray comanda o ataque de três armadores que Oklahoma State gosta de usar. É um estilo bem diferente: enquanto UCLA domina no garrafão, as Cowgirls vivem da velocidade e do arremesso de longa distância.

    Mas olha, sendo bem realista aqui: como você para Lauren Betts por 40 minutos? A menina é uma parede no garrafão, ainda bloqueia quase 2 arremessos por jogo. E quando Oklahoma State errar umas três seguidas (porque vai errar), UCLA vai sair correndo e pode abrir 20 pontos num piscar de olhos.

    Minha previsão? Massacre controlado

    Vocês acham que as Cowgirls conseguem cobrir essa linha de 26.5 pontos? Eu tenho minhas dúvidas, mas March Madness é isso aí — sempre pode ter surpresa.

    Minha expectativa é que Oklahoma State segure uns 15-20 minutos, talvez até fique próximo no primeiro tempo se estiver acertando de três. Mas no segundo tempo, a superioridade física e técnica de UCLA vai falar mais alto.

    Previsão final: UCLA 88 x 62 Oklahoma State. As Bruins seguem firmes rumo ao Sweet 16 (seria o quarto consecutivo), e as Cowgirls voltam pra casa sabendo que deram o melhor que tinham.

    O jogo vai passar na ESPN às 22h (horário de Brasília) de segunda. Para quem curte basquete feminino de alto nível, vale a pena conferir — mesmo que seja só para ver Lauren Betts fazendo escola no garrafão.

  • McDermott se aposenta na Creighton após 16 anos – era chegou ao fim

    McDermott se aposenta na Creighton após 16 anos – era chegou ao fim

    Olha, eu não esperava essa. Greg McDermott anunciou sua aposentadoria como técnico de Creighton depois de 16 temporadas no comando dos Bluejays. E sinceramente? Faz sentido.

    O cara construiu algo especial por lá. São 365 vitórias apenas na Creighton e mais de 500 na carreira toda — números que impressionam qualquer um. Mas a temporada 2024-25 foi complicada: apenas 15 vitórias contra 17 derrotas. Para um cara acostumado a ganhar 20+ jogos por ano (foram 10 temporadas consecutivas assim), deve ter doído.

    A transição já estava planejada

    A coisa mais interessante? Isso não foi do nada. Alan Huss, ex-jogador de Creighton que trabalhou com McDermott por sete anos antes de virar técnico principal em High Point, já estava oficialmente como “coach-in-waiting” desde abril. Basicamente, era só questão de tempo.

    Huss inclusive deixou High Point (depois de levar eles pra March Madness, diga-se de passagem) especificamente pra voltar pra casa e assumir o programa. Movimento inteligente da administração — continuidade sem traumas.

    O legado do velho McDermott

    Cara, o que esse cara fez na Creighton foi absurdo. Pegou o programa ainda na Missouri Valley Conference e levou eles pro Big East — uma das mudanças mais importantes da história recente do basquete universitário americano. E não foi só mudar de liga, não. Os caras ganharam o título da temporada regular do Big East em 2019-20.

    Tem também aquela Elite Eight de 2023 que terminou de forma controversa contra San Diego State. Lance livre polêmico com 1.2 segundo no relógio — dessas que a gente nunca esquece (e que devem assombrar o McDermott até hoje).

    Ah, e ele treinou o próprio filho, Doug McDermott, de 2010 a 2014. Imagina a pressão, monstro.

    McDermott vai continuar no banco até o final do torneio pós-temporada (The Crown), aí passa o bastão pro Huss na temporada 2026-27. Uma saída com classe, respeitosa — do jeito que esses caras da velha escola fazem.

    E vocês, acham que Huss vai conseguir manter o padrão? Voltar pra casa sempre é especial, mas a pressão vai ser real.

  • Espanhol quebra o jogo e leva Iowa ao Sweet 16 contra o campeão!

    Espanhol quebra o jogo e leva Iowa ao Sweet 16 contra o campeão!

    Mano, que final absurdo! Alvaro Folgueiras, um garoto espanhol de 22 anos, simplesmente decidiu quebrar o jogo contra o atual campeão nacional da NCAA. Com 4.5 segundos no relógio, ele recebeu de Bennett Stirtz e mandou uma bomba de três que derrubou o Florida por 73-72. Iowa no Sweet 16 pela primeira vez desde 1999!

    Olha só que história incrível: antes da jogada final, Folgueiras chegou no Stirtz e falou “Eu vou estar pronto e vou fazer essa bola”. E fez mesmo, o maluco! O técnico Ben McCollum resumiu perfeitamente: “confiança irracional”.

    A história que emociona

    Mas o que mais me pegou foi saber da história do Alvaro. Cara saiu de Málaga aos 16 anos, sem falar inglês, só com o sonho de jogar basquete nos EUA. O pai morreu quando ele tinha apenas 9 anos, e a mãe Beatriz trabalhava até 14 horas por dia pra sustentar os filhos.

    E adivinha só — a mãe dele estava na quadra domingo, vendo o filho jogar presencialmente pela primeira vez em dois anos. Depois da buzina final, o Folgueiras correu direto pros braços dela. Emociona até quem tá só assistindo pela TV.

    “Ela mandou um garoto de 16 anos pra América sem saber inglês, sem nada além de sonhos e fome de vencer”, disse Folgueiras depois do jogo. “Essa é pra ela e pro meu pai. Ele tá assistindo lá de cima.”

    Zebra histórica no March Madness

    Gente, vocês têm noção do tamanho dessa zebra? Iowa era cabeça 9, Florida era o número 1 geral e atual campeão. Desde 1979, quando começaram as chaves por ranking, Iowa só tinha batido um cabeça 1 uma vez antes disso.

    E sabe quando foi a última vez que alguém fez uma cesta decisiva nos últimos 5 segundos contra um número 1? Kris Jenkins pela Villanova contra North Carolina na final de 2016. Ou seja, estamos falando de algo histórico mesmo.

    Folgueiras terminou com 14 pontos e 5 rebotes saindo do banco (que jogador do sexto homem!), enquanto Stirtz contribuiu com 13 pontos, 5 rebotes e 5 assistências. Iowa dominou o garrafão contra um Florida que tinha goleado por 59 pontos na primeira rodada.

    “Acho que ninguém acreditava na gente fora do nosso vestiário”, disse Stirtz. E olha, depois dessa eu também tô acreditando nesse time de Iowa. Vocês acham que eles conseguem ir ainda mais longe no torneio?

  • Charlotte aposta todas as fichas em Wes Miller por 5 anos

    Charlotte aposta todas as fichas em Wes Miller por 5 anos

    Olha, Charlotte não tá brincando em serviço. A universidade acabou de contratar Wes Miller como novo técnico do basquete masculino por cinco anos, e sinceramente? Essa contratação me deixou curioso pra ver no que vai dar.

    Miller vem direto de Cincinnati, onde passou os últimos cinco anos mas acabou sendo mandado embora no início do mês. E por quê? Simples: nunca conseguiu levar os Bearcats pro March Madness. Cara, cinco temporadas e zero classificações pro torneio mais importante do basquete universitário americano. Isso dói.

    O cara sabe jogar, mas…

    Não vou mentir — o currículo do Miller não é ruim não. Em Cincinnati ele ganhou 20 ou mais jogos em duas temporadas e este ano fechou 9-9 na Big 12 (que é uma conferência pesada, galera). Mas convenhamos: no basquete universitário americano, se você não vai pro March Madness, é como se a temporada não tivesse existido.

    “Wes Miller é um líder comprovado com profundo conhecimento do jogo”, disse o diretor atlético Kevin White. Tá, beleza, mas será que ele vai conseguir quebrar essa maldição de não chegar no torneio?

    UNC Greensboro foi seu grande momento

    Antes de Cincinnati, Miller foi um monstro em UNC Greensboro. Dez anos lá, 185 vitórias contra 135 derrotas. Nos últimos cinco anos foi ainda melhor: 125-43. Três títulos da Southern Conference e duas idas pro March Madness.

    Cara jogou em North Carolina sob o comando de Roy Williams e foi campeão nacional em 2005 — ou seja, sabe o que é ganhar no mais alto nível. E tem conexão forte com a região, que é importante pra recrutar.

    “Charlotte está em ascensão”, disse Miller na apresentação. “Vamos colocar tudo que temos no desenvolvimento dos nossos atletas.” Bonito de falar, né? Agora é ver se funciona na prática.

    E agora, será que cola?

    Miller substitui Aaron Fearne, que foi demitido semana passada depois de três temporadas bem complicadas. Fearne até começou bem (19-12 no primeiro ano), mas depois foi só ladeira abaixo.

    Na minha visão, essa contratação é uma aposta interessante. Miller provou que consegue ganhar no nível mid-major, tem experiência em conferências fortes e conhece a região. Mas aquela marca de não conseguir classificar pra March Madness em Cincinnati me deixa com uma pulga atrás da orelha.

    E vocês, acham que Miller vai conseguir colocar Charlotte no mapa do basquete universitário? Cinco anos é tempo suficiente pra mostrar serviço, isso é fato.