Tag: NBA Draft

  • Suns devem dispensar Mark Williams se ele atrapalhar Maluach?

    Suns devem dispensar Mark Williams se ele atrapalhar Maluach?

    Olha, eu tô aqui pensando numa situação que pode definir o futuro dos Suns: vale a pena manter Mark Williams se isso pode prejudicar o crescimento do Khaman Maluach?

    A situação é a seguinte: no draft de 2025, Phoenix pegou Maluach na 10ª escolha e, literalmente no mesmo dia, trocou a 29ª pick mais uma primeira de 2029 pelo Williams do Charlotte. Na época fez todo sentido — pegar um jovem talento e colocar um veterano pra ajudar no desenvolvimento.

    O dilema do segundo ano

    Mas agora, entrando na segunda temporada do Maluach, a parada mudou. O garoto mostrou flashes do que pode ser, especialmente nos últimos 45 jogos da temporada passada quando o Williams se machucou. Foram oito jogos com pelo menos 2 tocos nesse período — números que impressionam pra quem ainda tá aprendendo a jogar basquete de alto nível.

    E é aqui que a coisa fica interessante. Williams jogou a melhor temporada da carreira dele, com 12 pontos e 8 rebotes em 64% de aproveitamento. Números sólidos, sem dúvida. Mas será que vale a pena manter ele se isso significa menos minutos pro Maluach?

    O potencial inexplorado

    Cara, vamos ser honestos: Maluach é visto como o jogador com maior potencial não aproveitado do elenco atual dos Suns. Com 2,16m de altura e envergadura de 2,31m, o cara tem físico de monstro. E ainda atira de três! É o tipo de pivô moderno que qualquer time sonha em ter.

    Na minha visão, se os Suns querem mesmo montar um time campeão ao redor do Devin Booker — como o Matt Ishbia vive repetindo —, eles não podem se dar ao luxo de bloquear o desenvolvimento de um talento desse calibre.

    Sinceramente, acho que chegou a hora de tomar uma decisão difícil. Williams é agente livre restrito, e mesmo que Phoenix tenha investido muito nele (duas primeiras escolhas!), às vezes você precisa engolir o orgulho e pensar no futuro.

    E aí, vocês acham que os Suns devem apostar todas as fichas no desenvolvimento do Maluach ou manter a segurança do Williams? É uma decisão que pode definir os próximos anos da franquia.

  • Suns vão mexer no Draft de novo? A pergunta de sempre voltou

    Suns vão mexer no Draft de novo? A pergunta de sempre voltou

    Olha, chegou junho e a gente já sabe o que isso significa: hora do Draft da NBA. E com ele, aquela pergunta que não quer calar quando se trata do Phoenix Suns — eles vão ficar quietos na 47ª escolha ou vão sair negociando por aí igual louco?

    Sinceramente, conhecendo o Brian Gregory e essa diretoria, apostar que vão ficar parados é quase ingenuidade. Desde que o cara chegou há duas temporadas (e virou GM na temporada passada), os Suns viraram especialistas em dar nó em pingo d’água no Draft.

    O histórico fala por si só

    Cara, só olha o que esses caras fizeram nos últimos anos. Duas temporadas atrás, eles dançaram na mesa do Draft pra conseguir o Ryan Dunn — e ainda conseguiram assets pra subir no segundo turno e pegar o Oso Ighodaro. Absurdo de eficiência.

    No ano passado? Mesma coisa, só que maior ainda. Trocaram nada menos que o Kevin Durant (sim, o KD!), pegaram a 10ª escolha que era deles mesmo originalmente, draftaram o Khaman Maluach, e ainda usaram outros assets da troca pra subir até a 31ª posição e pegar o Rasheer Fleming.

    Foi tipo assistir um mestre de xadrez jogando — só que com draft picks.

    O dilema financeiro é real

    Agora vem a parte complicada. Por mais que seja tentador ver eles fazendo mágica de novo, tem uma questão que não dá pra ignorar: grana. Os Suns tão numa situação financeira bem apertada, e qualquer movimento pra cima no Draft vai custar caro.

    Pensa assim: se eles quiserem a 17ª escolha do Oklahoma City Thunder, por exemplo, o rookie vai custar uns 4,6 milhões de dólares já na próxima temporada. E aí eu pergunto — onde esse cara vai jogar? Porque minutos pra rookies não crescem em árvore, principalmente num time que quer voltar aos playoffs.

    A situação fica ainda mais complicada quando você lembra que eles querem manter o Collin Gillespie, o Jordan Goodwin e possivelmente o Mark Williams. Cada dólar conta nessa matemática maluca que é o salary cap da NBA.

    E agora, José?

    É um dilema clássico dos Suns moderns: investir em juventude ou manter a continuidade? Por um lado, adicionar sangue novo sempre é tentador — ainda mais quando você tem um track record de acertar nas escolhas. Por outro, manter o grupo que deu certo na temporada passada também faz muito sentido.

    Na minha visão, eles vão acabar fazendo alguma coisa. Gregory não é do tipo que fica parado quando vê oportunidade. Mas a grande questão é se vale a pena sacrificar flexibilidade financeira futura por um jogador que pode nem ver a quadra direito na primeira temporada.

    E vocês, o que acham? Os Suns devem ir all-in na juventude de novo ou manter a calma e focar em manter o elenco atual? Eu tenho a impressão de que dia 23 de junho vai ser mais uma noite de surpresas no deserto do Arizona.

  • Thunder encara dilema milionário com Hartenstein e Dort

    Thunder encara dilema milionário com Hartenstein e Dort

    Olha, o Sam Presti tá numa situação que todo GM queria ter — mas que ao mesmo tempo deve dar uma dor de cabeça danada. O Thunder tem até 29 de junho pra decidir se vai exercer as opções de Isaiah Hartenstein (28,5 milhões) e Lu Dort (17,7 milhões), e o cara simplesmente disse que não tem pressa nenhuma.

    “É possível que a gente simplesmente aceite as opções de todo mundo e vá pra próxima temporada”, falou Presti na segunda-feira. E eu entendo a tranquilidade dele — quando você tem dinheiro sobrando, dá pra ser zen mesmo.

    A bomba financeira que vem por aí

    Aqui que a coisa fica interessante. O Thunder vai saltar de 186,7 milhões em salários nesta temporada pra mais de 250 milhões na próxima. Isso mesmo, mais de 250 milhões! Tudo porque as extensões de cinco anos do Chet Holmgren e Jalen Williams começam a valer agora.

    Pra vocês terem noção: eles vão passar do segundo apron da luxury tax. É dinheiro pra caramba, mesmo pra padrões da NBA. Mas sabe o que mais me impressiona? Presti tá de boa com isso.

    “Só porque estamos em Oklahoma City, não acho que devemos ser limitados nos nossos sonhos ou gastar menos que um time da costa”, disse ele. Monstro de declaração.

    O quebra-cabeça do draft

    E tem mais: o Thunder tem as picks 12, 17 e 37 no draft que vem aí, mas zero vagas no roster. Matematicamente não fecha, né? A galera já esperava que Presti fosse cortar alguns caras pra abrir espaço, mas ele deixou claro que pode simplesmente… não fazer isso.

    Mais maluco ainda: ele falou que pode draftar jogadores que nem vão ficar no time ativo. “Podemos estar numa situação onde temos mais jogadores que as 15 vagas do roster. Se sentirmos que é mais benéfico ter os direitos de draft de certos jogadores, podemos draftá-los independente se vão estar no time”.

    Cara, isso é next level de planejamento. O cara tá jogando xadrez 4D enquanto todo mundo joga damas.

    Oklahoma City sem complexo de inferioridade

    O que mais me chamou atenção foi a postura do Presti sobre ser um mercado pequeno. O Thunder tem uma arena nova de 850 milhões garantida pela cidade, o novo contrato de TV da liga trazendo mais grana, e ainda a possível expansão da NBA.

    Sinceramente? Acho que ele tá certo. Por que diabos Oklahoma City deveria se contentar com menos sendo que tem uma das melhores equipes jovens da liga e recursos pra bancar tudo?

    E aí, vocês acham que Presti vai mesmo manter todo mundo e partir pro all-in já na próxima temporada? Ou será que é só blefe pra valorizar os jogadores nas negociações? Uma coisa é certa: vai ser divertido de acompanhar.

  • Nate Ament no Nets? Olha, eu tenho minhas dúvidas…

    Nate Ament no Nets? Olha, eu tenho minhas dúvidas…

    Galera, vou ser sincero com vocês: essa história do Nate Ament no Brooklyn Nets tá me deixando com a pulga atrás da orelha. Todo mundo na liga tá falando que os Nets estão de olho no garoto do Tennessee para a 6ª escolha do draft, mas será que é isso mesmo?

    O Brian Lewis, do New York Post, soltou uma informação interessante: o Ament nem treinou pros Nets ainda. Então como é que todo mundo tem tanta certeza de que ele vai ser escolhido? Parece mais papo furado pra mim.

    O que rolou na faculdade não foi lá essas coisas

    Vamos aos fatos, né? O cara foi o 4º melhor prospect do ensino médio americano, tinha 2,08m, arremesso bom e versatilidade defensiva. No papel era tudo lindo. Mas aí chegou no Tennessee e… opa, cadê a magia?

    33% do perímetro, brother. Trinta e três por cento. Pra um cara que era vendido como arremessador, isso é preocupante pra caramba. Eu sei que freshman year é complicado, adaptação e tal, mas ainda assim…

    E olha que eu não sou dessa de crucificar rookie universitário não. Mas quando você é cotado pra primeira rodada da NBA, tem que mostrar serviço, né não? O negócio é que todo mundo vê um cara alto que arremessa e já pensa “próximo Kevin Durant”. A realidade é bem diferente.

    Brooklyn e os reaches polêmicos

    Agora, pensando pelo lado dos Nets… cara, esse front office não tem medo de surpresas não. Lembram do Egor Dëmin? Ninguém esperava aquela escolha. Então talvez eles vejam algo no Ament que a gente não tá vendo.

    Sinceramente? Acho que pode ser jogada de marketing. Criar um buzz, fazer os outros times acharem que eles vão pro Ament na 6ª escolha, e aí negociar a pick pra descer no draft. Faz sentido, né?

    As odds nas casas de apostas saltaram de 4% pra 17% na semana passada, mas ainda tá atrás de outros nomes como Mikel Brown Jr. e Darius Acuff. Ou seja, até o mercado tá meio cético.

    O que vocês acham? Vale a pena apostar num cara que não brilhou na faculdade só pelo potencial físico? Eu tô com um pé atrás, mas vai saber… às vezes é exatamente esse tipo de aposta que dá certo na NBA.

    Uma coisa eu garanto: se o Nets realmente draftar o Ament na 6ª posição, vai ser uma das escolhas mais polêmicas dos últimos anos. E conhecendo essa franquia, não duvidaria de nada!

  • Rich Paul quer mandar jovem craque pro Mavs na draft

    Rich Paul quer mandar jovem craque pro Mavs na draft

    Olha só que interessante: parece que o famoso agente Rich Paul, da Klutch Sports, tá fazendo de tudo pra levar Brayden Burries pro Dallas Mavericks na draft de 2025. E sinceramente? Faz todo sentido.

    O garoto jogou uma temporada absurda no Arizona – liderou a Big 12 em jogos disputados (39), meteu 16.1 pontos por jogo, pegou quase 5 rebotes e ainda acertou 39% das bolas de 3. Números de respeito pra um calouro, não acham?

    O esquema do Rich Paul

    Adam Finkelstein, que manja muito de draft pela CBS Sports, tá dizendo que tem “evidências crescentes” de que Burries e seus representantes querem mesmo é jogar em Dallas. E o mais interessante: o cara não tá fazendo muitos workouts com outros times que drafta antes dos Mavs.

    Lembra do Dereck Lively? Pois é, Rich Paul já fez essa jogada antes. Em 2023, ele conseguiu direcionar o pivô pros Mavericks na pick 12, mesmo com times que draftavam antes querendo o garoto. Agora parece que tá repetindo a dose com Burries.

    Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, confirmou que tá ouvindo os mesmos rumores. Na minha opinião, isso mostra como o Paul é esperto – ele sabe que Dallas é um ótimo lugar pra desenvolver jovens talentos, principalmente depois do que fizeram com o Lively.

    Por que Dallas faz sentido?

    Os Mavericks têm as picks 9 e 30 na primeira rodada. Com Luka e Kyrie comandando o ataque, um cara versátil como Burries seria perfeito pra dar profundidade no backcourt. O garoto tem QI alto, defende bem e pode jogar em várias posições – exatamente o que Jason Kidd gosta.

    Nas projeções atuais, Burries tá cotado pra ser escolhido lá pela pick 11 pelo Golden State. Mas se o Rich Paul conseguir fazer sua mágica de novo… bom, vocês viram o que aconteceu com o Lively, né?

    Sinceramente, acho que seria uma jogada genial pros Mavericks. Eles precisam de peças jovens que possam contribuir já de cara, e Burries tem tudo pra ser esse tipo de jogador. E aí, acham que o Rich Paul vai conseguir mais uma vez?

  • O pivô que tá explodindo no Draft e pode ir pro top 15

    O pivô que tá explodindo no Draft e pode ir pro top 15

    Cara, quem acompanha March Madness sabe que essa é a época onde os sonhos acontecem — e onde os valores no Draft disparam da noite pro dia. E Michigan tá sendo o exemplo perfeito disso.

    Os Wolverines entraram no torneio com três caras cotados pra primeira rodada, mas todos meio que “esquecidos” ali pelo meio da primeira rodada. Agora? Os três tão sendo especulados pra lottery. Isso é March Madness, meu amigo.

    Mas tem um nome que tá chamando atenção de todo mundo: Morez Johnson Jr., o pivô que veio de Illinois e simplesmente resolveu mostrar serviço quando mais importava.

    De “late first” pra lottery em questão de semanas

    Johnson era visto como um cara pra final da primeira rodada há pouco tempo. Hoje? Tá sendo mockado consistentemente na lottery, e tem gente dizendo que ele pode até passar o Yaxel Lendeborg — que era considerado o melhor jogador do time Michigan.

    O que mudou? Simples: o cara é pura raça. Motor sempre ligado nos dois lados da quadra. Rebote, defesa no garrafão, enterradas violentas e aquelas bandejas de segunda chance que fazem a torcida delirar. Exatamente o tipo de jogador que traduz bem pra NBA.

    Na última projeção do ClutchPoints, ele foi mockado em 13º pelo Miami Heat. E faz todo sentido — é a cara do Erik Spoelstra esse tipo de prospect.

    Por que Miami faria sentido perfeito

    “Johnson é o tipo clássico de prospecto que o Spoelstra iria querer simplesmente pela entrega, intensidade e físico nos dois lados da quadra”, escreveu Brett Siegel. “O Heat tem sentido falta de jogo mais gritty, e o Kel’el Ware não é um pivô físico como o Bam Adebayo.”

    Olha, eu concordo 100%. Miami sempre foi time que pega esses caras meio “escondidos” e transforma em peça importante. Johnson tem tudo pra dar certo lá — principalmente porque combina habilidades que já funcionam hoje com potencial pra crescer.

    E vocês, acham que ele realmente consegue furar a barreira da lottery? Sinceramente, do jeito que tá jogando e com essa fome toda, eu não duvidaria nada.

    Michigan pode ter três na lottery

    Agora imagina só: Michigan com três caras na lottery do mesmo Draft. Aday Mara (o gigante de 2,21m) provavelmente vai ser o primeiro a ser chamado, Lendeborg continua sendo o mais “NBA-ready” dos três, mas Johnson virou o mais intrigante.

    É isso que eu amo no basquete universitário — às vezes o cara que menos esperamos é quem mais cresce quando a pressão aperta. Johnson tá provando que motor e entrega ainda valem muito na NBA moderna.

  • Kawhi Leonard vai ficar no Clippers? Analista dá previsão sobre futuro

    Kawhi Leonard vai ficar no Clippers? Analista dá previsão sobre futuro

    Olha, o cenário do Los Angeles Clippers tá bem complicado mesmo. Não faz muito tempo, o time tinha um Big Three que prometia muito: Paul George, James Harden e Kawhi Leonard. Agora? George foi embora pro Philadelphia 76ers e Harden acabou sendo trocado pro Cleveland Cavaliers. Sobrou só o Leonard.

    E é exatamente aí que a coisa fica interessante (e meio confusa também). O Clippers tá naquela situação chata de não saber se reconstrói o elenco ou se tenta ganhar agora — enquanto o Leonard ainda estiver por lá, né?

    Leonard fica ou não fica?

    Brett Siegel, do ClutchPoints, foi bem direto na opinião dele: Leonard vai continuar vestindo a camisa do Clippers na próxima temporada. “Não ouvi nada sobre o Kawhi querendo sair de Los Angeles”, disse o cara no podcast Clutch Scoops. “Ele tem sido muito feliz lá, o pessoal dele tá satisfeito com os Clippers, e ele ainda é meio que o rosto da franquia.”

    Sinceramente? Faz sentido. O cara é da Califórnia, já conquistou um título com o time em 2020 (que jogaço aquela final contra o Lakers na bolha!), e parece estar confortável mesmo com toda a confusão que rolou no elenco.

    Times interessados não faltam

    Agora, vamos ser realistas — se o Leonard entrasse no mercado, não ia faltar pretendente. Siegel confirmou que tem time de olho, incluindo Minnesota Timberwolves e Detroit Pistons. E não é pra menos: estamos falando de um dos melhores defensores da história da NBA e um cara que já foi o principal jogador ofensivo em duas conquistas de título.

    O problema é que as lesões sempre foram o calcanhar de Aquiles do Leonard. A cada temporada que passa, o valor de troca dele diminui — e isso é uma realidade que os Clippers têm que aceitar.

    Leonard tá no último ano de contrato, então ele tem bastante poder de decisão sobre onde vai jogar. E pelo visto, a escolha é ficar mesmo.

    O que esperar dos Clippers agora?

    Com Leonard ficando, o foco do time vai ser na quinta escolha do Draft da NBA e numa possível reestruturação do contrato do astro. Não vai ser fácil montar um elenco competitivo em volta dele, mas pelo menos eles têm uma base sólida.

    E vocês, acham que o Clippers consegue ser competitivo só com Leonard? Ou era melhor trocar ele e começar uma reconstrução completa? Eu fico na dúvida, mas entendo a decisão de apostar no cara que já trouxe o primeiro título da história da franquia.

    O negócio é esperar pra ver como vai ser essa reformulação. Com o novo técnico e algumas mudanças no elenco, quem sabe a gente não vê o Kawhi brilhando mais uma vez nos playoffs?

  • Thunder tentou roubar Mobley do Cavs já no Draft de 2021

    Thunder tentou roubar Mobley do Cavs já no Draft de 2021

    Olha, eu sempre soube que o Oklahoma City Thunder era esperto, mas essa informação que saiu agora me deixou impressionado. Segundo o Marc Stein — que é uma fonte confiável pra caramba — o Thunder já tentava pegar o Evan Mobley antes mesmo dele ser draftado pelos Cavaliers em 2021!

    Imaginem a cena: Cleveland com a 3ª escolha geral do Draft, o Mobley ali disponível, e o Thunder ligando oferecendo um pacote pra subir no Draft e pegar o garoto. Mas os Cavs mandaram um “não” seco e ficaram com o monstro de 2,11m que saiu da USC.

    A obsessão do Thunder por Mobley

    “O interesse do Oklahoma City no Evan Mobley, segundo fontes da liga, remonta ao Draft da NBA de 2021”, revelou o Stein. Cara, isso significa que eles estão de olho no cara há três anos! É tipo aquela paixonite que não passa mesmo.

    E faz sentido, né? Mobley é exatamente o tipo de jogador que se encaixaria perfeitamente no sistema do Thunder: alto, versátil, defende todas as posições e ainda tem apenas 24 anos. Com o Shai Gilgeous-Alexander, Jalen Williams e Chet Holmgren, seria um Big 4 absurdo.

    Cavs não querem largar o osso

    Do lado de Cleveland, o presidente de operações de basquete Koby Altman foi bem claro na sexta passada: Mobley é “uma parte gigante do que fazemos” e foi “consistentemente nosso melhor jogador durante os playoffs”. E olha, ele não tá mentindo não.

    Vocês viram como o Mobley jogou nos playoffs? O cara foi uma muralha defensiva e ainda contribuiu no ataque quando precisou. Sinceramente, eu entendo por que os Cavs não querem nem ouvir ofertas — imaginem ter que explicar pro Donovan Mitchell e pro Jarrett Allen que vocês trocaram um dos pilares do time?

    Mas no mundo da NBA, nunca digam nunca. Tanto o Thunder quanto o Cavs caíram nas finais de conferência, então ambos os times podem estar procurando aquela peça que falta pra chegar nas Finais. E se o OKC vier com uma proposta irrecusável no meio da offseason… aí a coisa muda de figura.

    E aí galera, acham que o Mobley ficaria bem no Thunder? Ou os Cavs devem segurar com unhas e dentes um dos seus melhores jogadores?

  • Thunder deveria trocar Chet por Cameron Boozer? Essa ideia tá bombando

    Thunder deveria trocar Chet por Cameron Boozer? Essa ideia tá bombando

    Olha, eu não esperava que depois de uma temporada histórica do Thunder a galera ia começar a falar em trocar o Chet Holmgren. Mas é isso que tá rolando nas redes sociais e até analista da ESPN já entrou na dança.

    Depois daquela eliminação dolorosa pro San Antonio Spurs no jogo 7, o Tom Haberstroh do Yahoo Sports soltou uma ideia meio maluca: e se o Thunder usasse o Chet como peça principal numa troca pra subir no Draft e pegar o Cameron Boozer, de Duke?

    A matemática não fecha, mas o sonho existe

    Vou ser sincero com vocês: essa história meio que não faz sentido financeiro. O Thunder tem a pick número 12 (que veio dos Clippers) e o Boozer provavelmente vai sair no top 5. Imaginem o que seria necessário pra subir até lá? O Chet mais umas três picks de primeira rodada, no mínimo.

    Mas o próprio Haberstroh admitiu que não acredita que isso vai rolar. Os times no topo da loteria não costumam aceitar essas trocas, especialmente quando tem um prospecto like o Boozer disponível.

    Boozer seria mesmo um upgrade?

    Aqui que a coisa fica interessante. O Cameron Boozer tem 18 anos e um potencial absurdo — filho do Carlos Boozer, 2,06m, joga de power forward e small forward. Já o Chet, mesmo com aquele Game 7 frustrante, ainda é um dos jovens mais promissores da liga.

    Na minha opinião? Seria uma loucura trocar um cara que já provou que funciona na NBA por um novato, mesmo que seja talentoso. O Holmgren teve uns momentos ruins nos playoffs, mas cara… quem não teve? O Thunder é jovem demais ainda.

    E vocês, acham que faz sentido essa troca? Ou é só o calor do momento pós-eliminação falando mais alto?

    Uma coisa é certa: vai ser uma offseason interessante em Oklahoma City. Com os Spurs crescendo com o Wemby, a pressão só aumenta.

  • Clippers na 5ª pick: finalmente uma chance de renovar o elenco

    Clippers na 5ª pick: finalmente uma chance de renovar o elenco

    Os Clippers chegaram numa encruzilhada, galera. Depois de uma temporada 2025-26 mais ou menos (eufemismo pra dizer que foi decepcionante), a franquia de LA vai ter que fazer escolhas inteligentes no draft se quiser voltar a ser relevante.

    E olha que oportunidade: quinta pick geral no draft de 23 de junho. Não é a primeira que todo mundo quer, mas é a melhor posição que eles têm desde 2009, quando pegaram o Blake Griffin em primeiro. Lembram daquela época? Eu lembro bem — era esperança pura correndo nas veias.

    Armador é prioridade (mesmo com Garland no elenco)

    O mais provável é que eles vão atrás de um armador. Sim, mesmo tendo conseguido o Darius Garland antes do trade deadline. Vocês acham que um armador só é suficiente pra uma temporada inteira? Eu não acho não.

    A turma do draft está carregada de guards talentosos, e os especialistas já estão apostando suas fichas. O Kingston Flemings, de Houston, aparece na lista do USA TODAY Sports. Já a CBS e ESPN estão de olho no Keaton Wagler, de Illinois. O Bleacher Report e o NBAdraft.net preferem o Darius Acuff Jr., do Arkansas.

    Sinceramente? Qualquer um desses caras seria uma adição interessante. O que me chama atenção é como todos estão focando em armadores — isso diz muito sobre o que os Clippers precisam.

    E o Kawhi Leonard? Fica ou sai?

    Aí que tá a parada mais complicada. O Leonard provavelmente volta pros Clippers, mas sempre rola aquele “e se…” no ar. Tem chance dele ser trocado, mas qualquer time interessado vai ter que lidar com toda aquela confusão dos pagamentos extras — aquela história do acordo paralelo que pode dar problema com a NBA.

    Olha, na minha opinião isso aí é dor de cabeça que nenhum GM quer ter. Mas se aparecer uma proposta boa mesmo…

    O negócio é que mesmo com o Kawhi, eles poderiam considerar um ala. Profundidade nunca é demais, principalmente quando se trata de um cara que tem histórico de lesões. Não é hate, é realidade.

    E aí, vocês acham que os Clippers conseguem acertar nessa pick? Depois de tantos anos fazendo escolhas questionáveis no draft, essa pode ser a chance de ouro que eles estavam esperando. Vamos ver se não desperdiçam de novo.