Tag: NBA Draft

  • 76ers procura novo GM e quer ‘harmonia’ (será que vai dar certo?)

    76ers procura novo GM e quer ‘harmonia’ (será que vai dar certo?)

    Olha, os 76ers mandaram o Daryl Morey embora e agora tão procurando um novo gerente geral. E adivinha quem tá comandando essa busca? Bob Myers, o cara que construiu aquela dinastia dos Warriors. Interessante, né?

    Na entrevista coletiva de quinta-feira, Myers deixou bem claro o que ele tá procurando: “Você precisa de pessoas boas que estejam em harmonia”. Traduzindo: chega de ego inflado, queremos alguém que trabalhe em equipe.

    O fracasso de Morey ainda dói

    Vamos ser sinceros — seis temporadas, 270 vitórias contra 212 derrotas, cinco playoffs… mas nunca passou da segunda rodada. Nunca! E esse ano foi humilhante: tomaram uma varrida dos Knicks. Simplesmente não dá pra aceitar isso com o talento que o time tinha no papel.

    Myers quer fechar a contratação antes do Draft (que começa dia 23 de junho), mas prometeu não ter pressa. “Eu acredito muito em caráter e liderança”, disse ele. Tradução: nada de personalidades difíceis dessa vez.

    A nova realidade do elenco

    Aqui que fica interessante, galera. O novo GM vai herdar um time que agora gira em torno do Tyrese Maxey e VJ Edgecombe no garrafão — dois jovens talentos em vez de apostar tudo em veteranos caros como Embiid e Paul George.

    E convenhamos, faz sentido. Embiid vive no departamento médico (coitado, mas é a realidade), e Paul George levou 25 jogos de suspensão por violar a política antidrogas da liga. Que situação, hein?

    Myers fez a pergunta que não quer calar: “Esse modelo pode funcionar?” Sinceramente, eu acho que apostar na juventude pode ser o caminho. Maxey já mostrou que tem potencial pra ser um astro, e construir ao redor dele pode ser mais inteligente que tentar consertar veteranos problemáticos.

    A realidade de construir um campeão

    O Harris (dono do time) confirmou que vão continuar gastando além do luxury tax e que o técnico Nick Nurse fica. “Ele mereceu estar aqui”, disse Harris. Pelo menos uma boa notícia no meio dessa bagunça.

    Mas Myers, que conhece o que é ganhar título (quatro anéis com os Warriors), não pintou um cenário cor-de-rosa: “É preciso um grande nível de desconforto para ganhar um campeonato. Não existe varinha mágica. Isso exige muito trabalho.”

    E aí, vocês acham que os 76ers conseguem encontrar esse GM perfeito que vai trazer “harmonia” pro time? Porque sinceramente, depois de tantos anos de frustração, a torcida da Filadélfia merece algo melhor que segundas rodadas de playoff.

  • Allen Graves entre Duke e LSU se não for primeira rodada do Draft

    Allen Graves entre Duke e LSU se não for primeira rodada do Draft

    Olha, o Draft da NBA está esquentando e tem um cara que tá chamando atenção: Allen Graves, ex-Santa Clara. O moleque de 6’9″ (2,06m) tá numa situação interessante — pode virar primeira escolha do Draft ou transferir para Duke ou LSU. Imagina só essa decisão!

    Graves acabou de jogar sua temporada de calouro em 2024-25 (sim, ele é novinho mesmo) e praticamente explodiu no final da temporada. Ajudou os Broncos a conseguirem uma vaga at-large no March Madness, e seu valor de Draft disparou. Sinceramente? Não esperava que um cara de Santa Clara fosse fazer tanto barulho assim.

    A encruzilhada: NBA ou college

    No NBA Combine dessa semana, Graves revelou que só duas universidades entraram em contato com ele: LSU e Duke. Cara, Duke! Imagina sair de Santa Clara direto pra Duke? É tipo sair do interior e ir direto pro Real Madrid.

    “As únicas duas escolas com as quais tive conversas foram LSU e Duke”, disse Graves. Ele mencionou que Kentucky também entrou em contato com seus agentes, mas Duke e LSU são as prioridades. E a cereja do bolo? “Prefiro ficar no Draft da NBA se for primeira rodada.”

    Olha, estratégia inteligente. Se for garantido na primeira rodada, fica no Draft. Se não, vai pra Duke ou LSU e volta ano que vem mais forte. Na minha visão, com esses números que ele fez, primeira rodada é bem possível.

    Os números que impressionam

    E por que todo mundo tá de olho nele? Simples: 11.8 pontos e 6.5 rebotes por jogo, mas o mais absurdo foi o aproveitamento de três: 41.3%! Um cara de 2,06m metendo bomba de três com mais de 40% de aproveitamento? Isso é ouro puro na NBA atual.

    Esse tipo de jogador — ala versatil que espalha a quadra — tá em alta demais. Lembra do que aconteceu com caras como Paolo Banchero e Franz Wagner? Alas grandes que sabem jogar, arremessar de longe e criar jogadas. Graves tem exatamente esse perfil.

    Com o Combine rolando e o Draft chegando em junho, apostaria que alguém vai apostar nele na primeira rodada. E vocês, acham que ele deve arriscar ou ir pra Duke garantir mais um ano de desenvolvimento? Eu acho que se tem vaga garantida na primeira rodada, vai fundo!

  • Allen Graves pode ir pro Draft mas LSU e Duke tão na cola

    Allen Graves pode ir pro Draft mas LSU e Duke tão na cola

    Olha só que situação interessante: Allen Graves, o calouro sensação do Santa Clara, tá literalmente dividido entre três mundos diferentes. O cara pode ir pro Draft da NBA, pode transferir pra LSU ou Duke, ou… bem, ainda não sabemos o que vai rolar.

    Segundo o Jeff Borzello da ESPN, Graves teve conversas com LSU e Duke sobre uma possível transferência. Kentucky também deu uma sondada através dos agentes dele, mas aparentemente LSU e Duke estão na frente da corrida. Cara, imagina só — você sai de Santa Clara e de repente tem Duke te ligando. Deve ser surreal.

    O dilema do garoto prodígio

    A questão é que Graves ainda tá no processo do Draft da NBA. E aqui que fica interessante: o moleque só vai considerar ficar no basquete universitário se não pintar uma seleção na primeira rodada. Traduzindo: se ele for cotado pra segunda rodada, ele volta pra faculdade. Esperto, né?

    E cara, tem que entender o hype em volta dele. Na temporada passada, como calouro, o garoto meteu 11.8 pontos, 6.5 rebotes e 1.8 assistências por jogo. Levou o prêmio de Calouro do Ano da WCC E de Sexto Homem do Ano. Isso é coisa de monstro mesmo.

    Draft ou faculdade? O mock draft já tem resposta

    O mock draft mais recente da CBS Sports coloca Graves como 21ª escolha geral pro Detroit Pistons. Se isso se confirmar, tchau faculdade, oi NBA. Mas vocês sabem como é mock draft — às vezes acerta, às vezes…

    Na minha opinião, se eu fosse ele, testaria mesmo as águas da NBA. Cara jovem, físico bom, números sólidos na WCC. Claro que Duke e LSU são tentadores — principalmente Duke, que é praticamente uma fábrica de estrelas da NBA. Mas será que vale a pena esperar mais um ano?

    A declaração dele pro Draft foi bem emotiva, falando sobre bênçãos e agradecendo a Deus e a família. Dá pra ver que o garoto tem a cabeça no lugar, o que é fundamental nesse momento de decisão.

    E aí, o que vocês acham? Graves deveria apostar na NBA agora ou fazer mais uma temporada universitária pra subir no Draft? Eu fico curioso pra ver o que ele vai escolher — especialmente se pintarem mais conversas com outros programas tops.

  • Draft Combine: os quatro caras que o Nets pode pegar na 6ª escolha

    Draft Combine: os quatro caras que o Nets pode pegar na 6ª escolha

    Cara, vou ser sincero: é difícil escrever sobre Draft quando o Nets acabou de tomar uma surra histórica no último jogo. Mas a vida segue, e o time tem a 6ª escolha geral no draft — depois de cair três posições na loteria. Não é o ideal, mas pelo menos é pick de loteria.

    O pior? Com os Rockets tendo direito de troca na primeira escolha do ano que vem, provavelmente só vamos ver outro pick top 3 daqui a dois anos. Mas enfim, vamos focar no que temos.

    Os quatro nomes na mira

    O NBA Draft Combine tá rolando, e quatro caras aparecem consistentemente nos mocks para a faixa do Nets: Darius Acuff Jr., Kingston Flemings, Keaton Wagler e Mikel Brown Jr. Cada um com seu perfil, mas todos interessantes.

    Nas medições antropométricas, Wagler lidera em altura (1,96m com tênis), enquanto Brown Jr. se destaca no alcance em pé (2,54m). O que me chamou atenção foi o wingspan do Acuff Jr. — mesmo sendo o mais baixo (1,88m), tem uma envergadura de 2,01m que compensa bem.

    Lembram que o Nets priorizou tamanho posicional nas escolhas do ano passado? Então, Brown Jr. e Wagler fazem mais sentido nessa filosofia. Mas athleticism também conta, né?

    Quem se destacou nos testes físicos

    Olha, o Flemings foi o grande destaque nos testes de agilidade e salto. O moleque tem um salto vertical máximo de 1,03m — isso é absurdo! Nos testes de velocidade também se saiu bem, junto com o Acuff Jr.

    É interessante ver como cada um se posiciona. O Acuff Jr., por exemplo, não tem papas na língua: se vê como “definitivamente um armador superstar”. Gosto da confiança, mas NBA é outro nível, né?

    Já o Brown Jr. disse que jogar pelo Nets seria “uma grande oportunidade”. Diplomático, mas demonstra interesse genuíno. O Wagler vai se reunir com a organização na quinta-feira — sempre um bom sinal quando o time quer ver o cara de perto.

    E agora, qual faz mais sentido?

    Na minha visão, cada um traz algo diferente. O Flemings tem essa explosão atlética que pode compensar a altura menor. O Wagler e Brown Jr. têm o tamanho que a franquia valoriza. E o Acuff Jr.? Tem a mentalidade e o wingspan interessante.

    Sinceramente, acho que o Nets vai pelo tamanho. Depois da temporada que tivemos, precisamos de fundamentos sólidos antes de apostar em potencial puro. Mas quem vocês acham que faria mais sentido na 6ª posição?

    Uma coisa é certa: com Aday Mara (pivô espanhol de 2,13m) e Zuby Ejifor também na lista de encontros, a diretoria tá fazendo o dever de casa. Vamos ver se conseguem acertar dessa vez.

  • Dybantsa no Draft não é certeza absoluta — tem coisa rolando

    Dybantsa no Draft não é certeza absoluta — tem coisa rolando

    Galera, eu tô aqui acompanhando o Combine da NBA em Chicago e vocês não vão acreditar no que tô ouvindo pelos corredores. Sabe aquela história de que o AJ Dybantsa seria primeira escolha absoluta do Washington? Pois é, não é bem assim.

    Quando saiu o resultado da loteria no domingo, todo mundo — e eu digo TODO MUNDO — botou o Dybantsa direto pro Wizards na posição #1. Parecia mais garantido que morte e imposto. Mas conversando aqui com scouts, a coisa não tá tão amarrada quanto parecia.

    A bomba que ninguém esperava

    Um scout de outro time da loteria foi direto ao ponto quando perguntei se considerava a escolha do Dybantsa pelo Washington uma certeza: “Absolutamente não. Ficamos surpresos que a transmissão fizesse parecer algo tão óbvio”.

    Cara, isso me pegou de jeito. E olha que não é qualquer pessoa falando — é gente que tá lá dentro, que sabe das coisas.

    O próprio Dybantsa deu uma cutucada na noite da loteria, falando que tava aberto pra fazer workout com mais times (dois, pra ser exato). E aqui que a coisa fica interessante…

    Utah no coração

    O papo que mais rola aqui em Chicago é que o Dybantsa quer mesmo é ficar em Utah. Faz sentido, né? O cara já tá lá há dois anos — um no Utah Prep, outro em Provo na BYU. A família dele se mudou pra lá e gostaram do lugar.

    Agora me diz: será que a gente vai ver aquelas “pegadinhas” de workout onde o jogador simplesmente se recusa a treinar pro time que tem a primeira escolha? O próprio Wizards já fez isso recentemente com Alex Sarr e — pasmem — com Ace Bailey, que ironicamente tá justamente em Utah agora.

    Sinceramente, eu acho que se rolar alguma troca entre as posições 1 e 2, vai ter que partir do pessoal do Dybantsa. Utah provavelmente não vai ser o primeiro a ligar pro Washington oferecendo troca.

    Mas ó, até o final de terça-feira os boatos meio que esfriaram. O pessoal do Dybantsa indicou que não tão interessados nessa jogada política toda, mesmo preferindo Utah.

    E o que rola na segunda posição?

    Se o Dybantsa realmente for pro Washington, o Jazz pega quem na segunda? A maioria aqui fala do Darryn Peterson, armador do Kansas. E olha, tem uma coincidência interessante: Carlos Boozer (pai do Cameron Boozer que pode ser a terceira escolha) trabalha como scout pro Utah.

    Peterson faz todo sentido pro elenco atual do Jazz. E tem gente aqui sussurrando que alguns dentro da organização podem até considerar ele melhor jogador que o Dybantsa. Os Ainge (Danny e Austin) sempre acompanharam os principais prospects desde o colegial, então conhecem bem o jogo do Peterson antes dos problemas de disponibilidade dessa temporada.

    E aí, vocês acham que o Dybantsa vai mesmo tentar forçar uma troca pra Utah ou vai acabar no Wizards mesmo? Eu tô curioso pra ver como essa novela vai acabar.

  • Jazz pode trocar tudo pelo pick #1 e pegar AJ Dybantsa no Draft

    Jazz pode trocar tudo pelo pick #1 e pegar AJ Dybantsa no Draft

    Olha, se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando NBA é que temporada de Draft é igual novela — nunca falta drama. E o maior boato rolando por aí agora? O Utah Jazz pode estar disposto a dar qualquer coisa pro Washington Wizards pra trocar de posição no Draft 2026 e pegar AJ Dybantsa com a primeira escolha.

    Ryan Smith, dono do Jazz, não tá brincando em serviço quando o assunto é Dybantsa. Em entrevista pro Deseret News, o cara foi direto: “tudo deve estar na mesa” quando perguntaram se ele toparia negociar pra subir da segunda pra primeira posição. Monstro.

    A conexão Utah faz todo sentido

    E convenhamos, faz total sentido essa obsessão do Jazz pelo garoto. Dybantsa não é qualquer um — o cara jogou o último ano do ensino médio no Utah Prep e depois brilhou na BYU. É praticamente um filho adotivo do estado. Imagina a pressão (boa) que seria ter esse moleque jogando profissionalmente onde tudo começou?

    “A gente não controla isso”, disse Smith. “Estamos tentando ganhar um campeonato. Então tudo deveria estar na mesa. Austin e Danny (Ainge) também são conhecidos por fazer umas loucuras na noite do Draft.”

    E quando ele fala de “loucuras”, não tá exagerando. Lembram de 2017? Danny Ainge, que hoje tá no Jazz como executivo, estava no Celtics e fez aquela troca histórica — desceu da primeira pra terceira posição, trocou com o Sixers, e no final das contas pegou Jayson Tatum enquanto Philly ficou com Markelle Fultz. Genial.

    Mas calma, não tá garantido nada

    Agora, antes de todo mundo do Jazz começar a sonhar acordado, tem um detalhe importante: Dybantsa no Wizards não é certeza. Diferente do ano passado, quando Cooper Flagg era consenso absoluto pra primeira escolha, esse Draft tá bem mais aberto.

    Um olheiro falou pro Adam Finkelstein da CBS Sports que a ida do Dybantsa pra Washington “absolutamente não” é garantida. “Ficamos surpresos com a transmissão fazer parecer que era algo certo”, disse o cara.

    Sinceramente? Acho que isso deixa tudo ainda mais interessante. Além do Dybantsa, tem nomes como Peterson e Cameron Boozer (sim, filho do Carlos Boozer) na conversa pro pick número um.

    E aí, vocês acham que o Jazz consegue fazer essa troca acontecer? Porque se rolar, vai ser um dos movimentos mais ousados que a gente já viu em Draft da NBA. O Ryan Smith parece disposto a apostar todas as fichas — e olha que ele não é de brincadeira quando quer alguma coisa.

  • Presti usa ‘method acting’ para montar elenco do Thunder

    Presti usa ‘method acting’ para montar elenco do Thunder

    Cara, vocês já pararam pra pensar como o Sam Presti montou esse monstro chamado Oklahoma City Thunder? O cara literalmente desmontou um time que tinha Russell Westbrook e Paul George e criou uma máquina perfeita do zero. E olha só que loucura: ele usa uma técnica que parece coisa de cinema pra avaliar jogadores.

    O processo ‘Miyagi’ de avaliação

    A história mais absurda é do Chet Holmgren. Quando o grandalhão estava terminando a temporada em Gonzaga, Presti foi até Spokane — mas não pra ver ele jogando basquete. Foi só pra observar como ele se comportava com os companheiros e técnicos. O Holmgren nem desconfiava!

    “Descobri depois que ele não estava prestando atenção em nada relacionado ao basquete”, contou Holmgren. “Não sabia que tinha esse nível de impacto. Agora sei que ele estava fazendo aquela rotina de leitura mental do Sr. Miyagi em mim.”

    Mark Daigneault, técnico do Thunder, descreve o processo do Presti como “method acting” — aquela técnica de atuação onde o ator vive o personagem 24 horas.

    “Enquanto avalia o jogador, Sam realmente imagina ele no nosso time”, explica Daigneault. “É como method acting mesmo. Ele vai fundo. Está tentando avaliar como seria ter o cara andando pelo nosso prédio.”

    A obsessão pelos detalhes

    E quando você entra no centro de treinamento do Thunder, entende tudo. As bolas estão perfeitamente alinhadas nos suportes, as garrafinhas d’água ficam com o rótulo voltado pra frente na geladeira, e as toalhas são dobradas com as listras na mesma formação. Não é frescura — é filosofia.

    “Tem limitações em tudo: minutos, vagas no elenco, salary cap”, diz Daigneault. “Mas não tem limitação no investimento que você pode fazer quando eles chegam aqui todo dia.”

    Na minha opinião, isso explica muito sobre como o Thunder conseguiu essa química absurda. Não é só talento — é cultura mesmo.

    O resultado na quadra

    E os resultados? O Thunder varreu os Suns e Lakers nos playoffs e chega às finais da Conferência Oeste como favorito ao título. A troca que mandou Paul George pro Clippers em 2019 rendeu Shai Gilgeous-Alexander e cinco picks de primeira rodada. Simplesmente genial.

    Como o próprio Shai resumiu sobre o histórico do Presti: “Ele não erra muitas vezes.”

    Vocês acham que esse nível de obsessão pelos detalhes realmente faz diferença no basquete? Eu tô começando a acreditar que sim, viu. O Thunder virou referência pra franquias do mundo todo justamente por essa abordagem.

  • GM dos Wizards já conhece Dybantsa há anos — será coincidência?

    GM dos Wizards já conhece Dybantsa há anos — será coincidência?

    Olha, quando você tem a primeira escolha do Draft depois de anos horríveis, cada detalhe importa. E os Wizards podem ter uma vantagem secreta que ninguém estava esperando.

    Will Dawkins, o GM de Washington, conhece AJ Dybantsa desde que o garoto tinha 14 anos. Isso mesmo — cinco anos de relacionamento com a família do cara que pode ser a primeira escolha geral. Ambos são de Massachusetts, e essa conexão pode fazer toda a diferença na decisão mais importante da franquia em anos.

    A conexão que pode mudar tudo

    “Esse cara tem um carisma único”, falou Dawkins no Combine da NBA. “Ele tem uma confiança especial. Conseguiu elevar seu jogo em cada nível que chegou.” E cara, quando você vê as estatísticas do moleque, entende o porquê dessa empolgação.

    Dybantsa liderou o país em pontuação como calouro — 25,5 pontos por jogo com 51% de aproveitamento. Um cara de 2,03m que sabe pontuar, defender e ainda arma jogadas para os companheiros. É praticamente um unicórnio no basquete moderno.

    Wizards precisam acertar dessa vez

    Vamos ser honestos: Washington venceu apenas 50 jogos nas últimas três temporadas. Cinquenta! O Thunder, atual campeão, ganhou mais que isso só na última temporada. A situação é desesperadora, mas com Anthony Davis e Trae Young agora no elenco (se conseguirem ficar saudáveis), existe uma luz no fim do túnel.

    Sinceramente acho que essa conexão pessoal entre Dawkins e Dybantsa não é coincidência. No basquete, relacionamentos importam tanto quanto talento. Quando você conhece a família de um jogador há anos, você entende muito mais do que números podem mostrar.

    O GM vai ter cinco semanas para pesquisar a fundo todos os candidatos, mas convenhamos — ele já tem uma vantagem considerável com Dybantsa. E vocês, acham que essa história pessoal vai pesar na decisão final? Porque eu tenho a impressão de que os Wizards já sabem exatamente o que querem fazer com essa escolha.

  • Acuff Jr. impressiona no Combine, mas Peat decepciona nos arremessos

    Acuff Jr. impressiona no Combine, mas Peat decepciona nos arremessos

    O Draft Combine da NBA tá rolando em Chicago e já tem gente subindo e descendo no radar dos olheiros. E cara, que diferença alguns centímetros fazem na vida de um jogador, né?

    O grande vencedor dos primeiros dias foi Darius Acuff Jr., do Arkansas. O cara tinha uma interrogação gigante sobre a altura dele, e olha só — mediu 1,88m descalço com envergadura de 2,01m. Pode não parecer muito, mas pra um armador isso é ouro puro. Na minha opinião, ele acabou de garantir que vai ser o primeiro armador “de verdade” a sair no draft.

    A decepção de Koa Peat

    Agora, quem não teve um dia dos melhores foi Koa Peat, do Arizona. O garoto acertou apenas 6 de 25 tentativas na prova de três pontos. Seis de vinte e cinco! Isso é 24% de aproveitamento, gente. Pra um cara que quer jogar na NBA moderna, onde todo mundo tem que saber atirar de longe, isso aí é preocupante.

    Enquanto isso, Alex Karaban do UConn foi um dos destaques positivos nos testes de arremesso. O timing é tudo na vida, né? Alguns caras conseguem mostrar o melhor nos momentos que mais importam.

    Michigan pode ter três na primeira rodada

    E os campeões do March Madness? O Michigan pode ter três jogadores na primeira rodada do draft. Aday Mara, Yaxel Lendeborg e Morez Johnson Jr. estão todos cotados. Johnson é quem mais me impressiona — tem o tamanho perfeito pra jogar qualquer posição de ala na NBA. O cara consegue abusar de defesas menores no ataque e ainda tem mobilidade pra marcar na linha dos três pontos.

    Sinceramente? Acho que ganhar o título universitário deu uma moral absurda pra esses garotos do Michigan. Mara especialmente vem numa crescente desde o torneio.

    Uma coisa que me chamou atenção foi o caso de Kingston Flemings, do Houston. O menino tem apenas 1,93m de envergadura sendo que mede 1,89m de altura. Isso é bem limitado pra NBA, mas o cara conseguiu roubar 1,5 bolas por jogo na temporada. Como ele fazia isso com braços tão curtos? Deve ser pura inteligência de jogo.

    E aí, pessoal — vocês acham que essas medições realmente importam tanto assim ou é mais hype? Eu sempre fico dividido entre os números físicos e o que o jogador realmente produz em quadra. O que vocês pensam?

  • Filho de Peja está voando no Draft Combine – Illinois pode perder joia

    Filho de Peja está voando no Draft Combine – Illinois pode perder joia

    Gente, o Andrej Stojakovic simplesmente decidiu que ia voar na NBA Draft Combine. E quando eu digo voar, é literal mesmo — o garoto saltou 41.5 polegadas no teste de salto vertical e liderou TODA a combine. Absurdo.

    Para quem não sabe (ou esqueceu), Andrej é filho do lendário Peja Stojakovic, aquele atirador sérvio que foi monstro nos Kings. E pelo jeito, o DNA da família não veio só para o arremesso — veio para o atletismo também.

    O salto que pode mudar tudo

    41.5 polegadas, pessoal. Isso é mais de um metro de salto vertical. Para vocês terem noção, o Michael Jordan saltava por volta de 46 polegadas no auge da carreira. Claro, MJ é MJ, mas estar nessa faixa já mostra o nível do garoto.

    O mais interessante é que Andrej estava meio que “escondido” no banco do Illinois na temporada passada. O time chegou no Final Four (que campanha, né?), mas ele não era uma das estrelas principais. Agora, de repente, todo mundo tá vendo que o moleque tem muito mais potencial do que imaginavam.

    Illinois vai perder a joia?

    Sinceramente, se eu fosse o Andrej, estaria pensando seriamente em ficar no draft. O cara é projetado como uma possível escolha no final da segunda rodada, e olha… às vezes é melhor garantir o sonho NBA do que arriscar voltar para a faculdade e talvez se machucar ou ter uma temporada ruim.

    É meio triste para o Illinois, que provavelmente contava com ele para a próxima temporada. Mas também, que orgulho deve ser para o programa ver um dos seus caras brilhando assim no maior palco pré-draft do país.

    E vocês, acham que ele deve ficar no draft ou voltar para mais um ano de college? Eu tô curioso para ver se ele vai participar dos jogos 5×5 da combine ou se vai só nos testes físicos mesmo.

    Uma coisa é certa: com esse atletismo todo e o sobrenome que carrega, o Andrej Stojakovic vai dar muito o que falar nos próximos anos. Seja em Illinois ou direto na NBA.