Tag: NBA Draft

  • Jazz na bronca: quem vai perder espaço com o calouro chegando?

    Jazz na bronca: quem vai perder espaço com o calouro chegando?

    Galera, vamos ser sinceros aqui — o Jazz tem a #2 pick no draft e isso vai mexer COM TUDO na rotação do time. Eu sei que depois da temporada sofrível que eles tiveram, é difícil até imaginar como seria um time funcional, mas a realidade é que alguém vai se dar mal quando o calouro chegar.

    E olha, ainda não sabemos quem Washington vai escolher em primeiro, mas as opções mais prováveis pro Jazz são AJ Dybantsa (BYU) ou Darryn Peterson (Kansas). E cara, cada escolha dessas vai impactar diferente na rotação — vamos destrinchar isso.

    Peterson seria o cenário dos sonhos

    Sinceramente? Torço pra que seja Peterson. O cara resolve o maior problema do Jazz: shooting guard titular. Keyonte George já mostrou que é o futuro armador da franquia (desculpa aí, Isaiah Collier, te amo mas é a realidade), então falta só um 2 de qualidade.

    Peterson teve uma temporada estranha em Kansas — várias “lesões” que pareciam mais precaução mesmo. Mas se os relatos sobre ele ter resolvido os problemas de cãibra forem verdade… monstro, o garoto pode ser especial.

    Agora, o porém: Ace Bailey volta pro banco. E isso cria um efeito dominó terrível pra Cody Williams, Brice Sensabaugh e Elijah Harkless — todos perdem minutos.

    Bailey não merecia isso

    Olha, tenho que falar: Bailey começou a pegar o jeito da NBA nos últimos 20 jogos da temporada. O cara fez quase 19 pontos, 5 rebotes e 36% de três numa sequência absurda. Três jogos de 30 pontos! Parecia que finalmente tinha entendido o jogo.

    Mas é aquela coisa — Peterson parece ter um teto ofensivo maior, então Bailey provavelmente vira sexto homem. Não é o fim do mundo, mas dói ver um cara que estava evoluindo tanto voltar pro banco.

    A única saída seria trocar Lauri Markkanen (ai, meu coração), mas duvido que isso role antes do deadline. Sem isso, não dá pra Bailey e Peterson dividirem 30+ minutos cada um.

    E vocês, o que acham? Vale a pena sacrificar o desenvolvimento do Bailey por um calouro? Ou o Jazz deveria focar em outras posições no draft? Honestamente, acho que é uma escolha difícil mas necessária — às vezes você tem que quebrar alguns ovos pra fazer uma omelete campeã.

  • Thunder de olho no Mobley, mas Giannis tá fora dos planos

    Thunder de olho no Mobley, mas Giannis tá fora dos planos

    Olha, eu sei que todo mundo tá especulando sobre os movimentos do Thunder nessa offseason, mas vou logo cortando uma expectativa: esqueçam o Giannis em Oklahoma City. Pelo menos por enquanto.

    Segundo fontes do The Athletic, o Thunder não tem muito interesse em ir atrás do Greek Freak neste momento. E faz sentido, né? O time já tem uma base jovem absurda e provavelmente não quer mexer muito na química que construíram.

    O verdadeiro alvo: Evan Mobley

    Agora, o que me chamou atenção mesmo foi saber que o Thunder já demonstrou interesse no Evan Mobley. Cara, esse garoto é um monstro defensivo! Imaginem ele jogando ao lado do Chet Holmgren? Seria uma dupla de torres que daria pesadelo em qualquer ataque da liga.

    O problema é que Cleveland tá sendo bem firme: não vão negociar o Mobley de jeito nenhum. E eu entendo os Cavs — quem é que ia querer se desfazer de um pivô de 22 anos que já mostra potencial pra ser um dos melhores defensores da NBA?

    Situação pós-playoffs e draft

    Depois daquela derrota dolorosa no Jogo 7 contra os Spurs (que dor, mano), o Thunder tem todos os 15 jogadores sob contrato para a próxima temporada. Isso dá uma flexibilidade interessante pra eles planejarem os próximos passos.

    E tem mais: eles tão abertos pra negociar a pick #17 do draft que vem aí. Inclusive já fizeram workout com o Nate Ament, mas pelo jeito não tão muito afim de segurar essa escolha. Faz sentido — com tanto talento jovem no elenco, talvez seja melhor trocar por um jogador mais experiente que possa contribuir imediatamente.

    Sinceramente, acho que o Thunder tá no caminho certo. Eles têm uma das bases mais promissoras da liga, e não precisam de mudanças drásticas. Vocês acham que eles conseguem convencer Cleveland a liberar o Mobley, ou é sonho demais?

  • Thunder de olho em Nate Ament: workout individual pode indicar trade up

    Thunder de olho em Nate Ament: workout individual pode indicar trade up

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vejo o Thunder fazendo workout individual com um cara que nem tá no radar da primeira rodada, já fico ligado. Nate Ament, ala do Tennessee, confirmou que treinou sozinho para Oklahoma City essa semana — e os detalhes do treino são bem reveladores.

    O que mais me chamou atenção foi o foco específico que o Thunder deu nos treinos. Não foi aquela coisa genérica de “vamos ver se o cara sabe jogar basquete”. Não. Eles foram cirúrgicos: como ler closeouts, como jogar junto com criadores já estabelecidos, decisões rápidas com um ou dois dribles.

    O que isso diz sobre as intenções do Thunder?

    “Muito sobre ler closeouts, entender o jogo… específico do OKC. Tipo, eles já têm seus principais criadores, então é sobre aprender a jogar junto com eles. Decisões rápidas, um-dois dribles, arremessar quando tem closeout curto, penetrar quando é um closeout duro”, explicou Ament no programa do Kevin O’Connor.

    Cara, isso me soa como se eles já tivessem um plano muito específico para o garoto. E faz sentido, né? O Thunder tem SGA, Jalen Williams, Chet… eles não precisam de mais um criador principal. Eles precisam de peças que se encaixem perfeitamente no sistema.

    Trade up no draft? A coisa tá ficando interessante

    E aí que entra a informação bomba da semana: o Thunder tá aberto a negociar para subir no draft. Com as picks 12, 17 e 37, eles têm munição pra fazer barulho. Sinceramente acho que se eles gostaram tanto do Ament a ponto de fazer um workout individual, podem tentar pegar ele na primeira rodada mesmo.

    O Tennessee não teve uma temporada espetacular, mas Ament sempre me pareceu um desses jogadores que fazem mais sentido na NBA do que no college. Tem 2,06m, movimentação boa, QI de basquete interessante. Exatamente o tipo de cara que o Thunder adora desenvolver.

    E vocês, acham que o Thunder vai mesmo negociar para subir no draft? Porque se for pra pegar o Ament, eu apoio totalmente. O time já mostrou que sabe desenvolver jovens talentos melhor que qualquer um na liga.

  • Kessler fica no Utah! Jazz vai desembolsar até 30 milhões por ano

    Kessler fica no Utah! Jazz vai desembolsar até 30 milhões por ano

    Olha, eu não esperava que o Utah Jazz fosse soltar essa grana toda, mas parece que o Walker Kessler realmente virou peça fundamental no projeto deles. Segundo o Tim Bontemps da ESPN, o pivô vai renovar com o Jazz por algo entre 25 e 30 milhões de dólares por ano. Trinta milhões! Pra um cara que jogou apenas cinco jogos na temporada passada.

    Mas calma, antes de criticar, vamos aos números que justificam essa bolada toda.

    Os números que convenceram a diretoria

    Em apenas cinco partidas na temporada 25-26 (sim, ele se machucou cedo), Kessler meteu 14.4 pontos, 10.8 rebotes, 3.0 assistências e 1.4 tocos por jogo. O mais absurdo? O cara acertou 70.3% dos arremessos de quadra e 6 de 8 tentativas do perímetro. Gente, um pivô de 2,18m fazendo 75% dos arremessos de três!

    Claro, foram só cinco jogos, então vamos com calma com essa empolgação do arremesso de longa distância. Mas se for legítimo mesmo, cara… o Jazz pode ter encontrado uma pecinha muito especial.

    O frontcourt dos sonhos está tomando forma

    Agora o negócio fica interessante de verdade. Com Kessler garantido no garrafão, o Jazz vai formar um trio de frente monstruoso: Kessler de pivô, Jaren Jackson Jr. de ala-pivô e Lauri Markkanen de ala. Três caras altos, que sabem jogar basquete moderno.

    A estratégia faz muito sentido, sinceramente. Jackson Jr. nunca foi um reboteiro nato, então ter Kessler ali pra limpar o garrafão é fundamental. E os dois juntos no bloqueio? Vai ser difícil meter uma bandeja nesse time.

    O engraçado é que o Markkanen, com seus 2,13m, vai jogar de ala mesmo. Imagina o pesadelo que vai ser marcar esse cara no perímetro?

    E agora? Draft na área

    Com Kessler resolvido, o Jazz pode focar totalmente na segunda escolha do draft. Todo mundo tá falando que eles vão de Darryn Peterson, do Kansas. Faz sentido — eles precisam de um armador que saiba criar jogadas e marcar pontos.

    Vocês acham que 30 milhões por ano pro Kessler é muito? Olha, considerando o mercado maluco da NBA hoje em dia, e vendo o potencial do cara… eu acho que pode ser um negócio inteligente. Especialmente se ele realmente desenvolveu esse arremesso de três que mostrou nesses cinco jogos.

    O Utah tá montando algo interessante por lá. Não vai ser candidato ao título já na próxima temporada, mas esse núcleo jovem tem cara de quem pode incomodar no Oeste daqui a uns dois anos.

  • NBA revoluciona o draft pra acabar com tanking — mas será que vai dar certo?

    NBA revoluciona o draft pra acabar com tanking — mas será que vai dar certo?

    Olha só que bomba a NBA soltou: acabou de aprovar uma reforma gigantesca no sistema de draft que vai mexer com TUDO a partir de 2027. E sinceramente? Era hora.

    O conselho da liga se reuniu dia 28 de maio e aprovou o que tão chamando de modelo “3-2-1” — só o Memphis votou contra, coitados (já vou explicar por quê). A ideia é bem simples: acabar de vez com essa palhaçada de times perdendo de propósito pra conseguir pick alto.

    Como vai funcionar essa nova loteria

    Cara, mudou TUDO. Agora são 16 times na loteria (antes eram só 14). Mas aqui vem o plot twist: os três piores times da liga vão ter apenas 2 bolinhas cada numa loteria de 37 total. É isso mesmo que você leu — ser ruim virou punição.

    Times do 4º ao 8º lugar ganham 3 bolinhas cada. O 9º e 10º ficam com 2 também (igual aos piores). E quem perder o play-in do 7º vs 8º ganha uma bolinha só. É praticamente um “parou de tentar, parou de sonhar”.

    A parte mais louca? Agora TODOS os 16 picks são decididos por loteria. Antes só os 4 primeiros eram sorteados. Mas os três piores times não podem cair além da 12ª posição — pelo menos isso né, imagina ter o pior recorde e pegar a 16ª pick.

    As regras anti-sorte grande

    Aqui vem uma parte que eu acho genial: nenhum time pode pegar a primeira pick em anos consecutivos. E mais — não pode escolher no top 5 três vezes em cinco anos. Basicamente, chega de Philadelphia Process ou Orlando eterno rebuild.

    E olha que interessante: o comissário Adam Silver ganhou poderes quase ditatoriais pra combater tanking. Pode até mudar as odds na hora se achar que um time tá fazendo sacanagem. Meio assustador, mas entendo a necessidade.

    A reforma tem “prazo de validade” — vai até 2028/29. Depois disso, ou mantém ou muda de novo. Pelo menos reconheceram que pode dar errado, né?

    Por que pode ser bom (e por que pode dar ruim)

    Vamos ser sinceros: tanking tava virando caso de polícia. Time botando jogador machucado pra não jogar, tirando cara saudável do segundo tempo… era constrangedor. Algo precisava ser feito.

    A ideia de dar chance pros times medianos é boa demais. Sabe aqueles times que ficam no limbo — ruins demais pros playoffs, bons demais pra pick alto? Agora eles têm esperança sem precisar virar lixo completo.

    Mas olha… essa mudança veio meio do nada, cara. Times fizeram trades pensando no sistema antigo. O Memphis, por exemplo, trocou o Jaren Jackson Jr. pro Jazz por uma pick que agora tem ZERO chance de ser top 5, porque Utah já pegou lá duas vezes recentemente. Imagina a cara do Grizzlies quando souberam disso.

    E vocês acham que isso realmente vai acabar com o tanking? Ou os GMs vão só arranjar uma forma mais criativa de ser ruins? Eu tenho minhas dúvidas, mas pelo menos vão ter que se esforçar mais pra disfarçar.

    Uma coisa é certa: a NBA de 2027 pra frente vai ser bem diferente da que conhecemos.

  • NBA muda tudo: novo sistema de draft pode acabar com tanking

    NBA muda tudo: novo sistema de draft pode acabar com tanking

    Galera, a NBA acabou de aprovar uma mudança GIGANTE que vai mexer com tudo que a gente conhece sobre draft. O novo sistema “3-2-1 Lottery” foi aprovado por 29 votos a 1 e promete acabar de vez com o famoso tanking. Sinceramente? Era hora.

    A partir do draft de 2027, em vez dos 14 times de sempre na loteria, agora serão 16. E não é só isso — as chances ficaram muito mais equilibradas. A ideia é simples: parar de premiar quem perde de propósito.

    Como funciona essa nova loucura?

    Olha só que interessante: os três piores times da temporada vão ter MENOS chances de pegar a primeira escolha do que os outros times que ficaram de fora dos playoffs. Isso mesmo que você leu. Os três últimos colocados ficam com 5,4% de chance cada um, enquanto os outros sete times que perderam os playoffs têm 8,1%.

    É o que eles estão chamando de “rebaixamento do draft”. Basicamente, se você for um dos três piores, você tá sendo punido. A mensagem é clara: parem de perder de propósito, porque não vai mais compensar.

    E tem mais regras malucas: nenhum time pode pegar a primeira escolha em anos consecutivos, ou ficar no top-5 por três anos seguidos. Chega de dinastias construídas na base da derrota programada.

    O dilema dos times medianos

    Agora vem a parte que eu acho mais interessante (e complicada). Se você é um time que briga pelo play-in, tipo 9ª ou 10ª colocação, você tem as mesmas chances dos três piores times: 5,4%. Mas se você ficar em 11º, 12º lugar… aí suas chances sobem pra 8,1%.

    Vocês conseguem ver a cilada? Um time que está brigando pelo play-in pode preferir PERDER alguns jogos no final da temporada pra garantir uma posição melhor na loteria. É meio contraditório, não acham?

    Os times que perdem na primeira fase do play-in (7º vs 8º) ficam com apenas 2,7% de chance. Ou seja, ir pro play-in e perder logo de cara é a pior situação possível.

    Vai dar certo mesmo?

    Na minha opinião, a NBA acertou em tentar resolver o problema do tanking, mas criou outros problemas no processo. Imaginem um time como o Jazz do ano passado — que estava claramente reconstruindo — tendo que decidir se vale a pena ganhar alguns jogos pra sair do fundo do poço.

    E tem uma coisa que me preocupa: com mais de 40 picks desprotegidas já trocadas entre os times, a situação pode ficar maluca. Um time pode querer ficar entre os três piores de propósito se tiver o pick de outro time, só pra ferrar o rival.

    O sistema vai funcionar até 2029 e depois eles vão votar de novo. Três anos pra ver se deu certo ou se foi mais uma ideia que parecia boa no papel mas complicou na prática.

    Eu fico curioso pra ver como os GMs vão reagir a isso. Será que vai realmente acabar com o tanking ou só vai criar novas formas de manipular o sistema? O que vocês acham?

  • NBA vira segunda rodada do Draft de cabeça pra baixo numa regra bizarra

    NBA vira segunda rodada do Draft de cabeça pra baixo numa regra bizarra

    Gente, a NBA acabou de aprovar uma mudança no Draft que é tão estranha que eu ainda tô tentando processar. Sinceramente, quando li a notícia pela primeira vez, achei que era pegadinha.

    A liga oficialmente aprovou uma reforma na loteria na quinta-feira que vai literalmente INVERTER a ordem dos primeiros 16 picks na segunda rodada. Ou seja: o time que pegar o pick 16 da primeira rodada vai automaticamente ter o pick 1 da segunda. E o time que pegar a primeira escolha geral? Vai ter que esperar até o pick 16 da segunda rodada.

    A lógica por trás da loucura

    Segundo Evan Wasch, vice-presidente executivo da NBA, a ideia é “contrabalancear a sorte do sorteio na primeira rodada”. Basicamente, se você deu azar na loteria, pelo menos vai ter uma compensação na segunda rodada.

    Mas olha só a segunda justificativa (que é ainda mais bizarra): eles querem evitar que times comecem a fazer tanking para pegar o pick 31. Cara, quem que ia fazer tanking pro pick 31? Isso nem faz sentido na minha cabeça.

    E tem mais: a nova regra também impede times de ficarem no top-5 por três anos seguidos, ou de pegarem a primeira escolha em anos consecutivos. Isso foi claramente uma resposta ao San Antonio, que teve a sorte absurda de pegar Wembanyama, Stephon Castle e Dylan Harper em sequência.

    Memphis se deu mal

    O time que mais se ferrou com essa mudança foi Memphis. Eles tinham o pick do Utah Jazz de 2027 (sem proteção), mas agora esse pick virou protegido top-5 porque o Jazz ficou no top-5 em 2025 e 2026. Imagina a cara do pessoal do front office dos Grizzlies quando descobriram isso.

    A votação foi 29-1 a favor da mudança. Adivinha quem foi o único voto contra? Memphis, óbvio.

    Olha, eu sempre achei que o tanking era um problema superestimado na NBA. Mas essa solução é tão criativa e maluca que eu nem consigo ficar bravo — tô mais é impressionado com a criatividade. É algo inédito no esporte profissional americano.

    Vocês acham que isso vai realmente funcionar ou é só mais uma regra complicada pra resolver um problema que nem era tão grande assim? Porque na minha opinião, a segunda rodada do Draft já tá bem mais fraca mesmo com o dinheiro do NIL rolando no college.

    A boa notícia é que isso é só um teste de três anos. Em 2030, a gente pode ter outro sistema completamente novo. Três anos é pouco tempo pra testar, mas pelo menos não vamos ficar presos nisso pra sempre.

  • NBA pode acabar com o Draft Lottery em 2030 — e a ideia é genial

    NBA pode acabar com o Draft Lottery em 2030 — e a ideia é genial

    Olha, eu achava que já tinha visto de tudo na NBA, mas a liga conseguiu me surpreender mais uma vez. Na quinta-feira rolou uma votação histórica que pode mudar COMPLETAMENTE como funciona o Draft — e não estou exagerando.

    Os caras aprovaram uma reforma no sistema de loteria que vai vigorar de 2027 a 2029, mas aqui vem o plot twist: isso é só um teste. A partir de 2030, a NBA pode simplesmente jogar toda a loteria no lixo e implementar algo revolucionário chamado “sistema de créditos do draft”.

    Como funcionaria esse sistema maluco?

    A ideia é simples na teoria, mas genial na prática. Cada time receberia uma quantidade de créditos — digamos, 100. Esses créditos se renovariam parcialmente todo ano, e você nunca perderia o que não gastasse. Tipo uma poupança de draft picks, sacaram?

    Aí vem a parte interessante: ao invés de depender da sorte ou de ser ruim na temporada regular, os times fariam LANCES pelos picks que quisessem. Quer a primeira escolha? Manda todos os seus créditos. Prefere economizar e pescar talentos nas escolhas mais baixas? Estratégia válida também.

    E olha que loucura — os times poderiam trocar créditos entre si, igual fazem com picks hoje. Imaginem o Presti (que é o rei das trocas) acumulando créditos por três anos pra depois dar all-in em um draft histórico. Seria o paraíso dele.

    Os Celtics já pensaram em tudo

    O pessoal de Boston (claro que seriam eles) já mandou uma proposta completa pra liga. A ideia deles é que mesmo com os lances, ainda teria uma mini-loteria entre os quatro maiores ofertas pela primeira escolha. Ou seja, você não poderia simplesmente COMPRAR o primeiro pick — teria que ter sorte também.

    A dinâmica seria assim: em abril, todo mundo faz lance secreto. Em maio, divulgam tudo numa noite especial (tipo o Lottery atual). Os quatro maiores lances entram numa loteria, com chances proporcionais ao valor oferecido. Quem ganhar paga um valor entre sua oferta e a menor oferta dos quatro.

    Sinceramente? Acho brilhante. Combina estratégia, planejamento e ainda mantém aquele elemento de sorte que torna tudo mais emocionante.

    Por que isso pode dar certo

    Vocês lembram como era irritante ver time fazendo tanking descarado? Com esse sistema, não faz sentido ser ruim de propósito — você precisa é de créditos, não de derrotas. Times poderiam planejar a longo prazo, tipo juntar créditos por dois anos pra ir com tudo numa classe de draft especial.

    E outra coisa: imaginem as negociações malucas que rolariam. “Te dou 50 créditos mais o Jalen Green pelo seu armador titular.” As possibilidades são infinitas.

    Claro que ainda tem muito pra ser definido nos próximos três anos. Quantos créditos cada time recebe? Como é a reposição anual? Tem limite pra acumular? Mas a base da ideia já me conquistou.

    O que vocês acham? Preferem manter a loteria tradicional ou topam essa revolução? Eu já tô ansioso pra ver como isso funcionaria na prática — seria um show à parte acompanhar os lances e estratégias de cada franquia.

  • NBA mudou regra e ferrou o Grizzlies no meio do jogo

    NBA mudou regra e ferrou o Grizzlies no meio do jogo

    Olha, eu já vi muita coisa estranha na NBA, mas essa aqui tá no top 3 das mais bizarras. O Memphis Grizzlies tá literalmente se coçando depois que a liga mudou as regras do draft lottery no meio do campeonato — e agora eles perderam valor em uma pick que achavam que era garantida.

    A história é assim: lá em fevereiro, quando rolou toda aquela confusão da trade do Jaren Jackson Jr., o Grizzlies conseguiu uma pick de primeira rodada do Utah Jazz que era, teoricamente, sem proteção nenhuma. Era pra ser deles, não importava onde o Jazz terminasse na classificação.

    A nova regra que mudou tudo

    Aí que entra a nova regra “3-2-1” da NBA. Basicamente, se um time cai no top 5 do draft por dois anos seguidos, ele não pode cair de novo no terceiro ano. O problema? O Utah já caiu no top 5 em 2025 e 2026 no lottery (sim, eu sei que parece confuso, mas é assim que funciona). Agora, com a nova regra, essa pick que o Memphis tem do Jazz automaticamente virou protegida top-5.

    Sinceramente? Eu acho sacanagem. O Grizzlies negociou uma coisa e agora tem outra completamente diferente. É como se você comprasse um carro 0km e depois descobrisse que ele tem 50 mil quilômetros porque mudaram a definição de “0km”.

    A justificativa da NBA (que não convence)

    O Evan Wasch, vice-presidente executivo da NBA, tentou explicar a parada numa coletiva quinta-feira. Segundo ele, se fizessem exceção pras picks já trocadas, elas ficariam “mais valiosas” que todas as outras. Cara, é óbvio que ficariam — foi exatamente isso que os times negociaram!

    A liga avisou todos os times sobre essa mudança antes da votação de quinta, então tecnicamente não pegou ninguém de surpresa. Mas convenhamos: avisar na última hora não é bem a mesma coisa que negociar de forma transparente desde o início.

    Outros times também se deram mal

    Memphis não tá sozinho nessa. O Dallas Mavericks também se complicou com uma pick de 2027 protegida top-2 que mandaram pro Charlotte. E o Houston Rockets? Eles têm um swap de picks sem proteção com o Brooklyn que agora também tá sujeito às mesmas restrições.

    Na minha opinião, a NBA meio que fez os times de otário aqui. Mudou as regras no meio do jogo e ainda por cima com aquela justificativa meio meia-boca. E aí, vocês acham que isso é justo? Ou a liga tinha que ter feito exceção pras trades que já tinham acontecido?

    Uma coisa é certa: da próxima vez que um GM for negociar qualquer pick, vai ter que colocar uns 50 asteriscos no contrato. Porque aparentemente na NBA, “sem proteção” não significa mais sem proteção.

  • NBA explica reforma da loteria: ‘Não dá pra punir até resolver’

    NBA explica reforma da loteria: ‘Não dá pra punir até resolver’

    Cara, a NBA finalmente abriu o jogo sobre por que mudou o sistema da loteria do draft. E olha, faz sentido.

    Em uma call com jornalistas na quinta, os caras da liga basicamente admitiram: investigar tanking é quase impossível. James Jones, VP executivo de operações de basquete, foi direto ao ponto:

    “É tudo subjetivo”

    “Quando você chega no ponto de investigar pra chegar numa conclusão, é muito difícil dizer que não foi só erro de técnico, jogador jogando mal ou alguma coisa de basquete mesmo”, disse Jones. “É tudo subjetivo. A gente quer estar numa posição onde, não importa o resultado do jogo, você não se sente melhor perdendo.”

    Faz sentido, né? Como você vai provar que um time perdeu de propósito? Que o técnico tirou o melhor jogador “por estratégia” ou que realmente estava testando o banco?

    Multa? Que multa?

    Jones ainda soltou uma que me fez pensar: multa de 10 milhões vale a pena se você consegue um Wembanyama da vida.

    “O valor dessas picks e jogadores é exponencial. Se é uma multa de 10 milhões, vale a pena só pagar a multa?”, questionou o executivo.

    Sinceramente, ele tá certo. Olha o que o Victor fez com o Spurs. Uma pick número 1 pode mudar uma franquia por 15 anos. 10 milhões? Troco de pão.

    Sistema à prova de jeitinho

    O que achei genial foi como eles pensaram nos esquemas que os times poderiam bollar. Evan Wasch, outro VP executivo, explicou por que as restrições ficam com a pick, não com o time:

    “Times poderiam teoricamente concordar em trocar logo depois do draft, driblando a restrição, ou trocar antes pra evitar a restrição e extrair valor de outro jeito.”

    Ou seja, os caras já pensaram em todos os jeitinhos brasileiros que os GMs americanos poderiam dar. Impressionante.

    Byron Spruell, presidente de operações da liga, não enrolou: “A gente tinha que fazer alguma coisa, e fazer forte.”

    E aí, vocês acham que vai funcionar? Eu tô curioso pra ver se essa reforma 3-2-1 realmente vai acabar com essa palhaçada de time perdendo de propósito. Porque vamos ser honestos — assistir basquete onde time não quer ganhar é de doer a alma.