Tag: NBA Draft

  • NBA pode voltar a transmitir sorteio da loteria ao vivo após 35 anos

    NBA pode voltar a transmitir sorteio da loteria ao vivo após 35 anos

    Galera, preparem-se porque a NBA tá pensando em fazer algo que não rola desde 1989: transmitir o sorteio da loteria do Draft ao vivo na TV! E olha, se aprovarem esse novo formato “3-2-1” no dia 28 de maio, a gente pode estar vendo história sendo feita de novo.

    Pra quem não lembra (ou nem era nascido), a última vez que viram isso ao vivo foi em 89, quando o Sacramento Kings ganhou a primeira escolha e pegou o Pervis Ellison. Eu sei, eu sei… “quem?” Exatamente por isso que essas mudanças são importantes.

    Como vai funcionar esse novo sistema

    O novo formato é bem diferente do que temos hoje. Ao invés daquelas 14 bolinhas de ping pong numeradas com 1.001 combinações possíveis (que sinceramente, quem entende isso?), eles querem usar 37 bolinhas com os logos dos times entre os 16 que participam da loteria.

    Na minha opinião, isso torna tudo mais visual e emocionante. Imaginem ver a bolinha do seu time sendo sorteada ao vivo? O coração ia sair pela boca!

    Mas calma aí – precisa da aprovação de 23 dos 30 times da liga. E vocês sabem como é… quando envolve mudança no sistema de Draft, sempre tem muito choro e ranger de dentes.

    Por que mudaram da primeira vez?

    A história dessa loteria é interessante, cara. Começou tudo depois da temporada de 1984 porque os times estavam fazendo aquela “corrida pro fundo” descarada pra conseguir a primeira escolha. Antes era literalmente no cara ou coroa – e o Houston Rockets foi esperto e ganhou em 83 E 84.

    Aí a NBA falou “não rola mais” e criou o sistema de envelope em 85, onde todos os times ruins tinham chances iguais. Depois mudou pra determinar só as três primeiras escolhas em 87, e finalmente chegou no sistema atual em 1990.

    Olha, eu acho que qualquer mudança que torne o processo mais transparente e emocionante é bem-vinda. Esse negócio de ficar esperando o resultado numa sala fechada é meio sem graça mesmo. E aí, vocês acham que os times vão topar essa mudança? Eu tô curioso pra ver se vai rolar!

  • Wizards e Jazz abertos pra trocar as picks 1 e 2 do Draft

    Wizards e Jazz abertos pra trocar as picks 1 e 2 do Draft

    Olha só que reviravolta interessante no Draft da NBA de 2025. Os Washington Wizards, que tiraram a sorte grande e pegaram a primeira pick geral, não estão nem aí pra esse “prêmio”. Michael Winger, presidente da franquia, foi bem direto: eles tão dispostos a trocar a pick número 1.

    “Estamos abertos”, disse Austin Ainge, do Utah Jazz, sobre a segunda pick. “Sempre vamos escutar ofertas.”

    Washington não tá desesperado

    A postura do Wizards faz sentido quando você para pra pensar. Cara, eles acabaram de pegar Trae Young e Anthony Davis (sim, você leu certo), além de terem acumulado várias picks altas nos últimos anos. Winger foi cristalino: esse não é um “momento salvador” pra franquia.

    Will Dawkins, o GM dos Wizards, não vai descartar trocar a pick se ele identificar dois ou três jogadores que valem a pena mais pra baixo no draft. Estratégia interessante, não acham?

    AJ Dybantsa continua sendo o prêmio

    A grande questão é: o Utah ainda consegue colocar as mãos no AJ Dybantsa? O moleque é considerado o consenso número 1 dessa classe, e complicou a situação do Jazz quando eles trocaram com Memphis pra pegar Jaren Jackson Jr. em fevereiro.

    Dybantsa mesmo não tá preocupado. Depois da loteria, ele falou pros repórteres: “Eu não tava nem aí pras picks de 14 a 3”. O cara já sabe que vai ser top 2. Confiança total.

    Memphis, com a terceira pick, deve ficar quietinho onde está. Zach Kleiman tem histórico de trocar pra CIMA, não pra baixo – fez isso no ano passado pra pegar Cedric Coward na 11. E olha, com Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e Caleb Wilson (North Carolina) provavelmente disponíveis na 3, os Grizzlies tão numa boa.

    O pessoal da liga acredita que o top 4 pode embaralhar entre si, mas ninguém vai querer sair dessa elite toda. Faz sentido – essa classe de draft tá recheada no topo.

    Sinceramente? Acho genial a postura de Washington e Utah. Por que se apressar se você pode conseguir mais valor trocando? Especialmente quando seu time já tem peças interessantes no lugar.

  • Pritchard pede desculpas por trade que custou pick do draft aos Pacers

    Pritchard pede desculpas por trade que custou pick do draft aos Pacers

    Cara, que situação constrangedora. Kevin Pritchard, presidente dos Indiana Pacers, teve que engolir o orgulho e pedir desculpas publicamente para a torcida depois que a franquia perdeu sua escolha do draft na loteria de domingo.

    O drama todo começou quando os Pacers fizeram um trade no deadline para buscar Ivica Zubac e Kobe Brown dos Clippers. Em troca, mandaram Bennedict Mathurin, Isaiah Jackson, uma pick de 2029 E — aqui que a coisa fica feia — a escolha de primeira rodada deste ano, que só estava protegida caso ficasse no top 4.

    A aposta que não deu certo

    Sinceramente, eu entendo a lógica por trás do movimento. Com Tyrese Haliburton voltando de lesão e a equipe querendo competir novamente, fazia sentido buscar um pivô titular. O problema é que apostaram alto demais.

    Os Pacers terminaram com a segunda pior campanha da liga e tinham 52% de chance de ficar no top 4 — ou seja, de manter a pick. Mas a loteria é cruel mesmo, e eles caíram para a quinta posição. Resultado? A escolha vai direto para Los Angeles.

    “Peço muito desculpas a todos os nossos fãs”, escreveu Pritchard no Twitter. “Eu assumo ter corrido esse risco. Fiquei surpreso que saímos em 5º depois deste ano. Pensei que merecíamos um pouco de sorte.”

    Contexto da temporada desastrosa

    Vocês lembram do que aconteceu? Myles Turner saiu de graça para o Milwaukee Bucks (rivais, ainda por cima), e Haliburton rompeu o tendão de Aquiles no Jogo 7 das Finais da temporada passada. De candidatos ao título para uma das piores equipes da liga em uma temporada.

    O pensamento era que 2024-25 seria só um ano perdido, uma parada técnica antes de voltarem a brigar pelo topo. Zubac entraria como substituto do Turner, Haliburton voltaria 100%, e ainda teriam uma pick alta para complementar o elenco.

    Só que às vezes o basquete não coopera, né? Agora os Clippers vão ter uma escolha premium em um draft que todo mundo diz ser dos mais profundos da história.

    Olha, eu não sei se criticaria tanto o Pritchard assim. A intenção era boa, a equipe realmente precisava de um pivô para competir. Mas proteger a pick só até a quarta posição quando você tem a segunda pior campanha da liga? Isso foi arriscar demais.

    E vocês, acham que o risco valeu a pena ou os Pacers deveriam ter segurado a pick independente de qualquer coisa? Porque agora eles ficaram sem draft e ainda por cima com a pressão de ter que competir na próxima temporada.

  • Pacers perdem pick da primeira rodada e presidente pede desculpas

    Pacers perdem pick da primeira rodada e presidente pede desculpas

    Cara, que situação bizarra aconteceu com o Indiana Pacers no draft lottery de domingo. O time perdeu 63 jogos na temporada — sessenta e três! — tudo com a esperança de conseguir um pick que mudaria o rumo da franquia. Aí na hora H, perderam essa chance também.

    O pick dos Pacers saiu na 5ª posição, ou seja, ficou de fora do top 4 que estava protegido numa troca que eles fizeram no meio da temporada. Resultado? O pick vai direto pro Los Angeles Clippers. Imagina a frustração da torcida…

    Kevin Pritchard assume a bronca

    Logo depois do resultado sair, o presidente Kevin Pritchard foi pro Twitter pedir desculpas. “Peço desculpas a todos os nossos torcedores”, escreveu ele. “Eu assumo ter corrido esse risco. Estou surpreso que saiu em 5º depois dessa temporada. Achei que merecíamos um pouco de sorte.”

    Olha, eu entendo o cara. Com 52,1% de chance de ficar no top 4, parecia uma aposta segura. Mas a NBA é isso aí — quando você menos espera, a casa sempre ganha.

    A troca que deu errado

    A parada toda começou quando os Pacers trocaram Bennedict Mathurin, Isaiah Jackson e mais picks pelo Ivica Zubac e Kobe Brown, tentando montar um time competitivo. O problema? Zubac fraturou a costela e jogou só cinco partidas por Indiana. Cinco!

    “Esse time merecia um pivô titular para competir com os melhores times no próximo ano”, justificou Pritchard. “Sempre fomos resilientes.”

    Sinceramente, acho que foi uma jogada arriscada demais. Trocar peças jovens e picks por um jogador veterano quando você tá claramente em rebuild… sei não, viu.

    A torcida tá dividida nas redes sociais. Metade mandando o presidente tomar no que não presta, a outra metade apoiando a coragem de tentar acelerar o processo. E vocês, o que acham? Vale a pena esse tipo de risco?

    Com Tyrese Haliburton voltando de uma lesão no tendão de Aquiles e Pascal Siakam no elenco, os Pacers acreditam ter um time pra brigar pelos playoffs. Só que agora vão ter que fazer isso sem aquele reforço da primeira rodada que tanto precisavam.

    O Draft da NBA começa dia 23 de junho no Brooklyn. Vai ser interessante ver o que os Clippers fazem com esse pick que praticamente caiu do céu pra eles.

  • Pritchard pede desculpas por gamble que deu errado, mas fez certo

    Pritchard pede desculpas por gamble que deu errado, mas fez certo

    Cara, que momento constrangedor para o Kevin Pritchard. O presidente dos Pacers teve que ir no Twitter pedir desculpas para a torcida depois que o draft pick que eles mandaram pros Clippers virou realidade no domingo. Mas olha só — eu sinceramente acho que ele não tinha que pedir desculpa nenhuma.

    A situação foi assim: os Pacers tinham 52,1% de chance de manter o pick (top 4), mas 47,9% de mandar para Los Angeles se caísse em 5º ou 6º. E adivinha? Caiu exatamente no 5º lugar. Lá se foi a escolha direto pro bolso dos Clippers, tudo por causa da troca do Ivica Zubac em fevereiro.

    O pedido de desculpas que não precisava

    “Peço muito perdão para todos nossos fãs”, escreveu o Pritchard. “Eu assumo ter corrido esse risco. Surpreso que saiu em 5º depois deste ano. Achei que merecíamos um pouco de sorte. Mas lembrem — esse time merecia um pivô titular para competir com os melhores times no ano que vem.”

    Mano, que accountability massa de um executivo. Mas também foi desnecessário pra caramba. Os Pacers fizeram um cálculo. Só porque deu errado não significa que foi burrada.

    Vamos pensar no contexto aqui: eles perderam o Myles Turner na free agency. E cara, a NBA tá vivendo uma crise de pivôs bons disponíveis no mercado. Estamos no meio de um boom de rebote ofensivo, e com times como Thunder e Spurs se armando pesado no garrafão, todo mundo precisa correr atrás.

    Zubac era a peça que faltava

    Os dias em que o Golden State resolvia tudo só no arremesso de 3 já eram. Hoje você PRECISA de altura para competir. E olha que o Zubac não é qualquer pivô — foi All-Defense em 2025, monstro no pick-and-roll, reboteiro de elite e ainda passa bem a bola.

    Ah, e tem mais: ele é barato! Vai ganhar só uns 42 milhões nos próximos dois anos. Isso permitiu Indiana pegar ele sem abrir mão de ninguém do core principal. Com Haliburton e Siakam já ganhando max, fazia todo sentido buscar valor assim.

    A real é que os Clippers não iam dar ele de graça. Zubac tem só 29 anos e eles poderiam ter construído em volta dele. Para convencer LA, precisava de um asset de alto potencial — e o pick proteção top-4 era exatamente isso.

    E vocês sabem qual era a jogada mais inteligente nessa história? A diferença entre o 4º e 5º lugar neste draft específico é GIGANTE. Tem quatro caras — AJ Dybantsa, Dylan Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson — que todo mundo trata como futuros astros. Qualquer um deles poderia ser o parceiro de longo prazo do Haliburton.

    Então pergunto: não valeria a pena correr o risco de 47,9%? Eu apostaria de novo, sinceramente. Às vezes você perde no cara ou coroa, mas isso não torna a decisão errada.

  • Wizards ganha loteria do Draft e faz a festa! Pacers se dão mal feio

    Wizards ganha loteria do Draft e faz a festa! Pacers se dão mal feio

    Cara, a loteria do Draft da NBA de 2026 foi simplesmente histórica! O Washington Wizards ganhou a primeira escolha pela primeira vez desde 2010, quando pegaram o John Wall. E olha, depois de três anos horríveis (perdendo mais de 64 jogos por temporada), eles finalmente mereciam essa sorte.

    A ordem ficou assim: Wizards em primeiro, Utah Jazz em segundo, Memphis Grizzlies em terceiro e Chicago Bulls em quarto. E cara, que timing perfeito para o Washington!

    Por que essa loteria foi tão especial?

    Primeiro, essa turma de 2026 está sendo chamada de uma das mais profundas da história da NBA. Quatro caras são considerados talentos de estrela: AJ Dybantsa (BYU), Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e Caleb Wilson (North Carolina). Sinceramente, qualquer um desses quatro pode mudar uma franquia.

    Segundo — e isso é crucial — essa foi a ÚLTIMA loteria antes da reforma do sistema. A partir do ano que vem, vai ser muito mais aleatório. Os três piores times vão ser “punidos” e as chances vão ser mais equilibradas. Ou seja, era agora ou nunca para quem estava fazendo tanking.

    Os grandes ganhadores

    Os Wizards foram os grandes vencedores, óbvio. Depois de sofrer por três anos (levaram surra por mais de 11 pontos por jogo!), finalmente conseguem uma escolha que pode mudar tudo. E o melhor: eles acabaram de contratar Anthony Davis e Trae Young. Então ou voltam aos playoffs ou ainda se beneficiam das duas loterias (a antiga e a nova).

    O Memphis Grizzlies também se deu bem, conseguindo a terceira escolha. Para um time que estava esperando competir mas teve uma temporada complicada, é uma oportunidade de ouro.

    E os Clippers? Mano, eles conseguiram algo que ninguém esperava. Mesmo estando nos playoffs há anos, acabaram com uma escolha boa. Isso é basketball inteligente.

    Os azarados da história

    Agora, os Brooklyn Nets… coitados. Eles fizeram uma aposta gigantesca em 2024, trocando várias escolhas futuras para recuperar o controle das escolhas de 2025 e 2026. Em 2025 já não deu em nada, e agora caíram na loteria quando mais precisavam subir.

    O Sacramento Kings continua com a zica. Cara, esse time não consegue ter sorte na loteria de jeito nenhum. É impressionante como eles sempre se complicam nessa hora.

    E os Indiana Pacers? A estratégia deles também falhou. Apostaram em ser ruins para conseguir uma boa escolha, mas não rolou.

    Vocês acham que o Dybantsa vai mesmo para Washington? E será que essa reforma da loteria vai acabar definitivamente com o tanking? Eu tenho minhas dúvidas… time sempre dá um jeito de “gerenciar” a temporada quando precisa.

  • Draft da NBA: Nets podem finalmente ganhar na loteria?

    Draft da NBA: Nets podem finalmente ganhar na loteria?

    Cara, chegou o dia. A loteria do Draft da NBA acontece domingo e eu tô aqui mordendo as unhas pensando se finalmente os Nets vão conseguir uma pick alta decente.

    Olha, não vou mentir — não é o dia mais importante da franquia desde que se mudaram pro Brooklyn. Isso seria aquele junho de 2019 quando pegaram Durant, Kyrie e DeAndre Jordan de uma vez só. (Melhor nem falar do que rolou depois…)

    Mas é gigante mesmo assim. Os Nets têm 14% de chance de pegar a primeira escolha geral, empatados com Wizards e Pacers. Vocês acham que finalmente a sorte vai sorrir pra gente?

    Como funciona essa história toda

    A coisa toda rola em Chicago, no McCormick Place. A ESPN começa a cobertura às 15h (horário de Brasília vai ser 17h). O negócio funciona assim: 14 times na sala, bolinhas de ping pong sendo sorteadas numa sala super segura.

    Vince Carter vai estar lá representando os Nets — e cara, que escolha perfeita. Hall da Fama, jogou quatro anos com o time quando ainda era em New Jersey. Aliás, ele vai ser o único Hall of Famer na mesa, junto com John Wall pelos Wizards.

    Joe Tsai, o dono, vai estar na sala onde a coisa realmente acontece. Vai ser o único dono lá dentro. Até o famoso Mr. Whammy (Bruce Reznick) vai estar presente como convidado.

    As chances dos Nets (e porque eu tô nervoso)

    Então, matematicamente: 14% pra primeira pick, 13,4% pra segunda, 12,7% pra terceira e 12% pra quarta. Somando tudo, são 52,1% de chances de ficar no top 4. Não é ruim, mas também não é garantia de nada.

    O que me deixa meio bolado: os Nets NUNCA ganharam a loteria desde que estão no Brooklyn. A última vez que pegaram a primeira escolha foi em 2000, quando tinham apenas 4,4% de chance e escolheram Kenyon Martin.

    Nos últimos 15 anos, eles tiveram apenas UMA pick de loteria — a oitava do ano passado, que virou o Egor Demin. Antes disso? Derrick Favors em 2010, que foi trocado quatro meses depois no negócio do Deron Williams.

    Sinceramente, depois de tantos anos vendo esse time trocar picks por veteranos que não deram em nada, seria monstro ter uma escolha alta de verdade. Uma chance de pegar um cara que pode mudar a franquia.

    E agora?

    Olha, eu sei que odds são odds e no final das contas são só bolinhas numa máquina. Mas cara, depois de tudo que esse time passou — as trocas malucas, os veteranos caros, os playoffs frustrados — seria absurdo finalmente ter sorte na loteria.

    O que vocês acham? Será que domingo é o dia da virada? Ou vamos ver os Nets caindo pra sexta ou sétima pick de novo, como sempre parece acontecer?

    Uma coisa é certa: vou estar colado na TV domingo, torcendo pra que essas malditas bolinhas finalmente sorriam pros Nets. Afinal, depois de tanto sofrimento, a gente merece pelo menos uma alegria no Draft, não é mesmo?

  • Vince Carter vai representar o Nets no Draft Lottery 2026

    Vince Carter vai representar o Nets no Draft Lottery 2026

    Olha, quando eu vi que o Vince Carter ia representar o Brooklyn Nets no Draft Lottery de domingo, minha primeira reação foi: “Pera aí, ele é lenda do Nets mesmo?” Mas depois que você para pra pensar, faz todo sentido.

    A NBA anunciou os representantes dos 14 times que vão estar no palco em Chicago no domingo, e tem cada nome interessante nessa lista. Carter é um dos três lendários que vão estar lá — junto com Rolando Blackman pelos Mavericks e John Wall pelos Wizards.

    Por que Carter pelos Nets faz sentido

    Muita gente pode achar estranho, mas das oito franquias que o Half Man, Half Amazing defendeu na carreira, o Nets (que na época era New Jersey) foi onde ele passou mais tempo depois do Toronto. Cinco temporadas inteiras, cara. E não foi só passagem — ele meteu 23.6 pontos por jogo lá, praticamente a mesma média que tinha no Raptors (23.4).

    Sinceramente, acho que o pessoal esquece do quanto o Carter foi importante pra franquia. Ele chegou no New Jersey em 2004 e foi uma das estrelas principais do time por um bom tempo.

    As outras lendas e representantes

    Além do Vinsanity, tem outros nomes que despertam nostalgia na lista. O Rolando Blackman pelos Mavs é outro que faz total sentido — 11 das 13 temporadas dele na NBA foram em Dallas. Já o John Wall pelos Wizards… nossa, que saudade de ver esse cara voando pela quadra.

    Uma coisa curiosa é que tem de tudo um pouco representando os times: desde lendas aposentados até jogadores atuais como o T.J. McConnell (Pacers) e Keyonte George (Jazz). Ah, e a Mallory Edens vai representar os Bucks de novo — ela é filha do dono e já fez isso antes, em 2014, quando o Milwaukee pescou o Jabari Parker.

    E aí, vocês acham que ter essas lendas no palco traz sorte pro Draft Lottery? Eu sempre fico na expectativa pra ver se rola alguma surpresa com os times que trazem ex-jogadores. O negócio vai ser domingo, 15h no horário de Brasília, e a gente vai descobrir quem vai ter a primeira pick. Apostam em quem?

  • Mavs contratam ex-analista da ESPN como novo GM

    Mavs contratam ex-analista da ESPN como novo GM

    Os Dallas Mavericks acabaram de fazer uma jogada interessante no mercado de executivos. Mike Schmitz, que muitos conhecem como analista da ESPN e Draft Express, agora vai comandar o front office dos Mavs como general manager.

    Sinceramente? Achei uma contratação inteligente. O cara passou os últimos quatro anos no Portland Trail Blazers como GM assistente, então já conhece bem os bastidores da NBA. Antes disso, cinco anos na ESPN analisando draft e talentos universitários — experiência que vai ser preciosa numa franquia que tá claramente em reconstrução.

    Do jornalismo para o front office

    A trajetória do Schmitz é meio inusitada, mas faz sentido. Formado na Universidade do Arizona (2009-2012), começou cobrindo esportes universitários no jornal da faculdade. Foi lá que desenvolveu o olho clínico para identificar talentos — habilidade que levou ele até a ESPN e agora pros Mavericks.

    “Mike é um dos avaliadores e mentes do basquete mais respeitados da NBA”, disse Masai Ujiri, presidente dos Mavs. E olha, vindo do Ujiri — que montou aquele time campeão dos Raptors em 2019 — isso tem peso.

    Desafio gigante pela frente

    Agora vem a parte difícil. Dallas vem de uma temporada 26-56 (sim, foi bem ruim mesmo) e tem 29% de chance de pegar uma escolha top-4 no Draft Lottery deste domingo. No ano passado eles tiveram sorte grande e pegaram a primeira escolha geral, que virou o Cooper Flagg — que por sinal tá sendo uma decepção até agora.

    Se não conseguirem uma das primeiras escolhas, provavelmente vão draftar no meio da loteria. E já tão especulando que podem mirar no Brayden Burries, armador do Arizona (coincidência ou não?). Vocês acham que o Schmitz vai apostar em jogadores que ele conhece bem da época de analista?

    O timing da contratação é perfeito — chegou bem antes do Draft de junho. Vai ser interessante ver como ele usa toda aquela experiência de análise pra montar um elenco competitivo. Dallas não chega nos playoffs desde 2022, então a pressão tá grande.

    A real é que os Mavericks precisavam de alguém com visão de longo prazo pra tirar a franquia desse buraco. E pelo currículo, o Schmitz parece ser a pessoa certa pro trabalho.

  • Peterson revela o que causou as cãibras que quase destruíram sua temporada

    Peterson revela o que causou as cãibras que quase destruíram sua temporada

    Cara, que história maluca essa do Darryn Peterson. O garoto que todo mundo esperava ser o número 1 do Draft de 2026 quase teve a temporada inteira arruinada por… creatina demais. Sim, você leu certo.

    Peterson finalmente abriu o jogo sobre o que aconteceu na temporada dele em Kansas. E olha, a parada foi séria mesmo. O moleque disse que “achou que ia morrer na maca naquele dia” depois de ter cãibras no corpo todo durante o treino físico de pré-temporada dos Jayhawks.

    A parada foi feia mesmo

    Imagina a cena: o cara que todo mundo tava esperando para dominar o college basketball de repente não consegue nem ficar em pé. Peterson contou que as cãibras começaram nas pernas e se espalharam pelo corpo todo – teve que ir pro hospital tomar soro na veia.

    “Consegui chegar na sala de fisioterapia e comecei a implorar pra eles ligarem pro 911”, disse ele. “Eles tentavam encontrar uma veia pra colocar o soro, me rehidratar. Mas eu tava com cãibra tão forte que não conseguiam achar veia nenhuma.”

    Monstro, né? E o pior: isso aconteceu 11 vezes durante a temporada. Onze! O garoto perdeu 11 jogos por causa disso.

    O mistério finalmente resolvido

    Durante a temporada toda, ninguém sabia direito o que tava rolando. Privacidade médica e tal, né? Mas agora Peterson revelou tudo: depois de fazer uns exames mais detalhados no final da temporada, descobriram que o nível de creatina dele no sangue tava nas alturas.

    O problema é que o Peterson nunca tinha usado creatina antes de chegar na faculdade. Mas quando chegou em Kansas, começou a tomar as doses que o pessoal indicava – só que o organismo dele já tinha creatina naturalmente elevada. Resultado? Overdose do suplemento.

    Sinceramente, isso me fez pensar: quantos talentos a gente não vê sendo desperdiçados por falta de um acompanhamento médico mais detalhado? O cara podia ter jogado a carreira fora por causa de um suplemento que metade da galera toma sem nem pestanejar.

    E agora, ainda vai ser número 1?

    A pergunta que não quer calar: depois de uma temporada tão conturbada, Peterson ainda tem chance de ser a primeira escolha do Draft?

    Olha, na minha opinião, tem sim. O talento continua lá, e agora que descobriram a causa do problema (e que aparentemente se resolve parando de tomar creatina), os times da NBA vão ficar bem mais tranquilos. Claro que o AJ Dybantsa do BYU tá na frente agora, mas basquete é imprevisível.

    Peterson voltou a treinar em Los Angeles se preparando pro Draft Combine e disse que não teve mais nenhum episódio de cãibra desde que parou com a creatina. Isso é um bom sinal, né?

    E aí, vocês acham que essa explicação vai ser suficiente pra convencer os times da NBA? Ou será que a temporada irregular pesou demais na avaliação dele?