Autor: Leandro Amorim

  • Shams detona Doc Rivers: ‘A verdade dói às vezes’

    Shams detona Doc Rivers: ‘A verdade dói às vezes’

    Cara, que treta épica rolou entre Shams Charania e Doc Rivers! O insider da ESPN não engoliu as críticas do agora ex-técnico do Bucks e mandou a real no programa do Pat McAfee na segunda-feira.

    Pra quem perdeu o drama: Rivers tinha criticado pesado uma matéria do Shams sobre os problemas internos do Milwaukee, chamando ela de “tão imprecisa” que nem tinha tempo pra explicar todos os erros. Mas o Shams não é de ficar quieto, né?

    “Se eles focassem nos próprios problemas…”

    A resposta do jornalista foi cirúrgica: “A realidade de Milwaukee é essa — se eles gastassem tanto tempo lidando com seus próprios problemas internos quanto gastam respondendo a reportagens precisas, não estariam na bagunça que estão agora.”

    Mano, que pedrada foi essa? E não parou por aí. Shams ainda comparou a situação com o documentário do Fyre Festival, dizendo que todo mundo tá tentando fugir e fazer acobertamento. “Estou aqui só pra documentar e cobrir do jeito certo”, completou.

    Olha, eu acompanho a cobertura do Shams há anos e o cara raramente erra. Quando ele fala, geralmente tem fundamento.

    O que realmente aconteceu em Milwaukee

    A polêmica começou quando Charania reportou sobre os problemas internos do Bucks durante a temporada, incluindo aquela reunião de time em março onde Rivers supostamente mandou os jogadores “olharem seu currículo”. Imagina a cena: time perdendo, técnico puxando carteirada…

    Rivers tinha rebatido dizendo que foi só uma conversa normal de vestiário depois de perder pros Bulls jogando 20 pontos na frente. “Isso é o que acontece num vestiário”, disse o técnico. E ainda soltou aquela: “Cadê o Woj? Sinto tanta falta do Adrian Wojnarowski.”

    Sinceramente? Acho que Rivers tá tentando desviar o foco do fracasso da temporada. O Bucks tinha tudo pra brigar pelo título e acabou sendo eliminado pelos Sixers no primeiro round.

    Guerra de egos ou jornalismo sério?

    Rivers ainda insinuou que Shams escreveu a matéria como “vingança” por uma piada que ele fez no All-Star Weekend, quando disse que Giannis deveria ter trocado o jornalista do time de celebridades dele. Cara, que nivel de paranoia é esse?

    “Eu só reporto as notícias”, rebateu Shams. “Eu documento as notícias e a verdade pode doer às vezes, 100%. Eu sustento minha reportagem até o décimo grau.”

    E vocês, o que acham? Shams tá certo em não engolir crítica ou Rivers tem razão em questionar as fontes? Uma coisa é certa: depois dessa temporada desastrosa, alguém tinha que assumir a responsabilidade em Milwaukee.

    No fim das contas, Rivers já era — foi demitido logo depois da eliminação. E o Shams? Continua por aí, fazendo o trabalho dele. A verdade realmente pode doer mesmo.

  • Lenda do jornalismo compara Wemby a Russell e Wilt: ‘Nunca vi nada assim’

    Lenda do jornalismo compara Wemby a Russell e Wilt: ‘Nunca vi nada assim’

    Olha, quando um cara que cobriu a NBA por mais de 60 anos fala que nunca viu nada parecido, a gente para pra escutar. Bob Ryan, que começou no Boston Globe em 1968 e viu de perto lendas como Bill Russell, Wilt Chamberlain, Hakeem e Shaq, soltou uma declaração que me deixou arrepiado sobre Victor Wembanyama.

    Ryan tem 80 anos — 58 a mais que o francesão dos Spurs. E é justamente por isso que a opinião dele sobre Wemby tem tanto peso. O cara literalmente viu a história do basquete sendo escrita.

    O que Russell e Wilt fizeram há 60 anos

    Em entrevista recente, Ryan fez uma comparação que me deu calafrios. Ele disse que há 60 anos, Russell e Chamberlain revolucionaram o basquete — um no ataque, outro na defesa. Chegaram com poucos anos de diferença e mudaram o jogo pra sempre.

    “Combinação incrível de atletismo e presença pessoal… Isso é algo novo. Há 60 anos, houve esse fenômeno que transformou o basquete chamado Wilt Chamberlain, com seus 2,13m. E Bill Russell com sua defesa — os dois apareceram num período de três ou quatro anos e mudaram o jogo. Um no ataque, um na defesa. Mas esse garoto? Meu Deus. Isso é um pacote novo”, disparou Ryan.

    Cara, quando ele fala “pacote novo”, eu entendo perfeitamente. Wembanyama não é só defesa como Russell, nem só ataque como Wilt. O monstro faz tudo — e faz bem pra caramba.

    O que vem por aí nos playoffs

    Falando em fazer tudo bem, os Spurs terminaram em segundo no Oeste e agora esperam saber quem vai enfrentar na primeira rodada. Vai ser o vencedor entre Suns e Trail Blazers no play-in de terça-feira.

    Sinceramente? Não importa quem seja. Com Wemby jogando assim e tendo o reconhecimento de uma lenda como Bob Ryan, qualquer adversário vai ter trabalho. E muito trabalho.

    Vocês acham que estamos vendo o nascimento de uma nova era na NBA? Porque pra mim, quando um jornalista que viu Russell, Wilt, Kareem, Shaq e todos os grandes fala assim… é porque realmente tem algo especial rolando em San Antonio.

  • Kevin Love quer ficar no Jazz: ‘Tenho muito a oferecer ainda’

    Kevin Love quer ficar no Jazz: ‘Tenho muito a oferecer ainda’

    Kevin Love completou 18 anos de NBA. Dezoito! E sabe qual foi a surpresa? O cara falou que quer continuar no Utah Jazz, mesmo depois de uma temporada completamente maluca onde o time fez apenas 22 vitórias.

    Olha, eu não esperava essa declaração do Love nas entrevistas de fim de temporada. O veterano de 37 anos deixou bem claro que se apaixonou pela comunidade de Salt Lake City e quer estender a carreira o máximo possível antes de pendurar as chuteiras.

    A paixão inesperada por Utah

    “Fui recebido de braços abertos por todos. Já disse antes e repito: tive uma experiência incrível aqui”, disparou Love. E cara, isso vindo de um cara que já jogou em Cleveland (com LeBron), Miami e agora Utah… significa alguma coisa.

    O mais interessante? Mesmo com o Jazz terminando na última colocação do Oeste, Love não perdeu o tesão pelo basquete. Pelo contrário – ele deixou claro que tem “muito a oferecer, mesmo que não seja jogando”. Isso me lembra muito o papel que ele teve nos Cavaliers em 2016, sendo aquele veterano que orienta os mais novos.

    Os números não mentem (mas também não impressionam)

    Vamos ser sinceros: 6.7 pontos e 5.8 rebotes em 37 jogos não é exatamente um MVP season. Mas aí que tá o lance – Love não tá mais no Jazz pra ser estrela. Ele virou aquele veterano sábio que ensina os pivôs mais novos como se posicionar no garrafão, como fazer aquela enterrada no momento certo.

    E sinceramente? Acho que faz todo sentido o Jazz querer manter ele. Time jovem, reconstruindo, precisa de alguém que já viveu de tudo na liga. Love já foi campeão, já passou por momentos difíceis, já sabe o que é pressão de playoffs.

    O futuro do Jazz passa pelos veteranos?

    Aqui que fica interessante: será que Utah vai mesmo apostar na experiência do Love pra 2026-27? O time claramente tá numa reconstrução total, terminaram atrás até do Sacramento Kings (e olha que os Kings também não fizeram uma temporada das melhores).

    Mas pensando bem, faz sentido. Love pode ser aquele cara que fica no banco, orienta os garotos, e quando precisar entrar pra dar uns minutos, ele entrega. Não vai ser All-Star, mas vai cumprir o papel.

    E vocês, acham que o Jazz deveria renovar com o Love? Ou é melhor apostar 100% na juventude e mandar o veterano embora? Eu, particularmente, acho que um cara com a experiência dele pode fazer toda diferença num vestiário jovem. Às vezes o sexto homem não precisa ser o melhor jogador do banco – precisa ser o mais inteligente.

  • Kerr alerta sobre ‘malandragem’ do Kawhi antes do Warriors x Clippers

    Kerr alerta sobre ‘malandragem’ do Kawhi antes do Warriors x Clippers

    Olha, o Steve Kerr não tá para brincadeira quando o assunto é Kawhi Leonard. O técnico dos Warriors sabe muito bem que quarta-feira vai ser um inferno contra os Clippers no play-in, e já tá preparando o time para as “artimanhas” do Kawhi na linha de lance livre.

    E cara, que temporada absurda o Kawhi teve! 27.9 pontos, 6.4 rebotes e ainda por cima acertando 38.7% dos arremessos de 3. Números de MVP, sem dúvida nenhuma. O cara simplesmente decidiu que ia jogar mais rápido e chutar mais de longe — e deu certo demais.

    A tática que deixa Kerr preocupado

    Mas o que mais chamou atenção na coletiva do Kerr foi ele falando abertamente sobre como o Kawhi “vai tentar muito ser faltado”. Nas palavras dele: “Ele vai fazer aquela coisa da NBA que vários jogadores fazem. O próprio Podziemski faz isso pra gente”.

    Sinceramente? Achei genial essa franqueza do Kerr. Ele basicamente disse que o Kawhi vai usar as regras a favor dele — e todo mundo que assiste NBA sabe exatamente do que ele tá falando. Aqueles contatos forçados, aqueles arremessos “naturais” que acabam em falta… 89.2% de aproveitamento nos lances livres não é brincadeira.

    O Curry também não tá iludido: “Você pode fazer sua melhor defesa possível e ele ainda vai fazer os números dele. É sobre como ele consegue esses pontos e fazer ele trabalhar”.

    Histórico recente é assustador

    E os números contra os Warriors são de arrepiar. O Kawhi ganhou 5 dos últimos 6 jogos como Clipper contra Golden State. Pior ainda: os Clippers venceram 10 dos últimos 11 confrontos desde dezembro de 2023. Dez de onze, gente!

    Lembro até hoje daquele jogo no último dia da temporada regular que mandou um time direto pro playoff e outro pro play-in. Vitória dos Clippers por 124-109 na prorrogação — e adivinha quem foi o protagonista?

    E aí, vocês acham que os Warriors conseguem parar essa sangria? O jogo é quarta às 23h no Amazon Prime, e quem perder vai pra casa. Pressão total.

    Na minha opinião, vai ser um jogaço. O Warriors tem experiência de sobra em jogos decisivos, mas esse Kawhi tá numa forma absurda. E convenhamos — quando ele decide que vai dominar um jogo, é muito difícil parar o homem.

  • Torcedora viral dos Pacers detona Shaq: ‘Tio tarado’

    Torcedora viral dos Pacers detona Shaq: ‘Tio tarado’

    Gente, que confusão! A Grace, aquela torcedora dos Pacers que viralizou semana passada, simplesmente meteu o loco e chamou o Shaq de “tio tarado” no Instagram. E olha, eu entendo ela perfeitamente.

    Vocês lembram da história, né? Grace e o namorado Michael viralizaram durante um jogo dos Pacers contra o Brooklyn Nets. A reação dela quando o cara começou a explicar sobre “rigor acadêmico da educação liberal” foi épica: “Que porra você tá falando?”. Genial.

    Aí os caras foram parar no Inside the NBA com Ernie Johnson, Charles Barkley, Shaq e Kenny Smith. E foi aí que a coisa desandou.

    O momento constrangedor

    O Shaq, sendo o Shaq que a gente conhece, resolveu colocar o Michael numa saia justa. Pediu pro cara pedir a Grace em casamento NA HORA, e ainda disse que ia bancar o anel de noivado. Cara, imagina a situação! Quatro anos de namoro e o gigante te pressionando na TV nacional.

    A Grace ficou claramente desconfortável – qualquer um ficaria. E depois foi pro Instagram desabafar: “Shaq parecia um tio tarado tentando envergonhar o sobrinho e eu topei a brincadeira até ficar constrangedor demais”.

    Sinceramente? Ela tá certa. Casamento não é algo que você decide numa pegadinha de TV, por mais bem-intencionada que seja.

    Tentativa de controle de danos

    Depois que a internet pegou fogo (porque né, mexeu com o Shaq), a Grace teve que fazer aquela clássica – dar uma recuada. Falou pro ClutchPoints que foi só uma piada, que o Shaq foi super hospitaleiro, bla bla bla.

    Olha, eu entendo. A menina é uma pessoa comum que de repente se viu no meio de um furacão midiático. Deve ser desesperador. Mas a primeira reação dela foi a mais honesta – e a mais brasileira também. Quem nunca teve um tio chato fazendo pergunta inconveniente no churrasco de família?

    E aí, vocês acham que ela exagerou ou o Shaq que passou dos limites mesmo? Eu fico do lado dela nessa. Tem coisa que não se brinca, né não?

    Os Pacers continuam na luta pelos playoffs, mas a real estrela dessa história toda foi mesmo a Grace. Go Pacers e vai Grace!

  • Westbrook quer ficar no Kings, mas tem um porém importante

    Westbrook quer ficar no Kings, mas tem um porém importante

    Russell Westbrook deixou claro que curtiu sua primeira temporada no Sacramento Kings. O problema? Ele sabe que não é ele quem decide se fica ou não.

    Olha, eu tenho que admitir: não esperava que o Westbrook se encaixasse tão bem em Sacramento. Depois de todas aquelas polêmicas nos Lakers e Clippers, o cara chegou no Kings e mostrou que ainda tem muito basquete pra dar. 15.2 pontos, 6.7 assistências e 5.4 rebotes por jogo — números sólidos pra um veterano de 35 anos.

    “Se me quiserem, eu fico”

    Na entrevista de fim de temporada na segunda-feira, Westbrook foi bem direto: “Foi ótimo pra mim aqui. Se me receberem de volta, eu volto. Mas isso não depende de mim”.

    Cara, essa frase resume bem a fase atual da carreira dele. Já passou o tempo de ser o cara que escolhia onde queria jogar — agora é mais sobre encontrar um lugar que valorize o que ele ainda pode oferecer.

    E sinceramente? Acho que ele encontrou esse lugar em Sacramento. O Westbrook jogou 64 partidas (bem saudável pros padrões dele ultimamente), foi titular durante praticamente toda a temporada e mostrou que ainda consegue ser produtivo quando tem o papel certo.

    Kings precisa decidir o rumo

    A grande questão agora é: o que o Sacramento quer pra próxima temporada? A campanha foi decepcionante — 22 vitórias e 60 derrotas, empatados com o Jazz como o pior time do Oeste. É de doer.

    Por um lado, Westbrook trouxe experiência e liderança pra um time jovem. Por outro, o Kings pode querer apostar mais na juventude e dar mais minutos pros caras que estão chegando.

    “Em qualquer lugar que me queiram, eu estou lá. Quero poder ajudar, ser produtivo. Também entendo que é um negócio”, disse o veterano. E olha, não dá pra negar a maturidade dele nessa fala.

    Vocês acham que o Kings deveria renovar com o Westbrook? Na minha opinião, pelo preço certo e com o papel bem definido, seria uma boa. O cara ainda tem fogo no tanque, só precisa estar no ambiente certo.

    A offseason vai ser interessante em Sacramento. Com o draft e a agência livre chegando, eles têm a chance de montar algo mais competitivo. Afinal, voltar aos playoffs depois de apenas uma aparição em 20 anos deveria ser prioridade número um.

  • Play-in da NBA: Quem vai sobreviver a essa loucura?

    Play-in da NBA: Quem vai sobreviver a essa loucura?

    Cara, o play-in chegou e eu tô hypado pra caramba! Quando a NBA inventou essa parada em 2020, galera reclamou demais, mas olha só — hoje em dia é uma das partes mais emocionantes da temporada. É basicamente um purgatório entre temporada regular e playoffs de verdade.

    Para quem ainda não manjou o esquema: os times que ficaram em 7º e 8º lugar se enfrentam, quem ganha garante a vaga direto. O perdedor ainda tem uma chance contra o vencedor do duelo entre 9º e 10º. É eliminação simples, pressão máxima — do jeito que a gente gosta.

    O cronograma que vai nos deixar sem dormir

    Terça, 14 de abril: Heat x Hornets às 21:30 no Leste, e Trail Blazers x Suns às 00h no Oeste. Na quarta é a vez de Magic x 76ers e Warriors x Clippers. Sexta tem os jogos finais — quem perde dos confrontos 7×8 encara quem ganhou dos duelos 9×10.

    Sinceramente? Nunca vi a NBA tão equilibrada. Até os times em 9º e 10º são monstros. Phoenix Suns no play-in? Warriors também? Isso era impensável há alguns anos.

    No Leste, juventude vs experiência

    Miami Heat chegou em duas finais recentemente e tem aquela “Heat Culture” que funciona demais em atmosfera de playoffs. O Bam Adebayo tá voando — lembram dos 83 pontos dele? Absurdo!

    Mas eu tô com os Hornets nessa. A gurizada de Charlotte finalmente encontrou o caminho com o Kon Knueppel trazendo essa mentalidade vencedora. E cara, eles arremessam de 3 como poucos na liga. Se a bola entrar do perímetro, Miami vai sofrer.

    Do outro lado, Orlando Magic decepcionou um pouco na temporada, mas terminou quente. O Franz Wagner voltou saudável no momento certo. Já o Philadelphia… bom, Joel Embiid com apendicite é uma pancada e tanto. Jogar sem o pivô titular nunca é fácil.

    Na minha visão, Charlotte vai surpreender geral e chegar nos playoffs. Vocês acham que eles conseguem ou a experiência de Miami fala mais alto?

    Oeste selvagem como sempre

    No Oeste a coisa tá ainda mais louca. Phoenix Suns, que já foram finalistas, precisam passar pelo play-in. Golden State Warriors também. É muita qualidade brigando por duas vagas.

    Olha, eu não consigo nem imaginar um cenário onde Warriors ou Suns ficam de fora dos playoffs. Mas é isso que torna o play-in tão especial — qualquer coisa pode acontecer em jogo único.

    A real é que independente de quem avançar, os playoffs vão estar recheados de time bom. E nós, como sempre, vamos ter que escolher entre dormir ou assistir basquete de primeira. Eu já escolhi meu lado.

  • Alvarado conta conversa hilária com Shaq após briga na NBA

    Alvarado conta conversa hilária com Shaq após briga na NBA

    Olha, o Jose Alvarado é pequeno mas tem o coração de um gigante. E depois da confusão que ele arrumou com o Mark Williams em dezembro, quem ligou pra ele? Ninguém menos que o Shaquille O’Neal!

    Pra quem não lembra, o armador dos Knicks (que na época ainda tava no Pelicans) se envolveu numa pancadaria com Williams, do Phoenix Suns. O cara é quase o dobro do tamanho do Alvarado, mas nosso moleque de Brooklyn não tá nem aí pra isso.

    O papo com a lenda

    No podcast “7 PM in Brooklyn”, Alvarado revelou que o Shaq ligou depois de ver a briga e elogiou a atitude dele. Mas a parte mais engraçada foi quando José perguntou quanto ia ser a multa:

    “Eu falei: ‘Quanto você acha que vai me custar, Shaq?’ E ele: ‘Não se preocupa com isso, é troco’. Aí eu respondi: ‘Shaq, aqui é outro nível de salário, mano’”

    Cara, imagina você recebendo elogio do Shaq por meter a mão na cara de alguém! O Big Diesel disse: “É assim mesmo que se faz, jovem”. Deve ter lembrado da época que ele mesmo quebrava tudo na NBA.

    A bronca que valeu a pena

    Alvarado explicou que só revidou porque o Williams começou. E quando ele viu que bagunçaram sua faixa na cabeça e o cabelo dele tava uma bagunça, aí que a coisa ficou séria mesmo.

    “Quando eu vi minha faixa do lado e meu cabelo todo bagunçado, pensei: ‘Não, agora eu tenho que fazer isso, mano’”, explicou o armador de 28 anos.

    No final das contas, Alvarado pegou dois jogos de suspensão e Williams apenas um. Mas sinceramente? Valeu cada centavo da multa. O cara mostrou que pode ser pequeno, mas ninguém vai passar por cima dele.

    Energia pra playoffs

    Agora os Knicks vão precisar exatamente dessa garra do Alvarado nos playoffs contra o Atlanta Hawks. Ele vai ser fundamental pra marcar os armadores do Hawks – Alexander-Walker, McCollum, Daniels e Kispert não vão ter vida fácil.

    E vocês, acham que o Alvarado consegue levar essa mesma intensidade pros playoffs? Uma coisa é certa: com ele em quadra, nunca vai faltar emoção!

  • Ace Bailey manda a real sobre sua temporada de calouro no Jazz

    Ace Bailey manda a real sobre sua temporada de calouro no Jazz

    Cara, o Ace Bailey simplesmente não tem papas na língua. Quando perguntaram pro calouro do Utah Jazz como ele descreveria sua primeira temporada na NBA em cinco palavras, a resposta foi épica: “Aprendendo, bom, ótimo, incrível… fantástico!”

    E olha, eu entendo o otimismo do garoto. Mesmo com o Jazz fazendo uma temporada sofrível (22-60, empatado com o pior recorde da Conferência Oeste junto com o Sacramento), o Bailey mostrou que tem personalidade pra enfrentar a pressão.

    Números que impressionam

    O moleque jogou 72 dos 82 jogos da temporada — nada mal pra um calouro que foi a 5ª escolha do Draft 2025. Médias de 13.8 pontos e 4.2 rebotes podem não parecer absurdas, mas pra quem tá começando em um time rebuilding, tá longe de ser ruim.

    O melhor jogo dele? 37 pontos contra o Toronto Raptors no dia 23 de março. Trinta e sete! Em 35 minutos de quadra. Sinceramente, quando vi esse número pensei: “esse menino tem futuro”.

    Abril foi um mês especial pro Bailey também — duas performances de mais de 20 pontos, incluindo 23 contra o Memphis na última sexta. Não é à toa que o técnico Will Hardy tá impressionado com a evolução do garoto.

    A confiança do técnico fala tudo

    Hardy não economizou elogios depois da derrota por 133-110 pro Washington Wizards (que por sinal era o pior time da liga na época). “O Ace tá assumindo responsabilidades maiores por períodos mais longos do jogo. É muito bom pra ele ter essas oportunidades”, disse o treinador.

    E eu concordo totalmente. O Jazz tava lidando com uma pilha de lesões, então o Bailey teve que crescer rápido. E parece que cresceu mesmo.

    Claro que ele não vai ganhar o prêmio de Calouro do Ano — Kon Knueppel e Cooper Flagg estão na frente na corrida. Mas cara, pro Jazz que tá claramente em processo de reconstrução, ter um calouro que evoluiu de “aprendendo” pra “fantástico” em uma temporada é ouro puro.

    Vocês acham que o Bailey tem potencial pra ser uma peça central no futuro do Jazz? Eu tô começando a acreditar que sim. Esse tipo de mentalidade positiva em meio ao caos é exatamente o que times em rebuilding precisam.

  • Nurkic quer ficar no Jazz: ‘Virou algo lindo’ diz o pivô

    Nurkic quer ficar no Jazz: ‘Virou algo lindo’ diz o pivô

    Olha, eu não esperava que o Jusuf Nurkic fosse se apaixonar tanto pelo Utah Jazz depois de apenas uma temporada. Mas o pivô de 31 anos deixou bem claro: quer continuar vestindo a camisa do Jazz na próxima temporada.

    “Seria fácil voltar, e eu quero voltar. Amo tudo sobre o estado e o time. Foi uma daquelas coisas que você não tinha expectativas, e acabou virando algo lindo”, disse Nurkic em entrevista recente. Cara, quando um jogador fala assim, é porque realmente se identificou com o projeto.

    Uma temporada cortada pela metade

    Infelizmente para o Nurkic, a temporada dele foi interrompida em fevereiro por uma lesão no nariz que exigiu cirurgia. Até lá, tinha jogado apenas 41 partidas (36 como titular) e estava produzindo bem: 10.9 pontos, 10.4 rebotes e 4.8 assistências por jogo, com 50.3% de aproveitamento nos arremessos.

    E teve um momento histórico também — Nurkic se tornou o primeiro jogador da franquia a conseguir três triple-doubles consecutivos. Não é pouca coisa, né?

    O problema é que ele estava no último ano de um contrato de US$ 70 milhões por quatro temporadas que assinou com o Portland em 2022. Agora vira agente livre irrestrito. E aí que a coisa fica interessante.

    Jazz em reconstrução total

    Sinceramente, foi uma temporada para esquecer para o Jazz. Terminaram em 15º no Oeste, com apenas 22 vitórias em 82 jogos. Uma pancadaria. E não foi só culpa das lesões do Nurkic, não — Walker Kessler jogou apenas cinco partidas antes de passar por cirurgia no ombro, e o recém-contratado Jaren Jackson Jr. também teve que parar por problemas no joelho.

    O time teve que se virar com uma rotação improvisada: Kevin Love, o rookie Kyle Filipowski e Oscar Tshiebwe no garrafão. Imagina a dificuldade.

    Mas aqui que eu fico pensando — será que faz sentido o Jazz renovar com Nurkic? O cara tem experiência, produz, e claramente quer ficar. Por outro lado, o time está claramente em modo reconstrução, com Ace Bailey sendo uma das principais apostas para o futuro.

    Com mais uma escolha alta no draft (vão ser o 15º a escolher), o Jazz pode estar tentado a apostar na juventude. E aí, vocês acham que Nurkic se encaixa nesse projeto a longo prazo? Na minha visão, um veterano assim pode ser importante para ensinar os mais novos, mas só se o preço for certo.

    Vamos ver o que a diretoria do Jazz decide fazer. Uma coisa é certa: Nurkic já conquistou seu espaço em Salt Lake City.