Tag: NBA Draft

  • Perkins compara possível 2ª pick do Draft com Kobe Bryant

    Perkins compara possível 2ª pick do Draft com Kobe Bryant

    Gente, o Kendrick Perkins acabou de soltar uma bomba no ar. O cara foi lá no “NBA Today” da ESPN e comparou Darryn Peterson – que deve ser a segunda escolha do Draft 2026 – nada mais, nada menos que com o Kobe Bryant. Isso mesmo, o Mamba.

    Olha, eu acompanho Draft há anos e raramente vejo alguém fazer uma comparação tão pesada assim. Perkins não tava brincando quando disse que o “teto” do Peterson é o Kobe, enquanto o “piso” seria o Bradley Beal. Entre você e eu, qualquer uma dessas duas opções já seria absurda pra um moleque que ainda tá na faculdade.

    O que faz Peterson ser tão especial?

    Segundo o ex-pivô da NBA, três coisas chamam atenção no garoto do Kansas: ritmo de jogo, arremesso e inteligência no pick-and-roll. “Ele sabe fazer as leituras certas”, disse Perkins. E cara, quando um cara que jogou contra os melhores fala isso, a gente tem que prestar atenção.

    O Peterson teve uma temporada complicada pelos Jayhawks – jogou apenas 24 partidas por causa de lesões. Mas Brian Windhorst, que tava no mesmo programa, deixou claro que os times da NBA já estão investigando tudo isso a fundo. “Os scouts acham que ele pode ser o cara mais talentoso de todo o Draft”, revelou o jornalista.

    Draft 2026 tá uma loucura

    Sinceramente? Esse Draft de 2026 tá prometendo ser histórico. AJ Dybantsa do BYU aparece como favorito pra primeira escolha, mas Peterson logo atrás com essa comparação com Kobe… Mano, imagina se os dois realmente virarem o que estão projetando?

    O Utah Jazz, que tem a segunda pick, deve estar babando. E vocês, acham que Peterson aguenta essa pressão toda de ser comparado com uma lenda? A primeira rodada do Draft acontece na terça-feira, dia 23 de junho, e eu já tô ansioso pra ver onde esse moleque vai parar.

    Uma coisa é certa: se o Perkins tá certo e o Peterson realmente tem esse potencial todo, a NBA vai ganhar mais um monstro. Agora é esperar pra ver se a realidade bate com a expectativa.

  • NBA vai mudar o Draft? Nova proposta tem regra que pega os Wizards

    NBA vai mudar o Draft? Nova proposta tem regra que pega os Wizards

    Galera, saiu uma bomba sobre uma possível mudança no Draft da NBA que pode bagunçar tudo a partir de 2027. A liga mandou uma nova proposta pros donos de times votarem no dia 28 de maio, e cara… se passar, vai ser uma revolução no sistema que conhecemos.

    A proposta “3-2-1” mantém basicamente tudo que já tinha sido vazado antes, mas agora ficou claro um detalhe que tava meio nebuloso. Olha só como ficaria:

    Como funcionaria o novo sistema

    Seriam 37 bolinhas distribuídas entre 16 times. Os três piores ganham duas bolinhas cada (5,4% de chance), do 4º ao 10º colocado ficam com três bolinhas (8,1%), as duas equipes que perderem no play-in ganham duas, e quem perder o jogo entre 7º e 8º fica só com uma bolinha (2,7%).

    Mas aqui vem a parte mais interessante — e polêmica. Nenhum time pode pegar a primeira pick em dois anos seguidos, nem ficar no top 5 por três anos consecutivos. E adivinha? Eles vão olhar pra trás, começando pelo Draft de 2025!

    Isso significa que se essa regra passar, o Washington Wizards — que acabou de ganhar a loteria de 2026 — não pode mais pegar a primeira escolha em 2027. Mesmo que troquem a pick, ela continua “contaminada” com essa restrição.

    Por que isso é genial (e controverso)

    Sinceramente? Eu acho essa jogada da NBA bem esperta. Eles tão fechando uma brecha que os times espertos iam explorar rapidinho. Imagina só: time tá chegando no limite de picks consecutivas no topo, aí troca a pick pra outro time que não tem essa restrição. Problema resolvido, né?

    Não mais. A “maldição” gruda na pick original, não importa quem fique com ela no final. É tipo aqueles filmes de terror onde você não consegue se livrar da assombração só passando ela pra frente.

    E tem mais: o Adam Silver vai ter mais poder pra punir times que façam tanking descarado, podendo mexer nas odds da loteria ou até mudar onde um time vai draftar. Olha, eu não sei vocês, mas isso me cheira a uma liga cansada de ver times perdendo de propósito.

    O que muda na prática

    Se essa regra passar — e parece que tem chance boa — vamos ver menos times fazendo aquela temporada horrorosa de propósito. Afinal, qual o sentido de tankar se você pode não conseguir a recompensa no ano seguinte?

    Os Wizards são o exemplo perfeito. Eles tiveram uma temporada desastrosa, ganharam a loteria, e agora podem ficar de fora da primeira pick em 2027. É quase como se a liga tivesse falado: “Tá, vocês ganharam dessa vez, mas não vai rolar de novo tão cedo.”

    Pessoalmente, eu tô curioso pra ver como isso vai afetar as estratégias dos GMs. Trocar picks vai ficar mais complicado, e times ruins vão ter que pensar duas vezes antes de abraçar completamente o tanking.

    E aí, vocês acham que essa mudança é boa pro basquete? Ou a NBA tá mexendo demais numa fórmula que já funcionava?

  • Chinyelu desiste do Draft e volta pra Florida em 2027

    Chinyelu desiste do Draft e volta pra Florida em 2027

    Olha só que notícia interessante: Rueben Chinyelu, pivô dos Florida Gators, decidiu retirar seu nome do Draft da NBA de 2026 e vai ficar mais um ano na faculdade. O cara anunciou nas redes sociais que volta pra temporada sênior em Florida.

    E sinceramente? Acho que foi uma decisão muito inteligente.

    Os números não mentem

    Na temporada passada, como júnior, Chinyelu teve médias bem sólidas: 10.9 pontos, 11.2 rebotes e 1 toco por jogo. Pra um pivô de 2,08m, são números que chamam atenção — especialmente esses rebotes. Double-double quase garantido toda noite, né?

    O moleque até se saiu bem no Draft Combine da NBA, mas a realidade é que não tinha garantia de ser escolhido na primeira rodada. E convenhamos, se você não vai no primeiro round, melhor ficar mais um ano e subir seu valor de mercado.

    Florida favorita ao título nacional?

    Aqui que a coisa fica interessante. O artigo menciona que Florida deve ser uma das favoritas ao título nacional de 2027. Com Chinyelu voltando, eles têm um pivô experiente e produtivo no garrafão.

    Uma temporada monstruosa na faculdade pode catapultar ele direto pro primeiro round. É a diferença entre ser um “maybe” e ser um “definitely”, sacam?

    Vocês acham que ele fez a escolha certa? Na minha opinião, foi cirúrgico. Mais um ano pra desenvolver o jogo, liderar um time candidato ao título e ainda por cima valorizar seu draft stock. Win-win-win.

    O timing também é perfeito — o Draft de 2027 pode ter menos pivôs de qualidade, então ele pode se destacar ainda mais. Às vezes é melhor ser o peixe grande no aquário pequeno, né não?

  • VJ-Maxx é a luz no fim do túnel para os Sixers em crise

    VJ-Maxx é a luz no fim do túnel para os Sixers em crise

    Cara, os Philadelphia Sixers estão um caos completo. Time eliminado no primeiro round pelos Knicks, Daryl Morey saindo, futuro do técnico incerto… mas sinceramente? Eu não tô nem um pouco preocupado com o futuro dessa franquia. E sabe por quê?

    VJ Edgecombe e Tyrese Maxey.

    Lembram quando a galera tava brigando sobre quem pegar com a terceira escolha do Draft 2025? Muita gente questionando se o VJ era a escolha certa vindo de Baylor. Teve até quem especulou sobre trocar o Maxey depois que o Orlando Magic pagou uma fortuna pelo Desmond Bane. Olha só como as coisas mudaram.

    O rookie que ninguém esperava

    Edgecombe teve uma temporada de estreia simplesmente absurda. 16.0 pontos, 5.6 rebotes, 4.2 assistências e 1.4 roubos por jogo. Mais de 43% nos arremessos e quase 36% das três. Para um moleque de 20 anos? Isso é coisa de monstro.

    E não foi só estatística não. O garoto foi eleito para o First Team All-Rookie e ficou em terceiro no Rookie of the Year – numa classe de draft lotada de talento e jogando num time que foi pros playoffs. Isso aí é currículo de craque.

    “Ele foi excepcional”, falou Maxey depois da eliminação. “Essa é a palavra que posso usar, excepcional. Muitos caras na NBA queriam ter uma temporada como a dele.”

    A dupla que funciona de verdade

    O que mais me impressiona é como esses dois se encaixaram naturalmente. Maxey poderia ter ficado receoso com um rookie pegando tanto protagonismo, mas foi o contrário. Virou uma sociedade perfeita.

    Edgecombe sempre defletindo os elogios, falando do trabalho duro, dando crédito pros companheiros. Igual o Maxey faz. É química pura, e vocês podem ter certeza que isso não acontece por acaso.

    “Desde o primeiro dia, antes mesmo de saber que ia ser draftado aqui, ele me recebeu de braços abertos”, disse VJ sobre Maxey. “Tenho aprendido com ele desde então.”

    Até o Embiid tá impressionado: “VJ é o próximo. Filadélfia acertou em cheio com ele. Esse cara é diferente, e isso foi só o primeiro ano.”

    O futuro é agora

    Enquanto todo mundo fica especulando sobre as mudanças que vêm por aí nos Sixers, eu fico tranquilo sabendo que essa dupla VJ-Maxx vai estar lá. Os dois já falaram sobre trabalhar juntos no verão – Maxey quer jogar mais sem bola para dar espaço pro rookie desenvolver, e o VJ quer pegar mais a bola para tirar pressão do Maxey.

    Essa é a mentalidade que você quer ver: dois caras jovens, talentosos, que se respeitam e querem crescer juntos. Em meio ao caos organizacional dos Sixers, pelo menos eles acertaram onde realmente importa.

    E aí, vocês acham que essa dupla tem potencial para levar Filadélfia de volta ao topo? Eu, sinceramente, já tô comprando a ideia.

  • Jakucionis vai ter julho insano: Lituânia e Summer League

    Jakucionis vai ter julho insano: Lituânia e Summer League

    Olha só que agenda maluca o Kasparas Jakucionis vai ter em julho. O armador do Miami Heat foi convocado pra defender a Lituânia nas eliminatórias da Copa do Mundo da FIBA na primeira semana do mês, e logo depois vai direto pra Las Vegas jogar a Summer League pelo Heat. Cara vai viver no avião!

    Pra quem não lembra, o Miami pescou o Jakucionis com a 20ª escolha do draft de 2025, direto da Universidade de Illinois. E sinceramente? Acho que foi uma baita escolha. O cara tem 1,96m e joga de armador — essa combinação de tamanho e visão de jogo é ouro no basquete moderno.

    Números de estreante promissores

    Na temporada de rookie dele, Jakucionis fez uma média de 6,2 pontos, 2,6 rebotes e 2,6 assistências em apenas 17,8 minutos por jogo. Não são números de All-Star, óbvio, mas pra um calouro jogando poucos minutos no Heat (que sempre foi durão com novatos), tá longe de ser ruim.

    O que me impressiona é a eficiência. Pat Riley não dá moleza pra ninguém, e o fato do Jakucionis ter conseguido tempo de quadra consistente na primeira temporada já diz muito sobre o potencial dele.

    Estreia pela seleção principal

    Agora vem a parte mais interessante: vai ser a primeira vez que o Jakucionis defende a Lituânia na categoria adulta. Ele já representou o país nas categorias de base por anos — inclusive ajudou a conquistar o ouro no EuroBasket Sub-16 em 2022.

    A Lituânia sempre foi uma potência no basquete europeu, e ter a chance de jogar ao lado de caras experientes vai ser uma escola e tanto pro garoto. Depois dessa experiência internacional, ele vai pra Summer League com uma confiança completamente diferente.

    Vocês acham que essa agenda corrida vai ajudar ou atrapalhar o desenvolvimento dele? Na minha opinião, quanto mais basquete de alto nível, melhor. O cara vai chegar na próxima temporada muito mais maduro e preparado pra brigar por mais minutos em Miami.

  • Vince Rozman deveria assumir o comando dos Sixers? Cara, eu acho que sim!

    Vince Rozman deveria assumir o comando dos Sixers? Cara, eu acho que sim!

    Olha, vou falar uma parada que talvez muita gente não saiba: o Vince Rozman pode ser exatamente o que os Sixers precisam para comandar essa bagunça toda. E eu não tô falando isso porque ele é bonito não — o cara tem currículo pra caramba.

    Pra quem não lembra (ou não acompanhava tanto na época), Rozman tava lá desde os tempos do Sam Hinkie, ajudando com o draft naqueles workouts que rolavam num ginásio minúsculo do PCOM. Imagina só: Ben Simmons fez workout dele lá! Era um lugar que não parecia nem de time de NBA, mas foi onde muita coisa boa saiu.

    Do scouting coordinator ao braço direito

    Cara, a trajetória do Rozman é impressionante mesmo. Começou como coordenador de scouts em 2006 (na era Billy King, imaginem só), foi promovido a diretor de operações de basquete em 2013 e nunca mais parou de subir. Mesmo com todas as mudanças na organização — Hinkie saindo, Bryan Colangelo chegando, aquela zona toda — ele sempre se manteve firme.

    E quando o Daryl Morey chegou em 2020? Foi o Rozman que teve que colocar o cara no ritmo antes do draft. Dois semanas! Vocês conseguem imaginar a pressão? “Olha Daryl, deixa eu te explicar aqui rapidinho nosso sistema inteiro e ainda preparar você pro draft que tá chegando.” Absurdo.

    O draft de 2020: obra-prima coletiva

    E olha que resultado saiu dessa parceria maluca. Aquele draft de 2020 foi simplesmente monstruoso. Conseguiram se livrar do Al Horford (que não encaixava mesmo), trouxeram Danny Green e Seth Curry, e — pasmem — draftaram o Tyrese Maxey na 21ª posição.

    Maxey! Na 21ª! Eu ainda fico em choque como 20 times passaram batido por ele. E o Rozman tava ali, no meio de tudo isso, fazendo a mágica acontecer nos bastidores.

    Agora o Bob Myers tá procurando alguém pra tocar o dia a dia dos Sixers, enquanto ele fica com as decisões “high-level”. A lista de candidatos tá extensa, cheio de gente com conexão dos Warriors, nomes badalados do mercado…

    Mas sinceramente? Rozman tem tudo pra ser o cara. Ele conhece a organização por dentro e por fora, tem experiência em draft (que é fundamental), e o mais importante: ele entende como construir um time. E convenhamos, com Maxey e VJ Edgecombe no backcourt, precisa de alguém que saiba o que tá fazendo.

    E aí, vocês acham que seria uma boa dar as chaves do castelo pro Rozman? Na minha opinião, seria um passo certeiro. O cara já provou que sabe trabalhar sob pressão e ainda por cima tem a confiança de quem realmente manja do assunto.

  • Nets podem aprontar no Draft — ESPN vê pick #6 como ‘carta na manga’

    Nets podem aprontar no Draft — ESPN vê pick #6 como ‘carta na manga’

    Cara, chegou aquele momento do ano em que todo mundo fica especulando o que diabos o Brooklyn Nets vai fazer no Draft. E dessa vez, parece que a coisa tá mais interessante do que nunca.

    A ESPN saiu falando que a sexta escolha dos Nets é uma “carta na manga” — ou seja, aquela peça que pode mudar todo o tabuleiro na hora H. Jeremy Woo, que manja dos paranauês do Draft, tá dizendo que executivos da liga acham que o Brooklyn pode meter uma dessas e fazer alguma loucura com o pick.

    Brooklyn precisa de estrela, mas tem opções de sobra

    Olha só a situação: os Nets caíram três posições na loteria (de novo!), mas sinceramente? Isso pode até ser uma bênção disfarçada. Eles têm espaço salarial, uma caralhada de picks futuros para negociar, e cara… eles PRECISAM de poder de estrela.

    O Woo da ESPN tá especulando que eles podem pegar o Darius Acuff Jr. — um armador de 1,88m que melhorou as medidas no combine e tem um wingspan interessante. Mas aqui entre nós, a defesa do cara é problemática. Na minha visão, se você vai na sexta posição, precisa de algo mais garantido que isso.

    E tem outra: Kevin O’Connor implica que os Nets podem não estar limitados só aos armadores que todo mundo tá falando. Ele mencionou o Keaton Wagler como melhor opção, mas fontes da liga estão conectando Brooklyn ao pivot Aday Mara (de 2,24m!) e ao ala Nate Ament.

    Sean Marks pode aprontar de novo

    Lembram quando os Nets chocaram geral escolhendo o Egor Dёmin na oitava posição ano passado? Ninguém esperava. Sean Marks é conhecido por essas pegadinhas, e com 32 picks em mãos (incluindo nove primeiras rodadas negociáveis), ele tem munição para fazer qualquer coisa.

    As opções são várias: ficar onde estão, descer algumas posições, pegar uma segunda primeira escolha, ou — pasmem — tentar subir no Draft. Brian Lewis já tinha furado que o Marks tá aberto a movimentações.

    Vocês acham que eles vão com a cabeça ou com o coração? Porque sinceramente, com tanto ativo, seria loucura não tentar algo mais ousado. O Brooklyn precisa sair dessa mesmice e buscar aquele jogador que vai fazer a diferença real.

    Sei lá, cara. Tem algo me dizendo que os Nets vão surpreender todo mundo de novo. E olha que eu não costumo confiar muito nas escolhas deles nos últimos anos…

  • Koa Peat despenca no draft após combine desastroso

    Koa Peat despenca no draft após combine desastroso

    Cara, que reviravolta louca na situação do Koa Peat. O cara que era praticamente garantido na primeira rodada do Draft da NBA agora tá vendo seu sonho desmoronar depois de uma performance absolutamente catastrófica no combine da semana passada.

    Olha só esses números: 6 de 25 nos arremessos de três pontos. Seis de vinte e cinco! Isso é 24% de aproveitamento, mano. Pra um cara que quer jogar na NBA, é simplesmente inadmissível. No drill de spot-up shooting foi a mesma coisa — mais 6 de 25. Pelo menos nos arremessos saindo do drible ele foi um pouco melhor: 15 de 30. Mas mesmo assim, longe do que você espera de um possível primeira rodada.

    O problema não são só os números

    E o pior de tudo? Segundo os analistas que estavam lá, não foi só a porcentagem que assustou — foi a forma como ele arremessou. Isaac Trotter, da 247Sports, foi direto: “Não são os resultados, é como pareceu. Foi um movimento que simplesmente parecia estranho, desconfortável, esquisito.”

    Aparentemente o Peat tentou mexer na mecânica do arremesso pra ter mais arco na bola. Cara, que timing horrível pra fazer isso! Você não muda seu arremesso na véspera do combine mais importante da sua vida. É como mudar o pênalti no meio da Copa do Mundo.

    A queda livre nos mock drafts

    E agora a conta chegou. Os mock drafts pós-combine tão sendo cruéis com o garoto:

    A NBC Sports tirou ele completamente da primeira rodada. O Yahoo Sports fez a mesma coisa. Já a ESPN ainda tem uma pontinha de esperança — colocou ele na 27ª posição pro Boston Celtics.

    Jeremy Woo, da ESPN, foi bem realista na análise: “Peat foi um tópico quente no combine, já que os times expressaram preocupação com o que parecia ser uma mecânica de arremesso completamente refeita enquanto ele lutava nos drills de tiro.”

    Na minha visão, o Celtics até faria sentido pra ele. Eles têm um histórico muito bom de desenvolver jogadores internamente, e com 2,01m de altura, o Peat poderia ser uma boa opção como pivô pequeno no futuro.

    E agora? Volta pra faculdade ou arrisca?

    A pergunta que não quer calar: o que vocês fariam no lugar dele? Ficar no draft e torcer pra alguém apostar no potencial, ou voltar pro Arizona pra mais um ano de faculdade?

    O prazo tá apertado — dia 27 de maio às 23h59 é o deadline pra desistir do draft e manter a elegibilidade universitária. Sinceramente, se eu fosse ele, voltava. Um ano a mais pra arrumar esse arremesso pode valer a diferença entre ser escolhido na primeira rodada ou nem ser draftado.

    Porque olha, no basquete moderno você precisa saber arremessar. Não tem jeito. Por mais que ele tenha um físico interessante e agilidade boa (testou bem nos drills de agilidade), se não conseguir acertar chutes abertos, vai ser muito difícil se estabelecer na liga.

    O Arizona deve tá torcendo pra ele voltar, né? Um jogador com esse potencial por mais um ano seria ótimo pro programa. E pra ele, seria a chance de chegar no próximo draft bem mais preparado e confiante.

  • Suns querem trocar jogador por pick da 1ª rodada – será que vale?

    Suns querem trocar jogador por pick da 1ª rodada – será que vale?

    Olha só que situação curiosa: o Phoenix Suns não tem pick de primeira rodada no draft deste ano, mas segundo o Kevin O’Connor do Yahoo Sports, eles vão “explorar” todas as possibilidades pra conseguir um. E sinceramente? Eu entendo a estratégia, mas o preço pode ser salgado.

    Nos últimos dois drafts, Phoenix pegou Ryan Dunn e Khaman Maluach na primeira rodada — dois caras que têm tudo pra ser peças importantes no futuro. Agora eles só têm a 47ª escolha (17ª da segunda rodada) depois de terem negociado o Jusuf Nurkic pro Charlotte na trade deadline do ano passado.

    O preço das estrelas

    Cara, a realidade tá batendo na porta dos Suns. Eles sacrificaram MUITO draft capital pra conseguir Bradley Beal e Kevin Durant, e até agora… cadê o anel? Enquanto isso, times como Oklahoma City Thunder e San Antonio Spurs — que todo mundo achava que iam demorar pra brigar — já tão voando na liga.

    O time até fez uma campanha de playoffs inesperada essa temporada, mas o Brian Gregory (presidente do time) tá numa sinuca: precisa construir um elenco ao redor do Devin Booker usando free agency e desenvolvimento de jogadores, quando o ideal seria usar o draft.

    Quem pode sair de Phoenix?

    Se os Suns realmente quiserem um pick de primeira, alguém vai ter que ir embora. Grayson Allen e Royce O’Neale aparecem como candidatos — ambos tiveram as melhores temporadas das carreiras e ainda têm dois anos de contrato. O problema é que esses caras foram importantes na temporada surpreendente do time.

    Olhando o plantel jovem, eles basicamente só têm Ryan Dunn, Khaman Maluach, Oso Ighodaro e Rasheer Fleming como apostas pro futuro. Não é exatamente uma base sólida pra reconstrução, né?

    O único pick não protegido que eles podem negociar é o de 2033 — e só podem fazer isso no dia do draft. Imagina a pressão de ter que decidir na hora!

    Na minha opinião, os Suns tão numa encruzilhada clássica: apostar no agora ou pensar no futuro. Com Booker ainda no auge, faz sentido tentar mais uma vez. Mas será que vale sacrificar mais peças por um draft pick, mesmo sendo uma classe considerada forte? Vocês fariam essa troca?

  • Volta o Draft Board comunitário — e dessa vez é pick 10!

    Volta o Draft Board comunitário — e dessa vez é pick 10!

    Galera, vocês lembram do nosso Draft Board comunitário? Pois é, desde 2022 que não fazíamos isso aqui no site, mas agora que o Milwaukee vai ter a pick mais alta da década — número 10 no geral — chegou a hora de ressuscitar essa tradição que eu sempre curti demais.

    Da última vez que fizemos isso, os Bucks estavam lá na 24ª posição e escolheram o MarJon Beauchamp. Olha, sinceramente espero que dessa vez a gente acerte melhor a mão, né? Pick 10 é uma oportunidade que não aparece todo ano para Milwaukee.

    Como funciona a brincadeira

    Para quem é novo aqui ou não lembra direito, o esquema é parecido com a nossa série anual “Ranking The Roster”. Todo dia vamos postar uma enquete perguntando quem vocês escolheriam se estivessem draftando naquela posição específica. Vamos eliminando nome por nome até chegar na vez dos Bucks.

    No dia seguinte, analisamos o vencedor da enquete — tanto como jogador quanto o encaixe dele no time. Mas como Milwaukee está na 10ª posição e tem uma galera que pode subir nesse range dependendo do combine, vamos estender um pouquinho mais a série.

    Claro que existe a chance de tudo isso ser em vão porque os Bucks podem trocar essa pick — tecnicamente eles teriam que esperar até depois da escolha ser feita. Podem também negociar para subir ou descer no draft, talvez até conseguir mais de uma pick de primeira rodada se desceram.

    E se o Giannis…

    E olha, com toda essa incerteza rolando com o Giannis, quem sabe eles não acabam com uma pick ainda mais alta? (Deus me livre, mas vai que né…)

    Por enquanto, vamos trabalhar com o cenário atual: roster como está e a 10ª escolha geral.

    Então aí está nossa primeira enquete: se vocês estivessem draftando em primeiro lugar, quem escolheriam? Amanhã de manhã a gente divulga o vencedor e pergunta quem vocês pegariam na segunda posição. Geralmente deixamos as enquetes abertas por 24 horas.

    E vocês, o que acham? Quem seria a pick número 1 de vocês nesse draft? Comenta aí embaixo!