Tag: NBA Draft

  • GM dos Wizards já conhece Dybantsa há anos — será coincidência?

    GM dos Wizards já conhece Dybantsa há anos — será coincidência?

    Olha, quando você tem a primeira escolha do Draft depois de anos horríveis, cada detalhe importa. E os Wizards podem ter uma vantagem secreta que ninguém estava esperando.

    Will Dawkins, o GM de Washington, conhece AJ Dybantsa desde que o garoto tinha 14 anos. Isso mesmo — cinco anos de relacionamento com a família do cara que pode ser a primeira escolha geral. Ambos são de Massachusetts, e essa conexão pode fazer toda a diferença na decisão mais importante da franquia em anos.

    A conexão que pode mudar tudo

    “Esse cara tem um carisma único”, falou Dawkins no Combine da NBA. “Ele tem uma confiança especial. Conseguiu elevar seu jogo em cada nível que chegou.” E cara, quando você vê as estatísticas do moleque, entende o porquê dessa empolgação.

    Dybantsa liderou o país em pontuação como calouro — 25,5 pontos por jogo com 51% de aproveitamento. Um cara de 2,03m que sabe pontuar, defender e ainda arma jogadas para os companheiros. É praticamente um unicórnio no basquete moderno.

    Wizards precisam acertar dessa vez

    Vamos ser honestos: Washington venceu apenas 50 jogos nas últimas três temporadas. Cinquenta! O Thunder, atual campeão, ganhou mais que isso só na última temporada. A situação é desesperadora, mas com Anthony Davis e Trae Young agora no elenco (se conseguirem ficar saudáveis), existe uma luz no fim do túnel.

    Sinceramente acho que essa conexão pessoal entre Dawkins e Dybantsa não é coincidência. No basquete, relacionamentos importam tanto quanto talento. Quando você conhece a família de um jogador há anos, você entende muito mais do que números podem mostrar.

    O GM vai ter cinco semanas para pesquisar a fundo todos os candidatos, mas convenhamos — ele já tem uma vantagem considerável com Dybantsa. E vocês, acham que essa história pessoal vai pesar na decisão final? Porque eu tenho a impressão de que os Wizards já sabem exatamente o que querem fazer com essa escolha.

  • Acuff Jr. impressiona no Combine, mas Peat decepciona nos arremessos

    Acuff Jr. impressiona no Combine, mas Peat decepciona nos arremessos

    O Draft Combine da NBA tá rolando em Chicago e já tem gente subindo e descendo no radar dos olheiros. E cara, que diferença alguns centímetros fazem na vida de um jogador, né?

    O grande vencedor dos primeiros dias foi Darius Acuff Jr., do Arkansas. O cara tinha uma interrogação gigante sobre a altura dele, e olha só — mediu 1,88m descalço com envergadura de 2,01m. Pode não parecer muito, mas pra um armador isso é ouro puro. Na minha opinião, ele acabou de garantir que vai ser o primeiro armador “de verdade” a sair no draft.

    A decepção de Koa Peat

    Agora, quem não teve um dia dos melhores foi Koa Peat, do Arizona. O garoto acertou apenas 6 de 25 tentativas na prova de três pontos. Seis de vinte e cinco! Isso é 24% de aproveitamento, gente. Pra um cara que quer jogar na NBA moderna, onde todo mundo tem que saber atirar de longe, isso aí é preocupante.

    Enquanto isso, Alex Karaban do UConn foi um dos destaques positivos nos testes de arremesso. O timing é tudo na vida, né? Alguns caras conseguem mostrar o melhor nos momentos que mais importam.

    Michigan pode ter três na primeira rodada

    E os campeões do March Madness? O Michigan pode ter três jogadores na primeira rodada do draft. Aday Mara, Yaxel Lendeborg e Morez Johnson Jr. estão todos cotados. Johnson é quem mais me impressiona — tem o tamanho perfeito pra jogar qualquer posição de ala na NBA. O cara consegue abusar de defesas menores no ataque e ainda tem mobilidade pra marcar na linha dos três pontos.

    Sinceramente? Acho que ganhar o título universitário deu uma moral absurda pra esses garotos do Michigan. Mara especialmente vem numa crescente desde o torneio.

    Uma coisa que me chamou atenção foi o caso de Kingston Flemings, do Houston. O menino tem apenas 1,93m de envergadura sendo que mede 1,89m de altura. Isso é bem limitado pra NBA, mas o cara conseguiu roubar 1,5 bolas por jogo na temporada. Como ele fazia isso com braços tão curtos? Deve ser pura inteligência de jogo.

    E aí, pessoal — vocês acham que essas medições realmente importam tanto assim ou é mais hype? Eu sempre fico dividido entre os números físicos e o que o jogador realmente produz em quadra. O que vocês pensam?

  • Filho de Peja está voando no Draft Combine – Illinois pode perder joia

    Filho de Peja está voando no Draft Combine – Illinois pode perder joia

    Gente, o Andrej Stojakovic simplesmente decidiu que ia voar na NBA Draft Combine. E quando eu digo voar, é literal mesmo — o garoto saltou 41.5 polegadas no teste de salto vertical e liderou TODA a combine. Absurdo.

    Para quem não sabe (ou esqueceu), Andrej é filho do lendário Peja Stojakovic, aquele atirador sérvio que foi monstro nos Kings. E pelo jeito, o DNA da família não veio só para o arremesso — veio para o atletismo também.

    O salto que pode mudar tudo

    41.5 polegadas, pessoal. Isso é mais de um metro de salto vertical. Para vocês terem noção, o Michael Jordan saltava por volta de 46 polegadas no auge da carreira. Claro, MJ é MJ, mas estar nessa faixa já mostra o nível do garoto.

    O mais interessante é que Andrej estava meio que “escondido” no banco do Illinois na temporada passada. O time chegou no Final Four (que campanha, né?), mas ele não era uma das estrelas principais. Agora, de repente, todo mundo tá vendo que o moleque tem muito mais potencial do que imaginavam.

    Illinois vai perder a joia?

    Sinceramente, se eu fosse o Andrej, estaria pensando seriamente em ficar no draft. O cara é projetado como uma possível escolha no final da segunda rodada, e olha… às vezes é melhor garantir o sonho NBA do que arriscar voltar para a faculdade e talvez se machucar ou ter uma temporada ruim.

    É meio triste para o Illinois, que provavelmente contava com ele para a próxima temporada. Mas também, que orgulho deve ser para o programa ver um dos seus caras brilhando assim no maior palco pré-draft do país.

    E vocês, acham que ele deve ficar no draft ou voltar para mais um ano de college? Eu tô curioso para ver se ele vai participar dos jogos 5×5 da combine ou se vai só nos testes físicos mesmo.

    Uma coisa é certa: com esse atletismo todo e o sobrenome que carrega, o Andrej Stojakovic vai dar muito o que falar nos próximos anos. Seja em Illinois ou direto na NBA.

  • Os Wizards finalmente ganharam alguma coisa — a loteria do Draft!

    Os Wizards finalmente ganharam alguma coisa — a loteria do Draft!

    Cara, eu não acreditei quando vi. Os Washington Wizards — sim, aquele time que parecia ter sido abandonado por Deus nos últimos anos — ganharam a loteria do Draft da NBA no domingo. Depois de quase uma década sendo irrelevantes, finalmente algo de bom aconteceu com essa franquia.

    Olha, eu lembro como se fosse ontem do último momento em que os Wizards realmente importaram. Maio de 2017. John Wall com aquela cesta de 3 absurda contra o Boston, subindo na mesa dos narradores como um maluco. Era Game 7, segundo round dos playoffs. Eu achei que finalmente os caras iam chegar numa final de conferência.

    O sonho que virou pesadelo

    Naquela época, o time era uma máquina. Wall voando pela quadra, Bradley Beal começando a mostrar que seria estrela, Otto Porter Jr. e Kelly Oubre Jr. como promessas nas alas. O ataque era o sétimo melhor da liga, mano! Wall tinha 26 anos, Beal e Porter 23, Oubre só 21. O futuro parecia brilhante.

    Aí veio aquele Game 7 maldito. Isaiah Thomas e Kelly Olynyk destruíram os sonhos de Washington. E desde então? Só ladeira abaixo.

    Wall se machucou, fez cirurgia no joelho, voltou diferente. Em 2018 veio a lesão no calcanhar, depois uma infecção, e pra fechar com chave de ouro: rompeu o tendão de Aquiles em casa. Nunca mais jogou pelos Wizards. Sinceramente, foi de partir o coração.

    A queda livre mais dolorosa da NBA

    Os últimos três anos foram de dar pena mesmo. 50 vitórias em 196 jogos. Cinquenta! O segundo pior time do período, o Jazz, ganhou 70. É muita incompetência junta.

    E o pior de tudo? A torcida simplesmente parou de ligar. Quando você mora perto da arena e mal percebe que tem jogo em casa, é sinal de que a coisa tá feia. Capital One Arena virou um cemitério — bem diferente daquela explosão de alegria depois da cesta do Wall.

    Eu mesmo parei de assistir. Pagar mais de 100 dólares só pra ver o time apanhar todo jogo? Nem ferrando. E olha que eu era daqueles que não perdia nem aquecimento antes.

    A esperança voltou (será?)

    Mas ó, ganhar a loteria do Draft pode ser o começo de uma nova era. Finalmente os Wizards têm a primeira escolha geral pela primeira vez desde… nossa, desde quando mesmo? Faz tanto tempo que nem lembro.

    Claro, uma pick não resolve tudo. Mas pelo menos agora existe esperança de algo acontecer. E convenhamos: depois de quase dez anos de sofrimento, qualquer coisa positiva já é lucro.

    Vocês acham que os Wizards conseguem aproveitar essa oportunidade? Ou vão conseguir estragar até isso? Porque conhecendo a franquia… (risos nervosos)

    Uma coisa é certa: depois de tanto tempo sendo piada da liga, finalmente existe um motivo pra prestar atenção no que acontece em Washington. E isso, meus amigos, já é um baita progresso.

  • 5 caras sobem da G League pro Combine da NBA – quem são eles?

    5 caras sobem da G League pro Combine da NBA – quem são eles?

    Olha que interessante: cinco jogadores acabaram de receber o convite dos sonhos. Saíram do G League Elite Camp direto pro NBA Draft Combine. Pra quem não sabe, isso é tipo ser chamado da série B pro time principal — uma oportunidade de ouro que pode mudar a vida desses caras.

    Os escolhidos foram Rafael Castro, Jacob Cofie, Bryce Hopkins, Trey Kaufman-Renn e Aaron Nkrumah. Nomes que talvez vocês não conheçam ainda, mas que podem estar fazendo história daqui uns anos.

    Os gigantes do garrafão

    Castro é um pivô de 2,11m que jogou em George Washington. O cara é monstro: 15.3 pontos por jogo com 62.7% de aproveitamento nos arremessos. Cara, 62%! E ainda pegava 9.1 rebotes, 1.8 roubadas e 1.7 tocos. Sinceramente, números assim chamam atenção de qualquer scout.

    Cofie também é do garrafão, mas um pouco mais baixo (2,08m) e veio da USC. Os números dele são mais modestos — 9.9 pontos e 6.8 rebotes — mas 1.8 bloqueios por jogo não é brincadeira. Esse tipo de defensivo sempre tem espaço na NBA.

    A versatilidade que a liga ama

    Hopkins terminou a carreira universitária em St. John’s como um ala de 2,01m que sabia fazer de tudo: 13.6 pontos, 6.2 rebotes. Jogador completo, desses que os técnicos adoram porque encaixam em qualquer sistema.

    Kaufman-Renn (que nome é esse, cara?) foi titular por três anos em Purdue. Com 2,06m, o ala fazia 14.2 pontos com impressionantes 57.8% de aproveitamento, 8.3 rebotes e ainda distribuía 2.5 assistências. Versatilidade pura.

    E tem o Nkrumah, de Tennessee State, que com 1,98m era o cestinha do time: 17.7 pontos, além de roubar 2.8 bolas por jogo. Esse cara sabe jogar basquete, não tem jeito.

    Na minha visão, essa chamada pro Combine é gigantesca pra esses cinco. Agora é mostrar que não foi sorte — que realmente merecem uma chance na melhor liga do mundo. Vocês acham que algum deles consegue ser draftado?

  • Bucks mantêm Giannis no limbo: trocar ou renovar o projeto?

    Bucks mantêm Giannis no limbo: trocar ou renovar o projeto?

    Olha, a situação do Giannis em Milwaukee tá ficando cada vez mais tensa. O GM Jon Horst confirmou no domingo que os Bucks estão literalmente tocando dois pianos ao mesmo tempo: ou trocam o Greek Freak ou montam um time campeão ao redor dele. E a decisão tem que sair antes do Draft, que rola nos dias 23 e 24 de junho.

    “Os dois caminhos estão muito vivos para nós”, disse Horst. Cara, imagina a pressão que deve ser gerir uma franquia nessa encruzilhada. De um lado você tem um cara que já foi MVP duas vezes e levou Milwaukee ao título em 2021. Do outro, você tem a realidade crua: o time não tá conseguindo competir de verdade pelos playoffs.

    O mercado tá esquentando

    Segundo o Shams Charania da ESPN, os Bucks já estão de ouvido aberto para propostas pelo Giannis — assim como fizeram antes da trade deadline. E olha, eu não culpo eles. Depois da temporada frustrante que tiveram, qualquer GM responsável faria isso.

    No lottery de domingo, Milwaukee ficou na 10ª posição mesmo. Horst foi esperto ao dizer que essa pick pode servir pros dois cenários: ou desenvolver um jovem junto com o Giannis ou usar como moeda de troca para buscar veteranos. Sinceramente, acho que eles vão pelo segundo caminho se decidirem ficar com o cara.

    E não é que eles não têm munição, não. Os Bucks ainda têm picks de primeira rodada disponíveis para 2031 e 2033. Lembrando que essa franquia já usou picks de primeira agressivamente no passado — foi assim que trouxeram Jrue Holiday e Damian Lillard.

    Pressão dos donos

    O co-proprietário Jimmy Haslam meio que forçou a barra essa semana, dizendo que quer uma resolução antes do Draft. Horst tentou amenizar a coisa, mas a real é que o prazo tá aí. “Para nós, é sobre ter uma ótima offseason mantendo os dois caminhos abertos”, disse o GM.

    E o lottery não ajudou muito a definir as coisas. Golden State e Miami — dois times que sempre são linkados ao Giannis — não subiram nas posições. Brooklyn, que tem picks suficientes para montar um pacote monstro, caiu para a 6ª posição mesmo tendo boas chances de pegar o topo.

    Vocês acham que os Bucks deveriam mesmo trocar o Giannis? Ou ainda dá pra montar algo competitivo ao redor dele? Porque olhando de fora, parece que o tempo tá passando e Milwaukee precisa tomar uma decisão logo. A combine em Chicago essa semana vai ser crucial — cada conversa vai ter o futuro do Greek Freak no centro das discussões.

  • Wizards ganham a loteria e Jazz surpreendem no 2º lugar

    Wizards ganham a loteria e Jazz surpreendem no 2º lugar

    Gente, que draft lottery maluco foi esse! Os Washington Wizards acabaram de ganhar a primeira pick do Draft 2026, e olha que história bizarra: eles foram lá e contrataram ninguém menos que Trae Young e Anthony Davis no deadline — pra depois deixar os caras grudados no banco pelo resto da temporada.

    Sim, você leu certo. Pegaram dois All-Stars e basicamente os aposentaram pra garantir o tanking. E funcionou: terminaram com o pior record da NBA e agora têm a primeira escolha. Estratégia questionável? Com certeza. Mas deu resultado.

    Jazz também fizeram a mesma coisa

    O Utah Jazz saltou direto pro segundo lugar depois de uma temporada igualmente esquisita. Eles foram lá e pegaram o Jaren Jackson Jr. no deadline, aí fizeram igual aos Wizards — deixaram o cara esquentando banco enquanto colecionavam derrotas.

    Agora o Jazz pode montar algo interessante: imagina Keyonte George, provavelmente o Darryn Peterson (que deve ser a segunda pick), Lauri Markkanen, JJJ e Walker Kessler. Esse time vai incomodar no Oeste, pode anotar.

    Memphis subiu pro terceiro lugar (tinham apenas a sexta melhor chance) e Chicago deu um salto do nono pro quarto. Ou seja, quatro times que conseguiram se reposicionar bem na loteria.

    Os azarados da história

    Sinceramente, dó dos Sacramento Kings e Brooklyn Nets. Esses caras não fizeram tanking — eram ruins mesmo — e se deram mal na loteria. É aquela coisa: às vezes é melhor ser ruim de propósito do que ser ruim sem querer.

    Falando nos Wizards, eles não tinham a primeira pick desde 2010, quando escolheram John Wall. E advinha quem estava lá representando o time na loteria? O próprio Wall. Coincidência ou não, deu sorte.

    A galera está especulando que eles vão de AJ Dybantsa, do BYU, que tá no topo da maioria dos boards. Se for isso mesmo, imagina o quinteto: Young, Kyshawn George (ou Bilal Coulibaly), Dybantsa, Davis e Alex Sarr. Monstro demais pro Leste.

    E tem uma curiosidade engraçada: é o segundo ano seguido que um time com Anthony Davis ganha a primeira pick. O cara é um amuleto da sorte ou what?

    Vocês acham que essa estratégia de contratar estrela pra depois sentar vale a pena? Porque, convenhamos, é meio sujo, né? Mas se funciona…

    Ah, e uma informação importante: essa foi a última loteria nesse formato. A partir do ano que vem a NBA vai mudar o sistema — provavelmente pro tal do “3-2-1” com 18 times participando. Adam Silver já tá comemorando que vai diminuir o tanking, mas sinceramente, acho que tem mais a ver com a qualidade do draft mesmo.

  • Mock Draft pós-lottery: AJ Dybantsa vai pra onde?

    Mock Draft pós-lottery: AJ Dybantsa vai pra onde?

    Galera, o Draft Lottery já passou e — vamos ser honestos — eu queria que tivesse sido diferente pra alguns times. Mas fazer o quê, né? Agora é hora de especular quem vai onde nesse Draft que promete ser insano.

    Vou compartilhar aqui minha visão de como os primeiros picks vão rolar, porque sinceramente? Esse Draft tem cara de ser histórico.

    Washington pega o queridinho geral

    Com a primeira escolha, Washington vai de AJ Dybantsa. Olha, pode ter argumento pra outros caras irem em primeiro, mas o Dybantsa é o que tem menos pontos de interrogação. O moleque de BYU é simplesmente completo.

    E faz todo sentido pros Wizards. O Bilal Coulibaly não evoluiu no ataque como esperavam, então o Dybantsa pode pegar a vaga de titular na ala desde o primeiro dia. Com Trae Young e Anthony Davis chegando também, Washington tá montando algo interessante ali.

    Imagina quando o Tre Johnson e o Alex Sarr também estiverem prontos? Os Wizards podem finalmente ganhar 50 jogos depois de mais de 50 anos. Isso se não for zikar falando, né?

    Utah pega o artilheiro

    No segundo pick, Utah vai de Darryn Peterson. Cara, esse moleque é pura habilidade ofensiva — um bucket ambulante mesmo. O único problema foi as cãimbras que ele teve em Kansas, mas descobriram que era por causa de creatina em excesso. Bizarro, mas pelo menos já resolveram.

    Peterson com Keyonte George no backcourt? Meu Deus, vai ser um show de pontuação. Só espero que o físico aguente agora.

    Memphis aposta no poste moderno

    Memphis tá numa situação complicada — trocaram o Jaren Jackson Jr., vão trocar o Ja Morant… precisam urgente de uma estrela. Por isso vão de Cam Boozer na terceira posição.

    O garoto foi Player of the Year na faculdade com 22/10/4 de média. Absurdo. E olhando o que o Jokic fez com a liga, é difícil não ver o Boozer tendo sucesso também. Não tô dizendo que vai ser MVP três vezes, mas All-Star? Com certeza.

    E vocês, o que acham?

    Chicago provavelmente vai de Caleb Wilson — um cara com upside defensivo monstro, meio Kevin Garnett style. Já os Clippers podem pegar Mikel Brown Jr. pra ajudar na defesa, já que Kawhi Leonard tá com um pé na porta.

    Esse Draft tá com uma cara diferente, galera. Que jogador vocês acham que vai surpreender mais? E quem vai ser o maior steal da primeira rodada?

  • Wizards ganham a loteria! Jazz sobem e Pacers se deram mal

    Wizards ganham a loteria! Jazz sobem e Pacers se deram mal

    Galera, a loteria do Draft 2026 aconteceu e que rolê foi esse! O Washington Wizards conseguiu a primeira pick — sinceramente, depois da temporada horrorosa que eles tiveram, era quase uma obrigação do universo dar essa sorte pra eles.

    Mas o grande destaque mesmo foi o Utah Jazz subindo várias posições. Esses caras sabem trabalhar o sistema, viu? Não é à toa que sempre conseguem se dar bem nessas situações. E olha, considerando como eles vêm reconstruindo o elenco nos últimos anos, essa pick vai ser fundamental.

    Os grandes perdedores da noite

    Agora os coitados do Indiana Pacers… cara, que azar. Eles que estavam contando com uma pick alta pra tentar acelerar a reconstrução e acabaram caindo na loteria. É o tipo de coisa que deixa qualquer torcedor com vontade de socar a parede.

    O Kevin O’Connor já soltou o primeiro mock draft dele depois do sorteio, e tenho que dizer — algumas escolhas me deixaram meio “será mesmo?”. Mas é isso aí, né? Todo ano a mesma coisa: todo mundo vira especialista em draft até chegar junho e metade das previsões irem pro espaço.

    E agora, o que esperar?

    O que vocês acham? Wizards vão conseguir aproveitar essa oportunidade de ouro ou vão fazer mais uma escolha questionável como sempre? Porque, vamos combinar, o histórico deles no draft não é lá essas coisas.

    Uma coisa é certa: com essa primeira pick, Washington tem a chance de pegar um cara que pode mudar completamente os rumos da franquia. A questão é saber se eles vão escolher o jogador certo ou se vão inventar moda como já fizeram antes.

    O Jazz subindo é inteligente demais. Esses caras sempre conseguem tirar leite de pedra, e agora com uma pick melhor do que o esperado, podem acelerar ainda mais o processo de volta aos playoffs. Danny Ainge deve estar rindo até agora.

    E vocês, o que acham que vai rolar? Quem deveria ser a primeira escolha geral? Deixem aí nos comentários!

  • Dirigente do Pacers pede desculpas após trade desastroso custar pick alto

    Dirigente do Pacers pede desculpas após trade desastroso custar pick alto

    Cara, eu não sei nem por onde começar com essa história dos Pacers. Sério, que situação mais bizarra.

    O Indiana terminou com o SEGUNDO PIOR RECORDE da NBA na temporada passada (19-63) — basicamente fizeram um tanking descarado pra conseguir um pick alto no draft de 2026. Só que aí vem o plot twist: eles tinham trocado essa escolha pro Clippers pelo Ivica Zubac, protegendo apenas o top-4.

    E adivinha só? No sorteio do draft que rolou domingo, o nome deles saiu justamente na 5ª posição.

    A aposta que não deu certo

    Kevin Pritchard, presidente de operações de basquete do time, teve que engolir o orgulho e pedir desculpas no Twitter mesmo. “Peço desculpas a todos os nossos fãs”, escreveu ele. “Assumo a responsabilidade por ter corrido esse risco.”

    Olha, eu até entendo a lógica dele na época — o time precisava de um pivô titular pra competir com os grandes times. Mas trocar um pick potencialmente alto pelo Zubac? Sinceramente, acho que foi uma aposta muito arriscada.

    O mais louco é que eles começaram o dia com 52,1% de chances de ficar no top-4. Mais da metade! Mas a sorte não estava do lado deles.

    Torcida pistola (e com razão)

    Os fãs não perdoaram nem um pouco. Um cara escreveu no Twitter: “Você perde o Myles Turner e ganha o Zubac. Perde o Mathurin e o pick número 5 sem receber nada em troca. Por isso a torcida está brava, por um pivô que nem top 5 da posição é.”

    E realmente, quando você para pra pensar: eles basicamente jogaram a temporada fora de propósito, perderam de lavada 63 vezes, e no final das contas não vão nem ter o pick alto que queriam. É de doer.

    Pelo menos o Tyrese Haliburton — que levou esse time até as Finais da NBA na temporada anterior — está voltando de uma lesão no tendão de Aquiles. Mas e aí, vocês acham que isso compensa a bagunça toda?

    Olha, na minha visão, foi uma aposta que simplesmente não valeu a pena. Em um draft que todo mundo tá falando que é “geracional”, perder um pick alto pro Clippers por causa do Zubac deve estar doendo muito. Muito mesmo.