Tag: NBA Draft

  • Calouro de Stanford quebra recorde e vai pro Draft da NBA

    Calouro de Stanford quebra recorde e vai pro Draft da NBA

    Gente, vocês conhecem a história do Ebuka Okorie? Esse cara simplesmente chegou em Stanford sem NENHUMA oferta de universidade grande — veio lá de New Hampshire, onde quase ninguém dava bola pra ele. E olha só: fechou a temporada como o 8º maior pontuador de TODA a NCAA. Absurdo.

    O garoto anunciou quinta-feira que vai declarar pro Draft da NBA, e cara, depois do que ele fez não tem como culpar. 23.2 pontos por jogo na primeira temporada universitária. Pra vocês terem uma ideia, entre os calouros só perdeu pra dois caras que já são considerados escolhas garantidas na loteria: AJ Dybantsa (BYU) e Darius Acuff Jr. (Arkansas).

    Do zero ao herói em Stanford

    A história dele é daquelas que a gente ama ver no basquete. Chegou em Stanford praticamente desconhecido e já na estreia meteu 26 pontos contra Portland State. Mas o negócio ficou sério mesmo quando ele destruiu North Carolina com 36 pontos numa vitória que ninguém esperava.

    E o cara não parou por aí não. Fez 40 pontos contra Georgia Tech jogando em casa, e terminou a temporada com OITO jogos de 30+ pontos. Isso quebrou o recorde de calouros da ACC que era do Marvin Bagley III, que jogou em Duke. Olha o nível.

    Números que impressionam

    Os 719 pontos que ele fez ficaram como o terceiro maior total de uma única temporada na história de Stanford. Só perdeu pra Adam Keefe (1991-92) e Chasson Randle (2014-15). E não foi só pontuação não — 3.6 rebotes, 3.6 assistências e 1.6 roubos de bola por jogo.

    Sabem quem foi o último cara a atingir essas médias combinadas? Ja Morant em 2018-19, quando ainda estava em Murray State. Ou seja, o Okorie tá em boa companhia.

    O que mais me impressiona é como ele melhorou o arremesso de três durante a temporada. Nos últimos 12 jogos, acertou 46.9% das tentativas do perímetro. Sinceramente, não esperava essa evolução tão rápida.

    As projeções colocam ele como uma escolha do final da primeira rodada do Draft. Na minha opinião, pode ser uma pechincha pra quem conseguir draftar ele. Um cara que chegou do nada e fez o que fez em Stanford… esse tipo de mentalidade e trabalho duro é exatamente o que os times da NBA procuram.

    E aí, vocês acham que ele consegue se estabelecer na NBA ou deveria ter ficado mais um ano na faculdade?

  • Okorie deixa Stanford: de desconhecido a possível 1ª rodada do Draft

    Okorie deixa Stanford: de desconhecido a possível 1ª rodada do Draft

    Cara, que história é essa do Ebuka Okorie? O moleque simplesmente chegou em Stanford como um completo desconhecido — zero ofertas de universidades grandes — e agora tá se declarando pro Draft da NBA depois de uma temporada freshman absolutamente monstruosa.

    Okorie anunciou ontem nas redes sociais que vai tentar a sorte no Draft, e olha, depois do que ele fez na ACC eu entendo perfeitamente a decisão. O garoto liderou toda a conferência em pontuação como calouro. Isso não é brincadeira não.

    Os números que impressionam

    Vamos aos fatos: 23.2 pontos por jogo. Entre os calouros, só ficou atrás de AJ Dybantsa (BYU) e Darius Acuff Jr. (Arkansas) — que são cotados pra lottery, ou seja, top 14 do Draft. Okorie ainda teve oito jogos com 30 pontos ou mais, quebrando o recorde de freshmen da ACC que pertencia a Marvin Bagley III, do Duke.

    E a estreia? 26 pontos contra Portland State. Depois veio aquele massacre de 36 pontos na vitória sobre North Carolina — que na época tava bem cotada. E o ápice: 40 pontos contra Georgia Tech em casa. Sinceramente, quem esperava isso de um garoto que nem estava no radar das grandes universidades?

    O que chama atenção nos scouts

    O interessante no jogo do Okorie é a evolução que ele teve ao longo da temporada. No começo era mais penetração e falta, coisa que já funcionava bem. Mas nos últimos 12 jogos ele acertou 46.9% das bolas de três. Isso é um salto técnico impressionante para um freshman.

    Os 719 pontos que ele fez em Stanford são o terceiro maior total da história da universidade em uma temporada. Ficou só atrás de Adam Keefe (1991-92) e Chasson Randle (2014-15). Pra um cara que chegou “do nada”, é absolutamente surreal.

    Na minha visão, Okorie representa tudo que é bonito no basquete universitário americano. Um diamante bruto que foi lapidado pelo técnico Kyle Smith e pela estrutura de Stanford. E aí, vocês acham que ele consegue se firmar na NBA? As projeções falam em final de primeira rodada, o que já seria um sucesso considerando de onde ele veio.

  • Ex-draft da NBA que estreou em Baylor vai para o portal de transferências

    Ex-draft da NBA que estreou em Baylor vai para o portal de transferências

    Olha só que situação bizarra: James Nnaji, o pivô nigeriano de 2,13m que fez história ao se tornar o primeiro jogador draftado pela NBA a jogar basquete universitário, já está de saída de Baylor. Cara, nem completou uma temporada inteira e já quer vazar!

    O moleque de 21 anos entrou no portal de transferências depois de uma passagem bem apagada pelos Bears. Foram apenas 18 jogos, média de 1,4 pontos em 8 minutos por partida. Sinceramente? Esperava bem mais de alguém que foi escolhido na posição 31 do Draft de 2023.

    A polêmica que balançou o college

    A chegada do Nnaji em Baylor no meio da temporada foi um dos maiores pepinos que o basquete universitário já viu. O cara tinha passado anos no Barcelona, foi draftado pelos Pistons (mas seus direitos acabaram com os Knicks), jogou Summer League… e de repente apareceu querendo jogar college aos 21 anos?

    A NCAA virou um caos total. John Calipari do Arkansas pediu explicações, Dan Hurley de UConn reclamou da falta de regras claras, e Tom Izzo do Michigan State mandou um “que vergonha, NCAA” que ecoou por todo o país. E olha que eu concordo com eles — como deixa um cara que já foi draftado jogar contra moleques de 18 anos?

    A única coisa que salvou o Nnaji foi nunca ter assinado um contrato na NBA. Tecnicamente, ele ainda era “amador”. Mas convenhamos, é uma linha bem tênue entre profissional e amador quando você joga Summer League há dois anos, né?

    Rendimento decepcionante

    Baylor apostou alto no nigeriano para fortalecer o garrafão, mas a coisa não funcionou. O time terminou com 17 vitórias e 17 derrotas — uma das piores campanhas recentes dos Bears. E o Nnaji? Bom, 69% de aproveitamento nos arremessos não compensa quando você mal toca na bola.

    O mais louco é que ele abriu precedente para outros casos esquisitos. Charles Bediako conseguiu voltar para Alabama depois de DOIS ANOS longe, mas pelo menos o cara teve números decentes: 10 pontos, 4,6 rebotes por jogo.

    E aí, vocês acham que algum time vai apostar no Nnaji na próxima? O cara tem o físico, tem 21 anos, mas essa primeira experiência no college não foi nada animadora. Talvez precise de um programa que dê mais minutos e confiança para mostrar seu real potencial.

    Uma coisa é certa: essa história toda mudou para sempre a relação entre NBA e basquete universitário. A NCAA já está correndo atrás de novas regras para evitar mais situações assim. Mas para o Nnaji, o importante agora é encontrar um lugar onde possa realmente jogar bola.

  • JD Davison vira contrato fixo nos Rockets após MVP da G League

    JD Davison vira contrato fixo nos Rockets após MVP da G League

    Olha só que história massa: o JD Davison acaba de ganhar um contrato padrão com os Houston Rockets depois de uma temporada simplesmente absurda na G League. O cara foi MVP da liga de desenvolvimento, galera!

    Pra quem não lembra, o Davison foi a 53ª escolha do Draft de 2022 pelo Boston Celtics, saindo direto do primeiro ano em Alabama. Passou três temporadas com os Celtics (sendo bem honesto, sem muito destaque) até assinar um contrato two-way com Houston na offseason passada.

    Os números que impressionaram

    Na NBA mesmo, em 27 jogos pelos Rockets, ele tá fazendo 11.3 pontos, 5.2 assistências e 4.5 rebotes por 36 minutos. Números interessantes, mas nada demais ainda.

    Agora, na G League com o Rio Grande Valley… aí a coisa mudou de figura completamente. Olha esses números: 25.3 pontos, 7.9 assistências, 6.1 rebotes, 1.9 roubos de bola e 1.3 tocos por jogo. Em apenas sete partidas! Não é à toa que levou o MVP.

    Aposta no futuro

    Na minha opinião, os Rockets tão fazendo a coisa certa aqui. O time tá em reconstrução, tem espaço no roster, e o Davison mostrou que pode contribuir tanto como armador quanto como pontuador. Aos 22 anos, ainda tem muito tempo pra se desenvolver.

    O que mais me chamou atenção foi a versatilidade dele na G League – quase 8 assistências por jogo mostra visão de quadra, mas os 25 pontos provam que também consegue resolver na mão quando precisa. Essa combinação é valiosa demais.

    Vocês acham que ele consegue se firmar definitivamente na rotação dos Rockets? Porque sinceramente, com esses números na G League, merecia uma chance real mesmo.

  • Bulls: novo GM tem que acreditar no Donovan ou não serve

    Bulls: novo GM tem que acreditar no Donovan ou não serve

    Olha, o Michael Reinsdorf foi bem direto ontem quando falou sobre o que espera do próximo GM dos Bulls. Uma exigência foi cristalina: quem chegar tem que estar vendido no Billy Donovan como técnico. Senão, nem precisa aparecer para a entrevista.

    “Se eu entrevistar alguém e essa pessoa não estiver convencida do Billy, não estiver convencida de um técnico Hall da Fama”, disse Reinsdorf, “então provavelmente não é o candidato certo pra nós.” Cara, foi bem categórico mesmo.

    Donovan no centro das decisões

    E não para por aí. O dono dos Bulls quer que o novo GM não só mantenha o Donovan, mas que o envolva mais nas decisões de elenco. Sinceramente, faz sentido — o cara conhece basquete, ganhou título universitário e levou o Thunder longe nos playoffs. Por que não aproveitar essa experiência?

    Donovan vai se encontrar com a diretoria depois do último jogo da temporada pra discutir o futuro. Reinsdorf disse que não espera que a decisão demore, mas deixou claro que quer o técnico por perto.

    Recomeço total em Chicago

    A demissão do Arturas Karnisovas e do Marc Eversley marcou o fim de seis anos dessa dupla no comando. Os Bulls estão com 29-49 na temporada — um desastre, vamos combinar. Reinsdorf foi honesto: “Como vamos sair dessa bagunça?”

    Mas olha o lado positivo: os Bulls têm muito espaço salarial neste verão e podem pegar uma boa posição no Draft. Ainda tem aquela pick extra que pode vir se o Portland se classificar pros playoffs. É uma oportunidade de ouro pra reconstruir direito.

    “Tentamos o outro caminho. Não funcionou. Falhamos e agora estamos em posição de acertar — página em branco”, falou Reinsdorf. E aí, vocês acham que dessa vez cola?

    O que esperar do novo GM

    Reinsdorf foi específico sobre o perfil que busca: alguém orientado por processos, que “não tenha medo de apertar o gatilho” e que saiba se comunicar melhor — tanto internamente quanto com torcida e imprensa. Reconheceu que comunicação não era o forte do Karnisovas.

    Uma coisa que me chamou atenção: Reinsdorf deixou claro que não quer tanking. “Isso não é quem somos como organização”, disse. É injusto com técnico, jogadores e principalmente com a torcida que paga ingresso pra ver o time competir.

    Olha, eu entendo a posição dele, mas às vezes é complicado equilibrar competitividade com reconstrução. Vai ser interessante ver como o novo GM vai lidar com essa pressão de não tankar mas ainda assim construir um time vencedor.

  • Peterson pode perder o topo do Draft 2026 por lesões misteriosas

    Peterson pode perder o topo do Draft 2026 por lesões misteriosas

    Olha, que situação complicada a do Darryn Peterson. O cara que todo mundo considerava a primeira escolha óbvia do Draft de 2026 agora tá vendo sua posição balançar — e não é por falta de talento, não.

    Peterson jogou apenas 24 partidas nesta temporada por causa de lesões persistentes na perna e problemas de câimbra. E isso tá deixando os executivos da NBA de cabelo em pé. Imagina você ter que escolher entre apostar milhões em um garoto que pode ser um monstro absoluto ou ir com alguém mais “seguro”?

    O talento tá lá, mas e a saúde?

    Quando tá 100%, Peterson é absurdo. Ele literalmente desmontou o AJ Dybantsa (que muitos consideram seu maior rival) no primeiro tempo de um jogo em Kansas, na frente de dezenas de executivos da NBA. Foi uma aula de como dominar uma quadra.

    “Acho que Peterson é o cara mais talentoso”, disse um executivo da Conferência Leste para a ESPN. “Mas a questão das lesões é real. É uma preocupação válida, e foi um ano estranho. Mas ele é um talento gigantesco, e estava em primeiro no começo da temporada por uma razão.”

    E não é papo furado não — Peterson realmente mostrou por que era considerado o número 1. O problema é que agora os times vão ter que investigar a fundo o que diabos tá acontecendo com suas pernas.

    Dybantsa assume a liderança

    Enquanto Peterson lida com essas questões médicas, AJ Dybantsa tá consolidando sua posição como favorito entre os scouts. E faz sentido, cara. O moleque tem 2,06m e pode chegar aos 2,08m, 104kg quando completar 25 anos. É o tipo de físico que você não encontra em qualquer esquina.

    “Prefiro fracassar apostando no AJ e no potencial dele do que não tentar”, disse um GM da Conferência Oeste. “Acho que ele pode virar um monstro absoluto. Se você vai errar, que seja apostando alto.”

    Sinceramente? Entendo os dois lados. Peterson tem o talento mais puro, mas lesões recorrentes em um jogador tão jovem são um sinal vermelho gigante. Já Dybantsa tem o físico que todo time sonha, mesmo que ainda esteja desenvolvendo outras habilidades.

    A loteria do Draft mês que vem vai ser crucial. Dependendo de qual time pegar a primeira escolha, a decisão pode ir para qualquer lado. Vocês acham que vale o risco apostar no Peterson, ou é melhor ir no mais “seguro” com Dybantsa?

  • Cameron Boozer é monstro! Duke tem segundo calouro seguido como melhor

    Cameron Boozer é monstro! Duke tem segundo calouro seguido como melhor

    Gente, vocês conseguem acreditar nisso? Cameron Boozer acabou de ser eleito o Jogador do Ano da Associated Press — e ele é apenas um CALOURO. O cara tem 18 anos e já tá dominando o basquete universitário americano como se fosse veterano de 10 temporadas.

    E o mais absurdo? Ele é o segundo jogador de Duke consecutivo a ganhar esse prêmio. Ano passado foi Cooper Flagg, agora é o Boozer. Mano, que fábrica de talentos é essa em Durham?

    Na companhia dos gigantes

    Cameron agora faz parte de um grupo bem seleto — apenas cinco calouros conseguiram esse feito na história. Os outros quatro? Todos viraram superestrelas da NBA: Cooper Flagg (2024), Zion Williamson (2019), Anthony Davis (2012) e Kevin Durant (2007). Detalhe: todos eles foram escolhidos entre as duas primeiras posições do Draft da NBA.

    Sinceramente, quando você vê esses números do Boozer, fica fácil entender o porquê do prêmio. O garoto teve médias de 22.5 pontos e 10.2 rebotes por jogo, com aproveitamento de 55.6% nos arremessos de quadra e 39.1% das bolas de três. Vinte e dois double-doubles na temporada — empatado na liderança nacional!

    “Isso mostra mais sobre o que nosso time fez, porque o sucesso coletivo realmente ajuda em prêmios como este”, disse Boozer à AP. Humilde o moleque, né? Mas a real é que ele carregou Duke nas costas em várias partidas.

    Duke virando máquina de produzir talentos

    Com 2,06m e 113kg, Boozer tem físico de ala-pivô da NBA mas joga como se fosse um armador às vezes — 4.1 assistências por jogo pra um cara do garrafão é coisa de outro mundo. E vocês viram como ele ajudou Duke a chegar ao #1 do ranking e garantir a primeira cabeça de chave geral do March Madness?

    O técnico assistente Chris Carrawell não segurou a emoção: “Tivemos a sorte de ter dois dos melhores calouros que já jogaram basquete universitário em anos consecutivos. E o Cam está lá em cima junto com eles.”

    A votação nem foi apertada — 59 dos 61 votos foram pro Boozer. Os outros dois foram pro AJ Dybantsa, de BYU, que também é um monstro mas não chegou perto do impacto do garoto de Duke.

    Duke agora tem NOVE jogadores diferentes que ganharam esse prêmio da AP — mais que qualquer outro programa do país. UCLA vem em segundo com cinco. É muita tradição, pessoal.

    E aí, vocês acham que o Boozer vai seguir o caminho dos outros quatro e virar primeira ou segunda escolha do Draft? Pelo jeito que o garoto joga, eu não duvido nada que ele declare pra NBA depois dessa temporada histórica.

  • Cameron Boozer divide scouts: piso alto, mas teto é discussão

    Cameron Boozer divide scouts: piso alto, mas teto é discussão

    Olha, eu sempre fico curioso quando um prospecto causa tanto debate assim. Cameron Boozer é exatamente isso: um cara que todo mundo concorda que vai ser útil na NBA, mas quando a conversa vira pro teto dele… aí a coisa complica.

    O filho do Carlos Boozer (lembram dele no Jazz e Bulls?) liderar todos os prospectos do Draft em player efficiency rating não é brincadeira. O moleque simplesmente mandou ver em Duke e levou o time até as Elite Eight. Mas aí que mora o problema — ou a oportunidade, dependendo de como você vê.

    O que todo mundo concorda

    “Acho que as pessoas ficaram meio cegas pra produção dele e o arquétipo”, disse um executivo da Conferência Leste. Cara, isso me lembrou muito das discussões sobre Luka Doncic antes dele chegar na NBA. Todo mundo falava que ele era “devagar” demais.

    A versatilidade ofensiva do Boozer é única nessa classe do Draft. O executivo comparou ele com Sabonis e Sengun — dois caras que também ouviram muito sobre atletismo, mas que compensaram tudo com QI de jogo absurdo. E convenhamos, os dois tão indo muito bem na liga, né?

    Mas tem as dúvidas…

    “Não sou muito fã de um cara que só joga numa posição”, falou um scout. E olha, entendo a preocupação. Se você tem que construir todo um sistema em volta de um jogador, ele precisa valer MUITO a pena.

    O negócio é que Boozer não tem aquela explosão atlética que a gente tá acostumado a ver nos primeiros picks. As “pernas pesadas” que mencionaram podem ser um problema real pra finalizar na área e proteger o aro. Sinceramente? Acho que essa vai ser a grande questão: ele consegue compensar essas limitações físicas só com inteligência?

    Um executivo fez uma comparação interessante: “Ele não tem a aparência atlética, então as pessoas colocam limites nele. Não sei por que continuam botando teto num moleque de 19 anos. Tem várias formas de falar sobre atletismo, não só o quanto você consegue pular”.

    E aí, vocês acham que QI de jogo e versatilidade ofensiva compensam as limitações físicas? Porque uma coisa é certa: Cameron Boozer sabe jogar basquete. A questão é se isso vai ser suficiente no nível que importa.

  • Draft 2026 da NBA tá deixando os GMs de cabelo em pé

    Draft 2026 da NBA tá deixando os GMs de cabelo em pé

    Olha, eu vou falar uma coisa: nunca vi os executivos da NBA tão perdidos quanto estão com o Draft de 2026. E olha que é um draft PROFUNDO de talentos, viu? Mas ninguém — e quando eu digo ninguém, é NINGUÉM mesmo — consegue cravar quem vai ser realmente bom.

    A situação é tão maluca que você tem AJ Dybantsa, Darryn Peterson e Cameron Boozer todos terminando suas temporadas de calouro, e mesmo assim a briga pelo primeiro pick continua completamente em aberto. Isso sem contar caras como Caleb Wilson, Kingston Flemings, Keaton Wagler, Darius Acuff Jr. e Mikel Brown Jr. que também têm potencial absurdo.

    Muito diferente dos drafts “óbvios”

    Cara, isso é o oposto total do que a gente viu recentemente. Lembra do Wembanyama em 2023? Todo mundo sabia que ele seria o número 1 desde que ele tinha tipo 16 anos. Mesma coisa com Cooper Flagg agora em 2025. Mas 2026? É uma loteria mesmo.

    Um executivo da Conferência Oeste desabafou pra ESPN de um jeito que me fez rir: “Você tem certeza que pelo menos alguns deles vão ser MUITO bons. Só não sabe quais. E você não quer pegar o primeiro pick e acabar com o quinto melhor jogador.”

    Mano, imagina a pressão? Você sendo GM, sua carreira na linha, e tendo que apostar no escuro.

    Dybantsa lidera por pouco

    Nas pesquisas que rolaram com scouts e executivos, o AJ Dybantsa aparece como favorito bem leve para ser o primeiro pick. E faz sentido — o cara tem 2,06m e pode chegar nos 2,08m com 105kg quando completar 25 anos. Como disse um GM do Oeste: “Prefiro falhar apostando nele e no potencial dele do que não tentar.”

    Sinceramente? Eu entendo a lógica. Em uma draft incerta assim, você vai no físico e no upside mesmo.

    Já o Peterson continua com apoio firme da galera, mesmo depois de uma temporada meio estranha em Kansas. Lesões, pouco tempo de quadra às vezes, mas quando jogava mostrava por que era considerado o número 1 no começo da temporada. “Acho que Peterson é o cara mais talentoso”, disse um executivo do Leste, “mas as lesões são uma preocupação real.”

    E o Cameron Boozer que números absurdos

    O Boozer completou o trio de elite depois de uma das temporadas de calouro mais impressionantes que eu já vi. O cara foi o ÚNICO jogador do país a ficar no top 12 tanto em pontos (22.5 por jogo) quanto em rebotes (10.2). Levou Duke a meio segundo de chegar na Final Four — se não fosse aquele arremesso impossível do NC State…

    Um executivo comparou essa incerteza toda com o draft de 2024, quando o Zaccharie Risacher foi primeiro pick meio do nada. Só que agora o potencial geral da classe é muito maior.

    E vocês, acham que essa incerteza toda é boa ou ruim para a liga? Eu, particularmente, acho que deixa tudo mais emocionante. Nada como um draft imprevísível para mexer com todo mundo!

  • Bidunga vai pro Draft mas pode voltar: o monstro do Kansas no portal

    Bidunga vai pro Draft mas pode voltar: o monstro do Kansas no portal

    Olha só que movimentação louca no basquete universitário americano: Flory Bidunga, o pivô de 2,08m do Kansas, declarou pro Draft da NBA mas também entrou no portal de transferências. Ou seja, o cara tá testando as águas profissionais mas deixou a porta aberta pra continuar na faculdade.

    E que pivô, gente. Sinceramente, eu já sabia que esse cara era especial desde que começou a jogar pelos Jayhawks, mas os números desta temporada foram simplesmente absurdos: 13.3 pontos e 9.0 rebotes por jogo. Ah, e ainda por cima liderou toda a Big 12 em tocos (2.6 por partida) e aproveitamento de arremessos — 64% de acerto. Sessenta e quatro por cento!

    O mais cobiçado do portal

    Segundo a ESPN, se o Bidunga decidir ficar na faculdade, ele seria imediatamente o jogador mais desejado entre os mais de 800 atletas que já declararam pro portal até agora. E olha que o portal nem abriu oficialmente ainda — isso só acontece na terça que vem, depois do March Madness.

    Cara, imagina a loucura que vai ser. Todo técnico de programa top nos EUA deve tá babando pra ter um pivô desse calibre. Tamanho, proteção de aro, finalizações… o cara tem tudo que você quer num homem do garrafão moderno.

    Draft ou faculdade? A decisão

    Do lado profissional, as projeções colocam o Bidunga como uma escolha de segunda rodada, provavelmente na 44ª posição. Não é ruim, mas também não é aquele dinheiro garantido que você pega na primeira rodada.

    Na minha visão, ele deveria ficar mais um ano na faculdade. O cara ainda é sophomore (segundo ano), tem apenas 19 anos. Um ano a mais de desenvolvimento, talvez num programa que use ele melhor ofensivamente, e ele pode virar uma pick de primeira rodada fácil.

    E aí, pessoal, vocês acham que ele fica ou vai? Eu torço pra que ele fique e a gente veja mais um ano desse monstro dominando o basquete universitário. O cara foi candidato a melhor defensor do país — imagina o que ele pode fazer com mais experiência!

    Uma coisa é certa: seja qual for a decisão, alguém vai ganhar muito com isso. Se for pra NBA, algum time vai pescar um baita pivô na segunda rodada. Se ficar na faculdade, que sorte vai ter o programa que conseguir ele no portal.