Tag: NBA Draft

  • Porter Jr. admite que ‘tirou o pé do acelerador’ após snub do All-Star

    Porter Jr. admite que ‘tirou o pé do acelerador’ após snub do All-Star

    Cara, o Michael Porter Jr. soltou umas verdades no podcast Road Trippin’ que me deixaram pensando. O cara foi bem honesto sobre como foi difícil lidar com a temporada dos Nets — e principalmente sobre como reagiu depois de não ser chamado pro All-Star Game.

    Olha, eu sempre respeitei quando um jogador assume os próprios erros, e o MPJ fez exatamente isso. Ele admitiu que “tirou o pé do acelerador” depois do snub do All-Star em fevereiro. Nas palavras dele: “Eu me arrependo de ter tirado o pé do acelerador depois de não conseguir ir pro All-Star Game, porque realmente não tinha mais nada pelo que a gente estava jogando.”

    A temporada difícil em Brooklyn

    E não é que o cara tem razão? A situação dos Nets era complicada mesmo. Porter Jr. contou que nunca tinha perdido tanto na carreira até chegar no Brooklyn. “A gente estava perdendo muito. Éramos jovens. Estávamos construindo algo, mas ainda não chegamos lá”, desabafou pro Kendrick Perkins.

    Sinceramente, dá pra entender a frustração dele. Imagina sair do Denver (onde tinha chances reais de título) pra uma reconstrução total? É osso mesmo. Mas o que me chamou atenção foi a maturidade dele em reconhecer que relaxou depois do snub. Disse que não estava frequentando tanto a academia, não se preparava direito, e o arremesso de 3 despencou.

    Apostando no futuro dos Nets

    Mas aqui vem a parte interessante: mesmo com toda essa dificuldade, o MPJ tá otimista com o futuro. Ele falou que conversou com o front office e acredita que os Nets vão conseguir um bom pick no Draft (que rola no domingo) e ainda têm muito espaço salarial — ele chegou a dizer que têm “o maior dinheiro da NBA” pra contratar um armador ou ala-armador de qualidade.

    Na real, ele exagerou um pouco aí — os Bulls provavelmente têm mais espaço que Brooklyn. Mas os Nets devem ter uns 50 milhões pra gastar, o que não é pouco não.

    O que mais me impressionou foi a comparação que ele fez com o Thunder. “É tipo Oklahoma City — demorou um tempo pra ficarem bons. Acho que vai ser assim aqui também”, disse ele. E olha, faz sentido. O OKC também passou por uma reconstrução longa antes de virar esse monstro que são hoje.

    E aí, vocês acham que o Porter Jr. tem razão em apostar nesse projeto dos Nets? Ou será que ele tá sendo otimista demais? Uma coisa é certa: assumir os próprios erros já é um primeiro passo importante. Agora é ver se ele volta com tudo na próxima temporada.

  • Vince Carter vai representar o Nets no Draft Lottery da NBA

    Vince Carter vai representar o Nets no Draft Lottery da NBA

    Cara, que notícia massa! O lendário Vince Carter foi escolhido para representar o Brooklyn Nets no Draft Lottery deste domingo em Chicago. E olha, não podia ter escolha melhor.

    Depois de entrar no Hall da Fame em 2024 e ter sua camisa aposentada pelo Nets em janeiro passado, o VC vai mais uma vez ser homenageado pela franquia. Só que dessa vez é sobre o futuro — e que futuro promissor, diga-se de passagem.

    A conexão especial com New Jersey

    Muita gente lembra do Vince pelos anos em Toronto, mas sinceramente? Acho que foi em New Jersey que ele realmente brilhou. Chegou lá em dezembro de 2004 numa trade que o jornalista Peter Vecsey chamou de “a mais desequilibrada em 25 anos”. E que desequilibrada mesmo — os Raptors praticamente deram o cara de presente.

    Os números falam por si só: 23.6 pontos por jogo no Nets contra 23.4 em Toronto. E jogou quase a mesma quantidade de partidas (374 vs 403). Mas o mais importante? Ele recuperou toda aquela magia que parecia ter perdido no Canadá.

    O próprio Mr. Whammy — que aliás vai estar lá em Chicago como convidado do Joe Tsai — descreveu o VC de uma forma que me arrepia: “Ele era a estrela de balé da NBA. Você ficava imaginando as coisas que ele fazia e o que viria a seguir. Ele voava, girava embaixo da cesta. Não acho que já houve um jogador tão gracioso quanto Vince Carter.”

    E agora é sobre o futuro

    O Nets tem 14% de chance de pegar a primeira escolha geral e não pode cair abaixo da sétima posição. Não é uma situação ruim, mas vocês sabem como é esse negócio de lottery — sempre dá aquele frio na barriga.

    Outras equipes também escolheram seus ídolos do passado: Chicago com Tony Kukoc e Washington com John Wall. Mas convenhamos, poucos têm a presença e o carisma do VC.

    O Draft Lottery rola às 16h (horário de Brasília) na ESPN. E aí, acham que o Vince vai trazer sorte pro Nets? Eu tô torcendo — sempre gostei dessa combinação de talento veterano representando o futuro da franquia. É isso que faz a NBA ser especial.

  • Dono dos Bucks quer decidir futuro do Giannis até o Draft

    Dono dos Bucks quer decidir futuro do Giannis até o Draft

    Olha, a situação do Giannis Antetokounmpo em Milwaukee tá pegando fogo mesmo. O dono dos Bucks, Jimmy Haslam, falou essa semana que quer uma decisão sobre o futuro do Greek Freak até o Draft de junho. Ou seja: nas próximas seis semanas a bomba vai explodir.

    “Se o Giannis for jogar em outro lugar, então devemos conseguir muitos assets”, disse Haslam. E olha, faz todo sentido. Com apenas um ano garantido de contrato restante (US$ 58,5 milhões na próxima temporada), é agora ou nunca pra Milwaukee conseguir algo em troca do cara que carregou a franquia nas costas por mais de uma década.

    A treta que ninguém esperava

    Sinceramente, eu não imaginava que chegaria nesse ponto com o Giannis. O cara que trouxe o primeiro título da NBA pra Milwaukee em 50 anos agora pode estar de saída. E a situação ficou bem feia na temporada passada mesmo.

    O pivô (literalmente) da confusão foi quando o time quis poupar o Giannis no final da temporada por conta de uma lesão no joelho, mas ele queria continuar jogando. Imagina a pressão: o cara vendo o time afundando e querendo ajudar, mas a organização dizendo “não”.

    Resultado? Giannis jogou apenas 36 partidas na temporada – muito pouco pra um MVP do calibre dele. E pela primeira vez em 10 anos, os Bucks ficaram fora dos playoffs. Doeu até em mim, que sou fã do cara desde os tempos de magrelo.

    Reset completo em Milwaukee?

    A franquia já contratou Taylor Jenkins como novo técnico pra substituir o Doc Rivers. E pasmem: quando entrevistaram o Jenkins, o Haslam foi direto ao ponto. “Olha, o Giannis pode ficar ou não. Então não venha por causa dele.”

    Cara, que transparência brutal. E talvez seja isso que Milwaukee precisa mesmo – um reset completo. Com Giannis chegando aos 32 anos e claramente insatisfeito, trocar ele por uma carga de jovens talentos e picks pode ser o caminho.

    Mas vou ser sincero com vocês: ver o Giannis saindo de Milwaukee seria meio que o fim de uma era. O cara transformou aquela franquia de irrelevante em campeã. E agora pode estar indo embora do jeito mais estranho possível.

    E aí, vocês acham que o Haslam vai ter coragem de trocar o maior ídolo da história dos Bucks? Ou será que essa pressão toda é só pra forçar uma renovação? A próximas seis semanas vão ser tensas demais.

  • Draft Lottery da NBA: 42 anos de tanking e tentativas de parar essa bagunça

    Draft Lottery da NBA: 42 anos de tanking e tentativas de parar essa bagunça

    Cara, domingo rola mais uma Draft Lottery da NBA — a 42ª edição dessa rifa milionária que define o futuro dos times. E olha, se tem uma coisa que nunca muda nessa liga é o seguinte: sempre tem alguém reclamando do formato do draft. Sempre.

    É sério. Pessoal tava pistola em 2017, em 2014, em 1993, em 1984… Basicamente desde que a NBA existe, há 76 anos, a liga nunca conseguiu deixar todo mundo feliz com a forma de distribuir os rookies. E sinceramente? Não é à toa.

    Por que só a NBA tem essa paranoia toda?

    Pensa comigo: a NFL nunca precisou de loteria. A MLB só criou uma em 2022. A NHL tem uma versão menor desde 95 (curiosamente comandada pelo Gary Bettman, que era advogado da NBA antes). Mas é que no basquete a parada é diferente, né?

    Um único monstro pode virar completamente o destino de uma franquia. Imagina o Lakers sem Magic, o Bulls sem Jordan, o Heat sem LeBron. Um cara só muda TUDO. E é por isso que essa distribuição de picks é tão polêmica — porque todos sabem que tankar uma temporada pode garantir uma década de sucesso.

    Foi aí que nasceu a Draft Lottery em 1985. A ideia era simples: os piores times precisam ter mais chances de pegar os melhores calouros, mas não pode ser garantido. Senão vira uma corrida pra ver quem perde mais feio.

    O problema que nunca acaba

    Só que olha só — desde a reforma de 2019, o tanking virou praticamente uma epidemia na liga. Eu diria que umas nove das dez equipes que ficaram fora dos playoffs esse ano tankaram de alguma forma. E isso tá matando a qualidade da temporada regular, cara.

    A NBA tá mexendo nos pauzinhos de novo, preparando mais mudanças pra tentar resolver essa bagunça. Mas aqui entre nós: será que vai dar certo dessa vez? Porque toda vez que eles mudam alguma coisa, aparecem consequências que ninguém esperava.

    Vocês acham que dá pra resolver esse negócio do tanking ou é algo inerente ao sistema? Na minha visão, enquanto um único jogador puder mudar tudo, sempre vai ter time disposto a perder de propósito pra conseguir ele.

    Os anos pré-loteria eram ainda mais selvagens

    Antes de 1985, a coisa era ainda mais doida. Entre 1950 e 1983, tinha essa regra absurda dos “territorial picks” — times podiam furar a fila do draft pra pegar caras que jogaram num raio de 80km da cidade deles, só abrir mão da primeira escolha.

    O Warriors fez isso sete vezes nos anos 50, incluindo com ninguém menos que o Wilt Chamberlain. Imagina se isso existisse hoje? O Lakers pegaria todo mundo da UCLA, o Knicks dominaria os caras de Nova York… seria um caos total.

    Mas enfim, domingo tem mais uma edição dessa rifa. Pacers, Wizards, Jazz, Nets e outros vão torcer pros números saírem. E pode ter certeza: independente de quem ganhe, alguém vai reclamar do sistema. Porque é tradição na NBA — sempre tem como melhorar, sempre tem como piorar também.

  • Loteria do Draft 2026: Thunder pode ganhar mesmo sendo campeão!

    Loteria do Draft 2026: Thunder pode ganhar mesmo sendo campeão!

    Cara, vocês acreditam que o Oklahoma City Thunder — atual campeão da NBA — pode ganhar a loteria do draft? Pois é, essa loucura é possível graças ao pick do Los Angeles Clippers que eles herdaram na troca do Paul George lá em 2019.

    A loteria acontece no domingo, dia 10 de maio, às 16h (horário de Brasília), e vai passar na ABC antes do jogo 4 entre Knicks e Sixers nos playoffs. Três times estão empatados com 14% de chance cada um para a primeira escolha: Washington Wizards (17-65), Indiana Pacers (19-63) e Brooklyn Nets (20-62).

    A ironia do Thunder na loteria

    Olha só que situação absurda: o Thunder teve a MELHOR campanha da temporada regular pelo segundo ano consecutivo, é o atual campeão, e ainda assim pode ganhar a loteria. Como? Simples — eles têm o pick do Clippers (42-40) por causa daquela negociação histórica do Paul George.

    Sinceramente, se isso acontecer, vai ser o negócio mais injusto da história da NBA. Imaginem só: time campeão ganhando mais um talento de primeira linha no draft. Os outros 29 times devem estar torcendo contra com todas as forças.

    Os favoritos e as surpresas possíveis

    Washington, Indiana e Brooklyn são os azarões que mais precisam dessa primeira escolha. O Wizards especialmente — 17 vitórias apenas! É de dar dó, mas pelo menos agora têm uma boa chance de conseguir um futuro astro.

    Mas cuidado com as surpresas. Ano passado o Dallas Mavericks (que também estava mal) ganhou a loteria e pegou o Cooper Flagg, que virou Rookie of the Year. Esses saltos de posição acontecem mais do que a gente imagina.

    Utah Jazz e Sacramento Kings também têm chances interessantes (11,5% cada), e olha que curioso: os Kings continuam nessa de nunca conseguir se organizar direito. Será que dessa vez dá certo?

    O fim de uma era

    Esta deve ser a última loteria no formato atual. A NBA tá planejando mudar o sistema para reduzir o famoso “tanking” — aquela estratégia nojenta de perder de propósito para ter melhores chances no draft.

    E aí, pessoal, quem vocês acham que vai levar? Eu torço para não ser o Thunder, porque convenhamos, seria sacanagem demais. Os Wizards merecem uma alegria depois desse sofrimento todo.

    Uma coisa é certa: esse draft de 2026 promete ser carregado de talentos, então quem conseguir uma escolha no top 5 vai estar muito bem servido.

  • Malachi Moreno pode ser primeira rodada no Draft da NBA

    Malachi Moreno pode ser primeira rodada no Draft da NBA

    Cara, vocês viram isso? O Malachi Moreno, pivô de 2,13m do Kentucky, tá sendo cotado na posição 31 no novo mock draft do Bleacher Report. Praticamente primeira rodada, galera!

    Olha, eu não esperava isso não. O garoto de 19 anos estava meio que “garantido” de volta pra temporada 2026-27 dos Wildcats, mas agora as coisas mudaram de figura. Jonathan Wasserman, que manja muito de draft, botou ele indo pro New York Knicks na 31ª posição — uma escolha da segunda rodada que tá quase virando primeira.

    O que tá chamando atenção dos scouts

    A comparação que fizeram foi com Nick Richards, outro ex-Kentucky que deu certo na NBA. E faz sentido: ambos são pivôs altos, bons de bloqueio e com fundamentos sólidos. Moreno tem 2,13m, bloqueia bem, passa a bola e tem um toque interessante pro garrafão.

    “Tem interesse suficiente em torno de um pivô de 19 anos, 2,13m, com boas métricas de bloqueio e passe, além de alguns indicadores de toque”, disse Wasserman. Ele ainda completou que certos times preferem apostar num calouro com as ferramentas do Moreno do que num veterano de 23 anos nesse draft que tá meio fraquinho mesmo.

    Combine vai ser decisivo

    O moleque foi chamado pro NBA Draft Combine em Chicago na próxima semana. Mano, essa é A oportunidade dele. Os scrimmages vão passar na TV e todo mundo do Kentucky (incluindo o técnico Mark Pope) vai estar grudado na telinha.

    Sinceramente? Acho que se ele mandar bem no Combine, pode sim ser primeira rodada. Com alguns caras desistindo do draft por causa do NIL, tem espaço se abrindo. E convenhamos: um pivô de 2,13m que joga basquete de verdade não cresce em árvore não.

    Vocês acham que ele fica no draft ou volta pro college? Eu tô meio dividido, mas se aparecer uma garantia de primeira rodada…

  • Ujiri assume os Mavericks e já mira em transformar Cooper Flagg em rei

    Ujiri assume os Mavericks e já mira em transformar Cooper Flagg em rei

    Cara, que reviravolta nos Mavericks. Masai Ujiri — o cara que trouxe o título pra Toronto em 2019 — agora é o novo presidente de operações de basquete de Dallas, e já chegou com papo reto: é hora de focar em Cooper Flagg.

    “Na África, dizemos que quando reis saem, reis chegam. Um rei foi embora e temos um pequeno príncipe aqui. Agora vamos transformá-lo em rei”, disse Ujiri na coletiva de apresentação. Mano, que declaração!

    O caos que virou Dallas

    Pra quem não lembra (como esquecer né?), os Mavs viveram 15 meses absolutamente insanos. Primeiro perderam pro Boston nas finais de 2024. Aí o Nico Harrison teve a brilhante ideia de trocar o Luka Dončić pelo Anthony Davis — que mal jogou por lesão. Result? 56 derrotas na temporada.

    Mas olha só a ironia do destino: mesmo sendo um dos piores times da liga, Dallas teve apenas 1,8% de chance na loteria do Draft e… PEGOU A PRIMEIRA ESCOLHA! Cooper Flagg caiu no colo deles como um presente dos céus.

    O garoto teve uma temporada rookie difícil — normal pra quem carrega um time nas costas aos 19 anos — mas ainda assim levou o prêmio de Calouro do Ano. Sinceramente, acho que foi merecido considerando a bagunça que ele herdou.

    Ujiri sabe o que tá fazendo

    E aí que entra o Ujiri. O cara tem experiência em transformar caos em título — lembram do que ele fez em Toronto? Trocou pelo Kawhi Leonard por uma temporada e conquistou o primeiro título da franquia. Em Denver, mandou o Carmelo Anthony embora e dois anos depois foi eleito Executivo do Ano.

    “Espero trazer calma”, disse Ujiri. E olha, Dallas precisa MUITO disso. A torcida tá revoltada (com razão), o time precisa de direção, e o Flagg merece uma estrutura decente ao redor dele.

    O que mais me chamou atenção foi ele não cravar se o Jason Kidd continua como técnico. “Vou ouvir o coach Jason Kidd, seus pensamentos sobre tudo”, disse. Traduzindo: nada tá garantido, pessoal.

    O futuro começa agora

    Vocês acham que o Ujiri consegue consertar essa bagunça? Eu tô otimista, não vou mentir. O cara já provou que sabe montar times campeões, e ter o Cooper Flagg como base é um ponto de partida bem melhor do que muita gente imagina.

    A questão agora é: que peças vão colocar ao redor do prodígio? Porque uma coisa é certa — depois de toda essa novela com Luka e Anthony Davis, Dallas precisa urgentemente voltar a ser relevante. E com Ujiri no comando, eu acho que as coisas podem esquentar de vez na próxima temporada.

    O que vocês acham dessa contratação? Ujiri é o cara certo pra transformar Flagg no próximo grande astro da NBA?

  • Rockets acham que Reed Sheppard pode ser o próximo Steve Nash

    Rockets acham que Reed Sheppard pode ser o próximo Steve Nash

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando ouvi que o pessoal lá de Houston tá comparando o Reed Sheppard com o Steve Nash, quase cuspi o café. Mas depois pensei melhor e… cara, talvez eles saibam de alguma coisa que a gente não viu ainda.

    O garoto foi a 3ª escolha do draft de 2024 e teve uns playoffs bem inconsistentes contra os Lakers na primeira rodada. Sabe como é — nos quatro jogos que perderam, ele acertou só 16 de 64 arremessos. Mas nas duas vitórias? 11 de 24. É essa montanha-russa que deixa todo mundo doido.

    A comparação que divide opiniões

    Um scout de time rival foi direto ao ponto quando perguntaram sobre essa história de Nash: “Mais pra Steve Kerr”, disse ele, imaginando o Sheppard como um reserva de tamanho limitado. Ou seja, bateu forte.

    Mas o pessoal dos Rockets não tá nem aí pra crítica. “Ele mostra uma grandeza que você não consegue ensinar”, falou uma fonte interna pra ESPN. “Do Steve Nash ao Steph Curry, nenhum desses armadores pequenos jogou bem nos primeiros anos. A gente ainda acredita muito no Reed.”

    E eu fico pensando… será que é loucura ou visão de futuro? Porque, convenhamos, o Nash também não era exatamente um fenômeno defensivo no começo da carreira.

    Playoffs que mostraram os dois lados da moeda

    A defesa fraca dele no Jogo 1 rendeu só 11 minutos no Jogo 2 — técnico não perdoa mesmo. No Jogo 3, fez uma perda de bola que ajudou no colapso do time, mas também teve seu momento de glória no Jogo 5: um roubo de bola no LeBron que ajudou a selar a vitória fora de casa. Como é que explica isso?

    O último jogo foi cruel: 4 de 19 nos arremessos, incluindo 1 de 10 do perímetro. Números que fazem qualquer torcedor sofrer.

    Aqui que fica interessante: os Rockets pegaram o Sheppard uma posição antes do Stephon Castle, que tá fazendo a festa no Spurs e já foi Rookie of the Year em 2025-26. Imaginem a pressão interna quando veem o garoto que “deixaram passar” brilhando do lado.

    Vocês acham que Houston tem razão em manter a fé, ou é otimismo demais? Porque uma coisa eu sei: apostar em jovem talento na NBA é sempre um risco calculado — às vezes dá Steve Nash, às vezes dá… bem, nem todo mundo vira lenda.

  • Hawks no horizonte: Sem Trae Young, Atlanta está bem melhor

    Hawks no horizonte: Sem Trae Young, Atlanta está bem melhor

    Cara, quem diria que trocar o Trae Young seria uma das melhores coisas que poderia acontecer pro Hawks? Eu confesso que não esperava isso quando rolou a trade, mas olha só o que aconteceu na temporada 2025-26.

    O Jalen Johnson simplesmente assumiu a parada e mostrou que é All-Star de verdade. 22.5 pontos, 10.3 rebotes e 7.9 assistências por jogo — números de MVP candidato, monstro! E o mais legal é que ele faz de tudo na quadra: defende, rebota, arma jogadas, finaliza. É o tipo de jogador que todo técnico sonha em ter.

    A química que o Trae nunca conseguiu criar

    Sabe o que mais me impressiona? O encaixe do C.J. McCollum no sistema. O cara que veio na troca do Young se adaptou muito melhor do que eu imaginava. Não fica pedindo bola toda hora, sabe jogar sem ela, e isso deixa o time muito mais fluido.

    E tem mais: o Nickeil Alexander-Walker virou praticamente um cestinha! 20 pontos por jogo cara, quem poderia prever isso? Eles contrataram ele pensando num sexto homem e o maluco explodiu. Um dos contratos mais vantajosos da NBA hoje.

    46 vitórias e eliminação dolorosa

    Claro, não foi tudo perfeito. Perderam pro Knicks na primeira rodada depois de uma zebra histórica no jogo 6 (quem acompanha sabe o que rolou). Mas sinceramente? 46 vitórias na temporada regular é um puta resultado considerando a mudança radical que fizeram.

    O time tem jovens talentosos como Dyson Daniels, Onyeka Okongwu e o francês Zaccharie Risacher se desenvolvendo. E ainda têm flexibilidade salarial — coisa rara na NBA atual.

    Draft e futuro promissor

    Com a 7ª escolha do draft nas mãos, eles podem pescar um armador franchise ou usar pra fazer uma trade por alguém já estabelecido. Vocês acham que devem apostar num rookie ou ir atrás de um veterano comprovado?

    Na minha opinião, esse Hawks está no caminho certo. Sem ego inflado do Trae dominando todas as posses, o basquete flui melhor. Johnson como líder faz mais sentido — é mais completo e não força tanto a barra.

    O objetivo pra próxima temporada tem que ser brigar lá em cima no Leste. Com essa base sólida e ainda margem pra melhorar, Atlanta pode surpreender. Só não podem repetir aquele vexame do jogo 6 contra os Knicks, né?

  • Arizona domina convites pro Draft: 6 ex-jogadores na mira da NBA

    Arizona domina convites pro Draft: 6 ex-jogadores na mira da NBA

    Olha, quando eu vi essa lista do Draft Combine da NBA, quase cuspi o café. Arizona com SEIS ex-jogadores convidados? Isso é coisa de programa universitário sério mesmo.

    Os veteranos Tobe Awaka e Jaden Bradley conseguiram o convite, junto com os calouros Brayden Burries e Koa Peat. Mas o que me impressiona é que ainda tem Kylan Boswell (que foi pra Illinois) e Henri Veesaar (que acabou em North Carolina) na lista. Seis caras de um programa só — isso não é coincidência, é trabalho bem feito.

    O Draft Combine é praticamente um ‘passa ou repassa’

    Pra quem não sabe, ser convidado pro Combine (que rola de 10 a 17 de maio em Chicago) é tipo receber um selo de ‘você tem chance real de ser draftado’. São só 73 jogadores no total, então estar ali já significa que os scouts da NBA tão de olho.

    Ano passado só o Carter Bryant tinha ligação com Arizona e foi convidado. E olha no que deu: 14ª escolha geral pro San Antonio Spurs. Nada mal, né?

    O Bradley, aliás, já passou por esse processo antes. Declarou pro Draft ano passado, mas voltou pra Arizona pra temporada senior. Agora tá de volta tentando de novo — e sinceramente acho que dessa vez ele não volta.

    Koa Peat pode surpreender (ou não)

    Tem uma informação interessante sobre o Koa Peat. Os scouts da ESPN acham que ele pode acabar voltando pra faculdade, mesmo sendo projetado como escolha do final da primeira rodada. Cara, se eu fosse ele, ficava maluco com essa indecisão.

    Final da primeira rodada significa contrato garantido de vários milhões. Voltar pra faculdade é apostar que vai melhorar a posição no Draft seguinte — e isso nem sempre acontece. Quantos jogadores já se ferraram fazendo essa aposta?

    O prazo pra desistir do Draft e voltar pra faculdade é 27 de maio. Vai ser interessante ver quantos desses caras vão realmente seguir em frente.

    Ah, e tem um que ficou de fora: Anthony Dell’Orso. O cara provavelmente vai jogar na Austrália, que é de onde ele veio mesmo. Às vezes é melhor assim do que ficar forçando uma barra que não vai rolar.

    E aí, vocês acham que Arizona vai ter quantos jogadores draftados esse ano? Eu chuto pelo menos três ou quatro. Esse programa tá numa fase monstro mesmo.