Ace Bailey manda a real sobre sua temporada de calouro no Jazz

Cara, o Ace Bailey simplesmente não tem papas na língua. Quando perguntaram pro calouro do Utah Jazz como ele descreveria sua primeira temporada na NBA em cinco palavras, a resposta foi épica: “Aprendendo, bom, ótimo, incrível… fantástico!”

E olha, eu entendo o otimismo do garoto. Mesmo com o Jazz fazendo uma temporada sofrível (22-60, empatado com o pior recorde da Conferência Oeste junto com o Sacramento), o Bailey mostrou que tem personalidade pra enfrentar a pressão.

Números que impressionam

O moleque jogou 72 dos 82 jogos da temporada — nada mal pra um calouro que foi a 5ª escolha do Draft 2025. Médias de 13.8 pontos e 4.2 rebotes podem não parecer absurdas, mas pra quem tá começando em um time rebuilding, tá longe de ser ruim.

O melhor jogo dele? 37 pontos contra o Toronto Raptors no dia 23 de março. Trinta e sete! Em 35 minutos de quadra. Sinceramente, quando vi esse número pensei: “esse menino tem futuro”.

Abril foi um mês especial pro Bailey também — duas performances de mais de 20 pontos, incluindo 23 contra o Memphis na última sexta. Não é à toa que o técnico Will Hardy tá impressionado com a evolução do garoto.

A confiança do técnico fala tudo

Hardy não economizou elogios depois da derrota por 133-110 pro Washington Wizards (que por sinal era o pior time da liga na época). “O Ace tá assumindo responsabilidades maiores por períodos mais longos do jogo. É muito bom pra ele ter essas oportunidades”, disse o treinador.

E eu concordo totalmente. O Jazz tava lidando com uma pilha de lesões, então o Bailey teve que crescer rápido. E parece que cresceu mesmo.

Claro que ele não vai ganhar o prêmio de Calouro do Ano — Kon Knueppel e Cooper Flagg estão na frente na corrida. Mas cara, pro Jazz que tá claramente em processo de reconstrução, ter um calouro que evoluiu de “aprendendo” pra “fantástico” em uma temporada é ouro puro.

Vocês acham que o Bailey tem potencial pra ser uma peça central no futuro do Jazz? Eu tô começando a acreditar que sim. Esse tipo de mentalidade positiva em meio ao caos é exatamente o que times em rebuilding precisam.

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